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4° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Cel. Ricardo Pavanello)

Desde a sua ativação, em 15 de dezembro de 1993, o 4° Batalhão de Aviação do Exército (4° BAvEx) ocupou provisóriamente as instalaçãoes cedidas pela FAB na Base Aérea de Manaus. Através de um acordo inter-ministerial, foi cedido ao EB um espaço, adjacente à pista já existente na BAMN, onde foram construídas as instalaçãoes definitivas do 4° BAvEx.

Devido a imensa áera onde atua, o 4° BAvEx tem uma rotina operacional intensa, mas com elevado índice de segurança proporcionado pela mentalidade operacional e de manutenção desenvolvida, conquistado nestes anos de operação com aeronaves de alta tecnologia, como os HM-1 Pantera, HM-2 Black Hawk e HM-3 Cougar.

ntre as suas principais missões estão as de suprir as Unidades Apoiadas do Exército e Unidades Aéreas da Marinha e Aeronáutica na Amazônia, evacuação aeromédica (EVAM) e apoio a comunidade, inclusive em campanhas de saúde pública e situaçãoes de calamidade.

Denominação Histórica – Batalhão Cel. Ricardo Pavanello

Entusiasta da Avex na Amazônia, o Coronel Ricardo Felippe Albrecht Pavanello, tornou realidade a viabilização da criação e implantação da OM nas instalações atuais, ao mesmo tempo em que tornou e fortaleceu o epírito de corpo do 4° BAvEx.

O Cel. Pavanello faleceu em decorrência de uma acidente, apenas quinze dias depois da passagem de Comando da Unidade.

Em reconhecimento ao trabalho em prol da AvEx, o Exército Brasileiro designou o então 4° BAvEx a denominação histórica de Batalhão Coronel Ricardo Pavanello, uma justa homenagem ao aviador militar, um dos pioneiros da recriada Aviação do Exército, que serve de exemplo a todos que serviram ou servem no 4° BAvEx.

O helicóptero Sikorsky Black Hawk (HM-2) foi desenvolvido desde o início para ser aeronave militar e as aeronaves da AvEx são da versão de exportação, denominadas S-70, apresentando algumas diferenças em relação ao UH-60 Black Hawk do US Army.

Adquiridos inicialmente para emprego na Misão de Observadores Militares Equador-Peru (MOMEP), ao final da missão, passaram a integrar a frota de helicópteros do 4° BAvEx.

Impulsionado por dois motores GE T700–701C de 1.940 shp cada, a sua missão principal é o transporte de tropa, sendo capaz de conduzir até quatorze soldados totalmente equipados, além da tripulação da aeronave (1P, 2P e MV), podendo ser equipado com diversos tipos de armamento, inclusive mísseis anti-tanques.

A aeronave está equipada para realizar voo IFR (por instrumento) e foi a primeira aeronave configurada a utilizar OVN (óculos de visão noturna), inaugurando uma nova “visão” na AvEx.

Atualmente tanto os 04 HM-2 Black Hawk quanto os 04 HM-3 Cougar estão configurados para o uso do OVN.

O HM-2 Black Hawk foi carinhosamente apelidado por seus tripulantes de Acari-Bodó, ou simplesmente Bodó, por sua semelhança física ao peixe típico da região amazônica, dotado de grande resistência.

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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Cronologia dos IEDs

A frequência e a fatalidade dos IEDs (bombas artesanais) no Afeganistão, com dados publicados pelo WikiLeaks, que vazou 90.000 documentos secretos sobre a Guerra do Afeganistão. O vídeo é de autoria de ativistas anti-Guerra.

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3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seatual Comandante é Cel. William

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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RIO – Veio de Arzamas, na Rússia, e viajou durante um mês num navio que partiu de São Petersburgo o possível “caveirinha”: um veículo blindado usado pelo Exército russo, com dimensões menores que as do caveirão da Polícia Militar, e que poderá ser adotado pela corporação. O veículo foi cedido pelo fabricante, Rosboron Export, para ser testado por um ano pela PM e poderá reforçar a segurança durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Trata-se da quarta geração de um blindado projetado e construído para o transporte de tropas em qualquer tipo de terreno.

Com 2,10 metros de largura, 5,70 de comprimento, 6.200 quilos, motor a diesel e capacidade para 11 pessoas (no caveirão são 17), o veículo de patrulhamento em áreas conflagradas chegou ontem ao Centro de Manutenção de Veículos Blindados da PM, na sede do Batalhão de Choque. Assim que chegou, foi cercado por mecânicos e outros militares curiosos.

O modelo custa cerca de R$ 1 milhão. Teremos dois dias para conhecer o veículo a fundo, antes de entregá-lo para o Bope. Por isso, perguntem tudo. Vamos avaliar esse veículo para ter um diagnóstico completo – disse à tropa de mecânicos o coronel Cid Souza, chefe do centro de manutenção.

O comandante do Bope, coronel Paulo Henrique Moraes, que esteve na Rússia para conhecer o modelo, disse que pediu à empresa algumas adaptações para a realidade fluminense,como ar-condicionado e blindagem da caixa do motor.

FONTE: O Globo

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Objetivo seria reforçar combate ao narcotráfico e ao contrabando, sempre sob o comando de brasileiros

Rui Nogueira, Rafael Moraes Moura

Por sugestão da Polícia Federal, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu ontem com o comandante do Comando Sul dos EUA, tenente-brigadeiro Douglas Fraser, a proposta de criação de uma base “multinacional e multifuncional” que teria sede no Rio de Janeiro.

A base formaria, com duas já existentes, em Key West (EUA) e em Lisboa (Portugal), o tripé de monitoramento, controle e combate ao narcotráfico e contrabando, principalmente de armas, além de vigilância antiterrorista.

Douglas Fraser passou o dia de ontem em Brasília. Após reunião de trabalho e almoço com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o comandante americano encontrou-se com o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa.

A PF já tem um adido de inteligência trabalhando na base de Key West, na Flórida. O Planalto está para decidir se o adido junto à base de Lisboa será um delegado federal ou um oficial da Marinha.

A base no Rio, assim como as outras duas, não admite operações sob comando de estrangeiros. Os países que aceitam participar dos programas de cooperação de combate ao crime organizado enviam adidos que atuam sempre sob supervisão dos agentes do país soberano sobre a base. A ideia é que com a base da Flórida, que vigia de perto o tráfico no Caribe, e a de Lisboa, que exerce controle sobre o Atlântico Norte, a base brasileira sirva como posto avançado de monitoramento do Atlântico Sul.

Tragédia. Key West é uma base aérea e naval que atua em cooperação com os departamentos de Defesa e de Segurança Nacional, agências federais e forças aliadas. Desde 1989, possui força-tarefa de inteligência que conduz operações contra o narcotráfico no Caribe e na América do Sul. Foi de lá que partiu o primeiro avião de resgate no caso da tragédia do voo AF 447, da Air France, em junho passado, no litoral do Brasil, perto de Fernando de Noronha. Notificada do acidente, a base mobilizou o adido brasileiro, que providenciou o início do socorro.

O grupo de agentes da força-tarefa de Key West tem como objetivo combater o cultivo, a produção e o transporte de narcóticos. Os governos britânico, francês e holandês contribuem com o envio de navios, aeronaves e oficiais. O grupo reúne ainda representantes de Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Peru e outros países latino-americanos.

A presença dos Estados Unidos na região começou em 1823, com o objetivo de combater a pirataria local. Foi usada inicialmente como patrulha de operações submarinas e como estação de treinamento aéreo, utilizada por mais de 500 aviadores na época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Em 1940, ganhou a designação de base aérea e naval.

Em Lisboa, a base naval fica à margem do Rio Tejo, no Perímetro Militar do Alfeite. Foi criada em dezembro de 1958.

Fraser também veio ao Brasil para organizar a viagem do secretário de Defesa dos EUA, prevista para meados de abril. A visita é retribuição da viagem de Jobim aos EUA, em fevereiro, em Nova York. Em pauta, a cooperação estratégica militar entre os dois países, a compra de caças pelo Brasil e o interesse dos EUA em adquirir aviões de treinamento – a Embraer produz o Supertucano. A americana Boeing produz o F-18, Super Hornet, que está entre os três classificados na concorrência da FAB.

FONTE: Estadão

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A General Dynamics European Land Systems (GDELS) entregará os primeiros três veículos blindados DELS-Mowag Piranha IIIC 8×8 ao Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) em setembro. As entregas finais dos veículos totalmente anfíbios de 18,5 toneladas está programada para dezembro de 2014.

FONTE: Jane’s

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2° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Guerreiro)

O 2° BAvEx (Batalhão Guerreiro) , foi recriado em 17 de agosto de 1993 e recebeu a denominação histórica ” Batalhão Casimiro Montenegro Filho”.

Esta homenagem evoca os fatos notáveis nacionais, ligados com a história do 2° Regimento de Aviação do Exército, ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, no intuito de manter viva no Exército do presente, as tradições do seu passado.

Os fatos marcantes na vida do Marechal vão, desde a sua formação na 1ª Turma de Aviação do Exército, na Escola Militar do Realengo (atual AMAN), passando pela criação e voo inaugural do Correio Aéreo Militar (atual CAN), seu primeiro Comando do Núcleo do 2° Regimento de Aviação Militar, de 1933 a 1936, sua formação na 1ª Turma de Engenharia Aeronáutica , criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (atual DCTA) até se tornar patrono da Engenharia Aeronáutica.

A criação do 2° Esquadrão de Aviação do Exército, foi fruto do desmembramento do 1° Batalhão de Helicópteros e teve origem na 1ª Companhia de Helicópteros de Manobra e na Companhia de Comando e Serviço do então 1° Batalhão de Helicópteros.

O 2° BAvEx iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 1994 e comemora o seu aniversário em 14 de março, data esta em que cumpriu a sua 1ª Missão Aérea, prestando apoio a 26ª Brigada de Infantaria Para-quedista.

A partir de 1° de janeiro de 2005, mudou a sua designação de 2° Esquadrão para 2° Batalhão de Aviação do Exército e também é conhecido como Batalhão Guerreiro.

Possui em sua dotação sete aeronaves HM-1 Pantera, seis HA-1 Fennec e 04 HM-3 Cougar.

Dos seis HA-1, três aeronaves já se encontram configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e uma quarta já está em processo de configuração. Os quatro HM-3 Cougar estão configurados para utilização de OVN.

O 2° BAvEx possui as seguintes subunidades:

01 Esquadrilha de Comando e Apoio,

01 Esquadrilha de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (EHRA);

02 Esquadrilhas de Helicópteros de Emprego Geral (EHEG) e

01 Esquadrilha de Manutenção e Suprimentos (EMS)

No emprego em combate, a AvEx realiza o voo tático, realizado à baixa altura, que vem a imprimir à Força Terrestre, grande mobilidade, versatilidade e poder de combate. Para isso, o 2° BAvEx precisa estar sempre preparado e conta com um efetivo com grande capacidade profissional e em constante adestramento.

O Batalhão Guerreio desenvolve grande atividade junto as unidades do EB em todo o território nacional e também à comunidade civil, cumprindo missões de apoio em situação de calamidade pública, com a ocorrida em Santa Catarina, onde a primeira aeronave da AvEx a chegar foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14).

Seu atual Comandante é o TC Lunardi.

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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A BAE Systems, segunda maior companhia de defesa, segurança e aeroespacial do mundo, afiliou-se hoje à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). A decisão de juntar-se a esta conceituada organização é a mais recente demonstração do comprometimento da BAE Systems em construir relacionamentos com a indústria brasileira para apoiar o crescimento contínuo do setor de defesa no Brasil de forma sustentável.

“A afiliação da BAE Systems a uma entidade de tamanha importância para o setor de defesa como a Abimde mostra o compromisso da companhia com o país”, comenta Dean McCumiskey, diretor da BAE Systems para a região oeste. “O Brasil é nosso mercado prioritário e vamos continuar a desenvolver parcerias com organizações chave para consolidar as habilidades e tecnologias que o Brasil precisa para satisfazer suas necessidades de defesa no futuro”.

A Abimde representa empresas do setor de material militar de todo o Brasil e apoia o relacionamento entre a indústria e entidades governamentais, a fim de acelerar e estimular a comercialização, o desenvolvimento e a qualidade dos produtos brasileiros.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nas áreas de defesa, segurança e aeroespacial, com aproximadamente 107 mil colaboradores em todo o mundo. A companhia oferece uma gama completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, tecnologia da informação e serviços de apoio ao cliente. Em 2009, a BAE Systems registrou vendas de 22,4 bilhões de libras (36,2 bilhões de dólares).

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O governo mexicano anunciou uma limpeza nas forças de segurança e expulsou 3.200 policiais federais — 9% da corporação — por suspeita de corrupção e vínculos com o narcotráfico. Outros 1.020 policiais estão na mira do governo.

Sob críticas, Calderón condena assassinato de prefeito. Família mineira aguarda notícias sobre identificação de corpo

Sob uma enxurrada de críticas do opositor Partido Revolucionário Institucional (PRI) pela renovada onda de violência no norte do país, o governo do México anunciou ontem uma limpeza nas forças de segurança — onde crescem as suspeitas de corrupção, facilitando a ação do narcotráfico.

Pelo menos 3.200 policiais federais — cerca de 9% do efetivo — foram afastados da corporação.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os exonerados não teriam cumprido deveres previstos por lei — como exames de controle de confiança.

Em entrevista ao jornal “El Universal”, o comissário-geral da Polícia Federal, Facundo Rosas, afirmou que a exoneração é a primeira etapa de um plano de depuração das forças de segurança.

Outros 1.020 policiais estão na mira da secretaria por não terem passado nos exames e outros 465 enfrentam processo diante de um conselho da PF por violação de obrigações.

— Isso é parte do compromisso de consolidar uma Polícia Federal que torne reais princípios constitucionais de legalidade, honradez, eficiência, profissionalismo e respeito aos direitos humanos — afirmou Rosas.

Polícia prende um dos traficantes mais procurados Ontem, o líder do opositor PRI na Câmara, Francisco Rojas, criticou o presidente Felipe Calderón, a quem acusa de governar com “campanhas midiáticas, em vez de resolver os problemas”.

Tentando evitar o confronto político, Calderón limitou-se a condenar o assassinato de Marco Antonio Leal García, prefeito de Hidalgo, no estado de Tamaulipas, emboscado por homens armados na noite de domingo — num ataque que, segundo a polícia, foi deflagrado por traficantes e policiais corruptos.

“Esse crime covarde reforça o compromisso de continuar combatendo com todos os recursos os criminosos”, disse, em nota Por sua vez, a polícia prendeu perto da capital o traficante Edgar Valdez, conhecido como “Barbie” um dos criminosos mais procurados no México e nos EUA. Valdez, de origem americana, lutava pelo controle do cartel Beltran Leyva, que atua no centro do México. Sua captura foi comemorada pelas autoridades.

A Procuradoria Geral oferecia até US$ 2,26 milhões por pistas que levassem ao traficante.

Ontem, o terror chegou ao estado de Veracruz. Desde as 22h de sábado, traficantes trocaram tiros com o Exército mexicano num confronto que se arrastou por 12 horas na cidade de Pánuco.

Segundo o governador de Veracruz, Fidel Herrera, o tiroteio atingiu transformadores de energia, deixando parte da cidade às escuras. Ao menos seis bandidos morreram e cinco pessoas ficaram feridas.

À tarde, o único sobrevivente da chacina de San Fernando, o equatoriano Luis Freddy Lala Pomavilla, de 18 anos, foi repatriado sob forte esquema de segurança.

Ainda sob cuidados médicos, ele desembarcou em Quito em avião da Presidência.

— Ele corre riscos gravíssimos e, por isso, pedimos que não o procurem — pediu à imprensa local o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño.

Corpo do mineiro Hermínio ainda sem identificação Enquanto em Tamaulipas avança lentamente o trabalho de identificação das vítimas da matança, na cidade mineira de Sardoá, na região do Vale do Rio Doce, parentes do jovem Hermínio Cardoso dos Santos, de 24 anos, ainda guardavam uma ponta de esperança de que ele tenha sobrevivido. Seu passaporte fora encontrado no local do crime, mas até ontem, não havia sinal do corpo.

— A espera é horrível. Não tem corpo, então temos que esperar.

Quem sabe não é ele? Meus pais estão muito chocados.

Era um menino muito bom, disse que ia chegar (nos EUA) e trabalhar para pagar as contas.

Nós ajudamos com o dinheiro da viagem — contou ao GLOBO Rose, uma das irmãs do jovem.

Num editorial, o jornal “New York Times” condenou ontem a chacina de San Fernando, lembrando que os cartéis são alimentados pelo vício e pelas armas americanas — além da demanda por mão-de-obra barata.

“Nós entregamos aos chefões da droga a tarefa de controlar nosso estoque de imigrantes, assim como controlam nosso estoque de narcóticos. Os resultados são claros”, diz o texto.

FONTE: O Globo

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1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 “Fennec” armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e onze aeronaves HM-1 “Pantera” armadas com metralhadoras laterais, mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o TC Silva Júnior.

“Reconhece! Ataca!”

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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