QG Airsoft

Nota oficial sobre acidente com aeronave do Exército Brasileiro

O Comando do Exército lamenta profundamente informar a ocorrência de um acidente com uma aeronave Esquilo (FENNEC), do Destacamento do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Dst Av Ex), sediado em Campo Grande/MS, ocorrido por volta das 21:50 horas, do dia 10 de março do corrente ano, na localidade de Nhecolândia, município de Corumbá/MS, provocando 04(quatro) vítimas fatais, 02 capitães, 01 sargento e 01 cabo.

As causas do acidente, que ocorreu durante a realização da OPERAÇÃO CABURÉ, exercício de adestramento dos pilotos e tripulações do Dst Av Ex, serão apuradas por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) e de investigação aeronáutica, na forma do que está previsto no ordenamento jurídico vigente.

O Exército Brasileiro, consternado e imbuído do mais alto sentimento de solidariedade, está empenhado em prestar todo o apoio necessário às famílias dos militares vitimados pelo acidente.

Gen Bda CARLOS ALBERTO NEIVA BARCELLOS
Chefe do CCOMSEx
“SAMPAIO – 200 ANOS: CORAGEM E DETERMINAÇÃO”

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Queda de helicóptero no Pantanal mata quatro militares do Exército

CAMPO GRANDE – Um helicóptero do Batalhão de Aviação do Exército em Campo Grande (BavEx) caiu na noite desta quinta-feira durante operação na região do Baixo Pantanal, em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Quatro militares morreram no acidente.

Os militares estavam participando da Operação Caburé, iniciada na segunda-feira no Pantanal. Os quatro militares são do Destacamento do 3º Batalhão de Aviação do Exército de Campo Grande e da Companhia de Comando do CMO.

O acidente ocorreu por volta de 21h50m. Esquipes do Exército em Campo Grande e da aviação do Exército de Taubaté, em São Paulo, se deslocaram para a área para resgate dos corpos.

FONTE: TV Morena

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Imóveis devem financiar Estratégia Nacional de Defesa

Defesa estuda mobilizar patrimônio das Forças Armadas para reequipar Marinha, Exército e Aeronáutica

vinheta-clipping-forteSÃO PAULO – O programa de reequipamento e reorganização da Marinha, Exército e Aeronáutica vai ganhar um poderoso reforço financeiro: o Ministério da Defesa estuda a mobilização do patrimônio imobiliário das Forças Armadas para o financiamento dos empreendimentos vinculados à Estratégia Nacional de Defesa (END). “Será uma ação complementar à expansão das dotações orçamentárias”, segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Para esse ano o Orçamento da União destina para o setor militar R$ 59 bilhões, R$ 7,7 dos quais para investimento.

O modelo a ser adotado, todavia, não é o da simples venda do estoque de bens, “mas o de utilizar o recurso patrimonial para gerar dinheiro”, explica o ministro. Isso poderia ser feito com a participação em ações que ainda terão de ser definidas. O ministério da Defesa, junto com as Forças singulares, está cadastrando as propriedades em três categorias: as estratégicas, considerada uma projeção de 50 anos, as históricas e as de interesse econômico – são essas as que serão mobilizadas.

Veja o vídeo desta matéria clicando aqui.

FONTE: Estadão

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Plano dá mais poder de prisão para militares

Câmara aprova projeto que fortalece o ministro da Defesa e amplia atuação das Forças na região de fronteira

Cristiane Jungblut

vinheta-clipping-forteBRASÍLIA. A Câmara aprovou ontem à noite projeto de lei complementar que reforça o poder do ministro da Defesa dentro da organização das Forças Armadas. O texto, que agora segue para votação no Senado, também assegura aos militares o poder de prisão em ações na região de fronteira. Elaborado pelo ministro Nelson Jobim como parte de um Plano Nacional de Defesa, o projeto cria o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que ficará acima dos Estados- Maiores das três Forças (Exército, Marinha e Aeronáutica).

O poder de prisão dos militares, que poderia ser questionado judicialmente, passa a ser assegurado durante o patrulhamento de áreas de fronteira terrestre e no mar. Segundo o texto, a detenção pode ser feita quando envolver o combate a delitos nas fronteiras, como tráfico de drogas, ou crimes ambientais.

O texto também autoriza as Forças Armadas a fazer revista de pessoas, de veículos, de embarcações ou aeronaves. Uma emenda do deputado Antonio Pannunzio (PSDB-SP) deixou claro que essa ação poderá ocorrer independentemente da posse ou propriedade da área.

- Isso apenas é para reforçar que as Forças Armadas podem entrar em reservas, em áreas de ONGs e não é dado a ninguém criar obstáculo – disse Pannunzio.

Outro ponto importante é o que permite à Aeronáutica a efetuar a prisão em operações que a FAB consegue forçar um avião a pousar por suspeita de tráfico de drogas. Até então, essa atribuição era exclusiva das polícias. O texto estabelece que os militares poderão prender os traficantes se não houver policiais na área.

Nomes para promoção vão passar pelo ministro

Segundo o deputado José Genoíno (PT-SP), que foi relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), o projeto é importante por reforçar a estrutura do Ministério da Defesa.

- Esse projeto fortalece autoridade do ministro da Defesa e prevê que os nomes para promoções passem por ele antes de ir para o presidente da República – disse Genoíno.

O texto explicita, por exemplo, a necessidade de os comandantes das três Forças apresentarem primeiro ao ministro da Defesa a lista de promoções de oficiais-generais. O projeto ainda reforça que o Ministério da Defesa poderá estabelecer as regras gerais para aquisição de equipamentos e armamentos para as três Forças. Hoje, Marinha, Exército e Aeronáutica tomam decisões isoladas sobre aquisições.

Outra emenda aprovada cria o chamado “Livro Branco”, que reunirá dados sobre estratégia de Defesa e modernização das Forças Armadas. A cada quatro anos, a partir de 2012, o governo terá que apresentar ao Congresso o Livro Branco e ainda a Política e a Estratégia de Defesa.

O projeto foi aprovado por 328 votos a favor e cinco contra, além de três abstenções.

FONTE: O Globo

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Cresce investimento em projetos de inovação na área de defesa

Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos

vinheta-clipping-forteO Brasil está investindo mais em projetos de inovação na área de defesa. Estudo inédito feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, nos últimos oito anos, a participação do setor de defesa nos desembolsos dos fundos setoriais cresceu cerca de 10%. Do total de 13.433 projetos analisados pelo Ipea e que receberam apoio dos fundos, 258 estavam relacionados com o setor. Esses projetos, segundo a pesquisa, receberam R$ 479 milhões entre os anos de 2000 a 2008 e representaram cerca de 11% dos desembolsos dos fundos setoriais no período.

O trabalho faz parte de uma análise da inovação nos setores industriais brasileiros, desenvolvida em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia. Segundo a diretora-adjunta da Diretoria de Estudos Setoriais do Ipea, Fernanda De Negri, responsável pela pesquisa sobre a participação do setor de defesa nos fundos setoriais, os mecanismos de apoio à ciência, tecnologia e inovação no Brasil vem registrando um crescimento importante nos últimos quatro anos. “O orçamento dos fundos setoriais para inovação subiu de R$ 300 milhões por ano para R$ 2 bilhões”, ressalta.

A participação atual do setor de defesa nos desembolsos dos fundos, de acordo com Fernanda, pode ser considerada expressiva, tendo em vista que no ano 2000 os projetos nessa área respondiam por menos de 1% do total liberado para pesquisas e desenvolvimento em inovação. “O aumento dos investimentos do governo em projetos de defesa é resultado de uma nova percepção da importância desse setor para o desenvolvimento do país, pois várias dessas tecnologias têm aplicações que podem gerar importantes efeitos de transbordamento para o setor produtivo brasileiro”, disse a diretora.

O Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), prevê o apoio a uma série de ações na área de defesa, com destaque para os sistemas computacionais complexos, tecnologia de sensoriamento remoto, fabricação e emprego de propelentes e explosivos, veículos autônomos, estruturas resistentes e eficientes, sensores, ações de defesa química, biológica e nuclear e integração de sistemas.

Ainda segundo a pesquisa do Ipea, dos 258 projetos relacionados com o setor de defesa, 99 foram desenvolvidos com a participação de 44 empresas, representando 46% do valor desembolsado pelos fundos ou R$ 223 milhões. “Levando-se em conta que a base industrial de defesa, utilizada neste trabalho, é composta por aproximadamente cem empresas, mais de 40% delas são apoiadas pelos fundos setoriais, evidenciando a elevada participação deles no apoio à P&D no setor de defesa”, ressalta Fernanda na pesquisa. Um dos principais projetos relacionados ao setor de defesa e apoiados pelos fundos setoriais nos últimos anos está o navio polar de apoio à pesquisa, que respondeu por 15% dos recursos destinados aos projetos selecionados. Ele foi adquirido pela Marinha para apoiar o programa de pesquisas brasileiro na região Antártica.

A pesquisa do Ipea também mostra que o sistema setorial de inovação no setor de defesa está bastante concentrado nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, devido à localização das instituições de pesquisa das Forças Armadas nessas regiões.

FONTE: Valor Econômico

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‘Black Hawk Down’: o depoimento de um sobrevivente

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Não é fácil para um veterano de guerra narrar suas histórias. Mesmo que o tempo separe o presente dos acontecimentos vividos em quase duas décadas a dor e o sofrimento permanecem.

Para o americano Mike Durant não é diferente. Mas no seu caso a tragédia pessoal ganhou fama pelo mundo através dos cinemas. Sua maior e mais trágica experiência de vida foi narrada no filme “Black Hawk down” (Falcão Negro abatido – Columbia Pictures 2001).

Durant hoje está na reserva, mas continua contando suas histórias para plateias sempre interessadas em ouvi-lo. Na última sexta-feira não foi diferente. No complexo Redstone Arsenal (Alabama) do Exército dos EUA, o subtenente da reserva Mike Durantdeu a sua versão dos fatos.

A batalha de Mogadício

No início de outubro de 1993 uma força composta por elementos do Exército , Marinha e Força Aérea dos EUA foi enviada ao centro de Mogadíscio, da capital da Somália, para capturar o General Muhammed Farah Aideed, líder de uma das facções políticas que estava em luta na Somália.

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No decorrer da ação um helicóptero MH-60 Black Hawk, “Super 61” na fonia, que estava dando cobertura foi atingido por um RPG e caiu a três quarteirões da área do alvo. Logo após a tentativa de resgate dos sobreviventes do Super 61, outros dois MH-60 foram atingidos, sendo que um deles conseguiu retornar para base. O “Super 64”, pilotado pelo subtenente Michael Durant, caiu a cerca de 1.5 Km do “Super 61”.

A multidão foi para o local, e a despeito da heróica defesa, matou todos os tripulantes com exceção de Durant, que foi pego como refém. Durante o seu tempo de prisioneiro, Durant conheceu os 11 dias mais longos e penosos de sua vida.

Em 14 de outubro de 1993, depois de intensas negociações, Aideed libertou Durant, piloto e único sobrevivente da queda do “Super 64” e um soldado nigeriano das forças da ONU, capturado anteriormente, como um gesto de “boa vontade”.

A narrativa pessoal

Depois de 17 anos Durant dividiu com os ouvintes de Redstone a “experiência que mudou a sua vida”.

“Foi um ato de boa vontade da nossa parte”, disse o subtenente. “Não havia petróleo. Não havia interesse estratégico. Mas haviam pessoas sofrendo, muitas pessoas”. Era sim uma missão de paz da ONU. A operação” Restore Hope” tinha como objetivo trazer estabilidade ao país para que a ajuda humanitária pudesse chegar.

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No outono de 1993 as forças militares dos EUA obtiveram sucesso no estabelecimento de uma certa estabilidade à capital Mogadíscio. Mas no início de outubro a situação mudou. “74 soldados foram atingidos, cinco Black Hawk derrubados, 18 homens mortos e eu caí nas mãos do inimigo.” completou Durant.

Seu helicóptero foi atingido por um RPG no rotor de cauda a baixa altura e acabou colidindo com o solo. Ele e a sua tripulação de três homens sobreviveram à queda. Durant ficou inconciente e os demais ficaram bastante feridos. Dois franco-atiradores do Força Delta voluntariaram-se para defender a posição do helicóptero abatido. O número de rebeldes era muito grande e em um deteminado momento a munição acabou. Todo o grupo foi morto, com exceção de Durant.

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“Quando retomei a consciência, tinha um ferimento nas costas, uma perna quebrada e alguns ossos da face também quebrados. “Meus ferimentos me levariam à morte em 35 ou 40 dias”.

Sua libertação ocorreu depois de 11 dias de cativeiro, sendo enviado para um hospital nos EUA para tratamento médico. “Percebi que haviam partes físicas e psicológicas a serem recuperadas”.

“O Exército iria me ‘groundear’. Não me deixariam voar mais. Quando dizem a você que você não será mais capaz de fazer aquilo que você quer mais acima de qualquer outra coisa, você não aceita. Queremos lutar contra esta situação”.

“Eu era um piloto lutando para ter de volta a parte da minha vida e minha identidade.”

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Durant estava determinado a provar que a decisão do Exército não era a mais correta e que sua forma física estava intacta. Somente 11 meses após deixar o gesso, o subtenente foi participar da prova de maratona dos Fuzileiros Navais.

“Eu quase me qualifiquei para a Maratona de Boston”, disse Durant após cruzar a linha de chegada com o tempo de 3:37h. “Mas a autoridade que iria me dar baixa não poderia dizer ‘não’ ao meu desejo de continuar servindo. Depois da corrida ele me manteve na força e eu voei por mais cinco anos”.

Depois de dar um jeito nas questões físicas e profissionais, Durant levou um bom tempo até se recuperar dos danos psicológicos. “Se eu começar a falar da Somália vou chorar”, disse. “Perdi minha tripulação. Metade do meu pelotão também desapareceu. É algo difícil de comentar”.

Seu lado espiritual foi rejuvenescido. “Orei mais naqueles 11 dias do que toda a minha vida. E por tudo o que Ele fez por mim , Ele não pediu nada em troca”. “Sinto-me abençoado. Me sinto melhor hoje sobre quem eu sou e sobre as coisas que aconteceram 17 anos atrás”.

Baseado nas suas experiências de vida Durant escreveu dois livros: “In the Company of Heroes” e “The Night Stalkers.” Suas narrativas formaram a base do roteiro do filme “Black Hawk Down.”

Com informações do site do Exército dos EUA

FOTOS: Columbia Pictures e US Army

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US Army se aproxima da marca de 1 milhão de horas voadas em UAVs

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O US Army Unmanned Aircraft Systems Center of Excellence anunciou que a Força deve atingir a marca de 1 milhão de horas de voo com aeronaves não tripuladas no próximo mês. Por volta do mês de setembro ou outubro, os UAVs do US Army atingirão a mesma marca em apoio direto às operações de combate.

Noventa por cento das horas de voo foram realizadas em operações de combate, para inteligência, vigilância e reconhecimento. O US Army planeja no futuro usar UAVs para enlace de dados e transporte de suprimentos e carga.

O treinamento para a operação de UAVs no Exército dos EUA é feito em Fort Huachuca, no Arizona, numa intalação conjunta para treinamento de pessoal da Marinha e dos Fuzileiros.

Em 2010 serão treinados 800 militares e em 2018, serão 3.000. O Exército colocou as aeronaves RQ-7 Shadow e Raven nas unidades menores, para dar capacidade de ISR aos comandantes. Um pelotão Shadow foi integrado nas brigade combat team (BCT), o que permitiu à infantaria e oficiais compreenderem o potencial dos UAVs e saber o que eles poderiam obter com esses equipamentos.

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Solução criativa do 9º BLog soluciona problema nos eixos dos EE-25

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Uma iniciativa louvável da equipe de manutenção do 9º Batalhão Logístico, “Batalhão Cidade de Santiago”, permitiu que falhas relativas as constantes quebras dos Eixos Trunion, peças que compõem o sistema de suspensão das Vtrs 2 ½ Ton e EE-25, largamente empregadas na guarnição, deixassem de ocorrer. Para solucionarem o problema, os mecânicos realizaram um reforço na suspensão com a usinagem dos eixos na seção de torno do Batalhão. O trabalho criativo utilizou meios próprios da Unidade. Tal procedimento foi, posteriormente, adotado pela Empresa Brasília Motors na revitalização de suas viaturas EE-25. Por meio desta iniciativa, os militares demonstraram comprometimento, profissionalismo e dedicação ao ExércitoBrasileiro.

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A viatura de transporte EE-25 foi desenvolvida e fabricada pela empresa Engesa na década de 1970 em paralelo ao desenvolvimento do carro de combate Cascavel. O EE-25 foi lançado em diversas versões e exportado para alguns países como Angola. De longe, o maior cliente foi o Exército Brasileiro, que adquiriu aproximadamente 200 unidades.

FONTE/FOTOS: EB/Universal

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Novidades no 54º BIS e a Operação Retiro

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Como parte das atividades desenvolvidas pelo 54º BIS, “Batalhão Cacique Ajuricaba” (Humaitá/AM), e com a finalidade de desenvolver a capacitação técnica e tática dos militares que compõem seus quadros, foi realizado o reconhecimento de itinerário entre as cidades de Humaitá e Manicoré, ambas no Estado do Amazonas. Na oportunidade, foi utilizado, pela primeira vez, o barco modelo Regional a mais nova aquisição do Batalhão.

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Além disso, o batalhão também realizou a Operação Retiro que contou com dois grupos de combate, sendo feito o patrulhamento fluvial nos Igarapés do Retiro e do Doze.

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FONTE/FOTOS: EB

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Brasil devolverá ao Paraguai enorme troféu de guerra

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vinheta-clipping-forteASSUNÇÃO (Reuters) – Um enorme canhão de 12 toneladas construído com o metal dos sinos das igrejas durante a guerra do Paraguai contra Argentina, Brasil e Uruguai no final do século 19 será devolvido ao país, disseram autoridades paraguaias nesta sexta-feira.

O troféu de guerra, chamado de “El Cristiano” devido à procedência de sua matéria-prima, se encontra em exposição no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, mas a Secretaria Nacional de Cultura do Paraguai disse que os dois países estão finalizando os detalhes para o seu retorno.

O canhão foi tomado por forças brasileiras após a ocupação da fortaleza de Humaitá em fevereiro de 1868, uma batalha que marcou um ponto decisivo na derrota paraguaia durante a chamada guerra contra a Tríplice Aliança ou Guerra do Paraguai.

Após a disputa sangrenta que ocorreu entre 1865 e 1870, os aliados conservaram arquivos, armas e outros objetos, que na última década foram reivindicados pelo Paraguai, especialmente ao Brasil, seu maior parceiro comercial. A guerra dizimou a população paraguaia e deixou o país em ruínas.

A Secretaria de Cultura do Paraguai disse nesta sexta-feira que o ministro da Cultura brasileiro, Juca Ferreira, informou seu colega Tito Escobar sobre a assinatura de um decreto presidencial que estabelece a devolução da peça.

“Este fato marca um momento decisivo e importante no processo de gestão, mas ainda resta muito trabalho a ser feito, aspectos práticos a serem resolvidos, documentação a ser apresentada”, disse um comunicado da instituição.

“El Cristiano” foi fabricado usando quase todo o metal dos sinos das igrejas paraguaias.

O Paraguai quer que o Brasil devolva outros troféus, como os arquivos militares do país que foram levados após a guerra. (Reportagem de Daniela Desantis)

FONTE: Reuters / Brasil Online

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Airsoft na Escócia, com M249, G36C e AK

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Forças especiais britânicas no Afeganistão sofrem suas piores perdas em 60 anos

SBS

As Forças Especiais britânicas sofreram no Afeganistão suas piores perdas desde a Segunda Guerra Mundial. Ferimentos graves deixaram 70 combatentes inaptos para o serviço e 12 foram mortos.
O jornal Sunday Times informou que o Special Air Service (SAS) e o Special Boat Squadron (SBS) realizaram centenas de operações contra os líderes Talibãs desde 2007.

Os SAS e SBS que agora operam atualmente no sul do Afeganistão, concentram seus esforços em persuadir os líderes do Talibã a trabalhar com o governo afegão. Esse trabalho envolve um misto de ações, como prisões, rastreamento de líderes para inteligência e operações ofensivas, nas quais líderes do Talibã são mortos.

Uma fonte das forças especiais informou que as operações são diárias e que os comandantes estão colocando pressão para que os reservistas do SAS e SBS preencham a lacuna dos homens que deixaram o serviço.

As altas taxas de perdas nos últimos três anos se devem ao grande número de operações e ao aumento das IEDs, que provocaram grande número de ferimentos.

Entre os mortos das forças especiais estão três homens do SBS, um do SAS, três reservistas do SAS, um do Special Reconnaissance Regiment (SRR) e quatro do Special Forces Support Group (SFSG). Quando estavam operando no Iraque, sete membros do SAS e um do SBS morreram e mais de 30 ficaram feridos. Na Guerra das Malvinas, 19 membros do SAS morreram, sendo 18 numa queda de helicóptero.

Esquadrões “Sabre” do SBS e SAS estão operando no Afeganistão baseados em Kandahar. O SBS, com suas habilidades de guerra no ártico, está ajudando a rastrear comandantes do Talibã acima da área de neve de Hindu Kush.

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