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vinheta-clipping-forte1As Forças Armadas iniciaram na manhã do último sábado (18) a Operação Ágata 7 em toda extensão da fronteira brasileira com os dez países sul-americanos. Com o emprego de 25 mil militares e a participação de agentes das polícias federal, rodoviária federal, militar e de agências governamentais, esta edição é a maior mobilização realizada pelo governo brasileiro no combate aos ilícitos entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS).

Antes de a operação ser deflagrada, o governo manteve contatos com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar. A Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução cabe à Marinha, ao Exército e à Força Aérea Brasileira (FAB).

Veja mais informações sobre a Operação Ágata 7.

A Ágata 7 acontece às vésperas da Copa das Confederações, competição esportiva que será realizada em seis cidades-sede – Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.  Em função deste evento, o Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolvesse os 16.886 quilômetros de fronteira. Nas edições anteriores, as ações ocorreram em trechos da divisa do Brasil com os países sul-americanos.

Durante a mobilização, militares estarão atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.

agata_interna05A operação foi instruída por meio do Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), criado por decreto da presidenta Dilma Rousseff, em junho de 2011. Atualmente, a Ágata conta com a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais, além de aglutinar instituições dos 11 estados da região de fronteira.

Forças Armadas

Como a operação se desenvolve ao longo de toda a fronteira terrestre, as tropas contarão com os centros montados nos Comandos Militares da Amazônia (CMA), em Manaus (AM); do Oeste (CMO), em Campo Grande (MS); e do Sul (CMS), em Porto Alegre (RS).  Nesses locais atuarão militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. No entanto, as três Forças utilizarão homens e equipamentos das Organizações Militares, além de poder contar com reforço de outras regiões.

A Marinha fará uso de navios patrulha fluvial, helicópteros UH-12, navios de assistência hospitalar e lanchas. Participam da operação destacamentos operacionais dos fuzileiros navais do Batalhão de Operações ribeirinhas, capitanias fluviais, agências fluviais e destacamentos fluviais.

O Exército empregará aeronaves, além de blindados e veículos leves para o transporte das tropas. A Força terrestre desenvolverá ações de bloqueios de rodovias montados em pontos estratégicos da fronteira brasileira.

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No caso específico da Força Aérea Brasileira (FAB), o centro de operação ficará no Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), com sede em Brasília. Para tanto, a Aeronáutica tem à disposição os aviões Super Tucano (A-29), caças F 5EM, os aviões radares, os VANTs e helicópteros.

Os agentes governamentais, como as Polícias Federal e Rodoviária Federal, Receita Federal, bem como Anatel, Aneel, ANP, DNPM, ICMBio, Funai e Ibama, atuarão em conjunto em suas respectivas áreas.

Operação Ágata

Em quase dois anos, o Ministério da Defesa, por meio do EMCFA, já realizou seis edições da Operação Ágata. A faixa de fronteira situa-se 150 quilômetros a partir da divisa. Esse território compreende 27% do território nacional onde estão 710 municípios, sendo 122 cidades limítrofes e 588 não limítrofes.

agata_interna04A fronteira tem 16.886 quilômetros de extensão, sendo 7.363 quilômetros de linha seca e 9.523 quilômetros de rio, lagos e canais. São 23.415 quilômetros de rodovias federais. Os estados de fronteira são: Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os países vizinhos são: Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Além do combate aos ilícitos, a Ágata contempla também Ações Cívico-Sociais (Acisos), que consistem em atividades como atendimento médico, odontológico e hospitalar aos locais onde concentram famílias carentes. De acordo com o balanço integrado, as seis edições da Ágata resultaram em 59.717 procedimentos, 18.304 atendimentos médicos e 29.482 odontológicos. Cerca de 9 mil pessoas foram vacinadas e distribuídos 195.241 medicamentos.

FONTE: Ministério da Defesa

Mísseis Spike para a Índia

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O Ministério da Defesa indiano aprovou a compra dos mísseis anti-carro Spike da Rafael israelense. A Índia pretende equipar 359 batalhões de infantaria. Cada batalhão deve receber oito lançadores com doze mísseis por lançador. As tropas de montanha devem receber dois lançadores. Cerca de dois mil blindados BMP-2 Sarath também devem ser armados com o Spike.

O custo total deve chegar a US$ 2,77 bilhões e deve terminar em 2017. Inicialmente serão comprados 321 lançadores, 8.356 mísseis e 15 simuladores. O número de mísseis pode chegar a 44 mil.

O Spike foi escolhido após o EUA recusar a transferir tecnologia do Javelin e devido a própria Índia não ter um míssil equivalente. O Spike é guiado por TV e IIR com datalink por fibra ótica. O alcance varia de 2.500 a 4.000 metros dependendo da versão.

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Tahiane Stochero

vinheta-clipping-forte1Chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (16) oito carros do tipo Gepard que integram o sistema de artilharia antiaérea alemão comprado pelo Brasil para a segurança da abertura e do encerramento da Copa das Confederações, nos dia 15 e 30 de junho, respectivamente.

Os veículos são capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou drones (aviões não tripulados) suspeitos a até 15 km de distância, com alcance de 3 km de altitude.

Segundo o general Marcio Roland Heise, coordenador do projeto de compra das armas, os canhões ainda estão em processo de desembaraço alfandegário junto à Receita Federal. Assim que liberados, os veículos serão levados ao Parque Regional de Manutenção do Exército, no Rio de Janeiro. A previsão é que isso ocorra na terça-feira (21).

O Brasil comprou 34 carros de combate Gepard ao preço de 30 milhões de euros (cerca de R$ 78,4 milhões).

Os blindados foram despachados de navio da Alemanha, em caráter emergencial, para que chegassem a tempo da abertura da Copa das Confederações, que acontece em Brasília, no dia 15 de junho, com a partida entre Brasil e Japão.

Quatro carros serão levados para Brasília e os outros quatro ficarão no Rio de Janeiro, para a partida de encerramento da competição, no dia 30 de junho. Os veículos não ficarão à vista do público, mas estarão posicionados perto dos estádios, em pontos estratégicos.

Em 11 de maio, o G1 divulgou com exclusividade a compra das armas para garantir a proteção dos grandes eventos. Os carros comprados do Exército da Alemanha sofreram uma remodelação, tendo sido “recuperados” em 2010, recebendo novas tecnologias para operar até 2030.

Além do sistema antiaéreo, o Brasil comprou cerca de 600 mil munições para os Gepard e três carros reservas, que serão desmontados e servirão para peças de reposição. O valor inicial do contrato não inclui esse complemento nem treinamentos e suporte técnico.

“As armas serão recebidas e incorporadas ao inventário do Exército. Além disso, faremos testes de tiro com cada um deles, para verificar o funcionamento”, afirmou o general Marcio Roland Heise ao G1.

Os blindados Gepard 1A2 pesam 47,5 toneladas, têm 3,7 metros de altura, 3,4 de largura e até 7,7 metros de comprimento. São equipados com dois canhões Oerlikon de 35 mm, que trabalham em conjunto um sistema de radares com campo de visão de até 15 km de raio. A fabricante informa que eles atingem alvos até 5,5 km de altura, mas, no Brasil, serão usados a baixa altitude (até 3 km).

gepard6Visita do Papa
A previsão inicial do general Marcio era que os carros sejam usados na Jornada Mundial da Juventude, que deve reunir mais de 2 milhões de pessoas no Rio em julho durante a visita do Papa Francisco ao país.

Mas, segundo o general Guido Amin Naves, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea, ainda não foi decidido se o material será empregado ou não. O evento em que o sistema antiaéreo pode ser usado é a missa de encerramento, em Guaratiba, no Rio, em 28 de julho.

“Assim que os carros estiverem operando, faremos um treinamento inicial. Os blindados que já estarão no Rio para a final da Copa das Confederações poderão ser empregados para a visita do Papa, mas isso ainda está em fase de definição. Ainda não recebi nenhuma ordem de serviço sobre isso do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra)”, afirma o general Amim.

Usados e reformulados
A negociação entre os Exércitos do Brasil e da Alemanha ocorreu através da empresa Krauss-Maffei Wegmann (KMW), fabricante dos veículos.

“Os carros foram reformulados, receberam novo sistema de radares e computadores, canhões de 35 mm e tecnologia de guiamento, que seguem o alvo mesmo se ele desviar. O Exército alemão iria usar os blindados, mas a Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] mudou algumas diretrizes em relação à defesa antiaérea e eles tiveram que deixá-los de lado”, afirmou o general Marcio Roland Heise.

A implantação do Gepard pelo Exército busca suprir uma carência de proteção para as duas brigadas do país que abrigam blindados, localizadas em Ponta Grossa (PR) e em Santa Maria (RS), e também de garantir a segurança de estruturas estratégicas, como usinas hidrelétricas, essenciais para o caso de uma eventual guerra.

gepard3valeIntenção de compra
Em fevereiro, o vice-presidente, Michel Temer, assinou uma intenção de compra para adquirir um sistema de artilharia antiaérea da Rússia que tem capacidade de atingir alvos a médio alcance – até 15 km de altitude. O Brasil não tem atualmente esta tecnologia, que é uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo. Em 2012, G1 mostrou a situação do sucateamento do Exército, que possui armas antiaéreas da década de 70, classificados pelo general Heise na época como “defasados tecnologicamente”.

FONTE: G1

A quem interessa o Brasil dividido

Marcos Coimbra

 

vinheta-opiniao-forteDenominamos de “países-baleias” os quatro países (Brasil, China, Índia e Rússia, componentes do grupo Bric), em virtude de disporem de gigantescas extensões territoriais e enormes mercados populacionais com crescente poder aquisitivo e qualidade de vida. É evidente que os EUA ainda são a potência hegemônica mundial e, mesmo com sua decadência, ainda terão grande importância, bem como a União Européia, no contexto internacional, além do ascendente Bric.

A China já é a segunda economia do mundo, detentora de apreciável poder militar. A Índia e a Rússia estão entre as dez maiores economias do mundo e também possuem elevado poder militar.

Em uma análise prospectiva, apesar de termos a sétima economia do mundo, vasta extensão territorial, abundantes recursos naturais existentes, da água ao titânio, passando agora pelo petróleo, além de um povo ordeiro e trabalhador, a fragilidade da expressão militar do Poder Nacional constitui uma vulnerabilidade preocupante.

De fato, há um plano arquitetado pelos “donos do mundo” de enfraquecer as Forças Armadas dos países emergentes, sufocando-as de todas as maneiras, financeira, econômica e moralmente.

É proibido o acesso à moderna tecnologia bélica, seja no tocante a engenhos nucleares, seja na área espacial. O trágico episódio da explosão do terceiro VLS brasileiro, com a perda de 21 mártires, é emblemático.

Até jatos supersônicos são proibidos. Fabricação de mísseis, nem pensar. Até a proibição da comercialização de armas e munições queriam impor ao povo brasileiro. As empresas nacionais seriam expulsas do mercado, e o Brasil ficaria dependente até da importação de um cartucho de 22. Desta forma, fica mais fácil intimidar e até agredir nosso território, direta ou indiretamente.

Os conceitos de Integração, Soberania e Integridade do Patrimônio Nacional são importantes para serem lembrados por todos nós, brasileiros, devido à insegurança vivenciada, gerada principalmente por pressões externas. Sofremos o risco de serem agravadas as tensões no plano social, com o acirramento e a indução de choques de caráter “racial”, religioso, étnico e até sexual ou de gênero.

As famigeradas ONGs e a mídia internacional, secundada pela mídia nacional, vão procurar jogar católicos contra protestantes e espíritas, brancos contra negros e índios e outros. Seu objetivo é abalar nossa coesão social, para fragilizar-nos.

Absurdas imposições externas e referendadas pelas últimas administrações, como o denominado sistema de “cotas raciais”, começam a criar conflitos antes inexistentes em nosso país.

Quanto à coesão territorial, estão acelerando o processo de demarcação de terras indígenas, para depois preparar o terreno para o “direito dos índios à autodeterminação” e para aplicar o “direito de ingerência dos mais fortes”. Isto lhes possibilitaria retalhar o território brasileiro, em especial a Região Amazônica, dividindo-a em quistos, a serem “protegidos” por uma força internacional de paz. Sob o pretexto de defender os direitos dos índios, pretendem explorar nossas riquezas e recursos naturais.

O revolver de chagas abertas há cerca de 50 anos, abrindo feridas que deveriam estar cicatrizadas, com a Lei da Anistia referendada pelo Supremo Tribunal Federal, por mais motivações que apresentem, representa justamente o desejo do inimigo externo.

Enquanto olhamos pelo espelho retrovisor, digladiando-nos ferozmente por várias razões, algumas justificáveis, outras não, em virtude da parcialidade evidente, dando voz a apenas um dos lados participantes da luta armada no país, os “donos do mundo” enxergam com farol de milha, deleitando-se com nossa divisão interna e avançando sem a devida resistência em nossas riquezas, afrontando nossa soberania.

O momento é de União. O passado foi-se. Nossos descendentes dependem daquilo que conseguirmos legar para eles. Sequer temos um Projeto Nacional de Desenvolvimento. Chega de ódio e sentimento de vingança! Houve excessos de ambos os lados e, em nome do futuro, devemos lutar ombro a ombro contra as formidáveis ameaças existentes ao nosso Progresso.

Marcos Coimbra - Conselheiro diretor do Cebres, titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e autor do livro Brasil Soberano.

FONTE: Monitor Digital via Resenha do Exército

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Brasil Chinavinheta-clipping-forte1Nas mais de 400 páginas do livro China Goes Global (a China se lança no mundo, em tradução livre), de David Shambaugh, um dos únicos pontos de exclamação é usado quando ele descreve o choque provocado pelo despreparo da diplomacia brasileira em lidar com a China.

“Quando visitei o Ministério das Relações Exteriores, em 2008, me foi dito que não havia sequer uma pessoa fluente em chinês ou um grupo de especialistas em China em todo o serviço diplomático!”, espanta-se ele, um dos mais renomados especialistas em política externa chinesa.

O Itamaraty (que Shambaugh grafa como “Itamarichy”) agora tenta recuperar o atraso, com um grupo de jovens diplomatas em Pequim exclusivamente dedicados a aprender o idioma chinês.

Shambaugh teve outra surpresa ao questionar os governos do Brasil e de outros países da América do Sul sobre qual era a estratégia em relação à China. A resposta geralmente foi um silêncio constrangedor, conta Shambaugh.

A falta de uma estrutura acadêmica de estudos sobre o maior parceiro comercial do Brasil também impressionou o autor. “É chocante, mas não há um programa de estudos chineses em todo o Brasil”, escreveu.

O despreparo é explorado pelos chineses em sua expansão silenciosa no continente, afirma o autor. A maioria dos diplomatas chineses na região fala português ou espanhol com fluência.

E, apesar de negarem, têm uma estratégia definida, baseada na abertura de mercados e na obtenção de recursos naturais.

O desequilíbrio nas relações deveria ser motivo de preocupação, afirma Shambaugh. Segundo um estudo recente da Universidade Columbia (EUA), o Brasil exporta para a China 7,6% de produtos de alta tecnologia, enquanto importa 41,4% de itens desse tipo.

“Sim, o Brasil deveria ver a China com preocupação exatamente por isso.”, disse ele à Folha, por e-mail.

Outros países da América Latina e da África já começam a ter dificuldades no comércio com a China devido a essa atitude, chamada de neo-colonialista, diz ele.

“Todos esses países precisam acordar para o tipo de desafio que a China impõe, ser mais duros e deixar a ingenuidade de lado”, diz.

Diretor do Programa de Política da China da Universidade George Washington, Shambaugh falará hoje no Instituto Fernando Henrique, em São Paulo.

China é uma potência parcial, diz especialista

FONTE: Folha de São Paulo/MARCELO NINIO DE PEQUIM

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Sistemas de última geração serão usados nas seis sedes da competição e proporcionarão mais eficiência e ampla cobertura em pontos críticos

 

SÃO PAULO, 16 de maio de 2013 – O Exército Brasileiro está adiantado nos preparativos para a Copa das Confederações e anuncia a compra de tecnologia da Motorola Solutions, provedora líder em serviços e soluções de comunicação de missão crítica para governos e empresas, que serão utilizadas na segurança durante os jogos em junho, no Brasil. Os sistemas digitais de radiocomunicação de voz criptografada também serão utilizados na Copa do Mundo de 2014, podendo haver expansão, de acordo com as necessidades do evento.

Com as soluções adquiridas, o Exército poderá exercitar o comando e controle de seus efetivos e cumprir com eficácia as missões pelas quais será responsável na Copa das Confederações. O projeto já está em fase de implementação, e a primeira etapa de testes começou em abril, com previsão de término para o fim de maio de 2013. O sistema fará a cobertura, principalmente, em pontos considerados críticos, como os estádios e arenas, os centros de treinamento das equipes, hotel em que as delegações estarão hospedadas e aeroportos. Em locais mais distantes, sem cobertura da rede, serão utilizadas soluções móveis (repetidoras), que permitem a criação de uma rede para comunicação segura.

Pontos importantes

As soluções serão utilizadas durante a competição nas cidades-sede: Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Rio de Janeiro.
Para Brasília será mantida a tecnologia da Motorola Solutions já utilizada desde 2011.
O contrato contempla a compra de rádios dos modelos APX2000, XTL e XTS.
O sistema digital de radiocomunicação vai permitir que todas as cidades- sede do evento estejam interligadas por uma rede IP.
Cada Estado terá visualização local, mas todo o monitoramento poderá ser feito pelo Exército em Brasília, de onde será possível acessar todas as posições e localizações das tropas, por meio do sistema de GPS dos próprios rádios, interligados às soluções do Exército, associadas às soluções da Motorola Solutions.
“Assim, como a Copa das Confederações é um pré-evento para a Copa do Mundo, será também um momento ímpar para que possamos pôr em prática nossos planejamentos para 2014. Dessa forma, esperamos estar prontos para as demandas de cooperação na área da segurança, contribuindo com os diversos órgãos envolvidos no âmbito federal e estadual, participando deste grande momento do Brasil. É importante ressaltar ainda que todos os equipamentos ficarão como legado, que será extremamente útil para as determinações de nossa presidenta, além dos limites dos grandes eventos”, diz o comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército brasileiro, general Santos Guerra.

“Estamos sempre em busca de excelência em todas as soluções de segurança que oferecemos para o mercado. Ficamos muito honrados por fazer parte de um momento tão importante para o País e poder contribuir para que o mundo veja o Brasil como referência em segurança”, afirma Paulo Cunha, presidente da Motorola Solutions Brasil.

Sobre a Motorola Solutions

A Motorola Solutions é provedora líder mundial em soluções e serviços de comunicação de missão crítica para governos e empresas. Com suas inovações e tecnologia de comunicação, ajuda seus clientes a fazer o seu melhor, nos momentos que realmente importam. A Motorola Solutions opera na Bolsa de Valores de Nova York como “MSI”. Para mais informações, acesse: www.motorolasolutions.com. Para obter notícias atualizadas, visite nosso Media Center ou assine nosso news feed.

DIVULGAÇÃO: RP1 Comunicação

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T-90S

Representantes da Uralvagonzavod comunicaram hoje que a companhia russa está preparada para oferecer ao Peru os exemplares mais completos do blindado T-90S, atualmente em exibição na SITDEF PERU-2013. A feira de defesa teve início ontem, em Lima, e vai até o próximo dia 19.

Em declaração à RIA Novosti, um dos representantes da empresa e oficial-general reformado das Forças Armadas russas, Alexei Maslov, afirmou que desde o ano passado os militares peruanos estavam interessados no blindado “Diante do interesse genuíno por parte do Peru em adquirir blindados T-90S, a Uralvagonzavod está disposta a deixar esse exemplar no país para testes, após o fim da exibição”. Maslov afirmou ainda que a Rússia tem boas chances de vender blindados ao Peru. Espera-se que o país sul-americano adquira entre 120 e 170 veículos.

O T-90S modificado apresenta motor multi-combustível de 1.130 hp e alcança velocidade de até 45km/h em terreno acidentado e até 60km/h em estrada plana. A torre remodelada é armada com canhão de 125mm, e o blindado conta com novos sistemas de controle de fogo, navegação e comunicações, além de metralhadora 7.62mm controlada remotamente.

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FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)

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CAE – Avaliação da VBTP Guarani

 

Rio de Janeiro – No mês de maio, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx) iniciou a avaliação da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Média sobre Rodas GUARANI, do Lote de Experimentação Doutrinária. No dia 14 de maio, todas as viaturas serão submetidas ao teste de navegação, realizado em uma raia construída nas instalações do CAEx. Além desse, serão realizados outros testes: de rodagem (78.000 km), inspeções e testes de desempenho, tais como frenagem, transposição de rampas, desempenho do sistema de arrefecimento, aceleração, velocidade máxima, entre outros. Após o término dos testes de desempenho, as viaturas serão testadas no 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Rio de Janeiro/RJ), no Centro de Instrução de Blindados (Santa Maria/RS) e no 34º Batalhão de Infantaria Motorizado (Cascavel/PR).

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Fotos: Centro de Avaliações do Exército

 

vinheta-clipping-forte1O Ministério da Defesa é o mais novo concorrente na disputa, com as teles, por espaço na faixa de frequência de 700 MHz, destinada ao serviço de banda larga de alta velocidade (4G) no país.

A intenção da pasta é usar parte desse espaço para implantar um sistema exclusivo de tráfego de voz, dados e imagem para fortalecer os serviços de segurança pública do país, dispensando a contratação de operadoras.

O modelo permitiria, por exemplo, a transmissão, em tempo real, de imagens das áreas monitoradas em capitais ou regiões de fronteira do país, em um ambiente exclusivo de comunicação.

O pedido da Defesa foi protocolado na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e agora será submetido à área técnica e ao conselho diretor da agência.

Se o pedido for acatado, o atual regulamento de uso da faixa precisará ser alterado.

Além de bater de frente com os objetivos das teles, que teriam menos espaço para operar o 4G, a ocupação da faixa com sistemas do Exército e das polícias também desagrada parte do governo.

A Folha apurou que não há disposição do Ministério das Comunicações em alterar o atual planejamento, que divide a faixa de 700 MHz apenas entre as teles.

Como alternativa, o ministério propõe que o serviço da Defesa seja criado só nas áreas de fronteira, onde o interesse das teles é pequeno. Outra alternativa é disponibilizar uma nova frequência para atender Forças Armadas e órgãos de segurança.

O uso de uma nova faixa, porém, tende a encarecer e atrasar o projeto da Defesa, que já desenvolveu um modelo piloto em parceria com a Motorola Solutions.

“É um desafio de engenharia fazer o mesmo sistema operar em outra frequência”, afirmou o diretor de Estratégias da empresa, Bruno Nowak. “O que propusemos já existe e é usado em outros países. Leva tempo desenvolver uma nova tecnologia, em média cinco anos.”

A Defesa pleiteia espaço na faixa de 700 MHz desde o ano passado, quando ainda estava em elaboração na Anatel o relatório de viabilidade técnica e a destinação dos possíveis lotes da faixa.

FONTE: Folha de S. Paulo via Resenha do Exército

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casimiro_previewEstão abertas, até 9 de agosto, as inscrições para a quarta edição do Prêmio Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho, promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf).

A iniciativa visa estimular a produção de estudos e pesquisas voltados ao desenvolvimento científico e tecnológico, bem como para o fortalecimento da indústria nacional de defesa e dos setores aeroespacial, cibernético e nuclear.

Candidatos com formação acadêmica de pós-graduação poderão inscrever trabalhos individuais ou em grupo. As três melhores teses de doutorado serão premiadas com R$ 20 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente. Somente versões definitivas das teses concluídas entre 1º de agosto de 2012 e 09 de agosto de 2013 poderão concorrer. O envio do material deverá ser feito até o último dia de inscrição.

Além disso, o concurso irá premiar, com R$ 5 mil, os autores dos quatro melhores artigos científicos inscritos. Trabalhos inéditos, individuais ou em coautoria serão aceitos, desde que produzidos por candidatos com formação acadêmica de pós-graduação stricto sensu (mestrado, doutorado ou pós-doutorado).

As inscrições deverão ser feitas, obrigatoriamente, por carta registrada ou enviada via Sedex (ou serviço similar) com data de postagem até 09 de agosto de 2013 para o seguinte endereço: Escola de Administração Fazendária (Esaf), IV Prêmio Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho, Diretoria de Educação (Dired), Rodovia DF-001, Km 27,4 – Setor de Habitações Individuais Sul – Bloco B – Sala BM-03 Lago Sul – Brasília (DF). CEP: 71.686-900.

Os trabalhos premiados terão os seus artigos publicados nas revistas acadêmicas “Controle & Automação”, editada pela Sociedade Brasileira de Automática (SBA) e “Revista Brasileira de Políticas Públicas”, produzida pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub).

Todos os concorrentes devem ter diploma ou estar matriculados em instituições de ensino superior reconhecidas pelo Ministério da Educação ou em escolas militares e unidades de pesquisas vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora instituída pela Esaf. O resultado do concurso deverá ser publicado a partir do dia 11 de outubro de 2013, no Diário Oficial da União (DOU), e poderá ser consultado nos sítios eletrônicos da SAE (www.sae.gov.br) e da Esaf (www.esaf.fazenda.gov.br).

Mais informações podem ser obtidas nos endereços eletrônicos da SAE (www.sae.gov.br) e da Esaf (www.esaf.fazenda.gov.br). A SAE disponibilizou também um canal para dúvidas e esclarecimentos a respeito do concurso no seguinte e-mail:premio.saepr@fazenda.gov.br.

FONTE: Ministério da Defesa

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No dia 17 de maio será realizado o encerramento do curso de Capacitação Operacional do Sistema GEPARD, do qual participaram 04 militares da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea.

A última semana do curso foi marcada por provas práticas de direção, numa pista de transposição de obstáculos e direção para blindados, além de exercícios no simulador da torre do carro e de acompanhamento de aeronaves de baixa performance.

Assim, os militares da EsACosAAe estão habilitados para serem empregados nos eventos internacionais que se aproximam e para transmitir os conhecimentos adquiridos naquele país.

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FONTE: EsACosAAe

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Rio de Janeiro (RJ) – Na semana de 06 à 10 de maio de 2013 foi realizado na EsACosAAe o Estágio Setorial do Radar de Vigilância de Baixa Altura Saber M-60.

Na oportunidade, Oficiais e Sargentos das diversas OM de Artilharia Antiaérea, da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira puderam atualizar e homogeneizar conhecimentos e procedimentos técnicos e táticos a serem utilizados pelos militares integrantes das Seções de Artilharia Antiaérea dotadas do Radar Saber M-60 e do COAAe.

A cerimônia de encerramento do Estágio contou com a presença do Cmt do 1º GAAAe e do representante do COTER.

FONTE: EsACosAAe

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APTOPIX Mideast Syria

vinheta-clipping-forte1A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) deve aprovar nesta quarta-feira uma resolução apoiada por países árabes que pede uma transição política na Síria e condena fortemente o regime do presidente Bashar Assad pelo aumento do uso de armas pesadas, informaram diplomatas da ONU.

Mas a resolução não terá o mesmo apoio que o documento anterior, discutido na Assembleia em agosto, que condenava a repressão aos dissidentes, afirmaram as fontes nesta terça-feira, falando em condição de anonimato.

O organismo composto por 193 membros deve votar a resolução na manhã desta quarta-feira. O documento também condena as “graves violações” do governo sírio aos direitos humanos, afirmou o porta-voz da Assembleia, Nikola Jovanovic.

O grupo de países árabes decidiu buscar a provação de uma extensa resolução sobre a Síria na Assembleia Geral, onde não há vetos, para refletir o assombro internacional com o aumento do número de mortos, atualmente em mais de 70 mil, e o fracasso do encerramento do conflito, que já dura mais de dois anos.

Ao contrário das resoluções do Conselho de Segurança, que têm força de lei, as resoluções da Assembleia Geral não podem ser impostas. Mas a aprovação de uma resolução na Assembleia seria um contraponto à paralisia do dividido Conselho de Segurança, onde Rússia e China, aliados da Síria, vetaram três resoluções apoiadas pelo Ocidente com o objetivo de pressionar Assad a interromper a violência.

O embaixador da Rússia na ONU, Vitaly Churkin, enviou cartas pedindo aos membros da ONU que votem contrariamente à resolução. Ele disse que o documento é “unilateral e tendencioso”, além de “contraproducente”, tendo em vista o entendimento alcançado pelo ministro de Relações Exteriores russo Sergey Lavrov e o secretário de Estado norte-americano John Kerry em Moscou, no início deste mês, para convocar uma reunião internacional de acompanhamento sobre a transição política na Síria.

A resolução, patrocinada por países árabes, foi aprovada em agosto por 113 votos a favor e 12 contra, e 31 abstenções.

O documento condena fortemente o uso de armas pesada pela Síria, lamenta o fracasso do Conselho de Segurança em agir, diz que a Síria deve dar o primeiro passo para interromper a violência e destaca que um rápido processo de transição representa a “melhor oportunidade” para resolver a crise de forma pacífica.

Os diplomatas previram que a resolução, que será votada nesta quarta-feira, obterá uma maioria menor, algo entre 100 e 110 votos favoráveis, em razão das preocupações sobre a oposição síria.

Com linguagem semelhante à recomendação de agosto, a o documento destaca que “o rápido progresso de uma transição política representa a melhor oportunidade” para resolver o conflito sírio pacificamente. As informações são da Associated Press.

FONTE: O Estado de S. Paulo

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vinheta-clipping-forte1(Andres Oppenheimer – La Nacion, 14) 1. A prestigiada revista Nature Scientific Reports acaba de publicar um mapa das cidades mais importantes na investigação científica, e os países latino-americanos primam pela ausência: mostra o hemisfério Norte cheio de pontos luminosos e o Sul quase todo escuro. O mapa é especialmente significativo porque não se trata de uma opinião subjetiva dos editores da revista, mas um estudo baseado em mais de 450 mil artigos e citações científicas de mais de 2000 cidades ao redor do mundo publicados em revistas da American Physical Society nos últimos 50 anos.

2. O mapa mostra que, apesar da permanente superioridade tecnológica dos Estados Unidos, o percentual de estudos de física originados no país caiu de 86% do total mundial na década de 1960, para menos de 37% atualmente. Boston, Berkeley e Los Angeles continuam sendo os centros de produção científica mais importantes do mundo na física, mas estão sendo seguidos de perto por Tóquio e Orsay. Nos Estados Unidos, houve uma transferência gradual da produção de conhecimento de algumas cidades da costa leste e oeste para algumas cidades do Centro-Oeste e Sul. Na Europa, já não há um predomínio absoluto da Inglaterra e dos países nórdicos, como nos anos 90, mas houve um aumento gradual de cidades na França, Itália e Espanha.

3. Mas não há nenhuma cidade latino-americana entre as 100 primeiras cidades produtoras de conhecimento científico do mundo, de acordo com a publicação. Uma tabela que aparece junto ao mapa, mostra que 56% das 100 maiores cidades produtoras de artigos científicos no mundo, estão nos EUA, 33% na Europa e 11% na Ásia. Uma possível explicação é que as universidades latino-americanas são muito boas na área de humanas, mas não estão entre as melhores do mundo em ciência.

4. Richard Florida, professor da Universidade de Toronto e guru internacional sobre o tema de cidades inovadoras, me disse que o mapa da Nature Scientific Reports é “verdadeiramente preocupante”. Em sua opinião, o mapa revela que, apesar de tudo o que se escreve sobre a ascensão do mundo emergente e apesar da desconcentração dos centros científicos, o fosso entre países ricos e pobres não está diminuindo muito no campo científico. Uma má notícia, diz ele, porque estamos em uma economia global baseada no conhecimento, em que a ciência e engenharia cada vez mais determinam a riqueza das nações.

5. Mas o mapa das cidades líderes em ciências deveria servir como um lembrete do desafio que nossos países enfrentam para fazer parte da vanguarda científica mundial. Este mapa deve ser colocado à vista de todos, como um antídoto para a complacência e como um chamado para que se invista cada vez mais em pesquisas científicas específicas para cada país.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

 

Falta papel higiênico na Venezuela

vinheta-clipping-forte11. (Agências, 15) “A revolução bolivariana importará 50 milhões de rolos de papel higiênico” anunciou o ministro do Comércio da Venezuela. O ministro sustenta que a oposição estimula uma sobre-demanda para provocar desabastecimento. O país sofre uma crônica deficiência de produtos básicos.

2. (Ex-Blog) Humor da oposição fala que não havia papel higiênico para limpar todas as KHdas do chavismo.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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vinheta-clipping-forte1(El Pais, 15) 1. O presidente da Nigéria declarou (14), o estado de emergência em três províncias do noroeste do país: Borno, Yobe e Adamawa. Enviou mais tropas à zona numa tentativa de deter a crescente violência e insurgência. A seita islamita Boko Haram intensificou nas últimas semanas seus ataques contra as forças de segurança e o Governo nos seus bastiões do noroeste. “Enfrentamos (…) uma insurgência de grupos terroristas que são uma ameaça muito séria a nossa unidade nacional”, declarou o presidente pela TV.

2. “Atacaram edifícios e instalações governamentais. Mataram cidadãos inocentes e funcionários do governo. Queimaram casas e sequestraram mulheres e crianças. Esses atos supõem uma declaração de guerra”, agregou. A decisão do presidente chega em um momento em que Boko Haram se apossou de várias áreas do noroeste da Nigéria, em torno do lago Chad. Os funcionários do Governo nessa região fugiram.

3. Fontes de segurança asseguraram a agencia Reuters que os islamitas controlam ao menos 10 municípios da província de Borno, que é o epicentro da insurgência. Na semana passada, dezenas de combatentes de Boko Haram sitiaram a cidade de Bama onde libertaram 100 presidiários e mataram 55 pessoas em sua maioria policias.

4. Nigéria é o país mais populoso da África (150 milhões de habitantes), o oitavo do mundo e tem a maior população negra do mundo. É o décimo maior produtor de petróleo, similar ao Brasil e superior ao Kuwait, Iraque e Venezuela. Nigéria fica no golfo da Guiné. A capital da província de Borno é Maiduguri.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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vinheta-clipping-forte1O governo venezuelano está adotando um plano de combate à violência que acionou na segunda-feira cerca de 3 mil militares e policiais – principalmente no Estado de Miranda, governado pelo opositor Henrique Capriles – para reforçar a segurança no país. Nesta terça-feira, 14, o presidente Nicolás Maduro também aplicou a primeira etapa do aumento salarial que pretende dar às Forças Armadas.

O deslocamento das forças de segurança foi iniciado nos distritos caraquenhos de Sucre e Baruta que, localizados no Estado sob o governo do líder opositor derrotado nas duas últimas eleições presidenciais, são administrados por prefeitos também pertencentes aos rivais do chavismo.

“Decidimos lutar com toda nossa alma para construir uma pátria segura”, declarou Maduro na segunda-feira em cadeia nacional de rádio e TV, diante de batalhões de militares e policiais, no Forte Tiuna.

Capriles, que não aceita a derrota para Maduro na votação de 14 de abril, afirmou em uma entrevista à Unión Radio que “segurança não é simplesmente pôr as forças policiais ou o Exército nas ruas”.

O governador de Miranda – onde, segundo o governo federal, ocorreram 16% dos 3,4 mil assassinatos registrados no primeiro trimestre do ano – pediu um “plano integral” de segurança, que se concentre também na luta contra a impunidade e na reforma do problemático sistema carcerário venezuelano. O opositor contesta as cifras oficiais de violência em seu Estado, afirmando que 10% dos homicídios na Venezuela ocorrem em Miranda e qualificando os registros do governo federal de “politicagem”.

Favela.

“Exigimos que o Exército suba os morros. Diariamente nos roubam duas ou três motos”, disse nesta terça-feira José Vélez, membro de uma cooperativa de mototaxistas do Petare, uma das regiões mais violentas de Caracas, localizada no Estado de Miranda.

Visivelmente incomodado, Vélez afirmou que, na noite de segunda-feira, foi a primeira vez em muito tempo que viu policiais e militares patrulhando o local.

Assista ao vídeo de Maduro anunciando o aumento salarial às Forças Armadas:

 

FONTE: O Estado de S. Paulo

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vinheta-clipping-forte1O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse hoje que o Brasil deve continuar a contribuir com a estabilização do Haiti, mas não pode perpetuar sua presença no país sob pena de criar uma “zona de conforto que não interessa a ninguém”.

A manifestação do titular da Defesa ocorreu durante reunião nesta manhã, na sede do Ministério, com o representante especial interino da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Haiti, Nigel Fisher.

No encontro, Amorim falou sobre a redução gradual das tropas brasileiras que integram a missão de estabilização do país caribenho. Segundo o ministro, o Brasil já iniciou o processo de retirada de parte do contingente brasileiro, que deverá voltar a ter, em breve, cerca de 1.200 militares, número semelhante ao do período pré-terremoto (janeiro de 2010).

Ressalvando o compromisso do Brasil com a reconstrução da nação caribenha, Amorim afirmou, em resposta ao representante da ONU, que não convém ao Haiti a ideia de perpetuação da permanência de tropas militares na ilha. “Queremos que a situação melhore para que possamos sair”, disse. “E também que nossa permanência lá contribua para melhorar o país”.

Nigel Fisher apresentou ao ministro as linhas gerais do plano da ONU para consolidar a estabilização no Haiti. Segundo ele, o plano é dividido em quatro grandes eixos, entre os quais o fortalecimento da Polícia Nacional e do sistema judicial haitianos, além de ações de estímulo ao diálogo entre as diferentes forças políticas da nação.

Fisher lembrou da importância das eleições legislativas que ocorrerão este ano no Haiti para escolha de parte do Senado, e afirmou que a intenção do governo é ampliar para 15 mil homens o contingente da Polícia Nacional até 2016, melhorando a distribuição das forças de segurança no território do país. Ele disse ainda que a ideia é manter o atual contingente policial da ONU, e reduzir, em cerca de 50% nos próximos três anos, o contingente de tropas militares na ilha, hoje fixado em 6.300 homens.

Falta apoio da comunidade internacional

haiti_nigelO representante da ONU ressaltou, durante o encontro, a contribuição decisiva do Brasil para a estabilização do Haiti. Ele também afirmou que a missão da Organização no país começa a mudar de foco, centrando-se com mais prioridade em aspectos ligados ao desenvolvimento da nação.

Amorim felicitou Fisher pela iniciativa e mostrou concordância com as preocupações de mudança de rumos da missão. Na avaliação do ministro brasileiro, o esforço da ONU deve mesmo concentrar-se em iniciativas que criem condições para o real desenvolvimento socioeconômico dos haitianos.

O ministro da Defesa criticou o que chamou de falta de empenho da comunidade internacional para tornar viáveis projetos estruturantes no país. Ele citou como exemplo o caso da hidrelétrica de Artibonite, projeto desenvolvido pelo Exército que recebeu cerca de US$ 40 milhões do governo brasileiro, e que pode desatar um dos mais complicados nós para o desenvolvimento do país: a falta de energia elétrica.

De acordo com Amorim, apesar do significativo aporte feito pelo Brasil, a hidrelétrica até agora não saiu do papel por falta de apoio de outros países e de organismos internacionais de fomento e redução da pobreza, a exemplo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ou do Banco Mundial.

Amorim e Fisher também conversaram, durante a reunião, sobre a situação política no Haiti, cujas eleições presidenciais estão marcadas para 2015. O ministro fez menção à possibilidade de auxílio do Brasil em áreas como justiça eleitoral, segurança e defesa. Ele lembrou a disposição do governo brasileiro de formar engenheiros militares haitianos com especialização em defesa civil. Mas esse apoio, disse Amorim, requer a demonstração de interesse dos haitianos em obter o conhecimento.

FONTE: Ministério da Defesa

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