O EE-T1 Osório foi um carro de combate pesado (MBT – Main Battle Tank), desenvolvido na década de 80 pela empresa brasileira Engesa, produtora dos famosos EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu, que estão em uso ainda em vários países. Projetado com financiamento próprio para fazer parte de uma concorrência para a Arábia Saudita, em Julho de 1987, um protótipo do Osório com canhão de 120mm competiu com o britânico Challenger, o americano M1 Abrams e o francês AMX-40, derrotando todos os oponentes. Em 1988, no Abu Dhabi, o Osório repetiu a façanha, desta vez derrotando também o MBT italiano C-1 Ariete. Quando os Sauditas estavam prestes a fechar negócio, os EUA entraram em campo, alegando que o Brasil não respeitava acordos internacionais e, principalmente, que negociava com nações consideradas inimigas pelos EUA. A Arábia Saudita acabou não fechando o acordo com a ENGESA e terminou por comprar o M1 Abrams mesmo.
O restante da história quase todo mundo já conhece: a Engesa acabou falindo, porque investiu sozinha no projeto do carro e o Exército Brasileiro não tinha dinheiro para comprá-lo (cada um custava cerca de US$ 1 milhão). Anos depois da falência da empresa, dois dos protótipos do Osório quase viraram sucata, mas hoje estão preservados, aos cuidados do EB.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

70 Responses to “Osório: o MBT brasileiro que bateu o M1 Abrams” Subscribe

  1. André 21 de setembro de 2008 at 14:23 #

    Não teria um modo, naquela época, do governo ter aberto um crédito suplementar ao então ministério do exército para que ele adquirisse uma quantidade razoável desse tanque? Essa história é muito triste, um exemplo emblemático de como o assunto defesa é tratado em nosso país.

  2. Wilson Johann 21 de setembro de 2008 at 14:31 #

    Parabéns Galante pelo lançamento do blog!!

    De início já dá para perceber que será um sicesso, assim como os demais.

    Pois é, se tivessemos visão estratégica e recursos, hoje estaríamos produzindo aqui, e exportanto, o melhor carro de combate do mundo.
    À época, acompanhei a concorrencia, li diversas matérias e assisti vídeos sobre a competição entre os melhores do mundo no deserto saudita. Não só batemos eles todos, mas o fizemos com larga vantagem. Um oficial frances que participou dos testes afirmou, logo depois, que o OSÓRIO era o único carro de combate realmente moderno aquela época, estando 10 anos a frente de qualquer outro modelo até então produzido.
    Mesmo hoje ele se configuraria num temível oponente aos demais. Um orgulho da indústria e tecnologia nacionais.
    É uma pena não termos sabido aproveitar…

    Abraços a todos!!

  3. Helder Pinto 21 de setembro de 2008 at 14:36 #

    O Osório é um orgulho da indústria nacional, sem dúvida, mas não podemos nos esquecer que o M1 Abrams foi derrotado principalmente porque a versão aprovada pelo congresso americano dispunha de um canhão de somente 105 mm. Com a política de defesa norte-americana, o M1 vem sendo continuamente melhorado, sua blindagem, que já era superior a do Osório, ficou ainda mais eficiente. Mesmo assim temos que ter orgulho de nossa indústria, que se fosse levada mais a sério por nossas autoridades, com certeza, teria hoje condições de desenvolver um MBT capaz de derrotar o Abrams. Mas, lembrando o que alguém disse certa vez, na década de 20, um gênio nasce a cada 100 anos, como podemos esperar que um político entenda ao mesmo tempo de saúde, educação, tecnologia, transporte e DEFESA?

  4. DaGuerra 21 de setembro de 2008 at 14:56 #

    Bateu o Abrams e o Challenger, mas em meados do 80´. Infelizmente toda a industria bélica brasileira foi ASSASSINADA pelos mesmos elementos que hoje fingem querer ressucitá-la. Com este crime de lesa-pátria, os armamentos deixaram de evoluir nos últimos 20 anos, ficando extramente defasados. O OSÓRIO foi um exemplo da capacidade do Brasileiro.

  5. tomas 21 de setembro de 2008 at 16:09 #

    É só o Governo ter vontade política e querer, que a pendenga da ENGESA desata. Assim, o OSÓRIO com algumas modificações poderia ser novamente fabricado suprindo o Brasil com um poderoso carro de combate.

  6. Raimundo 21 de setembro de 2008 at 16:39 #

    Realmente, o Sr. Alexandre Galante, é um visionário! Parabéns!
    ——————————————–
    Sr. Helder Pinto,

    não é preciso o governante ser gênio e entender de tudo: é para isso que existem os vários ministros e os inúmeros assessores técnicos (para auxiliá-lo nessa tarefa).
    ——————————————–
    Na 1ª e na última fotos, é um torre GIAT francesa ?

  7. Marine 21 de setembro de 2008 at 17:01 #

    Claro o Osorio hoje nao se compara ao M1-A2 mas tenho muito orgulho do Brasil e principalmente da Engesa de ter fabricado um veiculo de primeira linha ao nivel mundial!

    Parabens!

  8. João-Curitiba 21 de setembro de 2008 at 17:17 #

    Além do Osório, a Engesa nos deu o Cascavel e o Urutu (além da porta traseira, ele tem porta lateral também). Mas não devemos esquecer que ela ainda projetou e fez os protótipos do caça-carro Sucuri, do veículo de reconhecimento sobre rodas (4) Jararaca e do portador de armas Ogum, um blindado leve sobre esteiras, excelente para os FN e outras tropas de pronto emprego e deslocamento rápido.
    Outro tanque que surgiu na época foi o Tamoyo (Bernardini), no mesmo nível do TAM.
    Gostaria que o Blog abordasse todos estes blindados, na medida do possível.
    Em tempo: parabéns por mais este Blog.

  9. NatanBr 21 de setembro de 2008 at 17:49 #

    Senhores, sejamos realistas! Os principais sistemas do Osório, que faziam com que ele fosse o campeão que foi, eram IMPORTADOS (inclua-se sistemas óticos e telemetria, obus, suspensão e motor). Não foi tanto um triunfo da tecnologia nacional quanto da capacidade dos engenheiros de incorporarem tantos sistemas de países diferentes em um todo superbo e funcional. Acho que na verdade, a engesa deveria ter priorisado o Tamoio, este sim, um veículo cujas limitações poderiam ser desenvolvidas e que o Exército Brasileiro teria tido condições de comprar.

    Ficar falando sobre o Osório é como lamentar a Copa de 82…

  10. Marcelo 21 de setembro de 2008 at 18:04 #

    Olá, muito bons os 3 blogs. Só um comentário: creio que a Arabia Saudita comprou MBTs ingleses e não americanos, junto com outros armamentos (misseis terra-ar e aeronaves Tornado IDS e ADV) em um pacote (venda casada!!!) que ficou conhecido como Al Yamamah (que ficou envolto em varias denuncias de corrupção, com a BAe sendo investigada até hoje).

  11. Marcelo 21 de setembro de 2008 at 18:07 #

    NatanBr, o Tamoio era da Bernardini e não da Engesa…

  12. camberiu 21 de setembro de 2008 at 18:12 #

    Orgulho da industria nacional? Como assim? Praticamente tudo do “nosso” Osorio era importado (ou de projeto externo), incluindo-se ai o canhao, a eletronica, transmissao, suspencao, etc…Ate o motor, apesar de ser fabricado no Brasil, era de origem alema.
    Nao havia nada de singular ou excepcional no projeto do Osorio. ele simplismente era cronologicamente mais novo que os outros MBTs da epoca, que eram projetos dos anos 70, enquanto o Osorio era do comeco dos anos 80, e portanto pode tirar proveito da eletronica (toda europeia) que estava disponivel na epoca.

  13. Galante 21 de setembro de 2008 at 18:15 #

    Peraí Camberiu, quer dizer que não teve mérito nenhum da Engesa? É como dizer que a Embraer também não faz nada demais, já que importa a maioria dos componentes dos seus aviões?
    PS.: Lembrei nesses dias de você, com os EUA quase quebrando, e o FED tendo que ajudar as empresas falidas. E a mão invisível do mercado? rs

  14. thiago 21 de setembro de 2008 at 18:27 #

    OSORIO 3

  15. Jorge Lee 21 de setembro de 2008 at 18:31 #

    Parabéns Galante, pelo novo blog.
    Fui um dos que “pediram” o blog.
    O Osório sem dúvida foi um marco para a indústria de defesa, pois mostrou ao mundo que sabemos sim “fazer” um material de defesa de última geração.
    Ressaltei o “fazer”, pois a criação de um produto militar envolve muito mais que apenas a capacidade de produção. Temos o custo humano de elaboração do projeto etc. Não podemos nos esquecer que o osório não passou da fase de protótipo, e nunca teve um suporte mais forte de nosso Ministério do Exército, à época. Não havia justificativa para produção própria.
    Se o projeto fosse a frente, teríamos uma nacionalização das partes-chave do blindado.
    Abs.
    PS: galante e pessoasl, vcs postaram para aqueles que não confiavam no pay-pal e outros para efetivarem suas contribuições. Me encaixo neste grupo.
    vcs poderiam passar via e-mail as instruções para depósito em banco?

  16. Ronaldo de souza gonçalves 21 de setembro de 2008 at 19:02 #

    O Osório foi sem duvida o melhor tanque da epoca e acho se o governo tivesse algumas dezenas salvaria a engesa,e claro como era um projeto novo poderia ter varias variantes osorio 1,2,3 como fazem com outros tanques e avioês,acho que poucos projetos são todos os itens nacionais a não ser o russos.Falar em russos os modelos T,seguem aprimorando a cada modelo. Achei que foi falta de visão o exercito o governo as autoridades não agirem rapido e deixar a coisa morrer ,so para relatar o que está acontecendo com os foguetes astros eu acho que fabricantes de armas no Brasil são verdadeiros Herois e estão a merce da Sorte Pois o governo deveria olhar com mais visão pois se querem transferencia de tecnologia tem que haver emprezas para absorver isto.

  17. julio 21 de setembro de 2008 at 19:12 #

    Caro João-Curitiba é verdade o Tamoyo havia sido projetado e construido dentro das especificações do exercito brasileiro, dizem que apesar de ser mais simples que o Osório, era um excelente carro e que se adequava perfeitamente as nossas necessidades, nem assim o Governo realizou encomendas. Se tivessem incentivado e produzido, hoje não estariamos importando carros de combate da década de 70. Sds

  18. NatanBr 21 de setembro de 2008 at 19:18 #

    SOBRE:

    Marcelo em 21 set, 2008 às 18:07
    NatanBr, o Tamoio era da Bernardini e não da Engesa…

    Marcelo, a Bernardini é uma empresa nacional também, precisa ser apenas engesa pra merecer seu apoio?

  19. NatanBr 21 de setembro de 2008 at 19:28 #

    OK Marcelo, falha minha. Deveria ter colocado que o Tamoio era uma opção (e mais barata) para a realidade das FFAA.

  20. Meirelles 21 de setembro de 2008 at 19:29 #

    Blogs Naval\Aéreo\Terrestre agora completou sobre os temas militares.

    Osório o nosso orgulho, que poderia ter permitido ao Brasil a indenpendência no fabrico de tanques pesados,o que hoje não tem.O melhor MTB que poderíamos ter,ou melhor, podemos já que não deve ser tão difícil voltar a produzir ele,uma nova variante a partir do seu protótipo,tipo Osório 2.Disseram que o osório era inferior ao M1 Abrams na blindagem,mas com certeza se houvessem encomendas ele seria constantemente aperfeiçoado,a exemplo da diferença do leopard 1 para o que temos de melhor hoje em MTB: leopard 2A6,talvez hoje teríamos um osório 2 com blindagem reativa.
    Preferia também um osório com componentes estrangeiros(centenas deles, que poderiam ser posteriormente nacionalizados) aos 240 totalmente estrangeiros e de segunda mão leopard 1A5 adquiridos pelo EB.

    Muito bom o blog,Parabéns.
    Sds.

  21. lucaslasota 21 de setembro de 2008 at 20:39 #

    mto boa a materia….por outro lado, nos faz mal saber dessas crueldades…

    se quiserem saber mais sobre

    http://www.defesa.ufjf.br

    site do prof. expedito bastos, especialista em carros de combates brasileiros

  22. Vassily Zaitsev 21 de setembro de 2008 at 20:41 #

    Galante,

    Parabéns por mais esta iniciativa. Ficou show de bola.

    Voçê vai falar sobre todo o tema ( infantaria, artilharia e cavalaria) ou só sobre veículos?

    Com certeza, teremos excelentes e controvérsas opniões, além de acaloradas discussões.

    Como diria o Capitão Nascimento: obrigado, arigatô, gracias, thank-you.

    Espero em breve ver uma matéria sobre o CIGS.

    AMAZÕNIA!!!!!!! SELVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  23. Galante 21 de setembro de 2008 at 20:49 #

    Vassily, vamos falar de TUDO!
    Grande abraço

  24. LUCIANO 21 de setembro de 2008 at 21:01 #

    E POR CAUSA DESSE TIPO DE COISA QUE SINTO VERGONHA DE SER BRASILEIRO.

  25. Mauricio R. 21 de setembro de 2008 at 21:16 #

    “PS.: Lembrei nesses dias de você, com os EUA quase quebrando, e o FED tendo que ajudar as empresas falidas. E a mão invisível do mercado? rs”

    Aí alguem tem os 9 TRILHÕES USD em participações cruzadas do mercado, que o Merryl Linch tem?

    Caso sim, bate lá na porta do FED e empresta!!!

    A “mão invisível” do mercado agradece e remunera em “bonds” do governo americano…

    Isto não é Varig, imagina o estrago no mercado,que um banco desses pode fazer???

  26. Paulo Costa 21 de setembro de 2008 at 21:21 #

    Senhores foristas,a Engesa foi uma grande firma,o que houve
    foi que grande parte do material exportado ia para o Oriente Medio,
    e com a guerra Irã/Iraque,a Engesa não recebeu pelo armamento
    vendido,varias firmas que trabalhavam por la tambem ficaram na
    insolvencia,não foi somente a Engesa.A divida ficou enorme,e
    se acabou.Prefiro não dizer mais nada do assunto e lembrar que
    se hoje a Engesa começasse a funcionar teria um enorme sucesso.
    O empresario dono da Engesa usava um 707 para vender,era
    chamado de “tapete voador”,o Godoy as vezes ia junto.
    Para vender mais ,eles tinham uma area com um toldo com todo
    conforto,tinha comprador de varios continentes,e faziam um show
    como poucos,passavam do lado rugindo dois Osorios a toda,
    faziam demostração de tiro real,o cascavel,urutu,jararaca,ogum,
    lança chamas,foguetes,lança pontes,e tinham a linha civil,com
    caminhões e jipes.Senhores isto era a Engesa….

  27. João-Curitiba 21 de setembro de 2008 at 21:40 #

    Prezado Julio.

    O Tamoyo levava de 10 X 0 do Osório. O Osório 41 t, canhões 105/120/155 mm. O Tamoyo 30 t, canhões 90/105 mm. Sem falar nos sistemas. Mas pelo menos o Tamoyo na versão 90 mm era 100% nacional. Apenas o canhão 105 mm era o L7 inglês. Levou 7 anos sendo desenvolvido. Só para comparar, a Argentina, para fazer o TAM, precisou comprar o projeto da alemã Thyssen Henschell. A propósito, a Bernardini ainda existe?

  28. julio 21 de setembro de 2008 at 22:04 #

    João-Curitiba, que eu saiba a Bernardini acabou falindo…na década de 90. Eu tenho conhecimento que o Osório era superior em sistemas e também em poder de fogo, mas o Tamoyo estava dentro dos padrões do EB e era sucessor do M41. Entendo que o Tamoyo estava mais próximo da nossa realidade do que o Osório que era o sonho dos generais. Queriam o Osório e renegaram o Tamoyo. Ficaram sem nenhum. Sds

  29. Helder Pinto 22 de setembro de 2008 at 10:43 #

    Independentemente de ter os componentes importados ou não, niguém fez algo parecido, e Engesa tem o mérito por isso, sim. E o corpo técnico de nossa indústria tem condições de fazer ainda melhor. A Embraer, para citar um exemplo aeronáutico, também faz o mesmo hoje com aviônica de um fornecedor, turbinas de outro, etc. Aliás, a indústria de defesa francesa e russa, estão entre as poucas que produzem equipamentos com índice de nacionalização próximo de 100%.
    __________________________________________________________________
    Voltando ao assunto anterior, há, sim, o ministro da defesa, técnicos, especialistas militares, etc, porém, depois de toda a análise TÉCNICA, a aprovação de qualquer orçamento fica nas mãos de nossos “GÊNIOS” do congresso.

  30. Wagner_ASW 22 de setembro de 2008 at 10:50 #

    Quem dera, por uma loucura, alguem la do congresso ou mesmo o Ministro da Defesa, liderasse uma frente para abrir uma linha de montagem de carros de combates pesados… rsrsrsrs… quem sabe um “New Osório”… heheehehehe…Carro de combate admirável, pena que o governo na época não deu atenção para ele !!!!!!!!

  31. DaGuerra 22 de setembro de 2008 at 11:42 #

    O F 35 também conta, segundo comentários, com vários ítens produzidos no exteriore, nem por isso deixa de ser apontado como armamento americano. P’ra desqualificar produto brasileiro tem sempre “indivívuos” comprometidos com “objetivos inconfessáveis”, tal qual na época da destruição da indústria bélica. Como sugestão, poderíamos também abordar as forças públicas e agências que estão na linha de frente no combate aos narcoterroristas e outras “organizações” que estão minando nossa nacionalidade,intituições e território.

  32. Thiago Sala 22 de setembro de 2008 at 11:50 #

    Inclusive quando servi no 2ºRCC em Pirassununga-SP, um deles estava lá em perfeitas condições, desfilava junto aos Leopard, lógicamente não praticava exercícios militares, mas era bem bonito mesmo!!!
    Era superior ao Leopard, e olha como é o Brasil depois de vários anos compramos um CC usado e inferior ao que nós mesmos produzimos, isto só no Brasil mesmo!!!
    Tenho algumas fotos se houver interesse me avise.
    Abraços
    Brasil!!!

  33. CorsarioDF 22 de setembro de 2008 at 11:50 #

    Não se pode comparar o Osório com o Tamoio, pois são categorias bem distintas, como disse o Julio, o Tamoio era para substituir o M-41 e o Osório era o carro de combate de 1ª linha no estado da arte, sem dúvida alguma milhões de vezes mais capaz. Mas o Tamoio também tem seus méritos, não há dúvidas. Os dois com certeza seriam muito, mas muito melhores do que M-60 e Leopard 1 dos museus americanos e alemães. Foram excelentes tanques na década de 70, mas hoje só serve para dar problema. Acho quase impossível a retomada do projeto Osório, mas sem dúvida alguma seria uma grande GUINADA na defesa do Brasil, pois teríamos um excelente carro de combate, mesmo não sendo o melhor hoje em dia, mas IMPONDO respeito a seus adversários, muito mais que as peças de museu atualmente. Sds.

  34. Fábio Max 22 de setembro de 2008 at 12:43 #

    Dizem que o projeto não seguiu porque a Arábia Saudita cancelou a compra… mas o Brasil não comprou nenhum também, o que demonstra que, se sobra técnica e técnicos no país, faltam políticos com visão…

  35. Cristovan 22 de setembro de 2008 at 12:45 #

    Deveras lamentavel a falta d visão d nosso lado e, a falta d etica do outro lado. Pois sem apoio do governo e das forças armadas, perdemos muito em desenvolvimento tecnologico. Todos nós temos nossa cota de responsabilidade. Temos a capacidade mas, não temos o devido apoio.
    Do outro lado, quanto mais “civilizado” (paises desenvolvidos), menos respeito tem com os demais (paises em desenvolvimento).
    Nosso governo de nada adianta, pois, não faz nada para diminuir (quando o correto é acabar) com a corrupção.
    Com isso muito de nossos esforços vão para o ralo. Com o q pagamos, teriamos um Brasil melhor, não apenas nas FAs como tbm na Sociedade.
    Que não fosse a maior ou uma das maiores FAs, mas, uma bem equipada tanto em material como em pessoal.
    Com cultura e respeito ao próximo.
    Espero q nosso Brasil se cure.
    Salve nosso grande EE-T1 Osório.

  36. Igor 22 de setembro de 2008 at 13:40 #

    Osório seria uma problema logisticamente falando, mobilidade comprometida

  37. konner 22 de setembro de 2008 at 15:47 #

    As forças armadas do Brasil, como um todo, foram vitimadas pelo descaso governamental por muitas décadas.

    A década de 80, especificamente, tínhamos uma das mais férteis industria bélica do mundo, onde exportávamos diversos veículos blindados sobre rodas, foguetes, bombas e armas leves.

    Nessa época uma empresa chamada ‘Engesa’ tinha uma posição de destaque no ‘cenário internacional’ devido a seus produtos de ‘qualidade’ e de ‘preço’ extremamente competitivo.

    Os engenheiros da Engesa colocaram as mãos à obra e projetaram e construiram o que naquela época foi considerado o mais poderoso carro de combate do mundo, o EE-T1 Osório.

    O primeiro protótipo:

    – PT-1 – estava armado com um canhão inglês L-7 de 105 mm muito comum naquela época, para se ter melhores chances no mercado internacional.

    – PT-2 – o segundo protótipo, foi armado com um potente canhão francês da marca GIAT de 120 mm e alma lisa.

    Essa versão foi apresentada para os potenciais clientes, entre eles a Arábia Saudita, onde o Osório concorreu, e superou o norte americano M-1 Abrams, porém não foi encomendado por pressão política de Washington, mas isso é passado; ou não !? — em fim.

    Para proteção, o Osório estava equipado com, dentre outras coisas, uma blindagem desenvolvida pela Engesa que era formada por um composto de aço, cerâmica, alumínio e fibra de carbono.

    Esse material, somado aos ângulos do desenho do Osório lhe garantiram uma plena capacidade contra projéteis do tipo HEAT (alto explosivo), além de um reduzido peso que chegou a 42 toneladas na versão mais pesada (Um tanque M-1Abrams pesa 70 toneladas aproximadamente, se não me engano).

    É certo que o tempo do Osório passou, e caso fosse decidido reabrir uma linha de montagem deste tanque, ele deveria, antes passar por algumas pequenas atualizações pois dos anos 80 para os dias de hoje muita coisa mudou.

    Obs.: Parabéns aos amigos do blog, por propor estas discussões no âmbito das Três Armas.

  38. julio 22 de setembro de 2008 at 16:24 #

    CorsarioDF, como vc acho totalmente inviável retomar o projeto do Osório, apesar de acreditar que temos engenheiros capacitados a desenvolver um excelente projeto. Sds

  39. julio 22 de setembro de 2008 at 16:55 #

    Mauro, sds, se me lembro bem o Osório foi desenvolvido pela Engesa para participar da concorrencia na Arabia Saudita. O projeto era muito bom, tanto que na parte técnica venceu a concorrencia. O grande erro da engesa foi tentar se aventurar num produto que ela não tinha projeção. Deveria ter ficado somente nos carros sobre rodas e dado presseguimento ao desenvolvimento do Sucuri e outros projetos. A Bernardini já estava desenvolvendo o projeto do Tamoyo e era para o EB, por este motivo também acho pouco provável que o EB viesse a encomendar o Osório, além do preço.

  40. RL 22 de setembro de 2008 at 18:30 #

    Bom. Épocas são épocas.
    Já passou, já foi. Agora não adianta se lamentar.

    Se o Osório tinha peças importadas ou não, atualmente isso pouco importa. Porque diferentemente daquela época, hoje temos um pátio tecnológico que nos permita desenvolver softwares capazes de compor a tecnologia desse carro.
    Acredito que seria muito conveniente partimos sim para o desenvolvimento dele com caracteristicas mais atuais, pois temos total capacidade.
    O que impede, mais uma vez é a iniciativa política.

    Empresas capacitadas nós temos, pessoal altamente competente também, mãos hábeis em utiliza-los idem. Então, o que falta são cabeças pensantes para fazer justiça a tudo isso.

    Concordo com o amigo Meirelles.
    Antes os nossos construidos aqui, do que comprarmos uma porrada de tanques fabricados lá fora.

    Abs.

  41. Walderson 22 de setembro de 2008 at 18:30 #

    Parabéns, Konner. Como sempre a enciclopédia.
    Um abraço, amigo.
    Um abraço a todos.

    Sr. Luciano,
    com todo e respeito que o Sr. merece, se tem tanta vergonha de ser brasileiro, vá para o exterior. Lá é que é bom. Olha, na boa, camarada, não tenho nada contra o Sr., mas penso sinceramente que não é o lugar para expressar sua vergonha de ser brasileiro. Aqui, somos um bando de entusiastas de um assunto que demanda, no mínimo, uma boa dose de nacionalismo e patriotismo. Então, peço apenas um pouco de respeito, inclusive com o trabalho dos amigos que garimpam notícias que nos interessam.
    Obrigado. Um abraço pra vc tb.

  42. Fábio Max 22 de setembro de 2008 at 18:30 #

    Que eu lembre, há apenas 2 exemplares do Osório, estocados pelo Exército Brasileiro. Eles fizeram parte da massa falida da Engesa e acabaram com o governo.

    Alguém daqui tem como checar isso?

  43. Igor 22 de setembro de 2008 at 19:31 #

  44. DaGuerra 22 de setembro de 2008 at 19:43 #

    Como teria a mobilidade comprometida? Hoje temos CC velhos mais pesados e de dimensões maiores que o OSÒRIO.Os tuneis ficaram mais largos, as pontes foram reforçadas? O erro foi ter uma industria voltada apenas para exportação para acumular divisas, a mesma lorota que estamos ouvindo falar hoje novamente.

  45. konner 22 de setembro de 2008 at 19:54 #

    ["Walderson em 22 set, 2008 às 18:30"]

    BRAVO !! BRAVO !!!! BRAVO !!!!!!

  46. Igor 22 de setembro de 2008 at 20:01 #

    http://br.youtube.com/watch?v=hFUuQy1yBD0&NR=1

  47. Galante 22 de setembro de 2008 at 21:23 #

    Igor, muito obrigado pela indicação do vídeo! Sensacional!!! Vou colocar no ar agora junto ao post do Osório.

  48. AJS 22 de setembro de 2008 at 21:35 #

    Não lembro em que número da Tecnologia & Defesa, o presidente da Engesa, esclareceu alguns pontos no tocante ao Osório:
    1- Não se destinava ao mercado interno;
    2- Era a concretização de um antigo sonho ainda da época de sua juventude;
    3- A exportação à Arábia Saudita, dependia de financiamento a ser concedido pelo governo americano, o qual por ação do congresso americano, não pode financiar o veículo, num momento em que o desemprego campeava por lá.
    E muitas outras considerações.

  49. Sidney 23 de setembro de 2008 at 13:48 #

    Parece que um Osório esta na unidade do exército em Pirassununga/SP, Quando tem “Portões Abertos” na AFA de Pirassununga, ele sempre esta em exposição, pelo menos quando fui 2 vezes.

  50. marujo 23 de setembro de 2008 at 16:25 #

    A retomada do projeto Osório é muito improvável, pois não está entre as prioridades do Exército, que privilegia a artilharia AA, Urutu III, equipamentos de comunicação e outros. Li em algum lugar que a guerra de movimento, em que os tanques têm um papel fundamental, só pode ser travada na região sul do Brasil. Talvez isso é que tenha determinado a opção pelos antigos Leopard 1A5 alemães, já que o teatro de operações desse tipo veículo é limitado em nosso país.

  51. Beto 23 de setembro de 2008 at 18:01 #

    Alquem poderia informar qdo chegar os 240 Leopard 1A5 alemães ??

  52. Baschera 23 de setembro de 2008 at 21:59 #

    Galante,
    De uma olhadinha neste vídeo. Acho que daria uma boa matéria acerca de MBT’s.
    Japan New MBT Type 10 Prototype (TK-X), 44Ton com suspenção ativa !!

    Fotos:
    http://english.pravda.ru/img/idb/photo/ap080212030326.jpg
    http://english.pravda.ru/img/idb/photo/ap080212030334.jpg
    http://english.pravda.ru/img/idb/photo/ap0802130898.jpg

    Amigos,
    O Osório era um Opala Comodoro 1982, mas já estamos em 2008 e como os automóveis, estes progrediram….. vejam o vídeo acima !
    Sds.

  53. Meirelles 24 de setembro de 2008 at 1:16 #

    Beto,
    Pelo que sei chegarão em 2009 dois primeiros esquadrões de carros de combate leopard 1A5: 26 carros e todos os 20 veículo de apoio(07 leopard de socorro,4 lança-pontes,4 de engenharia e 5 leopard escola de motorista) de um total de 250 dos quais 220 serão operacionais e 30 utilizados para aproveitemento de peças.Esses tanques irão substituir os leopard 1A1 e os M-60 A3 respectivamente e serão incorporados ao recém criado 3°R.C.C no novo quartel de Ponta Grossa,PR.Essa versão 1A5 é a mais moderna da família leopard 1 podendo inclusive disparar munição do tipo APFSDS capaz de penetrar praticamente todos tipos de blindagem atualmente em uso.
    Minha opinião pessoal é que pode até ser um bom tanque pro Brasil mas,pô,a maioria dos equipamentos militares que compramos são usados,será que ao invés de 250 leopard 1A5,não poderia ser uns 150 Leopards 2A6 zero bala?
    Espero ter ajudado.
    Sds.

  54. Igor 24 de setembro de 2008 at 2:30 #

    Eu que tinha achado que fosse o 2a6, acho que foi em algum sonho … =/

  55. paulo 24 de setembro de 2008 at 12:11 #

    Assim como produzimos um Osório um Astros II no passado, sistemas de excelência à sua época, também podemos fazê-lo ainda hoje.
    Não interessa se o Osório era ou não melhor que o M1 A1, o que interessa é que competia com o que havia de mais “forte” na época. O Astros então! Mesmo pouco tempo atrás, na Invasão do Iraque, e antes na “Tempestade no Deserto”, a preocupação americana antes de entrar em território inimigo sempre foi neutralizar as baterias Astros ante seu efetivo poder de destruição.
    Basta vontade e encomenda governamental.
    Garanto que em um pa de anos teríamos tanto um tanque médio (ex. tamoio), quanto um MBT feito aqui…e quiçá um astros III já com o projeto do Matador concretizado e alcance de +300km.

  56. Nelson Lima 2 de outubro de 2008 at 1:26 #

    Outros países também já sofreram desventuras tecnológicas como a do Osório. Foi o caso do Canadá com seu caça Avro.Seria importante que o Brasil retomasse o projeto de MBT nacional em breve

  57. Cuban Pete 30 de outubro de 2008 at 19:56 #

    Pero Osorio es caca brasileira. No jogo bonito en Osorio. Abrams moito fuerte. Brasil no MBT.

  58. robson 8 de novembro de 2008 at 18:01 #

    É eminentemente imprescinsível que se volte a fabricar essa maravilhosa máquina de guerra, pois depois que os inimigos entrarem, já era.
    Esses N. Americanos , safados, nos fizeram perder esse excelente MBT, claro, com a conivência de alguns políticos brasileiros que insistem em dizer que não somos da guerra e sim da paz, só que eles se esquecem que esses países têm tentado nos dominar de qualquer jeito a tempos e esse foi mais um tiro deles em nós.
    Hj ficamos vendo Córéia do Sul, Turquia , China e India construindo seus próprios MBT e tds ficam pensando no passado. Temos o ferramental, temos maquinários, só falta vontade política.
    Botemos a cobra pra fumar!!!!

  59. sandro 29 de novembro de 2008 at 22:02 #

    olá queria só dar uma pequena opinião sobre os nossos CC projetados durante a decáda de 80,já observei que muitos colocão em duvida a questão da tecnologia que o osório utilizou ou deixou de ser utilizado,poh os engenheiros da engesa fizeram sim o certo pois não se bitolarão a somente olhar pra uma idéia mas sim em colocar o que existia de melhor em um unico carro, isso podemos dizer que é esperteza,mas que graça a um bando de corruptos ,não brasileiro,foi deixado de lado,hoje em dia eu como muitos outros têm que amargar o despreso de trabalhar em carros adquiridos já usados sabendo que NÓS brasileiro tivemos a capacidade de produzir uma das melhores maquinas de guerra desse mundo.

  60. JACUBÃO 21 de dezembro de 2008 at 17:44 #

    ACHO QUE A BRASIL DEVERIA RESSUSCITAR ESSE PODEROSO MBT.O PAÍS POSSUI ENGENHEIROS ALTAMENTE QUALIFICADOS PARA APROVEITAR O PROJETO ANTIGO QUE JÁ ESTÁ PRONTO, FAZER ATUALIZAÇÕES DIVERSAS NA SUSPENSÃO, MOTOR, BLINDAGEM E PRINCIPALMENTE EM TÔDA A ELETRÔNICA EMBARCADA NO CARRO. O VEÍCULO DEVERIA SER DESENVOLVIDO PARA O EB, E APARTIR DAÍ DESENVOLVER UMA VERSÃO DE EXPORTAÇÃO, JUSTAMENTE PARA QUE O EMPRÊSA FABRICANTE, NÃO FIQUE DEPENDENDO DO MERCADO EXTERNO, COMO ACONTECEU NO PASSADO.

  61. PEDRO AGOSTINHO 2 de janeiro de 2009 at 23:46 #

    Camaradas, quando lembro-me desse jogo sujo do governo americano, naquela jogada do carro de combate Osório, me da nos nervos!. O melhor carro de combate já produzido nos últimos anos, com orgulho brasileiro, e deu no que deu!. Por que o governo brasileiro não reativa o projeto Ozório novamente, acho que agora é a hora. Vamos torcer, e se alguém tiver alguma novidade, por favor me mande um e-mail. Valeu

  62. sukhoi 7 de janeiro de 2009 at 15:12 #

    bem pessoal, quanto aos comentários de que a tecnologia era importada, acho perfeitamente válido isso, desde que houvesse transferência dessas tecnologias, para nós brasileiros, assim poderíamos dominá-las e na geração seguinte de mbt ozório, poderíamos sim dizer que seria 100% nacional, tudo em tecnologia funciona assim, não é necessário reinventar a roda, mas como sempre fomos lesados pelos ianques, assim como a venda de super tucano para a venezuela
    fui….

  63. alguem 24 de janeiro de 2009 at 19:56 #

    eu acho que o brasil deveria investir pesado no poderoso carro de combate osorio e comprar todos os equipamentos necessario para as tres forças como exemplo substituir o Fz 7,62 pelo Fz 5,56 oss cansados m41 e m60 os urutus dos tempos das cvernas os navis porta aião que ja estao quase nufragando com suas idades avansadas e o tucano pelo f 16

  64. Lucio 8 de julho de 2009 at 23:44 #

    Realmente o Brasil perdeu um chance de ter um MBT de alta qualidade e ainda por cima nacional, porém hj nem o M1A2 eh problema, o problema são os Leopard 2A6, os melhores do mundo, dificilmente o nosso tanque bateria essa obra de arte, mas poderia sim desbancar o M1A2 e demais MBT e elevar a morau do nosso exercito. Mas como ja foi dito, agora o Osorio eh passado, esta na hora de um MBT novo.

  65. 666 18 de setembro de 2009 at 19:50 #

    na minha opinião acho que o tanque osorio deveria entrar em produçao ,tanto para venda como para o reaparelhamento das forças armadas brasileiras !!!
    Esse é o tanque ideal para proteçao da nossa naçao , é uma vergonha que o Brasil nao tenha investido nele !!!
    venhamos a concordar , 1 milhao por um tanque desse é trocado para o Brasil!!!
    enquanto o Brasil sucateia seus tamques antigos ,tendo a tecnologia nas mãos e nao faz nd!!!!! ;)

  66. Menatti 26 de janeiro de 2010 at 15:14 #

    Olá irmãos brasileiros, creio que o problema do Brasil seja “prioridade”, com o que gastamos para manter uma força de paz no Haiti por exemplo teriamos o capital para comprar a vista uma quantidade expressiva de carros de combate ou mesmo iniciarmos a implantação de uma industria própria, mas infelismente as prioridades e os revanchismos politicos só contribuem para o atrazo e conclusão de todos os projetos bons para o país,militares ou civis.
    De que adianta “ajudarmos” o Haiti se não temos comida nos nossos quartéis? ACORDA JOBIM…….

  67. Pires 26 de abril de 2010 at 14:32 #

    A Engesa foi uma p___empresa. Ela foi capaz de derrotar os EUA, a Italia, a França entre outros, com um dos maiores projetos de nossa nação. Em fim, Só não fomos capaz de ganhar, por causa de uma sacanagem, ou melhor, de uma filha da _________que se chama POLÍTICA, por que se não fosse isso pode te certeza que o Brasil seria um país de grande porte industrial.

  68. Joathan 20 de setembro de 2010 at 21:48 #

    Se não bastasse os gringos que deboxam de nós e sub-estimam nossos produtos, ainda existem brasileiros que fazem a mesma coisa. Essa história de desqualificar o Osório porque ele possui componentes estrangeiros é conversa pra boi dormir. Os engenheiros da Engesa foram mais do que inteligentes em embarcar num mesmo tanque o melhor de cada coisa, pois, assim, eles fizeram um bom tanque, mas muito mais barato que os concorrentes. Só para os que criticam coisas que não entendem, o M1 Abrams possui muito componentes vitais de fora dos EUA, como o canhão M256 que é fabricado pela alemã GmbH.

  69. Marcio 30 de setembro de 2010 at 18:17 #

    Os estados unidos sempre ferram o brasil, o brasil tem que acordar não podemos tolerar isto e deixar que eles mandem aqui eles não são mais a potência que eram antes, estão abalados financeiramente com uma divida que já superou os thilhões de dollares e o Barack Obama não sabe mais o que fazer para aquecer a economia norte americana. Paises como irã coréia do norte china e outros países não temem mais os Estado unidos. Pois tem uma arma que nós não temos a bomba atômica. Nós temos que ter está arma nuclear de qualquer custo. O Brasil tinha o míssil e o projeto todo feito ai e vem quem adivinhem Os Estados Unidos e mandam pararem tudo e dizem que o brasil não pode ter armas nucleares, Se o brasil não pode ter por que países como Paquistão, Índia e Coréia do norte podem ter. O Brasil tem tudo para ser um país forte e virar uma potência mundial, Pois já somos o pais mais rico em reserva de petróleo no pré sal do mundo, Temos a maior reserva de agua mineral estocada no sub-solo do mundo. Temos a maior jazida de minério de ferro e de aço do mundo. Temos a maior floresta tropical do mundo rica em plantas medicinais com poder de cura para varias doenças. A gente vive num pais abençoado por Deus e por natureza. Por isto os gringos tem inveja do Brasil, acorda o Brasil tem que caminhar com suas próprias pernas, O Brasil tem que fabricar e produzir seu próprio arsenal militar, a engesa tem ser ressuscitada e voltar a ser a empresa que era antes e produzir obras primas como o colosso mbt osório. Nós chegar seja que Deus quiser.

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  1. “O Brasil é um gigante pacífico” - 15 de dezembro de 2008

    [...] para satisfazer as necessidades do Exército Brasileiro e que também pudesse ser exportado. Foi o EE-T1, batizado sob o nome de Osório, um tanque de guerra projetado para ser o principal carro de [...]

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