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O desfecho do seqüestro que aconteceu em Santo André foi um desastre. A morte da adolescente Eloá  mostra mais uma vez que muita coisa ainda precisa ser melhorada na doutrina de emprego das nossas tropas de elite.
A Polícia do Rio de Janeiro cometeu erro semelhante na tragédia do Ônibus 174. Naquele episódio, um atirador de elite acertou a vítima ao errar o alvo. No caso da menina Eloá, a Polícia foi surpreendida por uma porta travada. O GATE teve uma semana para intervir, mas por diversos fatores, errou no momento decisivo. Mas as tropas de elite são treinadas justamente para não falharem nesses momentos!
O argumento de que a vida do seqüestrador não poderia ser colocada em risco porque se tratava de “um jovem de 22 anos, com desilusão amorosa” é absurdo, pois a vida de duas pessoas estava sob ameaça e uma acabou sendo morta.

*O Grupo de Ações Táticas Especiais, conhecido como GATE, é uma unidade de operações policiais especiais, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, no Brasil.
Criada em 1988, o GATE da Polícia Militar de São Paulo, está subordinado ao 3º Batalhão de Polícia de Choque. O seu surgimento deu-se através de ex-integrantes da ROTA.
O GATE é um dos mais modernos grupos de Táticas Especiais do país, focando a sua atuação em situações de alto risco, como resgate de reféns e desarmamento de bombas.
Atualmente possui cerca de 60 policiais divididos em 3 equipes táticas de serviço, mais os quadros de apoio. Estão equipados com submetraladoras HK MP5A3, HK MP5SD6, fuzis Colt M-16, M-4, Sniper FN-Belga 7.62, Calibre 12 CBC além de Coletes Táticos da BlackHawk. Dispõe ainda de um robô para desmantelar artefatos explosivos.

 

Ministro, em visita à Operação Fronteira Sul II, também falou da revitalização dos blindados Urutu e Cascavel do Paraguai e das questões diplomáticas com o país vizinho

Foz do Iguaçu (PR) 17/10/2008 – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nessa sexta-feira que o Brasil trabalhará para desenvolver e produzir Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) para, principalmente, fiscalizar suas fronteiras.

“O monitoramento das fronteiras necessariamente terá de ser feitos por VANTs”, afirmou Jobim, no primeiro dia de sua visita à Operação Fronteira Sul II, que envolve dez mil homens das Forças Armadas, além de agentes da Polícia Federal, das polícias estaduais e de fiscais da Secretaria da Receita Federal, em ação para combater os crimes transfronteiriços e ambientais.

“Isso tem um efeito dissuasório muito forte” avaliou o ministro, ao ressaltar a necessidade de integrar cada vez mais as forças e os demais órgãos fiscalizadores. Diante de questionamentos de jornalistas sobre a possibilidade de o Exército se tornar permanente nesse tipo de operação, ele esclareceu que não possível manter dez mil homens mobilizados na atividade. Argumentou que a tarefa policial é atribuição principalmente da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal, embora o Exército tenha poder de polícia na faixa de fronteira.

“Essa é função da PF e da Receita, mas já deixamos claro que, no momento em que eles organizarem qualquer tipo de ação, estaremos disponíveis para fazermos assessoria e o apoio com tropas, que poderão se deslocar para cá rapidamente”, observou.

Jobim afastou qualquer relação entre a Operação, que está sendo coordenada pelo Comandante Militar do Sul, General-de-Exército José Elito Carvalho Siqueira, e fatos recentes ocorridos na fronteira do Paraguai, como a ameaça de invasão de terras de brasileiros instalados naquele país, os chamados brasiguaios.

Segundo o ministro, essa é questão meramente diplomática. Para ele, a expectativa do Brasil é de que as autoridades paraguaias adotem as providências em relação ao problema. “Os brasileiros que estão no Paraguai estão sujeitos à legislação paraguaia e o Brasil não tem capacidade de intervir nisso. Claro que, evidentemente, pode haver intermediação diplomática ou conversas diplomáticas, ações de natureza diplomática, de colaboração, agora não existe nenhuma função das Forças Armadas para isso”, disse Jobim. O ministro rechaçou também qualquer interpretação de que a operação poderia ser operação de força para com o país vizinho. O ministro informou que essa operação já foi feita anteriormente, e as autoridades paraguaias foram informadas da programação com antecedência.

“Não há absolutamente nada disso, tanto que o Brasil está fazendo reformas em blindados paraguaios – Urutus e Cascavéis – no Batalhão de Logística de Dourados, a custo zero para o Paraguai, o que mostra integração que temos”, disse o ministro. No dia de hoje, o ministro, acompanhado do comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, e da comitiva, acompanhou o trabalho dos fiscais e militares em Postos de Repressão a Ilícitos de Fronteira (Parifron), em Guaíra, Paraná, e assistiu aos exercícios de tiro com munição real efetuados por patrulha fluvial e por um helicópetero do Exército. No início da noite, a comitiva embarcou para Uruguaiana, onde acompanhará a operação nesse sábado.

Fonte: Ministério da Defesa

Fotos de cima e do meio: site da Operação Fronteira Sul II

Foto de baixo: um dos VANTs sendo desenvolvidos no Brasil é o FS-01 Watchdog da Flight Solutions, desde 2007 realizando integração final e ensaios de vôo. Fotomontagem a partir de cenas de vídeo encontrado no site da empresa.

 

Russos lançam operação na Inguchétia

As Forças Armadas da Rússia lançaram ontem uma operação contra rebeldes na Inguchétia, uma república russa vizinha à Tchetchênia, após um ataque contra um comboio militar russo ter matado 40 soldados, segundo as autoridades locais. Se confirmado, esse terá sido o maior ataque mortal recente a forças russas nessa região. Agências de notícia estatais russas dizem, porém, que houve só dois mortos. O ataque ocorreu perto do vilarejo de Muzhichi e teve a participação, segundo a agência Ria Novosti, de 20 rebeldes

 

A vigilância da fronteira do Brasil com o Uruguai, a Argentina e o Paraguai está reforçada. Até o dia 24, as Forças Armadas realizam na área a Operação Fronteira Sul II, treinamento militar que coíbe crimes fronteiriços e ambientais reais.

Ontem, 10 mil militares começaram a se deslocar para as áreas de fronteira da Região Sul. A meta é marcar presença em 2,5 mil quilômetros na linha divisória entre o Chuí (RS) e Guaíra (PR). As tropas procedem dos três Estados do Sul mais Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.

Além do Exército, que comanda a operação, participam Marinha, Força Aérea Brasileira, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Polícia Civil e órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Receita Federal e Agência Brasileira de Inteligência.

A primeira edição da operação, realizada nos mesmos moldes da atual entre maio e junho, teria reduzido a circulação de sacoleiros brasileiros em cidades paraguaias. A área da operação compreende quase 20% da fronteira terrestre brasileira.

De acordo com o comandante Militar do Sul, general-de-exército José Elito Carvalho Siqueira, as ações serão de patrulhamento, fiscalização de produtos e treinamento de uso de armas. De forma paralela à operação, serão realizadas ações junto às comunidades, como atendimentos de saúde, emissão de documentos, recreação com crianças e trabalhos de engenharia como recuperação de estradas, pontes e cisternas.

Os países vizinhos foram informados sobre a movimentação das Forças Armadas brasileiras.

De sexta-feira a domingo, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante do Exército, general-de-exército Enzo Martins Peri, devem acompanhar as atividades nos três Estados.

Fonte: Zero Hora

 

Ontem, 16 de outubro, o DoD, Departamento de Defesa dos EUA notificou o Congresso e a contratada, Bell Helicopter, que não irá certificar o Programa do novo Helicóptero de Reconhecimento Armado (ARH) do Exército dos EUA. Como resultado, o Escritório Executivo de Aquisições do Exército (Aviação), que controla todo o programa, dará o contrato como encerrado por conveniência do governo.

O contrato do ARH projetava um custo de desenvolvimento de US$ 359 milhões e um custo médio unitário de US$ 8,56 milhões, mas as estimativas do DoD apontam para um custo de US$ 942 milhões e US$ 14,48 milhões, respectivamente, com as entregas sofrendo um atraso de 2009 para 2013.

O custo e o cronograma, que foram os principais fatores que determinaram o contrato com a Bell, não são mais válidos. O DoD agora irá procurar um caminho alternativo, o mais rápido possível, para atender à necessidade desse tipo de aeronave para Exército. Esse tipo de aeronave é essencial no apoio à tropa em terra e a perda média de seis aeronaves dos tipos OH-58 e OH-6 por ano, reforça essa urgência. Como medida paliativa serão realizados esforços para manter os Kiowa Warrior em condições de atender as demandas atuais e de um futuro próximo.

Fonte: U.S. Army

 

Olhando só os números, as capacidades ofensivas dos blindados da Venezuela são significativamente maiores que as da Colômbia. Por exemplo, a Venezuela em 2003 tinha um componente blindado que incluía 81 carros de combate de batalha AMX-30 (fotos), 36 tanques leves AMX-13, 80-90 tanques leves britânicos Scorpion, 75 caça-tanques M18 Hellcat e quase 300 transportes de pessoal franceses e brasileiros. O exército venezuelano também é equipado com mais de 100 obuseiros de 105mm e 155 mm auto-propulsados de artilharia, 175 canhões sem recuo de 106mm  e mais de 220 morteiros Brandt, de 120mm e de 81mm.

Mas nem tudo são flores nesses números: um relatório reservado obtido em meados de 2001, informava que os blindados do Exército da Venezuela tinham níveis de prontidão operacional de apenas 49% por cento. De 528 veículos blindados, incluindo os tanques AMX-30 e tanques leves, como o Dragoon 300 e os Scorpion, 336 estavam operacionais e 189 estavam inoperantes.

Fontes do Exército Venezuelano também disseram que o trabalho de revitalização feito nos últimos anos nos tanques AMX-30 pela Van Dam, uma empresa metalúrgica venezuelana sem experiência prévia na modificação de carros de combate, praticamente destruiu a capacidade de combate destes sistemas. A torre de um carro de combate deve girar 360 graus, mas depois da reforma da Van Dam a torre só consegue girar 80 graus para cada lado, ou seja, se os AMX-30 venezuelanos forem flanqueados ou atacados por trás, serão facilmente destruídos.

A Van Dam também mexeu na blindagem dos tanques AMX-30, de forma que os tanques foram totalmente divididos em dois. Como resultado, a armadura destes carros pode agora ser penetrada por munições leves como uma metralhadora .30, de acordo com fontes militares. Isto significa que um soldado de infantaria armado com um foguete granada (RPG) pode penetrar as torres destes tanques e matar os tripulantes dentro “com a facilidade que uma faca quente corta manteiga”, se houver impacto do foguete diretamente sobre a costura de soldagem.

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No dia 12 de outubro, realizou-se um desfile militar na Espanha, em Madrid, no Dia da Hispanidade, que comemora a comunidade de países de língua oficial espanhola e também o dia nacional da Espanha. Foi em 12 de Outubro de 1492 que Cristóvão Colombo, à frente de uma armada espanhola, descobre a ilha de Guanahani (Bahamas), convencido que tinha chegado à Índia. Na verdade, descobrira um novo continente, posteriormente chamado América, em referência ao navegador italiano Américo Vespucio.

 

Na manhã de segunda-feira (13/10), às 11h30, na avenida Coronel Aparício Borges, em Porto Alegre, nas dependências do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), foi realizada a entrega de 10 motos Harley Davidson e quatro viaturas discretas, modelo Ford Focus.
O evento contou com a presença da governadora do Estado, Yeda Crusius, representante do Secretário do Estado da Infra Estrutura e Logística, Paulo Lomando, Comandante–Geral da Brigada Militar, cel Paulo Roberto Mendes Rodrigues, Subcomandante-Geral da Brigada Militar, cel João Carlos Trindade Lopes, Chefe do Estado Maior da Brigada Militar, cel João Batista Gil, Chefe de Polícia do Estado, delegado Pedro Rodrigues, Diretor Geral do Departamento Autônomo de Estadas de Rodagem (DAER), Vicente Paulo Mattos de Brito Pereira, e comandante do CRBM, ten cel Silanus Serenito de Oliveira Mello.
As 10 motos Harley Davidson, destinadas ao Pelotão de Motos, foram adquiridas através dos recursos oriundos do convênio firmado entre o Comando Rodoviário da Brigada Militar e o DAER, mediante um projeto proposto pelo comandante do CRBM em 2007. A aquisição das motos em pregão internacional, possibilitou uma economia para o Estado. Cada moto custou aproximadamente R$ 21 mil, diferentemente da licitação nacional que custaria em torno de R$ 60 mil, cada moto.
As viaturas discretas, foram destinadas à seção de inteligência do Comando Rodoviário que serão empregadas nas rodovias do Estado, visando o combate à criminalidade e as infrações de trânsito previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

Foto: Fernando Gomes/Agência RBS
Fonte: Secretaria da Segurança Pública RS

 
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