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O Exército dos EUA já marcou a data da execução do PVT Ronald A. Gray, no Complexo Correcional Federal em Terre Haute, Indiana.

Em 1988, uma comissão de corte marcial em Fort Bragg, Carolina do Norte, havia condenado,Gray à pena de morte, por votação unânime, pela autoria dos crimes ocorridos em Fayetteville, Carolina do Norte em 1986-1987, incluindo dois homicídios, uma tentativa de homicídio e três estupros.

O PVT Gray será executado por injeção letal, em 10 de dezembro de 2008.

Somente o presidente, como comandante-em-chefe das forças armadas, pode aprovar a execução de uma sentença de morte, nos termos do artigo 71(a), do Código Uniforme da Justiça Militar. Em 28 de julho, o presidente Bush aprovou a pena de morte no caso dos Estados Unidos, versus Ronald A. Gray.

O presidente agiu depois de obedecidos todos os processos de apelação, e confirmou a sentença de morte. Durante a fase de apelações, dois processos foram negados pela Suprema Corte dos EUA.

 

Mais informações sobre o PND

A minuta da Estratégia Nacional de Defesa, que deverá ser apresentada oficialmente em dezembro, propõe uma ampla reorganização das Forças Armadas, a revalorização da carreira militar e a reativação da indústria de defesa, a partir de um regime tributário específico. O documento, obtido pela Folha, não traz cifras sobre compras de equipamentos nem detalhes orçamentários. Mas defende, em termos gerais, a necessidade de aquisição e desenvolvimento próprio de armamentos e meios que ampliem a capacidade de ação militar das Forças Armadas. Até março de 2009, as forças deverão apresentar planos específicos de equipamentos.

Por enquanto, foi feita uma lista genérica com itens, como aviões de ataque, submarinos de propulsão nuclear, mísseis, veículos aéreos não-tripulados, radares e equipamento individual interativo de última geração. Sonhos de consumo de qualquer militar, mas que custam caro. Os valores para se atingir os objetivos dessa estratégia são o item de maior divergência dentro do governo.

Em reunião com parlamentares na última terça-feira, o ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) fez uma exposição das diretrizes do documento, mas não entrou em detalhes. A idéia original de que o orçamento da Defesa seja um percentual fixo do PIB (cerca de 2,5%) tem resistência.
Segundo o deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB), que participou do encontro, o ministro defendeu que o sistema de defesa nacional reflita a estatura econômica do país. Mangabeira defendeu a auto-suficiência tecnológica nas áreas espacial, cibernética e nuclear, além da integração da cadeia produtiva bélica, especialmente com Argentina e Chile.

Ações

Segundo a minuta da Estratégia Nacional, a capacitação tecnológica busca atender a um horizonte de ação difuso e que não se restringe às fronteiras do país. Os militares devem priorizar “em situações de normalidade” as estratégias de dissuasão, presença e projeção de poder. Significa não apenas ter capacidade militar para infligir temor a eventuais inimigos mas demonstrar esse poder na prática em ações “fora do território nacional e das águas jurisdicionais”. “Podem incluir o bombardeio naval, operações anfíbias e os ataques com mísseis”, no caso da Marinha, por exemplo. Em crises, seria adotada a estratégia “ofensiva”.

Na lista de objetivos de defesa, estão a “salvaguarda das pessoas e do patrimônio brasileiro no exterior ou sob jurisdição brasileira fora do território nacional” e o “incremento de atividades destinadas à manutenção da estabilidade regional”. Essa definição reproduz o esboçado na Política Nacional de Defesa e se alinha ao texto do decreto 6.592 -promulgado em outubro- que define como “agressão estrangeira”, dentre outros, “os atos lesivos à soberania nacional” “ainda que isso não signifique invasão ao nosso território”. A minuta sugere maior participação do Brasil em missões de paz, a prevenção de atos terroristas e a cobertura de infra-estruturas críticas como energia, água e transportes. A Amazônia segue como principal alvo de defesa, mas há atenção especial sobre gerenciamento de crises, como desastres naturais e pandemias. Uma proposta complementar deve alterar a atual legislação para resguardar juridicamente os militares em ações de polícia (Garantia da Lei e da Ordem). O serviço militar continuará obrigatório, e haverá um serviço civil voluntário.

Fonte: Folha de São Paulo

 

ESG pode ir para Brasília

A possível transferência para Brasília da ESG (Escola Superior de Guerra), sediada há 59 anos no Rio, causa inquietação entre militares. A proposta é estudada pelo governo federal no âmbito da Estratégia Nacional de Defesa e deve ser encaminhada ao Congresso no início de dezembro. Um dos principais defensores, o ministro Nelson Jobim (Defesa) alega a necessidade de incrementar a produção de pesquisa e a formação de quadros civis na área da sua pasta.

Procurado pela Folha, Jobim disse, por meio de sua assessoria, que “o que está sendo proposto em relação à ESG é a transferência da sede da instituição para Brasília sem prejuízo de sua presença no Rio de Janeiro”. No e-mail enviado à reportagem, ele acrescenta que os detalhes da transferência serão acertados depois de a proposta ser aprovada. Ao saber da intenção do ministério, no início de novembro, o comandante da ESG, almirante Luiz Umberto de Mendonça, determinou ao corpo permanente do instituto a preparação de um relatório detalhado sobre a mudança. O documento, encaminhado à Defesa em novembro, sustenta que a mudança implicaria um custo maior de manutenção e de ajuda de custo para os alunos.

“A síntese do estudo é que transferir a ESG para Brasília é viável, mas para ela continuar as tarefas que hoje realiza no Rio terá um custo mais alto. Se o poder político levar a escola para Brasília entende-se que está disposto a aportar os recursos necessários para que ela não tenha prejuízo das suas atividades”, diz Mendonça.

O militar evita críticas diretas à proposta, mas teme pela autonomia da instituição. Mendonça considera ainda que o trabalho acadêmico pode ser prejudicado com a distância do eixo Rio-São Paulo-Minas Gerais, “onde se concentra a maioria das universidades, setores de produção de defesa e centros de estudos científicos e tecnológicos”.

“O universo acadêmico não se restringe a esse triângulo do Sudeste, como demonstra a vibrante produção da UnB (Universidade de Brasília), e de dezenas de centros de pesquisa espalhados pelo Brasil, muitos vocacionados para as realidades locais (Amazônia, semi-árido etc.), com conhecimentos essenciais à Defesa Nacional”, rebate a nota do ministério.

O vice-almirante da reserva Sérgio Tasso Vásquez de Aquino, que foi vice-presidente da Adesg (Associação de Diplomados da Escola Superior de Guerra) em 2001 e 2002, faz ressalvas à mudança. “Além da ESG, as Escolas de Guerra Naval, de Comando do Estado Maior do Exército e de Comando do Estado Maior da Aeronáutica ficam no Rio. Existe uma grande troca de informações, estudos e professores entre essas escolas. É mais um motivo para a ESG ficar aqui.” Para Aquino, a presença da ESG no Rio a deixa “mais imune às influências deletérias do poder”. “Com todos esses processos de informática, não precisa ficar perto do centro de poder”, completa.

O presidente do Clube Militar do Rio, general da reserva Gilberto Barbosa de Figueiredo, tem opinião diferente. Ele considera que a ESG “precisa ser repensada”. “Quando o Rio era capital da República, o corpo político estava aqui. Hoje está difícil conseguir estagiários [alunos] representativos do segmento do Judiciário e do Legislativo. Sob esse aspecto, Brasília é mais central”, observa.

Fonte: Folha de São Paulo

 

Por um lado, não falta trabalho

Trechos de reportagem do Jornal do Brasil de hoje, 29 de novembro, sobre obras do PAC tocadas pelo Exército Brasileiro.

Por meio de uma série de acordos entre o governo federal e as Forças Armadas, diversas obras do PAC têm sido tocadas pela Diretoria de Obras de Cooperação (DOC) do Exército. Em todo o país, já são 80 os projetos, a grande maioria deles parte do PAC, executados pelos batalhões de engenharia.

Entre estas obras, estão o projeto de integração do Rio São Francisco, a restauração da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, e da BR-163, que liga Cuiabá a Santarém (PA), além da reconstrução do aeroporto de Natal e do porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. O Exército abocanha, hoje, o equivalente a 5% dos recursos para obras do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Um repasse anual próximo dos R$ 200 milhões.

Dos 320 quilômetros da BR-101, que liga Natal ao Recife, em obras de restauração e duplicação, 140 quilômetros estão sob a responsabilidade da engenharia do Exército. A DOC assumiu três dos oito trechos da rodovia originalmente licitados para a iniciativa privada. Os lotes, como são chamados os trechos, foram entregues aos militares após seguidas impugnações dos processos de licitação.

A atuação dos militares na região não deve nada à de gigantes da construção civil presentes em outros lotes da BR-101, empresas do porte de Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht. Pelo contrário: a pavimentadora de concreto usada pelo Exército na obra, e que foi importada da Alemanha por R$ 4,5 milhões, é considerado equipamento de ponta em tecnologia de construção de rodovias, e o número de máquinas semelhantes nas mãos da iniciativa privada brasileira não passa de três.

A usina de asfalto em uso pelo Exército na BR-101 já foi sondada por empreiteiras para ser empregada em obras como a construção de novos setores do Rodoanel, em São Paulo. Engenheiros militares são constantemente assediados pelas construtoras e trocam o trabalho de farda pelo mercado privado, de olho em salários até quatro vezes maiores.

A execução, pelo Exército, das obras, costuma sair, de acordo com o diretor de Obras de Cooperação do Exército, general José Cláudio Fróes de Moraes, de 10% a 15% mais em conta do que quando a iniciativa privada entra em cena. Legalmente, são as leis complementares 97/1999 e 117/2004 que tratam da organização das funções das Forças Armadas. Elas abrem a possibilidade do emprego do Exército em obras ordinárias. 

Por outro, faltam recursos

Trecho de reportagem do jornal O DIA, também de hoje, sobre a necessidade de implementar meio expediente em organizações militares (OM) do Exército Brasileiro.

A partir da próxima segunda-feira, dia 1º, nove em cada 10 batalhões do Exército vão trabalhar em meio expediente. A tropa vai iniciar as atividades pela manhã e sair antes do almoço. Somente o efetivo para garantir a segurança das instalações é que vai ficar nas unidades.

A exceção à regra será nos batalhões que participam das operações de resgate às vítimas das enchentes em Santa Catarina. A orientação foi anunciada após o comandante da Força, general Enzo Martins Peri, ter emitido comunicado alertando que a retenção, no Tesouro Nacional, de R$ 518,8 milhões do seu orçamento, poderia provocar redução de expediente. Conforme antecipou a Coluna Força Militar, o sinal verde foi recebido com preocupação pelos oficiais. Muitos temem que a crise financeira venha atrapalhar os planos federais de investimento maciço no reaparelhamento dos quartéis.

Segundo o Comando do Exército, o meio expediente não será seguido de dispensa antecipada de recruta. Nota oficial justifica que a situação do período indica a possibilidade de ajustamento necessário do regime de trabalho de Organizações Militares. Nesse sentido, os Comandos Militares de Área tem a flexibilidade para regular suas atividades no período de transição, sem prejuízo do serviço e das condições de emprego de tropa, quando necessário.

Fontes: Jornal do Brasil e O Dia, via Notimp

 

AH-64: Da Coréia para o Colorado

O 1º Batalhão do 2º Regimento de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (1-2 ARB), junto com o seu componente de Manutenção Intermediaria, será transferido da Coréia do Sul para o Fort Carson, no Colorado em março de 2009. A recolocação dessa unidade é necessária para melhor preparar o equipamento e o pessoal, que tem o seu desdobramento em apoio a Operação Iraq Freedom, programado para o final do próximo ano. Ao todo serão transferidos da Coréia para Forte Carson 24 helicópteros de ataque AH-64 Apache e 500 soldados.

O 1-2 ARB é um dos dois Batalhões equipados com Apache baseados na Coréia, e, enquanto estiver fora, será substituído por 12 jatos A-10 Thunderbolt da Força Aérea dos EUA.

O Batalhão devera permanecer estacionado em Ft Carson, enquanto durarem as rotações da unidade em apoio a Operação Iraq Freedom (Iraque) e Enduring Freedom (Afeganistão).

 

O melhor curso de selva do mundo

Uma coalizão liderada por tropas norte-americanas e forças de segurança do Afeganistão matou 32 militantes em uma série de ataques contra comandantes do Taliban, afirmou a força militar dos Estados Unidos nesta quarta-feira.

O índice de violência disparou este ano no Afeganistão, o período mais sangrento desde a retirada do Taliban em 2001, e tem levantado dúvidas sobre as perspectivas de segurança no país apesar do crescente número de tropas estrangeiras.

Forças de segurança afegãs e forças de coalizão mataram sete militantes no final desta quarta-feira, e descobriu três esconderijos contendo drogas e materiais para explosivo na região de Helmand.

Em um dos ataques na manhã desta quarta-feira, tropas da coalizão mataram 15 militantes e prenderam seis supostos insurgentes no sul da cidade de Kandahar, informou a força militar dos EUA.

Os outros dois ataques ocorreram na terça-feira, no sudeste do Afeganistão. Uma operação atingiu um importante comandante do Taliban na região de Zormat, em Paktia, que acreditava-se ter envolvimento com a al Qaeda, acrescentaram os EUA.

Cinco militantes foram mortos durante a operação, disse os EUA em comunicado, mas não foi informado o nome do comandante.

Em outra operação, forças da coalizão mataram mais cinco militantes e capturaram outros quatro em mais uma missão.

O Taliban não comentou imediatamente o ataque e a Reuters não pôde confirmar por meios independentes as informações divulgadas pelos EUA.

Somente este ano, mais de 4 mil pessoas, sendo que mais de um 25 por cento eram civis, foram mortas no Afeganistão.

Em Helmand, cinco policiais foram mortos e outros cinco estão desaparecidos após um ataque ao seu posto na terça-feira, disse um porta-voz da região. O ataque pode ter sido provocado por um oficial ligado aos insurgentes.

Fonte: Reuters

 

CAvEx realizará Portões Abertos.

O CAvEx (Comando de Aviação do Exército) realizará no dia 30.11.08 (domingo), um evento aberto ao público com início as 8:30Hs.

O “Portões Abertos” contará com exposição estática das aeronaves e apresentação aérea dos helicópteros sediados em Taubaté .

O CAvEx se localiza na Estrada Municipal dos Remédios n° 2135, Itaim – Taubaté/SP.

Abaixo, nota à imprensa divulgada pela AvEx:

COMANDO DE AVIAÇÃO DO EXÉRCITO

BRIGADA RICARDO KIRK

Nota à Imprensa

EVENTOS COMEMORATIVOS DOS 363 ANOS DE TAUBATÉ

CONCERTO SINFÔNICO E PORTÕES ABERTOS

O Comando de Aviação do Exército (CAvEx), informa que estará realizando eventos sociais, abertos a todo o público, nos próximos dias 29 e 30 de novembro.

* 29 de novembro, a partir das 20h00, nos hangares do 2º e 3º Batalhões de Aviação do Exército, concerto sinfônico com a Orquestra Sinfônica do Exército.

* 30 de novembro, a partir das 08h30, no Complexo da Aviação do Exército, evento denominado Portões Abertos, com competição de Triatlon e exposições de aeronaves e outros materiais aeronáuticos e demonstrações aéreas.

Convidamos toda a sociedade taubateana e região para comparecerem aos eventos.

Atenciosamente,

COMANDO DE AVIAÇÃO DO EXÉRCITO

Nota do Blog: O FORTE estará cobrindo o evento.

 

O ministro da Defesa, Nelson Jobin, apresentou hoje à Frente Parlamentar de Defesa Nacional, uma prévia do Plano Estratégico de Defesa Nacional (PDN). Abrangendo linhas gerais, conteúdo e cronologia do plano, o documento será finalizado até o dia 11 de dezembro. Após a aprovação do presidente da República, será analisado pelo Conselho de Defesa Nacional e encaminhado ao Congresso Nacional.

- Apresentamos três pontos básicos do Plano aos parlamentares. Uma análise da reorganização das forças armadas e a forma como pretendemos organizá-la; a questão da necessidade de termos uma indústria de defesa visando a capacitação tecnológica nacional; e a questão do serviço militar obrigatório – disse Jobim.

O presidente da Frente Parlamentar da Defesa Nacional, Raul Jungmann (PPS-PE), disse estar satisfeito com o que foi apresentado. – É um plano muito ousado porque detalha, aprofunda e dá uma visão integrada das forças armadas, associando a questão da defesa ao desenvolvimento nacional – afirmou.

- Avalio-o como resposta a uma necessidade. O Brasil precisa ter uma cultura e um plano de defesa compatíveis com a sua projeção, com o mundo, e com o seu projeto de desenvolvimento. A defesa nacional é a contra-face do desenvolvimento nacional, e o plano seguiu por este caminho – completou.

A Amazônia é a grande prioridade regional apresentada no PDN que, segundo o ministro da Defesa, enfocará critérios de modelos estratégicos para Exército, Marinha e Aeronáutica, de forma a reposicionar as forças no território nacional.

- Nossas plataformas aéreas terão de ser substituídas no período entre 2015 e 2025 e precisamos resolver o problema da elasticidade e flexibilidade do Exército. Há também a necessidade de expansão da Marinha, que precisa ser instalada em um ponto próximo à foz do Amazonas e no Nordeste – disse.

Compras de material tecnológico no exterior trarão, segundo Jobim, vantagens tecnológicas ao Brasil. – Não somos compradores de instrumentos. O que visamos é a capacitação nacional para a construção de equipamentos tecnológicos como, por exemplo, o submarino nuclear – enfatizou.

Jobim garantiu que a crise com os países vizinhos não influenciou na preparação do documento. – O Plano Nacional não é contra ninguém. É a favor do Brasil. Nós não estamos nos organizando em termos de inimigos, mas em termos de capacitação do país -disse o ministro.

Fonte: Agência Brasil

 

Rearmamento venezuelano em risco

A recente queda do preço do barril de petróleo criou uma situação muito dramática para a economia venezuelana e o reaparelhamento das suas Forças Armadas está seriamente comprometido. A equipe econômica do governo daquele país, já prevendo dificuldades para o ano que vem, elaborou um orçamento federal considerando um “valor conservador” para o preço do barril de petróleo em torno de 60 dólares. Mas na semana passada a cotação rondou valores próximos de 40 dólares.

Nos últimos anos, o reaparelhamento das Forças Armadas da Venezuela, assim como os demais projetos do seu governo, foi alçado pela espetacular alta do preço petróleo e seus derivados. Estima-se que nos dez anos à frente do governo venezuelano, o presidente Chavez teve uma receita equivalente aos 40 anos anteriores. Isto explica, em parte, as recentes aquisições e material militar sem paralelo na história daquele país. Porém, daqui para frente a história será outra.

Foto: SAORBATS - Horacio Campero

 
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