Acho que so falto a floresta amzonica para da o certificado de melhor exercito do mundo Pros Nazistas
pois em todos terrenos eles lutarao desdo relevoso terrenos da europa ate o deserto da africa ao clima da Russia na pontinha da Europa com Asia ,Parabens Exercito BRASILEIRO na selva vcs sao n1
continue sendo. Bravos soldados in vcs deixamos apreucupacao das fronteiras
Com certeza o CIGS e conhecido no mundo como o mais dificil existente! E isso que da quando dao a vaga pra um Tenente verde ao inves de Sargento….hehehehe
Agora ca pra nos o que aquele cara tava fazendo dando tiro de pistola?! Vcs viram a distancia ate a beira do rio?! ele tava era posando pra Globo e desperdicando municao….rsrsrsrs
Mostra tbm como a midia e ignorante…comparando lancamento de granada com esporte…vou lhes dizer que esse lancamento bonito so funciona em treinamento porque quando tem chumbo vindo na sua direcao vc joga aquela granada da maneira que vc puder! rsrsrs
Já vi outros vídeos e reportagens sobre o CIGS e o cardápio parece ser sempre o mesmo: lesmas, formigas, larvas e demais “nojeiras”…não muda nunca…nada de Pizza Hut, nada de esfirra do Habibs, nem mesmo um “Mc-qualquer coisa” do McDonalds…(ué, nojeira por nojeira…)…rs.rs.rs.
Mas minha dúvida é a seguinte: será que na maior floresta tropical do planeta, com a maior biodiversidade do mundo, só se consegue achar lesmas e insetos pra comer? É sério isso que estou perguntando. Não é zuação, não.
Será que não tem uma frutinha, um palmitozinho ou alguma coisa assim? Só pra variar um pouquinho o cardápio de lesmas e larvas…Tudo bem que deve ser uma “delícia” comer lesmas e larvas, mas acho que todo dia (ou todo dia de treinamento) deve enjoar um pouco, será que não?…enfim…
Tem muitas frutas que podem ser ingeridas porem elas não nos fornecem todos os nutrientes necessários, também pode se casar animais como macacos, cobras e aves por exemplo, o IBAMA não vai estar La por perto para fiscalizar mesmo rssrsrsrs.
A selva tem muito para oferecer. Carnes então dos mais variados tipos: anta, macaco, jacaré, etc. Mas um churrasco na televisão é banal. Então eles passam essa parte mais “nojenta” do curso. É um recurso jornalístico.
Apesar da floresta amazônica ser muito rica em biodiversidade, os animais maiores são muito furtivos e não se cruza o caminho a todo tempo com uma anta, caititú etc.
Acho que a energia necessária para se caçar um animal de maior porte sem a ajuda de cachorros não seria compensada em proteinas pois a carne teria que ser dividida por toda a tropa.
Por isso acredito que as larvas e afins são as que oferecem a melhor relação custo/benefício. Porém acho que, em caso de um encontro fortuito, nenhum guerreiro de selva vai deixar uma anta passar sem chamá-la para um encontro com a panela…rsrsrs.
Acredito que esse tipo de caça para subsistência não coloca em risco as espécies, porém a caça predatória e destruição da nossa Amazônia sim. O que, entre outars coisas, nossos guerreiros de selva estão aí para evitar.
A caça é com o emprego de arma de fogo e isto faz parte do curso. Não é um envento tão raro como você pode imaginar e abater um macaco na árvore não requer super habilidades. Colegas meus comiam carne toda a semana na Amazônia simplesmente caçando.
Ok Poggio, revendo um exemplar de 2006 da revista Segurança & Defesa que tem uma matéria sobre o 1° Batalhão de infantaria de selva (Aeromóvel), vi que um elemento do grupo de combate leva uma espingarda de caça calibre 20.
Um abraço.
E aí, conta pra gente. Têm algum camarada seu do USMC ou ARMY q tenha passado pelo CIGS?
Qual a opinião do pessoal aí nos “States” em relação a este curso ou mesmo sobre as forças especias brasileiras em exercícios conjuntos (EB,Fuzileiros Navais)?
Cesar,
Sou solidário com essa sua curiosidade, também gostaria de saber a opinião dos gringos à respeito de nossos cursos de forças especiais.
Estou lendo o livro ” O único sobrevivente” de Marcus Luttrell e Patrick Robinson que conta o testemunho de um soldado SEAL, Marcus Luttrell, que foi o único sobrevivente de sua equipe em um confronto com a Al-Qaeda no Afeganistão.
Ele conta como são duros os treinamentos para formar os SEAL, o que fazem com que eles tenham uma moral muito alta e sejam muito orgulhosos e confiantes.
Gostaria de saber se algum SEAL ja participou do curso do CIGS e o que eles acham?
Por favor passe a editora deste livro, vou procurá-lo.
A algumas semanas atrás li a resenha de um recém lançado q trata do conflito no Iraque. O nome é “Na Companhia de Heróis”, escrito por um correspondente lotado junto aos combatentes. Infelizmente ñ lembro o nome do autor. Já ouviu falar deste?
Caro Cesar, infelizmente não ouvi falar do livro que você mencionou.
A editora do livro ” O único sobrevivente” é a “Planeta”.
O livro tem alguns pequenos erros de traducão quando fala de equipamentos militares, mas nada que comprometa a história.
Tem uma série de livros da editora “Objetiva” da coleção “Jornalismo de guerra” que eu gostaria de sugerir:
-”A queda de Bagdá” do jornalista Jon Lee Anderson.
– “O inverno da guerra” do jornalista brasileiro Joel
Silveira, durante a 2° guerra.
-”O gosto da guerra” deJosé Hamilton Ribeiro, que apresenta hoje o Globo Rural, jornalista brasileiro correspondente da revista “O cruzeiro” que perdeu a perna quando pisou em uma mina na guerra do Vietnã.
Gostaria de sugerir também:
-”A guerra da Lagosta” do Comandente Cláudio da Costa Braga sobre a crise entre Brasil e França ocorrida entre 1962 e 1963.
-” O Brasil na mira de Hitler ( A história do afundamento de navios brasileiros pelos nazistas)” do jornalista Roberto Sander
Valeu pelas dicas. O “Inverno da Guerra” tá em lugar especial na minha estante, os outros com certeza estão na minha lista.
Provavelmente vc conheça, más vamos lá a dica q dou é qualquer coisa do Antony Beevor ( Creta,Berlin 1945,Stalingrado etc).
O melhor deste autor é a sua abordagem “desapaixonada” do tema, onde analisa e compara os antagonismos trazendo ao leitor um panorama completo das batalhas, seus protagonistas e as táticas; tudo isto entremeado por depoimentos de quem vivenciou o período.
Bom, de um historiador graduado em Sandhurst, só podemos esperar o melhor.
Eu sempre imaginei isso, pois acho que até eu (que nunca tive treinamento de selva e nem nada disso) conseguiria achar alguma coisa a mais pra comer, além de lesmas e larvas.
Mas vc tem razão, que graça teria a TV (que adora um sensacionalismo e uma “nojentisse”) apresentar um soldado apanhando uma fruta fresca no pé? Nenhuma…
Nao o conheco nao tanto porque o reporter era tao ruim de ingles que nem da pra entender o nome dele. Mas a gozacao de chamar ele de tenente verde e piada daqui mesmo…sempre chamamos (nos os sargtentos) tenentes de verdes porque tem muito que aprender ainda…rsrsrs
Cesar,
Pra te falar a verdade nao conheco ninguem que tenha sequer ido ao CIGS me parece que nao ha um intercambio muito forte nisso tanto que o proprio reporter diz que 602 estrangeiros ja foram recebidos la e se isso for na historia do CIGS e muito pouco para um curso desses…com relacao a razao disso so poderia especular.
Falando da opiniao sobre esse curso, todos os que tem conhecimento real dele tem o maior respeito possivel pelo CIGS e muitos dizem que e o mais dificil do mundo! Tambem nunca ouvi ninguem reclamando das unidades de FEs brasileiras, eu mesmo treinei ai na UNITAS com os Toneleros e os batalhoes “regulares” e tive uma otima impressao deles. Sao duroes, patriotas e trabalham duro; A unica coisa que eu diria que falta e melhor equipamento pessoal e mais intercambio para mudar certos maus habitos mas fora disso sao muito bons!
eu ja tive vontade de fazer o CIGS mas pra lhes falarem a verdade acho o intercambio com o Brasil muito pouco e nunca tive a oportunidade de ter uma vaga no curso…
Aqui nos temos uma coisa similar no Jungle Warfare Training Center em Okinawa aonde fiz o curso SERE, considerado dos mais dificeis daqui mas nao tem o “depth” do CIGS.
com relacao aos livros que vcs estavam comentando, fico super feliz vendo o pessoal procurando se aprimorar e ter maiores conhecimentos sobre o assunto militar. Eu mesmo tambem tenho uma pequena biblioteca pessoal aqui em casa e depois mando uma listinha dos meus favoritos para verem se existem ai no Brasil mas infelizmente so sei o titulo em ingles.
“O unico sobrevivente” e muito bom, so acho que ele tenha um pequeno defeito…o autor fala tanto dos SEALs como se fossem super-homens que chega a encher o sa&%$#@…ele exagera um pouquinho mas fora disso o livro mostra bem a garra e coragem de homens lutando pelos seus amigos.
Agradeço pelo esclarecimento. Qto ao equipamento pessoal, na minha opinião é melhor nem comentar.
Falando em livros, esse negócio de História militar é f…., ooo viciozinho mardito!!! rsrsr
Vale qquer coisa: livro, dvd, capacete, coturno, medalha, foto etc.rsrrs
A boa notícia é q ultimamente aqui está ocorrendo um bom nº de lançamentos ou reedições sobre o tema. Mande a sua lista de preferidos qdo puder.
Mesmo sendo um assunto fora do tema, mas já que você mencionou o livro do Comandente Cláudio da Costa Braga, fica a sugestão do texto do Poder Naval “Operação Lagosta – a guerra que não aconteceu”
Poggio, obrigado pela dica.
Marine, valeu o comentário.
Amigos, qualquer indicação de leitura será bem vinda, aumenta nossos conhecimentos e melhora nossas discussões no blog.
Um grande abraço.
Obrigado pelo esclarecimento.
Falando em livros, esse negócio de história militar é f@*&(, eita viciozinho mardito… Rs.
Vale qualquer coisa: livro, revista, jornal, capacete, coturno, dvd, medalhas etc. Hehehe
A boa notícia é q ultimamente aqui estão ocorrendo diversos lançamentos ou reedições sobre o tema.
Marine! uma pergunta: Ae nos USA, o CIGS é respeitado como aqui no Brasil? ele é conhecido pelas forças americanas? qual a classificação do CIGS e do soldado profissional brasileiro dentro das isntituições americanas…?
Abraço
Francisco
Como disse antes o CIGS e conhecido por pouquissimos, razoes sendo que o EUA nao dao enfase ao combate na selva como hoje se dao ao urbano e ate no deserto e montanha, o curso que mencionei que participei em Okinawa e o unico de selva para toda as FAs americanas e tambem o intercambio entre o Brasil e os gringos ainda e muito pouco na minha opiniao.
Entao o que acontece e que o CIGS so e conhecido por aqueles que se interessam e especializam no assunto de selva. Mas por esses poucos ele e muito respeitado sim!
Com relacao a opiniao sobre o soldado brasileiro, como disse o intercambio e muito pequeno entao sao poucos os que ja treinaram com brasileiros e exercicios como a UNITAS por exemplo sao criados para formar lacos de amizade e parceria entao o que acontece com (pelo menos a infantaria) e que os treinamentos nao sao dos mais exigentes e complexos o que acaba deixando ambos os lados sem poder ter uma opiniao real um do outro. Mas pra responder sua pergunta…os poucos que podem dar opiniao sempre elogiam o profissionalismo brasileiro e nunca vi ninguem reclamar!
Fora o caso quando colocaram caipirinha na mesa de almoco em jarras de suco e os gringos pensaram que fosse limonada e tomaram tudo…como e de se esperar so tinha cara caindo no chao de bebado rindo que os brasileiros tinham feito de proposito…rsrsrsrs
O seu amigo “Fat Gator” aqui vai completar. “Marine” Jungle Warfare Training Center..hehehehe
Havia também, até 1999 no Forte Sherman (Panamá), o Jungle Operations Training Center (1953-1999), do USArmy, encarregado do treinamento de Forças Especiais e de Infantia Leve (como a antigas 7th ID e 9th ID) em selvas tropicais.
Voce esta absolutamente certo! Ate 99 o US Army utilizava o JOTC no Panama mas depois disso so sobrou o JWTC em Camp Gonsalves – Okinawa sendo que hoje todos os batalhoes do USMC passam por la quando fazendo seu deslocamento UDP de 6 meses em “Oki”.
Na selva ou em outro lugar que estiver,o barulho de tiro,
ou a exposição por longo tempo,em uma caça,pode complicar a situação
daí as lesmas e larvas para situações que exigem discreção.
A uns vinte anos atras,este assunto foi mostrado em uma materia
em uma TV,não me lembro se era comemorativo,ou convenio da epoca,
o CIGS,recebia veteranos da 2GM da America ,para um curso de duas semanas,em que eram mostrados os temas de sobrevivencia na selva.
Era um curso leve,e não sei por quanto tempo,ou se ainda existe.
Aquela Larva do côco, é muito saborosa, somente tem de ensinar os guerreiros de selva a não comer a cabeça do bixo…..
O corpo nada mais é que uma pele fina, recheada de caldo de côco….
Estava vendo este vídeo, na verdade vendo novamente pois já tinha visto antes, e pensando, o que seria do nosso exercito se todos uzassem óculos de visão noturna, metralhadoras modernas e todos os outros aparatos de um solado do futuro…….
Srs.Apreciei muito os comentários de vcs, eu moro no meio da Amazônia, e tenho colegas que já forom do CIGS, em relação a guerra na selva o CIGS é sim o melhor do mundo,e é sim um dos mais difíceis do mundo,e é claro que eles só vão mostrar algumas partes do curso, porque eles não vão mostrar todos os nossos segredos e técnicas de guerra na selva, senão não seriámos os melhores em guerra na selva.
Em ralação a cardápio dos guerreiros, depende muito em que parte da floresta se está, quando estamos no meio da mata fechada fica muito difícil encontrar alimentos e até mesmo água.
Selva 72! Foi a melhor a coisa que fiz na vida. A selva preparou-me para viver bem, em toda e qualquer situação; entrando na selva estou em casa e seguro; não falta moradia, nem alimento, que para os ignorantes (desconhecedores) não é só larva de insetos e os próprios insetos; existem os frutos nativos, peixes, brotos de plantas, raizes e casca de árvores; e tem mais, nós aprendemos a cozinhar; menu bem variado. É aquela estória: “Nois sofre, mas nois goza!”
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Desenvolvimento de uma Mentalidade de Defesa no Brasil
A sociedade brasileira não demonstra ainda grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas o desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, A "trilogia" Forças de Defesa tem como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais no futuro.
Acho que so falto a floresta amzonica para da o certificado de melhor exercito do mundo Pros Nazistas
pois em todos terrenos eles lutarao desdo relevoso terrenos da europa ate o deserto da africa ao clima da Russia na pontinha da Europa com Asia ,Parabens Exercito BRASILEIRO na selva vcs sao n1
continue sendo. Bravos soldados in vcs deixamos apreucupacao das fronteiras
Com certeza o CIGS e conhecido no mundo como o mais dificil existente! E isso que da quando dao a vaga pra um Tenente verde ao inves de Sargento….hehehehe
Agora ca pra nos o que aquele cara tava fazendo dando tiro de pistola?! Vcs viram a distancia ate a beira do rio?! ele tava era posando pra Globo e desperdicando municao….rsrsrsrs
Mostra tbm como a midia e ignorante…comparando lancamento de granada com esporte…vou lhes dizer que esse lancamento bonito so funciona em treinamento porque quando tem chumbo vindo na sua direcao vc joga aquela granada da maneira que vc puder! rsrsrs
Sds a todos!
Marine,
vc conhece ou conheceu o “tenente verde” aí do vídeo?
Acho que ele não gostou muito do cardápio do treinamento…arghhh…não o culpo, também prefiro fritas e bife…hehehe
Ou então, vai ver que ele estava de regime, já que a lesma, larva (ou sei lá o quê) tem muita caloria, como disseram…hehe
Brincadeira. Mas a pergunta foi de verdade, vc o conhece?
um forte abraço
Uma dúvida que eu sempre tive…
Já vi outros vídeos e reportagens sobre o CIGS e o cardápio parece ser sempre o mesmo: lesmas, formigas, larvas e demais “nojeiras”…não muda nunca…nada de Pizza Hut, nada de esfirra do Habibs, nem mesmo um “Mc-qualquer coisa” do McDonalds…(ué, nojeira por nojeira…)…rs.rs.rs.
Mas minha dúvida é a seguinte: será que na maior floresta tropical do planeta, com a maior biodiversidade do mundo, só se consegue achar lesmas e insetos pra comer? É sério isso que estou perguntando. Não é zuação, não.
Será que não tem uma frutinha, um palmitozinho ou alguma coisa assim? Só pra variar um pouquinho o cardápio de lesmas e larvas…Tudo bem que deve ser uma “delícia” comer lesmas e larvas, mas acho que todo dia (ou todo dia de treinamento) deve enjoar um pouco, será que não?…enfim…
abraços a todos
Tem muitas frutas que podem ser ingeridas porem elas não nos fornecem todos os nutrientes necessários, também pode se casar animais como macacos, cobras e aves por exemplo, o IBAMA não vai estar La por perto para fiscalizar mesmo rssrsrsrs.
Hornet,
A selva tem muito para oferecer. Carnes então dos mais variados tipos: anta, macaco, jacaré, etc. Mas um churrasco na televisão é banal. Então eles passam essa parte mais “nojenta” do curso. É um recurso jornalístico.
Apesar da floresta amazônica ser muito rica em biodiversidade, os animais maiores são muito furtivos e não se cruza o caminho a todo tempo com uma anta, caititú etc.
Acho que a energia necessária para se caçar um animal de maior porte sem a ajuda de cachorros não seria compensada em proteinas pois a carne teria que ser dividida por toda a tropa.
Por isso acredito que as larvas e afins são as que oferecem a melhor relação custo/benefício. Porém acho que, em caso de um encontro fortuito, nenhum guerreiro de selva vai deixar uma anta passar sem chamá-la para um encontro com a panela…rsrsrs.
Acredito que esse tipo de caça para subsistência não coloca em risco as espécies, porém a caça predatória e destruição da nossa Amazônia sim. O que, entre outars coisas, nossos guerreiros de selva estão aí para evitar.
Parabéns ao CIGS. SELVA!
Sds.
Flavio,
A caça é com o emprego de arma de fogo e isto faz parte do curso. Não é um envento tão raro como você pode imaginar e abater um macaco na árvore não requer super habilidades. Colegas meus comiam carne toda a semana na Amazônia simplesmente caçando.
Ok Poggio, revendo um exemplar de 2006 da revista Segurança & Defesa que tem uma matéria sobre o 1° Batalhão de infantaria de selva (Aeromóvel), vi que um elemento do grupo de combate leva uma espingarda de caça calibre 20.
Um abraço.
Salve Marine,
E aí, conta pra gente. Têm algum camarada seu do USMC ou ARMY q tenha passado pelo CIGS?
Qual a opinião do pessoal aí nos “States” em relação a este curso ou mesmo sobre as forças especias brasileiras em exercícios conjuntos (EB,Fuzileiros Navais)?
Abs.
Cesar,
Sou solidário com essa sua curiosidade, também gostaria de saber a opinião dos gringos à respeito de nossos cursos de forças especiais.
Estou lendo o livro ” O único sobrevivente” de Marcus Luttrell e Patrick Robinson que conta o testemunho de um soldado SEAL, Marcus Luttrell, que foi o único sobrevivente de sua equipe em um confronto com a Al-Qaeda no Afeganistão.
Ele conta como são duros os treinamentos para formar os SEAL, o que fazem com que eles tenham uma moral muito alta e sejam muito orgulhosos e confiantes.
Gostaria de saber se algum SEAL ja participou do curso do CIGS e o que eles acham?
Um abraço.
Salve Flávio,
Por favor passe a editora deste livro, vou procurá-lo.
A algumas semanas atrás li a resenha de um recém lançado q trata do conflito no Iraque. O nome é “Na Companhia de Heróis”, escrito por um correspondente lotado junto aos combatentes. Infelizmente ñ lembro o nome do autor. Já ouviu falar deste?
Abraço.
Caro Cesar, infelizmente não ouvi falar do livro que você mencionou.
A editora do livro ” O único sobrevivente” é a “Planeta”.
O livro tem alguns pequenos erros de traducão quando fala de equipamentos militares, mas nada que comprometa a história.
Tem uma série de livros da editora “Objetiva” da coleção “Jornalismo de guerra” que eu gostaria de sugerir:
-”A queda de Bagdá” do jornalista Jon Lee Anderson.
– “O inverno da guerra” do jornalista brasileiro Joel
Silveira, durante a 2° guerra.
-”O gosto da guerra” deJosé Hamilton Ribeiro, que apresenta hoje o Globo Rural, jornalista brasileiro correspondente da revista “O cruzeiro” que perdeu a perna quando pisou em uma mina na guerra do Vietnã.
Gostaria de sugerir também:
-”A guerra da Lagosta” do Comandente Cláudio da Costa Braga sobre a crise entre Brasil e França ocorrida entre 1962 e 1963.
-” O Brasil na mira de Hitler ( A história do afundamento de navios brasileiros pelos nazistas)” do jornalista Roberto Sander
Abraço.
Flávio,
Valeu pelas dicas. O “Inverno da Guerra” tá em lugar especial na minha estante, os outros com certeza estão na minha lista.
Provavelmente vc conheça, más vamos lá a dica q dou é qualquer coisa do Antony Beevor ( Creta,Berlin 1945,Stalingrado etc).
O melhor deste autor é a sua abordagem “desapaixonada” do tema, onde analisa e compara os antagonismos trazendo ao leitor um panorama completo das batalhas, seus protagonistas e as táticas; tudo isto entremeado por depoimentos de quem vivenciou o período.
Bom, de um historiador graduado em Sandhurst, só podemos esperar o melhor.
Abraço.
Poggio,
obrigado pela informação.
Eu sempre imaginei isso, pois acho que até eu (que nunca tive treinamento de selva e nem nada disso) conseguiria achar alguma coisa a mais pra comer, além de lesmas e larvas.
Mas vc tem razão, que graça teria a TV (que adora um sensacionalismo e uma “nojentisse”) apresentar um soldado apanhando uma fruta fresca no pé? Nenhuma…
Então, vc está certo, é isso mesmo.
thanks
um forte abraço
Hornet,
Nao o conheco nao tanto porque o reporter era tao ruim de ingles que nem da pra entender o nome dele. Mas a gozacao de chamar ele de tenente verde e piada daqui mesmo…sempre chamamos (nos os sargtentos) tenentes de verdes porque tem muito que aprender ainda…rsrsrs
Cesar,
Pra te falar a verdade nao conheco ninguem que tenha sequer ido ao CIGS me parece que nao ha um intercambio muito forte nisso tanto que o proprio reporter diz que 602 estrangeiros ja foram recebidos la e se isso for na historia do CIGS e muito pouco para um curso desses…com relacao a razao disso so poderia especular.
Falando da opiniao sobre esse curso, todos os que tem conhecimento real dele tem o maior respeito possivel pelo CIGS e muitos dizem que e o mais dificil do mundo! Tambem nunca ouvi ninguem reclamando das unidades de FEs brasileiras, eu mesmo treinei ai na UNITAS com os Toneleros e os batalhoes “regulares” e tive uma otima impressao deles. Sao duroes, patriotas e trabalham duro; A unica coisa que eu diria que falta e melhor equipamento pessoal e mais intercambio para mudar certos maus habitos mas fora disso sao muito bons!
eu ja tive vontade de fazer o CIGS mas pra lhes falarem a verdade acho o intercambio com o Brasil muito pouco e nunca tive a oportunidade de ter uma vaga no curso…
Aqui nos temos uma coisa similar no Jungle Warfare Training Center em Okinawa aonde fiz o curso SERE, considerado dos mais dificeis daqui mas nao tem o “depth” do CIGS.
Semper Fi!
Pessoal,
com relacao aos livros que vcs estavam comentando, fico super feliz vendo o pessoal procurando se aprimorar e ter maiores conhecimentos sobre o assunto militar. Eu mesmo tambem tenho uma pequena biblioteca pessoal aqui em casa e depois mando uma listinha dos meus favoritos para verem se existem ai no Brasil mas infelizmente so sei o titulo em ingles.
“O unico sobrevivente” e muito bom, so acho que ele tenha um pequeno defeito…o autor fala tanto dos SEALs como se fossem super-homens que chega a encher o sa&%$#@…ele exagera um pouquinho mas fora disso o livro mostra bem a garra e coragem de homens lutando pelos seus amigos.
Sds!
hehehe…boa, Marine!
Eu também não consegui decifrar o nome do tenente…o repórter parecia que tava com uma lesma na boca na hora de falar…hehehe
um forte abraço
Marine,
Agradeço pelo esclarecimento. Qto ao equipamento pessoal, na minha opinião é melhor nem comentar.
Falando em livros, esse negócio de História militar é f…., ooo viciozinho mardito!!! rsrsr
Vale qquer coisa: livro, dvd, capacete, coturno, medalha, foto etc.rsrrs
A boa notícia é q ultimamente aqui está ocorrendo um bom nº de lançamentos ou reedições sobre o tema. Mande a sua lista de preferidos qdo puder.
Semper Fi!
Flávio,
Mesmo sendo um assunto fora do tema, mas já que você mencionou o livro do Comandente Cláudio da Costa Braga, fica a sugestão do texto do Poder Naval “Operação Lagosta – a guerra que não aconteceu”
http://www.naval.com.br/historia/lagosta/lagosta1.htm
Poggio, obrigado pela dica.
Marine, valeu o comentário.
Amigos, qualquer indicação de leitura será bem vinda, aumenta nossos conhecimentos e melhora nossas discussões no blog.
Um grande abraço.
Marine,
Obrigado pelo esclarecimento.
Falando em livros, esse negócio de história militar é f@*&(, eita viciozinho mardito… Rs.
Vale qualquer coisa: livro, revista, jornal, capacete, coturno, dvd, medalhas etc. Hehehe
A boa notícia é q ultimamente aqui estão ocorrendo diversos lançamentos ou reedições sobre o tema.
Abraço.
Cesar,
Não tenho livros de Antony Beevor, vou procurar, valeu a dica.
Abraço.
Marine! uma pergunta: Ae nos USA, o CIGS é respeitado como aqui no Brasil? ele é conhecido pelas forças americanas? qual a classificação do CIGS e do soldado profissional brasileiro dentro das isntituições americanas…?
Abraço
Francisco
Francisco,
Como disse antes o CIGS e conhecido por pouquissimos, razoes sendo que o EUA nao dao enfase ao combate na selva como hoje se dao ao urbano e ate no deserto e montanha, o curso que mencionei que participei em Okinawa e o unico de selva para toda as FAs americanas e tambem o intercambio entre o Brasil e os gringos ainda e muito pouco na minha opiniao.
Entao o que acontece e que o CIGS so e conhecido por aqueles que se interessam e especializam no assunto de selva. Mas por esses poucos ele e muito respeitado sim!
Com relacao a opiniao sobre o soldado brasileiro, como disse o intercambio e muito pequeno entao sao poucos os que ja treinaram com brasileiros e exercicios como a UNITAS por exemplo sao criados para formar lacos de amizade e parceria entao o que acontece com (pelo menos a infantaria) e que os treinamentos nao sao dos mais exigentes e complexos o que acaba deixando ambos os lados sem poder ter uma opiniao real um do outro. Mas pra responder sua pergunta…os poucos que podem dar opiniao sempre elogiam o profissionalismo brasileiro e nunca vi ninguem reclamar!
Fora o caso quando colocaram caipirinha na mesa de almoco em jarras de suco e os gringos pensaram que fosse limonada e tomaram tudo…como e de se esperar so tinha cara caindo no chao de bebado rindo que os brasileiros tinham feito de proposito…rsrsrsrs
Sargento! Sargento!
O seu amigo “Fat Gator” aqui vai completar. “Marine” Jungle Warfare Training Center..hehehehe
Havia também, até 1999 no Forte Sherman (Panamá), o Jungle Operations Training Center (1953-1999), do USArmy, encarregado do treinamento de Forças Especiais e de Infantia Leve (como a antigas 7th ID e 9th ID) em selvas tropicais.
Ze,
Voce esta absolutamente certo! Ate 99 o US Army utilizava o JOTC no Panama mas depois disso so sobrou o JWTC em Camp Gonsalves – Okinawa sendo que hoje todos os batalhoes do USMC passam por la quando fazendo seu deslocamento UDP de 6 meses em “Oki”.
Na selva ou em outro lugar que estiver,o barulho de tiro,
ou a exposição por longo tempo,em uma caça,pode complicar a situação
daí as lesmas e larvas para situações que exigem discreção.
A uns vinte anos atras,este assunto foi mostrado em uma materia
em uma TV,não me lembro se era comemorativo,ou convenio da epoca,
o CIGS,recebia veteranos da 2GM da America ,para um curso de duas semanas,em que eram mostrados os temas de sobrevivencia na selva.
Era um curso leve,e não sei por quanto tempo,ou se ainda existe.
Ze,
olha ai umas fotinhas pra vc adicionar ao seu arquivo sobre o JWTC:
http://en.wikipedia.org/wiki/Camp_Gonsalves
Aquela Larva do côco, é muito saborosa, somente tem de ensinar os guerreiros de selva a não comer a cabeça do bixo…..
O corpo nada mais é que uma pele fina, recheada de caldo de côco….
Estava vendo este vídeo, na verdade vendo novamente pois já tinha visto antes, e pensando, o que seria do nosso exercito se todos uzassem óculos de visão noturna, metralhadoras modernas e todos os outros aparatos de um solado do futuro…….
Acho que encontrei o marine do vídeo:
“Lieutenant (Navy) Petra Smith”
http://www.snowbirds.dnd.ca/site/newsroom/newsroom_e.asp?cat=3&id=135
Parece que o repórter fala esse nome mesmo.
É marine toma cuidado:
http://www.legacy.com/Soldier/SearchResults.aspx
Srs.Apreciei muito os comentários de vcs, eu moro no meio da Amazônia, e tenho colegas que já forom do CIGS, em relação a guerra na selva o CIGS é sim o melhor do mundo,e é sim um dos mais difíceis do mundo,e é claro que eles só vão mostrar algumas partes do curso, porque eles não vão mostrar todos os nossos segredos e técnicas de guerra na selva, senão não seriámos os melhores em guerra na selva.
Em ralação a cardápio dos guerreiros, depende muito em que parte da floresta se está, quando estamos no meio da mata fechada fica muito difícil encontrar alimentos e até mesmo água.
Selva 72! Foi a melhor a coisa que fiz na vida. A selva preparou-me para viver bem, em toda e qualquer situação; entrando na selva estou em casa e seguro; não falta moradia, nem alimento, que para os ignorantes (desconhecedores) não é só larva de insetos e os próprios insetos; existem os frutos nativos, peixes, brotos de plantas, raizes e casca de árvores; e tem mais, nós aprendemos a cozinhar; menu bem variado. É aquela estória: “Nois sofre, mas nois goza!”
SELVA!