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De 5 a 10 de novembro, instrutores e alunos do Curso de Formación de Aviadores da Escuela de Aviación del Ejército “Coronel Arenales Uriburu”, pertencentes ao Ejercito, Armada e a Gendarmeria Nacional, estão realizando vôo de encerramento da instrucao de navegacao aérea compreendendo o trecho de Campo de Mayo – Rosario – Paraná – Reconquista – Resistencia – Posadas – Iguazú.

O material de vôo utilizado inclui três helicópteros Bell UH-1H, pertencentes ao Batallón de Helicópteros de Asalto 601 e ao Escuadrón de Exploración y Ataque 602, e dois aviões Cessna T-41, da Escuela de Aviación del Ejército.

Foto: Christian Villada

 

A Venezuela prossegue suas compras de armas modernas da Rússia e de outros países amigos, para fortalecer suas capacidades de Defesa. Entre 2005 e 2007, a Rússia assinou 12 contratos, no valor de U$ 4,4 bilhões, para o fornecimento de armas à Venezuela, incluindo aviões de combate, helicópteros e fuzis Kalashnikov de assalto.
Em setembro, a Rússia aprovou a venda do sistema de defesa antiaérea TOR M1 (ver vídeo abaixo), mísseis portáteis Igla-S, aviões de transporte Il-76 e aviões Il-78 de reabastecimento, no valor de US$ 1 bilhão. Os dois países também farão exercícios navais conjuntos em novembro de 2008.

 

Foi publicado no dia 4/11, no Diário Oficial da União (DOU), o extrato de dispensa de licitação do Exército Brasileiro, através do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), que autoriza a produção do Lote Piloto do Míssil Anti-Carro MSS 1.2 pela Mectron.

O contrato no valor de R$ 25,6 milhões põe fim a uma longa novela de desenvolvimento do primeiro míssil solo-solo brasileiro. O desenvolvimento estava concluído desde 2005, mas o Exército ainda não havia encomendado o lote piloto devido às restrições orçamentárias. O Exército não divulgou o número de mísseis e de unidades de tiro encomendadas.

Abaixo, um vídeo do MSS 1.2 de 1989:


FONTE: http://defesabrasil.com/site/

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… e o General Heleno estava certo

O jornal inglês The Economist, no dia 1º de outubro de 2007, publicou nota sobre uma decisão da Organização das Nações Unidas (ONU,) de 20 de setembro daquele ano, que determinara como pertencente à Guiana uma área marinha que estava em disputa com o Suriname. O jornal dizia que “o Serviço Geológico dos EUA (USGS) acredita que as águas turvas da Bacia Guiana-Suriname podem conter mais petróleo não descoberto do que as reservas comprovadas no Mar do Norte (…)”.

Pois é, a Guiana tem petróleo. Ela tem petróleo não só no mar, mas também no interior. Nos dias de hoje, por exemplo, a empresa de exploração de petróleo Groundstar aposta nesta potencialidade da Guiana e fechou um pacote de contratos, dentro dos quais estabeleceu 3 pontos para as primeiras perfurações: nas regiões dos rios Karanambo, Rewa e Pirara. Toda esta predisposição petrolífera na vizinha Guiana concentra-se num tipo de terreno geológico-ambiental classificado como bacia sedimentar.

Voltando à Guiana, a exploração do petróleo/gás naquele país acontece na bacia sedimentar do Tacutu, que tem cerca de 30.000 km². Parte dessa bacia, cerca de 12.000 km², está no Brasil, dentro do estado de Roraima. A Bacia de Tacutu originou-se do mesmo movimento tectônico (separação dos continentes) que produziu as bacias cretácicas produtoras de petróleo da costa do Brasil, como a a do Recôncavo, na Bahia, e a Potiguar, no Espírito Santo. A Bacia do Recôncavo tem um terço do tamanho da bacia do Tacutu, produz há mais de 50 anos e, mesmo assim, ainda hoje se descobrem novos campos produtores de óleo.

Entretanto, o que já se fez na bacia do Tacutu, aqui no Brasil, até hoje? Muito pouco. Na década de 80, a Petrobrás realizou levantamentos sísmicos de reconhecimento, mas com tecnologia de baixa capacidade e que hoje já está ultrapassada. Foram perfurados apenas dois poços na área, os quais comprovaram a existência de camadas geradoras e de rochas acumuladoras, mas que não mostraram (nos locais furados) indícios de óleo e gás.

Acontece que, ainda hoje, apesar do enorme progresso obtido nos variados métodos de pesquisa, mais de 80% dos poços pioneiros (os primeiros a serem perfurados em uma bacia sedimentar) não resultam, nem aqui no Brasil e nem no mundo, em descobertas aproveitáveis, oferecendo, porém, valiosas informações quanto às possibilidades petrolíferas da área, permitindo refinar a pesquisa e redirecionar os próximos furos, os quais passam a ter melhores condições de acerto. Na bacia de Campos (Rio de Janeiro), por exemplo, os 10 primeiros poços foram negativos, mas forneceram valiosas informações para localizar o primeiro poço positivo, furado em 1974.

O mapa acima, copiado do site da Groundstar, mostra a posição da Bacia do Tacutu na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana. Mostra também a localização dos principais alvos de pesquisa da companhia. Na Guiana já houve produção de petróleo.

Segundo artigos dos geólogos Jaime Fernandes Eiras e Joaquim Ribeiro Wanderley Filho, que já trabalharam para a Petrobrás, “houve produção inicial (1982) de 409 barris de óleo/dia, em basalto atravessado no fundo do poço Karanambo 1. Após a completação, o poço passou a depletar, chegando a produzir por pistoneio, água salgada e apenas 60 barris de óleo/dia. Como o poço foi perfurado sobre um amplo arco regional, acredita-se que situações geológicas mais favoráveis poderiam ser encontradas em zonas mais tectonizadas”.

De acordo com estes mesmos geólogos, o tipo de acumulação da Bacia do Tacutu é similar ao da Bacia do Solimões e, por isto, tem grandes chances de também conter petróleo, já que na do Solimões “a Petrobrás produz diariamente cerca de 57 mil barris de óleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás”.

Essa questão da necessidade de se voltar a pesquisar petróleo/gás na bacia do Tacutu é tão séria que foi, inclusive, tema de tese de dourado no Instituto de Geociências da UFRJ: “Análise Tectono-estratigrágica da Bacia do Tacutu em Território Brasileiro”, do geólogo Renato Lopes Silveira. De acordo com seus estudos, Silveira conclui que o “potencial petrolífero da Bacia do Tacutu não foi adequadamente avaliado e que a aquisição de novos dados geofísicos e a aplicação de parâmetros de aquisição e de processamento mais adequados propiciariam avaliar convenientemente a referida bacia”. Para o geólogo “a ausência de reservatórios convencionais arenosos na bacia do Tacutu, propícios à acumulação de hidrocarbonetos, não seria compatível com a maioria das bacias do tipo rifte que ocorrem no mundo”.

Já em 2001, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) publicava um mapa com as reservas brasileiras de hidrocarbonetos no qual marcava a bacia do Tacutu entre essas reservas. Ou seja, o fato de haver reservas de petróleo e de gás na região não é desconhecido por autoridades ligadas à área petrolífera e nem por parte do governo, que, em novembro de 2006, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, empregou recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, através de emenda parlamentar, na Universidade Federal de Roraima, para a implementação do Núcleo de Pesquisas Energéticas (Nupenerg) com propostas de pesquisar petróleo na bacia do Tacutu, e na Bacia Sedimentar do Amazonas, na região sul de Roraima.

Grande parte da porção brasileira da Bacia do Tacutu está dentro da área da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Ou seja, como se não bastasse haver nióbio, tântalo, ouro e diamantes, na Raposa Serra do Sol também tem petróleo e/ou gás.

Além disso, há outra coisa muito importante que precisa ser observada. Esta semana, o escritor Félix Maier publicou um artigo sobre uma nova demarcação de reserva indígena pretendida pela FUNAI e pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA): a dos Cué-Cué Marabitanas, no Amazonas. A descrição geográfica da posição desta Terra Indígena (TI) feita por Maier impressiona:

“Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira… Entre a TI Balaio, a leste (que, por sua vez, já faz fronteira com a TI Ianomâmi); a TI Alto Rio Negro, a oeste; a TI Médio Rio Negro I, ao sul; e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I – depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas – existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios!”

A criação da Reserva Indígena Balaio foi feita depois que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), órgão do Ministério de Minas e Energia, identificou Seis Lagos, um imenso depósito de nióbio logo a norte de São Gabriel da Cachoeira. Esse depósito pode ser até maior que o maior depósito de nióbio hoje conhecido no mundo, que é o de Araxá, em Minas Gerais, que produz 95% do nióbio consumido no mundo. Aliás, antes mesmo de criar a reserva indígena foi criado um parque nacional sobre o depósito, para impedir seu estudo. A quem interessa isso?

Mas, as ambições não param por aí. A pretensão da Fundação Nacional Do Índio (Funai) e do Instituto Sócio-Ambiental (ISA) é juntar todas estas terras indígenas numa única, que receberia o nome de TI Balaio, na qual São Gabriel da Cachoeira estaria completamente inserida.

Acompanhando todas as demarcações de TI(s) e de reservas ambientais na região da Amazônia Legal e até nas suas redondezas, pode-se observar a formação de um corredor de riquezas com importância estratégico-geográfica impressionante. Uniria o Oceano Atlântico ao Pacífico, partindo da Guiana e passando pelo Brasil e Colômbia.

Olhando o mundo a partir da suposição de uma Terceira Guerra Mundial, quem tiver o domínio sobre esta região do ‘corredor’ estará muito bem arranjado.O importante é começar a pensar sobre quais seriam as razões por trás da construção deste corredor…

Autora: Rebecca Santoro
Fonte: Agência Amazônia

NOTA DO BLOG: As palavras do General Heleno dizem tudo. “A política indigenista brasileira está completamente dissociada do processo histórico de colonização do nosso país. Precisa ser revista com urgência. É só ir lá ver as comunidades indígenas para ver que essa política é lamentável, para não dizer caótica.”
16 de abril de 2008

 

35% da Amazônia não está mapeada

O diretor-geral do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Marcelo de Carvalho Lopes, afirmou que 1,8 milhão de km² da Amazônia Legal não tem informações cartografias terrestres, o que corresponde a 35% da região, que tem área total de 5,2 milhões de km². Segundo ele, Amazônia, Pará, Amapá, Mato Grosso e parte do Acre, Maranhão e Roraima são as áreas mais desprovidas de cartografia.

Sem essas informações, ficam prejudicadas ações de desenvolvimento regional, geração de informações estratégicas para monitoramento regional, segurança e defesa nacional, especialmente nas áreas de fronteira.

Para acabar com esse vazio cartográfico, o governo brasileiro está fazendo um estudo topográfico inédito da Amazônia com a finalidade estratégica. A radiografia da Amazônia dará suporte para projetos de infra-estrutura, como o traçado de rodovias, de gasoduto e a construção de hidrelétricas, assim como servirá como base de ações militares. Até 2012, serão produzidas 20 mil cartas topográficas da Amazônia Legal.

De acordo com o capitão Fabiano Costa de Almeida, gerente do Projeto Radiografia da Amazônia, do Centro de Imagens Geográficas do Exército (CIGEx), serão produzidas escalas da Amazônia Legal de 1:100.000 e de 1:50.000, propícias para obter informações sobre solo, rios e uso dos terrenos. As escalas atuais são de 1:250.000.

- A necessidade (desse estudo) surgiu naturalmente. Um País tem de ter escalas topográficas nessas dimensões para ajudar no planejamento de ações militares e de construção de estradas e gasodutos, afirmou Almeida.

Iniciado neste ano, o projeto Radiografia da Amazônia é resultado de um acordo entre a Casa Civil e as Forças Armadas. Ele é composto de três subprojetos: cartografia terrestre (executada pela Diretoria de Serviço Geográfico (DSG), com apoio da Força Aérea Brasileira), cartografia geológica (realizada pelo Serviço Geológico do Brasil) e cartografia náutica (executada pela Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha).

- Pela 1º vez vamos ter um mapeamento altimétrico ao nível do solo da região amazônica em regime sistemático, afirmou o capitão Almeida.

- Qualquer grande projeto de infra-estrutura depende de planejamento em cima de carta topográfica (representação de duas dimensões, a primeira referente ao plano e a segunda à altitude), que retrata as informações com precisão. É diferente de pegar imagem do Google Earth (que é menos preciso). Todo o projeto de infra-estrutura parte do estudo da carta, disse.

- Até a década de 90, não tínhamos tecnologia para mapear a Amazônia. O sensoriamento remoto era feito só na faixa visível do espectro eletromagnético (distribuição da intensidade da radiação eletromagnética com relação ao seu comprimento de onda ou freqüência). Os sensores utilizados eram câmeras fotográficas, que são ineficazes e não conseguem interpretar quando há nuvens e queimadas, afirmou Almeida.

As imagens antigas que existem da Amazônia não possibilitam gerar uma carta topográfica (mapa). Elas iam até a copa das árvores. Com as informações altimétricas será possível captar a imagem até o solo.

Para isso, o sensoriamento é feito por radar, que atinge uma freqüência adequada para a obtenção da informação no nível do solo em florestas densas.

- Essa tecnologia foi utilizada para estabelecer o limite preciso dos Estados de Goiás, Bahia, Tocantins e Piauí, comparou Almeida.

Sensoriamento

O sensor radar é colocado em uma aeronave, que faz um vôo sinalizado. Para isso, as nove equipes envolvidas no trabalho precisam de uma comunicação bastante eficiente.

- Nas missões de levantamento de dados para a elaboração das cartas, há grande necessidade de troca de informações, sejam dados, imagens ou mesmo voz. Como a região amazônica é remota e não tem completa infra-estrutura de telecomunicações, a solução oferecida pela Arycom ao CIGEx mostra-se eficaz, disse o capitão Almeida.

Comunicação

O CIGEx, subordinado à Diretoria de Serviço Geográfico (DSG), assinou contrato com a Arycom Comunicação Via Satélite. A empresa fornecerá um pacote de terminais e serviços BGAN, da Inmarsat, além de painéis solares para alimentação do sistema, permitindo sua utilização nas mais remotas áreas da região.

- A tecnologia dos satélites Inmarsat representa o que há de mais avançado em telecomunicações globais, o que permitirá o desempenho adequado para a missão que é realizada pelo Exército brasileiro, seja levando comunicação a pontos remotos, gerando imagens ou levantando de dados, afirmou Svante Hjorth, CEO da Arycom.

Esses serviços de banda larga via satélite são utilizados por indústrias de petróleo, exploração de gás, construção, transporte marítimo, defesa, aviação e diversas entidades governamentais. Essa tecnologia também é utilizada por veículos de comunicação, como a CNN, quando gravam e transmitem reportagens a partir de zonas de guerra, regiões perigosas ou remotas. Muitas ONGs e a Organização das Nações Unidas também utilizam o BGAN em operações de resgate e auxílio a populações afetadas por desastres naturais, em regiões nas quais a rede de telecomunicações foi destruída ou encontra-se seriamente comprometida. O BGAN foi utilizado, por exemplo, no socorro às vítimas do Tsunami na Ásia e do furacão Katrina.

Fonte: JB Online

 

Mais de 5 mil homens do Exército Brasileiro participam até esta semana, de um treinamento de guerra em cinco cidades da região do Vale do Paraíba Paulista.
Batizada de “Operação Buquira”, esta vai simular uma zona de conflito entre dois países fictícios, utilizando os obstáculos naturais de São José dos Campos, Taubaté, Caçapava, Tremembé e Monteiro Lobato.
O treinamento vai envolver helicópteros da AvEx e aviões da FAB. Os militares se concentraram na sede do 6° BIL em Caçapava.

O terreno irregular entre o Vale e a Serra foi o que motivou a operação na região.O Comando da Operação fez uma reunião com as tropas no Batalhão de Infantaria Leve (6º BIL) de Caçapava, onde os soldados do Vale do Paraíba se uniram aos que vieram do Rio de Janeiro, Brasília e Rio Grande do Sul.O treinamento vai simular uma situação de conflito entre dois países fictícios. A operação vai testar estratégias de ataque e defesa, além de técnicas de invasão. Ao todo, 400 viaturas militares e 14 aeronaves do CAvEx serão usadas.“A gente costuma dizer que um exército pode ficar 1.000 anos sem ser empregado, mas não pode passar um dia sem estar preparado”, disse o TC Weber.
Ao todo, serão montados três acampamentos, que abrigarão 5.200 homens. Durante uma semana, eles vão mudar de lugar pelo menos três vezes. A tropa leva cerca de uma hora para desmontar todo o acampamento e partir.
Nos próximos dias, longas distâncias serão percorridas a pé. Um dos alvos a ser alcançado fica em Monteiro Lobato, distante aproximadamente 30 quilômetros de Caçapava.
“Essa é um operação difícil, porque a região do Vale do Paraíba em direção a Campos do Jordão, é de grande altitude e montanhosa, isso vai testar exatamente a resistência dos militares, que foram preparados para isso e nós temos certeza que todos cumprirão a missão ao final da jornada”, conta general de divisão João Carlos Vilela Morgerot.
Os exercícios de simulação de guerra começaram nesta sexta-feira (31).
Fonte e Fotos: VNEWS
Nota do Blog: Na manhã deste domingo (02.11), foi realizado um assalto aeromóvel que mobilizou 14 aeronaves da AvEx, entre HA-1 Esquilo/Fennec, HM-1 Pantera e HM-3 Cougar. As aeronaves se deslocaram sobre a cidade de Taubaté em direção ao vale, em 2 colunas de 7 aeronaves em formatura de combate e em vôo a baixa altitude.
Nota do Blog 1: Seguem as fotos de parte das aeronaves do CAvEx que realizaram a operação. (Fotos: Autor).
 

Entre 14 e 16 de outubro, na área de San Antonio de los Cobres, o 5º Regimento de Cavalaria Ligeira, realizou exercícios de campo, que começaram com o planejamento e deslocamento da unidade e tiveram o seu ponto alto com a realização de tiro, como parte da qualificação de pessoal nos CCL AMX-13, que equipam aquela unidade do Exército Argentino.

 

Exército recebe R$ 22,6 milhões para sair da Esplanada

Força Militar: Fora da Esplanada

Marco Aurélio Reis

A reestruturação das Forças Armadas, que com o Plano Estratégico de Defesa vai unificar os estados-maiores das Três Forças, prevê a saída dos comandos militares da Esplanada dos Ministérios. Só vai ficar na imponente avenida inaugurada pelo presidente Juscelino Kubitschek o Ministério da Defesa, que sairá muito fortalecido da reestruturação.

O primeiro a se mudar será o Exército. Para tanto, a Força recebeu, no último dia 23, crédito suplementar de R$ 22,6 milhões. O dinheiro será destinado à construção, recuperação, reparação, adequação e adaptação de instalações para a mudança de oito unidades militares para o Quartel-General do Exército, no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Entre as organizações militares que mudarão de endereço em breve, estão os Comandos Militar do Planalto e da 11ª Região, hoje instalados na Esplanada.

O Exército é o primeiro das Forças a esvaziar o prédio no Centro da capital federal para agrupar as unidades em sua base, dando lugar a outras pastas do governo federal. Mesmo com a urgente necessidade de reaparelhamento, a Força Terrestre trabalha com o segundo maior contingenciamento – são R$ 520 milhões. O maior deles, no valor de R$ 660 milhões, é o da Aeronáutica, e o menor, de R$ 480 milhões, o da Marinha.

A esperança em dias melhores está concentrada fundamentalmente no Plano Estratégico – também conhecido como PAC da Defesa -, que deve ser apresentado pelos ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, ainda neste mês, ao Conselho de Defesa Nacional, composto pelo presidente da República e seu vice, pelos presidentes do Senado e da Câmara Federal, além de ministros e dos comandantes das Três Forças.

Fonte: O Dia   Foto: Agência Brasil

Nota do Blog: no último dia 24 de outubro, em notícia do mesmo jornal que ainda pode ser acessada via Notimp, aparecia o valor de 22,6 bilhões de reais, e não 22,6 milhões como agora, o que causou considerável surpresa em fóruns e blogs que discutem assuntos de defesa.

 

O Exército dos EUA anunciou a outorga de três contratos para a fase de desenvolvimento do Veículo Tático Conjunto Leve – JLTV ou Joint Tactical Light Vehicle. São três contratos que juntos atingem um valor de US$ 166 milhoes e foram outorgados as empresas BAE Systems Land & Armament Systems – Ground Systems Division, de Santa Clara (Califórnia); General Tactical Vehicles (Joint Venture da General Dynamics Land Systems, Inc. e AM General, LLC), de Sterling Heights (Michigan) e a Lockheed Martin Systems Integration, Owego de Owego (Nova Iorque).

O JLTV é um programa conjunto do Exército, Fuzileiros Navais e o comando de Operações Especiais, onde o Exército foi designado a agência líder do programa.

A família de veículos JTLV irá fornecer às forças um veículo com equilibrio em três fatores chave: desempenho, carga útil e de proteção e ainda aerotransportavel, com mobilidade expedicionária.

O JLTV ira substituir parte da frota de Humvees hoje em servico, mas não será o substituto direto desse veiculo.

A fase de desenvolvimento deve durar 27 meses, período no qual cada empresa deve desenvolver sete protótipos de veículos, representando as três categorias exigidas pelo programa JLTV. Cada empresa deve desenvolver um reboque que satisfaça os mesmos requisitos do veiculo.

As três categorias do JLTV terão diversas configurações como transporte de infantaria, reconhecimento, comando e controle, plataforma de mísseis anticarro, ambulância etc.

Com os protótipos, as empresas devem demonstrar uma “família de veículos”, em três categorias de peso e capacidade de carga.

Ainda não há uma quantidade determinada de veículos a serem adquiridos, mas o pedido de propostas projeta uma produção de cerca de 60.000 veiculos.

 

Entre 8 e 19 de outubro, homens do 22º Regimento de Infantaria da Força de Autodefesa Terrestre do Japão (JGSDF) estiveram nos EUA, onde realizaram adestramento de operações de combate em área urbana, com o 1º Batalhão do 17º Regimento de Infantaria dos EUA, no Forte Lewis, no estado de Washington.

Os exercícios foram realizados, em nível de Companhia, começaram com adestramentos individuais e coletivos, e depois, na Operação BUFFALO RISING, as duas unidades atacaram a “cidade” de Leschi, expulsando forças “comunistas” que a haviam ocupado.

Uma diferença notada por ambas as partes foi a presença maior de graduados (NCOs) na cadeia de comando da unidade americana, enquanto na japonesa havia proporcionalmente mais oficiais.

 
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