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Em audiência pública realizada na tarde desta terça-feira (18/11) na Subcomissão Permanente da Amazônia do Senado, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu a necessidade de uma “agenda brasileira para a Amazônia”. Por meio dessa agenda, o Brasil estabeleceria as políticas adequadas ao desenvolvimento sustentável da região, sua proteção ambiental e seu programa de segurança.

No entender do ministro, até agora o país tem atuado “defensivamente”, apenas dando respostas a uma agenda estrangeira, mais especificamente com origem na Europa.

- Nós é que temos de decidir sobre a Amazônia. Ela não deve ser um parque de recreio destinado a europeus que já destruíram suas florestas - afirmou Jobim, para quem o esteio dessa agenda brasileira deve ser uma definição jurídica da titularidade das terras da região, de modo que os donos possam se estabelecer de forma permanente e fazer investimentos.

Pertencente à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), a subcomissão realizou a audiência pública por proposta do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que também incluiu no seu requerimento convites ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e ao secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, para falarem, em datas futuras, sobre a atuação de suas pastas na Amazônia.

Jobim explicou que só a resolução do problema fundiário na Amazônia poderá dar tranqüilidade jurídica aos que desenvolvem ou pretendem desenvolver atividades econômicas na região. Segundo o ministro, a indefinição da titularidade das terras atrai aventureiros e a economia pobre empurra os que não têm renda para a informalidade e o crime, inclusive ambiental.

- Precisamos fixar o homem na Amazônia – pregou Jobim, lembrando que muitos filhos de nativos estão migrando para o Centro-Oeste.

O raciocínio do titular da Defesa é que uma política adequada para a Amazônia não pode se basear somente na ocupação de pontos estratégicos pelos militares. Sem a contrapartida do desenvolvimento econômico, as Forças Armadas continuarão tendo dificuldades para guardar fronteiras e dar assistência social às populações isoladas.

Ainda com relação à titularidade fundiária, o ministro disse ser de opinião que os índios não são proprietários das terras onde vivem. Eles teriam, sim, de acordo com a Constituição, o usufruto vitalício daquelas glebas.

- As terras são de propriedade da União – garantiu o ministro, advertindo que as Forças Armadas devem ter liberdade para entrar em terras indígenas, seja com o objetivo de proteger seus habitantes, seja com o fim de resguardar fronteiras. Ele classificou como “idealizada” a visão sobre o assunto comum no sul e no centro do país, especialmente em meios acadêmicos.

- Não só podemos entrar, como efetivamente vamos entrar – avisou Jobim, observando que um decreto presidencial autorizou a instalação, em reservas indígenas, de mais 28 postos de fronteira, além dos 20 já existentes.

O ministro lembrou que já estão em vigor as normas que obrigam as organizações não-governamentais a obterem autorização dos Ministérios da Justiça e da Defesa para atuarem na Amazônia.

Sobre a presença das Forças Armadas na região como um todo, considerada insuficiente, o ministro disse que o contingente de soldados deve ser elevado de 25 mil para 40 mil e que está prevista mais uma base naval na região. De qualquer forma, ele assinalou que o que é mais importante é a capacidade de mobilização dos recursos humanos e logísticos. O conceito decorre da percepção de que os conflitos armados hoje ocorrem de forma irregular, envolvendo grupos (narcotraficantes, por exemplo) e não países limítrofes.
- Oitenta por cento dos conflitos hoje são indígenas – diagnosticou.

Assim como recomenda uma mudança da agenda amazônica, o ministro defende mudanças na agenda das Forças Armadas: de um assunto interno do Exército, Marinha e Aeronáutica, a estruturação e o papel dessas forças terá de ser um assunto do país. Jobim disse que a divisão de recursos entre elas deve se apoiar na apresentação criteriosa de projetos.

Senadores

Ao final da exposição de Jobim, três senadores manifestaram-se a respeito do tema. Augusto Botelho (PT-RR) aconselhou o reaparelhamento das Forças Armadas pela indústria bélica nacional e aplaudiu a idéia do ministro de fixação do homem na região. O senador Jefferson Praia (PDT-AM) disse concordar com planos a longo prazo, mas sugeriu uma “agenda de curto prazo” que responda às urgentes demandas amazônicas, principalmente a do desenvolvimento sustentável e da pesquisa científica e tecnológica.

Já o senador Mozarildo Cavalcanti disse concordar com o ministro no que se refere à soberania do Brasil sobre a Amazônia e a urgência em se resolver as questões fundiárias da região.

Fonte: Agência Senado

NOTA DO BLOG: Quando os senadores passarão do discurso para a prática?

 

A DSCA – Defense Security Cooperation Agency, do Departamento de Defesa dos EUA, comunicou ao Congresso que a Arábia Saudita pretende adquirir 58 tanques M1A1 Abrams, e em seguida, atualizar estes M1A1s juntamente com seus 315 M1A2, para o padrão M1A2S (Arábia Saudita). A venda incluirá kits de peças sobressalentes, equipamento de comunicações e de apoio, manuais técnicos, formação, treinamento e equipamento para o treinamento de pessoal, apoio técnico e logístico.


 

233 anos do USMC

Dizem que quando há uma crise a primeira pergunta do Presidente dos EUA aos Chefes de Estado-Maior é: “onde estão os nossos Porta-Aviões?” Podemos arriscar a dizer que a segunda talvez seja, “onde está a nossa unidade de fuzileiros navais mais próxima”?

Nesse 10 de novembro, o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) completou 233 de existência. Um dos cinco braços das Forças Armadas dos EUA, essa força é famosa no mundo inteiro por ser a primeira resposta quando se torna necessário o emprego de forças terrestres, sendo junto com as unidades Aerotransportadas do Exército, a primeira a chegar e na maioria das vezes, a última a sair das áreas de conflito.

Essa força é empregada especialmente quando é necessária a projeção de poder sobre terra a partir do mar ou em qualquer situação em que seja necessária a “entrada forçada”, como por exemplo, na evacuação de civis americanos ou de outras nacionalidades em áreas de conflito. Para isso são empregadas as Forças-Tarefa de Armas Combinadas, que são montadas e desdobradas de acordo com o vulto e complexidade da missão designada.

Com um efetivo variando de 180.000 a 200.000 membros na ativa, e mais 40.000 a 50.000 na reserva, o USMC é maior que muitos Exércitos.

O USMC é o coringa da política externa norte-americana e quando a coisa aperta não é a “mão oculta do mercado” que resolve, para isso “Call 911”.

Nota: Cabe notar que o nosso Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil completou 200 anos de criação em 8 de março de 2008, e não foi alvo da justa homenagem nessas páginas pelo simples fato desse Blog ainda não existir naquela data.

 

Caindo no esquecimento

Ao término da Guerra do Vietnã, este autor sentiu que o Corpo de Fuzileiros Navais ingressou em um de seus mais escuros períodos. Disciplina, drogas e problemas raciais eram sérios. Uma liderança apropriada superou esses desafios. Periodicamente, nós ainda temos problemas de harmonia racial. Tenentes, não há Fuzileiros negros, amarelos ou brancos, só verdes, especialmente quando vocês estão unidos e equipados, o dispositivo de segurança de suas armas acionado e vocês cruzam a linha-de-partida.

O Corpo de Fuzileiros Navais tem usado uma grande agência de publicidade durante muitos anos. Foram criadas frases de enorme efeito. “Os Poucos, os Orgulhosos, os Fuzileiros” é minha favorita. Eu também gosto da atual: “Mudar sempre”.

Uma que vejo como exceção, contudo, é: “É difícil ser humilde quando você é um Fuzileiro americano”. Ao contrário, ser um Fuzileiro, e mais especialmente, um líder de Fuzileiros, é para mim uma experiência de muita humildade. Sou eternamente grato ao Corpo de Fuzileiros por permitir-me servi-lo e ao nosso grande país.

Um oficial deveria evitar a política. Durante os últimos dois anos, temos lido sobre o caráter de nossos dirigentes políticos. Eu não farei comentários a respeito. Conheço a essência do que seja caráter. Eu a vi nas ações dos esplêndidos Fuzileiros que serviram e tombaram no Vietnã. Eles vieram das pequenas cidades, dos bairros, das reservas, das fazendas e das montanhas americanas; todos eles que, como seus antepassados em outras guerras, responderam ao chamado da Pátria e não fugiram às suas responsabilidades. E todos deram algo, e alguns, deram tudo. Agora, aquilo era caráter e, como sempre, foi passado e confiado a vocês, os jovens oficiais do nosso Corpo. Os senhores lideram o melhor que nosso país pode oferecer e só me resta parafrasear “Nossa Nação tem os olhos voltados para vocês”.

Deus os proteja.

Cel. Kenneth E. Martin,
USMCR (Res).
Este artigo foi publicado no “Marine Corps Gazette”, em setembro de 1999. O Coronel Martin serviu no Vietnã, no 3º Regimento de Fuzileiros Navais (1965-1966).

 

Os robôs estão chegando…

Dentro do programa do US Army chamado FCS (Future Combat Systems), está o SUGV (Small Unmanned Ground Vehicle) da iRobot, uma empresa criada por dois estudantes de robótica do MIT.
O SUGV é um pequeno robô destinado a missões táticas e de reconhecimento, que pode entrar em áreas inacessíveis ou perigosas para seus soldados.
O SUGV é altamente integrado, à prova d’água e de choque, pesando somente 15kg, bastante robusto e modular.
Ele é pequeno o bastante para ir aonde os soldados não podem ou não devem ir, especialmente em cenários de guerra urbana.

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Jornalista Drummond gera polêmicas durante palestra

Se o Brasil não tem as FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) é porque o Exército e a Marinha foram ao Araguaia para fazerem um limpa naquela região”. A idéia é do articulista, jornalista, escritor carioca Aristóteles Luiz Meneses Vasconcellos Drummond, de 64 anos, durante palestra no auditório do Comando da Base Aérea de Campo Grande atendendo convite do Comando da Base Aérea de Campo Grande e do site de notícias Midiamax.

A Guerrilha do Araguaia é considerada como o mais importante – e até hoje mais controverso. Ocorrida no início da década de 1970, a guerrilha levou este nome por ter sido travada em localidades próximas ao rio Araguaia, na divisa entre os atuais estados do Pará, Maranhão e Tocantins (na época, pertencente ao Estado de Goiás). A guerrilha foi organizada pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B), que, desde meados dos anos 1960, já mantinha militantes na região do conflito. (Leia abaixo)

Para a platéia formada por militares da FAB (Força Aérea Brasileira) e do Exército, Drummond ressaltou que há uma faceta da história velada. De acordo com ele, o movimento de esquerda brasileiro tem “as mãos manchadas de sangue”.

Drummond, que é filiado ao PP (antiga Arena), e considera o Golpe Militar de 1964 a Revolução, afirma que no episódio da Guerrilha do Araguaia pessoas inocentes foram mortas pelos comunistas. No confronto, guerrilheiros também foram mortos por militares.

Polêmico, durante a palestra “A presença militar na vida republicana brasileira” não poupou criticas ao Partido dos Trabalhadores, mas preservou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o articulista, o presidente está cercado por um grupo contrário aos militares.

Drummond defende que agora não é momento do Brasil discutir crimes de tortura na época da ditadura militar. “Temos direito de sonhar com Brasil cada vez melhor”. Outro ponto polêmico citado durante a palestra diz respeito ao chamado “apagão aéreo”.

“Não houve apagão aéreo e sim, uma tentativa de expulsar os militares do tráfego aéreo”, frisa. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divide com a FAB a responsabilidade de controlar os vôos do país embora seja a Anac o órgão criado para fazer o trabalho.

Currículo

Drummond escreve artigos para o Jornal do Brasil. O empresário, dono do Midiamax, Carlos Eduardo Naegele, ressaltou durante a abertura da palestra a importância do trabalho militar na sociedade e a colaboração de Drummond como jornalista articulista do Midiamax.

O comandante geral da Base Aérea, Coronel-Aviador Maximo Ballatore Holland agradeceu Drummond e o considerou cidadão brasileiro “a serviço da pátria embora não seja militar”. Na platéia, o presidente do TJ-MS (Tribunal de Justiça-Mato Grosso do Sul), desembargador João Carlos Brandes Garcia, e o chefe do Estado Maior do CMO, general Paulo Roberto Vianna.

Parêntese

O conflito do Araguaia terminou com o saldo de 76 mortos, sendo 59 militantes do PC do B e 17 recrutados na região. Acabou se transformando no principal confronto direto entre a ditadura militar e a esquerda armada. Ocorrida sob intensa censura, a guerrilha nem mesmo chegou ao conhecimento da população em geral. A confirmação da existência da guerrilha na região por parte do governo só veio tempos depois de encerrado o conflito.

Segundo testemunhos de militares que participaram da operação, moradores do local e sobreviventes, a perseguição dos guerrilheiros teve requintes de crueldade, como decapitação e fuzilamento.

Muitos corpos nunca foram encontrados. Desde os anos 1980, os familiares dos guerrilheiros mortos vêm lutando, inclusive na Justiça, para que o Exército libere documentos que comprovem a morte dos parentes, segundo Vitor Amorim de Ângelo, historiador, mestre e doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos.

Anistia

O STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), terão que prestar informações sobre os crimes de tortura praticados contra presos políticos durante o regime militar (1964-1985). A decisão é do ministro Eros Grau, que acatou pedido feito pelo presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, em uma ADPF (Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental).

Platéia assistiu palestra do escritor Aristóteles Drummond

A AGU ( Advocacia Geral da União) tem uma posição oposta à defendida pelo Ministério da Justiça e à Secretaria Especial de Direitos Humanos. A posição da AGU criou uma crise no governo.

O Ministério da Justiça e a Secretaria Especial de Direitos Humanos defendem a retomada do debate para permitir a responsabilização dos crimes de tortura. No parecer emitido pela a AGU são considerados perdoados pela Lei da Anistia os crimes de tortura cometidos durante o regime militar. O parecer da AGU foi anexado ao processo aberto em São Paulo a pedido do Ministério Público Federal, que pede a responsabilização dos militares reformados Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel, comandantes do DOI-Codi nos anos 70, por morte, tortura e desaparecimento de 64 pessoas.

Fonte: Midiamax

 

Henry Allingham, de 112 anos, participou da cerimônia.
Ele é um dos únicos três combatentes britânicos ainda vivo

Os três únicos ex-combatentes vivos da 1ª Guerra Mundial lideraram nesta terça-feira (11) a cerimônia que aconteceu em Londres para recordar o armistício que acabou com a disputa.

Bill Stone, de 108 anos, Harry Patch, de 110, e Henry Allingham, de 112, todos em cadeiras de rodas, foram conduzidos até o monumento em homenagem aos mortos na 1ª Guerra, que terminou há 90 anos, e depositaram coroas de flores.

Às 9h (horário de Brasília), os três ex-combatentes e os outros convidados, em sua maioria militares britânicos, respeitaram dois minutos de silêncio para recordarem a 11ª hora, do 11º dia, do 11º mês em que terminou o conflito.

Stone, Patch e Allingham participaram do evento representando a Marinha, o Exército e a Real Força Aérea britânica.

Na cerimônia foram recordados mais de um milhão de soldados britânicos e da Comunidade Britânica de Nações (Commonwealth) que morreram durante o conflito armado.

Por ocasião deste evento, o ministro da Defesa do Reino Unido, John Hutton, disse que “a 1ª Guerra Mundial devastou uma geração de homens e mulheres e deixou uma marca indelével no século XX”.

“É importante para nós lembrar os sacrifícios realizados por uma geração valente e tentar pagar a dívida de gratidão que todos lhes devemos”, declarou Hutton.

 

Os 91 anos da 2nd ID do U.S. Army

A 2ª Divisão de Infantaria é uma das 10 Divisões da Ativa do Exército dos EUA. Essa Grande Unidade, que é a segunda mais antiga no US Army, começou a sua história na França, como parte da Força Expedicionária Americana mandada à Europa para combater os alemães. Ela completou 91 anos em 26 de outubro de 2008. Combateu na 1º Guerra, na 2º Guerra desde as praias da Normandia, na Coréia, onde liderou o contra-ataque do perímetro de Pusan, até a fronteira com a Manchúria, e no Iraque. Desde 1965, a 2ª Divisão permanece na fronteira com a Coréia do Norte, como parte das forças americanas que apóiam o Exército sul-coreano.

A Divisão Warrior ou Indian Head, como também é conhecida, tem o seu Quartel-General no Campo Red Cloud, na Coréia do Sul.

Desde que foi formada em 26 de outubro de 1917, em Bourmont, Haute Marne, na França, a 2ª Divisão foi agraciada com a Citação Presidencial da Unidade (Exército), a Cruz de Guerra da França com Palma, pelas ações na 1ª Guerra, a Fourragere da França – 1º Guerra Mundial, a Fourragere da Bélgica, pela 2ª Guerra Mundial e cinco Citações Presidenciais à Unidade, da Republica Coréia do Sul. Até hoje, 36 membros da 2ª Divisão foram agraciados com a Medalha de Honra, sendo 12 na 1ª Guerra, 6 na 2ª Guerra e 18 na Guerra da Coréia.

A 2º Divisão também é notada por ter sido a única unidade do Exército comandada por fuzileiros navais, o Brigadeiro-General Charles A. Doyen, entre outubro e novembro de 1917 e o Major-General John A. Lejeune, entre julho de 1919 e agosto de 1919. Em 1917, era formada por uma  Brigada de Infantaria do Exército, uma Brigada do USMC (com os 5º e 6º Regimentos, mais Artilharia e Serviços) e uma Brigada de Artilharia.
Hoje a 2º Divisão é formada pelas seguintes unidades: 1º Brigada (Campo Casey – Coreia do Sul), 2ª Brigada (Forte Carson – Colorado), 3ª e 4ª Brigadas (Forte Lewis – Washington), 210ª Brigada de Artilharia (Campo Casey – Coreia do Sul),  2ª Brigada de Aviação de Combate (Campo Casey – Coreia do Sul) e Batalhão de Tropas Especiais da Divisão (Campo Casey – Coreia do Sul).

Abaixo a lista dos membros da Divisão que receberam a condecoração, sendo digno de nota a presença de vários fuzileiros navais do 5º e 6º Regimentos, que combaterem na França ao lado dos homens da Indian Head. Na lista também é possível notar a presença de vários nomes que foram mais tarde usados para batizar diversos navios da US Navy, como por exemplo: SS SGT Matej Kocak (T-AK 3005), USS Osborne (DD 295), USNS GYSGT Fred W. Stockham (T-AK 3017), entre outros.

Agraciados com a Medalha de Honra



1ª Guerra Mundial
PVT Frank J. BartC Company, 9th Inf RgtFerne, France, 3 Oct 1918 SGT Louis Cukela66th Company, 5th Marine RgtVillers-Cottertes, France, 18 Jul 1918
HM1 David E. Hayden2nd Bn, 6th Marine RgtThiaucourt, France, 15 Sep 1918 GYSGT Charles F. Hoffman49th Company, 5th Marine RgtChateau-Thierry, France, 6 Jun 1918
PVT John Joseph Kelly78th Company, 6th Marine RgtBlanc Mont, France, 3 Oct 1918 SGT Matej Kocak66th Company, 5th Marine RgtSoissons, France, 18 Jul 1918
LCDR Alexander Gordon Lyle5th Marine RgtFrance, 23 Apr 1918 LTJG Weedon E. Osborne6th Marine RgtBouresche, France, 6 Jun 1918
LT Orlando Henderson Petty5th Marine RgtBelleau, France, 11 Jun 1918 CPL John Henry Pruitt78th Company, 6th Marine RgtBlanc Mont, France, 3 Oct 1918
GYSGT Fred W. Stockham96th Company, 6th Marine RgtBelleau, France, 13-14 Jun 1918 SGT Ludovicus M.M. Van IerselM Company, 9th Inf RgtMouzon, France, 9 Nov 1918
2ª Guerra Mundial
SSG Alvin R. Carey38th Inf RgtPlougastel, France, 23 Aug 1944 PFC Richard Eller CowanM Company, 23rd Inf RgtKrinkelter Wald, Belgium, 17 Dec 1944
T-4th Grade Truman KimbroC Company, 2nd Engineer BnRocherath, Belgium, 19 Dec 1944 SGT Jose M. LopezK Company, 23rd Inf RgtKrinkelt, Belgium, 17 Dec 1944
SGT John J. McVeighH Company, 23rd Inf RgtBrest, France, 29 Aug 1944 PFC William A. SodermanK Company, 9th Inf RgtBelgium, 17 Dec 1944
Guerra da Coréia
SFC Tony K. BurrisL Company, 38th Inf RgtMundung-ni, 8-9 Oct 1951 SFC Junior D. EdwardsE Company, 23rd Inf RgtChangdong-ni, 2 Jan 1951
1LT Lee R. HartellA Battery, 15th Field ArtilleryKobangsan-ni, 27 Aug 1951 1LT Frederick F. HenryF Company, 38th Inf RgtAm-Doug. 1 Sep 1950
SFC Loren R. KaufmanG Company, 9th Inf RgtYongsan, 4-5 Sep 1950 MSG Ernest R. KoumaA Company, 72nd Tank BnAgok, 31 Aug – 1 Sep 1950
CPT Edward C. KrzyzowskiB Company, 9th Inf RgtTondul, 31 Aug- 3 Sep 1951 MSG Hubert L. LeeI Company, 23rd Inf RgtIp-o-ri, 1 Feb 1951
SGT Charles R. LongM Company, 38th Inf RgtHoengsong, 12 Feb 1951 PFC Joseph R. OuelleteH Company, 9th Inf RgtYongsan, 31 Aug – 3 Sep 1950
PFC Herbert K. Pilila’auC Company, 23rd Inf RgtPia-ri, 17 Sep 1951 SGT John A. PittmanC Company, 23rd Inf RgtKujan-dong, 26 Nov 1950
CPL Ronald B. RosserHeavy Mortar Co, 38th Inf RgtPonggilli, 12 Jan 1952 SFC William S. SitmanM Company, 23rd Inf RgtChipyong-ni, 14 Feb 1951
PFC David M. SmithE Company, 9th Inf RgtYongsan, 1 Sep 1950 PFC Luther H. StoryA Company, 9th Inf RgtAgok, 1 Sep 1950
SFC Charles W. Turner2nd Recon CompanyYongsan, 1 Sep 1950 MSG Travis E. WatkinsH Company, 9th Inf RgtYongsan, 1 Sep 1950
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De 5 a 10 de novembro, instrutores e alunos do Curso de Formación de Aviadores da Escuela de Aviación del Ejército “Coronel Arenales Uriburu”, pertencentes ao Ejercito, Armada e a Gendarmeria Nacional, estão realizando vôo de encerramento da instrucao de navegacao aérea compreendendo o trecho de Campo de Mayo – Rosario – Paraná – Reconquista – Resistencia – Posadas – Iguazú.

O material de vôo utilizado inclui três helicópteros Bell UH-1H, pertencentes ao Batallón de Helicópteros de Asalto 601 e ao Escuadrón de Exploración y Ataque 602, e dois aviões Cessna T-41, da Escuela de Aviación del Ejército.

Foto: Christian Villada

 

A Venezuela prossegue suas compras de armas modernas da Rússia e de outros países amigos, para fortalecer suas capacidades de Defesa. Entre 2005 e 2007, a Rússia assinou 12 contratos, no valor de U$ 4,4 bilhões, para o fornecimento de armas à Venezuela, incluindo aviões de combate, helicópteros e fuzis Kalashnikov de assalto.
Em setembro, a Rússia aprovou a venda do sistema de defesa antiaérea TOR M1 (ver vídeo abaixo), mísseis portáteis Igla-S, aviões de transporte Il-76 e aviões Il-78 de reabastecimento, no valor de US$ 1 bilhão. Os dois países também farão exercícios navais conjuntos em novembro de 2008.

 
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