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Líder cubano acusa o presidente americano de apoiar o ‘genocídio’ promovido por Israel contra os palestinos

HAVANA – Em novo artigo, o líder cubano Fidel Castro pediu para que presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, devolva a base naval de Guantánamo para Cuba sem condições. Fidel ainda acusou o novo líder americano de apoiar o “genocídio israelense” contra os palestinos.
Fidel, que nas últimas reflexões, publicadas depois de mais de um mês de silêncio, elogiou Obama por sua honestidade, criticou a nova administração dos EUA por expressar que não devolverá a base de Guantánamo, mesmo que o local não tenha qualquer uso militar para os EUA. “Manter uma base militar em Cuba contra a vontade de nosso povo viola os mais elementares princípios do direito internacional. É uma faculdade do presidente dos Estados Unidos acatar essa norma sem condição alguma. Não respeitá-la constitui um ato de soberba e um abuso de seu imenso poder contra um pequeno país”, acrescenta o artigo publicado no site Cuba Debate (www.cubadebate.cu).
Sobre Cuba, o artigo de Fidel, intitulado “Decifrando o pensamento do novo presidente dos Estados Unidos”, diz que “não é demasiadamente difícil”, já que “o caráter abusivo do poder do império” não mudou. “Após sua posse, Barack Obama declarou que a devolução do território ocupado pela base naval de Guantánamo a seu legítimo dono deveria ser contrabalançada, primeiramente, com o menor comprometimento ou não da capacidade defensiva dos Estados Unidos”, diz o texto do líder cubano. “Não respeitar o desejo de Cuba é um ato de arrogância e abuso de imenso poder contra um pequeno país”.
Obama, segundo Fidel, dizia ainda que, para devolver a base a Cuba, “deveria considerar sob que concessões a parte cubana aceitaria essa solução, o qual equivale à exigência de uma mudança em seu sistema político, um preço contra o qual Cuba lutou durante meio século”. Fidel afirma ainda que o novo presidente americano está oferecendo “adoçantes similares” à Rússia, à China, à Europa, à América Latina e ao resto do mundo.
Cuba alugou por um período indefinido a região de Guantánamo para os EUA em 1903, depois que os americanos ocuparam o país durante a guerra hispano-americana de 1898. Fidel afirma que a base foi instalada ilegalmente no sul da ilha.
O ex-presidente de Cuba ainda acusou o novo chefe de Estado americano de “compartilhar do genocídio contra os palestinos”. Fidel diz que Obama e seu vice, Joe Biden, decidiram “apoiar decididamente a relação entre Estados Unidos e Israel, e consideram que o incontrovertível compromisso no Oriente Médio deve ser a segurança de Israel”.
“Os Estados Unidos nunca se distanciarão de Israel, e seu presidente e vice-presidente ‘acreditam decididamente no direito de Israel a proteger seus cidadãos’”, escreveu Fidel, citando declarações oficiais dos EUA. “É a maneira de compartilhar do genocídio contra os palestinos em que nosso amigo Obama caiu”, conclui o ex-presidente de Cuba, que em seu artigo anterior havia demonstrado certa confiança no novo ocupante da Casa Branca.

FONTE: Estadão/Agências Internacionais

 

Pyongyang acusa Coreia do Sul de levar península para a iminência de uma guerra

SEUL – O regime comunista da Coreia do Norte anunciou nesta sexta-feira, 30, que vai cancelar todos os acordos políticos e militares assinados com a Coreia do Sul, acusando Seul de “intenções hostis”. Segundo um anúncio divulgado pela imprensa estatal norte-coreana, o governo de Seul levou as relações entre os dois países para a “iminência de uma guerra”.
Entre os acordos a serem anulados está um que define a fronteira marítima entre dois países, no Mar Amarelo. Embarcações do sul e do norte já se envolveram em conflitos na região em 2002 e 1999. Pelo menos seis sul-coreanos foram mortos nos incidentes e há registros de dezenas de vítimas do norte.
“Todos os pontos acordados sobre o fim dos confrontos militares e políticos entre o Norte e Seul serão anulados”, afirmou o Comitê para a Reunificação Pacífica da Coreia, órgão de Pyongyang para as relações entre os dois países. O país ainda afirmou que a situação na península coreana chegou a um ponto onde não há meios “nem para melhorar as relações nem para restaurá-las”.
A Coreia do Norte tem lançado ataques retóricos constantes contra o governo do presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, que prometeu interromper o trânsito de ajuda humanitária para o Norte a menos que Pyongyang acabe com seu programa nuclear. A Coreia do Sul e a do Norte continuam tecnicamente em guerra, desde o armistício da Guerra da Coreia, em 1953.
O correspondente da BBC em Seul, John Sudworth, afirma que alguns analistas acreditam que Pyongyang está tentando aumentar as tensões com o país vizinho para ter mais poder negociação com os Estados Unidos. Segundo Sudworth, analistas mais pessimistas acreditam até mesmo na possibilidade de conflitos militares de pequena escala entre os dois países.

FONTE: BBC Brasil

 

O Departamento de Defesa (DoD) dos EUA liberou ontem ao Congresso um relatório detalhando suas competências essenciais e missões, que estabelece um quadro semelhante a cada quatro anos. O relatório Quadrienal 2009 de propósitos e missões também analisa os recentes esforços, a fim de melhorar as operações conjuntas em diversos domínios.
O relatório identifica as missões fundamentais como a defesa do território e a defesa civil; operações de dissuasão; operações de combate; guerra irregular; apoio militar à estabilização, segurança, transição e operações de reconstrução; e a contribuição militar para uma segurança cooperativa. Trata-se de “missões para as quais [o Departamento de Defesa] é exclusivamente responsável, provendo a preponderância de capacidades, conforme estabelecido pela política nacional”, diz o relatório.
O departamento identificou suas competências essenciais como a aplicação da força, comando e controle, consciência situacional do campo de batalha, guerra em redes, construção de parcerias, proteção, logística, apoio de forças, gerenciamento e apoio. Estas competências deverão ser interligadas com as principais missões do Departamento de Defesa, com sua capacidade de desenvolvimento de processos.
O relatório também analisou a evolução da missão nas áreas de guerra irregular, operações no ciberespaço, operações de aeronaves não-tripuladas e sistemas de transporte aéreo dentro do Teatro de Operações.
O relatório concluiu que o Departamento de Defesa tem conseguido “algum êxito” na institucionalização da guerra irregular nos últimos anos. A visão para o futuro do Departamento é o de dotar a força conjunta com as capacidades, doutrina, organização, treinamento, liderança e conceitos operacionais necessários para torná-la tão proficiente em guerra irregular, quanto é em guerra convencional. Para isso, o DoD continua a definir o papel das forças de operações especiais, equilibrando os papéis dos componentes da reserva e da ativa na guerra irregular, e trabalhando com parceiros interagenciais.
O Ciberespaço é um domínio descentralizado que apresenta ao DoD não só enormes desafios, mas também oportunidades, diz o relatório. Registando um progresso significativo na definição de papéis, missões e objetivos no ciberespaço, o relatório assinala que agora existe a capacidade de localizar, marcar e rastrear terroristas no ciberespaço; moldar e defender o ciberespaço; e coordenar missões defensivas e ofensivas no ciberespaço.
No futuro, o DoD quer alcançar a superioridade militar – em porções relevantes do ciberespaço, segundo o relatório. Para isso, o departamento vai desenvolver “uma força profissional no ciberespaço capaz de influenciar e executar operações nesse ambiente com o mesmo rigor e confiança tradicionais do departamento nas operações em outros domínios.” Funcionários do DoD também receberão mais informações e aulas sobre o ciberespaço nos currículos de formação básica e haverá um aumento da capacidade de especialistas de rede.
O departamento também irá desenvolver as capacidades de suas aeronaves não-tripuladas e de poder aéreo dentro do TO. A capacidade aérea deverá estar disponível e ser extremamente reativa para responder às necessidades dos comandantes no terreno, explica o relatório, de modo que o DoD está atribuindo significativa capacidade de transporte aéreo de asa fixa, para a Força Aérea e o Exército, a fim de permitir uma maior flexibilidade nas missões de transporte aéreo.
Para os sistemas de aeronaves não-tripuladas, a visão do DoD é a de integrar estas capacidades, bem como a inteligência, vigilância e reconhecimento, para as Agências de Inteligência. Para alcançar este objetivo, o Departamento vai continuar a prestar orientação e apoio para coordenar a aquisição e o desenvolvimento dessas tecnologias em todos os serviços, em conjunto com agências de apoio e diferentes comandos.

Para baixar o relatório em formato PDF, clicar aqui ou na imagem acima.
 

Dois helicópteros Cougar da Aviação do Exército participarão da entrega de seis reféns pelas Farc

No primeiro movimento da missão de entrega de seis reféns pelas Farc (Forças armadas Revolucionárias da Colômbia), dois helicópteros Cougar do Exército brasileiro partem hoje de Manaus, seguem para São Gabriel da Cachoeira (AM), na região de fronteira, fazem uma parada técnica na região de São Joaquim ou Perari e depois entram em território colombiano.

A previsão é cumprir todas as etapas hoje, mas não há prazo. Também parte hoje para o Brasil, para encontrar as aeronaves, a comitiva da senadora colombiana Piedad Córdoba, que atuará na operação comandada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Segundo ela, as entregas propriamente ditas dos sequestrados começa domingo.

Fonte: Folha de São Paulo Foto: EB – CAvEx

Nota do Blog: apesar de serem duas as aeronaves na missão, não poderíamos deixar passar a oportunidade de divulgar essa bela foto com mais da metade da atual frota de helicópteros Cougar do EB no ar.

 

Um turista neozelandês comprou um MP3 player em uma loja de artigos usados em Oklahoma, Estados Unidos, e descobriu que no aparelho havia 60 arquivos militares americanos, incluindo nomes e telefones de soldados.

Segundo a rede de TV One News, os arquivos continham detalhes pessoais dos soldados americanos, incluindo alguns que serviram no Iraque e no Afeganistão. Um especialista de segurança nacional da Nova Zelândia afirmou que os arquivos não devem ser divulgados, mas que não apresentam grande risco à segurança dos EUA.

Chris Ogle, 29, da cidade de Whangarei, afirmou ter comprado o aparelho por US$ 18 e que só descobriu o conteúdo quando o conectou ao seu computador, de volta à Nova Zelândia.

O conteúdo incluía ainda dados sobre o Seguro Social dos soldados americanos e até mesmo quais soldados mulheres estão grávidas, informou a One News.

Detalhes do equipamento usado no Afeganistão também estavam no MP3 player, em arquivos com nomes como “Bagram”, uma das principais bases militares dos EUA no território afegão. Alguns dos arquivos contém aviso de “acesso proibido pela lei federal”.

A maioria dos arquivos data de 2005 e não devem comprometer a segurança americana, afirmou Peter Cozens, diretor do departamento de Estudos Estratégicos da Universidade de Victoria. Um repórter da rede de TV ligou para alguns dos números de telefone e descobriu que alguns deles ainda estão ativos.

Funcionários do Pentágono disseram à rede de televisão americana CNN que sabem da existência do MP3 player, mas não podem falar até a confirmação da informação.

Histórico

Há dois anos, o Departamento de Assuntos de Veteranos perdeu um laptop com as informações pessoais de milhões de soldados.

No Afeganistão, HDs de computadores com informações militares podem ser encontrados em mercado de rua.

A devolução

O aparelho de MP3 com arquivos do Exército dos Estados Unidos foi entregue a oficiais norte-americanos nesta quarta-feira (28). De acordo com a Associações de Imprensa da Nova Zelândia, funcionários da embaixada dos EUA entraram em contato com Ogle nesta terça-feira (27) e trocaram o aparelho com as informações por um novo, hoje.

Ogle contou que representantes do governo norte-americano perguntaram em quais computadores os arquivos tinham sido abertos e se o neozelandês fez cópias. Entretanto, não informaram o grau de importância dos dados.

Com informações da Folha online/Associated Press/Reuters

 

BRASÍLIA – O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou o bloqueio “provisório e prudencial” de R$ 37,2 bilhões nos gastos livres do poder Executivo no primeiro trimestre. Deixarão de ser executados R$ 22,6 bilhões em custeio e R$ 14,6 bilhões em investimentos.
Com a ação, os gastos discricionários (as despesas sem direcionamento fixo) deste ano, previstos em R$ 148,475 bilhões no Orçamento de 2009, cairão para algo perto de R$ 111,2 bilhões.
Aprovado pelo Congresso em dezembro passado, o orçamento de 2009 já previa cortes de R$ 12 bilhões. De acordo com o texto aprovado pelos congressistas, o valor total da peça orçamentária deste ano é de 1,658 trilhão.
Bernardo explicou que novos ajustes estão previstos para março, quando o governo já terá uma perspectiva sobre a receita do ano. Eventualmente, os cortes poderão ser estendidos aos poderes Legislativo e Judiciário.
“Vamos verificar o andamento da economia no trimestre, rever necessidades de despesas à luz das perspectivas para a arrecadação, e só então faremos os ajustes”, afirmou. “Não queremos nos precipitar porque existem muitas incertezas ainda sobre como será o comportamento da arrecadação e da economia como um todo em 2009.”
O ministro esclareceu ainda que o bloqueio de recursos para investimentos preservou os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Os ministérios que sofreram o maior número de cortes provisórios foram os da Defesa, com R$ 5,6 bilhões do seu orçamento de R$ 11,1 bilhões para custeio e investimentos, e o das Cidades, que perdeu temporariamente R$ 3,8 bilhões dos seus R$ 9,7 bilhões. No caso do Ministério das Cidades, o corte atinge os projetos incluídos no Orçamento por emendas de parlamentares, que deverão ser cancelados para recompor a dotação do PAC.

NOTA DO BLOG: No dia primeiro de dezembro de 2008 publicamos um post do BlogNAVAL intitulado “Plano de Reaparelhamento em xeque?, já prevendo que a depressão econômica mundial iria afetar o orçamento das Forças Armadas. Muitos comentaram na época que estávamos sendo pessimistas.
Como a Defesa nunca foi prioridade no Brasil, sempre que a situação econômica aperta, ela é a primeira a receber cortes.
Isso vem ocorrendo há décadas, só que chegamos no fundo do poço, onde a obsolescência em bloco atinge as três Forças. Desde a década de 1970 que as Forças Armadas não recebem equipamento de combate no estado-da-arte, salvo pequenas exceções. O que tem sido feito na maior parte das vezes, nos últimos 20 anos, é modernizar aqueles equipamentos e adquirir outros de segunda-mão, sobra de outros países. Mas agora, os equipamentos estão no limite de sua vida útil e vai custar caro modernizar as Forças Armadas com novos sistemas, pois praticamente tudo terá de ser trocado, desde fuzis, fragatas, caças etc. O detalhe é que os preços dos sistemas de armas alcançaram patamares absurdos, devido ao avanço tecnológico, que não pára nunca e está cada vez mais concentrado nas mãos de poucos grupos.

 

Abaixo, trechos de reportagem desta segunda-feira, do jornal Valor Econômico, sobre a recuperação da Avibras:

Com a recuperação judicial recém-aprovada, a Avibras, maior empresa de equipamentos de defesa do país, começou a renascer. O dinheiro obtido com o envio do primeiro lote de um novo contrato de exportação permitiu à empresa saldar seu passivo trabalhista, parte das dívidas com fornecedores e ainda abrir uma quantidade de postos de trabalho maior do que fechou em 2008. Agora começa o processo por meio do qual os créditos de órgãos governamentais serão convertidos em participação acionária. A expectativa é que até o fim deste ano o governo passe a ter entre 15% e 25% da companhia. Até lá, o caixa também será reforçado com pelo menos mais quatro contratos de exportação, prestes a serem firmados com as Forças Armadas de países da Ásia, Oriente Médio e América do Sul.

Quando pediu a recuperação judicial em julho passado, a Avibras, uma empresa fundada no início dos anos 60, já não tinha forças para manter a operação nas quatro fábricas na região do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Total de 340 pessoas foram demitidas sem dinheiro. A soma das dívidas com trabalhadores, fornecedores e governo chegou a R$ 641 milhões. Mas um contrato de valor próximo ao total da dívida com um cliente da Ásia que a empresa prefere não citar o nome chegou em boa hora. Foi com esse reforço que a empresa começou a preparar seu plano de recuperação. O primeiro passo foi saldar a dívida trabalhista, de R$ 9 milhões, em quatro parcelas. Boa parte dos empregados que finalmente receberam seus direitos foi novamente chamada para trabalhar no início de novembro e ajudar nas entregas do primeiro lote de exportação de sistemas de lançadores de mísseis. Total de 400 vagas foram abertas há dois meses, o que levou a empresa a ultrapassar a marca dos mil empregos. Agora a empresa se prepara para abrir pelo menos mais 100 postos ainda este mês.

O segundo passo foi honrar a dívida com os pequenos fornecedores. O volume de dinheiro envolvido nessa etapa é muito menor do que a empresa deve aos grandes fornecedores. No entanto, ajuda a Avibras a estar em dia com um grande contingente de empresas, como explica Sami Hassuani, presidente da empresa. Dos R$ 7 milhões de dívidas com fornecedores, R$ 700 mil eram devidos a 460 empresas. Essa parte foi quitada. Os R$ 6,3 milhões restantes precisam ainda ser pagos a um total próximo de 70 grandes empresas. Para essa missão, Hassuani explica que a direção da empresa fez uma verdadeira peregrinação batendo de porta em porta para negociar. O saldo foi favorável: todos aceitaram receber em oito parcelas. O maior credor é o governo. Além de tributos, a Avibras deve dinheiro para o INSS, Banco do Brasil e Finep (financiadora de projetos), entre outros. A proposta de trocar dívidas por ações da empresa surgiu, segundo Hassuani, depois de uma ampla discussão entre quatro Ministérios (Defesa, Desenvolvimento, Fazenda e Relações Exteriores).

Com a aceitação da idéia de ser sócio de uma empresa que pode ser estratégica para a defesa brasileira, governo e Avibrás deram início a um amplo processo por meio do qual as contas da empresa serão minuciosamente auditadas. Com a ajuda de uma auditoria e de uma consultoria serão processados diversos relatórios. Somente no final desse processo é que será definido o tamanho da fatia de participação do governo federal na companhia. A nova estrutura precisa ser aprovada em assembléia de acionistas. O governo será minoritário, mas sua participação é relevante. Já está acertado que a União terá uma “golden share”, que lhe permitirá impedir contratos com os quais não concorde.

O executivo afirma que a situação financeira da companhia começou a ficar ruim pelo próprio contingenciamento de orçamento da União. “O problema é que todas as nossas dívidas estava vinculadas a programas militares que repentinamente sofriam contingenciamento”, afirma. “Pegávamos o dinheiro e investíamos em programas que não raras vezes avançavam não mais do que 15%.” Segundo Hassuani, entre 1987 e 1988, o faturamento anual chegou aos US$ 500 milhões. No ano passado, a receita ficou em R$ 103 milhões e, em 2007, R$ 55 milhões.

Para Hassuani, o que persegue a empresa há pelo menos 15 anos é a falta de crédito. “Temos as fábricas, o conhecimento e as máquinas para produzir sem investir”, afirma. Segundo ele, a Avibras consegue faturar pelo menos meio bilhão de reais por ano apenas colocando gente. “Com o que já temos poderíamos ir a 3 mil ou até 4 mil funcionários”, diz. Hassuani explica que a empresa está negociando 13 novos contratos de exportação. Desses, quatro estão bem adiantados e podem ser assinados ainda neste ano. Além das perspectivas de receita nova vindo do exterior, Para ele, uma vez saneada, a Avibras passará a ter crédito e, assim, colocar a casa em ordem.

Fonte: Valor Econômico, via sinopse da MB Fotos: Avibras

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A Boeing Company demonstrou que um sistema laser montado num veículo de combate Avenger pode abater veículos aéreos não-tripulados (UAV), que ameaçam cada vez mais as forças terrestres no campo de batalha.
Durante testes no mês passado no White Sands Missile Range, o laser do Avenger atingiu os seus principais objetivos de teste usando um avançado sistema de seleção para adquirir e rastrear três pequenos UAVs voando contra um fundo complexo de montanhas e deserto. O sistema laser também abateu um dos UAV numa distância considerável. Estes ensaios marcam a primeira vez que um veículo de combate utilizou um laser para abater um UAV.

 

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, confirmou neste domingo que o Exército Brasileiro está em entendimentos com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha para participar da libertação de seis reféns das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), anunciada em dezembro.

“O Brasil prestará auxílio à Cruz Vermelha Internacional, que é quem está gerenciando esse projeto. Nós já colocamos o Exército Brasileiro ao auxílio disso tudo, aos entendimentos necessários para que a o Brasil possa colaborar”, afirmou o ministro.

Segundo Jobim, a data da operação não será anunciada, por motivos de segurança. “Vocês só ficarão sabendo depois das operações terem sido realizadas.”

O Brasil deve participar com o envio de helicópteros e pilotos. Vários países foram consultados pela Cruz Vermelha, e o Brasil foi escolhido por sua proximidade geográfica e pelas facilidades logísticas. A participação também foi aprovada pelo governo da Colômbia.

Serão soltos um soldado, três policiais, o ex-governador do departamento de Meta Alan Jara, capturado em 2001, e o ex-deputado Sigifredo López. Se concretizada a soltura dos seis reféns, as Farc terão ainda em seu poder 22 militares “trocáveis” por rebeldes, e mais centenas de reféns civis.

Projeto Rondon

O ministro da Defesa participou hoje da cerimônia de abertura da operação Centro-Norte do Projeto Rondon, em Brasília. Ao todo, quase 1.000 estudantes e professores universitários participarão de projetos vinculados a cidadania, bem-estar, desenvolvimento local sustentável e gestão pública.

Neste ano, as operações do Projeto Rondon terão a participação de 2.000 pessoas, selecionadas de um total de 11 mil inscritos. Para 2010, o governo quer ampliar esse número para pelo menos 3.000 voluntários.

“Seria uma ampliação em 40%, para 3.000 pessoas. Tudo depende da infraestrutura do ministério e da disposição que possam ter os municípios em participar dessa integração”, afirmou Jobim.

FONTE: Folha online

 

PQD

O Blog Forte recomenda aos nossos leitores o filme PQD, dirigido por Guilherme Coelho, que está nas locadoras. O filme mostra o que acontece, durante um ano, com um grupo de jovens que ingressam no curso para o 25º Batalhão de Infantaria do Exército, no Rio de Janeiro. É o curso que dá passaporte para a Brigada Pára-quedista. O documentário fala sobre estar no Exército, sem focar a instituição em si. É um olhar sobre a vida de jovens de 18 anos, pela primeira vez longe de casa, tendo que se adaptar a uma instituição ordeira, num país em que muitos desprezam instituições e a  ordem. É interessante como o filme sabe explorar a experiência do primeiro salto para esses jovens. Há um trato até certo ponto simbólico. A maior parte deles nunca havia voado de avião. E já na primeira vez que o fazem, é para dar o salto. É algo de grandioso!
Um outro ponto importante de PQD, é que ele ressalta um pedaço do País que está no esquecimento.

“Enquanto houver no céu, a silhueta de um Pára-quedista, haverá sempre esperança de vitória”

Canção do Pára-quedista

“Cumprindo no espaço a missão dos condores
Valente e audaz não vacila um instante
Nas asas de prata ao roncar dos motores
Vai a sentinela da pátria distante

Chegado o momento descendo dos céus
Num salto gigante surgindo do anil
Vai ele planando no templo de Deus
Lutar em defesa do nosso Brasil

Paraquedista!
Guerreiro alado vai cumprir sua missão
Num salto audaz
Vai conquistar do inimigo a posição

Paraquedista!
No entrechoque das nações sempre serás
O eterno herói
Que no avanço da luta ninguém deterá”

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Preso capitão que denunciou transferência de militares

O capitão Luis Fernando Ribeiro de Sousa, que em entrevista à Folha em dezembro denunciou manobra do Exército de transferir militares que concorreram nas eleições municipais, foi detido pelo comando da unidade em que trabalha, em General Câmara (RS).

Segundo o advogado de Sousa, Vilmar Quizzeppi, a defesa não teve acesso às razões da detenção, publicadas em um boletim reservado. Desde a entrevista, em 28 de dezembro, o capitão havia sido vítima de quatro procedimentos de punição disciplinar.

Sousa participa de um movimento que pretende eleger representantes que ajudem a tornar as Forças Armadas “mais democráticas”. Entre as demandas, estão mudanças no regimento disciplinar, para que sejam compatíveis com a Constituição de 1988.

Quizzeppi disse ontem que vai entrar com pedido de habeas corpus, dificultado, segundo ele, pela falta da nota de punição e do boletim em que ela foi publicada -não informados pelo Exército à defesa, segundo o advogado. Ele afirmou que seu cliente foi informado verbalmente que a punição tem a duração de 15 dias.

Transferências

O advogado, que atua em defesa de diversos militares, afirmou que é comum o Exército não cumprir a norma de entregar a nota de punição. “É uma ação intencional, que dificulta muito a defesa”, disse.
Quizzeppi representa parte dos militares transferidos depois de terem concorrido a cargos eletivos em outubro. Ele diz que já conseguiu reverter uma das transferências depois de entrar com ação na Justiça.

Transferido para Lages (SC) depois de concorrer a vereador em União da Vitória (PR), o sargento Haroldo Alves de Lima espera há 40 dias por um recurso para permanecer na cidade. Mais do que se manter perto dos votos, ele alega estar no último ano do curso de direito.

O procurador militar aposentado João Rodrigues Arruda, autor do livro “O Uso Político das Forças Armadas” e coordenador do Centro de Estudos de Direito Militar, afirma que é um direito dos militares questionar detenções e transferências. Ele confirma que há uma ausência do direito de defesa na disciplina militar. “As autoridades [militares] têm inabilidade em tratar do assunto”.

Arruda acha que entrevistas com ataques à corporação não são uma boa forma de mudar as Forças Armadas. “Causam uma reação contrária muito forte”.

Mesmo assim, o procurador não concorda com o argumento de que militares optam pela carreira sabendo das restrições disciplinares. “O fato de a pessoa saber que vai levar chibatada não legitima a chibata”, diz.

Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, o Estatuto dos Militares (lei de 1980) estabelece o que é considerado transgressão disciplinar por parte de integrantes da ativa. Entre elas estão se manifestar, sem autorização, sobre assuntos político-partidários, provocar discussão na imprensa sobre temas políticos ou militares e publicação de fatos militares que causem desprestígio às Forças Armadas.
“Ao ingressar nas Forças Armadas, o militar tem de obedecer a normas disciplinares e a estritos princípios hierárquicos, que condicionam toda a sua vida pessoal e profissional”, diz nota do Exército, afirmando ainda que age com “impessoalidade” e segue “rigorosamente os instrumentos legais”.

Regras são detalhadas nos EUA

Nos EUA, diretrizes detalhadas do Departamento de Defesa dos EUA definem a participação de militares da ativa nas vidas pública e política. Sem autorização, não podem concorrer a cargos eletivos nem aceitar indicações a cargos públicos. As proibições incluem falar em comícios, defender ou atacar candidatos na mídia e até pôr banners em suas casas ou carros. Há limitações até para militares da reserva.

FONTE: Folha de São Paulo

 

Presidente norte-americano decreta fim de Guantánamo em um ano e assina medidas que proíbem a tortura e os maus-tratos nos interrogatórios e detenções

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira, 22, em seu segundo dia de governo, um decreto que estabelece o fechamento da prisão de Guantánamo em um ano. O novo chefe de Estado também assinou outras duas ordens executivas que proíbem a tortura e os maus-tratos nos interrogatórios e o encarceramento de presos. Criada durante o governo George W. Bush em 2002, Guantánamo, localizada em uma base naval em Cuba, era usada para prender suspeitos de terrorismo do mundo todo sem uma acusação formal. O presidente afirmou que com estas ordens “os Estados Unidos têm como intenção prosseguir a luta atual contra o terrorismo de maneira vigilante, efetiva e de acordo com seus valores e seus ideais”. “Estamos decididos a vencer esta luta, e vencê-la em nossos termos”, explicou.

O fechamento da prisão militar, muito criticada por denúncias de tortura de presos, era uma das principais promessas de campanha de Obama. Segundo o jornal The New York Times, a medida executiva deve enviar ainda ordens diretas para que a Agência Central de Inteligência (CIA) feche todas as prisões secretas dos EUA. A ação, um dos primeiros passos para desmontar as políticas prisionais de Bush, deve reescrever as leis americanas para prisão de suspeitos de terrorismo. Ela pede a revisão imediata dos processos dos 248 presos mantidos na base naval em Cuba, e determinará se eles serão transferidos, libertados ou julgados.

Um rascunho da ordem de Obama foi obtido na quarta-feira pela agência de notícias Associated Press, e tratava das questões levantadas pelas detenções na prisão militar. O texto dizia que o fechamento de Guantánamo “aumentaria a segurança nacional e os interesses da polícia externa dos Estados Unidos e da justiça.” Na quarta-feira, após uma solicitação de Obama, juízes responsáveis por julgamentos militares na base confirmaram a suspensão por 120 dias das audiências dos processos contra seis réus mantidos na prisão – cinco deles acusados de envolvimento nos atentados de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos. Segundo a BBC, os processos legais no campo de prisioneiros têm sido muito criticados porque os militares americanos estariam atuando ao mesmo tempo como carcereiros, juízes e jurados.

Considerada um símbolo de abuso dos direitos humanos, a prisão de Guantánamo desgastou a imagem dos EUA no mundo. A principal crítica aos julgamentos das comissões militares para os presos de Guantánamo era a possibilidade de serem aceitas provas ou confissões obtidas por coerção, por meio dos chamados “métodos aprimorados de interrogatório”, considerados tortura por muitos e defendido pelo governo Bush.

Destino dos presos

Após o fechamento da prisão, o novo governo deverá decidir para onde os presos serão mandados. Na quarta-feira, a Suíça anunciou que considerava receber esses detentos se isso ajudasse no fechamento de Guantánamo. Em nota, o governo suíço disse que a detenção de pessoas em Guantánamo está em conflito com as leis internacionais e que os suíços estão prontos para contribuir com a solução do problema no local. O porta-voz do Conselho Federal (Executivo), Oswald Sigg, deixou claro, no entanto, que as decisões de acolher ou não cada detido serão tomadas após análises “detalhadas e minuciosas” de cada caso.

Também na quarta-feira, o comissário de Justiça da União Europeia (UE), Jacques Barrot, elogiou as ações de Obama para o fim da prisão. “Eu estou feliz com o fato de que um dos primeiros atos do presidente Obama foi virar a página neste triste episódio da prisão de Guantánamo”, disse Barrot em comunicado. “Para mim é um símbolo muito forte. Em um Estado legítimo todos devem ter o direito à defesa”, acrescentou. O comissário da UE apontou que agora os prisioneiros de Guantánamo devem ter direito a todos os procedimentos legais, para que se saiba a verdade sobre suas ações. Para Barrot, lutar contra o terrorismo “deve ser uma prioridade para os Estados Unidos e a Europa, mas com total respeito aos direitos humanos.” Ainda nesta quinta-feira, Obama deve visitar o Departamento de Estado, para se encontrar com a nova chefe do departamento, Hillary Clinton, e seus principais conselheiros de segurança nacional.

Fontes e fotos: Estadão e AP

 

Mesmo sendo um país neutro desde a 2º Guerra Mundial, a Áustria desdobra pequenos contingentes no exterior, em especial no apoio a missões de paz. A necessidade de possuir viaturas táticas resistentes a explosões de minas e dispositivos explosivos improvisados chegou ao topo da lista de prioridades do seu Exército.

Foi assinado um contrato de 104 milhões de Euros para a compra de 104 “jeeps” Iveco LMV (Veiculo Leve Multipropósito), conhecido também nas forças armadas britânicas como Panther e na Espanha como Lince.

São muito semelhantes aos Hummves americanos, no tamanho e no numero de ocupantes, mas o seu custo unitário maior é reflexo de uma serie de diferenças fundamentais de projeto para uma maior proteção contra explosões e disparos de armas leves. Podem ser equipados com uma torreta de vigilância ou com uma arma acionada por controle remoto, mas a Áustria ainda não decidiu qual configuração ira usar.

Cerca de 1.500 “jeeps” desse modelo já foram encomendados pelas forças armadas da Itália, Áustria, Bélgica, Grã-Bretanha, Noruega e Espanha. As primeiras unidades devem ser entregues ao Osterrichs Bundesheer ainda em 2009, e deverão estar operacionais em 2010.

E o EB, como fica?
Não poderíamos pegar uma carona no projeto do Urutu III com a IVECO e aproveitar para fabricar o LMV sob licença no Brasil?

Poderíamos equipar com o LMV as unidades de choque, como a Brigada de Cavalaria Blindada, as Brigadas de Cavalaria Mecanizada e de Infantaria Blindada e os Regimentos e Esquadrões de Cavalaria das outras Brigadas. O Marruá poderia ser padronizado como viatura de emprego geral para todo o Exército e o Gaúcho ficaria para ser usado nas Brigadas de Operações Especiais, Pára-quedista e de Infantaria Leve (Aeromovel).

 

Nesta terça-feira, 20 de janeiro, a versão de lançamento terrestre do míssil cruise supersônico BrahMos teria sido testada com sucesso pelo Exército Indiano, conforme informaram os sites Defense News e Indiaserver. O campo de testes de onde o míssil foi lançado por volta das 10h20 (hora local), localiza-se próximo a Pokhran, no deserto que faz fronteira com o Paquistão. O Exército Indiano está constituindo três baterias equipadas com o armamento, cada uma composta por quatro veículos lançadores Tatra 12×12. Recentemente, foi testada pela Marinha Indiana, pela primeira vez, a versão VLS do míssil a partir de um navio em movimento, o destróier INS Ranvir Antes,o míssil havia sido lançado por outro navio da classe, o INS Rajput em um lançador instalado em ângulo.

Segundo o jornal Times of India, contudo, o lançamento teria sido um completo fracasso, conforme  informações colhidas ao longo do dia junto a oficiais de alta patente do exército, por não atingir os parâmetros estabelecidos para o teste. Oficialmente, o Exército Indiano nega as informações do jornal. A notícia do fracasso do míssil seria literalmente uma “bomba” num momento em que, segundo o Times of India, o Exército do Paquistão estaria próximo a introduzir em grandes números o novo míssil de cruzeiro de ataque terrestre Babur, desenvolvido em conjunto com a China, com alcance de 500 quilômetros.

Quanto ao BrahMos terrestre, em uma coisa as fontes citadas acima concordam: ele pode carregar uma ogiva nuclear e atinge velocidade de Mach 2,8 e alcance de 293 quilômetros. Um oficial do Exército Indiano destacou que o míssil pode ser preparado para disparo em apenas dois minutos, para o que contribuiria o fato de utilizar sensores térmicos para guiagem final. A Índia já opera mísseis com capacidade nuclear que vão do Prithvi, de 150 quilômetros de alcance, passando pelo Agni I que alcança até 800 km até o míssil balístico Agni-II.

 

Poder Naval fora do ar

Um problema no nosso provedor Locaweb deixou o Poder Naval Online e o BlogNAVAL fora do ar. A informação que nos foi passada é que houve um problema no servidor e o serviço será normalizado a partir das 23:30h de hoje.

 

Observar a quantidade de SAM, caças, carros de combate e mísseis Exocet

Fornecedor Designação da arma Descrição
Ano da entrega
Quantidade
Austria GHN-45 155mm Towed Gun 1983 200
Brazil EMB-312 Tucano Trainer aircraft 1985-1988 80
Brazil Astros II MLRS Multiple rocket launcher 1984-1988 67
Brazil EE-11 Urutu APC 1983-1984 350
Brazil EE-3 Jararaca Recon vehicle 1984-1985 280
Brazil EE-9 Cascavel Armoured car 1980-1989 1026
Brazil Astros AV-UCF Fire control radar 1984-1988 13
Canada PT-6 Turboprop 1980-1990 152
China Xian H-6 Bomber aircraft 1988 4
China F-6 Fighter aircraft 1982-1983 40
China F-7A Fighter aircraft 1983-1987 80
China Type-63 107mm Multiple rocket launcher 1984-1988 100
China Type-83 152mm Towed gun 1988-1989 50
China W-653/Type-653 ARV 1986-1987 25
China WZ-120/Type-59 Tank 1982-1987 1000
China WZ-121/Type 69 Tank 1983-1987 1500
China YW-531/Type-63 APC 1982-1988 650
China CEIEC-408C Air surv radar 1986-1988 5
China HN-5A Portable SAM 1986-1987 1000
China HY-2/SY1A/CSS-N-2 Anti-ship missile 1987-1988 200
Czechoslovakia L-39Z Albatross Trainer/combat aircraft 1976-1985 59
Czechoslovakia BMP-1 Infantry fighting vehicle 1981-1987 750
Czechoslovakia BMP-2 Infantry fighting vehicle 1987-1989 250
Czechoslovakia OT-64C APC 1981 200
Czechoslovakia T-55 Tank 1982-1985 400
Denmark Al Zahraa Landing ship 1983 3
East Germany T-55 Tank 1981 50
Egypt D-30 122mm Towed gun 1985-1989 210
Egypt M-46 130mm Towed gun 1981-1983 96
Egypt RL-21 122mm Multiple rocket launcher 1987-1989 300
Egypt T-55 Tank 1981-1983 300
Egypt Walid APC 1980 100
France Mirage F-1C Fighter aircraft 1982-1990 72
France Mirage F-1E FGA aircraft 1980-1982 36
France SA-312H Super Frelon Helicopter 1981 6
France SA-330 Puma Helicopter 1980-1981 20
France SA-342K/L Gazelle Light helicopter 1980-1988 38
France Super Etendard FGA aircraft 1983 5
France AMX-GCT/AU-F1 Self-propelled gun 1983-1985 85
France AMX-10P Infantry fighting vehicle 1981-1982 100
France AMX-30D ARV 1981 5
France ERC-90 Armoured car 1980-1984 200
France M-3 VTT APC 1983-1984 115
France VCR-TH Tank destroyer 1979-1981 100
France Rasit Ground surv radar 1985 2
France Roland Mobile SAM system 1982-1985 113
France TRS-2100 Tiger Air surv radar 1988 1
France TRS-2105/6 Tiger-G Air surv radar 1986-1989 5
France TRS-2230/15 Tiger Air surv radar 1984-1985 6
France Volex Air surv radar 1981-1983 5
France AM-39 Exocet Anti-ship missile 1979-1988 352
France ARMAT Anti-radar missile 1986-1990 450
France AS-30L ASM 1986-1990 240
France HOT Anti-tank missile 1981-1982 1000
France R-550 Magic-1 SRAAM 1981-1985 534
France Roland-2 SAM 1981-1990 2260
France Super 530F BVRAAM 1981-1985 300
West Germany BK-117 Helicopter 1984-1989 22
West Germany Bo-105C Light Helicopter 1979-1982 20
West Germany Bo-105L Light Helicopter 1988 6
Hungary PSZH-D-994 APC 1981 300
Italy A-109 Hirundo Light Helicopter 1982 2
Italy S-61 Helicopter 1982 6
Italy Stromboli class Support ship 1981 1
Jordan S-76 Spirit Helicopter 1985 2
Poland Mi-2/Hoplite Helicopter 1984-1985 15
Poland MT-LB APC 1983-1990 750
Poland T-55 Tank 1981-1982 400
Poland T-72M1 Tank 1982-1990 500
Romania T-55 Tank 1982-1984 150
Yugoslavia M-87 Orkan 262mm Multiple rocket launcher 1988 2
South Africa G-5 155mm Towed gun 1985-1988 200
Switzerland PC-7 Turbo trainer Trainer aircraft 1980-1983 52
Switzerland PC-9 Trainer aircraft 1987-1990 20
Switzerland Roland APC/IFV 1981 100
United Kingdom Chieftain/ARV ARV 1982 29
United Kingdom Cymbeline Arty locating radar 1986-1988 10
United States Bell 214ST Helicopter 1987-1988 31
United States Hughes-300/TH-55 Light Helicopter 1984 30
United States MD-500MD Defender Light Military Helicopter 1983 30
United States MD-530F Light Helicopter 1985-1986 26
Soviet Union Il-76M/Candid-B Strategic airlifter 1978-1984 33
Soviet Union Mi-24D/Mi-25/Hind-D Attack helicopter 1978-1984 12
Soviet Union Mi-8/Mi-17/Hip-H Transport helicopter 1986-1987 37
Soviet Union Mi-8TV/Hip-F Transport helicopter 1984 30
Soviet Union Mig-21bis/Fishbed-N Fighter aircraft 1983-1984 61
Soviet Union Mig-23BN/Flogger-H FGA aircraft 1984-1985 50
Soviet Union Mig-25P/Foxbat-A Interceptor aircraft 1980-1985 55
Soviet Union Mig-25RB/Foxbat-B Recon aircraft 1982 8
Soviet Union Mig-29/Fulcrum-A Fighter aircraft 1986-1989 41
Soviet Union Su-22/Fitter-H/J/K FGA aircraft 1986-1987 61
Soviet Union Su-25/Frogfoot-A Ground attack aircraft 1986-1987 84
Soviet Union 2A36 152mm Towed gun 1986-1988 180
Soviet Union 2S1 122mm Self-Propelled Howitzer 1980-1989 150
Soviet Union 2S3 152mm Self-propelled gun 1980-1989 150
Soviet Union 2S4 240mm Self-propelled mortar 1983 10
Soviet Union 9P117/SS-1 Scud TEL SSM launcher 1983-1984 10
Soviet Union BM-21 Grad 122mm Multiple rocket launcher 1983-1988 560
Soviet Union D-30 122mm Towed gun 1982-1988 576
Soviet Union M-240 240mm Mortar 1981 25
Soviet Union M-46 130mm Towed Gun 1982-1987 576
Soviet Union 9K35 Strela-10/SA-13 AAV(M) 1985 30
Soviet Union BMD-1 IFV 1981 10
Soviet Union PT-76 Light tank 1984 200
Soviet Union SA-9/9P31 AAV(M) 1982-1985 160
Soviet Union Long Track Air surv radar 1980-1984 10
Soviet Union SA-8b/9K33M Osa AK Mobile SAM system 1982-1985 50
Soviet Union Thin Skin Air surv radar 1980-1984 5
Soviet Union 9M111/AT-4 Spigot Anti-tank missile 1986-1989 3000
Soviet Union 9M37/SA-13 Gopher SAM 1985-1986 960
Soviet Union KSR-5/AS-6 Kingfish Anti-ship missile 1984 36
Soviet Union Kh-28/AS-9 Kyle Anti-radar missile 1983-1988 250
Soviet Union R-13S/AA2S Atoll SRAAM 1984-1987 1080
Soviet Union R-17/SS-1c Scud-B SSM 1982-1988 840
Soviet Union R-27/AA-10 Alamo BVRAAM 1986-1989 246
Soviet Union R-40R/AA-6 Acrid BVRAAM 1980-1985 660
Soviet Union R-60/AA-8 Aphid SRAAM 1986-1989 582
Soviet Union SA-8b Gecko/9M33M SAM 1982-1985 1290
Soviet Union SA-9 Gaskin/9M31 SAM 1982-1985 1920
Soviet Union Strela-3/SA-14 Gremlin Portable SAM 1987-1988 500

FONTE: Wikipedia

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The Fog of War

Sob a Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara é um documentário dirigido por Errol Morris lançado em dezembro de 2003. O filme inclui trilha sonora original de Philip Glass e ganhou o Oscar de melhor documentário. A expressão “névoa da guerra”, popularizada por Carl von Clausewitz no seu livro Da Guerra (1832), indica a nuvem de incerteza que recobre um campo de batalha assim que a luta tem início.

O filme mostra a vida de Robert McNamara, secretário de defesa dos Estados Unidos de 1961 a 1968, através de imagens de arquivo, gravações da Casa Branca e, em primazia, uma entrevista com McNamara aos 85 anos de idade. A entrevista trata dos trabalhos de McNamara como um dos Whiz Kids durante a Segunda Guerra Mundial e como presidente da Ford, e do seu envolvimento na Guerra do Vietnam enquanto foi secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Lyndon Johnson.

Durante uma aparição em 2004 na UC Berkeley, Morris disse que se inspirou para criar o filme após ler o livro de 2001 escrito por McNamara (com James G. Blight), Wilson’s Ghost: Reducing the Risk of Conflict, Killing, and Catastrophe in the 21st Century. O webcast completo pode ser visto em UC Berkeley News.

O conceito de formular o filme em “11 lições” se originou do livro de 1996 de McNamara In Retrospect: The Tragedy and Lessons of Vietnam. Morris criou o filme através de lições das várias regras que McNamara se utiliza durante sua entrevista (Morris entrevistou McNamara por mais de 20 horas). As lições proporcionam uma estrutura a Sob a névoa da guerra, no entanto, essas lições não foram explicitamente criadas por McNamara (como anteriormente citado, durante o evento na UC Berkeley, McNamara declarou que não concordava com todas os aspectos das interpretações de Morris). Após a conclusão do filme, McNamara respondeu a Morris complementando as 11 lições do filme com mais 10 lições feitas por ele próprio. As lições estão inclusas no DVD.

Durante o evento em Berkeley, McNamara foi convidado a aplicar suas lições originais(do seu livro de 1996) para a Invasão do Iraque, e ele se recusou, argumentando que ex-Secretários de Defesa não deveriam comentar a política dos atuais Secretários de Defesa. McNamara sugeriu que outra pessoa aplicasse as suas lições ao Iraque se assim desejavam, mas que ele próprio não faria isso explicitamente, e comentou que suas lições eram muito generalizantes para qualquer conflito militar em especial (e ele havia as escrito algum tempo antes da guerra do Iraque).

As 11 lições do filme

1. Sinta empatia pelo inimigo.
2. Racionalidade não irá nos salvar.
3. Existe algo superior a uma pessoa.
4. Maximize a eficiência.
5. Proporcionalidade deve ser uma meta da guerra.
6. Consiga a informação.
7. Acreditar e ver, os dois podem falhar.
8. Esteja preparado para reanalizar seu pensamento.
9. Para fazer o bem, você pode ter que fazer o mal.
10. Nunca diga nunca..
11. Você não pode mudar a natureza humana.

NOTA DO BLOG: O documentário é OBRIGATÓRIO para todos os estudiosos de assuntos militares. Se você ainda não assistiu, alugue esta semana mesmo na sua locadora. Quem já assistiu, por favor, deixe um comentário com suas impressões. Abaixo, dois trechos do filme.

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Iraque com M-1 Abrams?

No final de julho de 2008, a US Defense Security Agency tornou publico o interesse formal do Iraque em adquirir Carros de Combate do modelo M-1 Abrams, assim como veículos associados, peças de reposição, serviços de manutenção e logística. Provavelmente esses CC serão de construção nova e não transferidos dos estaques americanos. Com essa compra o Iraque será o quarto operador do modelo na região, junto com o Egito (M-1A1), Kuwait (M-1A2) e Arábia Saudita (M-1A2 SEP). O modelo ser adquirido, em um numero de 280 veículos, deve ser o M-1A1M, que deve ser um M-1A1 com algumas características da versão A2 e A2SEP.

 
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