O Exército Israelense ainda usa o M-16 e suas variantes na linha de frente???????????????????
Imaginava, que pelo menos na frente de combate, o fuzil padrão fosse o Tavor, tipo bullpup, com o carregador na coronha.
Outra coisa (esta me preoculpa muito, devido a alta densidade demográfica da Faixa de Gaza) é o uso dos M-109, como mostra as fotos. Não sei se o local dos impactos das granadas oriundas desses veículos são cidades ou áreas ao entorno. Tomara que seja a segunda opção, pois se cairem em área urbana, muito provavelmente serão civis quem pagarão o pato. Ou melhor, já pagaram.
Infelizmente Guerra é Guerra e inocentes civis sempre sofrem as maiores baixas. Não quando o povo desta região irá começar a pensar que do lado destes grupos fundamentalistas não dá pra ficar (Hesbollah, Fatah, Hamas, etc.). O que ganharam até hoje com todas estas escaramuças?
Pergunta:
1- o Tavor TAR-21 está sendo utilizado na frente de batalha, pois o vi em na quinta foto ao lado dos obuses do M109, mas porque a carabina M4 ainda está no jogo? seu alcance de tiro é muito limitado não?
2- Para que serve aquele estilo de boina utilizado pelos soldados Israelenses? Além da camuflagem, pode desviar algum tiro de snipers?
3- Porque diferente dos soldados US Army os israelenses utilizam joelheira somente no joelho direito?
Notem os radios comunicadores individuais.
Com certeza Vassily o fogo de artilharia nao esta sendo utilizado a esmo. Tbm vi hoje uma noticia interessante que dos mortos cerca de 300 eram do aparato de seguranca do Hamas e cerca de outros 75 eram membros das Fatahs acusados por Hamas de colaborar com Israel e executados pelo Hamas.
O tavor ainda nao foi adotado por todas as unidades e minha opiniao pessoal e de que nao sou fa de fuzis bullpups.
Mais uma vez a família M-16/M-4 em combate, apesar de alguns TAVOR já substituindo. Porque muitos amigos criticam tanto aquele fuzil? Será que o CFN e as FE Brasileiras usariam uma arma tão problemática como alguns fazem parecer? Será que mais operacionais como os de Israel e EUA já não teriaam sido desbaratados?
Vassily, pelas fotos que já vi, as unidades de infantaria já foram dotadas com o fuzil TAR-21.
Os artilheiros desse obuseiro auto-propulsado não deviam estar no alto da lista de reequipagem. Certamente não são prioridade. Sem falar que são muito mais baratos.
É…muitos exércitos poderiam atentar mais para a parte logística. Modernizada, até pequenas tarefas, como as cumpridas pelas “casinhas”, acho que ajudariam na comodidade da tropa e no MORAL!!
Eu ia perguntar a mesma coisa que Vassily . Acho que por ser uma arma nova, ela nao pôde ser entregue para todos os batalhos.
Marine eu, ao contrario de voce, sou fã de carteirinha dos fuzis bullpup. Acho que por terem um comprimento menor, eles sao perfeitos para os conflitos de hoje, que quase exclusivamente acontecem nas cidades. É bem mais facil entrar em uma casa com um bullpup que mede 70 cm do que com um FAL que tem 1 metro!
Realmente, do nº total de baixas, pelo que passa nos jornalismos brasileiros, cerca de 300 são do HAMAS. E essa informação é confirmada pelos próprios.
Tb sabia que o HAMAS e o FATAH estavam se atritando ja faziam alguns meses, inclusive com escaramuças armadas entre eles, mas não sabia que estavam executado-os dessa forma, nem dessa possível ligação do FATAH com Israel. Quem sabe, ambos, tanto o H, como o F, são políticos, tudo é possível.
abraços
Voluntario da Patria,
Não falei mal da família M-16, de forma alguma. Acho a decisão do CFN de usar esse equipamento acertada.
abraços.
Amirante Makarov,
Pelo modelo da coronha (rebatível) só pode ser a Carabina M-4. Mas é tudo a mesma família. Só faltou o lançador de granadas M-203.
Mas o Marine poderia explicar melhor, pois ele vive no dia-a-dia com esses modelos, e não é no computador, é nas mãos mesmo, se possível, abatendo insurgentes sunitas pelas ruas de Nassiria, Fallujah, Tikrit, Bagdá, Sammarra, e outras cidades iraquiana da vida.
Outra informação que li é que entre os 300 mortos inicialmente, uma boa parte, eram membros de uma turma de jovens policiais recém formados na academia, estavam em sua formatura, daí a explicação de tantos mortos ao mesmo tempo. Eles eram sim ligados ao Hamas, afinal todo funcionário público de lá o é, uma vez que representantes do Hamas foram eleitos como governo, de forma democrática.
Mas não eram combatentes e muito menos terroristas, eram meros policiais e guardas de trânsito. O termo “aparato de segurança do Hamas” deve ter sido utilizado no sentido de ligá-los indevidamente aos guerrilheiros, a estratégia de marketing internacional criada por Israel para defender suas operações foi gigantesca.
Torço fortemente para que o conflito regrida e que o povo da Faixa de Gaza consiga se livrar, através do voto, desses delinqüentes do Hamas que só trouxeram destruição para o seu próprio povo. Por outro lado torço que Israel pare de praticar esse “terrorismo de Estado” que tem praticado, transformando Gaza em um gigantesco campo de concentração, bombardeando áreas civis com força desproporcional a agrassão sofrida, e usando a imprensa para se fazer de vítima perante a opinião pública.
remuniciamento demorado; dentro das cidades, o problema se agrava mais ainda, pois o inimigo pode estar do outro lado da parede, a 3 ou 4 metros de vc.
Sim em teoria os bullpups sao excelentes ainda mais comparados com um antigao FAL com 1,14m de comprimento. A minha comparacao e mais com um M4, M468, G36K, SCAR e tal, enfim carabinas modernas que sao quase tao curtas que um bullpup.
Na pratica os bullpups ergonimicamente nao facilitam recarregamento rapido em situacoes CQB. Tanto que se vc reparar nenhuma unidade Contra-Terrorismo das maiores potencias utilizam Bullpup e els sao os especialistas em CQB – Delta, DEVGRU, SAS, KSK nao as utilizam.
Vassily,
Nas fotos eles sao todos M4s e eu mesmo nao tenho nada a reclamar dessa familia, serve o seu proposito e muito bem. Alguns nessa foto tinham ate as miras holograficas israelenses.
O M4 tem cano de 16 polegadas, nao sei o comprimento do cano do Tavor de cabeca, pesquise na net mas nao deve ser muito diferente.
Mas pra te falar a verdade nem sempre e assim, precisao tem haver com muitas coisas e nao so o comprimento do cano. E no final das contas o fuzil e apenas uma ferramenta a arma e o soldado!
Nos em Fallujah usamos burlap de tenda para quebrar a silhueta que o capacete causa pois nao existe na natureza nada tao perfeitamente redondo como um capacete.
Entao seguindo essa tatica, isso deles me parece ter o mesmo proposito e tbm servir como rede anti-mosquito ou uma mascara para camuflagem tambem.
Eu estava vendo aqui o cano do Tavaor tem aproximadamente 18 polegadas, o que de fato nao muda muito. Ai fui ver as medidas gerais e da M4 e da Tavor e a Tavor é ligeramente menor que a M4 com a coronha no minimo.
Mas vc disse muito bem que o fuzil é a ferramenta, o que importa é o homem que a usa.
Com certeza por caracteristica do proprio design o bullpup sempre sera menor mas hoje a diferenca nao e muita e 2 polegadas no cano nao afetaram a balistica terminal para se realmente dizer que um e mais efetivo que o outro.
Entao acaba virando gosto pessoal, mas como ja comentei nenhuma das unidades aceitadas como a premier de CT utilizam bullpup.
Eu sou meio “clássico” confessor que nao vejo com bons olhos os bullpups, mas eles estao ai e vamos ver no que dá. E se pudesse escolher ficaria com o FN SCAR.
Marine,
além da utilidade dos bulpup em CQB os mesmos foram pensados na década de 70 e 80 antes do término da Guerra Fria para serem usados mais facilmente pela tropa embarcada em carros de transporte ou de combate de infantaria como o M-2 ou o LAV.
Bem antes da guerra se voltar para as operações urbanas como as que vemos hoje as operações em ambientes fechados eram terreno das submetralhadoras e das pistolas, que hoje são usadas apenas por forças policiais.
Mudando de assunto, um dia desses vi na tv um documentário em que um instrutor americano mostrava uma técnica de utilização do M-16 em CQB em que o mesmo não ficava com a coronha apoiada no ombro, para permitir um “encurtamento” da arma e uma maior mobilidade. Procede?
Um abraço meu caro!
Os amigos poderiam esclarecer porque o CFN não usa uma arma da mesma capacidade do m-16 de fabricação nacional, da Imbel por exemplo, acho um fato curioso um país com a capacidade do parque industrial do Brasil comprar uma arma que já esta sendo substituida em seu país de origem e em outros operadores ser adqurido por nós
Artigo
Doze regras de redação da Grande Mídia Internacional quando a noticia é do Oriente
fonte Pravda
1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.
2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama “terrorismo”.
3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama “legitima defesa”.
4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama “Reação da Comunidade Internacional”.
5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama “Sequestro de pessoas indefesas.”
6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama “Prisão de terroristas”.
7) Quando se menciona a palavra “Hezbollah”, é obrigatória a mesma frase conter a expressão “apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã”. Quando se menciona “Israel”, é proibida qualquer menção à expressão “apoiada e financiada pelos EUA”. Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.
9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões “Territórios ocupados”, “Resoluções da ONU”, “Violações dos Direitos Humanos” ou “Convenção de Genebra”.
10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre “covardes”, que se escondem entre a população civil, que “não os quer”. Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de “Covardia”. Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama Ação Cirúrgica de Alta Precisão”.
11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama “Neutralidade jornalística”.
12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são “Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade”.
As ações do Exercíto de Israel está lembrando alguma coisa…
Vou refrescar a memória…
Lembram que no Gueto de Varsóvia, e tantos outros, havia resistência armada?
Lembram como essa resistência foi combatida?
Lembram que aquela resistência também erra considerada uma guerrilha terrorista?
A faixa de GAZA não parece um gueto?
As pessoas que moravam nos Guetos eram os moradores da cidade que haviam nascido naquele lugar.
Não estou justificando nada, apenas quero mostrar que os judeus foram perseguidos na segunda guerra e hoje estão perseguindo.
Os palestinos tem todo o direito de existir. Tem o direito de frequentar sua terra sagrada. O estado de Israel foi criado e os cidadãos árabes que vivem lá são como cidadãos de segunda classe.
Aqueles que não se alinharam foram colocados nos guetos ou seriam campos de concentração.
Israel quer ter a sua existência e direito reconhecido perante o mundo árabe mas não quer reconhecer o direito que os árabes também tem sobre aquela terra. Por mais que tenha existido um dia um reino no qual a religião prediminante fosse o judaísmo isso não da o direito de reaver aquelas terras depois de 2000 anos. Sendo assim podemos devolver o Sudão ao Egito e toda a península arábica ao Iraque e com isso refundar a Mesopotâmia.
O fato todo desse granda problema está na criação do estado de Israel. A criação era necessária mas a forma com a qual ela ocorreu foi inapropriada.
Criaram um estado para os Judeus mas esquecera dos palestinos.
Eu duvido que alguém iria concordar se um pedaço do Brasil fosse declarado uma nação indígina. Iriam????
Esse debate é longo… Mas com toda certeza qualquer pessoa que nesce naquelas terras é dono legítimo delas independente de religião.
Edilson e Rodrigo.
Os russos são anti semitas confessos e enquanto eram União Soviética impediam os judeus de emigrarem a Israel, quando o muro caiu, mais de um milhão de judeus russos sairam o mais rápido possível de lá. No Gueto de Varsóvia os judeus lutavam pelas suas vidas contra um regime que queria exterminá-los da face da terra. O Hamas não quer negociar com Israel, eles querem exterminar os judeus e acabar com o estado de Israel. Comparar judeus com nazistas é o fim da picada rapaz! É bom lembrar que quem começou a atual confusão lá no Oriente Médio foram os ingleses e todos os vizinhos de Israel sempre disseram que o que queriam era exterminar Israel e “empurrá-los de volta ao mar”! Como você negocia com um grupo que tem como obejtivo acabar com você? Egito e Israel vivem em paz, porque o Egito reconheceu o direito de israelenses viverem! O Hamas é um grupo terrorista reconhecido por todos países como tal e o objetivo maior deles não é uma terra palestina (e são eles que dizem isso), mas a morte de todos israelenses. Rodrigo e Edilson, se vocês tivessem um vizinho que diz que quer te matar, qual seria sua reação?
Aquela cobertura na cabeça além de dissimulação é para proteção do soldado quando dorme em campo, pois não esqueçam que lá agora é inverno, quanto à joelheira, ela ao contrário do que muitos pensam não oferece grande proteção, serve para principalmente proteger o joelho quando o soldado está em posição de tiro ajoelhada, notem que todos usam no joelho direito (deles), o qual é o usado nesta posição, se vc está correndo e tem de ficar nesta posição e se joga, a joelheira protege, não sendo necessária do outro lado.
O plano original de partilha da Palestina já PREVIA a divisão entre israelenses e palestinos.
Os países árabes NUNCA aceitaram esta partilha e USARAM os palestinos como massa de manobra com o único objetivo de negar qualquer tipo de partilha em primeiro lugar.
Quando Israel declarou sua independência o resultado imediato foi uma guerra onde os países vizinhos foram derrotados, mas os grandes perdedores foram os palestinos.
O fim daquela guerra foi um cessar-fogo, e não um tratado de paz, pois mesmo tendo sido derrotados, os países que lutaram contra Israel não poderiam assinar um acordo de paz com um Estado cuja existência eles não reconheciam.
Assinar um Acordo de Paz implicava o reconhecimento implícito do Estado de Israel.
Assim, como o plano de partilha original já havia sido descartado, a solução do dilema palestino foi adiada pelos inimigos de Israel até uma “vitória futura” sobre Israel.
Enquanto isso, o cessar-fogo era uma pausa para que eles se rearmassem; agora, no âmbito da Guerra-Fria, onde só haviam dois lados a escolher. E como Israel já contava com as simpatias dos EUA, só havia a URSS a buscar por ajuda militar.
(LEMBRANDO QUE A URSS INICIALMENTE APOIOU O ESTADO JUDEU, MAS RETIROU ESTE APOIO QUANDO as opções diplomáticas ficaram mais claras – além do sentimento pró-israel nos EUA, havia uma comunidade judaica importante. É interessante comparar esta informação, e o propalado lobby pró-Israel com o fato que que haviam muitos mais judeus nos territórios da URSS, sem o lobby correspondente, é claro)
Vocês conhecem o resultado dessa história: sucessivas derrotas para os inimigos de Israel.
E os palestinos continuavam sendo utilizados como massa de manobra pelos países vizinhos, por cujo bem-estar eles não faziam nada. Até que os palestinos criaram seus próprios movimentos armados para tentar encontrar uma solução militar para o seus dilema.
Ainda hoje, existem países que não aceitam a existência de Israel.
Alguém acha realmente que Israel aceitaria placidamente a criação de um Estado palestino INIMIGO de Israel????
A resposta é que se eles têm alguma influência nisso, então NÂO! Não aceitariam!
Para os israelenses, qualquer Estado Palestino que venha a existir DEVERÁ antes de qualquer coisa, ter a SUA segurança condicionada a segurança de Israel, e vice-versa.
Nenhuma liderança que se preze como tal agiria de outra forma. E o discurso humanitário ou moralista que se dane! Qualquer análise que NÃO leve isso em conta, é ingênua e carece de uma “âncora” que a FIXE com a realidade do que é um dilema de segurança.
Agora, enquanto existirem fatores políticos como o HAMAS, que prega a destruição de Israel, acha realmente que os Israelenses deixarão eles “livres”? Em uma fronteira sem barreiras?
Analistas de RI diriam que Israel vive em um constante estado de Guerra intermitente. E lembrando, senhores; de que é um país pequeno, sem “profundidade” estatégica para recuar em caso de ataque.
Sem espaços geográficos para que pudesse “trocar” terreno por tempo.
Acha que os planejadores estratégicos de Israel podem se permitir pensar que uma Guerra convencional com seus vizinhos não acontecerá nunca mais?
Ou que seu país vindo a ser alvo de um atentado terrorista nuclear é um exagero delirante e paranóico?
Quanto tempo até um extremista mais ousado dotar aqueles foguetes caseiros de uma cabeça de guerra com armas químicas? Seria paranoico pensar assim? Para um país sem profundidade estratégica?
Quanto tempo até aqueles foguetes evoluírem para algo que lhes dê o alcanse até TelAviv?
Neste caso, alguém acha realmente que Israel permitiria a livre circulação de Palestinos por fronteiras abertas? Se com fronteiras fechadas isto já acontece?
Gaza continuará cercada e fechada enquanto os Palestinos não procurarem Israel declarando que sua segurança é segurança deles, e a deles a sua.
Mais uma vez, foram os países árabes que declararam guerra a Israel quando este declarou sua independência.
O erro maior, no meu ver; foi que ao mesmo tempo em que Ben Gurion fazia seu discurso, não havia nenhum líder palestino fazendo o mesmo. Ambos os povos deveriam ter declarado pela independência ao mesmo tempo. Mas não havia maturidade política naquele tempo.
E com grupos como o Hamas no poder, acho que ainda não existe nenhuma.
Em um território menor que Sergipe, deveriam ser capazes de perceber que a segurança dos Palestinos é a segurança de Israel. Qualquer outra solução além disto é ilusão, alimentada por países inimigos de Israel que ainda usam os palestinos como massa de manobra.
Deixe-me lhes dizer que, se amanhã, o Presidente Abbas anunciasse uma solução política em que se comprometesse com a segurança de Israel e eles o mesmo; países como o Irã iriam declarar Abbas um traidor de sua própria causa.
Dia chegará em que os palestinos se darão conta (talvéz), de que o único país que realmente pode ajudá-los é Israel, e não seus vizinhos.
Sempre existem os lados bons e ruins, mas eu ainda prefiro os bullpup. Gostei do que voces falaram, sempre é bom ouvir a opiniao de outros.
Edilson, realmente… muito bem colocado!
Marine, alguns post que vi no blog dizem que voce tem esperiencia em combate e tal. Cheguei agora no blog e ainda nao li os comentarios antigos. Entao gostaria de saber se voce realmente ja esteve em combate? Quando, onde… essas coisas.
Na foto onde tem os caras com joelheira na perna direita é porque, provavelmente, eles sendo destros(como estão segurando o fuzil com a mão direita, deu pra deduzir isso!), quando se ajoelham para atirar presisam de uma proteção.
Os palestinos foram usados por seus vizinhos, principalmente pelo Egito na década de 50.
Mas a forma com que ocorreu a criação do estado de Israel foi um grande problema. A má gestão da ONU e das duas potências foi um fator preponderante na criação de Israel.
Quando falamos em Estados Mulçulmanos temos que lembrar que eles não são unidos completamente. Existem interesses e rivalidades muito grandes entre esses estados. Uns são aliados do ocidente e outro inimigos mortais.
O que não acho justo é o tratamento diferenciado que se dá a situação. Nenhuma análise do conflito é imparcial. A falta de habilidade política dos palestinos é evidente, mas em por outro lado é preciso entender que nem todo palestino é terrorista e que pessoas inocentes vivem naquela região.
E é preciso lembrar que também existe extremisno no lado Israilense. Yithzak Rabin foi morto por um extremita judeu.
Acho que esse conflito não se divide entre certo e errado.
São Paulo, terça-feira, 06 de janeiro de 2009
JOÃO PEREIRA COUTINHO
Mudar as palavras
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Imaginem o Brasil atacado por potências, que desejavam aniquilar cada um dos brasileiros
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ISRAEL ESTÁ novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.
texto publicado na Folha de São Paulo de hoje por
JOÃO PEREIRA COUTINHO jpcoutinho@folha.com.br
Eu conheco a ideia de utilizacao que se tinha em mente dos bullpups quando foram concebidos e com relacao a utilizacao deles em veiculos e a substituicao de sub-metralhadors por eles hoje em dia existe aqueles que pensam que essa funcao sera feita pelas PDW (Personal Defense Weapon) como as P90 utilizadas pelo Servico Secreto americano e mesmo assim equipes poiliciai taticas do mundo (SWAT) ja quase nao utilizam MP5 mais, tendo elas sido completamente susbstituidas pela M4 devido a melhor performance do cartucho com relacao a 9mm utilizada na maioria das vezes em MP5s.
Com relacao a tecnica em que nao se poe o M-16 no ombro demonstrada pelo instrutor nada mais e do que uma tentativa de se adaptar a utilizacao desse fuzil para uma posicao melhor devido ao seu comprimento. Nao quer dizer que essa tecnica e a melhor solucao para o problema apenas uma daptacao para melhorar algo que ja nao e perfeito originalmente. Perfeito seria ter um “collapsible stock” pois em geral nunca se deve utilizar a arma fora do ombro.
Robson Bandeira,
Quem disse que o M-16 esta sendo substituido? Ela e uma arma excelente e continuara sendo usada por decadas ainda. Por exemplo ate os Royal Marines que poderiam usar o SA80 ingleses optaram pelo M-16, na minha opiniao o CFN fez certo de ter escolhido essa familia de fuzis.
Rodrigo,
Eu tenho deslocamento (Deployments) para cerca de 25 paises inclusive o Iraque, mas nao estou la agora. Com relacao a te dizer como e participar de uma guerra seria muito longo para o blog te descrever isso. Quem sabe sobre algumas cervejas na praia um dia possa te dizer ou ate no dia que escrever minha “memoirs” te aviso….rsrsrs
Com relacao a joelheira, ha muitos que preferem utiliza-la somente no joelho em que vao se ajoelhar pois ao contrario das fotos em que elas parecem ser todas bonitinhas e elitistas, joelheiras sao na verdade muito incomodas por varias razoes:
1- No deserto pelo fato do calor vc nao quer nada em contato com o corpo, muito menos amarradas apertadas na sua perna.
2- Ao contrario do que se pensa em cenario urbano vc nao pode ficar ajoelhando toda hora pois isso significa estar fixo/imovel o que lhe faz alvo facil a snipers, entao o combatente tem que estar sempre movendo/correndo o que significa estar quase sempre de pe.
3- Em CQB joelheiras sao muito boas uma vez que vc ja tenho entrado em uma instalacao/casa/predio e tal mas fora nas ruas em combate vc esta sempre correndo, saltando muro, pulando de telhado a telhado, pulando dentro de janelas e tal e naturalmente as joelheiras comecam a escorregar (notem as milhares de fotos de Americanos com joelheiras nos tornozelos) e ficam la quase caindo no chao incomodando.
Por essas e outras razoes muitos optam por nao usa-las ou usar somente uma delas no joelho em que vao se ajoelhar. Por ilustracao geralmente funciona assim: No comeco do deslocamento todo mundo usa elas nos dois joelhos, depois de uns 2-3 meses comecam a usa-las em um joelho so e la pro final do deslocamento ja nao estao usando nenhuma por ja estao de saco cheio delas….rsrsrsrs.
Dani.
Sim, tenho experiencia em combate no Iraque, principalmente em Fallujah na provincia de Al Anbar.
Salve Marine, muito boa esta sua discussão sobre as joelheiras eu particularmente achava-as muito indicadasou seja a descoberta da polvora . ehehhe
Como a sua experência fala muito mais do que as minhas suposições, eu gostaria de saber sua opinião sobre os futuros uniformes que devem incorporá-las como acessório interno e não externo.
ou seja o traje já virá com ela.
isto minimizaria os incomodos das descidas frequentes deles, porém como você bem disse tem o tal incomodo do aperto no joelho certo?
depois,
é curioso que ninguém (ou eu pelo menos não me recordo de ver) costuma usar cotoveleiras, elas teriam alguma utilidade?
valeu e grande abraço.
Vasily, não me referi diretamente a vc, desculpe se assim entendeu, o meu questionamento foi amplo,pois as observações negativas quanto ao M16/M4 são inumeras em vários blog. Seria o simbolismo da luta pela democracia que esta arma carrega o motivo de tantas críticas?
Eu acho mais uma vez como sempre a ideia de joelherias “embutidas” boa em tese, dai a se funciona mesmo no campo eu ja nao sei te dizer pois ainda nao utilizei esses uniformes. Penso eu que como vc disse eliminaria elas caindo aos tornozelos mas nao sei como elas seriam fixadas para sempre proteger os joelhos e que nao ficassem escorregando/escapolindo para os lados sabe o que quero dizer? entao acho que o problema maior a ser analisado e esse mesmo.
Ja cotoveleira e so pra CQB mesmo mas como quase ninguem sabe quando vao se encontrar em que tipo de cenario, quase ninguem as usa. Vc teria que tipo assim saber que vai so fazer um “raid” em CQB e logo ser extraido, tipo resgate de refem mesmo. Por isso vc so ve SWAT mesmo com cotoveleira pois eles entram na casa, fazem o que tem que fazer e depois termina a missao. Militares tem a missao muito mais branda.
Ola sou novo e gostaria muito de participar das discurções do blog
como foi dito em comentarios anteriores os arabes jamais aceitaram a divisão da palestina, o povo palestino durante as decadas de conflito foram usados pelos arabes assim como os libaneses como marionetes ,uma das provas disto e que o Irã tem discurssado
para acomunidade internacional como se tivesse sacrificado milhares
de soldados em prol da “causa palestina” na verdade uma arma ideologica covarde criada pelo Irã Siria Libia e demais paises arabes usada contra os palestinos uma vez que estes paises que citei NÃO TEM A MINIMA VERGONHA NA CARA DE DEFENDER OS PROPRIOS
INTERESSES .
deixemos a “torcida” e também as reflexões sobre as causas desta guerra (as reflexões já fizemos no outro post) de lado…mas eu tenho uma dúvida que certamente vc pode ajudar a responder…
Pelo o que se sabe (noticiado em todos os jornais) Israel quer destruir as “estruturas” do Hamas e prender ou matar seus líderes. Pois bem, a dúvida que eu tenho é a seguinte: esse aparato todo é o mais indicado para isso, tendo em vista que o Hamas opera “furtivamente”…ou seja, os “soldados” do Hamas, até mesmo por usar armas quase caseiras (como os foguetes), estão sempre se encondendo em prédios, casas, no meio da população, eles podem lançar um foguete de qualquer lugar e se mudar rapidamente…entende o que quero colocar? Tanques, artilharia pesada, morteiros, F-16 etc. não seriam pouco eficazes para enfrentar um inimigo que mal se consegue localizar e que não tem “endereço fixo”?
Traçando um paralelo com a polícia do RJ. Quando a polícia do RJ quer (isso quando ela quer de fato, nem sempre é o caso) prender algum traficante ou “quebrar” algum ponto de tráfico, geralmente ela o faz com a “inteligência” da polícia, e quando a notícia chega para nós, pelos jornais e pela TV, o cara já está preso.
Por outro lado, quando a polícia usa um aparato gigantesco, com centenas de policiais, várias viaturas, helicópteros, o famoso “Caveirão” etc. para “subir os morros”, a TV acompanha (aliás, até dá a impressão que tudo é montado para a TV mesmo, torna-se um espetáculo) e geralmente o final da operação é meio que um fiasco (prende-se uns dois ou três ladrões de galinha, que são soltos logo em seguida por falta de provas, e fica nisso)…pois o que acontece é que a polícia sobe o morro por um lado e os traficantes fogem por outro (fica só uns dois ou três trocando tiros com a polícia, só pra dar tempo para os “chefões” se “evadirem”)…depois, é só a polícia ir embora, que eles voltam todos, e tudo segue como estava antes….entendeu meu raciocínio?
Por isso que fico na dúvida se realmente Israel está usando os meios corretos para alcaçar seus objetivos. Estou falando isso friamente, sem tomar posição nenhuma (de quem está certo ou errado no conflito, se é uso de força exagerada ou não) e apenas querendo entender se Israel realmente pode conseguir seus objetivos ou não, com uma operação deste porte.
deixemos a “torcida” e também as reflexões sobre as causas desta guerra (as reflexões já fizemos no outro post) de lado…mas eu tenho uma dúvida que certamente vc pode ajudar a responder…
Pelo o que se sabe (noticiado em todos os jornais) Israel quer destruir as “estruturas” do Hamas e prender ou matar seus líderes. Pois bem, a dúvida que eu tenho é a seguinte: esse aparato todo é o mais indicado para isso, tendo em vista que o Hamas opera “furtivamente”…ou seja, os “soldados” do Hamas, até mesmo por usar armas quase caseiras (como os foguetes), estão sempre se encondendo em prédios, casas, no meio da população, eles podem lançar um foguete de qualquer lugar e se mudar rapidamente…entende o que quero colocar? Tanques, artilharia pesada, morteiros, F-16 etc. não seriam pouco eficazes para enfrentar um inimigo que mal se consegue localizar e que não tem “endereço fixo”?
Traçando um paralelo com a polícia do RJ. Quando a polícia do RJ quer (isso quando ela quer de fato, nem sempre é o caso) prender algum traficante ou “quebrar” algum ponto de tráfico, geralmente ela o faz com a “inteligência” da polícia, e quando a notícia chega para nós, pelos jornais e pela TV, o cara já está preso.
Por outro lado, quando a polícia usa um aparato gigantesco, com centenas de policiais, várias viaturas, helicópteros, o famoso “Caveirão” etc. para “subir os morros”, a TV acompanha (aliás, até dá a impressão que tudo é montado para a TV mesmo, torna-se um espetáculo) e geralmente o final da operação é meio que um fiasco (prende-se uns dois ou três ladrões de galinha, que são soltos logo em seguida por falta de provas, e fica nisso)…pois o que acontece é que a polícia sobe o morro por um lado e os traficantes fogem por outro (fica só uns dois ou três trocando tiros com a polícia, só pra dar tempo para os “chefões” se “evadirem”)…depois, é só a polícia ir embora, que eles voltam todos, e tudo segue como estava antes….entendeu meu raciocínio?
Por isso que fico na dúvida se realmente Israel está usando os meios corretos para alcaçar seus objetivos. Como vc sabe, às vezes uma pistola é mais eficaz que um canhão…E estou falando isso friamente, sem tomar posição nenhuma (de quem está certo ou errado no conflito, se é uso de força exagerada ou não etc.) e apenas querendo entender se Israel realmente pode conseguir seus objetivos, com uma operação deste porte.
grande abraço
ps. a pergunta foi endereçada ao amigo Marine, mas se alguém quiser comentar ou ajudar na reflexão, fiquem à vontade…
Oriente Médio
Terça, 6 de janeiro de 2009, 15h47 Atualizada às 16h10
Gaza: ONU irá investigar ataques recentes de Israel
O bombardeio israelense de contra uma escola de Gaza administrada pela ONU e a morte de uma família de cinco membros por causa de um ataque contra sua casa “devem ser investigados e, caso a lei internacional tenha sido violada, os culpados devem ser processados”, informou a EFE nesta terça-feira.
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Esta afirmação estava hoje no comunicado do coordenador humanitário da ONU para os territórios palestinos, Maxwell Gaylard, que lamenta que nem mesmo as instalações da ONU sejam seguras para os civis palestinos em Gaza.
Três membros de uma mesma família palestina morreram no bombardeio israelense de uma escola da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA), onde buscaram refúgio.
O lugar estava claramente sinalizado como estabelecimento administrado pelas Nações Unidas, informou a organização.
Outro bombardeio israelense que aconteceu hoje contra outra escola da UNRWA já deixou pelo menos 40 mortos, segundo fontes médicas em Gaza, embora o comunicado do coordenador ainda não faça referência ao mesmo.
Maxwell se refere da mesma forma a outro trágico incidente de ontem, quando uma família inteira formada por cinco filhos e seus pais morreu quando o Exército israelense bombardeou sua casa.
“Estas mortes colocam em evidência a trágica realidade da situação em Gaza para os civis, onde nem as casas nem os refúgios da ONU são seguros”, afirma o membro da ONU.
“Cerca de um milhão e meio de palestinos civis estão perigosamente expostos aos combates. Não têm lugares seguros para os quais fugir”, acrescentou.
“Estes trágicos incidentes devem ser investigados e, se a lei internacional foi desobedecida, os responsáveis devem ser processados”, declarou.
A UNRWA afirmou hoje que “de um ponto de vista legal este foi um ataque contra uma instalação da ONU”.
A morte dos últimos 40 palestinos no bombardeio de hoje contra uma escola aumenta para mais de 600 o número de mortos em Gaza desde que começou a ofensiva de Israel no dia 27 de dezembro passado, enquanto o número de feridos passa de 2.600.
Primeiro de tudo que bom te ver de volta aqui….hehehe
Bem sua duvida e pergunta sao validas e excelentes como sempre entao vou tentar explicar isso do ponto de vista puramente militar sem dar meritos politicos a quem esta certo ou errado.
Isso a que se refere como vc bem deve saber e conhecido como guerra assimetrica ou guerra unconvencional. com certeza em um mundo perfeito havera inteligencia de confianca para que todos os lideres da organizacao sejam capturados mas como sabemos o “inimigo” tbm nao e estupido i fica la dando bobeira esperando vc bater na porta dele. Essas missoes sao chamadas de “snatch & grab” e pode ter certeza que estao sendo feitas agora mesmo mas de maneira clandestina em que a midia e nos nao ficaremos sabendo.
O que acontece e que em uma area urbana grande fica muito dificil se nao impossivel de furtivamente chegar-se no calado da noite e simplismente capturtar alguem. Existem caes latindo, vizinhos acordados na madrugada e infinitas outras coisas que podem ser alertados a sua presenca. Entao na minha opiniao essas operacoes militares sendo conduzidas agora em aberto (“overt”) ao contrario das sigilosas conhecidas como “covert” dao condicao, dao espaco (“breathing room”) para que as sigilosas acontecam, as operacoes abertas destraem e possibilitam que as secretas ocorram masi facilmente compreende?
Outra razao dessas operacoes militares convencionais sao demonstracao de forca, dissuacao para que no futuro Hamas/Hezzbollah pense 2 vezes antes de agridirem Israel e tambem ha razoes politicas de mostrar e reassegurar a populacao de Israel que o pais e capaz e esta defendendo seu povo.
Basicamente as op. “overt” e “covert” complementam a si mesmas sendo parte de todo o plano de defesa de Israel.
Obrigado Marine,
O texto foi tirado da edição de hoje da Folha de São Paulo feito por João Pereira Coutinho.
Foi noticado a instantes que Forças Israelenses mataram 40 civis em uma escola da ONU em Gaza, porém fontes afirmam que foram lançados morteiros sobre as tropas de dentro desta escola.
Pergunta, como fazer para combater em áreas como esta onde você é atacado de dentro de Igrejas, Escolas, Prédios Residenciais?
Marine, lembro que em Falujah ouve um extenso cerco a cidade e uma espera até grande por parte dos Americanos deixando que todos os não combatentes deixassem a cidade, para somente depois se começar uma entrada das forças terrestres. Isto é possível, é eficiente?
Vimos dias atrás o estrago que uma RPG fez em um veículo Bradley no Iraque, e este tipo de arma esta disponível nas mãos do Hamas. Os RPGs deram enorme trabalho aos Marines em Mogadishu, Somalia – 1993. Certamente as Forças de Israel estão enfrentando esta arma neste momento.
A situação de Israel é como aquela Leoa que tenta proteger os filhotes de uma matilha de Ienas. Uma Iena vai lá e dá uma mordida na Leoa que reage e mata a risonha, depois vem outra e da outra mordidinha e assim vai. Se atores como Irã e Síria não forem neutralizados, a situação em Israel continuará igual a Leoa forte, mas cercada por Ienas sanguinolentas.
Abraço
sim, não só respondeu, como foi além da “notícia”…hehehe
E tal como no exemplo da polícia que eu dei, acho que no final das contas quem acaba de fato resolvendo a questão é a inteligência, não é? Mesmo no caso da ação combinada, “overt” e “covert”. Isso eu estou falando no sentido de pegar os “cabeças” do Hamas e não no sentido da intimidação. Não foi mais ou menos assim que aconteceu com o Sadddam?… Ou seja, os EUA atacaram com tudo, mas ele fugiu e se escondeu. Só depois de um tempo, com muita calma e ações de inteligência bem feitas é que se conseguiu descobrir onde ele estava e prendê-lo. Não foi mais ou menos assim, uma ação combinada? Até porque, se não tivesse ocorrido o bombardeio anterior ao Iraque, o Saddam não teria fugido e nem se isolado, o que tornaria muito difícil sua captura.
E, deixando de lado a questão de Israel X Palestina, eu fiz a pergunta também para pensarmos no nosso EB.
Eu particularmente acho muito difícil, quase impossível (eu sei que tudo pode acontecer, inclusive cair um raio agora na minha cabeça, mas como nem está chovendo aqui, então acho pouco provável…hehehe) que o Brasil seja atacado por um Estado estrangeiro (qualquer que seja), e portanto se meta numa guerra convencional de exército contra exército…Mas, por outro lado, e tendo em vista principalmente as guerrilhas da Colômbia, bem perto da fronteira com o Brasil, não vejo como algo muito remoto a possibilidade de o EB ter que lidar com guerras assimétricas, mesmo que localizadas em algum ponto perdido no meio da Amazônia e sem grande intensidade. Mas ainda assim, cautela e caldo de galinha…sabe como é, não faz mal a ninguém…
Por isso também que achei muito legal seus esclarecimentos, até para que nós (aqui do blog) tenhamos em mente tais questões em nossas discussões, quando o assunto for o reaparelhamento do EB, o tipo de equipamentos a serem adquiridos e usados, e a sua estratégia de defesa da Amazônia.
Só que assim como a população carioca a israelense sofre com o terrorismo e precisa “ver” que as autoridades estão protegendo-as e combatendo duramente, tanto o hamas quanto o comando vermelho. A combinação de forças regulares sufocando-os e irregulares eliminando-os cirurgicamente…quando necessário…talvez fosse uma tática eficaz.
Acredito que com certeza israelenses nao dispararam a esmo nessa escola, deve ter avido fogo inimigo vindo de la. Eu mesmo perdi a conta de quantas vezes recebi fogo de torres de mesquitas e morteiros dos quintais de escolas.
Bem pra responder sus pergunta como fazer para lutar em uma situacao dessas em que o inimigo utiliza infraestrutura civil como refem/escudo nao ha uma resposta perfeita e limpa! Antigamente antes que o mundo se importava com danos colaterais o US Army fez uma campanha anti-insurgencia muito bem sucedida nas Filipinas e os Marines no Haiti e Nicaragua mas era da epoca em que se matava tudo que se movia e pra te falar a verdade so assim pra se ganhar uma insurgencia de forma rapida – matando tudo – hoje em dia por razoes obvias e certas nao se pode fazer isso e por isso insurgencias demoram a ser derrotadas sendo isso somente possivel com o povo local a seu favor mas nao vejo isso acontecendo com o povo arabe com relacao a Israel.
Outro problema e que civis leigos hoje nao tem paciencia pra nada, eles esperam que militares comecem uma operacao e que a guerra se ganha em poucos dias e obviamente nao e assim.
Entao pra responder sua pergunta nao ha solucao perfeita ou muito diferente do que se e feito hoje para se combater em um cenario como vc descreveu.
Com relacao a se fazer um cerco em Gaza como nos fizemos em Fallujah p/ deixar a populacao civil sair de la nao sei se e viavel em Gaza. Fallujah possuia cerca de 300-400.000 habitantes antes dos combates, muito menos que Gaza e a populacao de Gaza tambem nao tem pra onde ir, iriam fugir pra onde? Egito fechou as portas…
Correcao a vc, em 1993 na Somalia quem teve trabalho com RPGs foi o US Army, os Marines entraram primeiro em 1992 e por demonstrar agressividade nao foram muito molestados pelas milicias, foram retirados depois de sua missao cumprida e ai em 1993 o Army teve suas dificuldades que todos nos sabemos.
Com certeza a chave da questao e inteligencia! Mas como se diz, ela nunca e 100%. Foi assim com Saddam e seus filhos, foi assim com Noriega e sera assim com Bin Laden.
Com relacao ao EB, me parece que isso tem tido prioridade, tomo como o exemplo a organizacao da Brigada de Op. Especiais e a enfase que o proprio ministro Jobim da a forcas modernas e de acao rapida capazes de reagir em qualquer parte do pais. Penso tambem que guerra convencional no Brasil tem de estar concentrada na Fronteira Sul como os meios para tal guerra estao concentrados la hoje.
Basicamente forcas leves e ageis no Norte e pesadas e poderosas no Sul.
Peço encarecidamente a todos que qualquer questionamento sobre táticas, técnicas, procedimentos, equipamentos ou experiência real de combate direcionadas ao Marine sejam antes endereçadas à minha pessoa que por uma módica contribuição financeira depositada em minha conta bancária, serão prontamente repassadas ao mesmo para posterior avaliação e resposta.
Contando com o entendimento de todos antecipadamente agradeço.
do ponto de vista da estratégia de defesa do país, a coisa que mais tem me agrado é justamente essa idéia do deslocamento rápido de tropas…acho que o Brasil está fazendo a coisa certinha nesse quesito. Até porque, o Brasil, como vc sabe, é meio grandinho…tem que ter agilidade mesmo.
Esqueci de te dizer que e justamente para evitar danos e baixas civis em situacoes como essa que existem ROEs (Rules of Engagement) que geralmente sao tao restritas que chegam a colocar o combatente em risco desnecessario/elevado como ja comentei aqui no blog antes.
Concordo com vc mais uma vez! O Brasil tem que ter qualidade mesmo se isso quiser dizer menos quantidade, tem que ter forcas expedicionarias, ageis capazes de atacar e reagir com eficacia maxima. A Forca de Acao Rapida e o CFN tinham de estar no mesmo nivel dos exercitos mundiais mesmo se isso significar eliminar certo numero de efetivo para que esses recursos fossem utilizados para se manter pelo menos um nucleo de forcas de primeiro mundo.
quando o assunto for raios miniaturizantes, seres mutantes (como o Michael Jackson e a Mulher Melância), invasões intergaláticas de insectossauros e afins…e se tiverem algum questionamento a fazer, faço minhas as palavras do Bosco…apenas troquem umas coisas no comentário dele: onde estiver escrito Marine, troquem por Bosco; e onde estiver escrito Bosco, troquem por Hornet….hehehehe
De acordo Marine. E é por isso que vejo com muito bons olhos o nosso END (Estratégia de Defesa Nacional). Eu acho, apesar de muitos não concordarem, que o caminho proposto pelo MD está correto. Só temos que ter um pouco de paciência para que tudo se concretize.
Mas o caminho está definido, e acho que bem definido, na minha modesta opinião.
Obama diz que terá muito a falar sobre Gaza após posse
2 horas, 11 minutos atrás
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu falar sobre o conflito Israel-palestinos quando tomar posse, mas insistiu que, até que isso ocorra, apenas o presidente George W. Bush pode falar pelos EUA. “Depois do dia 20 de janeiro, vou ter muito a dizer sobre a questão”, disse Obama aos repórteres, para se defender das críticas de que tem falhado em lidar de forma vigorosa a violenta ação militar israelense na Faixa de Gaza.
Obama disse que mantinha sua promessa de campanha de que “no início de nossa administração, vamos nos dedicar de forma vigorosa e consistente para tentar resolver o conflito que existe no Oriente Médio”. “Eu penso que isso não é apenas certo pra as pessoas naquela região, mais importante, é certo para a segurança nacional do povo americano e a estabilidade que é tão importante para este país. Portanto, em 20 de janeiro vocês estarão ouvindo diretamente de mim”, prometeu o presidente eleito.
“Até lá, meu trabalho é monitorar a situação, reunir a melhor equipe de segurança nacional possível para que possamos começar imediatamente quando formos responsáveis pelas questões de segurança nacional”, acrescentou. Os ataques israelenses contra a Faixa de Gaza completaram hoje seu 11º dia, com crescente número de mortos e pressão internacional por uma cessar-fogo.
Obama disse que sua equipe de transição está monitorando a situação em uma base diária. “As perdas de civis em Gaza e em Israel são uma fonte de profunda preocupação para mim”. Mas acrescentou: “Neste momento, o presidente George Bush como presidente dos EUA fala em nome do governo dos EUA e o povo americano quando se trata de questões internacionais”. As informações são da Dow Jones.
Saiba mais:
Veja o Especial Veja as fotos do conflito
Gostaria que me explicasse melhor esta sua posição:
“Penso tambem que guerra convencional no Brasil tem de estar concentrada na Fronteira Sul como os meios para tal guerra estao concentrados lá hoje.
Basicamente forcas leves e ageis no Norte e pesadas e poderosas no Sul.”
Você entende que o posicionamento das nossas FAs deve continuar assim? Já ouvi o ministro da Defesa e até mesmo alguns generais dizendo que paulatinamente as forças serão deslocadas mais para o Norte.
O que você me diz? Nem muito ao Norte, nem muito ao Sul. No Centro?
Existe hoje um numero de militares elevadissimo principalmente no Rio de Janeiro, o que o Ministro diz e os Generais esta certo. Mas o que eles querem dizer e aumentar o numero de militares para o Norte do pais transferindo forcas do EB para la e da MB para o Nordeste e Foz do Amazonas.
O que eu quis dizer foi em relacao somente ao EB, nao inclui nessa analise a FAB ou a MB, e foi no sentido que penso eu que no Norte do Pais deve haver forcas leves e ageis como as tropas de Selva sendo apoiadas pelas Brigadas PQD, Aeromovel e de Op.Especiais se necessario.
Ja no sul e que deve haver a concentracao maior de tanques, artilharia pesada e veiculos blindados como ja existe hoje ou seja os meios aceitados como necessarios para guerras convencionais.
Tambem acho acertada a decisao da localizacao da Brigada de Op.Especiais no Centro do Pais.
Desculpe se nao elaborei minha afirmacao antes e espero que tenha explicado melhor para vc agora.
Em tempo: as FAs concentradas no Sul atendiam ao medo de um possível ataque da Argentina. Hoje esta linha de pensamento foi abandonada. A preocupação agora está sendo as Amazônias Verde e Azul.
Entendo o pensamento antigo e concordo que a enfase hoje saos as “duas Amazonias” mas ainda precisamos e temos unidades “blindadas” e elas nao sao necessarias a meu ver no litoral, no Oeste e nem tanto no Norte pois qualquer avanco de colunas blindadas que um pais como Venezuela fizesse seria muito dificil, sendo que eu na minha HO acho que nenhum vizinho nosso do Norte possue a logistica para tal operacao.
Por isso disse que ja que temos tanques, artilharia, veiculos blindados, penso eu que estao muito bem la mesmo no Sul do pais.
Caro Marine,
Eu vi em reportagem da CNN um soldado israelense portando um Tavor TAR-21 com empunhadura vertical presa ao guarda-mão. Eu achei bem estranho com o lançador de granadas de 40mm M203 fica muito mais estranho ainda. Parece que chegaram no limite de uma arma deste porte compacta.(observe no link abaixo) http://world.guns.ru/assault/as30-e.htm
O site Sistema de Armas http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/sof/sofber3b.html
propõe uma modernização para o IMBEL FAL MD97 e a versão mais interessante é a do PARA-FAL M964 A1 MD1 7.62, com trilho picatinny, guarda mão de alumínio e mira ótica EO Tech, mas o mesmo site descarta estas possibilidades primeiro pelo custo e segundo que seria muito mais barato e fácil conseguir os Fuzil de Assalto pelo program Americano FMS “Foreign Military Sales” com subsídios altos do Governo Americano. O Próprio Tavor, FN SCAR além do HK416 e os lendários M4A1 podem ser adquiridos neste sistema FMS. Olhe a opinião do site:
“Estas armas podem ser adquiridas com financiamento do “Foreing Military Sales” (FMS), que propositadamente torna a aquisição extremamente vantajosa, visando desencorajar a produção de armas por parte de outros países. É um mecanismo tão eficiente que, quando no ano de 2003 o Exército Israelense resolveu finalmente adotar o Fuzil de Assalto TAVOR, de fabricação local pela IMI, hoje IWI, em substituição aos M-4 fornecidos pelos EUA, que estavam tendo problemas com a fina areia do deserto, decidiram-se por montar uma linha de produção em território norte-americano, para que eles próprios (os israelenses) pudessem comprar suas armas fabricadas por lá, o que saía muito mais em conta.”
Abraço e Boa Noite
Apesar de alguns comentarios acima defenderem taticas de exterminio
de civis não e a força bruta por si que vence uma guerra assimetrica
não precisamos ir longe para dizer que isso não funciona no PERU
houveram muitos confrontos nos quais se tentou usar taticas convencionais contra o Sendeiro Luminoso e não funcinou então as
duas formas foram usadas em conjunto os meios convencionais foram
usados em lugares precisos afim de cortar o fornecimento de munição
e armas aos guerrilheiros e o meio não convencional foi uma batalha ideologica na qual se conseguiu apoio da população civil facilitando
o trabalho da inteligencia resultando na prisão dos lideres da guerrilha.
Para que não sabe temos muitos generais que foram soldados veteranos
em misssões de paz na America Central que se deparam com conflitos assimetricos e graças a eles nossas tropas tem hoje tanto prestigio.
Não temos nada o que aprender com os americanos e suas taticas
genocidas que foram um fracasso no vietnã que são um fracasso hoje
no Iraque e Afeganistão e que aumentou a influencia do Irã e paises
Extremistas no Oriente Médio.
Nao sei te dizer qual opcao seria mais barata mas em termos de preferencia minha eu nao deixaria de ter um HK416, FN SCAR ou Barret M468 pra se ter um IMBEL ou Para-FAL nunca.
Com certeza as miras oticas e holograficas estao aqui pra ficar, sao o futuro, assim como as empunhaduras verticais e toda a gama de outros acessorios tao comumente vistos com tropas americanas, britanicas e israelenses. Pra voce ter uma ideia existe casos de M-16 eliminando inimigos a 800m ou mais com miras como a ACOG da trijicon que os Marines usam…isso a olho nu e praticamente impossivel.
Gabriel,
Concordo que o Brasil e cheio de profissionais altamente competentes assim como sao praticamente qualquer pais de Primeiro Mundo em suas FAs, mas dai a vc dizer que o Brasil nao tem o que a aprender acho meio pensamento pequeno nao?
Vou te dizer que como militar ninguem sabe de tudo nem os EUA, nem Israel e nem o Brasil, todos nos podemos aprender com alguem. Ate General de 4 estrelas nao sabe de tudo e pode aprender algo com soldado recruta. O guerreiro que nao procura sempre se aprimorar ja esta derrotado!
se leres atentamente o que postei verá que em momento algum citei ou indiquei a comparação entre nazistas e israelenses (sim pois como disse em israel não vivcem só judeus e nem são só eles os defensores da política de guetização dos palestinos).
Atente que em momento algúm defendo o Hamas ou hisbolá ou qualquer sub melícia que agrida o estado e a soberania de um povo.
mas não sou hipócrita em defender o que não está certo.
estive em israel em muitas oportunidades e sei do que falo, o que condeno são ambos os sistemas.
concordo plenamente com o amigo Marine que muito lucidamente questionou se o método e os meios empregados por israel estão corretos o se são os melhores.
para mim não, pois esta política se alastrou por 40 anos e até agora não obteve o resultado concreto.
condeno sim o estado de israel por forçar a pressão sobre uma população indefesa simplesmente por justificar uma guerra.
alguém aqui comparou anteriormente com o tráfico no rio de janeiro, seria o mesmo que a polícia bombardeasse as favelas prendesse e isolasse uma população pelo fato de terem traficantes num morro que insistem em se contrapor a ordem pública.
você defenderia a ação da polícia desta forma? ninguém.
Digo isto pois israel não ataca só palestinos, entre as vítimas estão também seus cidadãos, juedeus, cristãos entre outros que vivem por lá.
se fores as ruas verá que em ambos os lados a população é contra a resolução do problema por este método.
agora quando a imprensa mostra aprovação massiva da
população não diz que estas concordam com o fim dos grupos extremistas, não pelo isolamento e pressão sobre as populações civis, o qual tem sido o método empregado.
nenhum soldado atira em seu próprio povo, e se faz é porque não é soldado e sim um assassino, ambos os lados Hamas e Israel estão fazendo isto e quem estiver lá vai ver isto.
como alguém mensionou aqui, parece que para alguns o estado de terror não é algo aser combatido e sim nutrido para poder motivar vultosas ajudas, tecnológicas monetárias e políticas e este é outro crime contra o povo de israel e contra os palestinos.
em israel há uma significativa parcela da população que defende uma repressão aos extremistas judeus ortodóxidos da mesma maneira, e isso não significa que o exército tenha que agir da mesma forma,concordas?
quem tiver a oportunidade de ir lá verá isto, sem o enfoque dos jornais ocidentais (estes sim eu condenei nos doze mandamentos).
o governo está expremendo a população tal como fez no líbano, tentando forçá-la a se revoltar contra o hamas, isto para mim é crime de guerra.
a legitimidade da ONU foi pro saco desde que os EUA invadiram correta ou erradamente o iraque, não vem ao caso) e vai ser difícil convencer alguém a acatar as resoluções da ONU apartir de então.
O crime é que os estados estão ferindo a legitimidade da ONU.
Não é porque um grupo de criminosos cometem crimes que o estado ganhou direito de cometê-los.concorda?
acho que a solução para o problema não é fácil, porém
creio o que israel está fazendo é municiar estas melícias com estes atos.
o hizbolá ganhou mais destaque e força após os ataques ao líbano e agora mais do que nunca a populçaõ libanesa está mais distante de conseguir se livrar dele.creio que o Hamas vai na mesma direção.
o resultado é que a situação vai se agravar pois esta operação não será bem sucedida, pois o mesmo erro está sendo cometido à 40 anos.
como disse não tenho a solução para o problema e quem parece as ter não está disposto a pô-las em prática.
Marine,
O problema aqui é a fixação das FFAA pelo calibre 7.62. As opções seriam o HK417, FN SCAR e o Kel-tec RFB “Bullpup”. Talvez o novo calibre 6.8 do Barret M468.
Existe “lenda” que em combates na selva o calibre 7.62 não sofreria desvio de árvores, mata. Dizem que isso foi verificado no Vietnã. Sei lá até que ponto isso é lenda ou verdade.
Abraço
Um Estado precisa de uma certo nível de “desordem” para se justificar, subsistir e crescer.
Israel se alimenta de seus inimigos assim como vários países do ocidente se alimentam do tráfico de drogas.
Os maiores inimigos no Brasil do “Imposto Único”, por várias vezes proposto para resolver de vez o caos tributário são os próprios funcionários e fiscais da Receita Federal que em detrimento de toda a população fazem valer o seu corporativismo. De uma hora para outra, caso aprovado, alguns milhares de fiéis servidores públicos estariam desempregados (se o Brasil fosse um país sério. Como não é, eles seriam realocados para outros setores).
Descriminalizar o uso de drogas? Nem pensar! A droga movimenta um Estado agigantado. Se amanhã fosse liberada a criminalidade cairia uns 80%. Como justificar algumas centenas de milhares de empregos voltados para o seu combate no mundo todo e alguns milhões, quiçá, bilhões investidos no setor?
Limite de velocidade nas estradas brasileiras é de no máximo 110 km/h mas se permite a fabricação de carros que fazem 250 km. Loucura pura! O maior contrasenso. Mas como os loucos é que mandam no hospício todo mundo acha normal. Vamos mudar? Não! Nunca um deputado vai conseguir passar uma lei limitando a potência dos motores para se adequar à legislação. Um certo nível de “desordem” é necessário e muitas vezes ela tem que ser fomentada. Ela funciona meio que como um catalizador de uma reação. Além de nos proporcionar a sensação que o “caos” é iminente.
E por aí vai.
Existe um forte lobby (nunca sei como é que se escreve essa porcaria de palavra) Sionista dentro dos EUA que se nutre dos inimigos do Estado de Israel e usa isso para seu benefício. É claro que existe. Qualquer um vê. E tal lobby é perfeitamente normal no mundo atual. Existem pra todos os gostos. Uns são mais fortes outros menos. O “árabe” e menor mas vem ganhando força. Quem via o lado dos muçulmanos e árabes de modo geral há alguns anos atrás? Só dava Israel na cabeça. Hoje já existem opiniões contrárias ao “senso comum”. Ponto pro “bom senso”!
A coisa tende a se equilibrar com o aumento do nível de informação, principalmente o proporcionado pela Internet.
Agora, existe uma “Conspiração Sionista” pra dominar o mundo? Bem, aí a minha imaginação já não é assim tão criativa. Creio que não.
Teorias de Conspiração? Não! Vejo tudo como “mecanismos” que a civilização criou para se fortalecer. A própria religião é um forte agente cimentante, necessário para a organização social.
Um abraço a todos.
Como a “sociedade humana” é um sistema complexo, esses “erros” foram interpretados há milênios por nossos antepassados a um nível subliminar como sendo “úteis”, e foram, de certo modo “incentivados” para que pudessem fomentar um certo padrão organizacional da civilização.
No meu próximo post falarei sobre o funcionamento dos “raios miniaturizantes” e também da iminente invasão alienígena dos “Insectossauros Androgênicos Mutantes Assassinos de Andrômeda”. Isso se meu “empresário” permitir.rsrsrsrs…..
Eu ouco maravilhas sobre o calibre 6.8mm mas o problema seria a logistica de se rearmar completamente com um calibre novo que nao foi adotado como padrao por nenhum bloco de paises.
Ja essa historia de 7.62mm nao ser desviado por folhas ou arvores acho pura chance da ocasiao pois ate .50 pode ser desviado por coisas bobas, tudo depende de angulos, balistica e outras dezenas de possibilidades entao nao se pode dizer que calibre x ou y nao acontece isso ou aquilo, a fisica nao e tao simples.
Esse negocio de 5.56 x 7.62 ja virou torcida organizada no mundo todo em tao nao vou debater isso aqui. O que eu diria e o seguinte independente de qual dos dois calibres voce utilizar contanto que os disparos sejam precisos e atinjam areas vitais do corpo qualquer um dos dois faz o servico muito bem.
Como diria um sabio Navy SEAL:
“Quando eu te der 2 no peito e 1 na cabeca voce nao vai saber a diferenca!”
Fazendo um exercício de adivinhação, no futuro a tendência aponta para um calibre maior que o .223. Os mais cotados são o 6,8 e o 6,5 Grendel. O 7,62 acho que fica fora da briga pelo calibre ideal dos fuzis de assalto.
O engraçado é que correndo por fora existe a renovada esperança nas características das “caseless ammunition”, como a adotada pela metralhadora leve experimental do programa LSAT.
Puro exercício de chute.
Um abraço a todos.
Marine,
parece que o US Army quer começar a mudar a munição padrão a partir das metralhadoras leves substituindo as M249 e as versões leves das médias de 7,62 por um único calibre a partir de uma munição avançada.
Os fuzis de assalto ficarão para depois tendo que conviver por um tempo com 2 calibres.
O programa LSAT está propondo uma metralhadora nova já para 2015 com dois tipos de munição sendo ainda avaliados, um calibre telescópico feito em polímero que reduz o peso e o volume da munição em média em 50%, sem prejuízo balístico e uma munição “caseless” telescópica.
Os estudos apontam para várias opções que vão desde munições “caseless” telescópicas, munições com cápsula plástica telescópicas e até a volta dos “flechetes” que atingem alvos a 1500 m com velocidade residual ainda de 1000 m/s.
É capaz que as mesmas serão inseridas de modo gradual para serem avaliadas e no futuro um pouco mais distante, para além de 2025 sejam consideradas efetivas e usadas em fuzis de assalto.
Um abraço.
Realmente a fomentaçao de um certo estado de desordem apresenta alguma utilidade na evoluçao das sociedades. Entretanto, corre-se um grande risco quando isso é praticado pelo proprio estado, de maneira sistematica e planejada.Criaçao de inimigos muitas vezes imaginarios ( conspiraçao sionista? as “elites“ aqui no Brasil )tem o poder de mobilizar a populaçao, permitindo o emprego de medidas e decretos de resultados e etica duvidosos, sempre com o sacrificio de boa parte da populaçao. A manipulaçao das informaçoes e dissimulaçao dos fatos são outros instrumentos utilizados; formulam-se tantas versoes sobre o mesmo fato que num determinando ponto perde-se a noçao da verdade ( exemplo: veja o mensalao e outros episodios na vida politica do país, quantos versoes circularam na imprensa?).Historicamentem, deveriamos ter aprendido a nos preocupar com lideres que mudam seu discurso de acordo com os indices de popularidade ou conveniencias politicas; a sociedade nao deveria emganar-se, pois o objetivo destes lideres sempre foi o aumento e a perpetuaçao do poder.Em realaçao a manipulaçao da informaçao, é com perplexidade que observo o numero de vezes em que orgaos oficiais revisaram o resultado de dados obtidos em pesquisas ( pesquisas com resultado negativos para o governo subitamente sao revisadas , apresentando resultados que sabemos serem incompativesi com nossar realidade).
Mais preocupante, é perceber que boa parte destas taticas de manipulaçao de massas foram utilizadas com resultados extremos como a ascensao do nazismo.As biografias disponiveis de Hitler as observaçoes de Canetti ilustram de maneira clara todos os mecanismos e ideologia do nazismo.das fantasias de seus lideres a asperteza de poucos que “farejaram “ as necessidades dessas massas e a mobilizaram com poucs veze visto na historia. Historia, que aliás, foi o grande julgamento destes regimes e politicos. É uma temeridade ignorar ou sublimar estes fatos, pois corremos o risco de gerar um grave descontrole no tamanho e funçoes do Estado, gerando regimes de governo aberrantes e noçoes distorcidas de liberdade.
Essas munições do futuro tem uma característica em comum que é a sua “ignição elétrica” e não, mecânica. Isso reduzirá muito o peso e a dimensão das futuras armas que as disparam, além de permitir um desenho radicalmente diferente já que a capacidade “fire by wire” irá possibilitar que o conjunto empunhadura/gatilho seja colocado aonde se desejar devido a não existir união mecânica com a culatra.
Tais características abrem uma série de possibilidades, principalmente para as futuras armas “multicalibre”, que associam munição cinética com granadas explosivas, como a XM-29.
Essas municoes “caseless” disparadas por cargas eletricas sao promissoras mas so o futuro dira com certeza. Ja o USMC esta adquirindo o IAR (Infantry Automatic Rifle) para ser utilizado no lugar ou em connjunto com as SAWs caso o comando pensar necessario.
Ela e basicamente um M16 que opera com o ferrolho aberto ou fechado sendo o Marine capaz de escolher isto, tem cadencia de tiro rapido e automatico sendo alimentada pelos mesmos carregadores de M-16 sendo utilizados pelo resto do “squad”, e obviamente e muito mais leve do que uma SAW. Uma versao futura do BAR…
Wolfpack, não existe essa fixação pelo 7,62 nas FFAA, a FAB ainda utiliza como fuzil padrão o HK-33 e algumas poucas unidades o SIG, ambos 5,56, a MB usa o FAL mas o CFN o M-16; ou seja, não há padrão.
Quanto ao desvio de projetis, em combate na selva, não é lenda, o CIGS já fez essa análise, e continua estudando as armas, equipamentos, materiais ideais para a selva.
Sds.
Galera o 7,62 e menos suscetível a um desvio do que o 5,56, por exemplo, qualquer projétil é suscetível a desvio, depende do angulo e resistência do material.
Combater militantes terroristas é uma justificativa de retalhação plausível porém Israel usará este argumento para promover um massacre aos Palestinos, as escolas mantidas pelo ONU já são um exemplo disso.
Os coitados dos palestinos sempre foram “bucha de canhão”, .. de um lado os carniceiros do Hammas e toda a influência da Síria e Irã e do outro Israel que por conta do “holocausto aos Judeus na segunda guerra” o mundo deixa que façam o que quiserem na região.
É lamentável mas parece que os conflitos naquela região só irão cessar quando não houver mais Árabes e Judeus vivos na terra santa.
Abraço.
O problema do 5.56 é vc ter que atingir o inimigo varias vezes, e ter que combater o mesmo inimigo por mais tempo, já o 7,62 derruba e deixa fora de combate.
o que eu faria se um vizinho quisesse me matar?
Primeiro eu suporia um motivo para essa vontade, e concluiria ser um bom motivo o fato de eu o dominar completamente, dizendo o que entra e o que sai (ou o que não entra e o que não sai) do pedaço de terra que eu designei para ele, cometer abusos que toda “autoridade” comete contra seus “subordinados”.
Não deve ser nada fácil viver apenas enquanto o outro te permites, estando sempre acuado numa terra que, no mínimo, é tão palestina quanto judia.
Eu penso que deve haver um motivo muito honrado para um povo combater com pedras os tanques e demais armamentos da sociedade israel/eua. Eu duvido muito que se a questão se invertesse por completo, ou seja, se a Palestina ocupasse o lugar que israel hoje ocupa, os israelenses iriam achar que está tudo certo.
Um escritor que aprecio intitulou um livro seu de “Os palestinos – judeus da 3º guerra mundial”. Com toda sinceridade, é vergonhoso ver um povo como o judeu, que passou por um péssimo momento na sua história, nunca deixando o mundo se esquecer disto (não me recordo muito bem, mas há país(es) em que é proibido por lei que alguém negue o holocausto!), hoje fazer o que faz.
E agora os eua vieram com uma de construir um túnel pros palestinos…essa gente não entende nada! Será possível que acham que qualquer povo que fosse aceitaria viver escondido e ser privado da sua dignidade!? É como se dissessem: os palestinos podem “mais ou menos” compartilhar da nossa terra, desde que seja pela porta dos fundos.
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Desenvolvimento de uma Mentalidade de Defesa no Brasil
A sociedade brasileira não demonstra ainda grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas o desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, A "trilogia" Forças de Defesa tem como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais no futuro.
Até agora o ofensiva não surtiu o efeito desejado, Israel não vai querer repetir o fracasso da invasão do Líbano, vai acontecer um massacre em Gaza.
Interessante a logística. Tem até “casinha”.
Que casinha o quê rapaz, isso é banheiro.
O Exército Israelense ainda usa o M-16 e suas variantes na linha de frente???????????????????
Imaginava, que pelo menos na frente de combate, o fuzil padrão fosse o Tavor, tipo bullpup, com o carregador na coronha.
Outra coisa (esta me preoculpa muito, devido a alta densidade demográfica da Faixa de Gaza) é o uso dos M-109, como mostra as fotos. Não sei se o local dos impactos das granadas oriundas desses veículos são cidades ou áreas ao entorno. Tomara que seja a segunda opção, pois se cairem em área urbana, muito provavelmente serão civis quem pagarão o pato. Ou melhor, já pagaram.
abraços.
João Curitiba,
Casinha ecológica, daquelas que juntam todo o resultado de uma feijoada inteira.
Que depois será jogado dentro das casas dos militantes mortos do HAMAS, como lembrança de que o Exército de Israel passou por lá, kkkkkkk.
abraços.
Infelizmente Guerra é Guerra e inocentes civis sempre sofrem as maiores baixas. Não quando o povo desta região irá começar a pensar que do lado destes grupos fundamentalistas não dá pra ficar (Hesbollah, Fatah, Hamas, etc.). O que ganharam até hoje com todas estas escaramuças?
Pergunta:
1- o Tavor TAR-21 está sendo utilizado na frente de batalha, pois o vi em na quinta foto ao lado dos obuses do M109, mas porque a carabina M4 ainda está no jogo? seu alcance de tiro é muito limitado não?
2- Para que serve aquele estilo de boina utilizado pelos soldados Israelenses? Além da camuflagem, pode desviar algum tiro de snipers?
3- Porque diferente dos soldados US Army os israelenses utilizam joelheira somente no joelho direito?
Notem os radios comunicadores individuais.
Com certeza Vassily o fogo de artilharia nao esta sendo utilizado a esmo. Tbm vi hoje uma noticia interessante que dos mortos cerca de 300 eram do aparato de seguranca do Hamas e cerca de outros 75 eram membros das Fatahs acusados por Hamas de colaborar com Israel e executados pelo Hamas.
O tavor ainda nao foi adotado por todas as unidades e minha opiniao pessoal e de que nao sou fa de fuzis bullpups.
Sds.
Mais uma vez a família M-16/M-4 em combate, apesar de alguns TAVOR já substituindo. Porque muitos amigos criticam tanto aquele fuzil? Será que o CFN e as FE Brasileiras usariam uma arma tão problemática como alguns fazem parecer? Será que mais operacionais como os de Israel e EUA já não teriaam sido desbaratados?
não fiko feliz em dizer isso mais so havera paz e um estado palestino quando o HAMAS for aniquilado infelizmente isso que estamos vendo e inevitavel
Vassily, pelas fotos que já vi, as unidades de infantaria já foram dotadas com o fuzil TAR-21.
Os artilheiros desse obuseiro auto-propulsado não deviam estar no alto da lista de reequipagem. Certamente não são prioridade. Sem falar que são muito mais baratos.
Mas não sei se eram m-16. Não seriam M-4?
É…muitos exércitos poderiam atentar mais para a parte logística. Modernizada, até pequenas tarefas, como as cumpridas pelas “casinhas”, acho que ajudariam na comodidade da tropa e no MORAL!!
A artilharia de campanha sempre foi o “patinho feio” do exército israelense. Já pagaram caro no passado por isto.
Eu ia perguntar a mesma coisa que Vassily . Acho que por ser uma arma nova, ela nao pôde ser entregue para todos os batalhos.
Marine eu, ao contrario de voce, sou fã de carteirinha dos fuzis bullpup. Acho que por terem um comprimento menor, eles sao perfeitos para os conflitos de hoje, que quase exclusivamente acontecem nas cidades. É bem mais facil entrar em uma casa com um bullpup que mede 70 cm do que com um FAL que tem 1 metro!
Abraços.
Marine,
Realmente, do nº total de baixas, pelo que passa nos jornalismos brasileiros, cerca de 300 são do HAMAS. E essa informação é confirmada pelos próprios.
Tb sabia que o HAMAS e o FATAH estavam se atritando ja faziam alguns meses, inclusive com escaramuças armadas entre eles, mas não sabia que estavam executado-os dessa forma, nem dessa possível ligação do FATAH com Israel. Quem sabe, ambos, tanto o H, como o F, são políticos, tudo é possível.
abraços
Voluntario da Patria,
Não falei mal da família M-16, de forma alguma. Acho a decisão do CFN de usar esse equipamento acertada.
abraços.
Amirante Makarov,
Pelo modelo da coronha (rebatível) só pode ser a Carabina M-4. Mas é tudo a mesma família. Só faltou o lançador de granadas M-203.
Mas o Marine poderia explicar melhor, pois ele vive no dia-a-dia com esses modelos, e não é no computador, é nas mãos mesmo, se possível, abatendo insurgentes sunitas pelas ruas de Nassiria, Fallujah, Tikrit, Bagdá, Sammarra, e outras cidades iraquiana da vida.
abraços.
Outra informação que li é que entre os 300 mortos inicialmente, uma boa parte, eram membros de uma turma de jovens policiais recém formados na academia, estavam em sua formatura, daí a explicação de tantos mortos ao mesmo tempo. Eles eram sim ligados ao Hamas, afinal todo funcionário público de lá o é, uma vez que representantes do Hamas foram eleitos como governo, de forma democrática.
Mas não eram combatentes e muito menos terroristas, eram meros policiais e guardas de trânsito. O termo “aparato de segurança do Hamas” deve ter sido utilizado no sentido de ligá-los indevidamente aos guerrilheiros, a estratégia de marketing internacional criada por Israel para defender suas operações foi gigantesca.
Torço fortemente para que o conflito regrida e que o povo da Faixa de Gaza consiga se livrar, através do voto, desses delinqüentes do Hamas que só trouxeram destruição para o seu próprio povo. Por outro lado torço que Israel pare de praticar esse “terrorismo de Estado” que tem praticado, transformando Gaza em um gigantesco campo de concentração, bombardeando áreas civis com força desproporcional a agrassão sofrida, e usando a imprensa para se fazer de vítima perante a opinião pública.
Sds.
Dani,
Ao meu ponto de vista, tem prós e contras:
Prós:
Tamanho;
peso;
projeto atual;
Contra:
remuniciamento demorado; dentro das cidades, o problema se agrava mais ainda, pois o inimigo pode estar do outro lado da parede, a 3 ou 4 metros de vc.
abraços.
Dani.
Sim em teoria os bullpups sao excelentes ainda mais comparados com um antigao FAL com 1,14m de comprimento. A minha comparacao e mais com um M4, M468, G36K, SCAR e tal, enfim carabinas modernas que sao quase tao curtas que um bullpup.
Na pratica os bullpups ergonimicamente nao facilitam recarregamento rapido em situacoes CQB. Tanto que se vc reparar nenhuma unidade Contra-Terrorismo das maiores potencias utilizam Bullpup e els sao os especialistas em CQB – Delta, DEVGRU, SAS, KSK nao as utilizam.
Vassily,
Nas fotos eles sao todos M4s e eu mesmo nao tenho nada a reclamar dessa familia, serve o seu proposito e muito bem. Alguns nessa foto tinham ate as miras holograficas israelenses.
Sds!
Pessoal,
O papo está bom, mas tenho que ir. Já são 00:30 e pego no batente as 7:00hs.
* desculpem pelos erros de digitação, pois essa mudança na forma de se escrever o português tá me deixando looooooooouuuuuuuco, como diz o KIKO.
” Somos fortes, valentes, guerreiros,
Combatentes de armas na mão,
Da Marinha leais Fuzileiros”
ADSUMUS! E SEMPER FI! À TODOS.
Good Night.
Um fato “diferente” que notei nas fotos é o uso de joelheiras somente na direita, e nao me parece que venha na calça, parece que eles é que colocam.
A vantagem do Bullpup ao fuzil tipo M4 eu acredito que deva ao seu comprimento de cano maior, facilitando assim o acerto do alvo.
Abração
Cinquini
Cinquini,
O M4 tem cano de 16 polegadas, nao sei o comprimento do cano do Tavor de cabeca, pesquise na net mas nao deve ser muito diferente.
Mas pra te falar a verdade nem sempre e assim, precisao tem haver com muitas coisas e nao so o comprimento do cano. E no final das contas o fuzil e apenas uma ferramenta a arma e o soldado!
Sds!
Vou perguntar ao Marine. O que é esse excesso de panos sobre o capacete? Isso não tira a visão periférica?
Abraços
Coisa de israelense.
Nos em Fallujah usamos burlap de tenda para quebrar a silhueta que o capacete causa pois nao existe na natureza nada tao perfeitamente redondo como um capacete.
Entao seguindo essa tatica, isso deles me parece ter o mesmo proposito e tbm servir como rede anti-mosquito ou uma mascara para camuflagem tambem.
Espero ter respondido a pergunta.
Marine,
Eu estava vendo aqui o cano do Tavaor tem aproximadamente 18 polegadas, o que de fato nao muda muito. Ai fui ver as medidas gerais e da M4 e da Tavor e a Tavor é ligeramente menor que a M4 com a coronha no minimo.
Mas vc disse muito bem que o fuzil é a ferramenta, o que importa é o homem que a usa.
Abração
Com certeza por caracteristica do proprio design o bullpup sempre sera menor mas hoje a diferenca nao e muita e 2 polegadas no cano nao afetaram a balistica terminal para se realmente dizer que um e mais efetivo que o outro.
Entao acaba virando gosto pessoal, mas como ja comentei nenhuma das unidades aceitadas como a premier de CT utilizam bullpup.
Sds!
Outra coisa que esqueci,
Os bullpups tbm nao deixam muito espaco para se colocar aquele segundo “pistol grip” na frente da arma tao importante para CQB.
Sds!
Eu sou meio “clássico” confessor que nao vejo com bons olhos os bullpups, mas eles estao ai e vamos ver no que dá. E se pudesse escolher ficaria com o FN SCAR.
Abração
Marine,
além da utilidade dos bulpup em CQB os mesmos foram pensados na década de 70 e 80 antes do término da Guerra Fria para serem usados mais facilmente pela tropa embarcada em carros de transporte ou de combate de infantaria como o M-2 ou o LAV.
Bem antes da guerra se voltar para as operações urbanas como as que vemos hoje as operações em ambientes fechados eram terreno das submetralhadoras e das pistolas, que hoje são usadas apenas por forças policiais.
Mudando de assunto, um dia desses vi na tv um documentário em que um instrutor americano mostrava uma técnica de utilização do M-16 em CQB em que o mesmo não ficava com a coronha apoiada no ombro, para permitir um “encurtamento” da arma e uma maior mobilidade. Procede?
Um abraço meu caro!
Os amigos poderiam esclarecer porque o CFN não usa uma arma da mesma capacidade do m-16 de fabricação nacional, da Imbel por exemplo, acho um fato curioso um país com a capacidade do parque industrial do Brasil comprar uma arma que já esta sendo substituida em seu país de origem e em outros operadores ser adqurido por nós
Vai haver um banho de sangue!
Marine,
Vc está ou esteve no Iraque?
Você pode colocar um depoimento de como é participar de uma guerra?
Obrigado!
Artigo
Doze regras de redação da Grande Mídia Internacional quando a noticia é do Oriente
fonte Pravda
1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.
2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama “terrorismo”.
3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama “legitima defesa”.
4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama “Reação da Comunidade Internacional”.
5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama “Sequestro de pessoas indefesas.”
6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama “Prisão de terroristas”.
7) Quando se menciona a palavra “Hezbollah”, é obrigatória a mesma frase conter a expressão “apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã”.
Quando se menciona “Israel”, é proibida qualquer menção à expressão “apoiada e financiada pelos EUA”. Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.
9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões “Territórios ocupados”, “Resoluções da ONU”, “Violações dos Direitos Humanos” ou “Convenção de Genebra”.
10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre “covardes”, que se escondem entre a população civil, que “não os quer”. Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de “Covardia”. Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama Ação Cirúrgica de Alta Precisão”.
11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama “Neutralidade jornalística”.
12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são “Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade”.
Edilson,
Muito bem colocado.
Aquela terra é tão árabe quanto israilense.
Este é um típico choque de civilizações.
As ações do Exercíto de Israel está lembrando alguma coisa…
Vou refrescar a memória…
Lembram que no Gueto de Varsóvia, e tantos outros, havia resistência armada?
Lembram como essa resistência foi combatida?
Lembram que aquela resistência também erra considerada uma guerrilha terrorista?
A faixa de GAZA não parece um gueto?
As pessoas que moravam nos Guetos eram os moradores da cidade que haviam nascido naquele lugar.
Não estou justificando nada, apenas quero mostrar que os judeus foram perseguidos na segunda guerra e hoje estão perseguindo.
Os palestinos tem todo o direito de existir. Tem o direito de frequentar sua terra sagrada. O estado de Israel foi criado e os cidadãos árabes que vivem lá são como cidadãos de segunda classe.
Aqueles que não se alinharam foram colocados nos guetos ou seriam campos de concentração.
Israel quer ter a sua existência e direito reconhecido perante o mundo árabe mas não quer reconhecer o direito que os árabes também tem sobre aquela terra. Por mais que tenha existido um dia um reino no qual a religião prediminante fosse o judaísmo isso não da o direito de reaver aquelas terras depois de 2000 anos. Sendo assim podemos devolver o Sudão ao Egito e toda a península arábica ao Iraque e com isso refundar a Mesopotâmia.
O fato todo desse granda problema está na criação do estado de Israel. A criação era necessária mas a forma com a qual ela ocorreu foi inapropriada.
Criaram um estado para os Judeus mas esquecera dos palestinos.
Eu duvido que alguém iria concordar se um pedaço do Brasil fosse declarado uma nação indígina. Iriam????
Esse debate é longo… Mas com toda certeza qualquer pessoa que nesce naquelas terras é dono legítimo delas independente de religião.
Edilson e Rodrigo.
Os russos são anti semitas confessos e enquanto eram União Soviética impediam os judeus de emigrarem a Israel, quando o muro caiu, mais de um milhão de judeus russos sairam o mais rápido possível de lá. No Gueto de Varsóvia os judeus lutavam pelas suas vidas contra um regime que queria exterminá-los da face da terra. O Hamas não quer negociar com Israel, eles querem exterminar os judeus e acabar com o estado de Israel. Comparar judeus com nazistas é o fim da picada rapaz! É bom lembrar que quem começou a atual confusão lá no Oriente Médio foram os ingleses e todos os vizinhos de Israel sempre disseram que o que queriam era exterminar Israel e “empurrá-los de volta ao mar”! Como você negocia com um grupo que tem como obejtivo acabar com você? Egito e Israel vivem em paz, porque o Egito reconheceu o direito de israelenses viverem! O Hamas é um grupo terrorista reconhecido por todos países como tal e o objetivo maior deles não é uma terra palestina (e são eles que dizem isso), mas a morte de todos israelenses. Rodrigo e Edilson, se vocês tivessem um vizinho que diz que quer te matar, qual seria sua reação?
Vitoria Militar, mas, talvez, uma grande derrota política. Fotos de crianças feridas e/ ou mortas …..
Aquela cobertura na cabeça além de dissimulação é para proteção do soldado quando dorme em campo, pois não esqueçam que lá agora é inverno, quanto à joelheira, ela ao contrário do que muitos pensam não oferece grande proteção, serve para principalmente proteger o joelho quando o soldado está em posição de tiro ajoelhada, notem que todos usam no joelho direito (deles), o qual é o usado nesta posição, se vc está correndo e tem de ficar nesta posição e se joga, a joelheira protege, não sendo necessária do outro lado.
Rodrigo,
O plano original de partilha da Palestina já PREVIA a divisão entre israelenses e palestinos.
Os países árabes NUNCA aceitaram esta partilha e USARAM os palestinos como massa de manobra com o único objetivo de negar qualquer tipo de partilha em primeiro lugar.
Quando Israel declarou sua independência o resultado imediato foi uma guerra onde os países vizinhos foram derrotados, mas os grandes perdedores foram os palestinos.
O fim daquela guerra foi um cessar-fogo, e não um tratado de paz, pois mesmo tendo sido derrotados, os países que lutaram contra Israel não poderiam assinar um acordo de paz com um Estado cuja existência eles não reconheciam.
Assinar um Acordo de Paz implicava o reconhecimento implícito do Estado de Israel.
Assim, como o plano de partilha original já havia sido descartado, a solução do dilema palestino foi adiada pelos inimigos de Israel até uma “vitória futura” sobre Israel.
Enquanto isso, o cessar-fogo era uma pausa para que eles se rearmassem; agora, no âmbito da Guerra-Fria, onde só haviam dois lados a escolher. E como Israel já contava com as simpatias dos EUA, só havia a URSS a buscar por ajuda militar.
(LEMBRANDO QUE A URSS INICIALMENTE APOIOU O ESTADO JUDEU, MAS RETIROU ESTE APOIO QUANDO as opções diplomáticas ficaram mais claras – além do sentimento pró-israel nos EUA, havia uma comunidade judaica importante. É interessante comparar esta informação, e o propalado lobby pró-Israel com o fato que que haviam muitos mais judeus nos territórios da URSS, sem o lobby correspondente, é claro)
Vocês conhecem o resultado dessa história: sucessivas derrotas para os inimigos de Israel.
E os palestinos continuavam sendo utilizados como massa de manobra pelos países vizinhos, por cujo bem-estar eles não faziam nada. Até que os palestinos criaram seus próprios movimentos armados para tentar encontrar uma solução militar para o seus dilema.
Ainda hoje, existem países que não aceitam a existência de Israel.
Alguém acha realmente que Israel aceitaria placidamente a criação de um Estado palestino INIMIGO de Israel????
A resposta é que se eles têm alguma influência nisso, então NÂO! Não aceitariam!
Para os israelenses, qualquer Estado Palestino que venha a existir DEVERÁ antes de qualquer coisa, ter a SUA segurança condicionada a segurança de Israel, e vice-versa.
Nenhuma liderança que se preze como tal agiria de outra forma. E o discurso humanitário ou moralista que se dane! Qualquer análise que NÃO leve isso em conta, é ingênua e carece de uma “âncora” que a FIXE com a realidade do que é um dilema de segurança.
Agora, enquanto existirem fatores políticos como o HAMAS, que prega a destruição de Israel, acha realmente que os Israelenses deixarão eles “livres”? Em uma fronteira sem barreiras?
Analistas de RI diriam que Israel vive em um constante estado de Guerra intermitente. E lembrando, senhores; de que é um país pequeno, sem “profundidade” estatégica para recuar em caso de ataque.
Sem espaços geográficos para que pudesse “trocar” terreno por tempo.
Acha que os planejadores estratégicos de Israel podem se permitir pensar que uma Guerra convencional com seus vizinhos não acontecerá nunca mais?
Ou que seu país vindo a ser alvo de um atentado terrorista nuclear é um exagero delirante e paranóico?
Quanto tempo até um extremista mais ousado dotar aqueles foguetes caseiros de uma cabeça de guerra com armas químicas? Seria paranoico pensar assim? Para um país sem profundidade estratégica?
Quanto tempo até aqueles foguetes evoluírem para algo que lhes dê o alcanse até TelAviv?
Neste caso, alguém acha realmente que Israel permitiria a livre circulação de Palestinos por fronteiras abertas? Se com fronteiras fechadas isto já acontece?
Gaza continuará cercada e fechada enquanto os Palestinos não procurarem Israel declarando que sua segurança é segurança deles, e a deles a sua.
Mais uma vez, foram os países árabes que declararam guerra a Israel quando este declarou sua independência.
O erro maior, no meu ver; foi que ao mesmo tempo em que Ben Gurion fazia seu discurso, não havia nenhum líder palestino fazendo o mesmo. Ambos os povos deveriam ter declarado pela independência ao mesmo tempo. Mas não havia maturidade política naquele tempo.
E com grupos como o Hamas no poder, acho que ainda não existe nenhuma.
Em um território menor que Sergipe, deveriam ser capazes de perceber que a segurança dos Palestinos é a segurança de Israel. Qualquer outra solução além disto é ilusão, alimentada por países inimigos de Israel que ainda usam os palestinos como massa de manobra.
Deixe-me lhes dizer que, se amanhã, o Presidente Abbas anunciasse uma solução política em que se comprometesse com a segurança de Israel e eles o mesmo; países como o Irã iriam declarar Abbas um traidor de sua própria causa.
Dia chegará em que os palestinos se darão conta (talvéz), de que o único país que realmente pode ajudá-los é Israel, e não seus vizinhos.
Essa é minha análise.
Sempre existem os lados bons e ruins, mas eu ainda prefiro os bullpup. Gostei do que voces falaram, sempre é bom ouvir a opiniao de outros.
Edilson, realmente… muito bem colocado!
Marine, alguns post que vi no blog dizem que voce tem esperiencia em combate e tal. Cheguei agora no blog e ainda nao li os comentarios antigos. Entao gostaria de saber se voce realmente ja esteve em combate? Quando, onde… essas coisas.
Abraços.
Na foto onde tem os caras com joelheira na perna direita é porque, provavelmente, eles sendo destros(como estão segurando o fuzil com a mão direita, deu pra deduzir isso!), quando se ajoelham para atirar presisam de uma proteção.
Obs: esperiencia = experiencia
Edilson,
Muito bem colocado.
Os palestinos foram usados por seus vizinhos, principalmente pelo Egito na década de 50.
Mas a forma com que ocorreu a criação do estado de Israel foi um grande problema. A má gestão da ONU e das duas potências foi um fator preponderante na criação de Israel.
Quando falamos em Estados Mulçulmanos temos que lembrar que eles não são unidos completamente. Existem interesses e rivalidades muito grandes entre esses estados. Uns são aliados do ocidente e outro inimigos mortais.
O que não acho justo é o tratamento diferenciado que se dá a situação. Nenhuma análise do conflito é imparcial. A falta de habilidade política dos palestinos é evidente, mas em por outro lado é preciso entender que nem todo palestino é terrorista e que pessoas inocentes vivem naquela região.
E é preciso lembrar que também existe extremisno no lado Israilense. Yithzak Rabin foi morto por um extremita judeu.
Acho que esse conflito não se divide entre certo e errado.
É um pena!
São Paulo, terça-feira, 06 de janeiro de 2009
JOÃO PEREIRA COUTINHO
Mudar as palavras
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Imaginem o Brasil atacado por potências, que desejavam aniquilar cada um dos brasileiros
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ISRAEL ESTÁ novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.
texto publicado na Folha de São Paulo de hoje por
JOÃO PEREIRA COUTINHO
jpcoutinho@folha.com.br
Bosco,
Eu conheco a ideia de utilizacao que se tinha em mente dos bullpups quando foram concebidos e com relacao a utilizacao deles em veiculos e a substituicao de sub-metralhadors por eles hoje em dia existe aqueles que pensam que essa funcao sera feita pelas PDW (Personal Defense Weapon) como as P90 utilizadas pelo Servico Secreto americano e mesmo assim equipes poiliciai taticas do mundo (SWAT) ja quase nao utilizam MP5 mais, tendo elas sido completamente susbstituidas pela M4 devido a melhor performance do cartucho com relacao a 9mm utilizada na maioria das vezes em MP5s.
Com relacao a tecnica em que nao se poe o M-16 no ombro demonstrada pelo instrutor nada mais e do que uma tentativa de se adaptar a utilizacao desse fuzil para uma posicao melhor devido ao seu comprimento. Nao quer dizer que essa tecnica e a melhor solucao para o problema apenas uma daptacao para melhorar algo que ja nao e perfeito originalmente. Perfeito seria ter um “collapsible stock” pois em geral nunca se deve utilizar a arma fora do ombro.
Robson Bandeira,
Quem disse que o M-16 esta sendo substituido? Ela e uma arma excelente e continuara sendo usada por decadas ainda. Por exemplo ate os Royal Marines que poderiam usar o SA80 ingleses optaram pelo M-16, na minha opiniao o CFN fez certo de ter escolhido essa familia de fuzis.
Rodrigo,
Eu tenho deslocamento (Deployments) para cerca de 25 paises inclusive o Iraque, mas nao estou la agora. Com relacao a te dizer como e participar de uma guerra seria muito longo para o blog te descrever isso. Quem sabe sobre algumas cervejas na praia um dia possa te dizer ou ate no dia que escrever minha “memoirs” te aviso….rsrsrs
Com relacao a joelheira, ha muitos que preferem utiliza-la somente no joelho em que vao se ajoelhar pois ao contrario das fotos em que elas parecem ser todas bonitinhas e elitistas, joelheiras sao na verdade muito incomodas por varias razoes:
1- No deserto pelo fato do calor vc nao quer nada em contato com o corpo, muito menos amarradas apertadas na sua perna.
2- Ao contrario do que se pensa em cenario urbano vc nao pode ficar ajoelhando toda hora pois isso significa estar fixo/imovel o que lhe faz alvo facil a snipers, entao o combatente tem que estar sempre movendo/correndo o que significa estar quase sempre de pe.
3- Em CQB joelheiras sao muito boas uma vez que vc ja tenho entrado em uma instalacao/casa/predio e tal mas fora nas ruas em combate vc esta sempre correndo, saltando muro, pulando de telhado a telhado, pulando dentro de janelas e tal e naturalmente as joelheiras comecam a escorregar (notem as milhares de fotos de Americanos com joelheiras nos tornozelos) e ficam la quase caindo no chao incomodando.
Por essas e outras razoes muitos optam por nao usa-las ou usar somente uma delas no joelho em que vao se ajoelhar. Por ilustracao geralmente funciona assim: No comeco do deslocamento todo mundo usa elas nos dois joelhos, depois de uns 2-3 meses comecam a usa-las em um joelho so e la pro final do deslocamento ja nao estao usando nenhuma por ja estao de saco cheio delas….rsrsrsrs.
Dani.
Sim, tenho experiencia em combate no Iraque, principalmente em Fallujah na provincia de Al Anbar.
Sds a todos!
Wolfpack,
Parabens pelo artigo!!
Como ja disse aqui antes,
“What now Mr. Prime Minister?”
Semper Fidelis!
Salve Marine, muito boa esta sua discussão sobre as joelheiras eu particularmente achava-as muito indicadasou seja a descoberta da polvora . ehehhe
Como a sua experência fala muito mais do que as minhas suposições, eu gostaria de saber sua opinião sobre os futuros uniformes que devem incorporá-las como acessório interno e não externo.
ou seja o traje já virá com ela.
isto minimizaria os incomodos das descidas frequentes deles, porém como você bem disse tem o tal incomodo do aperto no joelho certo?
depois,
é curioso que ninguém (ou eu pelo menos não me recordo de ver) costuma usar cotoveleiras, elas teriam alguma utilidade?
valeu e grande abraço.
Vasily, não me referi diretamente a vc, desculpe se assim entendeu, o meu questionamento foi amplo,pois as observações negativas quanto ao M16/M4 são inumeras em vários blog. Seria o simbolismo da luta pela democracia que esta arma carrega o motivo de tantas críticas?
Edilson,
Eu acho mais uma vez como sempre a ideia de joelherias “embutidas” boa em tese, dai a se funciona mesmo no campo eu ja nao sei te dizer pois ainda nao utilizei esses uniformes. Penso eu que como vc disse eliminaria elas caindo aos tornozelos mas nao sei como elas seriam fixadas para sempre proteger os joelhos e que nao ficassem escorregando/escapolindo para os lados sabe o que quero dizer? entao acho que o problema maior a ser analisado e esse mesmo.
Ja cotoveleira e so pra CQB mesmo mas como quase ninguem sabe quando vao se encontrar em que tipo de cenario, quase ninguem as usa. Vc teria que tipo assim saber que vai so fazer um “raid” em CQB e logo ser extraido, tipo resgate de refem mesmo. Por isso vc so ve SWAT mesmo com cotoveleira pois eles entram na casa, fazem o que tem que fazer e depois termina a missao. Militares tem a missao muito mais branda.
Sds!
Ola sou novo e gostaria muito de participar das discurções do blog
como foi dito em comentarios anteriores os arabes jamais aceitaram a divisão da palestina, o povo palestino durante as decadas de conflito foram usados pelos arabes assim como os libaneses como marionetes ,uma das provas disto e que o Irã tem discurssado
para acomunidade internacional como se tivesse sacrificado milhares
de soldados em prol da “causa palestina” na verdade uma arma ideologica covarde criada pelo Irã Siria Libia e demais paises arabes usada contra os palestinos uma vez que estes paises que citei NÃO TEM A MINIMA VERGONHA NA CARA DE DEFENDER OS PROPRIOS
INTERESSES .
Marine,
deixemos a “torcida” e também as reflexões sobre as causas desta guerra (as reflexões já fizemos no outro post) de lado…mas eu tenho uma dúvida que certamente vc pode ajudar a responder…
Pelo o que se sabe (noticiado em todos os jornais) Israel quer destruir as “estruturas” do Hamas e prender ou matar seus líderes. Pois bem, a dúvida que eu tenho é a seguinte: esse aparato todo é o mais indicado para isso, tendo em vista que o Hamas opera “furtivamente”…ou seja, os “soldados” do Hamas, até mesmo por usar armas quase caseiras (como os foguetes), estão sempre se encondendo em prédios, casas, no meio da população, eles podem lançar um foguete de qualquer lugar e se mudar rapidamente…entende o que quero colocar? Tanques, artilharia pesada, morteiros, F-16 etc. não seriam pouco eficazes para enfrentar um inimigo que mal se consegue localizar e que não tem “endereço fixo”?
Traçando um paralelo com a polícia do RJ. Quando a polícia do RJ quer (isso quando ela quer de fato, nem sempre é o caso) prender algum traficante ou “quebrar” algum ponto de tráfico, geralmente ela o faz com a “inteligência” da polícia, e quando a notícia chega para nós, pelos jornais e pela TV, o cara já está preso.
Por outro lado, quando a polícia usa um aparato gigantesco, com centenas de policiais, várias viaturas, helicópteros, o famoso “Caveirão” etc. para “subir os morros”, a TV acompanha (aliás, até dá a impressão que tudo é montado para a TV mesmo, torna-se um espetáculo) e geralmente o final da operação é meio que um fiasco (prende-se uns dois ou três ladrões de galinha, que são soltos logo em seguida por falta de provas, e fica nisso)…pois o que acontece é que a polícia sobe o morro por um lado e os traficantes fogem por outro (fica só uns dois ou três trocando tiros com a polícia, só pra dar tempo para os “chefões” se “evadirem”)…depois, é só a polícia ir embora, que eles voltam todos, e tudo segue como estava antes….entendeu meu raciocínio?
Por isso que fico na dúvida se realmente Israel está usando os meios corretos para alcaçar seus objetivos. Estou falando isso friamente, sem tomar posição nenhuma (de quem está certo ou errado no conflito, se é uso de força exagerada ou não) e apenas querendo entender se Israel realmente pode conseguir seus objetivos ou não, com uma operação deste porte.
grande abraço
Marine,
deixemos a “torcida” e também as reflexões sobre as causas desta guerra (as reflexões já fizemos no outro post) de lado…mas eu tenho uma dúvida que certamente vc pode ajudar a responder…
Pelo o que se sabe (noticiado em todos os jornais) Israel quer destruir as “estruturas” do Hamas e prender ou matar seus líderes. Pois bem, a dúvida que eu tenho é a seguinte: esse aparato todo é o mais indicado para isso, tendo em vista que o Hamas opera “furtivamente”…ou seja, os “soldados” do Hamas, até mesmo por usar armas quase caseiras (como os foguetes), estão sempre se encondendo em prédios, casas, no meio da população, eles podem lançar um foguete de qualquer lugar e se mudar rapidamente…entende o que quero colocar? Tanques, artilharia pesada, morteiros, F-16 etc. não seriam pouco eficazes para enfrentar um inimigo que mal se consegue localizar e que não tem “endereço fixo”?
Traçando um paralelo com a polícia do RJ. Quando a polícia do RJ quer (isso quando ela quer de fato, nem sempre é o caso) prender algum traficante ou “quebrar” algum ponto de tráfico, geralmente ela o faz com a “inteligência” da polícia, e quando a notícia chega para nós, pelos jornais e pela TV, o cara já está preso.
Por outro lado, quando a polícia usa um aparato gigantesco, com centenas de policiais, várias viaturas, helicópteros, o famoso “Caveirão” etc. para “subir os morros”, a TV acompanha (aliás, até dá a impressão que tudo é montado para a TV mesmo, torna-se um espetáculo) e geralmente o final da operação é meio que um fiasco (prende-se uns dois ou três ladrões de galinha, que são soltos logo em seguida por falta de provas, e fica nisso)…pois o que acontece é que a polícia sobe o morro por um lado e os traficantes fogem por outro (fica só uns dois ou três trocando tiros com a polícia, só pra dar tempo para os “chefões” se “evadirem”)…depois, é só a polícia ir embora, que eles voltam todos, e tudo segue como estava antes….entendeu meu raciocínio?
Por isso que fico na dúvida se realmente Israel está usando os meios corretos para alcaçar seus objetivos. Como vc sabe, às vezes uma pistola é mais eficaz que um canhão…E estou falando isso friamente, sem tomar posição nenhuma (de quem está certo ou errado no conflito, se é uso de força exagerada ou não etc.) e apenas querendo entender se Israel realmente pode conseguir seus objetivos, com uma operação deste porte.
grande abraço
ps. a pergunta foi endereçada ao amigo Marine, mas se alguém quiser comentar ou ajudar na reflexão, fiquem à vontade…
Oriente Médio
Terça, 6 de janeiro de 2009, 15h47 Atualizada às 16h10
Gaza: ONU irá investigar ataques recentes de Israel
O bombardeio israelense de contra uma escola de Gaza administrada pela ONU e a morte de uma família de cinco membros por causa de um ataque contra sua casa “devem ser investigados e, caso a lei internacional tenha sido violada, os culpados devem ser processados”, informou a EFE nesta terça-feira.
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Esta afirmação estava hoje no comunicado do coordenador humanitário da ONU para os territórios palestinos, Maxwell Gaylard, que lamenta que nem mesmo as instalações da ONU sejam seguras para os civis palestinos em Gaza.
Três membros de uma mesma família palestina morreram no bombardeio israelense de uma escola da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA), onde buscaram refúgio.
O lugar estava claramente sinalizado como estabelecimento administrado pelas Nações Unidas, informou a organização.
Outro bombardeio israelense que aconteceu hoje contra outra escola da UNRWA já deixou pelo menos 40 mortos, segundo fontes médicas em Gaza, embora o comunicado do coordenador ainda não faça referência ao mesmo.
Maxwell se refere da mesma forma a outro trágico incidente de ontem, quando uma família inteira formada por cinco filhos e seus pais morreu quando o Exército israelense bombardeou sua casa.
“Estas mortes colocam em evidência a trágica realidade da situação em Gaza para os civis, onde nem as casas nem os refúgios da ONU são seguros”, afirma o membro da ONU.
“Cerca de um milhão e meio de palestinos civis estão perigosamente expostos aos combates. Não têm lugares seguros para os quais fugir”, acrescentou.
“Estes trágicos incidentes devem ser investigados e, se a lei internacional foi desobedecida, os responsáveis devem ser processados”, declarou.
A UNRWA afirmou hoje que “de um ponto de vista legal este foi um ataque contra uma instalação da ONU”.
A morte dos últimos 40 palestinos no bombardeio de hoje contra uma escola aumenta para mais de 600 o número de mortos em Gaza desde que começou a ofensiva de Israel no dia 27 de dezembro passado, enquanto o número de feridos passa de 2.600.
EFE
Agência EFE – Todos os direitos reservados. É
droga!…o speed está uma cáca…toda hora posto duas vezes o mesmo comentário…desculpem por isso.
Hornet,
Primeiro de tudo que bom te ver de volta aqui….hehehe
Bem sua duvida e pergunta sao validas e excelentes como sempre entao vou tentar explicar isso do ponto de vista puramente militar sem dar meritos politicos a quem esta certo ou errado.
Isso a que se refere como vc bem deve saber e conhecido como guerra assimetrica ou guerra unconvencional. com certeza em um mundo perfeito havera inteligencia de confianca para que todos os lideres da organizacao sejam capturados mas como sabemos o “inimigo” tbm nao e estupido i fica la dando bobeira esperando vc bater na porta dele. Essas missoes sao chamadas de “snatch & grab” e pode ter certeza que estao sendo feitas agora mesmo mas de maneira clandestina em que a midia e nos nao ficaremos sabendo.
O que acontece e que em uma area urbana grande fica muito dificil se nao impossivel de furtivamente chegar-se no calado da noite e simplismente capturtar alguem. Existem caes latindo, vizinhos acordados na madrugada e infinitas outras coisas que podem ser alertados a sua presenca. Entao na minha opiniao essas operacoes militares sendo conduzidas agora em aberto (“overt”) ao contrario das sigilosas conhecidas como “covert” dao condicao, dao espaco (“breathing room”) para que as sigilosas acontecam, as operacoes abertas destraem e possibilitam que as secretas ocorram masi facilmente compreende?
Outra razao dessas operacoes militares convencionais sao demonstracao de forca, dissuacao para que no futuro Hamas/Hezzbollah pense 2 vezes antes de agridirem Israel e tambem ha razoes politicas de mostrar e reassegurar a populacao de Israel que o pais e capaz e esta defendendo seu povo.
Basicamente as op. “overt” e “covert” complementam a si mesmas sendo parte de todo o plano de defesa de Israel.
Espero ter espondido suas duvidas!
Sds!
Obrigado Marine,
O texto foi tirado da edição de hoje da Folha de São Paulo feito por João Pereira Coutinho.
Foi noticado a instantes que Forças Israelenses mataram 40 civis em uma escola da ONU em Gaza, porém fontes afirmam que foram lançados morteiros sobre as tropas de dentro desta escola.
Pergunta, como fazer para combater em áreas como esta onde você é atacado de dentro de Igrejas, Escolas, Prédios Residenciais?
Marine, lembro que em Falujah ouve um extenso cerco a cidade e uma espera até grande por parte dos Americanos deixando que todos os não combatentes deixassem a cidade, para somente depois se começar uma entrada das forças terrestres. Isto é possível, é eficiente?
Vimos dias atrás o estrago que uma RPG fez em um veículo Bradley no Iraque, e este tipo de arma esta disponível nas mãos do Hamas. Os RPGs deram enorme trabalho aos Marines em Mogadishu, Somalia – 1993. Certamente as Forças de Israel estão enfrentando esta arma neste momento.
A situação de Israel é como aquela Leoa que tenta proteger os filhotes de uma matilha de Ienas. Uma Iena vai lá e dá uma mordida na Leoa que reage e mata a risonha, depois vem outra e da outra mordidinha e assim vai. Se atores como Irã e Síria não forem neutralizados, a situação em Israel continuará igual a Leoa forte, mas cercada por Ienas sanguinolentas.
Abraço
Marine,
sim, não só respondeu, como foi além da “notícia”…hehehe
E tal como no exemplo da polícia que eu dei, acho que no final das contas quem acaba de fato resolvendo a questão é a inteligência, não é? Mesmo no caso da ação combinada, “overt” e “covert”. Isso eu estou falando no sentido de pegar os “cabeças” do Hamas e não no sentido da intimidação. Não foi mais ou menos assim que aconteceu com o Sadddam?… Ou seja, os EUA atacaram com tudo, mas ele fugiu e se escondeu. Só depois de um tempo, com muita calma e ações de inteligência bem feitas é que se conseguiu descobrir onde ele estava e prendê-lo. Não foi mais ou menos assim, uma ação combinada? Até porque, se não tivesse ocorrido o bombardeio anterior ao Iraque, o Saddam não teria fugido e nem se isolado, o que tornaria muito difícil sua captura.
E, deixando de lado a questão de Israel X Palestina, eu fiz a pergunta também para pensarmos no nosso EB.
Eu particularmente acho muito difícil, quase impossível (eu sei que tudo pode acontecer, inclusive cair um raio agora na minha cabeça, mas como nem está chovendo aqui, então acho pouco provável…hehehe) que o Brasil seja atacado por um Estado estrangeiro (qualquer que seja), e portanto se meta numa guerra convencional de exército contra exército…Mas, por outro lado, e tendo em vista principalmente as guerrilhas da Colômbia, bem perto da fronteira com o Brasil, não vejo como algo muito remoto a possibilidade de o EB ter que lidar com guerras assimétricas, mesmo que localizadas em algum ponto perdido no meio da Amazônia e sem grande intensidade. Mas ainda assim, cautela e caldo de galinha…sabe como é, não faz mal a ninguém…
Por isso também que achei muito legal seus esclarecimentos, até para que nós (aqui do blog) tenhamos em mente tais questões em nossas discussões, quando o assunto for o reaparelhamento do EB, o tipo de equipamentos a serem adquiridos e usados, e a sua estratégia de defesa da Amazônia.
thanks!
Só que assim como a população carioca a israelense sofre com o terrorismo e precisa “ver” que as autoridades estão protegendo-as e combatendo duramente, tanto o hamas quanto o comando vermelho. A combinação de forças regulares sufocando-os e irregulares eliminando-os cirurgicamente…quando necessário…talvez fosse uma tática eficaz.
Ah sim, mas não seria nada fácil a coordenação disto e o fatricídio uma constante ameaça.
Wolfpack,
Acredito que com certeza israelenses nao dispararam a esmo nessa escola, deve ter avido fogo inimigo vindo de la. Eu mesmo perdi a conta de quantas vezes recebi fogo de torres de mesquitas e morteiros dos quintais de escolas.
Bem pra responder sus pergunta como fazer para lutar em uma situacao dessas em que o inimigo utiliza infraestrutura civil como refem/escudo nao ha uma resposta perfeita e limpa! Antigamente antes que o mundo se importava com danos colaterais o US Army fez uma campanha anti-insurgencia muito bem sucedida nas Filipinas e os Marines no Haiti e Nicaragua mas era da epoca em que se matava tudo que se movia e pra te falar a verdade so assim pra se ganhar uma insurgencia de forma rapida – matando tudo – hoje em dia por razoes obvias e certas nao se pode fazer isso e por isso insurgencias demoram a ser derrotadas sendo isso somente possivel com o povo local a seu favor mas nao vejo isso acontecendo com o povo arabe com relacao a Israel.
Outro problema e que civis leigos hoje nao tem paciencia pra nada, eles esperam que militares comecem uma operacao e que a guerra se ganha em poucos dias e obviamente nao e assim.
Entao pra responder sua pergunta nao ha solucao perfeita ou muito diferente do que se e feito hoje para se combater em um cenario como vc descreveu.
Com relacao a se fazer um cerco em Gaza como nos fizemos em Fallujah p/ deixar a populacao civil sair de la nao sei se e viavel em Gaza. Fallujah possuia cerca de 300-400.000 habitantes antes dos combates, muito menos que Gaza e a populacao de Gaza tambem nao tem pra onde ir, iriam fugir pra onde? Egito fechou as portas…
Correcao a vc, em 1993 na Somalia quem teve trabalho com RPGs foi o US Army, os Marines entraram primeiro em 1992 e por demonstrar agressividade nao foram muito molestados pelas milicias, foram retirados depois de sua missao cumprida e ai em 1993 o Army teve suas dificuldades que todos nos sabemos.
Concordo com a analogia da Leoa! rsrsrsrs….
Hornet,
Com certeza a chave da questao e inteligencia! Mas como se diz, ela nunca e 100%. Foi assim com Saddam e seus filhos, foi assim com Noriega e sera assim com Bin Laden.
Com relacao ao EB, me parece que isso tem tido prioridade, tomo como o exemplo a organizacao da Brigada de Op. Especiais e a enfase que o proprio ministro Jobim da a forcas modernas e de acao rapida capazes de reagir em qualquer parte do pais. Penso tambem que guerra convencional no Brasil tem de estar concentrada na Fronteira Sul como os meios para tal guerra estao concentrados la hoje.
Basicamente forcas leves e ageis no Norte e pesadas e poderosas no Sul.
You’re welcome!
Sds!
Aí galera do blog FORÇAS TERRESTRES, já tem um bocado de tempo que voçês não colocam uma novidade para a galera. Quebra esse galho aí.
Peço encarecidamente a todos que qualquer questionamento sobre táticas, técnicas, procedimentos, equipamentos ou experiência real de combate direcionadas ao Marine sejam antes endereçadas à minha pessoa que por uma módica contribuição financeira depositada em minha conta bancária, serão prontamente repassadas ao mesmo para posterior avaliação e resposta.
Contando com o entendimento de todos antecipadamente agradeço.
rsrsrsrs……..
Bosco,
HAHAHAHAHAHAHAHA
Sabia que vc era “exxxperto”!!
Abracos!
Marine,
do ponto de vista da estratégia de defesa do país, a coisa que mais tem me agrado é justamente essa idéia do deslocamento rápido de tropas…acho que o Brasil está fazendo a coisa certinha nesse quesito. Até porque, o Brasil, como vc sabe, é meio grandinho…tem que ter agilidade mesmo.
all the best.
Wolfpack,
Esqueci de te dizer que e justamente para evitar danos e baixas civis em situacoes como essa que existem ROEs (Rules of Engagement) que geralmente sao tao restritas que chegam a colocar o combatente em risco desnecessario/elevado como ja comentei aqui no blog antes.
Sds!
Hornet,
Concordo com vc mais uma vez! O Brasil tem que ter qualidade mesmo se isso quiser dizer menos quantidade, tem que ter forcas expedicionarias, ageis capazes de atacar e reagir com eficacia maxima. A Forca de Acao Rapida e o CFN tinham de estar no mesmo nivel dos exercitos mundiais mesmo se isso significar eliminar certo numero de efetivo para que esses recursos fossem utilizados para se manter pelo menos um nucleo de forcas de primeiro mundo.
Isso sim e dissuasao com relacao ao EB.
Sds!
Bosco,
hehehe…boa!
Aliás…pessoal, atenção:
quando o assunto for raios miniaturizantes, seres mutantes (como o Michael Jackson e a Mulher Melância), invasões intergaláticas de insectossauros e afins…e se tiverem algum questionamento a fazer, faço minhas as palavras do Bosco…apenas troquem umas coisas no comentário dele: onde estiver escrito Marine, troquem por Bosco; e onde estiver escrito Bosco, troquem por Hornet….hehehehe
abraços
De acordo Marine. E é por isso que vejo com muito bons olhos o nosso END (Estratégia de Defesa Nacional). Eu acho, apesar de muitos não concordarem, que o caminho proposto pelo MD está correto. Só temos que ter um pouco de paciência para que tudo se concretize.
Mas o caminho está definido, e acho que bem definido, na minha modesta opinião.
abraços
Marine, mais uma vez obrigado pelos esclarecimentos.
Abraço
Voltar ao notícia – Ajuda
Obama diz que terá muito a falar sobre Gaza após posse
2 horas, 11 minutos atrás
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu falar sobre o conflito Israel-palestinos quando tomar posse, mas insistiu que, até que isso ocorra, apenas o presidente George W. Bush pode falar pelos EUA. “Depois do dia 20 de janeiro, vou ter muito a dizer sobre a questão”, disse Obama aos repórteres, para se defender das críticas de que tem falhado em lidar de forma vigorosa a violenta ação militar israelense na Faixa de Gaza.
Obama disse que mantinha sua promessa de campanha de que “no início de nossa administração, vamos nos dedicar de forma vigorosa e consistente para tentar resolver o conflito que existe no Oriente Médio”. “Eu penso que isso não é apenas certo pra as pessoas naquela região, mais importante, é certo para a segurança nacional do povo americano e a estabilidade que é tão importante para este país. Portanto, em 20 de janeiro vocês estarão ouvindo diretamente de mim”, prometeu o presidente eleito.
“Até lá, meu trabalho é monitorar a situação, reunir a melhor equipe de segurança nacional possível para que possamos começar imediatamente quando formos responsáveis pelas questões de segurança nacional”, acrescentou. Os ataques israelenses contra a Faixa de Gaza completaram hoje seu 11º dia, com crescente número de mortos e pressão internacional por uma cessar-fogo.
Obama disse que sua equipe de transição está monitorando a situação em uma base diária. “As perdas de civis em Gaza e em Israel são uma fonte de profunda preocupação para mim”. Mas acrescentou: “Neste momento, o presidente George Bush como presidente dos EUA fala em nome do governo dos EUA e o povo americano quando se trata de questões internacionais”. As informações são da Dow Jones.
Saiba mais:
Veja o Especial Veja as fotos do conflito
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Hornet, tu está virando capitalista demais! rsss
Abração
Prezado Marine
Gostaria que me explicasse melhor esta sua posição:
“Penso tambem que guerra convencional no Brasil tem de estar concentrada na Fronteira Sul como os meios para tal guerra estao concentrados lá hoje.
Basicamente forcas leves e ageis no Norte e pesadas e poderosas no Sul.”
Você entende que o posicionamento das nossas FAs deve continuar assim? Já ouvi o ministro da Defesa e até mesmo alguns generais dizendo que paulatinamente as forças serão deslocadas mais para o Norte.
O que você me diz? Nem muito ao Norte, nem muito ao Sul. No Centro?
Abraços
Joao-Curitiba,
Existe hoje um numero de militares elevadissimo principalmente no Rio de Janeiro, o que o Ministro diz e os Generais esta certo. Mas o que eles querem dizer e aumentar o numero de militares para o Norte do pais transferindo forcas do EB para la e da MB para o Nordeste e Foz do Amazonas.
O que eu quis dizer foi em relacao somente ao EB, nao inclui nessa analise a FAB ou a MB, e foi no sentido que penso eu que no Norte do Pais deve haver forcas leves e ageis como as tropas de Selva sendo apoiadas pelas Brigadas PQD, Aeromovel e de Op.Especiais se necessario.
Ja no sul e que deve haver a concentracao maior de tanques, artilharia pesada e veiculos blindados como ja existe hoje ou seja os meios aceitados como necessarios para guerras convencionais.
Tambem acho acertada a decisao da localizacao da Brigada de Op.Especiais no Centro do Pais.
Desculpe se nao elaborei minha afirmacao antes e espero que tenha explicado melhor para vc agora.
Sds!
Marine
Em tempo: as FAs concentradas no Sul atendiam ao medo de um possível ataque da Argentina. Hoje esta linha de pensamento foi abandonada. A preocupação agora está sendo as Amazônias Verde e Azul.
Cinquini,
Que nada.
é que estou precisando de uns trocados pra me modernizar e virar um Super Hornet…hehehe
abração
Joao-Curitiba,
Entendo o pensamento antigo e concordo que a enfase hoje saos as “duas Amazonias” mas ainda precisamos e temos unidades “blindadas” e elas nao sao necessarias a meu ver no litoral, no Oeste e nem tanto no Norte pois qualquer avanco de colunas blindadas que um pais como Venezuela fizesse seria muito dificil, sendo que eu na minha HO acho que nenhum vizinho nosso do Norte possue a logistica para tal operacao.
Por isso disse que ja que temos tanques, artilharia, veiculos blindados, penso eu que estao muito bem la mesmo no Sul do pais.
Abracos!
Mas recentemente houve um execício em Roraima (ainda tem este nome?)onde considerou-se um “hipotético” inimigo realizando uma ofensiva blindada.
Marine, e é justamente o que estão fazendo!
Os Carros de Combate no Sul e as forças rápidas no Norte, aos poucos as tropas estao sendo deslocadas do Sudeste (RJ).
Abração
Cinquini
Estas armas de “precisão” de Israel acertam o que eles querem e o que eles não……se importam!
Caro Marine,
Eu vi em reportagem da CNN um soldado israelense portando um Tavor TAR-21 com empunhadura vertical presa ao guarda-mão. Eu achei bem estranho com o lançador de granadas de 40mm M203 fica muito mais estranho ainda. Parece que chegaram no limite de uma arma deste porte compacta.(observe no link abaixo)
http://world.guns.ru/assault/as30-e.htm
O site Sistema de Armas http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/sof/sofber3b.html
propõe uma modernização para o IMBEL FAL MD97 e a versão mais interessante é a do PARA-FAL M964 A1 MD1 7.62, com trilho picatinny, guarda mão de alumínio e mira ótica EO Tech, mas o mesmo site descarta estas possibilidades primeiro pelo custo e segundo que seria muito mais barato e fácil conseguir os Fuzil de Assalto pelo program Americano FMS “Foreign Military Sales” com subsídios altos do Governo Americano. O Próprio Tavor, FN SCAR além do HK416 e os lendários M4A1 podem ser adquiridos neste sistema FMS. Olhe a opinião do site:
“Estas armas podem ser adquiridas com financiamento do “Foreing Military Sales” (FMS), que propositadamente torna a aquisição extremamente vantajosa, visando desencorajar a produção de armas por parte de outros países. É um mecanismo tão eficiente que, quando no ano de 2003 o Exército Israelense resolveu finalmente adotar o Fuzil de Assalto TAVOR, de fabricação local pela IMI, hoje IWI, em substituição aos M-4 fornecidos pelos EUA, que estavam tendo problemas com a fina areia do deserto, decidiram-se por montar uma linha de produção em território norte-americano, para que eles próprios (os israelenses) pudessem comprar suas armas fabricadas por lá, o que saía muito mais em conta.”
Abraço e Boa Noite
Apesar de alguns comentarios acima defenderem taticas de exterminio
de civis não e a força bruta por si que vence uma guerra assimetrica
não precisamos ir longe para dizer que isso não funciona no PERU
houveram muitos confrontos nos quais se tentou usar taticas convencionais contra o Sendeiro Luminoso e não funcinou então as
duas formas foram usadas em conjunto os meios convencionais foram
usados em lugares precisos afim de cortar o fornecimento de munição
e armas aos guerrilheiros e o meio não convencional foi uma batalha ideologica na qual se conseguiu apoio da população civil facilitando
o trabalho da inteligencia resultando na prisão dos lideres da guerrilha.
Para que não sabe temos muitos generais que foram soldados veteranos
em misssões de paz na America Central que se deparam com conflitos assimetricos e graças a eles nossas tropas tem hoje tanto prestigio.
Não temos nada o que aprender com os americanos e suas taticas
genocidas que foram um fracasso no vietnã que são um fracasso hoje
no Iraque e Afeganistão e que aumentou a influencia do Irã e paises
Extremistas no Oriente Médio.
saudações
Gabriel
Wolfpack,
Nao sei te dizer qual opcao seria mais barata mas em termos de preferencia minha eu nao deixaria de ter um HK416, FN SCAR ou Barret M468 pra se ter um IMBEL ou Para-FAL nunca.
Com certeza as miras oticas e holograficas estao aqui pra ficar, sao o futuro, assim como as empunhaduras verticais e toda a gama de outros acessorios tao comumente vistos com tropas americanas, britanicas e israelenses. Pra voce ter uma ideia existe casos de M-16 eliminando inimigos a 800m ou mais com miras como a ACOG da trijicon que os Marines usam…isso a olho nu e praticamente impossivel.
Gabriel,
Concordo que o Brasil e cheio de profissionais altamente competentes assim como sao praticamente qualquer pais de Primeiro Mundo em suas FAs, mas dai a vc dizer que o Brasil nao tem o que a aprender acho meio pensamento pequeno nao?
Vou te dizer que como militar ninguem sabe de tudo nem os EUA, nem Israel e nem o Brasil, todos nos podemos aprender com alguem. Ate General de 4 estrelas nao sabe de tudo e pode aprender algo com soldado recruta. O guerreiro que nao procura sempre se aprimorar ja esta derrotado!
Sds a todos!
Salve Fernando_SP
se leres atentamente o que postei verá que em momento algum citei ou indiquei a comparação entre nazistas e israelenses (sim pois como disse em israel não vivcem só judeus e nem são só eles os defensores da política de guetização dos palestinos).
Atente que em momento algúm defendo o Hamas ou hisbolá ou qualquer sub melícia que agrida o estado e a soberania de um povo.
mas não sou hipócrita em defender o que não está certo.
estive em israel em muitas oportunidades e sei do que falo, o que condeno são ambos os sistemas.
concordo plenamente com o amigo Marine que muito lucidamente questionou se o método e os meios empregados por israel estão corretos o se são os melhores.
para mim não, pois esta política se alastrou por 40 anos e até agora não obteve o resultado concreto.
condeno sim o estado de israel por forçar a pressão sobre uma população indefesa simplesmente por justificar uma guerra.
alguém aqui comparou anteriormente com o tráfico no rio de janeiro, seria o mesmo que a polícia bombardeasse as favelas prendesse e isolasse uma população pelo fato de terem traficantes num morro que insistem em se contrapor a ordem pública.
você defenderia a ação da polícia desta forma? ninguém.
Digo isto pois israel não ataca só palestinos, entre as vítimas estão também seus cidadãos, juedeus, cristãos entre outros que vivem por lá.
se fores as ruas verá que em ambos os lados a população é contra a resolução do problema por este método.
agora quando a imprensa mostra aprovação massiva da
população não diz que estas concordam com o fim dos grupos extremistas, não pelo isolamento e pressão sobre as populações civis, o qual tem sido o método empregado.
nenhum soldado atira em seu próprio povo, e se faz é porque não é soldado e sim um assassino, ambos os lados Hamas e Israel estão fazendo isto e quem estiver lá vai ver isto.
como alguém mensionou aqui, parece que para alguns o estado de terror não é algo aser combatido e sim nutrido para poder motivar vultosas ajudas, tecnológicas monetárias e políticas e este é outro crime contra o povo de israel e contra os palestinos.
em israel há uma significativa parcela da população que defende uma repressão aos extremistas judeus ortodóxidos da mesma maneira, e isso não significa que o exército tenha que agir da mesma forma,concordas?
quem tiver a oportunidade de ir lá verá isto, sem o enfoque dos jornais ocidentais (estes sim eu condenei nos doze mandamentos).
o governo está expremendo a população tal como fez no líbano, tentando forçá-la a se revoltar contra o hamas, isto para mim é crime de guerra.
a legitimidade da ONU foi pro saco desde que os EUA invadiram correta ou erradamente o iraque, não vem ao caso) e vai ser difícil convencer alguém a acatar as resoluções da ONU apartir de então.
O crime é que os estados estão ferindo a legitimidade da ONU.
Não é porque um grupo de criminosos cometem crimes que o estado ganhou direito de cometê-los.concorda?
acho que a solução para o problema não é fácil, porém
creio o que israel está fazendo é municiar estas melícias com estes atos.
o hizbolá ganhou mais destaque e força após os ataques ao líbano e agora mais do que nunca a populçaõ libanesa está mais distante de conseguir se livrar dele.creio que o Hamas vai na mesma direção.
o resultado é que a situação vai se agravar pois esta operação não será bem sucedida, pois o mesmo erro está sendo cometido à 40 anos.
como disse não tenho a solução para o problema e quem parece as ter não está disposto a pô-las em prática.
Fratricídio…
Marine,
O problema aqui é a fixação das FFAA pelo calibre 7.62. As opções seriam o HK417, FN SCAR e o Kel-tec RFB “Bullpup”. Talvez o novo calibre 6.8 do Barret M468.
Existe “lenda” que em combates na selva o calibre 7.62 não sofreria desvio de árvores, mata. Dizem que isso foi verificado no Vietnã. Sei lá até que ponto isso é lenda ou verdade.
Abraço
Um Estado precisa de uma certo nível de “desordem” para se justificar, subsistir e crescer.
Israel se alimenta de seus inimigos assim como vários países do ocidente se alimentam do tráfico de drogas.
Os maiores inimigos no Brasil do “Imposto Único”, por várias vezes proposto para resolver de vez o caos tributário são os próprios funcionários e fiscais da Receita Federal que em detrimento de toda a população fazem valer o seu corporativismo. De uma hora para outra, caso aprovado, alguns milhares de fiéis servidores públicos estariam desempregados (se o Brasil fosse um país sério. Como não é, eles seriam realocados para outros setores).
Descriminalizar o uso de drogas? Nem pensar! A droga movimenta um Estado agigantado. Se amanhã fosse liberada a criminalidade cairia uns 80%. Como justificar algumas centenas de milhares de empregos voltados para o seu combate no mundo todo e alguns milhões, quiçá, bilhões investidos no setor?
Limite de velocidade nas estradas brasileiras é de no máximo 110 km/h mas se permite a fabricação de carros que fazem 250 km. Loucura pura! O maior contrasenso. Mas como os loucos é que mandam no hospício todo mundo acha normal. Vamos mudar? Não! Nunca um deputado vai conseguir passar uma lei limitando a potência dos motores para se adequar à legislação. Um certo nível de “desordem” é necessário e muitas vezes ela tem que ser fomentada. Ela funciona meio que como um catalizador de uma reação. Além de nos proporcionar a sensação que o “caos” é iminente.
E por aí vai.
Existe um forte lobby (nunca sei como é que se escreve essa porcaria de palavra) Sionista dentro dos EUA que se nutre dos inimigos do Estado de Israel e usa isso para seu benefício. É claro que existe. Qualquer um vê. E tal lobby é perfeitamente normal no mundo atual. Existem pra todos os gostos. Uns são mais fortes outros menos. O “árabe” e menor mas vem ganhando força. Quem via o lado dos muçulmanos e árabes de modo geral há alguns anos atrás? Só dava Israel na cabeça. Hoje já existem opiniões contrárias ao “senso comum”. Ponto pro “bom senso”!
A coisa tende a se equilibrar com o aumento do nível de informação, principalmente o proporcionado pela Internet.
Agora, existe uma “Conspiração Sionista” pra dominar o mundo? Bem, aí a minha imaginação já não é assim tão criativa. Creio que não.
Teorias de Conspiração? Não! Vejo tudo como “mecanismos” que a civilização criou para se fortalecer. A própria religião é um forte agente cimentante, necessário para a organização social.
Um abraço a todos.
Como a “sociedade humana” é um sistema complexo, esses “erros” foram interpretados há milênios por nossos antepassados a um nível subliminar como sendo “úteis”, e foram, de certo modo “incentivados” para que pudessem fomentar um certo padrão organizacional da civilização.
No meu próximo post falarei sobre o funcionamento dos “raios miniaturizantes” e também da iminente invasão alienígena dos “Insectossauros Androgênicos Mutantes Assassinos de Andrômeda”. Isso se meu “empresário” permitir.rsrsrsrs…..
Um abraço a todos.
Wolfpack,
Eu ouco maravilhas sobre o calibre 6.8mm mas o problema seria a logistica de se rearmar completamente com um calibre novo que nao foi adotado como padrao por nenhum bloco de paises.
Ja essa historia de 7.62mm nao ser desviado por folhas ou arvores acho pura chance da ocasiao pois ate .50 pode ser desviado por coisas bobas, tudo depende de angulos, balistica e outras dezenas de possibilidades entao nao se pode dizer que calibre x ou y nao acontece isso ou aquilo, a fisica nao e tao simples.
Esse negocio de 5.56 x 7.62 ja virou torcida organizada no mundo todo em tao nao vou debater isso aqui. O que eu diria e o seguinte independente de qual dos dois calibres voce utilizar contanto que os disparos sejam precisos e atinjam areas vitais do corpo qualquer um dos dois faz o servico muito bem.
Como diria um sabio Navy SEAL:
“Quando eu te der 2 no peito e 1 na cabeca voce nao vai saber a diferenca!”
Sds!
Fazendo um exercício de adivinhação, no futuro a tendência aponta para um calibre maior que o .223. Os mais cotados são o 6,8 e o 6,5 Grendel. O 7,62 acho que fica fora da briga pelo calibre ideal dos fuzis de assalto.
O engraçado é que correndo por fora existe a renovada esperança nas características das “caseless ammunition”, como a adotada pela metralhadora leve experimental do programa LSAT.
Puro exercício de chute.
Um abraço a todos.
Marine,
parece que o US Army quer começar a mudar a munição padrão a partir das metralhadoras leves substituindo as M249 e as versões leves das médias de 7,62 por um único calibre a partir de uma munição avançada.
Os fuzis de assalto ficarão para depois tendo que conviver por um tempo com 2 calibres.
O programa LSAT está propondo uma metralhadora nova já para 2015 com dois tipos de munição sendo ainda avaliados, um calibre telescópico feito em polímero que reduz o peso e o volume da munição em média em 50%, sem prejuízo balístico e uma munição “caseless” telescópica.
Os estudos apontam para várias opções que vão desde munições “caseless” telescópicas, munições com cápsula plástica telescópicas e até a volta dos “flechetes” que atingem alvos a 1500 m com velocidade residual ainda de 1000 m/s.
É capaz que as mesmas serão inseridas de modo gradual para serem avaliadas e no futuro um pouco mais distante, para além de 2025 sejam consideradas efetivas e usadas em fuzis de assalto.
Um abraço.
Bosco,
Realmente a fomentaçao de um certo estado de desordem apresenta alguma utilidade na evoluçao das sociedades. Entretanto, corre-se um grande risco quando isso é praticado pelo proprio estado, de maneira sistematica e planejada.Criaçao de inimigos muitas vezes imaginarios ( conspiraçao sionista? as “elites“ aqui no Brasil )tem o poder de mobilizar a populaçao, permitindo o emprego de medidas e decretos de resultados e etica duvidosos, sempre com o sacrificio de boa parte da populaçao. A manipulaçao das informaçoes e dissimulaçao dos fatos são outros instrumentos utilizados; formulam-se tantas versoes sobre o mesmo fato que num determinando ponto perde-se a noçao da verdade ( exemplo: veja o mensalao e outros episodios na vida politica do país, quantos versoes circularam na imprensa?).Historicamentem, deveriamos ter aprendido a nos preocupar com lideres que mudam seu discurso de acordo com os indices de popularidade ou conveniencias politicas; a sociedade nao deveria emganar-se, pois o objetivo destes lideres sempre foi o aumento e a perpetuaçao do poder.Em realaçao a manipulaçao da informaçao, é com perplexidade que observo o numero de vezes em que orgaos oficiais revisaram o resultado de dados obtidos em pesquisas ( pesquisas com resultado negativos para o governo subitamente sao revisadas , apresentando resultados que sabemos serem incompativesi com nossar realidade).
Mais preocupante, é perceber que boa parte destas taticas de manipulaçao de massas foram utilizadas com resultados extremos como a ascensao do nazismo.As biografias disponiveis de Hitler as observaçoes de Canetti ilustram de maneira clara todos os mecanismos e ideologia do nazismo.das fantasias de seus lideres a asperteza de poucos que “farejaram “ as necessidades dessas massas e a mobilizaram com poucs veze visto na historia. Historia, que aliás, foi o grande julgamento destes regimes e politicos. É uma temeridade ignorar ou sublimar estes fatos, pois corremos o risco de gerar um grave descontrole no tamanho e funçoes do Estado, gerando regimes de governo aberrantes e noçoes distorcidas de liberdade.
abraço a todos.
Essas munições do futuro tem uma característica em comum que é a sua “ignição elétrica” e não, mecânica. Isso reduzirá muito o peso e a dimensão das futuras armas que as disparam, além de permitir um desenho radicalmente diferente já que a capacidade “fire by wire” irá possibilitar que o conjunto empunhadura/gatilho seja colocado aonde se desejar devido a não existir união mecânica com a culatra.
Tais características abrem uma série de possibilidades, principalmente para as futuras armas “multicalibre”, que associam munição cinética com granadas explosivas, como a XM-29.
Pazolini,
perfeitas considerações meu caro.
Um forte abraço.
À todos,
eu avisei que ia falar de “raios miniaturizantes”!
Valeu Marine, vamos esperar pra ver qual o futuro da 6.8.
Abraço
Bosco,
Essas municoes “caseless” disparadas por cargas eletricas sao promissoras mas so o futuro dira com certeza. Ja o USMC esta adquirindo o IAR (Infantry Automatic Rifle) para ser utilizado no lugar ou em connjunto com as SAWs caso o comando pensar necessario.
Ela e basicamente um M16 que opera com o ferrolho aberto ou fechado sendo o Marine capaz de escolher isto, tem cadencia de tiro rapido e automatico sendo alimentada pelos mesmos carregadores de M-16 sendo utilizados pelo resto do “squad”, e obviamente e muito mais leve do que uma SAW. Uma versao futura do BAR…
Wolfpack,
A sua disposicao!
Sds!
Wolfpack, não existe essa fixação pelo 7,62 nas FFAA, a FAB ainda utiliza como fuzil padrão o HK-33 e algumas poucas unidades o SIG, ambos 5,56, a MB usa o FAL mas o CFN o M-16; ou seja, não há padrão.
Quanto ao desvio de projetis, em combate na selva, não é lenda, o CIGS já fez essa análise, e continua estudando as armas, equipamentos, materiais ideais para a selva.
Sds.
Por falar em FAL com os “SP” da Marinha, sera que em alguns lugar ainda usam os FS e os M-14 que vieram junto com as Garcias e os Thomaston?
É pessoal a MB usou, ou usa M-14, o fuzil escolhido no lugar do FAL pelos EUA e que veio anos mais tarde a ser substituida pelos M-16A1.
O Marine disse que até .50 desvia em mata.
Ele disse e eu “comprovo”, sou testemunha viva disso!
Abração
Cinquini
Galera o 7,62 e menos suscetível a um desvio do que o 5,56, por exemplo, qualquer projétil é suscetível a desvio, depende do angulo e resistência do material.
Combater militantes terroristas é uma justificativa de retalhação plausível porém Israel usará este argumento para promover um massacre aos Palestinos, as escolas mantidas pelo ONU já são um exemplo disso.
Os coitados dos palestinos sempre foram “bucha de canhão”, .. de um lado os carniceiros do Hammas e toda a influência da Síria e Irã e do outro Israel que por conta do “holocausto aos Judeus na segunda guerra” o mundo deixa que façam o que quiserem na região.
É lamentável mas parece que os conflitos naquela região só irão cessar quando não houver mais Árabes e Judeus vivos na terra santa.
Abraço.
O problema do 5.56 é vc ter que atingir o inimigo varias vezes, e ter que combater o mesmo inimigo por mais tempo, já o 7,62 derruba e deixa fora de combate.
Fernando_SP em 06 jan, 2009 às 10:38,
o que eu faria se um vizinho quisesse me matar?
Primeiro eu suporia um motivo para essa vontade, e concluiria ser um bom motivo o fato de eu o dominar completamente, dizendo o que entra e o que sai (ou o que não entra e o que não sai) do pedaço de terra que eu designei para ele, cometer abusos que toda “autoridade” comete contra seus “subordinados”.
Não deve ser nada fácil viver apenas enquanto o outro te permites, estando sempre acuado numa terra que, no mínimo, é tão palestina quanto judia.
Eu penso que deve haver um motivo muito honrado para um povo combater com pedras os tanques e demais armamentos da sociedade israel/eua. Eu duvido muito que se a questão se invertesse por completo, ou seja, se a Palestina ocupasse o lugar que israel hoje ocupa, os israelenses iriam achar que está tudo certo.
Um escritor que aprecio intitulou um livro seu de “Os palestinos – judeus da 3º guerra mundial”. Com toda sinceridade, é vergonhoso ver um povo como o judeu, que passou por um péssimo momento na sua história, nunca deixando o mundo se esquecer disto (não me recordo muito bem, mas há país(es) em que é proibido por lei que alguém negue o holocausto!), hoje fazer o que faz.
E agora os eua vieram com uma de construir um túnel pros palestinos…essa gente não entende nada! Será possível que acham que qualquer povo que fosse aceitaria viver escondido e ser privado da sua dignidade!? É como se dissessem: os palestinos podem “mais ou menos” compartilhar da nossa terra, desde que seja pela porta dos fundos.
…
IRAEL sabe o q faz adimiro muito!!!de todo meu coração moro no brasil + meu coração em ISRAEL!!!
com toda sertesa ISRAEL nunca séra vencido!!!!