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Os equipamentos do Iraque na Guerra do Golfo de 1991

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Observar a quantidade de SAM, caças, carros de combate e mísseis Exocet

Fornecedor Designação da arma Descrição
Ano da entrega
Quantidade
Austria GHN-45 155mm Towed Gun 1983 200
Brazil EMB-312 Tucano Trainer aircraft 1985-1988 80
Brazil Astros II MLRS Multiple rocket launcher 1984-1988 67
Brazil EE-11 Urutu APC 1983-1984 350
Brazil EE-3 Jararaca Recon vehicle 1984-1985 280
Brazil EE-9 Cascavel Armoured car 1980-1989 1026
Brazil Astros AV-UCF Fire control radar 1984-1988 13
Canada PT-6 Turboprop 1980-1990 152
China Xian H-6 Bomber aircraft 1988 4
China F-6 Fighter aircraft 1982-1983 40
China F-7A Fighter aircraft 1983-1987 80
China Type-63 107mm Multiple rocket launcher 1984-1988 100
China Type-83 152mm Towed gun 1988-1989 50
China W-653/Type-653 ARV 1986-1987 25
China WZ-120/Type-59 Tank 1982-1987 1000
China WZ-121/Type 69 Tank 1983-1987 1500
China YW-531/Type-63 APC 1982-1988 650
China CEIEC-408C Air surv radar 1986-1988 5
China HN-5A Portable SAM 1986-1987 1000
China HY-2/SY1A/CSS-N-2 Anti-ship missile 1987-1988 200
Czechoslovakia L-39Z Albatross Trainer/combat aircraft 1976-1985 59
Czechoslovakia BMP-1 Infantry fighting vehicle 1981-1987 750
Czechoslovakia BMP-2 Infantry fighting vehicle 1987-1989 250
Czechoslovakia OT-64C APC 1981 200
Czechoslovakia T-55 Tank 1982-1985 400
Denmark Al Zahraa Landing ship 1983 3
East Germany T-55 Tank 1981 50
Egypt D-30 122mm Towed gun 1985-1989 210
Egypt M-46 130mm Towed gun 1981-1983 96
Egypt RL-21 122mm Multiple rocket launcher 1987-1989 300
Egypt T-55 Tank 1981-1983 300
Egypt Walid APC 1980 100
France Mirage F-1C Fighter aircraft 1982-1990 72
France Mirage F-1E FGA aircraft 1980-1982 36
France SA-312H Super Frelon Helicopter 1981 6
France SA-330 Puma Helicopter 1980-1981 20
France SA-342K/L Gazelle Light helicopter 1980-1988 38
France Super Etendard FGA aircraft 1983 5
France AMX-GCT/AU-F1 Self-propelled gun 1983-1985 85
France AMX-10P Infantry fighting vehicle 1981-1982 100
France AMX-30D ARV 1981 5
France ERC-90 Armoured car 1980-1984 200
France M-3 VTT APC 1983-1984 115
France VCR-TH Tank destroyer 1979-1981 100
France Rasit Ground surv radar 1985 2
France Roland Mobile SAM system 1982-1985 113
France TRS-2100 Tiger Air surv radar 1988 1
France TRS-2105/6 Tiger-G Air surv radar 1986-1989 5
France TRS-2230/15 Tiger Air surv radar 1984-1985 6
France Volex Air surv radar 1981-1983 5
France AM-39 Exocet Anti-ship missile 1979-1988 352
France ARMAT Anti-radar missile 1986-1990 450
France AS-30L ASM 1986-1990 240
France HOT Anti-tank missile 1981-1982 1000
France R-550 Magic-1 SRAAM 1981-1985 534
France Roland-2 SAM 1981-1990 2260
France Super 530F BVRAAM 1981-1985 300
West Germany BK-117 Helicopter 1984-1989 22
West Germany Bo-105C Light Helicopter 1979-1982 20
West Germany Bo-105L Light Helicopter 1988 6
Hungary PSZH-D-994 APC 1981 300
Italy A-109 Hirundo Light Helicopter 1982 2
Italy S-61 Helicopter 1982 6
Italy Stromboli class Support ship 1981 1
Jordan S-76 Spirit Helicopter 1985 2
Poland Mi-2/Hoplite Helicopter 1984-1985 15
Poland MT-LB APC 1983-1990 750
Poland T-55 Tank 1981-1982 400
Poland T-72M1 Tank 1982-1990 500
Romania T-55 Tank 1982-1984 150
Yugoslavia M-87 Orkan 262mm Multiple rocket launcher 1988 2
South Africa G-5 155mm Towed gun 1985-1988 200
Switzerland PC-7 Turbo trainer Trainer aircraft 1980-1983 52
Switzerland PC-9 Trainer aircraft 1987-1990 20
Switzerland Roland APC/IFV 1981 100
United Kingdom Chieftain/ARV ARV 1982 29
United Kingdom Cymbeline Arty locating radar 1986-1988 10
United States Bell 214ST Helicopter 1987-1988 31
United States Hughes-300/TH-55 Light Helicopter 1984 30
United States MD-500MD Defender Light Military Helicopter 1983 30
United States MD-530F Light Helicopter 1985-1986 26
Soviet Union Il-76M/Candid-B Strategic airlifter 1978-1984 33
Soviet Union Mi-24D/Mi-25/Hind-D Attack helicopter 1978-1984 12
Soviet Union Mi-8/Mi-17/Hip-H Transport helicopter 1986-1987 37
Soviet Union Mi-8TV/Hip-F Transport helicopter 1984 30
Soviet Union Mig-21bis/Fishbed-N Fighter aircraft 1983-1984 61
Soviet Union Mig-23BN/Flogger-H FGA aircraft 1984-1985 50
Soviet Union Mig-25P/Foxbat-A Interceptor aircraft 1980-1985 55
Soviet Union Mig-25RB/Foxbat-B Recon aircraft 1982 8
Soviet Union Mig-29/Fulcrum-A Fighter aircraft 1986-1989 41
Soviet Union Su-22/Fitter-H/J/K FGA aircraft 1986-1987 61
Soviet Union Su-25/Frogfoot-A Ground attack aircraft 1986-1987 84
Soviet Union 2A36 152mm Towed gun 1986-1988 180
Soviet Union 2S1 122mm Self-Propelled Howitzer 1980-1989 150
Soviet Union 2S3 152mm Self-propelled gun 1980-1989 150
Soviet Union 2S4 240mm Self-propelled mortar 1983 10
Soviet Union 9P117/SS-1 Scud TEL SSM launcher 1983-1984 10
Soviet Union BM-21 Grad 122mm Multiple rocket launcher 1983-1988 560
Soviet Union D-30 122mm Towed gun 1982-1988 576
Soviet Union M-240 240mm Mortar 1981 25
Soviet Union M-46 130mm Towed Gun 1982-1987 576
Soviet Union 9K35 Strela-10/SA-13 AAV(M) 1985 30
Soviet Union BMD-1 IFV 1981 10
Soviet Union PT-76 Light tank 1984 200
Soviet Union SA-9/9P31 AAV(M) 1982-1985 160
Soviet Union Long Track Air surv radar 1980-1984 10
Soviet Union SA-8b/9K33M Osa AK Mobile SAM system 1982-1985 50
Soviet Union Thin Skin Air surv radar 1980-1984 5
Soviet Union 9M111/AT-4 Spigot Anti-tank missile 1986-1989 3000
Soviet Union 9M37/SA-13 Gopher SAM 1985-1986 960
Soviet Union KSR-5/AS-6 Kingfish Anti-ship missile 1984 36
Soviet Union Kh-28/AS-9 Kyle Anti-radar missile 1983-1988 250
Soviet Union R-13S/AA2S Atoll SRAAM 1984-1987 1080
Soviet Union R-17/SS-1c Scud-B SSM 1982-1988 840
Soviet Union R-27/AA-10 Alamo BVRAAM 1986-1989 246
Soviet Union R-40R/AA-6 Acrid BVRAAM 1980-1985 660
Soviet Union R-60/AA-8 Aphid SRAAM 1986-1989 582
Soviet Union SA-8b Gecko/9M33M SAM 1982-1985 1290
Soviet Union SA-9 Gaskin/9M31 SAM 1982-1985 1920
Soviet Union Strela-3/SA-14 Gremlin Portable SAM 1987-1988 500

FONTE: Wikipedia

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camberiu
camberiu
11 anos atrás

Logisticamente isso ai deveria ser um inferno. Imagino que a disponibilidade de equipamento era baixa e nao deveria haver qualquer forma de doutrina e muito menos a nocao de “combined arms”. Os militares iraqueanos saiam para fazer o “feirao de equipamento militar”, misturavam tudo que nem uma feijoada para ver o que dava e jogavam o resultado no campo de batalha. O resultado todos nos sabemos o qual foi.

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

Mesmo pensando no “samba do crioulo doido” que devia ser a questão logística eu estou aqui boquiaberto com a quantidade de equipamento.

Bom, alguém irá falar do Brasil, entao vamos lá:

Brazil EMB-312 Tucano Trainer aircraft 1985-1988 80
Brazil Astros II MLRS Multiple rocket launcher 1984-1988 67
Brazil EE-11 Urutu APC 1983-1984 350
Brazil EE-3 Jararaca Recon vehicle 1984-1985 280
Brazil EE-9 Cascavel Armoured car 1980-1989 1026

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Galante,
Qual a fonte destes números?
Alguns ítens são surpreendentes, com por exemplo os 1026 EE-9 Cascavel.

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Cinquini,
Fomos surpreendidos pelos números.

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

Ivan, se eu nao tivesse sentado eu teria caído quando vi o número de 1.026 EE-9 Cascavel, é um número considerável, e pensar que tudo isso não adiantou de nada….

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Falta ainda na relação os MBTs de fabricação soviética, como os T-54, T-55, T62 e T-72, que certamente os iraquianos usaram.

Ivan
Ivan
11 anos atrás

No deserto, tendo perdido totalmente o controle do espaço aéreo, vira tiro ao alvo…

Roberto
Roberto
11 anos atrás

Caramba,com todo esse armamento,mais de 1000 MBT’S,grande quantidade de mísseis BVR,aviões de combate e outras parafernálias toda,ainda perderam a guerra.Apesar que é uma salada só,compraram armas do mundo todo,não existia uma padronização,aí fica dificil seguir uma doutrina e controlar a parte de logística e disponibilidade desses armamentos.D o Brasil só faltou o carro de combate Osório para completar o time.Até o Irã possuia um carro de combate Cascavel exibido como troféu,capturado durante a guerra Irã-Iraque.

Marine
Marine
11 anos atrás

Mostra bem como o poder aereo americano foi imbativel principalmente como disse o Chefe da USAF na epoca, “No deserto na ha selva para se esconderem”… Eu ja conhecia dos numeros por ter lidos varios documentos After Action Review e Lessons Learned. Tambem espero que faca o pessoal pensar naquilo que estvamos falando brevemente no outro post sobre a falta de AAA no Brasil… Olhem so o que acontece quando o inimigo tem Supremacia Aerea! Um pais como o Brasil precisa de sua MB em tempo de paz mas em tempo de guerra sem uma FAB forte pode jogar a… Read more »

Noel
Noel
11 anos atrás

Quem acompanhou os dias antecedentes a essa guerra, vai lembrar que a mídia divulgava comparações entre as forças, como se estivessem relativamente equilibradas, ledo engano. Os amigos do Blog devem estar esquecendo que a grande deficiência do Iraque era o comando de suas FFAA, o mesmo mal acontece na maioria dos paises árabes, e sempre foi assim, vide o desenvolvimento da Guerra Irã x Iraque, e outras contra Israel; e o motivo disso é simples, os Oficiais Generais são indicados unicamente por razões políticas, nenhum deles pode contrariar os DONOS do pais, nunca, portanto os comandantes são sinônimo de imcompetência.… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Concordo contigo Marine…sem defesa aérea, hoje em dia…nada feito.

abração

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

Uma coisa que eu li em uma publicação estrangeira é que o Iraque tinha um sistema de defesa aérea bem desenvolvido e com um Centro de Controle forte, parece que era tudo feito pelos franceses e os franceses durante a guerra deram todos as localizações pros EUA.

Marine
Marine
11 anos atrás

Cinquini,

Na epoca do Golfo o Iraque tinha uma das defesas aereas mais modernas do mundo e Bagdad era provavelmente a cidade mais bem protegida do mundo fora Moscow…e mesmo assim nao adiantou pra nada.

Ta ai o exemplo de treinamento e doutrina…equipamento novo e quantidade nao resolve. A qualidade do treinamento, da doutrina e do combatente ainda e e sera o fator “X”…

Alfredo_Araujo
Alfredo_Araujo
11 anos atrás

Nossa!!!
Como todos aqui eu tmb estou impressionado…

Estava pensando aqui… imaginem a salva completa dos 9 canhoes de 16 polegadas do BB Iowa acertando um batalhao de carros de combate. Nao sobra nada!!
Os pilotos de A-10 e as tripulaçoes de M1A2 devem ter feitos scores impressionantes com essa quantidade de alvos!

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Isso prova que só equipamento não adianta se não tiver doutrina, treinamento e uma C3I consistente.
Sem falar na motivação que é outro fator preponderante. Se você achar que está do lado errado e defendendo a causa injusta ou morrendo pelos caras errados, aí f——-.

Pedro Rocha
Pedro Rocha
11 anos atrás

Olá senhores! Impressionante o arsenal! Porém gostaria de debater um fato histórico: O Iraque tinha esses inúmeros fornecedores não por independência, mas por questão de crédito! O Sadan comprava e não pagava! Comprava tudo enquanto tinha crédito. Senhores convenhamos nenhum general aceitaria uma cadeia logística como essa, até esse humilde leigo que escreve sabe que sem logística ninguém vence. Portanto não critiquemos um exercito derrotado, chutar cachorro morto! Todo mundo cobrou a fatura do Iraque menos o Brasil, ainda formos acusados de armar o Sadan. Coisas do bom moço que é o Brasil

Bosco
Bosco
11 anos atrás

A IADS iraquiana foi destruída em apenas 1 noite com o uso dos F-117 e dos Tomahawks que degolaram os centros de C3.
O que restou foi alvo de aeronaves convencionais apoiadas por maciço uso de ECM e mísseis anti-radiação.
Com a superioridade aérea estabelecida a vitória veio fácil.

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

Deram tudo isso pros turquinhos iraquienses e nada, tambem, meu pega o ze mohamed mane da ribo aquidaunus e nomeio TEN, CAPT., da uns tiros de AK 47 contra alvo parado, um uniforme requenguela, nem corte de cabelo se exigia, dá nisso ai Se o turquinho pensar (e nao dar dor de kabeça pois as vezes eh dificill fazer isso), não atire, se atirar, não pense, duas coisas são impossiveis If you think dont shoot, if you shoot dont think Isso é provados desde de os primeiros supostos turquinhos de elite, os tais imortais persianos galvanizados, que tomaram um cacete… Read more »

Cronista
Cronista
11 anos atrás

Amigos, O arsenal é impressionante em números e mais ainda se levarnos em conta a logística. Fico pensando com seria abastecer de suprimentos e peças uma formça tão heterogênea no calor da batalha! E o treinamento das tropas? Eu definiria todo este poder como sendo perfeito para preencher planilhas…..Como fica bem numa apresentação e como é falho numa situação real. Lembro que a Coalizão montou uma muito bem nutrida capanha aérea que foi desmontando as defesas, enfraquecendo a cadeia de comando e, quando chegou a hora da invasão por terra, era só praticar tiro ao alvo. A questão da cadeia… Read more »

pedro
pedro
11 anos atrás

Realmente, nesse caso só “esse tipo de material” não adianta. Com armas convencionais, se não tiver doutrina, se não tiver apoio e muito menos operacionalidade fica parecendo vitrine de tiro. Forças menos aparelhadas podem fazer mais estragos, vide as tropas de selva brasileira, (ou algum “ianque” teria coragem de se embrenhar aqui para enfrentar o BIS, com toda a sua tecnologia, F22 e outros gadgets, sem queimar toda a floresta com agente laranja antes????) Tivessem os iraquianos menos material mas um preparo maior das tropas de terra e uma defesa aérea descentralizada (desenvolvida no próprio Iraque e não fornecida integralmente… Read more »

Jose Luiz
Jose Luiz
11 anos atrás

Algumas considerações

– Muitos sistemas, sem padronização, mas principalmente sem apoio logistico, parques de manutenção o que ocasiona um índice absurdo de equipamentos inoperantes ou com mal funcionamento.
– Pessoal com baixo nível de instrução, analfabetismo etc. Dificuldade de operar sistemas complexos, bem como mante-los.
– Moral baixa, falta de vontade de combater.
– Falta de doutrina, usar carros de combate enterrados e imóveis por exemplo.
Desperdício de dinheiro
Sem equilíbrio entre os recursos, treinamento e logística o resto é desperdício de dinheiro.

Servilius Geminus
Servilius Geminus
11 anos atrás

Para Bosco:

John Mearsheimer – “Another War, Another Defeat.”

http://www.amconmag.com/article/2009/jan/26/00006/

[]

edilson
edilson
11 anos atrás

Pelo visto este é primeiro post em que ninguém discorda, rsrsrs pois é como o Marine e o Noel disseram, faltou cabeça no comando do iraque. mas isto de fato já era conhecido, poi squando o Sadan invadiu o irã, não me lembro se foi em 86 ou em 88, voutou de lá, levand uma sova de pedras, pois diz-se que os iranianos corriam muitas vezes desarmados e com pedras na mão. naquela altura já era possível perceber, que apesar de ser tecnicamente superior ao pseudo exército iraniano o iraque não suportaria uma guerra nos moldes modernos, muito menos contra… Read more »

joao terba
11 anos atrás

Se tivesse investido todo esse dinheiro num exercito bem treinado,o Iraque foi todo destruido,e depois o combate corpo-corpo seria totalmente diferente.

LeoPaiva
LeoPaiva
11 anos atrás

Como dizem, o papel aceita tudo, fazer uma lista de todo o material comprado é uma coisa, mas dessa lista o que estava realmente operacional? E se estava, qual a condição do soldado iraquiano em operar esses equipamentos? Falo de treinamento e doutrina. E como o Marine falou, a defesa anti-aérea do Iraque era uma das mais fortes, só que ficou cega logo nos primeiros dias, por conta da destruição dos radares, e aí só restaram armas de cano disparando pra cima sem ver nada. Vi uma reportagem na época mostrando um soldado iraquiano da tropa de elite comandada pelo… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

E os ASTROS brasileiros, como se sairam, será? Eu lembro de ter lido alguma coisa a respeito mas já faz tempo e parece que eram respeitados pelas forças da coalisão…mas alguém teria mais alguma informação sobre isso?

abraços a todos

fuzileiro
fuzileiro
11 anos atrás

A coalização só pois os pés lá quando todos os astros foram neutralizados pelas forças especiais.

João-Curitiba
João-Curitiba
11 anos atrás

Pessoal Na História da humanidade, salvo raras exceções, um exército de um país ditatorial invariavelmente perde para um exército de um país democrático. Pode vencer algumas batalhas, mas não a guerra. O soldado a serviço de um ditador não tem motivação suficiente. Ficou célebre a frase de um soldado iraquiano no Kwait, quando os marines da coalização invadiram aquele país: “Por que demoraram?” Fato semelhante aconteceu quando os aliados desembarcaram na Sicília, durante a II GM. Depoimento de um general dos aliados sobre o episódio: “O maior perigo que nós corremos quando desembarcamos na Sicília foi sermos atropelados pelos soldados… Read more »

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

Leo Paiva e Hornet,

Se não me engano um dos usários do ASTROS II é a Arábia Saudita, ouvo dizer que eles gostam e muito do sistema.

Sobre o ASTROS eu lembro de ter lido, se não me engano na Tecnoliga e Defesa, que desenvolveram um míssel para ser lançado da plataforma ASTROS e que teria um alcança de 600km, alguém lembra disso? Será que tem mais informações sobre isso?

Abração

Montgomery
Montgomery
11 anos atrás

Os Scuds do Iraque deram trabalho e eram o principal temor da Coalizão. Alguns mísseis caíram em Israel.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Cinquini e Ivan,

grato pelas respostas.

abraços

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Amigo Leo-Paiva…

eu sempre agradeço ao Ivan, e nem quero mudar isso, pois o Ivan sempre é muito gentil com minhas dúvidas.

Mas os agradecimentos desta vez eram pra vc…troquei os nomes.

então, pra ficar claro: Grato pela resposta.

abração e “desculpe a nossa falha”!

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Leo-Paiva…

e só pra completar: também o considero sempre gentil com minhas dúvidas.

abração mais uma vez

Marine
Marine
11 anos atrás

Com certeza o exercito iraquiano,iraniano e arabes em geral tem a falta de tudo o que nos falamos aqui sobre doutrina, treinamento, lideranca, motivacao e muitos outros… So pra se ter uma ideia na Guerra Ira/Iraque foram empregadas taticas da 1GM! Haviam trincheiras para tudo em quanto e canto, haviam ataques macicos de infantaria em linha contra metralhadoras fixas, nao houve enfase alguma em moderna “maneuver warfare” e muitos outras TTPs antiquadas e isso em plena decada de 80!! Com relacao ao ASTROS, nao me lembro mais se ja tenho lido algo sobre eles em esses relatorios oficiais mas com… Read more »

Ricardo
11 anos atrás

E tudo isto virou po em pouco tempo…

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
11 anos atrás

Caramba, que lista enorme. Mas, como é de se esperar, com superioridade aérea perdida, nenhum país consegue resistir por muito tempo, principalmente se as FFAA estiverem dotadas com tamanho sanduba de armas.

Isso sem falar do moral das tropas, que eram comandadas por oficiais incompetentes, que só estavam lá por causa de lamberem o saco do Saddan.

abraços.

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
11 anos atrás

A última foto é um ZSU-122 não é mesmo??????? Pelo que eu saiba, o Uruguai usa alguns iguais à este da foto. Vi esta informação à uns 10 anos, quando comprei minha 1ª revista Tecnologia&Defesa.

abraços.

LeoPaiva
LeoPaiva
11 anos atrás

Cinquini, O colega talvez esteja se referindo ao AV/MT-300, da AVIBRAS, que na verdade é um míssil de cruzeiro tático, semelhante ao tomahawk, só que com um preço bem menor, capaz de ser lançado so sistema ASTROS, a limitação é de 300km para exportação pois, se não me engano, existe uma legislação internacional, da qual o Brasil é signatário, que proíbe a exportação de mísseis de cruzeiro com capacidade superior a 300km, mas para uso do EB essa capacidade poderá ser bastante ampliada, inclusive superior aos 600km que você falou. Hornet, só completando sobre o ASTROS no Iraque, O“Conduct of… Read more »

RL
RL
11 anos atrás

Fico imaginando se todo este arsenal iraquiano estivesse na época no estado da arte e os EUA não tivesse ao seu lado uma coalizão de outros paises.

Não digo que teria sido diferente o resultado final, más acredito que até hoje estariamos vendo um tiro de lá, outro de cá, um de lá, outro de cá.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Leo Paiva

pois é, eu me lembrava de ter lido alguma coisa “elogiosa” em relação aos ASTROS na Guerra do Golfo…deve ter sido alguma referência, feita aqui no Brasil (em algum jornal, revista ou algo assim…de fato, não me lembro mais), ao relatório que vc citou.

De qualquer modo, não deixa de ser um “elogio” interessante a um equipamento desenvolvido aqui no Brasil, né?

abraços

Cronista
Cronista
11 anos atrás

Amigo RL, não mudaria muito o resultado da guerra. Talvez as perdas norte-americanas fossem maiores. O fato é que as duas guerras contra o Iraque foram precedidas de muito estudo para a obtenção de uma esmagadora superioridade aérea – que na segunda nem era necessária, já não havia uma força aérea opositora… Fico imaginando o que é uma campanha aérea no deserto….Imaginem levas de F-4 Phanton como WildWiesel (é assim que se escreve??)e os A-10 com seu p* canhão podendo cruzar os céus sem se preocupar com a caça inimiga? Alguma coisa no chão pode sobreviver??? Quanto ao sistejma de… Read more »

Wolfpack
Wolfpack
11 anos atrás

Bem, esta lista extensa com armamentos de todas as origens mostra o que coleção não adianta pra nada. A estupidez maior de Saddam Hussein foi ter parado seus exercitos na fronteira com a Arábia Saudita. E a maior da coalizão foi ter parado os combates sem derrubar Saddam Hussein naquela época, depois teve que fazer o serviço duplo e mais danoso a imagem americana 12 anos depois. Saddam Hussein erá sanguinário e adorava o poder. Por sinal conquistou o poder com ajuda da CIA, mas Guerra Irã x Iraque, ai a CIA agiu dos dois lados.

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

Etrei na página da Avibras e no ítem ASTROS II eles dizem que o sistema foi empregado nas duas guerras dos golfo, sendo assim, acredito que a Arábia Saudita deve ter usado eles, pois os do Iraque viraram pó rsss

Peguei uma foto do MT 300 da Avibras, só não sei se é montagem.
comment image

Abração

LeoPaiva
LeoPaiva
11 anos atrás

Pois é caro Hornet,

Só mais uma curiosidade sobre o ASTROS, todos dizem que os chinas é que costumam copiar armamentos dos outros, mas pesquise sobre os projetos de lançadores de foguetes que surgiram depois do sucesso do nosso, tem o americano HIMARS (Highly Mobile Artillery Rocket System ), esse até que é um pouco diferente, e também o britânico LIMAWS (Lightweight Mobile Artilery Wearpon Systems), vi uma concepção artística desse último e ele é a cara do nosso ASTROS.

Parece que não é só os chinas que gostam do CTRL-C e CTRL-V.

Abração.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

LeoPaiva,

é a velha história, neste mundo nada se cria…tudo se dá um jeito….kkkkk

abraços

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Gente, se tem coisas que são de baixa tecnologia e não diferem muito quanto à nacionalidade são “lançadores de foguetes de saturação”. Desde os Katyusha que eles são os meios mais básicos de todos e de baixíssimo nível tecnologico, mais baixa que a dos morteiros. O ASTROS é tão bom quanto qualquer outro no mundo. Alguns possuem algumas vantagens, outros, outras. Mas no frigir dos ovos é tudo a mesma coisa, um monte de tubos de metal lado a lado em uma armação conteirável, geralmente montados em um chassi de caminhão diesel sobre rodas não blindados ou levemente blindados. Os… Read more »

José "Petrovich" da Silva
José "Petrovich" da Silva
11 anos atrás

Em nenhum relatorio/texto do tipo “lessons learned” da ODS ou da OIF eu li ou vi alguma coisa sobre o Astros. Pelo menos onde passei os olhos ele nada, nada, nada.

LeoPaiva
LeoPaiva
11 anos atrás

José Petrovich da silva,

Talvez na pag. 835 do relatório “Conduct of the persian gulf war final report to congress”, que eu citei mais acima, elaborado pelo departamento de defesa americano, e publicado em abril de 1992, o colega encontre um pequeno parágrafo falando da performance dele, não li o relatório original, mas apenas a citação dele em uma matéria sobre o ASTROS, e como essa matéria foi colocada no site de uma universidade federal aqui do Brasil eu achei que tinha certa procedência.

Sds.

João-Curitiba
João-Curitiba
11 anos atrás

O AV/MT-300, também chamado de Matador, quando do anúncio pela Avibrás, isso lá por 2001 ou 2002, foi informado que possuia sistema de orientação parecido com o do Tomahawk e tinha ogiva múltipla, com 3 variações: anti-pessoal, anti-carro e anti-casamata. As tais ogivas múltiplas se dividiriam em 15 sub-ogivas. Isso se não me falha a memória. Alguém lembra com mais detalhes? O preço parece que era 700 mil dólares, contra mais de um milhão do Tomahawk. Mas na verdade o concorrente dele seria um míssil de cruzeiro europeu, que não disseram qual seria.

RL
RL
11 anos atrás

O AV/MT-300 não poderia ser instalado nas fragatas da MB ou mesmo no Opalão para aumentar sua capacidade contra alvos a longa distância?

Ou estou falando uma tremenda besteira?