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Filme ‘PQD’

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O Blog Forte recomenda aos nossos leitores o filme PQD, dirigido por Guilherme Coelho, que está nas locadoras. O filme mostra o que acontece, durante um ano, com um grupo de jovens que ingressam no curso para o 25º Batalhão de Infantaria do Exército, no Rio de Janeiro. É o curso que dá passaporte para a Brigada Pára-quedista. O documentário fala sobre estar no Exército, sem focar a instituição em si. É um olhar sobre a vida de jovens de 18 anos, pela primeira vez longe de casa, tendo que se adaptar a uma instituição ordeira, num país em que muitos desprezam instituições e a  ordem. É interessante como o filme sabe explorar a experiência do primeiro salto para esses jovens. Há um trato até certo ponto simbólico. A maior parte deles nunca havia voado de avião. E já na primeira vez que o fazem, é para dar o salto. É algo de grandioso!
Um outro ponto importante de PQD, é que ele ressalta um pedaço do País que está no esquecimento.

“Enquanto houver no céu, a silhueta de um Pára-quedista, haverá sempre esperança de vitória”

Canção do Pára-quedista

“Cumprindo no espaço a missão dos condores
Valente e audaz não vacila um instante
Nas asas de prata ao roncar dos motores
Vai a sentinela da pátria distante

Chegado o momento descendo dos céus
Num salto gigante surgindo do anil
Vai ele planando no templo de Deus
Lutar em defesa do nosso Brasil

Paraquedista!
Guerreiro alado vai cumprir sua missão
Num salto audaz
Vai conquistar do inimigo a posição

Paraquedista!
No entrechoque das nações sempre serás
O eterno herói
Que no avanço da luta ninguém deterá”

31 COMMENTS

  1. Ah que saudade ! Não tenho dúvida em afirmar que com equipamento, um soldo descente e condições de infraestrutura o soldado brasileiro é uma das melhores tropas do mundo, não tem para israelense , ingles, china …

    Sds. Brasil acima de tudo.

  2. A visão de um céu coalhado de paraquedas está mais para o passado. Acredito que deve ser usados somentes em ações de infiltrações feitos ems pequenas unidades.
    A credito que a ultima vez que usaram maçiçamente paraquedistas foi em Creta na II guerra e olhe que sofreram bastante. Tanto que os alemães não mais empregaram paraquedistas como em Creta.
    No mais é uma bonita visão pro publico, mas pro exercito inimigo é como um torneio de tiro no pato!

  3. Gostaria de salientar que nem todos neste país desprezam a ordem e as instituições formadoras de opinião e de valores.

    Da maneira que é colocada, fica a impressão que vivemos em um mundo de desajeitados e sem valor. Oque é uma mentira e não condiz com a realidade de muitas regiões do Brasil, que são ordeiras, trabalhadoras e prezam pelos bons costumes.

    Ao autor do texto, minhas condolências pela falta de tato.

  4. O tempo de saltos macicos em LZs contestadas ja passou…O futuro da insercao por para-quedas sera por pequenas fracoes ou em saltos maiores em LZs nao contestadas em paises sem muito defesa aerea ao exemplo do Norte do Iraque ou a que quase ocorreu no Haiti…

    Semper Fidelis!

  5. Então os grandes exércitos desativaram suas brigadas de pára-quedistas? rs
    Alguém aqui já ouviu falar em salto tático noturno à baixa altitude?

  6. Eu vi esse documentário e gostaria de dizer que o diretor se bazeou bastante na questão social que o Exército tem em muitos casos.

    O Marine está corretíssimo, hoje o PQD é usado em pequenas frações, principalmente para preparar uma zona de salto o desembarque da Aermóvel ou missões especiais. Quanto aos saltos maciços, acredito que ainda possa ser usado em alguns casos, exemplo dado pelo Marine é o Norte do Iraque. Tanto é que a nossa Brigada PQD ainda treina esse tipo de operação e a 82nd Airbone salta com tudo, lançam atém humvee.

    Abração

  7. Os pára-quedistas também podem estar associados a um deslocamento rápido de uma grande fração de tropa. Não precisam, necessariamente, descer em pleno campo de batalha, numa frente de combate.

  8. Servir na Brigada é uma experiencia única, só quem ja sentiu o vento no rosto na porta do avião e o ronco ensurdecedor dos motores do gordo sabe o que é isso!
    “Saltar, lutar, vencer!”

  9. Estão equivocados. O Mundo inteiro mantém tropas ultra-selecionadas, equipamentos específicos para tal finalidade e treina a infiltração aeroterrestre – PQDt em larga escala por puro saudosismo? Negativo. O emprego dessas tropas é puntual, ou seja, na hora certa, no lugar certo, na quantidade certa, com o equipamento certo, caindo como o Diabo, de surpresa, sobre o inimigo, visando objetivos claros, tendo a missão hora para começar e hora para acabar.

  10. Sem desmerecer o valor de outras instituições ou tropas de elite, mas no Brasil, tropa de primeiríssima linha é a BRIGADA, quem a conhece, conviveu, ou operou, certamente sabe disso.

  11. po cara o exercito brasileiro ta tão quebrado q utiliza os mesmos paraquedas da segunda gerra , foram usados na guerra agora os nossos soldados tem a honra de utiliza-los , parabéns brasil com esse exercito utrapassado e fracotes rsrsrssrsrrs coitados o exercito da venezuela dá um show !!!!!!!!!!!!!!! quero ver o quando a venezuela encarar o brasil a coça q o brasil vai tomar kkkkkkkkkk!!!!!

  12. Primeiro de tudo vamos separar o meio de infiltracao para-quedismo com as tropas paraquedistas…Vamos tambem separar o uso de tropas PQDs que na verdade sao infantaria classica e tropas especiais que podem ate saltar livremente sem linhas estaticas.

    Existem hoje tres maneiras de “forced entry” em areas de operacao:
    1-Aeromovel, Assalto Aereo, “Vertical Envelopment”.
    2-Assalto Anfibio.
    3-Aerotransportado, “Airborne”.

    Vamos falar hoje so da terceira dessas maneiras.
    Existem duas escolas de pensamento, duas “torcidas” – como diz nosso amigo Hornet – hoje, uma que acredita que grandes op. aerotransportadas ainda tem futuro e aqueles que pensam que nao. Eu na minha HO faco parte da segunda escola de pensamento e espero explicar o porque aqui. Primeiro de tudo nao quero tirar o merito de PQDs o mundo a fora e nao digo que tropa PQD nao seja uma elite em seus exercitos, vou apenas elaborar o seu futuro uso.

    Bem, forcas PQDs desenvolvidas no periodo entre as guerras mundiais tinham como principio saltar a retaguarda do inimigo causando surpresa, desorientacao e sendo altamente rapidas cuasavam o inimigo a estar sempre reagindo ao inves de agindo empregando seus proprios planos. Como disse antes era uma opcao de entrada forcada e por definicao em areas contestadas.

    O problema hoje em comparacao com quando foram desenvolvidas e 1- a letalidade dos sistemas anti-aereos muito maior hoje em dia e 2- ainda hoje continuam sendo muito leves, geralmente so possuem a capacidade de “self-sustainment” por nao mais do que 72 horas sendo que depois disso precisam ser reabastecidas ou substituidas, leves demais para enfrentar qualquer coisa mais pesado do que infantaria leve. Por isso existe o ditado “fast enough to get there, light enough to get into trouble”.

    Por tanto eu acredito como outros que Operacoes classicas como a Normandia, Market Garden, Crete e outras em que unidades valor DIVISAO ou maior nao possuem hoje espaco no cenario da guerra moderna. Imaginem hoje uma divisao tentando saltar em areas CONTESTADAS como foi por exemplo uma Normandia com os sitemas atuais como Igla, Stinger e muitos outros so pra citar alguns! Imaginem as telas da CNN noticiando que a 82nd Airborne perdeu varios avioes por causa de sistemas SAM ou MANPADS causando a morte de mais de 60 homens por aviao…perderia-se um batalhao? Uma Brigada? O risco hoje de um salto macico em area contestada o faz proibitivo para o povo e os exercitos ocidentais inclusive o nosso.

    Qual foi a ultima vez que uma unidade maior do que valor brigada saltou em combate em area contestada? Essa ideia de tantos para-quedas nos ceus que pareceria ate estar nevando ja era, a tecnologia da estrategia e do meio – o para-quedas “static line”- nao acompanhou a tecnologia para prevenir esses saltos macicos em areas contestadas como nos exemplos classicos citados acima.

    O mundo inteiro mantem sim tropas PQDs mas apenas os EUA e Russia se nao me engano mantem unidades valor Divisao e isso por pura razao administrativa, historica e tradicao pois ter aquela “asinha” no peito deixa muito marmanjo em exercitos de pau duro…A 82nd Airborne nao ira saltar em area contestada enquanto nao houver uma revolucao nas taticas ou na tecnologia do salto pois o risco e muito elevado.

    Hoje a grande maioria dos exercitos que possuem tropas PQDs como o Brasil os mantem em valores brigada como o Reino Unido, Franca, Israel e outros so pra citar alguns exemplos e tais tropas serao usadas de tal maneira ou seja no maximo em valor brigada e mesmo assim em areas de baixo risco ou risco nenhum como foi a ultima utilizacao dessas tropas em combate ao Norte do Iraque em 2003 pela brigada do US Army 173rd Airborne ou como teria sido o uso delas no Haiti em uma das muitas vezes que os EUA se viram la na decada de 90.

    Essas tropas como quaisquer outras tem sua funcao como bem disse o amigo McNamara na hora certa, no local certo, na quantidade certa, com o equipamento certo mas isso e tirado de manuais de op. aerotransportadas e como sabemos graca ao nosso querido amigo Murphy nenhum plano sobrevive contato com o inimigo intacto, isso ocorreria muito bem em papel mas so a logistica envolvida em saltar toda uma divisao e mosntruosa sem pensar na miriade de outros fatores envolvidos.

    Concluindo, o futuro do para-quedas continua firme, o soldado PQD continua firme mas as tropas PQDs de infantaria classica saltaram em nao mais do que valor brigada em areas contestadas e as tropas de Op. Especiais saltaram ainda em fracoes muito menores especialmente Salto Livre quando visarem infiltracao clandestina ou “covert”.

    Semper Fidelis!

  13. olha ultima infiltração pqd em larga escala foi realmente em Creta 1941, se desconsiderar a Normandia, mas se o considerar tambem, então foi em 1944, de lá para cah, não me recordo de nenhuma ops em grande escala

    Quanto ao exercito da venezuela, o colega nao confundiu com o exercito colombiense naum ?

    MO

  14. Sobre o END

    O canal pago Globo News entrevistou, no programa Globo News Painel, alguns analistas (Godoi e cia… os mesmos de sempre) que emitiram algumas opiniões interessantes sobre o END. O programa repete nas segundas as 06:00. Na internet dá pra ver no site da Globo News, programa Painel.

  15. Não sei se cabe no quesito infiltração, mas os franceses utilizaram largamente os PQD durante a Guerra da Indochina (Vietnã, Laos) entre 1948 e 1950, lançando batalhões ao invés de divisões ou brigadas. Na maioria dos casos em apoio a tropas ou postos isolados no território controlado por vietminh (conhecido como vietcong a partir de 1960). Inclusive nos combates em Dien Bien Phu (acho que se escreve assim), a maior parte das tropas era de paraquedistas das colônias francesas da época. Era o principal meio utilizado pela França porque não tinha o controle do norte do Vietnã na época, e sua utilização não mudou a configuração do conflito porque as tropas de Giap massacraram o exército francês, e isso não é exagero. Como curiosidade, a mobilidade dessas tropas era, em parte, garantida pela aviação da USAF que permaneceu no Vietnã após o fim do conflito.

    Mas concordo com o fato de que PQD nã são mais fator de desequilíbrio ou ameaça em conflitos modernos.

  16. MO e Roberto CR,

    A ultima operacao de PQDs em larga escala foi a “Operacao Varsity” em 24 de Marco de 1945 as 6th Divisao PQD Britanica e 17th Divisao PQD Americana saltaram em apoio ao cruzamento do Rio Rhine na Alemanha.

    Sds!

  17. Concordo com o Marine, mas vejo cenários onde uma brigada PQD seria de grande uso no Brasil, como por exemplo em conflitos de pequena e média intensidade contra forças não-estatais na Amazônia. Ou até mesmo em operações GLO em grandes centros urbanos. Porque? Pelo fator surpresa e, especialmente, moral. Ver uma brigada caindo do céu nos seus flancos e atrás de você intimida muito.

    Além disso, meus parabéns aos produtores deste filme. Ficou muito bom e nós precisamos mesmo de mais produções como essa para lembrar ao resto da população civil para que servem e como estão nossos militares. Se tivessem feito mais blockbusters como Top Gun ao invés de pornochanchadas no Brasil, talvez nossa posição política no Mundo fosse outra.

  18. Marcelo Ostra

    Sem problema, isso não mata ninguém e eu não quis contestar a sua informação, só complementar.

    Marine

    Se você notar o meu comentário sobre PQD eu usei o termo largamente, ou seja, em várias situações durante o conflito e não querendo dizer uma operação ” em larga escala” como você afirma. Concordo que não foram realizadas operações com uso exclusivo de PQD, mas houve sim uso intensivo destas tropas. Aliás, nos conflitos coloniais seguintes quase não foram operados por França, Inglaterra, Bélgica, Holanda ou Portugal. Agora vão de táxi (helis)…rsrsrsrs

    Abraços e até segunda

  19. A ultima grande ação, valor divisão, foi a completa e disastrosa derrota dos paraquedistas em DIEN BIEN PHU. E quem estava lá? Nossos muy amigos franceses…Ainda ACHO que existe espaço para operações menores, mesmo como pouso de assalto, além do que os PQD continuam com a justa aura de tropa de elite.

  20. “Enquanto houver no céu, a silhueta de um Pára-quedista, haverá sempre esperança de vitória”
    Isso é verdade mas para tal você precisa de superioridade aérea na zona de combate. Senão nada feito! Aviões velhos modernizados e com meia dúzia de mísseis, essa é a nossa realidade.

  21. “Enquanto houver no céu, a silhueta de um Pára-quedista, haverá sempre esperança de vitória”
    Só faltou dizer que se este Pára-quedista for um fuzileiro naval, não hávera a esperança da vitória e sim a certeza dela.
    Adsumus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  22. Hoje o exercito Brasileiro esta completo,pois podemos diante de nosso senário, ou melhor, da área a ser defendida por nos que é a amazonia. Podemos ter especialista em selva e este ser um paraquedista que é o ideal, ai sim estou tranquilo, pois a operação onça aerea falta pouco para acontecer.
    grande abraço a todos e principalmente aos guerreiros de selva e se estes forem PÁRA-QUEDISTA ai sim tenha minha consideração.
    selva……….

  23. Tenho 16 para 17 anos de idade, eu estou estudando e me preparando
    para fazer as provas para pdq. Esse é o meu maior sonho e sei que esta no meu sangue, não posso negar isso.
    Sei que sera dificil mas não sera impossivel!!
    Como diz a cancão do pqd eterno héroi: Guerreiro alado vai cumprir sua missão!!
    Essa sera minha primeira missão como um guerreiro alado, fazer parte do exercito mas bem treinado e preparado do mundo: PQD!!

    OBRIGADO PELA OPORTUNIDADE DE ME EXPRESSAR!!
    DANIEL DE JESUS PEREIRA .

  24. sou da brigada entrei em 2006.
    olhandoos comentarios a cima vi argumentos irrelevantes,
    afirmando que a tropa paraque-dista é carta fora do baralho pois, digo que ñ.
    ñ é só mistica que fas ganhar uma querra + sei que vale + um querrero com esperança e vontade de vençer do que um desesperençado eu salto a mil pés de altura em pouco tempo chego a qualquer lugar do brasil, me lanço e em menos de um minuto estou pronto pra cumprir qualquer missão

    e o conscrito ai de cima é pau negão o bisu ñ tem bisu……..

    brasil acima de tudo!!!

  25. Fala rapazeada!!!! Meu nome é Marcelo e trabalho com confecção de camisetas, estou com um modelo exclusivo de camisetas com estampa direcionada aos PARAQUEDISTAS que vão, foram e também os que são realmente apaixonados pela Brigada. Operação Haiti / Combatentes do Caribe, quem se interessar me ligue 21 8899-5345 (RJ) e então poderei mostrar o modelo a quem interessar, ok?
    Forte abraço!!!

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