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Presidente eleito dos EUA afirma que ordenará o fechamento da prisão em seu primeiro dia na Casa Branca

WASHINGTON – O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, planeja emitir uma ordem executiva para fechar a prisão militar de Guantánamo em seu primeiro dia na Casa Branca, segundo afirmaram pessoas ligadas à equipe de transição na segunda-feira, 12. Porém, de acordo com a edição desta terça do jornal The New York Times, ainda deve levar meses, talvez até um ano, para esvaziar a prisão que foi criticada internacionalmente nos últimos sete anos, desde que foi criada para receber suspeitos de terrorismo.

Um dos oficiais afirmou que a nova administração espera que leve alguns meses para transferir parte dos 248 prisioneiros para outros países, para decidir como julgar os acusados e lidar com os desafios legais que surgirão com o fechamento da detenção. Além disso, as pessoas ouvidas sob anonimato disseram que a equipe de transição está comprometida a suspender o sistema de comissões militares criado pela administração Bush para julgar os presos.

Entre as questões mais complexas está a de como instruir o processo sem usar provas que foram obtidas por meio de tortura, o que os advogados dos presos certamente procurarão explorar. Segundo especialistas, diante desse quadro, qualquer tribunal federal colocaria os acusados em liberdade. Além disso, nem todos os presos podem ser devolvidos a seus países, mesmo que não sejam mais considerados perigosos, pois há risco de serem torturados e mortos assim que voltarem para casa. Outra alternativa seria convencer aliados a aceitá-los. Portugal e Alemanha já se disseram dispostos a recebê-los. Espanha e Reino Unido analisam a possibilidade.

Em entrevista na semana passada, o próprio presidente eleito reconheceu que “seria um desafio” fechar Guantánamo, mesmo nos “primeiros cem dias” de sua administração. O presidente eleito foi duramente criticado por alguns grupos de direitos humanos na segunda-feira, que afirmaram que o fechamento de Guantánamo não está entre as principais prioridades do novo governo. Ainda que a detenção permaneça aberta por alguns meses, a decisão de ordenar o fim da prisão no primeiro dia após a posse parece um gesto simbólico com algumas das mais políticas controversas da administração Bush. Um oficial da transição, sob anonimato, afirmou que o governo Obama planeja anunciar o fechamento da prisão na próxima quarta-feira, dia 21.

Legado polêmico

O presidente dos EUA, George W. Bush, negou que o tratamento dado a prisioneiros da base americana de Guantánamo tenha prejudicado a “posição moral” de seu país no mundo. “Nossa posição moral pode ter sido prejudicada entre uma elite, mas as pessoas em geral ainda entendem que os EUA defendem a liberdade”, disse Bush. “Sei que Guantánamo criou polêmicas. Mas quando chegou a hora daqueles países que estavam criticando os EUA receberem alguns prisioneiros, eles se recusaram a ajudar”, completou, em referência a países europeus como a Holanda e a Suécia.

Essas declarações foram feitas na última entrevista coletiva de Bush antes de deixar o cargo, no dia 20, e horas antes de assessores de Barack Obama divulgarem que o novo presidente ordenará o fechamento de Guantánamo já em sua primeira semana de governo. No domingo, Bush defendeu as técnicas de interrogatório usadas em Guantánamo, que organizações de defesa dos direitos humanos denunciam como tortura. Na entrevista, um Bush nostálgico e, por vezes, combativo, falou dos oito anos de seu governo. Ele defendeu com fervor a sua decisão de invadir o Iraque e a “guerra ao terror”, mas admitiu pelo menos três “decepções”.

A primeira foi o escândalo das atrocidades cometidas por soldados americanos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque. A segunda, quando ele próprio decretou “missão cumprida”, logo após a tomada de Bagdá por tropas dos EUA. “Acabei enviando a mensagem errada. Obviamente parte de minha retórica foi um erro”, disse. A terceira “decepção” de Bush foi a ausência de armas de destruição em massa no Iraque, principal justificativa da invasão ao país. “Não sei se devo chamar isso de erro ou não. Foram coisas que não marcharam de acordo com os planos”, afirmou.

O presidente também afirmou que ainda não pretende se aposentar. “Não posso me imaginar sentado numa praia com um grande chapéu de palha e uma camisa havaiana. Ainda mais depois que deixei de beber”, afirmou Bush, que no passado superou um problema de alcoolismo. O presidente americano disse que no dia 21 vai se levantar em seu rancho no Texas e fazer um café para sua esposa, Laura: “Será uma sensação diferente. Direi como é quando a sentir”. Bush deixará o governo com 27% de aprovação, o mais baixo entre presidentes americanos desde que Richard Nixon renunciou em 1974.

FONTE: Estadão/Agências Internacionais

 

MinDef acha pouco e quer ampliar esta presença no exterior

Com 63 adidos militares em 32 países, o Ministério da Defesa tem planos de expansão nesse setor. Em nota, a assessoria de comunicação social do ministério diz que a atual distribuição “não contempla os anseios da política externa brasileira”. Apresenta quatro argumentos: “a projeção que assume o Brasil no concerto das nações”; a “posição-chave” na América do Sul; a aproximação com o continente africano e o pleito brasileiro por um lugar fixo no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A assessoria de imprensa da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também informa que o órgão pretende expandir o número de postos.

Os adidos militares são representantes da Defesa ou especificamente de uma das Forças Armadas. Em 13 países, há três adidos militares brasileiros – da Aeronáutica, do Exército e da Marinha, dos quais um deles exerce também a função de adjunto da Defesa. Em cinco países, existem dois adidos e nos 15 restantes, um. A nota do ministério destaca como principais missões o “fomento de medida de cooperação militar” e o “fortalecimento das relações internacionais no âmbito da Defesa”.

O governo decidiu fechar o posto de adido militar no Iraque quando começaram os conflitos com os Estados Unidos. Até hoje não foi reaberto, deixando as Forças Armadas longe do acompanhamento da guerra e sem contar com um posto que tinha todos os componentes necessários de interesse estratégico.

Quem chega ao cargo de adido militar integra, em geral, a elite das Forças Armadas. Foram adidos, por exemplo, os ex-presidentes militares Costa e Silva (Argentina), Emílio Garrastazu Médici (Estados Unidos) e Ernesto Geisel (Uruguai).

ABIN

Em sua prestação de contas relativa a 2007, o governo informa que a Abin já conta com autorização para instalar representantes na Bolívia e no Paraguai, chegando a cinco adidos. A agência explica, por sua assessoria, que seus adidos têm a tarefa de manter contato sistemático com o serviço de inteligência do país estrangeiro, facilitando o intercâmbio de informações para a produção de conhecimentos em áreas como terrorismo e crime organizado, consideradas prioritárias.

A escolha dos nomes é feita a partir de uma lista com cinco indicações, elaborada por um conselho interno da Abin e segue um regulamento interno que considera perfil, currículo e a proficiência no candidato no idioma do país de destino. A lista é encaminhada ao diretor-geral do órgão, a quem cabe a decisão final.

?EFICIÊNCIA?

Na Receita Federal, permanece vago desde a criação dos cargos de adido, em outubro de 2000, o posto em Montevidéu (Uruguai). Os outros três cargos (Argentina, Paraguai e Estados Unidos) estão ativos. A Receita informa, por intermédio de sua assessoria, que “a presença de funcionários em embaixada ou repartição consular representa maior eficiência nas ações governamentais brasileiras relativas à fiscalização tributária e à prevenção e repressão de ilícitos aduaneiros”.

A Receita argumenta que a criação dos postos não provocou aumento de custo com novos cargos ou estruturas: “Os servidores são designados para a função de adidos junto à embaixada ou repartição consular, com utilização de apoio administrativo já existente”.

FONTE: OESP

 

Israel e Hamas rejeitam moção da ONU

Combates continuam apesar de Conselho de Segurança pedir cessar-fogo “imediato e duradouro” na Faixa de Gaza

Israel e o grupo islâmico Hamas rejeitaram ontem (9/01) a resolução do Conselho de Segurança da ONU que pede um cessar-fogo “imediato e duradouro” na Faixa de Gaza e a retirada das forças israelenses da região.

A resolução foi aprovada na madrugada de ontem com o apoio de 14 dos 15 membros do Conselho e a surpreendente abstenção dos EUA, aliado tradicional de Israel. “Ao abster-se, os EUA podem estar indicando que se está formando um consenso de que o derramamento de sangue foi longe demais”, escreveu a influente revista britânica The Economist em sua versão online.

O suposto consenso, porém, parece ainda não ter sensibilizado o governo israelense e o Hamas. “Os lançamentos de foguetes (pelo Hamas) nesta manhã demonstram que essa decisão da ONU é inviável e não será acatada pelas organizações palestinas assassinas”, disse o premiê de Israel, Ehud Olmert. Mais tarde, um porta-voz do Hamas disse que o grupo também não estava de acordo com o cessar-fogo porque não foi consultado sobre seus termos e não o considerava “vantajoso para os palestinos”.

Na Faixa de Gaza, os combates continuaram, elevando o número de mortos no conflito para 800 palestinos (segundo fontes médicas em Gaza) e 13 israelenses. Aviões e helicópteros de Israel bombardearam cerca de 30 alvos em Gaza até o amanhecer – entre eles uma TV iraniana. Durante a manhã, a ofensiva foi retomada.

No total, 23 palestinos foram mortos ontem, segundo fontes médicas de Gaza. De acordo com a imprensa israelense, o Hamas lançou mais de 30 foguetes contra as cidades israelenses de Bersheva e Ashkelon, sem deixar vítimas.

A rejeição ao pedido de cessar-fogo do Conselho ocorre um dia após a ONU suspender suas ações em Gaza. A decisão foi tomada porque forças de Israel atacaram duas escolas e um comboio da organização. Ontem, contudo, ela anunciou que recebeu garantias do alto comando militar israelense de que os seus trabalhos humanitários serão respeitados (mais informações na pág. 8).

ABERTURA

A resolução aprovada pelo Conselho na madrugada de ontem foi redigida pelos britânicos e tenta conciliar demandas israelenses e palestinas. Ela prevê, em termos bem vagos, que medidas sejam tomadas para evitar o contrabando de armamento pelo Hamas na fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza – uma exigência israelense.

A resolução também inclui a abertura das passagens entre a região, Israel e Egito – o que aliviaria a situação dos palestinos. O Conselho também exigiu a “distribuição de assistência humanitária sem bloqueios em toda a Faixa de Gaza”.

FONTE: Estadão/AP/Reuters

 

As fotos mostram um pouco do grande trabalho que a Aviação do Exército (AvEx) realizou durante o período de calamidade em Santa Catarina, em decorrência das inundações do final do ano passado.

A primeira aeronave da AvEx a chegar a cidade de Blumenau foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14), do 2º BAvEx, na manhã do dia 24.11.08. Por ocasião de seu deslocamento à Navegantes para abastecimento, já foi acionada pelo helicóptero Águia da PMSC (Polícia Militar do Estado de Santa Catarina) para realizar o resgate de vítimas na região do Morro do Baú. Neste local, os tripulantes da aeronave encontraram uma situação crítica, pois tinha mais de 300 pessoas isoladas em uma mata e que necessitavam de remoção imediata, tendo em vista as ameaças de novos desmoronamentos.

Nesta localidade, o Guerreiro 14 conseguiu resgatar mais de 170 pessoas e com a ajuda de um Super Puma da FAB e das aeronaves do 3° BAvEx, foram resgatadas todas as 300 pessoas.

As aeronaves dos 1°, 2° e 3° BAvEx’s (Batalhão de Aviação do Exército) saíram do CAvEx (Comando de Aviação do Exército) sediado em Taubaté/SP, se deslocando para o referido estado, afim de dar suporte as operações de Busca e Salvamento, transporte de mantimentos e deslocamento das equipes de busca do Corpo de Bombeiros.

Durante este período, as aeronaves atuaram sob o controle operacional da 5ª Região Militar, que contou com o apoio administrativo da 5ª Divisão de Exército e ainda operando sob o Comando de AvEx.

As aeronaves utilizavam qualquer lugar que fosse possível pousar, para levar a ajuda humanitária para as vítimas. Desde campos de futebol, a quartéis do EB e do Corpo de Bombeiros e até mesmo em estradas.

Incansavelmente, os militares do EB trabalharam sob condições climáticas extremas, carregando todo tipo de mantimentos para as vítimas, além de geradores de energia, colchões, cobertores e roupas.

Nota do Blog: Agradecemos ao Maj. Brilhante (RP do 2° BAvEx) que gentilmente nos cedeu as imagens desta operação para que pudéssemos levar a conhecimento de todos, essa nobre missão de salvar vidas.

Podemos afirmar que a AvEx cumpriu com pleno êxito a missão que lhe foi dada!

“AVIAÇÃO!”

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Paraguai tenta mobilizar MST contra Planalto

Brasil reage à tentativa de usar movimentos sociais para mudar tratado de Itaipu

A tentativa do governo paraguaio de reverter os acordos de Itaipu por meio da mobilização de movimentos sociais e entidades sindicais brasileiros levou o Palácio do Planalto a reagir. A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) foi orientada a monitorar a aproximação das autoridades do país vizinho com entidades como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A estratégia paraguaia, segundo reportagem do jornal Valor, consiste em obter o apoio de grupos brasileiros e levá-los a pressionar por mudanças no Tratado de Itaipu, que Brasília considera inegociável. O Paraguai quer que o Brasil pague mais pela energia comprada do país vizinho.

Um negociador do governo de Assunção afirmou que se trata de uma estratégia de “guerrilha” para conquistar a opinião pública brasileira. – Nossa intenção é que se dissemine, nesses meios, os argumentos pró-negociação que não circulam nos meios oficiais – disse ao Valor.

País vizinho quer apoio para vender energia mais caro
As informações disponíveis são de que representantes do governo paraguaio foram enviados para manter contatos com líderes de movimentos sociais do Brasil para engajá-los na sua causa. Dirigentes de entidades como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) admitiram o envolvimento. – A partir de 2009, vamos fazer todos os esforços para ajudar o povo do Paraguai – disse Luiz Dalla Costa, da coordenação nacional do MAB.

O MST também se irmanou à causa de Fernando Lugo, presidente do Paraguai, que teve como uma das principais bandeiras de campanha mudar as regras da hidrelétrica. As reivindicações do país vizinho têm sido levadas aos assentamentos e acampamentos ligados à entidade. O principal dirigente do MST, João Pedro Stedile, afirmou que, por enquanto, documentos e argumentos do “povo do Paraguai” estão sendo difundidos. – Se for necessário, faremos no futuro manifestações de solidariedade ao povo do Paraguai – anunciou Stedile.

Para o Palácio do Planalto, a aliança entre o governo estrangeiro e os sem-terra configura interferência em assuntos internos. Seria, também, uma tentativa de politizar um assunto técnico e jurídico. Uma das preocupações do governo brasileiro, que não pretende se manifestar oficialmente sobre o assunto, é que a cooptação do MST ocorre às vésperas do 25º aniversário do movimento – que deverá ser comemorado com protestos e invasões. Também gera receio o fato de nas regiões próximas a Itaipu o MST ser muito organizado e atuante.

Lugo tem conexões ideológicas com os sem-terra. Ele é um bispo partidário da Teologia da Libertação – cujos integrantes brasileiros ajudaram o MST a nascer. Além disso, o movimento faz parte da organização internacional Via Campesina, que é ligada aos sem-terra paraguaios, simpáticos a Lugo.

Entenda o caso

Em 1973, Brasil e Paraguai firmaram o Tratado de Itaipu para a construção da usina hidrelétrica binacional 

O acordo determina que os dois países dividam ao meio o que é produzido
Se um país não utilizar toda a energia que lhe cabe, poderá vendê-la ao outro, por preços determinados

Por ter um consumo interno pequeno, o Paraguai revende quase toda a sua parcela de energia ao Brasil

Para cumprir suas promessas de campanha, o presidente esquerdista Fernando Lugo quer que o Brasil aceite mudar as regras do acordoReivindica preços mais altos para a energia, porque considera os atuais injustos, e também quer a possibilidade de negociá-la com outros países

Outra reivindicação é rever a dívida do Paraguai referente aos custos de construção da hidrelétrica, hoje em torno de US$ 19 bilhões. O valor da dívida é abatido da energia que o Brasil compra dos vizinhos

O governo brasileiro abriu diálogo com os paraguaios, mas não aceita discutir as alterações propostas

Fonte: Zero Hora      Foto: Nunão

 

A Délégation Générale pour l’Armamento (DGA), serviço de aquisições das forças armadas francesas, encomendou em dezembro um lote de 22 helicópteros NH90 de transporte tático para o Exército da França, no valor de quase 600 milhões de euros (US$ 824 milhões), ao consórcio NH Industries, segundo o Ministério da Defesa e a Eurocopter. O último contrato, soma-se aos 12 NH90s iniciais, trazendo o total a 34 NH90 operados pela Aviação do Exército francês.

Em 2000, a DGA comprou 27 NFH (navalizados) para a Marine Nationale, elevando para 61 o total de NH90s comprados pela França.
As versões terrestres e navais do NH90 tiveram um atraso de vários anos devido a problemas técnicos e dificuldades de construção de se fazer 23 versões de uma mesma aeronave. A primeira entrega dos novos NH90 ao Exército Francês está prevista para 2011.

A NH Industries é um consórcio composto pela Eurocopter (62,5%), AgustaWestland (32%) e Stork Fokker (5,5%).
Os pedidos para o NH90 totalizam 529 unidades, incluindo as últimas encomendas francesas. Até agora, 25 NH90s foram entregues e mais 50 estão em produção.

O célula do helicóptero NH90, feita extensivamente com materiais compostos, apresenta características de modularidade para a integração de subsistemas. A aeronave apresenta alta confiabilidade, facilidade de manutenção, e baixos custos de operação. Graças às suas características avançadas, o NH90 é capaz de operar de dia e de noite, em todas as condições meteorológicas, e em ambientes saturados por contramedidas. A concepção do NH90 foi otimizada para o século 21, pronta para acomodar o crescimento futuro de subsistemas, equipamentos e melhorias.

O projeto também inclui baixa assinatura radar e uma fuselagem “crash-resistente” para proporcionar uma melhor sobrevivência no campo de batalha. Este helicóptero pode ser propulsado por duas diferentes turbinas, a RTM322 ou a T700-T6E.

A principal missão da versão TTH (Tactical Transport Helicopter) é o transporte de 20 soldados ou mais de 2.500kg de carga, e operações aéreas de busca e salvamento.

Missões adicionais incluem evacuação aeromédica (12 macas), operações especiais, guerra eletrônica, posto de comando aéreo, transporte VIP e treinamento. Nas fotos, o NH90 do Exército Italiano.

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O Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, general George W. Casey Jr., está enviando uma carta pessoal para 7.000 famílias que receberam indevidamente uma correspondência do Exército.
O US Army está se desculpando para corrigir um erro de impressão, que resultou em cerca de 7.000 cartas enviadas a famílias que perderam um parente na Operação Enduring Freedom e Operação Iraqi Freedom.
A carta não continha uma saudação específica por nome e endereço, mas apenas a saudação, “John Doe”, que significa “João Ninguém”.
A carta, que foi impressa e enviada por uma empresa contratada no final de Dezembro de 2008, informava os familiares sobre organizações privadas que oferecem assistência às famílias dos soldados que morreram em serviço.

 

Palestinos dizem que iniciativa do venezuelano foi ‘valente’; Hezbollah afirma que mundo deve seguir exemplo

O movimento islâmico palestino Hamas saudou nesta quarta-feira, 7, o que chamou de “valente” iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de expulsar o embaixador israelense em Caracas para denunciar a “agressão sionista covarde” contra a Faixa de Gaza. O líder do Hezbollah também elogiou o presidente da Venezuela por expulsar o diplomata. Para Hassan Nasrallah, todos os países, incluindo os árabes, deveriam seguir o exemplo deste “grande líder latino-americano” para mostrar sua solidariedade com os palestinos.
“O governo da República Bolivariana da Venezuela decidiu expulsar o embaixador de Israel e parte do pessoal da embaixada de Israel na Venezuela, reafirmando sua vocação para a paz e a exigência de respeito ao direito internacional”, diz uma nota divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores venezuelano. Segundo a BBC, no documento, a Venezuela ainda acusa Israel de praticar “terrorismo de Estado” e de violar o direito internacional com a ofensiva em Gaza.
Israel estuda “medidas de reciprocidade” à expulsão de seu embaixador em Caracas, segundo afirmou a diretora para a América Latina do Ministério de Relações Exteriores israelense, Dorit Shavit. A responsável israelense não quis precisar de que tipo de medidas se trataria, e quando seriam adotadas por Israel. Em comunicado, após saber da decisão do governo de Caracas, o Ministério de Exteriores israelense acusou a Venezuela de manter “estreitos laços” com o Hamas e o Irã. “Israel continuará se defendendo de seus inimigos, entre eles o Hamas e o Irã, com os quais a Venezuela tem estreitos laços”, segundo a nota.
“A Venezuela deve escolher em que lado desta guerra está. Deve escolher entre os que lutam contra o terrorismo e os que o apoiam. Não é nenhuma surpresa que a Venezuela tenha esclarecido ao mundo novamente de que lado está”, acrescenta o comunicado.
A Venezuela é atualmente representada diplomaticamente em Israel apenas por um encarregado de negócios, Roland Betancourt, por isso a expulsão desse funcionário levaria ao fechamento da embaixada venezuelana em Tel Aviv.

FONTE: Estadão/Agências Internacionais

NOTA DO BLOG: Enquanto o grande líder bolivariano “sem-noção” expulsa o embaixador israelense, o Brasil envia ajuda humanitária para Gaza.

 

Presidente francês afirma que Israel aceitou proposta; violência volta às ruas depois do cessar-fogo diário de 3h

CIDADE DE GAZA – Apesar do anúncio do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de que Israel teria aceitado a proposta de cessar-fogo apresentada por França e Egito, os combates entre soldados israelenses e militantes islâmicos do Hamas foram retomados na Faixa de Gaza após o fim da trégua humanitária de três horas. Os combates serão interrompidos diariamente por um período para facilitar a entrada de ajuda aos palestinos em algumas regiões do território.
As pressões internacionais sobre Israel para pôr fim a seus ataques, que já duram 12 dias, aumentaram depois de disparos de tanque matarem 42 palestinos numa escola da ONU na região. Após a trégua de três horas, os confrontos foram retomados em Gaza. Ao mesmo tempo em que ordenou uma suspensão de três horas nas operações militares para permitir a entrada de ajuda, Israel disse que estuda uma escalada grande das operações, que levaria suas tropas para mais fundo nas cidades e nos campos de refugiados da Faixa de Gaza, em sua tentativa de pôr fim aos disparos de foguetes feitos por militantes islâmicos contra Israel.
Moradores do norte da Faixa de Gaza afirmaram que houve troca de tiros entre soldados israelenses e membros do Hamas durante as três horas da trégua temporária. Na Cidade de Gaza, centenas de pessoas foram às ruas para fazer compras e visitar familiares. Por volta do meio-dia (9h no horário de Brasília) Israel suspendeu suas operações militares em partes da Faixa de Gaza, dizendo que o intervalo de três horas permitiria a entrada de ajuda por um “corredor humanitário” que estabeleceu. Três horas mais tarde, os confrontos foram retomados perto da cidade de Gaza, segundo moradores. O Hamas também anunciou a suspensão do disparo de foguetes temporariamente.
John Ging, diretor de operações na Faixa de Gaza da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA), disse que a Faixa de Gaza virou “um inferno na terra” para seus 1,5 milhão de habitantes e que, em vista de suas necessidades, um intervalo de três horas é insuficiente. Cerca de 670 palestinos, incluindo pelo menos 300 civis – pelo menos 130 menores de 16 anos -, foram mortos durante a campanha, e mais de 2.900 foram feridos. Sete soldados israelenses e três civis foram mortos desde que a operação começou.
Segundo fontes, membros do gabinete de segurança de Olmert adiaram uma votação sobre o início de um estágio de guerra urbana da ofensiva, que começou com ataques aéreos em 27 de dezembro e passou a incluir uma ofensiva terrestre desde o sábado passado, e dar uma chance aos esforços egípcios para obter um cessar-fogo.

Cessar-fogo de Sarkozy

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quarta-feira que Israel e a Autoridade Palestina, do líder do Fatah Mahmoud Abbas, aceitaram um plano elaborado por França e Egito para a Faixa de Gaza. Sarkozy não mencionou o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza. As declarações do líder francês foram divulgadas em comunicado. Sarkozy diz que “saúda fortemente” a aceitação pela Autoridade Palestina e por Israel do plano apresentado na terça-feira pelo presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Israel disse, por um porta-voz, que “saúda” o projeto. O funcionário disse que o país poderia aceitar o plano se houvesse o fim do “fogo hostil” em Gaza e medidas para evitar o rearmamento do Hamas. Tanto Israel como o grupo islâmico disseram que também discutindo a proposta com o Egito
Em nota divulgada pelo Palácio do Eliseu, a presidência francesa afirmou que o plano será implementado assim que possível para acabar com o sofrimento da população. Os presidentes da França e do Egito, Hosni Mubarak, apresentaram um plano na terça-feira para obter uma trégua imediata e encerrar o conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, que já dura 12 dias e matou mais de 670 palestinos. A proposta pedia um cessar-fogo por um período limitado destinado a permitir o envio de ajuda humanitária a Gaza, um encontro urgente entre israelenses e palestinos para discutir meios de impedir novas ações militares e motivos para o conflito, incluindo o fim do bloqueio de Gaza. Também pede a retomada de diálogo sobre uma reconciliação entre o Hamas e a Autoridade Palestina, que perdeu o controle de Gaza para o grupo em meados de 2007.

FONTE: Estadão/Agências Internacionais

 
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