Que fim levou o Charrua?

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41 Comentários to “Que fim levou o Charrua?”

  1. Democracia disse:

    “Que fim levou o Charrua?”

    Sem duvida um dos piores.

    Viva a República!!!

  2. claudio/itajai disse:

    Provavelmente virou ALVO

  3. ViniciusModolo disse:

    o mesmo q levou tantos outros projetos do Brasil…virou tampa de garrafa de coca-cola…

  4. Nunão disse:

    Vendo o vídeo, gostei bastante de relembrar o perfil consideravelmente baixo da viatura e o bom espaço disponível internamente.

    Já a trilha sonora à la Emerson, Lake & Palmer eu não gostei tanto assim de relembrar…

    Interessante seria ver os frequentadores aqui debaterem o índice de nacionalização do bicho e o “timing” do projeto em relação às necesidades do EB e ao possível mercado externo da época.

  5. Diego disse:

    Realmente triste o projeto não ter vingado…=/

  6. Rodrigo Cesarini disse:

    Acho o peso muito alto para o nível de proteção, hoje é possível reduzir muito utilizando materiais compostos, de preferência modulares.

  7. claudio/itajai disse:

    O Perfil baixo não causa desconforto para as tropas transportadas?

  8. Rodrigo disse:

    Que pena, mais uma joia que não foi para frente!
    Brasil acima de tudo!
    Estamos ai tentando agora modernizar os velho m113.

  9. Raphael Costa disse:

    Encontrei um bom artigo que conta a curta e promissora historia do CHARRUÁ

    http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/CHARRUA.pdf

    Um abraço

  10. DaGuerra disse:

    Uma pena! A década perdida! Resultado da demora em adotar o modelo econômico liberal como cedo fez o grande presidente chileno AUGUSTO PINOCHET! A indústria bélica, sendo estratégica, deveria ter sido protegida.

  11. Gustavo disse:

    Foi desmantelado

  12. JACUBÃO disse:

    É incrível como essas coisas sempre acontecem no nosso Brasil.
    Durante anos os engenheiros Brasileiros desenvolveram tecnologia de ponta ao custo de sacrifícios mal remunerados, com a esperança de ver seus projetos fazendo sucesso mundial como aconteceu com o Urutu, Cascavel e Astros II, e no final o descaso do Brasil com tudo que está relacionado ao militarismo (o que todos nós sabemos que é pura vingança com a ditadura que impediu que o Brasil se transformasse em uma Cuba), que na verdade é puro e simples revanchismo de uma herança “MALDITA” que a atual FÔRÇAS ARMADAS BRASILEIRAS herdaram de uma época que a décadas não existe mais, e que foi explicitamente expressada por um dos piores governos que o Brasil já teve, e por coincidência ou não, foi o que mais f… os militares do país. Se esse cidadão fosse boa gente, con certeza não seria moeda de trocado por sequestrados dos guerrilheiros que atuavam no regime militar da época, que impediram que um regime decadente (excluindo-se até então as China por questões econômicas e mão humanitárias) como o Comunista se implantasse no Brasil, que hoje agoniza em uma UTI de corrução dos mesmos militantes que gritavam por um país melhor e que estão agarrados nas tetas do sofrido povo Brasileiro.

    Cadeias nesses sanguessugas.

  13. Flavio disse:

    Pois é! Grande projeto/protótipo que não foi adiante.
    Será que ainda há tempo para produzí-lo em versão atualizada?
    Seria bom, com o aquecimento da indústria de defesa nacional.
    sds.

  14. RL disse:

    Flavio. Deus de te ouça amigo, pois acredito que a maioria dos colegas aqui também gostariam de ver o renascimento não apenas de um novo e atualizado Charrua, más sim de toda uma gama de outros veículos como o próprio Osório de uma nova geração, ou também a atualização dos ASTROS para um novo padrão que pode ser atingido enfim.

    Inumeras possibilidades, e bem como disse, o aquecimento da industria nacional tem que rezar para não enfrentar paradigmas internos e muito menos forças externas que não tem o interesse em ver o Brasil como um grande produtor de armas.

  15. marlos barcelos disse:

    Acho o desenho ultrapassado, hoje os desenhos dos veículos de combate permite maior resistência, evitando ao máximo impactos diretos.Basta ver os desenhos dos tanques leopard A2 e compares com tanques antecessores.

  16. Mario disse:

    Pra mim um projeto que deveria voltar era o ENGESA-OGUM,era um veículo com baixa silhueta,e na época tinha um design revollucionário para a época,podendo ser aerotransportado por um C-130,se esse veículo voltasse em uma verção um poco mais blindada e atualisada e equipasse as nossas FAs teríamos um veículo etanto que imporia respeito

  17. Henrique disse:

    Charrua, Osório, Tamoio e tantos outros projetos foram parar no lixo devido ao descaso (proposital) de alguns governos civis pós-”ditadua”.
    Por ordem “externa” colocou-se pá de cal no projeto nuclear brasileiro e se deixou falir empresas da área de defesa importantíssimas como Engesa, Bernardini e tantas outras. Pra ajudar bancos há Proer e tantos outros planos (nos EUA por exemplo agora já foram mais de 700 “bilhões” de dólares e no Brasil algumas dezenas de bilhões) mas para a indústria de defesa NACIONAL (me refiro à década de 90)… nada.
    Talvez agora seja o momento de ressuscitar nossa indústria de defesa aproveitando a fragilidade financeira (inclusive de influência) dos EUA, basta haver seriedade e interesse de nossos governantes.
    Abaixo um link que encontrei no Youtube sobre o também falecido Tamoio:

    Abraços.

  18. GERSON VICTORIO disse:

    Vídeo do Tamoyo e Charrua que postei youtube também:

  19. GERSON VICTORIO disse:

    Nunão,

    A trilha sonora do primeiro vídeo do Charrua é original, não havia como modificar, a do Tamoyo postado aqui mesmo pelo Henrique eu coloquei um classico “smoke on the water”, espero que goste!

  20. Robero CR disse:

    Ooo Nunão… “trilha sonora à la Emerson, Lake & Palmer eu não gostei tanto assim de relembrar…” … essa veio do baú…rsrsrs… mas concordo que é bem ruinzinha.

    Abraços e viva o rock progressivo…

  21. Baschera disse:

    Caro Mario,
    Ainda hoje, sou um fã declarado do EE-T4 Ogum.
    Quem quiser saber mais sobre este pequeno blindado leve, acesse :

    http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/Ogum.pdf

    Sds.

  22. Robson Br disse:

    Não acho bom ressucitar projetos de mais de dez anos. Para esses casos temos estoques bem mais em conta para serem modernizados. Vide o caso do Leo 1A5 em relação ao Osório. São equipamentos de mesmas características. O melhor é modernizar os 1A5 e partir para o desenvolvimento de um novo carro. É o que está ocorrendo com os carros da engesa que estão sendo modernizados pelo arsenal de são paulo para ficar na ativa até chegada dos novos modelos produzidos em parceria com a Iveco.

  23. Wolfpack disse:

    Cada vez que vejo um vídeo destes e dos Bernadines, Engesa Osorio e agora do Charrua, dá um aperto no coração, pois ainda hoje é possível notar seu desenho atual, imagine se tivesse sido desenvolvido e evoluído. Uma pena!

  24. Roberto disse:

    Sem contar que o Charrua possuia um sistema de propulsçao anfíbia que era inédito na AL:o sistema de hidrojatos.Nesse processo, a agua aspirada por um lado é expulsa por outro em altíssima velocidade,gerando, assim,a reação que irá impulsionar o veículo.O carro possuia 2 hidrojatos ,um em cada lado da extremidade traseira,logo abaixo das lagartas.Essas unidades,muito compactas, de fácil instalação e remoção,não exigem praticamente manutenção,pois tem apenas tres peças móveis.Em relação ao sistema convencional a hélice,o hidrojato apresenta nítidas vantagens:permite que o veículo tenha maior velocidade e realize manobras com grande facilidade,inclusive o rodopio e a marcha à ré.Essas últimas manobras são impraticáveis com o sistema convencional.Sem contar as suas mais variadas versões como:Carro porta-morteiro 120mm;Carro-comando; Ambulância; Carro-oficina;Antiaérea; Radar e versão socorro.É, a nossa indústria bélica já teve seus anos de ouro!

  25. Hornet disse:

    Nunão,

    Emerson, Lake & Palmer vc tirou do fundo do baú…

    mais “sintetizado” e sacal que o EL&P só o Gentle Giant…lembra desse?…hehehe

    abraços

  26. Cinquini disse:

    A trilha sonora era “padrão”!
    Eu vi muito vídeo de instrução no SENAI com esse tipo de musiquinnha de fundo. Anos 80 total :D

    Abração

  27. Nunão disse:

    Felizmente não lembro, Hornet… Saudações!

    Obs: só agora vi os comentários (que estavam presos no anti-span e acabei de liberar) dos demais a respeito da trilha. Resposta de quem já foi fã desse tipo de som (arghhhhh!) e da viatura blindada em questão (menos mal): morte ao rock progressivo e viva o Charrua!

  28. Felipe Cps disse:

    Pessoal, todos esses vídeos nos dão aperto no coração, mas são a maior prova da imensa capacidade bélica da indústria nacional. Porque achar que essa capacidade se extinguiu? Não se extinguiu não, apenas está latente, adormecida nas últimas décadas, por falta de vontade dos governos e políticos, bem como pelas sucessivas crises financeiras enfrentadas. Mas temos que pensar também que em todas essas décadas de descaso não enfrentamos uma única ameaça exterior séria. No fim, e por sorte, deu tudo certo…

    Mas o que passou, passou, a hora é de esquecer o passado e olhar adiante. O Charrua, o Tamoyo, e o Osório eram bons projetos para a época, mas hoje estariam completamente obsoletos.

    Como Boina Preta digo que o que a Infa Bld precisa urgentemente, sob pena de se acabar sob as lagartas do arcaico M-113, é de um veículo que transporte pelo menos 2 Grupos de Combate, de forma a um Pel Fzo Bld caber em dois carros (aí incluído o Grupo de Comando).Esse veículo tem de ter uma blindagem passiva efetiva, com perfil baixo e algum grau de refletividade a radar, que suporte ao menos um impacto de 7,62, qualquer que seja o ângulo do ataque (especialmente nas laterais). Tem de ter também possibilidade de uma defesa ativa modular, facilmente substituível, para combate. Deve poder ser operado completamente encasulado sem cozinhar o fuzileiro (como o M-113, rsrsrs), e possuir uma arma orgânica operada de dentro da viatura. Seu sistema de tiro e navegação deve ser completamente computadorizado e deve ter sensores infravermelho e visão noturna para localização e engajamento de alvos à noite. Deve ser dotado de algum tipo de radar (passivo ou ativo) para proteção antiaérea. Deve ser anfíbio com hidrojatos sem necessidade de colocação de aletas ou coisas do gênero. Tem de ter capacidade de pivoteamento. E finalmente tem que ser barato e produzível em larga escala, no Brasil.

    Fácil né?

    Agora, alguém acha que sai esse blidado ou, levando-se em conta que não sofremos ameaças ao sul do país (teatro de operações principal da Infa Bld) a tendência é que percamos o imenso potencial de combate que só uma infantaria blidada operacional provê?

  29. ViniciusModolo disse:

    DaGuerra.

    Achei bastante infeliz seu comentário.

    Primeiro porque relaciona a decada perdida com a demora em adotar o sistema NEOLIBERAL. Suponho eu que vc saiba que nesse sistema economico o estado não põe a mão nas empresas privadas e enxuga a empresas estatais, o que conhecemos como estado minímo, tipo FHC, José Serra e Aécio (Abominável homem das)Neves.
    E supondo que isso seja do seu conhecimento, como o estado iria patrocinar essas empresas e investir nesses projetos, já que esse sistema visa o inverso disto, deixando o barco correr solto.

    Segundo falar que o VELHINHO DO MAL, ue tem nome de imperador mas era um pal mandado da Rainha, o Augusto Pinochet foi um grande presidente, vc se equivoca no tipo de mandato que ele teve. Vc deveria dizer que foi um grande DITADOR. Ai sim poderiamos concordar, foi grande em conseguir se manter por tanto tempo, avesso a toda a América do Sul. Grande nos seus crimes de guerra. Grande na sua intervenção boicotando a comunidade Andina de Nações e impedindo a integração da região.

    Realmente um Grande F(**&¨*&%¨&&¨$

  30. João-Curitiba disse:

    Caro Felipe Cps

    É isso mesmo. É preciso despertar o gigante.
    E você deu uma descrição do Charrua como o carro que idealiza para a Infa Bld, só que com mais tecnologia.
    Você citou 3 blindados que hoje estariam defasados. É verdade, mas se os projetos não fossem abandonados, hoje teríamos Charrua III, Tamoyo III e Osório III.

    Abraços

  31. Roberto disse:

    Parece que arma da Infa Bld está sendo deixada de lado.Esquecem que é o infante que tem que ir lá e furar o inimigo com a baioneta.”A Infantaria é a rainha das armas!”

    Viva a Infantaria!!!BRASIL!

  32. Roberto CR disse:

    Nunão

    “morte ao rock progressivo e viva o Charrua”

    kkkkkkkkk…. abraços….

  33. Marcos disse:

    Aonde está o Charrua?? Programa Antártico Brasileiro. Transformado em veículo de apoio/transporte na neve. Como isso aconteceu não sei, mas creio não ser difícil seguir a trilha inversa.

  34. José "Petrovich" da Silva disse:

    360 é o diametro da cabeça?

    Eu lembro de quando você falou sobre a carcaça do Charrua sendo usado na EACF :-)

    Elefante com memoria de elefante.

  35. Esdras disse:

    Fico triste em ver este tipo de cena. E o brasil continua comprando sucata do primeiro mundo, tendo condições de construir aqui.

    O 3ª mundo não é 3ª mundo por acaso.

    Esdras

  36. brazilwolfpack disse:

    E sempre a mesma coisa no Brasil. Com um baixo perfil destes,teria sido um superbo carro anti-tanque ou ate mesmo plataforma anti-aerea. Mas como sempre,o Brasil e pais de pensar pequeno,e fazer menos ainda. O Roberto tem razao,e acho que acertou no alvo. O problema e que no Brasil ainda reina a mentalidade das batalhas a baioneta da Primeira Guerra Mundial,em pleno seculo 21.

  37. brazilwolfpack disse:

    Se esse projeto tivesse surgido na India por exemplo,teria sido um imenso sucesso,equipando suas FAAS em diversas funcoes. Mas no Brasil,como sempre,virou sucata,assim como o Osorio,do qual poderiamos ter varias brigadas,mas ao inves temos os cansados,velhos,usados e obsoletos M-41. E enquanto o Chile se equipa de Leopard 2A4,NOVINHOS EM FOLHA,o Brasil vai de Leopard A1 USADOS CAINDO AOS PEDACOS,da decada de 50. ASSIM,nem com paciencia de Jesuita.

  38. JACUBÃO disse:

    Foi pra “vala”.

  39. Cláudio disse:

    Bom dia pessoal,
    Sou militar da ativa e digo com total certeza que todos os companheiro que deixaram seus comentarios acima estão totalmente equivocados.
    Hoje em dia o “CHARRUA” se em contra no CTEX(Centro Tecnológico do Exército) no Rio de Janeiro em plenas condições operacionais.

  40. Téo Alexandre disse:

    Esse não pertence os Thandercats…

  41. nilton disse:

    É lamentável, mas eu sei que fim levou o CHARRUA , virou sucata em um ferro velho no rio de janeiro , vi uns 8 ou 10 em um ferro velho em Realengo , em frente onde hoje é a lona cultural da Malet , isto nos anos 90.

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