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A tropa segundo o General Sherman

“Temos bons cabos e bons sargentos e alguns bons tenentes e capitães; estes são muito mais importantes do que bons generais”.

General William T. Sherman
Serviu com o Exército da União na Guerra Civil
Foi Comandante Geral do Exército dos EUA e conduziu as Guerras contra os índios no oeste dos EUA.

 

O Governo do Sri Lanka exortou hoje os cerca de 200 mil civis tamil cercados pelos combates no nordeste do país entre o exército e os rebeldes tamil a deixarem a zona de conflito para não serem apanhados entre fogos.

“O Governo apela a todos os civis para entrarem na zona dita de ‘segurança’ logo que possível” pois as autoridades “não poderão responsabilizar-se pela segurança de pessoas que vivem na vizinhança dos rebeldes dos Tigres de Libertação de Eelam Tamil (LTTE)”, segundo um comunicado.

Desde há uma semana que o exército do Sri Lanka combate um grupo de rebeldes num triângulo de 300 metros quadrados de selva, o último território ainda nas mãos dos separatistas do LTTE.

Neste departamento de Mullaittivu, cuja capital caiu a 25 de Janeiro, cerca de 200 mil civis tamil ficaram sitiados e centenas de habitantes foram mortos no último mês em bombardeamentos dos militares ou dos rebeldes.

Colombo assegurou ter aberto há 15 dias uma zona desmilitarizada onde aqueles civis se podem refugiar.

Mantendo-se surdo aos apelos internacionais para um cessar-fogo, o governo do Sri Lanka deu ao LTTE até sábado à noite para deixar partir os habitantes de Mullaittivu.

Depois, lançou domingo o seu assalto final para “libertar” completamente o ex-Ceilão, antiga colónia britânica marcada por 37 anos de conflito entre a maioria cingalesa budista e a minoria tamil hinduista, que já causou cerca de 70.000 mortos.

Tomada do ‘bunker’ do líder rebelde

O Exército do Sri Lanka tomou posse nesta terça-feira (03/02) do bunker do líder dos tigres tâmeis no norte da ilha, dentro da ofensiva final contra um último contingente dos rebeldes separatistas, anunciou o ministério da Defesa.

O número um dos rebeldes, Velupillaï Prabhakaran, não estava no local, escondido em uma plantação de coqueiros no departamento de Mullaittivu. O bunker estava equipado com geradores elétricos, sistemas de ar condicionado e instalações médicas.

Além disso, as tropas cingalesas capturaram a última pista de pouso a partir da qual a guerrilha separatista dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) lançava ataques aéreos na ilha.

A pista de dois quilômetros de comprimento foi controlada pelas tropas que avançavam em direção a Thirivilaru, no distrito de Mullaittivu. Nenhum avião foi encontrado local, mas as autoridades acreditam que os tigres tâmeis têm cinco aviões espalhados pela ilha.

O governo do Sri Lanka estimulou na segunda-feira os quase 200 mil civis tâmeis que se estão no meio do fogo cruzado dos combates entre o Exército e os rebeldes dos LTTE a abandonar a zona de conflito.

Mulher-bomba mata 24 pessoas no Sri Lanka
Publicado em 09.02.2009, às 07h38

Uma suposta mulher-bomba suicidou-se e provocou a morte de mais 24 pessoas nesta segunda-feira (9) quando soldados cingaleses inspecionavam civis em fuga de uma zona de guerra no norte do Sri Lanka, informou o Exército do país.

‘Mulher-bomba’

A primeira ação suicida de grande porte no Sri Lanka em mais de um mês alimenta temores de que os rebeldes do Exército de Libertação dos Tigres do Tamil Eelam (LTTE) passem a recorrer a táticas de guerrilha em sua luta contra as forças do governo.

Na manhã de hoje, quando o ocorreu o atentado, mais de 800 civis já haviam deixado a zona de combate depois de serem inspecionados por soldados, disse o general de brigada Udaya Nanayakkara, porta-voz do Exército.

A mulher-bomba detonou os explosivos que carregava consigo quando foi abordada por soldados, suicidando-se, matando mais 24 pessoas e ferindo 20, prosseguiu ele.

FONTE: Agências internacionais

 

Forças armadas terão mais mobilidade e presença na fronteira O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, participou nesta quinta-feira (5) do programa Bom Dia Ministro. Durante a entrevista com âncoras de rádios o ministro falou sobre a Estratégia Nacional de Defesa lançada pelo governo federal no final do ano passado, que estabelece diretrizes e ações de médio longo prazo para reorganizar e reorientar as Forças Armadas. O programa é produzido e coordenado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido ao vivo, via satélite, para emissoras de todo o País. Leia abaixo os principais trechos.

Estratégia - A Estratégia Nacional de Defesa não tem como objetivo único a compra de material para as Forças Armadas. A Estratégia tem como base a reorganização e modernização. Precisamos ter, por exemplo, a identificação dos pontos estratégicos sensíveis e ter uma locação de forças naquele ambiente. O que é fundamental em relação as nossas diretrizes, aprovadas pelo presidente da República, é a de dissuasão. Ou seja, evitar concentração de forças hostis nas fronteiras terrestres ou nas águas jurisdicionais brasileiras. Nós temos 5.727 mil quilômetros de fronteiras terrestres e ainda as águas territoriais com 4,5 mil quilômetros quadrados. Nas diretrizes, vamos fortalecer o setor de importância estratégica que é o espacial, submerso e nuclear. Vamos unificar as operações das três forças muito além dos limites impostos pelos chamados exercícios conjuntos; vamos reposicionar o efetivo das três forças, tendo em vista a capacidade de poder estar presen te no local necessário. Em relação ao Exército, nós teremos um núcleo modular que serão as brigadas e essas brigadas de deslocamento rápido, vamos adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e das Forças Aéreas nas fronteiras. Observe bem: se você olhar o mapa brasileiro vai verificar que a necessidade de presença e monitoramento está a oeste nos grande centros de aquaterlamento milites próximos ao litoral. Vamos também, expandir a Marinha. Hoje a Marinha concentra-se exclusivamente no Rio de Janeiro. E vamos ter que criar um local de armadas junto a entrada do Rio Amazonas.

Fronteiras - Uma das funções subsidiárias do Exército é ter o poder de polícia em zona de fronteira para crimes transacionais. A questão do tráfico de drogas é algo da competência da Polícia Federal. E queremos ter ações comuns (com a PF) e o Exército Nacional, que também tem funções de polícia na fronteira. Temos um desejo de montar operações, como já fizemos, regidas pelo Comando Militar do Sul. Nós temos que ter muita cautela política, muita habilidade para termos um grande entendimento, como já temos com as autoridades paraguaias, para ações conjuntas de fronteira. E não só ações de barreira internas no Brasil, mas sim, ações desenvolvidas no território brasileiro, por forças brasileiras, e no território paraguaio, por forças paraguaias. Aliás, eu vou propor nas discussões que teremos no Conselho de Defesa Sul-Americano, que já foi criado em janeiro deste ano, em um encontro de presidentes da Unasul. Na reunião em março, no Chile, vou propor que os p aíses vizinhos possam ter operações conjuntas, cada um no seu território, exatamente na coibição dessas ações ilícitas em fronteiras.

Haiti - As forças brasileiras no Haiti têm demonstrado a imensa capacidade de separar o civil dos grupos armados. A nossa posição do Haiti é cômoda, mas agora pretendemos fazer uma alteração de estratégia, mantendo a situação de defesa e de permanência da ordem e paz. Nós queremos também começar o trabalho de infra-estrutura. Houve um aumento da participação de soldados do batalhão de engenharia do Exército que pretende, com recursos que poderão vir do Banco Mundial, fazer obras de infra-estrutura. Não podemos mais ficar no Haiti aguardando obras que não se realizam. E temos lá um batalhão de engenharia disposto a trabalhar aguardando recursos e projetos.

Serviço civil - O serviço civil não será obrigatório. Hoje, temos, no serviço militar obrigatório, em torno de 1,2 milhão de jovens que se escrevem, que já se qualificam aos 18 anos. Desse 1,2 milhão, a capacidade de absorção por parte das Forças Armadas é da ordem de menos de 10%, em torno de 100 mil. O serviço civil é a possibilidade daqueles jovens, que não forem aproveitados pelas Forças Armadas, serem voluntários para atender algumas necessidades do País como, por exemplo, na área da medicina. O Projeto Rondon hoje está na ordem de 2 mil estudantes que operam no período de 15 dias, nós queremos ampliar progressivamente o Projeto Rondon e, com a experiência, criar esse serviço civil. Quando falamos em serviço civil houve uma reação muito forte, e o curioso que a reação muito forte vem da alta classe média. A alta classe média, grande parte dela, não quer saber de nada de serviços sociais no País. A alta classe média, na maioria das vezes, quer serviços sociais para si no País.

Defesa Civil - Em Santa Catarina, os trabalhos que desenvolvemos, principalmente na Aeronáutica, foram excelentes, mas nós tivemos problemas de articulação e de comando. Eu propus ao presidente (Lula) que viéssemos examinar, junto à lei de mobilização nacional, uma forma de termos uma força unificada, para o atendimento dessas questões humanitárias. E eu quero dizer a você o seguinte: o Brasil tem uma capacidade imensa em ações humanitárias. A Força Aérea Brasileira, por exemplo, já atendeu problemas de enchentes na Bolívia. Outra coisa é a ação logística. Quando ocorrem esses desastres meteorológicos, principalmente, todo brasileiro se sente com uma disposição imensa de fazer doações. A solidariedade aparece, mas às vezes não tem distribuição. Nós estamos fazendo uma proposta de que essas doações sejam conduzidas de forma unificada e não como uma disputa entre autoridades municipais, estaduais e federais.

FONTE: Pantanal News

 

Estudo afirma que, se o país entrar em colapso por problemas na sucessão de Kim Jong II, uma força de estabilização de 460.000 soldados poderia ser necessária.

Essa é a conclusão de um estudo divulgado no final de janeiro pelo CFR - Council of Foreign Relations, organização privada da linha “think tank”, no caso do “pior cenário possível”, que seria uma crise interna após a sucessão do atual líder Kim Jong II, de 66 anos, que teria sofrido um derrame em agosto do ano passado. Segundo a agência sul-coreana Yonhap, o líder teria nomeado seu terceiro filho, Kin Jong Un, de 24 anos, como seu sucessor. O estudo do CFR, denominado “Preparing for Sudden Change in North Korea” (Preparando-se para mudanças bruscas na Coreia do Norte) analisa os possíveis cenários caso a sucessão ocorra normalmente, seja contestada ao falhe, levando em conta os interesses de dois grandes países na Coreia do Norte: China e Rússia, que poderiam envolver-se ativamente em qualquer crise futura no país. Para as duas potências, a absorção do norte pela Coreia do Sul, que tem presença de tropas dos Estados Unidos, seria motivo de grande preocupação.

O cenário de uma intervenção militar dos EUA e aliados, no caso de problemas na sucessão de Kim Jong II, traria uma nova dinâmica a essas questões, o que somado a problemas de segurança relacionados a possíveis desvios de armas de destruição em massa, faria com que o tamanho da força necessária a essa intervenção crescesse de forma dramática. Pelas contas do CFR, baseadas em estudos anteriores, seriam necessários 20 soldados de ocupação para cada mil habitantes, o que chega ao número de 460.000 militares, ou três vezes o total da força norte-americana no Iraque.

O caminho proposto pelo estudo é: cooperação mais próxima entre os Estados Unidos, China e outras potências regionais para evitar que aconteça o pior cenário.

Fonte: AFP, via Defense News

 

EB cancela VBTP M113 BR

Segundo comunicado do Departamento Logístico da Diretoria de Manutenção do EB, “o Estado-Maior do Exército Brasileiro (EME) concluiu que os trabalhos desenvolvidos pela Comissão Especial, criada para selecionar empresas interessadas em participar do Projeto de Modernização da VBTP M113 B, em função de inúmeros fatores externos, não atingiram os objetivos inicialmente almejados”. Em conseqüência, o EME decidiu cancelar o Projeto de Modernização da VBTP M113 B e convocar nova reunião decisória para tratar do aperfeiçoamento da VBTP M113 B.

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Na cobertura da TV colombiana da libertação de um refém das Farc, o “coadjuvante alado” do Exército Brasileiro roubou a cena. O Blog das Forças Terrestres transmite os sinceros parabéns aos tripulantes e a todo o pessoal da Aviação do Exército por mais esta importante missão cumprida.

ATUALIZAÇÃO: acrescentamos, a este post publicado ontem, a matéria abaixo que saiu hoje (6/02/09) no jornal O Estado de São Paulo:

Cordilheira e idioma desafiaram brasileiros

Militares são elogiados por missão

João Paulo Charleaux, SÃO PAULO

Os 18 militares brasileiros que participaram do resgate dos seis reféns das Forças armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) enfrentaram várias situações curiosas ao longo dos sete dias de missão na selva colombiana. Como nenhum deles fala espanhol fluentemente, ninguém – nem os funcionários do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) nem os reféns – entendia o que eles diziam em português. Os militares brasileiros ficaram assustados ao sobrevoar a Cordilheira dos Andes, mas ao final tudo deu certo e a experiência foi inesquecível para o grupo.

“As libertações despertaram sentimentos novos e emocionantes para todos”, disse ao Estado a chefe das operações do CICV para a América Latina, a suíça Patrícia Danzi, que esteve no helicóptero durante duas das três operações de resgate.

O coronel Achiles Furlan Neto, que comanda o grupo, disse que a sensação de participar “da libertação de cinco sequestrados que puderam se reencontrar com suas famílias é algo tão bonito que te faz seguir” em frente. Apesar de integrarem um batalhão de elite que atua nas fronteiras, os brasileiros não falavam espanhol. Dois deles se comunicaram com o restante da equipe em inglês e francês. “Mas eles entendiam tudo perfeitamente. Nós é que não conseguíamos entender português”, contou Patrícia.

Segundo ela, um dos momentos mais difíceis para os pilotos foi sobrevoar a cordilheira em direção a Cali, onde os helicópteros tiveram de contornar montanhas de até 5 mil metros – um desafio novo para os pilotos brasileiros, acostumados a voar na selva e em condições meteorológicas adversas. Para evitar problemas de respiração provocados pelo ar rarefeito, um militar especialista em oxigênio foi incluído no grupo.

Patrícia também revelou que os três policiais e o militar libertados no domingo, na primeira das três etapas da operação, foram pegos de surpresa. “Eles foram informados de que quatro pessoas seriam soltas naquele dia, mas não sabiam que seriam eles”, disse Patrícia.

O Brasil cedeu 18 tripulantes e 2 helicópteros modelo Cougar do 4º Batalhão de Aviação do Exército, com base em Manaus, para auxiliar na operação. Enquanto uma aeronave partia para os resgates, a outra esperava em solo, de reserva, com os outros 13 militares a postos.”O envolvimento do Brasil deu uma dimensão internacional à missão”, disse Patrícia. “A tripulação brasileira foi muito profissional. Eles fizeram um tremendo trabalho, apesar da pouca familiaridade com a área onde estavam voando.”

Patrícia se disse contente com a missão, mas lembrou dos “milhares de colombianos cujo paradeiro é desconhecido”, entre eles militares colombianos que há dez anos são mantidos em poder da guerrilha. O CICV não descartou a possibilidade de um acordo que permita outras libertações no futuro, mas não fez menção a um possível papel do Brasil, elogiado pela discrição na atual missão.

 

Mais lançadores de Hellfire para o US Army

Serão 298 lançadores quádruplos adicionais, somando-se a outros 430 já contratados e em produção

A Lockheed Martin anunciou nesta quarta-feira, dia 4 de janeiro, que através de uma modificação no contrato original de 51,3 milhões de dólares por 430 lançadores quádruplos M299 para helicópteros, irá fornecer mais 298 lançadores. O custo adicional é de 31,3 milhões de dólares. Outros equipamentos e serviços também estão relacionados à compra, como as LEAs (Launcher Electronic Assemblies, em número de 376 no contrato original, às quais se somarão mais 134) além de peças de reposição, suporte de engenharia e de armazenamento, tanto para o Exército dos Estados Unidos (US Army) quanto para clientes estrangeiros.

O lançador M299, que emprega tecnologia digital para possibilitar maior flexibilidade nos lançamentos no campo de batalha, é utilizado em diversos helicópteros, como os H 64D Apache LONGBOW, AH-1Z Cobra, Eurocopter Tiger, SH-60-B Seahawk e os UK AH MK1 Apache, e pode lançar todas as variantes do míssil Hellfire. Além disso, o equipamento é compatível com o novo JAGM – Joint Air-to-Ground Missile. A Lockheed Martin afirmou que está aumentando o ritmo da produção para que todas as entregas previstas nos contratos sejam realizadas até 2011. No ano passado, a empresa recebeu um contrato de 30 milhoes de dólares para desenvolver uma versão mais moderna da família M299, com início de produção planejado também para 2011.

Fonte e foto: Lockheed Martin (na foto, o lançador está instalado no pilone mais próximo da fuselagem, com três mísseis nos trilhos)

 

Estresse pós-traumático afeta soldados alemães

Cada vez mais soldados alemães traumatizados após missões no Afeganistão

Cada vez mais soldados da Bundeswehr retornam traumatizados das missões no Afeganistão. Em 2006, o número de casos de distúrbio de estresse pós-traumático se limitou a 55, porém nos dois anos seguintes alcançou 130 e 226, respectivamente, escreve o jornal Süddeutsche Zeitung.

Devido a este fato, o Bundestag (câmara baixa do parlamento alemão) vai requerer ao governo alemão a instituição de um centro de pesquisa sobre o trauma. Ainda segundo o periódico alemão, a iniciativa dos partidos conservadores cristãos (CDU/CSU) e social-democrata (SPD) obteve o apoio de todas as bancadas na comissão parlamentar encarregada de assuntos da defesa.

FONTE: Deutsche Welle

 

Tropas alemãs ficarão baseadas na França

Pela primeira vez desde o fim da II Guerra Mundial, tropas alemãs serão posicionadas em território francês, como parte de um projeto de reconciliação militar entre os dois países vizinhos. A estratégia, que deve ser anunciada oficialmente no próximo final de semana, tem forte significação simbólica, uma vez que França e Alemanha trazem um passado repleto de animosidades.

De acordo com a medida, um batalhão de 450 a 800 soldados será posicionado na Alsácia ou na Lorena, perto de Strasbourg. Essas regiões, que hoje pertencem à França, foram disputadas por ambos os países ao longo da história. Foi também na região da Lorena, mais especificamente em Verdun, que aconteceu uma das batalhas mais sangrentas da I Guerra Mundial, justamente entre alemães e franceses.

O posicionamento das tropas alemãs é o mais novo capítulo de um plano de reconciliação criado 20 anos atrás pelos dois países, que já possuem uma brigada binacional com 5000 membros. Nas últimas décadas, seus soldados atuaram em missões conjuntas na Bósnia, Kosovo e Afeganistão.

Tropas franco-germânicas também tem permanecido nas cidades alemãs de Donaueschingen, Muellheim e Immendingen, mas, recentemente, para preencher uma necessidade doméstica, a França anunciou sua retirada. O anúncio oficial da base alemã deverá ser feito no final de semana, quando a chanceler alemã, Ângela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, irão se encontrar em Munique.

FONTE: Revista Veja

 
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