AK105

O AK105 (5,45x39mm) é um desenvolvimento do AK47 dentro da série AK10X, sendo o AK101 (5,56x45mm) e AK103 (7,62x39mm). O seu ponto forte é a sua fácil manutenção e robustez.

Calibre: 5,45x39mm
Cadência do Tiro: 600tpm
Alcance eficaz: 400
Peso: 3,4 quilos
Comprimento total: 943mm
Comprimento do cano: 415mm

FAMAS

O FAMAS (Fuzil de Assalto da Manufatura de Armas de Santa Ettiene) é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido para manter um comprimento de cano grande, sem aumentar o tamanho do fuzil e ainda para poder ser usado em viaturas e combates em locais estreitos, como vielas e residências. Os modelos bullpup em geral não são bem vistos por quem está acostumado com fuzis clássicos, devido à dificuldade em trocar o carregador em combate.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 1000-1100tpm
Alcance eficaz: 450m
Peso: 3,8 quilos
Comprimento total: 757mm
Comprimento do cano: 488mm

FN SCAR

FN SCAR-L

FN SCAR-L

FN SCAR-H

FN SCAR-H

O FN SCAR foi desenvolvido pela FNH (Fabrique Nationale de Herstal) da Bélgica, em conjunto com os Estados Unidos, para suprir os requisitos das Forças Especiais dos EUA. O FN SCAR é uma série completa de fuzis que tem diferentes comprimentos de canos, para uso conforme a necessidade e tem duas variantes, sendo a Light (SCAR-L) em calibre 5,56x45mm e a Heavy (SCAR-H) em calibre 7,62x51mm. Seu grande ponto forte é uso de materiais compostos que deixam o fuzil mais leve, seu novo sistema de coronha que é telescópica e rebatível, além do seus vários canos que podem ser trocados com facilidade. Hoje o FN SCAR é a grande “vedete” dos fuzis em uso.

SCAR – Versão Standart
Calibre: 5,56x45mm(L) / 7,62x51mm(H)
Cadência do Tiro: 600tpm(L)(H)
Alcance eficaz: 450m
Peso: 3,5 quilos(L) / 3,86 quilos(H) – ambos vazio
Comprimento total: 850mm(L) / 920(H)
Comprimento do cano: 355mm(L) / 405mm(H)

FN 2000

O FN 2000, assim como o FAMAS, é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido pela FNH (Fabrique Nationale de Herstal) da Bélgica e tem seu corpo todo em material composto. O ponto forte desse fuzil é que ele pode ser operado por destros e canhotos sem necessidade de alterar nada, pois os cartuchos usados são ejetados para frente.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 850tpm
Alcance eficaz: 500m
Peso: 3,8 quilos
Comprimento total: 690mm
Comprimento do cano: 400mm

HK 416/417

HK416

HK416

HK417

HK417

A HK 416/417 é um desenvolvimento da Heckler & Koch (HK) da Alemanha, para substituir a M4, a príncipio sua denominação seria HK M4, mas a Colt entrou com processo e a HK mudou o nome da arma. Esse fuzil tem várias melhorias em relação ao M4 padrão, inclusive no sistema de gases, mas o mais visível é a mudança no padrão das miras de ferro, para o mesmo usado nas armas da HK. A HK 416/417 é usada pela Força Delta do Exército dos EUA e por outras unidades das Forças Especiais e Agências da Lei.

Calibre: 5,56x45mm(6) / 7.62x51mm(7)
Cadência do Tiro: 700-900tpm(6)(7)
Alcance eficaz: 400m(6) / 650m(7)
Peso: 3,5 quilos(6) / 4,05 quilos(7)
Comprimento total: 886mm(6) / 985mm(7)
Comprimento do cano: 368,3mm(6) / 406,4mm(7)

HK G36

O HK G36 é um fuzil desenvolvido pela Heckler & Koch (HK) da Alemanha, para substituir os fuzis G3. O HK G36 tem sido bastante usado no mundo pelas Forças Armadas e Forças Policiais, aqui no Brasil ele é o fuzil padrão da Polícia Federal. A grande vantagem do HK G36 é o seu corpo feito de material composto, o que deixa o fuzil muito mais leve.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 750tpm
Alcance eficaz: 400m
Peso: 3,6 quilos
Comprimento total: 999mm
Comprimento do cano: 480mm

IWI Tavor TAR-21

O IWI Tavor TAR-21, assim como o FAMAS e o FN2000, é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido pela IWI (Israel Weapon Industries) devido à necessidade do Exército de Israel ter uma arma curta, mas com boa qualidade e tiros à distância. Tem seu corpo todo em material composto, os mais modernos. O ponto forte desse fuzil, para o mercado brasileiro, é a parceria formada pela empresa Taurus.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 750-900tpm
Alcance eficaz: 500m
Peso: 2,8 quilos – Descarregado
Comprimento total: 720mm
Comprimento do cano: 460mm

IMBEL MD97L

IMBEL MD97L e MD97LC

IMBEL MD97L e MD97LC

O IMBEL MD97L é um projeto brasileiro que visa substituir o FAL em uso pelas Forças Armadas e Forças Policiais brasileiras. Ele já é usado pela Força Nacional de Segurança, polícias e também por unidades de testes do Exército Brasileiro. Segundo algumas fontes, o lote do MD97L enviado ao Exército Brasileiro não foi aprovado, devido a defeitos de fabricação. O IMBEL MD97 visa a introdução do calibre 5,56x45mm como padrão nas Forças Armadas, além de ter a possibilidade de ter funcionamento semi-automático(Semi), rajada de três tiros (burst) e rajada completa(Full).

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 950tpm
Alcance eficaz: 600m
Peso: 3,71 quilos
Comprimento total: 1,01mm
Comprimento do cano: 437mm

L85A2

O desenvolvimento do L85A1 pode ser considerado o mais longo, pois, a necessidade de um fuzil bullpup sentida pelos britânicos após a Segunda Guerra Mundial, o que gerou o desenvolvimento dos fuzis EM-1 e EM-2, mas esses eram projetos avançados demais para a época e foram preteridos em favor de um projeto mais convencional, o L1A1. Na década de 80, foi sentida essa necessidade novamente e deu-se início ao SA80 (Small Arms for the 1980s), chegando até o modelo atual o L85A1. Durante a Primeira Guerra do Golfo ele estava ainda no seu modelo inicial e devido à falhas, foi deixado de lado e em seu lugar foi usado o velho e confiável L1A1, que depois fui substituído definitivamente pelo L85A2.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 610-775tpm
Alcance eficaz: 600m
Peso: 3,82 quilos – Descarregado
Comprimento total: 785mm
Comprimento do cano: 518mm

M16A4

A família M16, hoje, é uma das mais utilizadas e mais confiáveis do mundo. Vários fabricantes tem autorização para fabricar modelos do M16. Hoje o padrão mais atual é o M16A4, que está com trilhos que podem ser acoplados todos os equipamentos necessários para uma missão, como lunetas, red dots, lanternas, pistol grip e etc. O M16A4 ainda hoje é uma arma muito atual e continuará sendo umas das principais armas em uso no mundo por vários anos.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 700-950tpm
Alcance eficaz: 550m
Peso: 3,5 quilos – Descarregado
Comprimento total: 106mm
Comprimento do cano: 508mm

Steyr AUG

O fuzil Steyr AUG é um desenvolvimento bullpup da empresa Steyr da Áustria, em solicitação do Exército. O fuzil apesar do seu desenho futurista, é de construção simples, facilitanto sua produação em massa. O suporte para transporte é também uma luneta que facilita o tiro a longas distâncias. Um fator interessante desse fuzil é que ele pode operar com munição 9mm, bastando apenas instalar um adaptador na câmara.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 650tpm
Alcance eficaz: 450-500m
Peso: 3,6 quilos
Comprimento total: 790mm
Comprimento do cano: 508mm

Barrett M468

O fuzil Barrett M468 ou REC7, é um desenvolvimento da Barrett para o cancelamento do programa XM8 e visa substituir a série M16/M4. A grande novidade nesse fuzil é o uso do calibre 6,8 mm Remington SPC (6.8x43mm), equivalente ao 5,56mmx45, mas com maior potência.

Calibre: 6,8x43mm
Cadência do Tiro: 750tpm
Alcance eficaz: 600-800m
Peso: 3,5 quilos
Comprimento total: 822mm
Comprimento do cano: 406mm

SIG SG 550

O fuzil SIG SG 550 é um desenvolvimento da Swiss Arms AG (SG é abreviação de Sturmgewehr, ou “Fuzil de Assalto”). A série SG 550 é composta ainda pelas versões SG 551, versão Carabina e SG 552, uma versão curta para equipes do tipo “SWAT”. O ponto forte é a confiabilidade da fabricante, além do uso de materiais compostos no corpo da arma. Esse fuzil é usado em diversas forças do mundo, além da Suíça, os guardas papais no Vaticano. Também é usado pelo PARA-SAR da Infantaria da Força Aérea Brasileira.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 700tpm
Alcance eficaz: 400m
Peso: 4,05 quilos
Comprimento total: 998mm
Comprimento do cano: 528mm

FONTE: Fabricantes, Modern Firearms & Ammunition site e Wikipedia
Atualizado: 22/04/09

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99 Comentários to “Os principais fuzis em uso no mundo: leia, comente e vote na enquete”

  1. Flamenguista disse:

    A parceria parece ser por conta e risco das empresas envolvidas, ou seja, nossas Armas ainda não mostraram interesse em adquirir o Tavor e mesmo que o façam, seria um fuzil dedicado à forças especiais para ambiente CQC, ainda que existam armas convencionais melhores que os bullpup para essas situações.

    Abraços.

  2. Rodrigo disse:

    Afinal, o FN scar é de uso exclusivo dos eua ou não? pq já li que a fn só libera o fn 2000 para exportação.

  3. Bosco disse:

    Pra mim estória da dificuldade em trocar o carregador dos bullpups é falta de costume e de treino.
    Quem sempre usou um fuzil convencional e dá uma olhadela em um bullpup , mexe com ele um pouco, dá uns tirinhos, não gosta.
    Mas se você pegar um cara de 18 anos que nunca atirou com nada e faz ele trocar o carregador uma duas mil vezes e dar uns 1000 tiros pelo menos, ele “gostia”.rsrs…
    Eu não tenho um preferível para o Brasil mas tenho o “meu preferido” que é G36 que não é bullpup e que deve ser caro pacas.
    Já um preferível para o Brasil eu não tenho dados do que o Brasil quer, por exemplo em questão de custo, calibre, etc.
    Também acho que o calibre ideal para o Brasil seria o 5,56mm, em termos de padronização mundial, custo e peso, mas o meu calibre preferível é o 6,8mm.

  4. Bosco disse:

    Rodrigo,
    que eu saiba o SCAR foi projetado seguindo os requisitos de uma concorrência para um fuzil de assalto para as forças especiais americanas. Ele não teria surgido se não fosse a vontade da FNH em participar e ganhar a concorrência, mas ele não é de uso exclusivo de ninguém. Se alguma força também tiver os mesmos requisitos pode compra que a FN vende. rsrs….

  5. Arkantuspc disse:

    HK 416 pois apresenta um excelente desempenho tanto na água como em situações de bastante poeira.

    Legal o artigo ! Parabéns.

  6. Francisco AMX disse:

    2 calibres, 7,62 e 5,56… isso é o ideal… o ideal é FN SCAR! ou uma outra solução como os HK 416/417… a solução é simples, tem que ser executada de uma vez! não é um FX-2 a lenda!

  7. Meia-dúzia disse:

    E, na atual realidade financeira de nossas forças armadas, será que vale a pena padronizar para todas as tropas um fuzil tão versátil como o FN SCAR?

  8. Rodrigo disse:

    tem muita coisa melhor que esse tavor! sinceramente o único fuzil que teríamos condições de comprar para todos os batalhões é o ak 105(com essa politica atual) se fosse pra escolher ficaria com o fn scar ou hk416/417.

  9. ramillies disse:

    No FN 2000 os cartuchos são ejectados para a frente:

  10. Cinquini disse:

    Ramillies,

    Muito obrigado pela participação e aviso, nós já alteramos o texto.

    Um grande abraço,

    Cinquini

  11. Coral Sea disse:

    O meu preferido não está lista; é o suíço SIG SG550, utilizado por vários países e agências.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Sturmgewehr_90

  12. lucas lasota disse:

    O custo da producao do tavor hoje em dia em israel sai mais barato do que o md-97 no brasil. o custo unitario gira em torno de $1.200,00. Por isso, se alguem defende a adocao do md-97 para as tropas regulares, nao vingara o argumento.

    a taurus possui capacidade de assumir a producao com um preco unitario perto disto. logicamente, com a carga tributaria IMENSA sobre os produtos de defesa, o valor deva triplicar.

    quanto as qualidades do tavor, vejam que israel tem muita propriedade pra tratar de assuntos militares. os caras entendem bem disto. nao jogariam pra perder. o tavor e o melhor para nos. E nao apenas para nos, mas o mercado exportador sera imenso.

    Como exemplo deste mercado, vejamos que ucrania, portugal turquia, tailandia, israel, india, guatemala e georgia ja usam o tavor.

    com o tavor estamos bem!

  13. Roberto CR disse:

    Interessante é que o tamanho dos fuzis não esta muito longe dos atuais. Pensei que a diferença fosse maior do que os 200mm ou 300mm. E a variação de peso é pequena entre eles, cerca de 300g pelo que notei. Exceção ao Tavor.

  14. Bonifácio disse:

    Caros,

    Não quero chatear, mas acho que valia a pena incluir na lista o Magpul Masada e o HK XM8.
    Tudo que li me faz crer que estes dois fuzis, mais o Tavor e o FN Scar, são as melhores opções do mercado atual.
    Mas isso, como disse, é só impressão a partir de leituras. Os militares é que sabem melhor do que ninguém o que é melhor para eles.

    Um abraço.

  15. Felipe Cps disse:

    Amigos, não tenho dúvidas de que, se a FN tiver o compromisso das FFAA de comprar, digamos, 500.000 SCAR para começar, ela monta uma fábrica no Brasil. Quanto ao preço final de venda às FFAA, sobre o qual NÃO INCIDEM IMPOSTOS (a federação vai cobrar impostos dela mesma?), não acho que deva ser impraticável com uma compra desse porte.

    Abraços.

  16. lucas lasota disse:

    felipe cps,

    acho que nunca ouviu falar em “incidencia final dos impostos indiretos”. Impostos indiretos são arrecadados em vários estágios do processo de produção e venda, de forma que seus efeitos sobre os preços pagos pelo adquirente final do produto na cadeia de transações não são claros. Eh logico que NUNCA se tributaria a transacao comercial especifica entre ela e a empresa vendedora dos fuzis com o ICMS, por exemplo. Vai contra o pacto federativo, como vc deve bem saber. Mas o que dizer do IPI e do imposto de renda? Alem do mais, se a fabricacao do fuzil no brasil sera por contrato de licensa. Todos os acordos de transferecia de tecnologia devem ter autuacao estatal, bem como tributacao. Isso tudo sera contado na hora de vender o produto pro brasil. Ou seja, eh melhor que seja uma empresa nacional, porque pelo menos teremos a assuncao do conhecimento da producao, fator este que nos sera muito util.

    Abraco mano.

  17. Mauricio R. disse:

    Esse SIG, não é usado pelo Para-SAR???

    Então á meu ver as opções seriam:

    Styer AUG e HK-416/417, em se confirmando o SIG, este tb é uma boa alternativa.

  18. Pedro disse:

    Tudo muito “bunitinho”, mas eu prefiro mesmo o sistema Beowulf .50, que é montado na base do M4.
    Exemplo do que o bichinho faz está aqui:
    http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=133860

    Com ele o soldado pode ter a opção do M4, 5.56, anti pessoal, ou detonar o que vier pela frente com a .50.

  19. Marine disse:

    Bosco,

    Entendo sua opiniao sobre os bullpups mas nao e so dificuldade em recarrega-los…O mais importante e o tempo gasto para fazer tal acao.

    Uma recarga rapida TEM que levar menos de 3 segundos e por natureza do design os fuzis convencionais proporcionam o atirador manter sua mao de apoio mais proximo do carregador, levando menos tempo para a recarga. Pode nao parecer muito esse 1/2 ou 1/3 de segundo extra mas em situacoes CQB em que o inimigo se encontra a 15, 10, 5m de voce esse tempo extra e uma eternidade.

    Em um fuzil convencional sua mao ja esta praticamente em cima do carregador ainda mais quando se utiliza aquele segundo “pistol grip”. O movimento e um so…Para BAIXO retirando o carregador e jogando-o no solo e depois para CIMA com o carregador novo, colocando-o em posicao, ou seja – uma vez pra baixo e outra pra cima!

    Ja os bullpups requerem mais movimentos… A mao tem que sair de la da frente e vir pra tras na direcao do carregador, puxa-lo pra baixo e depois acima de novo. Sem contar que o carregador estando proximo ao sovaco aumenta as chances de se prender ou enlacar em algum tipo de equipamento proximo ao corpo do soldado.

    Essa nocao de eliminar movimentos desnecessarios ja vem desde os Samurais que possuiam uma marte marcial treinando somente o saque da Katana, eliminando movimentos desnecessarios e assim diminuindo o tempo do saque e a forma era mais digamos “smooth”.

    Como disse antes, pode nao parecer muito tempo mas sao essas pequenas fracoes de segundo que podem salvar sua vida e que os profissionais se preocupam e procuram eliminar. Outra tambem muito importante e o fato que no fuzil convencional o carregador se encontra a frente – o soldado ve o carregador ao olhar para a frente, a direcao do inimigo. Ja o bullpup o carregador se encontra atras, ele nao esta olhando diretamente para o carregador, ele tem entao que ou olhar para ele ou simplismente sentir por tato aonde esta, o que tbm leva mais tempo.

    Ainda mais para o soldado brasileiro que em sua esmagadora maioria nao utiliza ou tem treinamento ao minimo basico de transicao para pistola em situacoes de emergencia e/ou tempo em CQB. O fuzil e sua unica arma e se for um bullpup levando mais tempo do que o convencional ele nao tem outra solucao mais rapida para engajar um alvo que se apresente bruscamente, simplismente tera que recarregar pois nao possui pistola ou treinamento para transicao.

    Semper Fi!

  20. Meia-dúzia disse:

    É, depois dessa explicação do Marine, acho difícil achar alguém mais convincente pra provar algo que diga o contrário.

    E quanto à compra de fuzis em tal quantidade que possibilitaria a instalação de uma indústria bélica internacional aqui no Brasil: como ficaria a nossa IMBEL??? Seguiria o mesmo caminho da ENGESA?!?!

    Se vamos atualizar o fuzil utilizado pelas nossas tropas convencionais, que seja um modelo fabricado pela IMBEL! Os nossos engenheiros do IME estão aí pra isso… Caso contrário, que a IMBEL consiga uma licença para produzir o modelo em questão aqui mesmo!

    Abraço,
    Ma force d’en haut.

  21. Felipe Cps disse:

    Lucas, não sou tributarista mas na END consta a proposta de isenção tributária para as empresas e produtos de defesa. A lei não foi votada ainda e tals, mas o MD só faria um negócio de tal magnitude após a certeza de tal isenção.

    Abs.

  22. Marine disse:

    Ja que estamos falando de fuzis…Minha opiniao profissional tende ao HK416/417.

    Eu tenho tendencia a confiar em equipamento ja testado e comprovado. A familia M16 e comprovada em combate pelo mundo afora em todos os terrenos, seu unico defeito maior sempre foi o design que joga as gases para dentro da camara apos o disparo causando desgaste com o tempo e sujeira. Por isso sempre foi um fuzil que tem que tomar conta como se fosse uma “patricinha”.

    O HK 416 redesenhou essa unica falha do design da familia M-16 sendo agora um fuzil comprovado e sem falhas maiores, por isso foi o fuzil escolhido pelas maiores unidades de elite dos EUA.

    O FN SCAR tambem e excelente mas na minha opiniao nao ha ainda suficiente experiencia com eles, After Action Reviews e licoes aprendidas no seu curto tempo para se dizer que e uma arma comprovada…daqui alguns anos pode ate ser mas ate la prefiro dar-lhe mais tempo para se comprovar no campo de batalha.

    A municao 6.8mm tambem parece ser promissora possuindo a 200m a mesma energia que o 5.56mm possui na boca do cano. Tambem possibilita carregar 25 cartuchos ao inves dos 20 do 7.62 e 28 do 5.56mm sendo assim nao perde tanta capacidade de fogo mas tambem requer mais tempo para se dizer que e o futuro.

    Semper Fi!

  23. Rodrigo disse:

    50 Beowulf é sinistro!

  24. Felipe Cps disse:

    Meia-Dúzia: eu não colocaria minhas fichas na IMBEL, aquilo lá é um antro de ineficiência, compadrismo e politicagem. Basta dizer que já poderiam há muitos anos ter criado um novo fuzil, independente do projeto do FAL, e tudo o que fizeram foi a porcaria (comparado com as armas top de linha) do MD-97. Para o governo fabricar o novo fuzil é mais fácil e mais barato abrir uma nova empresa pública ou partir pra uma PPP.

    Fiquem tranquilos, o MD não fará nenhuma loucura, tipo sair comprando os Tavor da Taurus que nem louco…

  25. lucas lasota disse:

    felipe cps,

    correto, mas de qualquer forma os impostos que incidem indiretamente sobre qualquer produto fabricado no brasil eh muito grande. Exemplo disso sao os computadores montados, os carros fabricados em face dos similares produzidos na Europa. Por isso fiz questao de salientar que no Brasil, diferentemente de Israel, a producao sai, infelizmente, bem mais cara. Mas mesmo assim, sai mais em conta do que o md-97 que, sem entrar no merito da localizacao da camara, eh indiscutivelmente um fuzil antiquado perto do tavor.

    Meia duzia,

    a imbel eh uma empresa publica, por isso nao pode falir, mas somente pode ser dissolvida por lei. Isso eh ruim, porque ela da prejuizo ao inves de lucro…
    Por isso chega a ser um insulto comparar a imbel com a engesa, com todo o respeito a quem trabalha na imbel (isso eh um problema politico). O que somente faltava a taurus ser a lider nas vertentes de armas pessoais era a fabricacao de um fuzil. Agora ela conseguiu.

    Nos temos que nos preocupar muito mais com a taurus do que com a imbel. A taurus, alem de possuir know-how maior do que a imbel concernentes a armas de mao, possui um prospero e eficaz mercado externo. Essa fabricacao do tavor deve ser levada a serio pelos nossos governantes, mesmo que nossas FFAA nao o adotem (que seria um absurdo).

    Abraco rapaziada.

  26. Higgins disse:

    O MD-97, dizem foi reprovado. Mas, por má fabricação, material inadequado ou defeito de projeto?
    Isto tem que ser esclarecido! Jornalismo se faz assim!
    Deve-se ir até a fonte e enchê-la de “porquês”!!!!!!

    Alguma coisa me diz, que o novo Fuzil do EB será um de projeto belga, e não será Bullpup…

  27. Gustavo disse:

    o próximo fuzil do exército tem que ser o FN SCAR, sem dúvida um do melhores fuzis dos dias atuais!

  28. Vic disse:

    Põe o preço pra poder comparar custo/beneficio.

  29. RJ disse:

    Não consigo imaginar o Brasil lutando uma guerra de trincheira, estilo segunda guerra mundial, nos dias de hoje.

    Por isso, acredito que o fuzil tem que ser um fuzil de assalto, leve e curto.

    Se tiver a precisão de um sniper, melhor.

    Por isso, o meu preferido é o Tavor.

  30. Marine disse:

    RJ,

    Fuzil de assalto jamais tera precisao de fuzil de sniper, nao sao feitos para isso.

    Um fuzil como o M-16 – um dos mais precisos do mundo – tem como precisao o valor de 2 MOA (Minute of Angle). Quer dizer a 100m o maximo que consegue e um grupo de 2 polegadas; Os fuzis de sniper por definicao tem que ter no Ocidente no maximo 1 MOA e os melhores chegam a 0.75 – 0.5 MOA. Um Dragunov pra se ter ideia fica a cerca de 1.5 MOA e alguns ate 2 MOA.

    O Tavor nao tem nada de especial com relacao a precisao, e comparavel ao M-16 e outros fuzis contemporaneos.

    Outra tambem pessoal, todo mundo fica falando em fuzil curto, mas ha um limite para isso tambem antes que se forme em uma Personal Defense Weapon (PDW)…tem que haver um minimo de comprimento de cano – em geral no minimo 11 polegadas para que seja eficaz a pelo menos 200-300m.

    Sds!

  31. Meia-dúzia disse:

    lucas lasota

    Concordo com sua opinião sobre a Taurus, não tinha raciocinado por esse lado. Realmente, por ser pública, a coisa muda bastante.
    Valeu, abraço!

  32. Meia-dúzia disse:

    (pública a IMBEL, claro.)

  33. Halisson disse:

    Olá pessoal, alguem pode responder minha pergunta??

    É o seguinte na Cavalaria se comentava que o MD97 semprefoi apenas um pedido, mas que nunca iria ser produzido porque o EB queria um fuzil estilo o FN scar, mesmo material e resistência do fal, a duvida era se os polimeros iam dar conta do recado, isso é o que se comentava lá……

    CLAROO que o

  34. Halisson disse:

    ……(CONTINUAÇÃO)

    EB não tem $$$ pra isso!!!
    A minha pergunta é se alguem sabe o que o comando do EB diz?? uma coisa é o pessoal comentar outra é os comandantes em brasilia

  35. Marcos Santana disse:

    Sou policial militar de São Paulo fiz o estagio de nivelamento de conhecimentos da Força Nacional e trabalhei no Pan Americano do Rio de Janeiro de 2007 , e afirmo categoricamente, o MD 97 da Imbel é uma arma não confiavel! Chamem de fuzil ou de carabina como gostam os bacharéis da F.N. Seg Pub, é uma arminha sem vergonha… No Rio de Janeiro o que mais ocorria era disparo acidental quando se carregava a arma, era por a mão na alavanca do ferrolho que todo mundo saia de perto! O acabamento é horrível, as placas de plásticos de proteção do cano veem todas desalinhadas, parece brinquedo do paraguai! Os PMs do Rio que usaram o armamento por repasse da Senasp a classificaram como fuzilzinho, e a relegavam a funções secundárioas. Por sinal a tradição da Imbel em armas em 5,56 mm é uma vergonha, aquela coisa que eles chamam de MD-2, um Fal no cal. 5,56 é outra porcaria, pesado, pra cada tiro que efetua há uma falha, o ferrolho é muito pesado e não clica o ciclo completo com o 5,56. A imbel é uma empresa a se desconfiar…

  36. Montgomery disse:

    Quer dizer que o Brasil não consegue nem fabricar um fuzil decente no estado-da-arte? depois ficam falando em transferência de tecnologia de caças, nem o be-a-bá sabemos fazer direito.

  37. Baschera disse:

    Senhores,
    O Jobim disse, diversas vezes, que não comprariamos mais nada de prateleira (sic)…. isto até pode não ser inteiramente verdade, mas não acho que iriam enterrar a IMBEL. Aliás, a mesma já providenciou diversas novidades…. posto abaixo somente o que diz respeito ao FAL e ao MD97.

    FAL
    “Segundo informações dos engenheiros militares da empresa, a troca do calibre 7,62x51mm OTAN pelo 5,56x45mm OTAN para a arma individual da infantaria brasileira ainda não é uma idéia consolidada dentro do Exército Brasileiro.
    Como resultado disso, o Exército Brasileiro está progressivamente enviando todos os seus fuzis FAL M964 para IMBEL a fim de serem transformados em fuzis PARAFAL M964A1 MD1. Durante este processo, todas as armas passarão por uma revisão completa, com a substituição de peças já desgastadas, e terão o conjunto coronha fixa, conjunto de mola recuperadora embutida na coronha, transportador do ferrolho com haste articulada e cano de 530mm do modelo M964 substituídos pelo conjunto de coronha rebatível, transportador do ferrolho com mola recuperadora e cano de 450mm do modelo M964A1 MD1. A tampa da caixa de culatra não será substituída, ainda neste estágio, pela versão com trilho Picatinny.”

    MD97
    “A IMBEL prepara uma nova versão do MD97L, com muitas novidades. Após ouvir a opinião de vários usuários e analisar os problemas apresentados nos lotes anteriores, um novo MD97L encontra-se em fase de preparação de protótipos. Será um fuzil construído em duralumínio 7075T, como os Colt M16 norte-americanos, que agora terá uma coronha rebatível com comprimento e apoio da bochecha reguláveis, como se vê nos fuzis FN SCAR. Estudos ergonômicos realizados ditaram o desenho de uma nova empunhadura, mais confortável para o atirador, além de novos reténs de carregador e ferrolho, mais acessíveis e de fácil manuseio. O guarda-mão frontal terá diversos trilhos Picatinny para comportar múltiplos acessórios, e a tampa da caixa de culatra receberá um trilho Picatinny integral por toda sua extensão, e não apenas duas pequenas porções como se vê na versão atual. Para sanar o problema de marcação das espoletas, que diversos policiais mencionaram, será utilizado um novo percussor feito de titânio e uma mola para retorno do percussor à retaguarda. Protótipos com algumas das modificações mencionadas já se encontram em testes com membros da Brigada de Operações Especiais, que têm dado um feedback extremamente positivo.”
    Fonte: Defesa@net.

    A se pensar e aguardar a palavras dos usuários…..

    Sds.

  38. Francisco AMX disse:

    Montgomery (Vulgo Monty) rsrs, é isso que venho tentando alertar, para receber tecnologia tem que estar disposto a aplicá-la, e acho que o Brasil não está preparado para comprar, por um valor impagável, toda a tecnologia de uma caça como os do FX-2, e depois deixar esvair-se pelas burocracias e incompetências encravadas nos diversos setores deste país, inclusive os militares e ministeriais, precisamos primeiro definir os projetos futuros para utilizar a tecnologia disponível hoje! o que o Brasil fará com atecnologia do Rafale, por exemplo??? a EMBRAER tem, realmente, um objetivo para a defesa do Brasil, sei que ela tem um que é olhar seu próprio umbigo, mas quem irá pagar para ela ter o bem-bom somos nós! assim como pagamos 3 F-16 para a EMBRAER poder fazer os ERJs… porém a FAB ficou com um avião totalmente defasado quando entrou em serviço, não sendo nem a sombra do que seria um F-16! foi isso que sobrou para a FAB, recebemos aviões incompletos, além de tudo! só que se houvesse um conflito hoje, muitos estariam se regojizando “mas a EMBRAER é o que é pq “projetamos” o AMX”…. pena que a fábrica tá destruida por ataques do inimigo rsrsrs! e nossos AMX estão todos “na chon”…. espero que o País, sua defesa, seja a prioridade! não a EMBRAER e seus acionistas e empregados, esta é minha opinião! Cadê o estudo de aplicação da tecnologia que será absorvida??? acho que não tem mesmo! o negócio e faturar agora (c-390), ver o que vem depois e faturar novamente!

    abraços

  39. Wolfpack disse:

    Já que todo mundo anda dando pitaco, eu vou de Barrett M468. Para mim o melhor ao lado do Bullpup Kel-tec RFB http://world.guns.ru/sniper/sn75-e.htm ejeção do cartucho para frente e possibilidade de utilização do calibre 7.62, inclusive carregado dos FAL… Um senhor fuzil.

    http://www.youtube.com/watch?v=DLO7rHjHerk&feature=related

    http://www.youtube.com/watch?v=M4K_PPe5Rnk&feature=related
    Divirtam-se…

  40. Wolfpack disse:

    Para dizer a verdade o SA58 OSW, o FAL da DSArms com mira ótica está de bom tamanho, um excelnte fuzil e daria para converte milhares de FAL nesta versão…

  41. Giovani disse:

    Se o EB fosse adotar um fuzil calibre 5,56mm minha opção seria o HK G36 talvez fabricado sob licença.
    Mas se o EB continuar com calibre padrão 7,62mm o que parece provavel minha opção seria o HK 417.

  42. Wolfpack disse:

    É bom dar ouvidos aos comentários acima do Marcos Santana que me parecem bem claros quanto a eficiência dos MD97 nas operações policiais no Rio. Eu acredito que ele deve estar falhando mesmo nas operações e que sua compra e continuidade na IMBEL se deve a interesses políticos. O portifólio de equipamentos e armas produzidos pela IMBEL é de chorar… Parece cabide de emprego isso ai…

  43. Wolfpack disse:

    Qual o comprimento do HK G36? Parece um mosquete do tamanho do FN FAL… Qual a vantagem dele?

  44. Edu disse:

    Todos tem seu modelo preferido, mas e o calibre? O 6,8mm é o calibre do futuro?Alguém aí entende de balistica?

  45. Felipe Cps disse:

    Edu, nunca atirei de 6,8mm, mas calibres intermediários tem duas possibilidades: ou pegam as duas qualidades dos dois calibres, ou tem os dois defeitos.

    O 5,56 é pequeno e leve, porém sem potência;
    O 7,62 é potente, porém grande e pesado.

    Será que o 6,8mm é pequeno e potente? Ou será que é grande e fraco?

    Quem dirá isso serão os TOs do futuro. Mas fugir da padronização OTAN (que norteia o remuniciamento em boa parte das FFAAs do globo) seria um enorme risco para nossas FFAA. De repente pode dar certo. Mas poderia ser um fracasso retumbante.

    Abs.

  46. Jorge disse:

    Alguma alma caridosa, conhecedora e utilizadora de fuzis, pode relacionar os testes necessários para se qualificar ou desqualificar um fuzil?

    Estou aceitando participar de uma “vaquinha” para bancar um teste desses.

    Pelo menos o debate passará a ter mais dados e menos “achismos” e emocionalismos.

    Qualquer leigo (eu incluso) acaba acreditando que o melhor é não gastar nada.

  47. Jedi disse:

    Excelente matéria. Parabéns ao site pelo bom trabalho desempenhado.
    Mas nessa matéria senti falta do bom e velho AK-47, sendo exposto somente sua variante o AK-105. Se fosse líder do Brasil, mergulharia de cabeça na parceria em prol de bullpup IWI Tavor TAR-21, que certamente é um ótimo Fuzil.

  48. Felipe Cps disse:

    Francisco AMX: o FAL é uma arma muito precisa em cadência semi-automática (tiro simples). Tanto é assim que atiradores profissionais nos EUA o usam (pelo menos suas versões mais desenvolvidas) até para competições de tiro ao alvo. O problema dele não é a precisão nessas circunstâncias, e sim que: 1 – não tem burst shot (rajada curta); 2 – o fato de não ter ferrolho rotativo faz com que o tiro em rajada (automático) seja impreciso (a arma sobe), ambos fatores que prejudicam a arma mais em ambiente de combate.

    Isso que estou te falado sei por experiência própria, pois cheguei a participar de competições de tiro militar, tanto com FAL como com Pistola Beretta 9mm.

  49. Felipe Cps disse:

    Opa desculpem, errei a aba, era no outro post, rsrs

  50. Otavio disse:

    Vejamos as opções e ‘condições’:
    O AK-105 é barato,podemos produzir em massa e ainda localmente.Porém prede no quesito precisao!

    O FAMAS poderia ser uma boa opção,mas como é Francês certeza que seu preço deve ser elevado,e acho que o ideal era um fuzil com estilo mais classico!

    O FN Scar é dos “Eua” a FN não pode vende-lo sem autorização,coisa que não vamos conseguir!

    O FN 2000 é no estilo do FAMAS!

    O HK 416/417 seria uma otima escolha,pois é leve e preciso,teriamos apenas que descutir o preço.E apoio a opção do .308 winchester,o .223 remington é muito pequeno e tende a ser subistituido,entao é HK 417!

    O G-36 é outra boa opção,mas prefiro um calibre maior!

    O Tavor não escolheria,não é muito barato,é bullpop e ainda 5.56.Sendo ainda fabricado pela Taurus,um fuzil do EB deve ser da Imbel,aonde o governo “manda” (Coisa que aqui eles só me fazem burrada)

    O Imbel não preciso dizer nada,pois é pesado,mal feito e impreciso.Ou seja é de se jogar fora!

    O L85a2 entra na mesma situação do FAMAS e Tavor!

    O M-16A4 é antigo,é fragil,no 5.56 e ainda grande!

    O AUG tbm entra na mesma situação dos mesmos Bullpop!

    Agora a melhor opção é o Barrett M468,tem um calibre melhor que o 5.56 e menor que o 7.62.É leve,preciso e poderiamos adqurir uma licitação dos americanos que não deram muita bola para esta criança!

  51. Felipe Cps disse:

    Otávio, por favor nos poste o link que fala que a FN não pode comercializar o SCAR. seria de grande valia. Obrigado.

  52. Marine disse:

    Acho engracado todo mundo dizendo que 5.56mm nao presta…so porque leram a opiniao de alguem ou repassam o que ouvem de alguem…Mas alguem aqui ja atirou em alguem com o calibre pra dar opiniao, ha viu os miolos estourados? pergunta pro cara que levou entao se nao presta??
    E desde quando M16A4 e velho? foi adotado em 2003, fragil?? E mesmo nunca vi problemas com ele operando pelos quatro cantos do mundo…

  53. Roberto CR disse:

    Como eu não entendo nada dos detalhes no manuseio destes fuzis, pois nunca os utilizei, vou ficar com as avaliações do Marcos Santana e do Marine.

    E com o Jorge também.

    Abs

  54. RJ disse:

    Marine, perguntar para quem levou tiro de 5.56mm na cabeça, só fazendo sessão espírita!
    Concordo com você. Calibre não é tudo. Se você acelerar mais um projétil menor, a energia do impacto pode até ser maior que a do projétil de menor massa. Existem muitas variáveis.

  55. Wolfpack disse:

    Bem pessoal o vídeo abaixo diz tudo. O Colt M4 ficou destruído. Agora o HK416…

  56. Felipe Cps disse:

    Marine, só para ficar bem claro: quando digo que o cal 5,56mm “não tem potência” é apenas em uma comparação grosseira ao 7,62; e que em algumas, e apenas algumas situações de combate um calibre maior do que 5,56mm seria o recomendável para a tropa.

    A verdade é que o calibre 5,56mm é extremamente potente e totalmente letal para a imensa maioria das armaduras. Não é, em absoluto, um lixo, é extremamente eficaz, muito preciso e extremamente funcional para a imensa maioria dos ambientes de combate.

    De mais a mais sou fã incondicional do M4A1 (ainda vou ter um um dia, nem que tenha que buscar no Paraguay, hehehe).

    Abraços.

  57. Bosco disse:

    Marine,
    não é minha opinião não. Foi só um comentário já que muito exércitos de ponta utilizam os bullpups de longa data.
    Mas seu comentário e o do Super Hornet no post sobre o FAL foram convincentes.
    Um abraço meu caro.

  58. Marine disse:

    Bosco e Felipe Cps,

    Nao tinha os dois em mente quando fiz o comentario acima…
    Nao se preocupem.

    Bosco, sim o bullpup e utilizado por muitos exercitos mas vc so percebe mesmo suas disvantagens em CQB que alias nao e a mesma coisa que combate urbano (CQB se passa uma vez que ja se esteja dentro de uma casa ou edificio), o problema e que mundialmente sao muito poucas e seletas as tropas que passam por treinamento CQB profundo entao para o soldado normal e para o uso do dia-a-dia dos exercitos nao e percebido tal disvantagem citada por mim e por isso vc nao ve as unidades que se especializam em CQB e geralmente as mais elites do mundo utilizando esse tipo de fuzil.

    No mais um abracao pessoal!

  59. Roberto CR disse:

    Wolfpack

    Rapaz, a imagem é impressionante, mas não sei se dá para admitir o que aconteceu com o Colt como padrão. Foi certamente um desastre, a arma ficou totalmente destruída. Mas que dá pra colocar uma pulguinha atrás da orelha…

    Mas, como escrevi anteriormente, não sou o mais indicado para falar sobre o uso destas armas. Talvez alguém aqui do blog possa colaborar explicando melhor o que aconteceu com o Colt.

    Abs

  60. Noel disse:

    Muito interessante o teste, até parece q o Colt sofreu calço hidráulico.

  61. RJ disse:

    Achei interessante esse KBP A-91 encontrado neste site: (http://www.segurancaedefesa.com/Fuzis_KBP.html)

    alguém conhece algo sobre ele?

  62. LUIZ CAMACHO disse:

    PESSOAL ,

    ESTOU NO GRUPO YAHOO ( SISTEMAS DE ARMAS ) . ESATAMOS FALANDO ATUALMENTE DE CALIBRES DE FUZIS , ENTRE OUTORS ASSUNTOS .

    5.56 MM OU 6.8 MM OU 7.92 MM … ACHO ALGO DE POUCA IMPORTÂNCIA : OS FUZIS PRECISAM SER SEGUROS , COM MUITA MUNIÇÃO E FÁCEIS DE USAR .

  63. Bruno disse:

    Estarei me alistando em lille na franca em fevereiro de 2010, quem estiver interessado em se alistar também podem add no msn;

    brunoscan_72@hotmail.com

    Só para interessados, não quero curiosos eu explicarei todos os procedimtos necessários.

    Fico on todos os dias a partir das 8:00~8:30.

  64. JORGE M. DE JESUS disse:

    O Fuzil IMBEL MD97L/MD97LC é de boa performance e foi testado em condições severas de segurança, manuseio e ainda, água salgada, chuva, poeira, lama, alta e baixa temperatura, névoa salina, bem como precisão e vida útil. É um fuzil de baixo peso e grande maneabilidade e poder de fogo. Tem a arma como capital qualidade ser fabricada no Brasil por brasileiros. Enganam aqueles que acham que uma arma já sai “pronta” na primeira versão. Só o uso contínuo e em condições adversas provam a sua capacidade operacional. Observem quantos “recalls” são publicados nos jornais a cada lançamento de veículos motorizados, independenete de suas tonelagens, muitos de renome internacional ao longo de anos. Os problemas com armamento não têm divulgação, mas certamente ocorrem.
    O FZ MD97L/MD97LC, da IMBEL deve ser a arma de dotação do Exército, da Infantaria da Aeronáutica, dos Fuzileros Navais e das Forças Policiais. Vamos incentivar o material brasileiro.

  65. roqueiro disse:

    Beleza galera !!!
    Alguem ai falou em melhor calibre, mais alcance,mais precisão, maior poder de parada , melhor que o 6.8 mm spc, muito superior ao fraco 5.56 mm, que seja compacto leve, bom para o CQB ou SELVA, que chegue mito perto das qulidades do 7.62×51 mm, que esta sendo apontado como o melhor calibre da atualidade.
    Então e esse aqui o calibre, 6.5 mm GRENDEL
    http://www.65grendel.com/ – 24k -
    http://www.alexanderarms.com/grendel.htm – 7k -
    http://www.gunblast.com/65Grendel.htm – 29k -
    http://www.6mmbr.citymaker.com/65Grendel.html – 52k -

    BRASIL !!!!!!

  66. roqueiro disse:

    Luiz Camacho.
    O AK 47, é sempre citado como um dos melhores fuzis de todos os tempos devido suas ecepcionais qualidades, como simplicidade e bom mecanismo de operação e sempre funciona quando se precisa dele, mas existe uma grande razão para ele ter toda essa fama, que é sua munição 7.62×39 mm que tem um ecepcional poder de parada, ele não é muito preciso mas você pode acertar o inimigo na perna no ombro no braço, que se não morrer o cara apaga na hora, diferente de calibres fracos como o 5,56 mm que se você não atingir o inimigo num lugar mortal, ele te da uma rajada na cara ou sai correndo, coisa mais difícil de acontecer com calibres com alto poder de parada como o 6.5 mm Grendel e o 6.8 mm spc, que quando atinge o inimigo para até o fluxo sanguineo devido seu grande ‘STOPPING POWER’
    Por isso uma boa munição e imprecindível na hora do combate.
    Imagine o TAVOR, MD97 ou HK 416 municiado com 6.5mm Grendel, muito mais eficiente e letal, e como combatente me sentiria muito mais seguro também.

    Brasil !!!

  67. roqueiro disse:

    Marine.
    O fato desse calibre ridiculo, 5,56 mm Remington não ser substituido imediatamente nos EUA pelo 6.8 mm spc, é simplesmente o orçamento que isso geraria, mas é só uma questão de tempo caro colega, e lá já se encontra em teste reais de combate o fuzil Barret M468 no calibre 6.8 mm SPC com sucesso, e grande satisfação e aceitação do mesmo.
    Saldações !!!
    Brasil !!!

  68. Renné disse:

    Pow mto bom, o meu xodo eh o g36k, alias a pf usa o g36c… mas eu gostei msm do acordo feito entre Taurus e a IMI Israelense, a taurus vai ter licensa para construir e equipar o nosso exercito com o novissimo IMI Tavor, a ideia e moderniza tdas as tropas, em ate 5 anos, alem de q a taurus vai ter direito de acompanhar e aplicar os ajustes na arma feito pela IMI com o passar do tempo, mto bom!!! Ate q enfim nosso governo crio vergonha e vai substitui os ferro velhu do FAL…

  69. Roqueiro disse:

    Também gosto muito do TAVOR é uma arma moderna, exatamente o que estava faltando por aqui. Mas espero que as Forças Armadas Brasileiras adotem o calibre 6.5 mm Grendel para esse fuzil fantástico e deixe o 5.56mm só para as operações na OTAN.
    Seria muito bom para o Brasil reviver e reestilizar o projeto do LAPA assim teriamos mais uma arma fantástica em nosso exército, um fuzil tão bom que a Berreta adotou o sistema de gatilho semelhante no ARX-160.

    Saudações a todos !!!!

  70. Roqueiro disse:

    E galera o Hk 416 e o HK G36 são boas armas o SCAR tambem, mas o melhor para nós agora, e o bullpup IWI Tavor TAR-21.
    Não adianta ficar preso a designer do passado a realidade agora e o padrão BULLPUP podem ir se acustumando, e espero que ele chegue logo aqui nos quarteis de Brasília.

    Saudações !!!!!
    BRASIL !!!!!

  71. roqueiro disse:

    É O TAVOR É O TAVOR…
    É O TAVOR QUE CHEGOU.

    IWI TAVOR TAR-21 NO CALIBRE 6.5 MM GRENDEL NO EXÉRCITO BRASILEIRO JÁ

    BRASIL

  72. allan_BR disse:

    Esse negocio de ferrolho já ta velho, pro BR bota moral a IMBEL tem q desenvolver um fuzil Metal Storm (modo d disparo automático realizado por cargas elétricas q deflagram múltiplos cartuchos dispostos linearmente dentro d um único cano. O leiaute pote ser montado numa plataforma de múltiplos canos cada um carregado). Temos q nos preocupar com a camada de ozônio do jeito q tem tiroteio no BR os gases liberados da queima dos cartuchos podem piorar o aquecimento global.

  73. roqueiro disse:

    Allan_BR.
    Já existe algum fuzil ou arma de mão com esse sistema de disparo Metal Storm? Parece que as armas ficam bem mais leve com ele .
    Saudações!!!

  74. gabriel disse:

    eu prfiro o famas 600 tiros por minuto, os tiros dele pode passar do fuzil ak-47 e tambem pegava o imbel

  75. Lol disse:

    o fuzil perfeito pro brasil é o scar 7,62 ou o iwi tavor 5,56. uma ak 5,56 também seria bemvinda.o brasil precisa de um fuzil leve e resistente, dentro dos padroes internacionais, a compra de novas MG`S (fn mag ou minimi)com trilhos e miras red dot inclusas no pacote. miras red-dot para os fuzis tambem!!!!

  76. Lol disse:

    uma reforma no exercito brasileiro inteiro seria uma boa___2000 mbt’s osorio para combate em todo o brasil, 1200-1500 mbt`s tamoyo, como tanque leve de apoio, um projeto de um blindado anti-aereo nas carcaças do tamoyo ou osorio, a venda de todas as viaturas com mais de 20 anos de uso, a modificaçao de urutus para transporte, apoio e ambulancia, a venda de todos os canhoes de artilharia 105mm e com um acresimo de dinheiro a compra de varios ous 155mm auto-propulsado,um novo lança foguetes de infantaria, porque os nossos carl gustaf estao velhos. valeu

  77. Lol disse:

    lembren-se, investir na defesa do nosso pais nunca é demais. se alguem invadir o brasil (uma guerra) tá todo mundo lascado!!!!!

  78. bravo disse:

    o fuzil que deve sorbistitui o fn fal, eo fuzil 7,62x39mm ak47 !!!!!

  79. Eduardo disse:

    MD97, que piada!
    Se tivesse sido produzido a +ou- 20 anos atras até quebraria um galho… Essa arma já nasce abatida…

  80. nidson disse:

    cara..pra falar a verdade em relação a m16a4.. ela esse papo de que ela não é resistente, ao mesmo tempo que é um mito, tambem é uma grande verdade(**).
    O que poucos sabem é que fizeram um teste comparando a m4, hk416, xm8 e um outro fuzil que agora eu não lembro (essa reportagem já foi citada nesse topico!!), e todos sabem que quem conseguiu o melhor resusltado nesse teste foi o XM8(…) bem até agora nunhuma novidade, o que poucos sabem na verdade é que fizeram esse teste com a m16a4 e a m4.. e a m16a4 travou 3 vezes menos que a m4.. o que prova que ele é muito mais resistente que a mesma.

    Para quem não sabe a m4 travou +ou- umas 850 vezes(arredondando) e a m16a4 850 dividido por 3 daria uma media de 230 paradas o que estaria na media de outros fuzis como o HK416 E O XM8..

    Assim que eu recuperar a fonte dessa pesquisa eu passarei a esse topico ok?
    =D

  81. Marine disse:

    Nidson,

    O que ninguem diz e que 50% dos problemas com a M4 foram causadas pelos carregadores e nao o fuzil em si…

    Semper Fi!

  82. nidson disse:

    marine.. vc sabe tanto quanto eu que a M4 possui o defeito em relação ao seu escape de gases que os joga para dentro da camara.. sujando mais rapido o fuzil(…) vc está certo certa parte dos problemas se deve aos cartuchos que são usados de forma incorreta e ou estão com uma carga de polvora acima do necessario sujando mais rapido assim o fuzil.. e outra a M4 embora seja um otimo fuzil existe ainda esse defeito!
    :)

  83. BeoWulf disse:

    minha gente, o calibre 5.56mm, eh pequeno, 6.8 eh uma boa escolha para atravessar madeira, 7.62 nao eh ruin, mas o 12.7mm (.50 cal)
    pode ser grande e pesado, e ter apenas 20 balal no pente, mas com uma bala bem precisa, voce deixa o adverssario imbossibilitado, assim nao eh nessario disparar como uma metralhadora, alem disso o Beowulf (versao .50 do m4)tem trilhos taticos, voce pode colocar uma boa luneta e disparar como um rifle sniper, pois o calibre eh grande, cubre uma distancia entre 400 e 500 metros, e nao perde muita potencia, eu acho que o Beowulf vai ficar um bom tempo em serviço.

  84. BeoWulf disse:

    ja vi casos de balas .50 que pegaram na cabeça quebrar a coluna vertebra e rasgar a pele da frente do pescoço, pois o impacto eh tao grande que a parte de cima da cabeça quase incosta nas costas

  85. BeoWulf disse:

    e otra ainda, o sistema bullpup eh dificil de recarregar, para tirar e colocar o pente

  86. Arlindo Reis disse:

    Sob a minha ótica o Fal (Fuzil Automático Leve ) ainda é o melhor fuzil que existe.
    1- Apesar do tamanho é bem leve.
    2- por ser longo, muito mais preciso que os demais.
    3- No combate corpo a corpo, que por mais moderno que seja o combate, ainda existe, e nesse caso o FAL é super eficiente.
    4- Fácil manutenção.
    5- Qualquer um desmonta e monta de olhos fechados.
    Não é a toa que ainda é fabricado em vários países do mundo. Nem sempre o mais “moderno” é o melhor.A única vantagem entre tantas desvantagens de fuzis mais modernos em relação ao FAL é o tamanho, que por conta disso torna esses fuzis menos precisos.

  87. Bispo Aloisio disse:

    Olá amigos,olhem o fuzil ideal para o Brasil é o IWI Tavor TAR-21 ,olha sem dúvidas e em custo menor devido a Taurus ser ak,e + gente o calibre 5.56 ,sem dúvidas particularmente gosto do 762 ,mais a padronização Mundial segue rumo ao 5.56,e devemos seguir este rumo tambem,a e de quebra trocar a pt tambem pela 9 mm da Taurus com mais capacidade de tiros,sem dizer que é Taurus né,Pistolas para o uso de cabos para cima e para os soldados bom e velho 38 com tambor liso,só como segunda opção,gente um País tem que investir em suas Forças Armadas,e aproveitando este espaço dizer tambem impalntar quarteis dentro da floresta Amazônica,no meio memso da Selva,tipo sistema tipo a Petrobras o cara tem folga de 15 em 15 dias,Exercíto,Marinha e Aeronautica no caso com Helicópiteros de ataque e transporte,recrutar os Indios que lá conhecem bem cada Trilha,isso galera é q resolve,multiplicar o efetivo das forças armadas por 6 no mínimo estamos em um País de medidas Continental,a PM de SP tem 90.000 integrantes,é maior q o Exercíto,brincadeira né sem investimento ñ dá,iguala aos caças o Raflle é bom,mais os russo são melhores e tambem de 02 motores e de 01 motro só aí suiço é o melhor,bom falei,abraços e atods e a todas.VOU CRIAR UMA COMUNIDADE NA INTERNET QUE SE CHAMARÁ,GURREIROS IMPLACÁVEIS ME AJUDEM POR LÁ POSTANDO VÍDEOS E OPINANDO.FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

  88. Bispo Aloisio disse:

    DESCULPEM O ERRO DE PORTUGUÊS O NOME DA COMUNIDADE É: GUERREIROS IMPLACAVEIS.

  89. Bispo Aloisio disse:

    COMUNIDDE QUE BOMBRÁ GERAL PARTICIPEM E DIVULGUEM: Guerreiros Implacaveis ,participem e divulgeum,vamos nos unir em um espaço de discurção saudável dos assuntos que gostamos,divilguem esta Comunidade.

  90. roqueiro disse:

    Bispo Aloisio, leia um pouco mais sobre calibres, que vôce vai descobrir que na verdade o 556x45mm Remington está na berlida e estão tentando de toda forma melhorar o seu coeficiente balístico devido seu fracasso para o combate.
    A OTAN já até aumentou o peso do projétil original devido seu pifio desempenho em situações reais e isso não e segredo para mas ninguem.
    Os calibres que estão tomando o seu luar agora são o 6.5x39mm Grendel e o 6.8mm spc, que são superiores até ao 762x39mm russo.
    Até os EUA já começaram a fazer essa troca, isso agora é uma questão de orçamento e tempo, mas já começou.

  91. Faltou o bullpup Kel Tec RFB no calibre 762x51mm nato com o mesmo carregador do fal nessa lista.
    Acorda IMBEL.

    Brasil !!!!!!!!

  92. rick disse:

    o imbel e o melhor pelos dados e o melhor em geral pois e resistente e barato e e feito no brasil contra as m16 do eua sao melhors

  93. rick disse:

    se nao apoiarmos a imbel quem apoiara

  94. Nidson disse:

    Galera o que vcs acham do fuzil Bushmaster ACR?

  95. GENARIO disse:

    ola gente boa ? eu acho que entre todos que pude ver o ak 105 esta ben mas robusto e mostra enponencia en tese que os outros nao sao fracos ;eu acho que o nosso governo deveria enveste nesse fuzil op ak 105 para melhor arma nossa forças armadas e dentres outros tanben o fuzil bushmaster acrt tanben ten sua particularidade ele transmite muita confiabilidade en sua image:quen concorda comigo ?ou discorda e so diser sua opiniao valew

  96. Denis disse:

    Aquela arma Steyr aug parece arma de Paintball.

  97. eds ex FAB disse:

    Olá pessoal temos que escolher um fuzil que se aprimore dentro das nossas realidade e das nossas forças especiais, vou citar as principais exercíto, curso de guerra na selva segues, FAB ,Parassar, Marinha,comanfes, e fuzileiros Navais, seria legal se todas utilizasem o mesmo fuzil até mesmo para baixar o custo do valor final.

  98. eds ex FAB disse:

    Pessoal alguem ai já viu ou utilizou, o fuzil que á FAB utiliza, gostaria de saber de outras cosiderações, ou fazer um comparitivo em relação o FAL que o exercíto e a marinha tem.

  99. CABEÇA disse:

    DEsculpem-me pessoal, mas foi impossível não dar minha opinião a respeito do MD97.
    Trata-se do desenvolvimento da família FAL, com o desenvolvimento da família MD2 (o “falzinho”), cuja concepção é de um fuzil aos moldes do FAL, com trancamento no chasis. Esse sistema eficiente e extremamente seguro esbarra na necessidade de um chasis de aço para resistir às forças envolvidas no disparo.
    Para diminiur o peso do conjunto, a solução dada pela IMBEL foi o sistema de trancamento do ferrolho no próprio cano, por meio do uso do ferrolho rotativo. Isso implica uma série de desdobramentos, um dos quais a mnaior sensibilidade à sugeira.
    A IMBEL optou também pelo sistema de percussor flutuante, i.é., o percussor não dispões de mola, agindo por inércia, confiando que a inércia aplicada à massa do percussor durante o fechamento é insufuciente para ferir a espoleta. Esse raciocínio revelou-se equivocado e o fuzil, muitas vezes, dispara acidentalmente durante o fechamento da arma. Para evitar o fenômeno, a IMBEL introduziu uma arruela de silicone na parte média anterior do percussor. Isso sanou o incidente, mas com o uso prolongado, o anel se deforma e prende o percussor à frente, deixando-o positivo. Saiu pior a emenda que o soneto.
    Além disso, o sistema de obturador do cilindo de gases do MD 97 é um desastre. A posição normas (entalhe para cima) e a posição à esquerda (reforço de ação de gases) é simplesmente indiferente. Sem falar que o acionamento da peça é simplesmente impossível ao operador, que depene de alguma ferramenta para mudar a posição.
    Em suma, acho o MD97 pode ser considerado um projeto, que ainda está em desenvolvimento, cujo risco e o custo de desenvolvimento corre por conta do cliente.

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