COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

18 Comentários to “Royal Marines em treinamento”

  1. Meia-dúzia disse:

    1:19 – 2:04
    Eu nao ousaria ficar sem capacete numa situação dessas…rs

  2. Brujhar disse:

    Qual é o fuzil que eles estão usando?

  3. Democracia disse:

    Não entendo muito de fuzileiros navais mas, eles não tem que evitar ser ouvidos, porque “os caras falam muito alto para esse tipo de operação”, se tiver um fuzileiro ou alguem que entenda pode me explicar, achei estranho…

    Viva a República !!!

  4. Bosco disse:

    O fuzil é o SA80
    Quanto a falarem alto, mais alto foi o barulho do helicóptero. rsrs.
    Não é uma operação “furtiva”.

  5. Meia-dúzia disse:

    Concordo. No início, eles estavam fazendo algo do tipo fogo e movimento, maneabilidade, todos acabam tendo que ouvir as ações q estão sendo executadas, e durante o “estouro de aparelho”, facilita a coordenação.
    Abraços

  6. Everson disse:

    Os britânicos tem muito know-how, admiro suas forças armadas e o próprio país…que já foi o mais poderoso império do planeta.

  7. Sopa disse:

    Falando nisso..olha que maravilha!!!!

    Acessem!
    “http://www.defesabrasil.com/laad2009/index.php?option=com_content&view=article&id=74:remax-ares-e-ctex-acertam-no-alvo&catid=39:noticias&Itemid=78″

  8. Bronco disse:

    Só eu não achei nada demais nesse treinamento?

  9. Super Hornet disse:

    Uma coisa interessante desse treinamento é a demora em que o Fuzileiro coloca o carregador no seu fuzil trocando de mão, todo desajeitado e ainda enrosca a sua mão na bandoleira, e tem gente que defende o sistema bulpup.

  10. RJ disse:

    É, Hornet. Além do quê, vi três maneiras diferentes de se recarregar um fuzil Bullpup no vídeo. A meu ver todas as três complicadas! (ineficientes). A que mais se aproximou da cartilha foi a de um carinha em pé no meio da galera (só dá pra ver em “HD”) que mantém o fuzil apoiado e troca o cartucho com a mão que tava no gatilho. Mas ainda assim ele vacilou com o carregador.

  11. Henrique disse:

    Para simular a munição eles estão usando balas de festim ou outra coisa?

  12. Marine disse:

    Henrique,

    E tudo festim nesse treinamento.

  13. Felipe Cps disse:

    Também não vi nada de mais nesse treinamento, e arrisco dizer que já participei de treinamento semelhante, mas de muito maior escala, quando atuava na 12a Brigada de Infantaria Aeromóvel.

    Infa Brasil!

  14. Wolfpack disse:

    O fuzil do tipo bullpup está presente hoje nas forças da China(QBZ-95/97), Israel, França, Gran Bretanha, em breve na Colombia, Austrália, África do Sul, Ucrania, Singapura, Irã, Russia (TKB-022).
    É um número considerável de Exércitos… Alguns renomados como o de Israel.
    A questão da recarga no meu ponto de vista é algo que se pratica, não tirando destes fuzis o pefil menor (silueta) proporcionado em combate, a facilidade de trasnporte e até armazenamento.
    Esta questão surgiu com os comentários do Marine, o qual respeito muito, mas devemos também olhar outros aspectos dos Bullpup.
    Abraço

  15. bismarck disse:

    pelo q pude perceber, o vídeo mostra uma pequena operação de um exercício bem mais longo, msm pq se for o tal “final exercise”, deve ter sido mais longo q um simples assalto aeromóvel numa edificação isolada. Dá pra perceber o aparente cansaço e fadigo dos militares, o q corrobora essa hipótese. Outra coisa, sobre o sa-80, ou l-85, atualmente, pelo q me costa, o correto para trocar o carregador é segurar a arma pela empunhadura, usando a outra mão para trocar o carregador…contudo, devemos lembrar q o l-85 é um projeto dos anos 80, relativamente antigo e que, apesar do trabalho da hk na sua versão a2, não tinha todas as soluções de ergonomia dos atuai, como o tavor e o f2000. Mas partilho o respeito pelos fuzil bullpup.
    abraços

  16. RJ disse:

    Wolfpack, no meu ver (e, devo admitir, sou leigo no assunto) é também uma questão de doutrina. Pode ser que para a doutrina norteamericana, os bullpup não se encaixem, pois a rapidez na recarga é mais importante do que a baixa silhueta, ou a precisão do tiro.

    Mas nem todos os exércitos combatem igual. E na doutrina francesa, como na israelense, a silhueta pode ser mais importante que a facilidade de recarga.

    Também podemos perceber que os ingleses não “sentam o dedo” nesse tipo de missão, e portanto, não precisam recarregar no meio de uma rajada de balas para continuar atirando. Nesse cenário, os bullpup parecem perfeitos. Não sei em outros cenários.

  17. Everson disse:

    Falando em forças armadas britânicas consegui nesse feriado a muito custo baixar o filme “Bravo Two-Zero” (procurei muito em locadoras e nada), quando fui assistir o mardito era dublado em espanhol…hahaha..ô decepção….

  18. ALMEIDA NAVAL disse:

    ROYAL MARINES MUITO BOM O FUZIL É UM L85A2

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