Não entendo muito de fuzileiros navais mas, eles não tem que evitar ser ouvidos, porque “os caras falam muito alto para esse tipo de operação”, se tiver um fuzileiro ou alguem que entenda pode me explicar, achei estranho…
Concordo. No início, eles estavam fazendo algo do tipo fogo e movimento, maneabilidade, todos acabam tendo que ouvir as ações q estão sendo executadas, e durante o “estouro de aparelho”, facilita a coordenação.
Abraços
Uma coisa interessante desse treinamento é a demora em que o Fuzileiro coloca o carregador no seu fuzil trocando de mão, todo desajeitado e ainda enrosca a sua mão na bandoleira, e tem gente que defende o sistema bulpup.
É, Hornet. Além do quê, vi três maneiras diferentes de se recarregar um fuzil Bullpup no vídeo. A meu ver todas as três complicadas! (ineficientes). A que mais se aproximou da cartilha foi a de um carinha em pé no meio da galera (só dá pra ver em “HD”) que mantém o fuzil apoiado e troca o cartucho com a mão que tava no gatilho. Mas ainda assim ele vacilou com o carregador.
Também não vi nada de mais nesse treinamento, e arrisco dizer que já participei de treinamento semelhante, mas de muito maior escala, quando atuava na 12a Brigada de Infantaria Aeromóvel.
O fuzil do tipo bullpup está presente hoje nas forças da China(QBZ-95/97), Israel, França, Gran Bretanha, em breve na Colombia, Austrália, África do Sul, Ucrania, Singapura, Irã, Russia (TKB-022).
É um número considerável de Exércitos… Alguns renomados como o de Israel.
A questão da recarga no meu ponto de vista é algo que se pratica, não tirando destes fuzis o pefil menor (silueta) proporcionado em combate, a facilidade de trasnporte e até armazenamento.
Esta questão surgiu com os comentários do Marine, o qual respeito muito, mas devemos também olhar outros aspectos dos Bullpup.
Abraço
pelo q pude perceber, o vídeo mostra uma pequena operação de um exercício bem mais longo, msm pq se for o tal “final exercise”, deve ter sido mais longo q um simples assalto aeromóvel numa edificação isolada. Dá pra perceber o aparente cansaço e fadigo dos militares, o q corrobora essa hipótese. Outra coisa, sobre o sa-80, ou l-85, atualmente, pelo q me costa, o correto para trocar o carregador é segurar a arma pela empunhadura, usando a outra mão para trocar o carregador…contudo, devemos lembrar q o l-85 é um projeto dos anos 80, relativamente antigo e que, apesar do trabalho da hk na sua versão a2, não tinha todas as soluções de ergonomia dos atuai, como o tavor e o f2000. Mas partilho o respeito pelos fuzil bullpup.
abraços
Wolfpack, no meu ver (e, devo admitir, sou leigo no assunto) é também uma questão de doutrina. Pode ser que para a doutrina norteamericana, os bullpup não se encaixem, pois a rapidez na recarga é mais importante do que a baixa silhueta, ou a precisão do tiro.
Mas nem todos os exércitos combatem igual. E na doutrina francesa, como na israelense, a silhueta pode ser mais importante que a facilidade de recarga.
Também podemos perceber que os ingleses não “sentam o dedo” nesse tipo de missão, e portanto, não precisam recarregar no meio de uma rajada de balas para continuar atirando. Nesse cenário, os bullpup parecem perfeitos. Não sei em outros cenários.
Falando em forças armadas britânicas consegui nesse feriado a muito custo baixar o filme “Bravo Two-Zero” (procurei muito em locadoras e nada), quando fui assistir o mardito era dublado em espanhol…hahaha..ô decepção….
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Desenvolvimento de uma Mentalidade de Defesa no Brasil
A sociedade brasileira não demonstra ainda grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas o desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, A "trilogia" Forças de Defesa tem como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais no futuro.
1:19 – 2:04
Eu nao ousaria ficar sem capacete numa situação dessas…rs
Qual é o fuzil que eles estão usando?
Não entendo muito de fuzileiros navais mas, eles não tem que evitar ser ouvidos, porque “os caras falam muito alto para esse tipo de operação”, se tiver um fuzileiro ou alguem que entenda pode me explicar, achei estranho…
Viva a República !!!
O fuzil é o SA80
Quanto a falarem alto, mais alto foi o barulho do helicóptero. rsrs.
Não é uma operação “furtiva”.
Concordo. No início, eles estavam fazendo algo do tipo fogo e movimento, maneabilidade, todos acabam tendo que ouvir as ações q estão sendo executadas, e durante o “estouro de aparelho”, facilita a coordenação.
Abraços
Os britânicos tem muito know-how, admiro suas forças armadas e o próprio país…que já foi o mais poderoso império do planeta.
Falando nisso..olha que maravilha!!!!
Acessem!
“http://www.defesabrasil.com/laad2009/index.php?option=com_content&view=article&id=74:remax-ares-e-ctex-acertam-no-alvo&catid=39:noticias&Itemid=78″
Só eu não achei nada demais nesse treinamento?
Uma coisa interessante desse treinamento é a demora em que o Fuzileiro coloca o carregador no seu fuzil trocando de mão, todo desajeitado e ainda enrosca a sua mão na bandoleira, e tem gente que defende o sistema bulpup.
É, Hornet. Além do quê, vi três maneiras diferentes de se recarregar um fuzil Bullpup no vídeo. A meu ver todas as três complicadas! (ineficientes). A que mais se aproximou da cartilha foi a de um carinha em pé no meio da galera (só dá pra ver em “HD”) que mantém o fuzil apoiado e troca o cartucho com a mão que tava no gatilho. Mas ainda assim ele vacilou com o carregador.
Para simular a munição eles estão usando balas de festim ou outra coisa?
Henrique,
E tudo festim nesse treinamento.
Também não vi nada de mais nesse treinamento, e arrisco dizer que já participei de treinamento semelhante, mas de muito maior escala, quando atuava na 12a Brigada de Infantaria Aeromóvel.
Infa Brasil!
O fuzil do tipo bullpup está presente hoje nas forças da China(QBZ-95/97), Israel, França, Gran Bretanha, em breve na Colombia, Austrália, África do Sul, Ucrania, Singapura, Irã, Russia (TKB-022).
É um número considerável de Exércitos… Alguns renomados como o de Israel.
A questão da recarga no meu ponto de vista é algo que se pratica, não tirando destes fuzis o pefil menor (silueta) proporcionado em combate, a facilidade de trasnporte e até armazenamento.
Esta questão surgiu com os comentários do Marine, o qual respeito muito, mas devemos também olhar outros aspectos dos Bullpup.
Abraço
pelo q pude perceber, o vídeo mostra uma pequena operação de um exercício bem mais longo, msm pq se for o tal “final exercise”, deve ter sido mais longo q um simples assalto aeromóvel numa edificação isolada. Dá pra perceber o aparente cansaço e fadigo dos militares, o q corrobora essa hipótese. Outra coisa, sobre o sa-80, ou l-85, atualmente, pelo q me costa, o correto para trocar o carregador é segurar a arma pela empunhadura, usando a outra mão para trocar o carregador…contudo, devemos lembrar q o l-85 é um projeto dos anos 80, relativamente antigo e que, apesar do trabalho da hk na sua versão a2, não tinha todas as soluções de ergonomia dos atuai, como o tavor e o f2000. Mas partilho o respeito pelos fuzil bullpup.
abraços
Wolfpack, no meu ver (e, devo admitir, sou leigo no assunto) é também uma questão de doutrina. Pode ser que para a doutrina norteamericana, os bullpup não se encaixem, pois a rapidez na recarga é mais importante do que a baixa silhueta, ou a precisão do tiro.
Mas nem todos os exércitos combatem igual. E na doutrina francesa, como na israelense, a silhueta pode ser mais importante que a facilidade de recarga.
Também podemos perceber que os ingleses não “sentam o dedo” nesse tipo de missão, e portanto, não precisam recarregar no meio de uma rajada de balas para continuar atirando. Nesse cenário, os bullpup parecem perfeitos. Não sei em outros cenários.
Falando em forças armadas britânicas consegui nesse feriado a muito custo baixar o filme “Bravo Two-Zero” (procurei muito em locadoras e nada), quando fui assistir o mardito era dublado em espanhol…hahaha..ô decepção….
ROYAL MARINES MUITO BOM O FUZIL É UM L85A2