Página 3 de 812345...Última »

“É o poder militar que garante a sobrevivência de um Estado no ambiente anárquico das relações internacionais”

O poder está no centro das reflexões sobre as relações internacionais. Com efeito, as relações entre os Estados repousam em grande parte no poder, isto é, na capacidade de cada Estado de influenciar outros Estados na sua política, ou até mesmo de lhes impor a sua vontade.

O termo “poder” (potência) serve também para designar os Estados que exercem um papel preponderante na cena internacional.

O conceito de poder

Definição clássica

O tema do poder remete para uma visão da cena internacional em que são dominantes as relações entre Estados. Este debate foi durante muito tempo influenciado pela guerra. O poder é definido pelo escritor político francês Raymond Aron, em Paix et guerre entre les nations (1962), como “a capacidade de uma unidade política impor sua vontade às outras unidades”. Pode ser utilizado pelo Estado, quer de maneira positiva, para levar o outro a fazer o que de outro modo não teria feito, quer de maneira negativa, impedindo um outro Estado de fazer o que ele quer. A vocação primeira e tradicional da utilização do poder é a de fazer prevalecer o interesse nacional do Estado sobre os dos outros.

O meio externo de utilização do poder é o recurso às armas e, como consequência, a utilização das capacidades militares, geralmente para a conquista de um novo território.

Mas o poder pode também ser exercido, de maneira menos violenta, pela persuasão, pela discussão ou ainda pela ameaça.

Continua em próximo post…

 

AK105

O AK105 (5,45x39mm) é um desenvolvimento do AK47 dentro da série AK10X, sendo o AK101 (5,56x45mm) e AK103 (7,62x39mm). O seu ponto forte é a sua fácil manutenção e robustez.

Calibre: 5,45x39mm
Cadência do Tiro: 600tpm
Alcance eficaz: 400
Peso: 3,4 quilos
Comprimento total: 943mm
Comprimento do cano: 415mm

FAMAS

O FAMAS (Fuzil de Assalto da Manufatura de Armas de Santa Ettiene) é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido para manter um comprimento de cano grande, sem aumentar o tamanho do fuzil e ainda para poder ser usado em viaturas e combates em locais estreitos, como vielas e residências. Os modelos bullpup em geral não são bem vistos por quem está acostumado com fuzis clássicos, devido à dificuldade em trocar o carregador em combate.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 1000-1100tpm
Alcance eficaz: 450m
Peso: 3,8 quilos
Comprimento total: 757mm
Comprimento do cano: 488mm

FN SCAR

FN SCAR-L

FN SCAR-L

FN SCAR-H

FN SCAR-H

O FN SCAR foi desenvolvido pela FNH (Fabrique Nationale de Herstal) da Bélgica, em conjunto com os Estados Unidos, para suprir os requisitos das Forças Especiais dos EUA. O FN SCAR é uma série completa de fuzis que tem diferentes comprimentos de canos, para uso conforme a necessidade e tem duas variantes, sendo a Light (SCAR-L) em calibre 5,56x45mm e a Heavy (SCAR-H) em calibre 7,62x51mm. Seu grande ponto forte é uso de materiais compostos que deixam o fuzil mais leve, seu novo sistema de coronha que é telescópica e rebatível, além do seus vários canos que podem ser trocados com facilidade. Hoje o FN SCAR é a grande “vedete” dos fuzis em uso.

SCAR – Versão Standart
Calibre: 5,56x45mm(L) / 7,62x51mm(H)
Cadência do Tiro: 600tpm(L)(H)
Alcance eficaz: 450m
Peso: 3,5 quilos(L) / 3,86 quilos(H) – ambos vazio
Comprimento total: 850mm(L) / 920(H)
Comprimento do cano: 355mm(L) / 405mm(H)

FN 2000

O FN 2000, assim como o FAMAS, é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido pela FNH (Fabrique Nationale de Herstal) da Bélgica e tem seu corpo todo em material composto. O ponto forte desse fuzil é que ele pode ser operado por destros e canhotos sem necessidade de alterar nada, pois os cartuchos usados são ejetados para frente.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 850tpm
Alcance eficaz: 500m
Peso: 3,8 quilos
Comprimento total: 690mm
Comprimento do cano: 400mm

HK 416/417

HK416

HK416

HK417

HK417

A HK 416/417 é um desenvolvimento da Heckler & Koch (HK) da Alemanha, para substituir a M4, a príncipio sua denominação seria HK M4, mas a Colt entrou com processo e a HK mudou o nome da arma. Esse fuzil tem várias melhorias em relação ao M4 padrão, inclusive no sistema de gases, mas o mais visível é a mudança no padrão das miras de ferro, para o mesmo usado nas armas da HK. A HK 416/417 é usada pela Força Delta do Exército dos EUA e por outras unidades das Forças Especiais e Agências da Lei.

Calibre: 5,56x45mm(6) / 7.62x51mm(7)
Cadência do Tiro: 700-900tpm(6)(7)
Alcance eficaz: 400m(6) / 650m(7)
Peso: 3,5 quilos(6) / 4,05 quilos(7)
Comprimento total: 886mm(6) / 985mm(7)
Comprimento do cano: 368,3mm(6) / 406,4mm(7)

HK G36

O HK G36 é um fuzil desenvolvido pela Heckler & Koch (HK) da Alemanha, para substituir os fuzis G3. O HK G36 tem sido bastante usado no mundo pelas Forças Armadas e Forças Policiais, aqui no Brasil ele é o fuzil padrão da Polícia Federal. A grande vantagem do HK G36 é o seu corpo feito de material composto, o que deixa o fuzil muito mais leve.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 750tpm
Alcance eficaz: 400m
Peso: 3,6 quilos
Comprimento total: 999mm
Comprimento do cano: 480mm

IWI Tavor TAR-21

O IWI Tavor TAR-21, assim como o FAMAS e o FN2000, é um fuzil do tipo bullpup, desenvolvido pela IWI (Israel Weapon Industries) devido à necessidade do Exército de Israel ter uma arma curta, mas com boa qualidade e tiros à distância. Tem seu corpo todo em material composto, os mais modernos. O ponto forte desse fuzil, para o mercado brasileiro, é a parceria formada pela empresa Taurus.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 750-900tpm
Alcance eficaz: 500m
Peso: 2,8 quilos – Descarregado
Comprimento total: 720mm
Comprimento do cano: 460mm

IMBEL MD97L

IMBEL MD97L e MD97LC

IMBEL MD97L e MD97LC

O IMBEL MD97L é um projeto brasileiro que visa substituir o FAL em uso pelas Forças Armadas e Forças Policiais brasileiras. Ele já é usado pela Força Nacional de Segurança, polícias e também por unidades de testes do Exército Brasileiro. Segundo algumas fontes, o lote do MD97L enviado ao Exército Brasileiro não foi aprovado, devido a defeitos de fabricação. O IMBEL MD97 visa a introdução do calibre 5,56x45mm como padrão nas Forças Armadas, além de ter a possibilidade de ter funcionamento semi-automático(Semi), rajada de três tiros (burst) e rajada completa(Full).

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 950tpm
Alcance eficaz: 600m
Peso: 3,71 quilos
Comprimento total: 1,01mm
Comprimento do cano: 437mm

L85A2

O desenvolvimento do L85A1 pode ser considerado o mais longo, pois, a necessidade de um fuzil bullpup sentida pelos britânicos após a Segunda Guerra Mundial, o que gerou o desenvolvimento dos fuzis EM-1 e EM-2, mas esses eram projetos avançados demais para a época e foram preteridos em favor de um projeto mais convencional, o L1A1. Na década de 80, foi sentida essa necessidade novamente e deu-se início ao SA80 (Small Arms for the 1980s), chegando até o modelo atual o L85A1. Durante a Primeira Guerra do Golfo ele estava ainda no seu modelo inicial e devido à falhas, foi deixado de lado e em seu lugar foi usado o velho e confiável L1A1, que depois fui substituído definitivamente pelo L85A2.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 610-775tpm
Alcance eficaz: 600m
Peso: 3,82 quilos – Descarregado
Comprimento total: 785mm
Comprimento do cano: 518mm

M16A4

A família M16, hoje, é uma das mais utilizadas e mais confiáveis do mundo. Vários fabricantes tem autorização para fabricar modelos do M16. Hoje o padrão mais atual é o M16A4, que está com trilhos que podem ser acoplados todos os equipamentos necessários para uma missão, como lunetas, red dots, lanternas, pistol grip e etc. O M16A4 ainda hoje é uma arma muito atual e continuará sendo umas das principais armas em uso no mundo por vários anos.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 700-950tpm
Alcance eficaz: 550m
Peso: 3,5 quilos – Descarregado
Comprimento total: 106mm
Comprimento do cano: 508mm

Steyr AUG

O fuzil Steyr AUG é um desenvolvimento bullpup da empresa Steyr da Áustria, em solicitação do Exército. O fuzil apesar do seu desenho futurista, é de construção simples, facilitanto sua produação em massa. O suporte para transporte é também uma luneta que facilita o tiro a longas distâncias. Um fator interessante desse fuzil é que ele pode operar com munição 9mm, bastando apenas instalar um adaptador na câmara.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 650tpm
Alcance eficaz: 450-500m
Peso: 3,6 quilos
Comprimento total: 790mm
Comprimento do cano: 508mm

Barrett M468

O fuzil Barrett M468 ou REC7, é um desenvolvimento da Barrett para o cancelamento do programa XM8 e visa substituir a série M16/M4. A grande novidade nesse fuzil é o uso do calibre 6,8 mm Remington SPC (6.8x43mm), equivalente ao 5,56mmx45, mas com maior potência.

Calibre: 6,8x43mm
Cadência do Tiro: 750tpm
Alcance eficaz: 600-800m
Peso: 3,5 quilos
Comprimento total: 822mm
Comprimento do cano: 406mm

SIG SG 550

O fuzil SIG SG 550 é um desenvolvimento da Swiss Arms AG (SG é abreviação de Sturmgewehr, ou “Fuzil de Assalto”). A série SG 550 é composta ainda pelas versões SG 551, versão Carabina e SG 552, uma versão curta para equipes do tipo “SWAT”. O ponto forte é a confiabilidade da fabricante, além do uso de materiais compostos no corpo da arma. Esse fuzil é usado em diversas forças do mundo, além da Suíça, os guardas papais no Vaticano. Também é usado pelo PARA-SAR da Infantaria da Força Aérea Brasileira.

Calibre: 5,56x45mm
Cadência do Tiro: 700tpm
Alcance eficaz: 400m
Peso: 4,05 quilos
Comprimento total: 998mm
Comprimento do cano: 528mm

FONTE: Fabricantes, Modern Firearms & Ammunition site e Wikipedia
Atualizado: 22/04/09

 

FN FAL

O FN FAL (Fusil Automatique Leger – Fuzil Automático Leve), é um dos desenhos de fuzil militar mais famosos e usados no mundo. Desenvolvido pela empresa belga Fabrique Nationale (FN), é produzido pelo menos em 10 países, incluindo o Brasil. Seus dias de serviço estão no fim, mas ainda é amplamente utilizado em muitas partes do mundo, principalmente no Brasil.

A história do FAL começou perto de 1946, quando a FN começou a desenvolver um novo fuzil de assalto. Usando o cartucho intermediário alemão 7,92X33mm, o projeto foi liderado pela equipe de Dieudonne Saive, que ao mesmo tempo trabalhou no fuzil SAFN-49. Portanto, não surpreende que ambos sejam mecanicamente bem semelhantes.

Em finais de 1940, os engenheiros belgas foram à Inglaterra e passaram usar o cartucho britânico 208 (7,43x43mm), que também é um cartucho intermediário, mas de desenvolvimento melhorado. Em 1950, os engenheiros belgas e ingleses criaram um protótipo em formato bullpup, o EM-2, testado pelo Exército Americano, que ficaram impressionados, mas a idéia de se usar um cartucho intermediário não era muito bem compreendida pelos americanos, que ainda usavam fuzis semi-automáticos, os Garand M1, em calibre 30.06 e .308 Winchester e insistiram para que a OTAN padronizasse o cartucho de alta potência T65/ 7,62x51mm, similar ao .308 em 1953-1954.

A FN modificou o FAL por causa dessa padronização, os primeiros FALs 7,62mm estavam prontos na Bélgica em 1953, mas a ela não foi o primeiro país a aprovar o FAL como fuzil padrão. O país que provavelmente o aprovou foi o Canadá, com ligeiras modificações, com o nome C1, em 1955. Os canadenses começaram a produzir os fuzis C1 e C2, esse último uma versão com cano pesado, conhecido no Brasil, como FAP.

Em 1957, o Exército Inglês seguiu o exemplo canadense e adotou o FAL com o nome L1A1, que eram fornecidos normalmente com miras ópticas de 4x. Em seguida, foi a Áustria, sob o nome Stg.58, fabricado pela Steyr. O FAL foi adotado pelo Exército Brasileiro em 1964.
Várias versões do FAL também foram aprovadas na Turquia, Austrália, Israel, África do Sul, Alemanha ocidental e vários outros países. O sucesso do FAL poderia ser maior ainda, se a FN tivesse vendido os direitos de produção dele para a Alemanha ocidental, onde era conhecido como G-1, mas a FN rejeitou o pedido, por isso a Alemanha comprou os direitos do CETME espanhol e, com algumas modificações, a Hecler & Hock criou o H&K G3, o mais notável rival do FAL.

O FAL no Brasil

O FN FAL, no Brasil chamado Fuzil Automático Leve, é fabricado integralmente pela IMBEL. É utilizado, desde 1964, pelo Exército Brasileiro, pela Marinha do Brasil e por Forças Auxiliares e recebe nomenclatura de Fuzil 7,62mm M964 – FAL e Fuzil 7,62mm M964 A1(Para-FAL). Este útimo, o Para-FAL, é muito usado por polícias militares, pára-quedistas militares e outras forças especiais, por ser mais leve. A IMBEL ainda fabrica variações do FAL nos calibres 5,56mm, sendo eles o MD-2 e um novo projeto, denominado MD97L.

Muito se tem falado sobre a substituição do FAL no Brasil, em primeiro lugar pela idade do mesmo – em serviço desde 1964 -, seu grande tamanho e sua munição 7,62mm, que obriga o uso de carregador com 20 cartuchos, ao invés de 30 de um fuzil 5,56mm.

Outro ponto que é considerado ultrapassado no FAL é o fato dele não possibilitar o uso de trilhos para lunetas red dot, laser e lanternas, o que em algumas situações táticas se faz necessário, ainda mais nos novos cenários. Sobre esse problema, a DSArms, dos EUA, fabrica uma versão do FAL chamada SA58 OSW, que mantém as excelentes características do FAL, com trilhos e guarda-mão que o deixam no padrão utilizado pelos modernos fuzis em uso no mundo.

Dados Técnicos

Munição (mm) 7,62 x 51
Carregador 20 cartuchos
Comprimento (m)1,10
Passo (pol) 12
Peso (g) 4500
Coronha Rígida/Rebatível (A1)
Cano (m) 0,53
Regime de tiro Semi-automático/Automático

IMBEL FAL M964

IMBEL FAL M964

IMBEL PARA-FAL M964A1

IMBEL PARA-FAL M964A1

IMBEL MD97L com mira

IMBEL MD97L com mira

IMBEL MD2

Protótipo do FN FAL no calibre 280 britânico

Protótipo do FN FAL no calibre 280 britânico

C2, o FAP canadense

C2, o FAP canadense

L1A1, o FAL britânico

L1A1, o FAL britânico

Steyr STG58, o FAL austríaco

Steyr STG58, o FAL austríaco

SA58 OSW, o FAL da DSArms

SA58 OSW, o FAL da DSArms

FONTE: IMBEL, Modern Firearms & Ammunition site, DSArms e Wikipedia

 

O Governo do Estado do Rio de Janeiro estaria interessado em adquirir Veículos aéreos não tripulados, VANT para atuarem como vigilantes aéreos no combate ao Crime.
Para tanto, anunciou planos de adoção de aeronaves telecomandadas de pequeno porte para vigiar, do alto, as ações do crime organizado. O modelo nacional “Carcará”, desenvolvido pela empresa Brasileira SantosLAB, foi avaliado recentemente e o resultado foi considerado satisfatório.

Essas aeronaves podem voar a altitudes de até 3.000 metros e são dotadas de câmaras especiais de alta resolução, os modelos podem ainda receber novos equipamentos que melhorariam e ampliariam as suas capacidades.

FONTE: Aerobusiness / Plano Brasil

 

Irã ainda não recebeu sistemas S-300

O Ministro Adjunto dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou na última quarta-feira (15/4) que não há obstáculos para o fornecimento de sistemas de mísseis terra-ar russos S-300 para Teerã.

“Não há problemas com este [S-300] contrato”, disse Mehdi Safari no final da sua visita à Moscou.

Ele não forneceu maiores informações sobre o contrato. “São Armas meramente defensivas e qualquer país tem o direito de comprá-las. Creio que isto só poderia preocupar os países que dispõem de planos para atacar o Irã”, disse ele.

Um funcionário da empresa de exportação de armas russas disse no mês passado que o Irã ainda não recebeu nenhum S-300. A mídia iraniana, citando altos funcionários de segurança do seu país, têm repetidamente relatado que a Rússia já iniciou o fornecendo dos sistemas S-300.

A última versão da família S-300 é o 300PMU2 Favorit, que tem um alcance de até 195 km (cerca de 120 milhas) e pode interceptar aeronaves e mísseis balísticos em altitudes entre 10 metros a 27 quilômetros. Este sistema é considerado um dos mais eficazes do mundo e são comparáveis aos sistemas terra-ar Patriot dos EUA.

O Irã recebeu recentemente 29 sistemas russos Tor-M1 para defesa aérea, parte de um contrato de U$ 700 milhões assinado no final de 2005. O sistema S-300 é significativamente superior ao Tor-M1.

FONTE: Ria Novosti

 

O Irã não dialogará com nenhum país que ignore de forma deliberada as “atrocidades cometidas pelo Exército de Israel no Oriente Médio”, assegurou hoje o comandante-chefe das Forças Armadas iranianas, general Hassan Firouzabadi.
Em declarações divulgadas pela imprensa local por causa do dia das Forças Armadas, o oficial afirmou que não se sentarão à mesa “com aqueles que fecham seus ouvidos e tapam seus olhos e preferem falar em nome da entidade sionista”.

Após 30 anos sem laços diplomáticos, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realizou uma série de gestos para tentar empreender um novo capítulo nas relações com o regime dos aiatolás.
Até o momento, a reação do Irã foi cautelosa, mas positiva: exigiu uma mudança essencial na atitude de Washington e uma desculpa pelos “erros cometidos”.
A aproximação de Obama não evitou, no entanto, as ameaças bélicas vertidas por Israel, principal aliado dos EUA na região.
O governo israelense advertiu que planeja lançar um ataque preventivo e cirúrgico contra alvos nucleares iranianos se Teerã não interromper seu polêmico programa de enriquecimento de urânio.
A este respeito, um dos principais comandantes do Exército iraniano, o general Ataollah Salehi, assegurou que seu país está “preparado para responder”

“Houve duras ameaças contra a República Islâmica. Mas o Exército está disposto a dar a resposta adequada”, afirmou Salehi, citado pela agência oficial de notícias local Irna.
O britânico “The Times” publicou este sábado declarações de um “alto comando israelense” nas quais indicava que o Exército de seu país “poderia lançar uma arriscada operação contra alvos nucleares iranianos aos poucos dias que recebesse uma ordem do novo governo”.
De acordo com o “The Times”, as autoridades israelenses consideram que os alvos no Irã podem ser dezenas, incluindo comboios móveis. Entre eles estão Natanz (no leste do país), onde milhares de centrífugas enriquecem urânio, Ispahan (centro) com túneis repletos de 250 toneladas de gás, e Arak (leste), onde o Irã monta um reator de água pesada para produzir plutônio.

“Não faríamos ameaças sem ter os meios para cumprir. Recentemente, tivemos progressos, várias operações de preparação que indicam uma vontade de Israel em atuar”, informou ao jornal uma fonte ligada aos serviços de inteligência.
De acordo com o jornal, a distância de Israel em relação aos alvos no Irã é de aproximadamente 1.300 quilômetros, o que obrigaria o país a utilizar os jatos F-15, F-16, helicópteros e tanques.
“A possibilidade de um ataque israelense ao Irã pode ser comparada ao ataque à usina nuclear de Osirak, perto de Bagdá, em 1981. No ataque, Israel foi bem sucedido e colocou em risco as ambições iraquianas para a fabricação de armas nucleares”, informa o jornal.
No entanto, é pouco provável que Israel execute ataques sem receber ao menos uma aprovação tácita do governo dos Estados Unidos, que acaba de adotar um tom mais conciliador com Teerã, informou a mesma fonte.
Israel, considerado a única potência nuclear no Oriente Médio, tem o Irã como seu principal inimigo e acusa o país de desenvolver um programa nuclear com fins militares, o que Teerã nega.

FONTE: Folha Online/EFE

 

O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu a apresentação formal de 43 oficiais-generais recém-promovidos das três Forças Armadas.

O evento, realizado no Palácio do Buriti, em Brasília, teve a presença do Vice-Presidente José Alencar, do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, General-de-Exército Jorge Armando Felix, e dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Entre os promovidos, sete dos oficiais-generais são da Marinha, 22 do Exército e 14 da Aeronáutica. Em palavras dirigidas especialmente a eles, o Ministro da Defesa parabenizou pela elevação de patentes.

“O Presidente da República cumprimenta a todos e sabe o rigor das avaliações a que os senhores foram submetidos para chegar à promoção”, disse.

Além disso, o Ministro demonstrou gratidão pelo apoio dos Comandantes na implementação da Estratégia Nacional de Defesa. “Agradeço aos Comandantes das Três Forças, meus amigos e principais interlocutores para inclusão dos assuntos de defesa na agenda nacional”, considerou.

O Ministro acrescentou que, acompanhando o Presidente da República, esteve na LAAD (maior feira de defesa da América Latina, neste ano realizada no Rio de Janeiro) e que ficou bastante satisfeito com o que observou. “Voltei entusiasmado com os avanços tecnológicos das três Forças”, disse.

Veja abaixo os nomes dos Oficiais-Generais apresentados ao Presidente Lula

Marinha

Vice-Almirante Carlos Alfredo Vicente Leitão
Vice-Almirante Indalécio Catilho Villa Alvarez

Contra-Almirante Nélio de Almeida
Contra-Almirante Hélio Mourinho Garcia Junior
Contra-Almirante José Luiz Ribeiro Filho
Contra-Almirante Paulo Martino Zuccaro
Contra-Almirante Sérgio Pereira

Exército

General-de-Exército Rui Monarca da Silveira
General-de-Exército Renato Joaquim Ferrarezi

General-de-Divisão José Ricardo Kümmel
General-de-Divisão Carlos Henrique de Carvalho Primo
General-de-Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz
General-de-Divisão Ilídio Gaspar Filho
General-de-Divisão Sério Westphalen Etchegoyen
General-de-Divisão Antônio Sérgio Geromel
General-de-Divisão João Ricardo Maciel Monteiro Evangelho
General-de-Divisão Mário Matheus de Paula Madureira

General-de-Brigada Paulo César Souza de Miranda
General-de-Brigada Mario Antônio Ramos Antunes
General-de-Brigada Sérgio José Pereira
General-de-Brigada José Caixeta Ribeiro
General-de-Brigada Roberto Severo Ramos
General-de-Brigada Manoel Lopes de Lima Neto
General-de-Brigada Roberto Jungthon
General-de-Brigada José Eustáquio Nogueira Guimarães
General-de-Brigada Carmo Antônio Russo
General-de-Brigada Artur Costa Moura
General-de-Brigada Rodrigo Balloussier Ratton
General-de-Brigada Ubiratan de Salles

Aeronáutica

Tenente-Brigadeiro-do-Ar Aprígio Eduardo de Moura Azevedo
Tenente-Brigadeiro-do-Ar Antônio Gomes Leite Filho

Major-Brigadeiro-Médico José Antonio Monteiro
Major-Brigadeiro-do-Ar Dirceu Tondolo Nôro
Major-Brigadeiro-do-Ar Flávio dos Santos Chaves
Major-Brigadeiro-do-Ar José Roberto Machado e Silva

Brigadeiro-de-Infantaria Nielson Campos de Souza
Brigadeiro-do-Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira
Brigadeiro-do-Ar Oswaldo Machado Carlos de Souza
Brigadeiro-do-Ar Roverson William MIlker Figueiredo
Brigadeiro-do-Ar José Roberto de Mattos
Brigadeiro-do-Ar Jefferson Domingues de Freitas
Brigadeiro-do-Ar Paulo Érico Santos de Oliveira
Brigadeiro-Médico Álvaro Barde Bezerra

Fonte: CECOMSAER 16/04/09

 

19 de Abril, Dia do Exército Brasileiro

Passados 361 anos do nascimento do Exército Brasileiro, encontramo-nos novamente perfilados para, uma vez mais, reverenciar atos heróicos de brasileiros que, em 1648, nos Montes Guararapes, reagiram à ocupação estrangeira. Coragem e sangue, audácia e determinação conduziram irmãos de três raças a alcançar a vitória sobre o invasor com o mesmo sentimento de brasilidade que até hoje tem aracterizado toda a história de nosso Exército.
Ao longo desses séculos, consolidando a Independência, pacificando províncias, defendendo o território, fortalecendo a república e lutando pelos ideais de liberdade em solo europeu, a gente de nossa terra envergou a farda que tanto nos honra para, sob o manto dessa “segunda pele que adere à alma”, fazer do Brasil o país forte e soberano onde hoje vivemos. Cultuar-lhes a memória é continuar-lhes os feitos. Embora nos felicitemos por identificar hoje apenas nações amigas em
nosso entorno estratégico, o Exército Brasileiro, como força armada, permanece esteio e segurança de nossos cidadãos e, além disso, presta solidariedade a outros povos com uma ativa participação em operações de paz. A observância da destinação constitucional, o apego à legalidade, a elevada motivação e o acendrado compromisso com a Pátria permanecem inalterados na Instituição, a despeito de dificuldades de diferentes naturezas.
Nos dias atuais, em que a Estratégia Nacional de Defesa reconhece a imperiosa necessidade de o Estado Brasileiro dar maior atenção à sua defesa, projetos de grande envergadura norteiam a evolução da Força Terrestre. Amazônia Protegida, Mobilidade Estratégica e Combatente Brasileiro do Futuro, entre outros, são projetos que têm por objetivo dotar a Instituição das capacidades que a Nação requer e que você, Soldado Brasileiro, deseja de longa data. Trabalhemos todos por dar-lhes consecução.
A nossa Força supera obstáculos, conquista objetivos e mantém-se em estado de prontidão graças, principalmente, ao valor de sua gente. Olhar altivo, vontade inquebrantável, culto à verdade, ética, disciplina e intenso amor pelo Brasil são marcas da alma verde-oliva. O Exército é credor da confiança e do respeito da sociedade a que serve. Jamais abriremos mão dessa conquista. Somos, realmente, “da Pátria a guarda, fiéis soldados, por ela amados”. Homenagear o Exército Brasileiro no dia de seu aniversário é cumprimentar você, homem e mulher, fardado e civil, da ativa e da reserva por uma vida de renúncia e dedicação integral ao serviço da Pátria.
Fomos, somos e seremos sempre pelo Brasil, acima de tudo!

General-de-Exército Enzo Martins Peri
Comandante do Exército

 

Croácia e Albânia entram para a OTAN

No inicío do mês de Abril a Albania e a Croácia juntaram-se à OTAN. Durante uma cerimônia ocorrida no dia 7 em Bruxelas a bandeira destes dois países foi hasteada na presença do primeiro ministro albanês e do primeiro ministro croata. Agora a OTAN possui 28 membros.

 

O legionário brasileiro acusado de matar quatro pessoas no Chade, no último dia 7 de abril, foi indiciado nesta sexta-feira, na França, “por homicídios dolosos (com a intenção de matar), sendo dois deles agravados por premeditação”, e teve sua prisão preventiva decretada pelo Tribunal das Forças Armadas de Paris, segundo afirmou à BBC Brasil o procurador Jacques Baillet.
Josafá de Moura Pereira também foi indiciado por desvio de armas e de munição do Exército francês. As acusações de homicídio com premeditação se referem aos dois membros da Legião Estrangeira que teriam sido mortos pelo brasileiro.
As outras duas vítimas são um soldado togolês da missão da ONU no Chade e um camponês chadiano. Pereira foi preso em Abéché, no leste do país, na quinta-feira da semana passada.
O brasileiro desembarcou em Paris no final desta tarde (às 12h30 em Brasília), no aeroporto Charles de Gaulle, a bordo um avião militar francês, e foi imediatamente escoltado ao Tribunal das Forças Armadas de Paris.
“O legionário não negou as acusações, mas não quis se expressar sobre a questão nas audiências no tribunal. Sua atitude foi retraída e ele demonstrou estar cansado”, disse o procurador.
“Ele disse que irá se explicar depois sobre as acusações que lhe são imputadas, em condições mais favoráveis”, afirmou Baillet.

Prisão perpétua

Pereira será julgado segundo a legislação penal francesa, já que o Tribunal das Forças Armadas de Paris, que tem competência para julgar crimes cometidos por militares franceses no exterior, é, na realidade, uma corte civil.
O único juiz militar desse tribunal é o encarregado de recolher as provas do processo, tanto da acusação quanto da defesa.
O advogado de Pereira, Eric Morain, poderá entrar com um pedido de liberdade a qualquer momento do processo. O legionário foi levado na noite desta sexta para o presídio da Santé, em Paris.
Ainda não há uma data prevista para a realização do julgamento. O brasileiro pode ser condenado à prisão perpétua na França, afirma Baillet.

Procedimentos

Inúmeros procedimentos jurídicos devem realizados até o julgamento. O juiz irá solicitar, por exemplo, uma avaliação psiquiátrica, um exame médico-psicológico, uma investigação sobre a personalidade do brasileiro, além de elementos sobre sua situação profissional na Legião Estrangeira, afirma o procurador.
Na próxima semana, Pereira será novamente ouvido pelo juiz encarregado de recolher as provas do processo.
Nesta sexta, Pereira passou mais de cinco horas no Tribunal das Forças Armadas de Paris, onde compareceu a várias audiências, com o auxílio de um tradutor. Ele se reuniu também com seu advogado.

FONTE: BBC – Daniela Fernandes
FOTO: Specwar

 
Página 3 de 812345...Última »