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Irã testa míssil com alcance de 2000 km

Artefato é capaz de atingir Israel e bases norte-americanas no Golfo

missil Sejil 2O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o país testou com sucesso nesta quarta-feira, 20, um um míssil terra-terra com alcance de cerca de 2.000 km, capaz de atingir o Estado de Israel, bases dos Estados Unidos no golfo Pérsico e alguns países do sudeste da Europa.

“O míssil Sejil 2, que possui uma avançada tecnologia, foi lançado hoje… e caiu exatamente no alvo”, disse Ahmadinejad durante uma visita à província de Semnan, norte do país, que a Irna informou ter sido o local do lançamento.

O anúncio deve aumentar as preocupações no Ocidente sobre as ambições militares do Irã, já que foi feito dois dias após o presidente dos EUA, Barack Obama, assegurar que está pronto para buscar sanções internacional mais duras contra Teerã se o regime rechaçar as tentativas de negociações para encerrar seu programa nuclear. Os Estados Unidos e seus aliados suspeitam que a república islâmica esteja tentando fabricar armas nucleares. Teerã nega a acusação.

Segundo Ahmadinejad, o novo foguete ainda é capaz de chegar ao espaço. “Hoje, a República Islâmica conseguiu um novo marco no que diz respeito à fabricação de foguetes. É um novo e grande êxito da Organização Aeroespacial Nacional”, afirmou o governante durante um comício na cidade de Semman. Segundo Ahmadinejad, o foguete possui duas cápsulas capazes de atravessar a atmosfera e entrar em órbita graças ao fato de ser alimentado com “combustível sólido”. “Este combustível o torna mais potente. Primeiro é lançado, e antes de atravessar a atmosfera perde uma de suas partes, enquanto a outra alcança o ponto aonde tem de chegar”, explicou Ahmadinejad.

O Irã colocou em órbita seu primeiro satélite de comunicações de fabricação integralmente nacional em fevereiro, fato que disparou o alarme sobre os avanços obtidos em seu programa de mísseis balísticos. A comunidade internacional, com os Estados Unidos, Israel e as principais potências europeias na liderança, temem que o regime de Teerã esconda, sob seu programa nuclear civil, um suposto projeto militar destinado a dotar estes mísseis com ogivas nucleares.

O Irã informou em novembro ter testado um míssil Sejil, descrevendo-o como uma nova geração de mísseis terra-terra (lançados da terra contra alvos em terra ou no mar). Teerã disse estar pronta para se defender contra qualquer agressor. Washington disse na época que o teste destacou a necessidade de um sistema de defesa de mísseis que os norte-americanos pretendem instalar na Polônia e na República Tcheca para conter ameaças do que classificam de “Estados nocivos”.

FONTE: Estadao.com

 

Decisão Tática (1)

Você é o comandante da 1ªCiaFuzNav do 3ºBtlInfFuzNav. Seu batalhão está executando uma operação de Manutenção da Paz, próximo à localidade de SATURNO, no país AMARELO.

A facção armada do Movimento para Libertação de Amarelo (MLA) está desenvolvendo ações nesta região com o propósito de intimidar a população e evitar que a mesma vote nas próximas eleições.

O Terreno é montanhoso e com vegetação densa em todas as suas encostas. As estradas estão em péssimas condições devido às fortes chuvas, o que tem restringido sua trafegabilidade em vários pontos e as tem tornado susceptíveis a emboscadas. A movimentação de veículos está restrita às estradas. Tropas a pé podem se movimentar por qualquer parte, contudo tem-se notícia do lançamento indiscriminado de minas terrestres o que torna o movimento fora das estradas perigoso e lento. SATURNO está localizada em um terreno plano grande o suficiente para comportar uma Zona de Desembarque de grandes dimensões.

A tarefa do 3ºBtlInfFuzNav é criar um ambiente seguro e estável para a realização das eleições. Hoje é dia 12 de dezembro, quinta-feira, as eleições estão previstas para o dia 15 de dezembro, domingo. Suas patrulhas levantaram informes de que o MLA está planejando um ataque à localidade de SATURNO, no dia da eleição. Helicópteros do Governo trarão os malotes que serão distribuídos por toda a cidade. Após o Sr. ter transmitido este informe para o seu Comandante de Batalhão, este o chamou à fonia e ordenou que fosse desencadeada uma operação para defender a localidade de SATURNO e as estradas que demandam a cidade vindas de Oeste. O Sr recebeu então a seguinte missão: Defender a localidade SATURNO e às estradas da região a fim de evitar a interferência do MLA nas eleições.

O S-2 transmitiu, então, alguns informes adicionais: o efetivo do MLA na região é de 100 a 150 militares, equipados com armas portáteis, morteiros 81mm e armas antiaéreas. Existem posições de morteiros no PCot 307. Apesar de não haver informes de movimento inimigo na região, é provável que continuem a juntar forças próximo aos PCot 307 e 425 e à sudoeste da cidade.

Apresente sua idéia de manobra. Lembre-se que os conceitos de GUERRA DE MANOBRA, são ferramentas valiosas no planejamento em todos os níveis. Faça o inimigo perder a vontade de lutar, provoque fricção, paralise seu ciclo OODA, manobre!

Nota do Blog: Esse é o primeiro de uma serie de jogos táticos a ser publicado no Blog, e de acordo com o interesse dos leitores podemos publicar outros. O autor do post não tem a mínima idéia da solução desses problemas, mas aqueles que tiverem experiência pratica ou quiserem arriscar uma solução, é só participar.

Esse problema foi publicado no periódico Ancoras e Fuzis do Corpo de Fuzileiros que através dessa e outras iniciativas estimula seus homens a apresentar soluções criativas, provocando o debate dessas soluções, que muitas vezes são até simuladas na “caixa de areia” das unidades que participam.

 

Sete anos de Timor Leste

Um país que nasceu com a ajuda das FAs brasileiras

timor

Em 20 de maio de 2002, o Timor-Leste tornou-se uma nação independente. A República Democrática de Timor-Leste é um dos países mais jovens do mundo.

Anexada pela Indonésia em 1975, essa antiga colônia portuguesa lutou contra o domínio de Jacarta até 1999, quando num referendo a esmagadora maioria da população escolheu a independência em vez da autonomia proposta pelo governo indonésio.

Foi administrado por um representante do secretário-geral da ONU, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, até 20 de Maio de 2002, dia em que os eleitos locais assumiram a independência administrativa, constituindo-se formalmente o mais novo país do mundo.

FONTE: FAB

 

A missão militar brasileira na Guiné-Bissau começa a operar já no segundo semestre deste ano e vai a reforma do Exército do país, garantiu o ministro da Defesa do Brasil, que começa na próxima segunda-feira um périplo por África.

Em Luanda, nos dias 27 e 28 de Maio, Nelson Jobim participará na reunião dos ministros da Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que terá a situação da Guiné-Bissau como um dos temas centrais.

Segundo Jobim, o Brasil vai enviar a Bissau nos próximos trinta dias um grupo de engenheiros para preparar o local onde funcionará a missão militar brasileira.

“É preciso mudar a estrutura de guerrilha que há ainda na cabeça dos militares guineenses”, afirmou Jobim, durante uma conferência de imprensa na terça-feira com os correspondentes estrangeiros em Brasília.

O ministro reforçou também que o Brasil vai ajudar na formação de uma força de paz para a União Africana, juntamente com Moçambique.

Questionado sobre a possibilidade de o Brasil vir a integrar eventuais tropas das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Jobim foi enfático.

“Todas as possibilidades em relação a uma ajuda à África estão abertas. Mas não participamos em operações de intervenção para fazer a paz, mas sim para manter a paz, como é o caso do Haiti”, frisou o ministro.

Nos Estados Unidos, onde cumpre uma agenda cheia de hoje até sexta-feira, Jobim vai salientar no Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas (DPKO) o desejo de o Brasil participar em missões internacionais, desde que o enfoque seja a manutenção da paz.

O ministro volta ao Brasil no domingo e já na segunda-feira parte para Praia, de onde seguirá com sua homóloga cabo-verdiana, Cristina Fontes Lima, para Luanda.

Após a XI Reunião dos ministros da Defesa da CPLP, Jobim visitará o Congo e a Namíbia, países com os quais também abordará a necessidade de uma visão concertada entre africanos e sul-americanos em relação ao Atlântico Sul.

Em Janeiro último, a Namíbia tornou-se no primeiro país a adquirir e receber navios de guerra fabricado no Brasil com a incorporação do navio patrulha Brendan Sinbwaye, construído pela Indústria Naval do Ceará (Inace).

Fora da América do Sul, a Namíbia é o país com o mais significativo programa de intercâmbio militar com o Brasil, que ajudou os namibianos a montarem a sua Marinha.

Após a venda do Brendan Sinbwaye, vários países, nomeadamente africanos, demonstraram interesse em encomendar navios ao Inace, de acordo com a empresa.

FONTE: Agência AngolaPress

 

Um cabo das Forças Armadas foi preso no domingo (17) por suspeita de ter envolvimento no roubo de sete fuzis de um batalhão do Exército em Caçapava (116 km de São Paulo) no dia 8 de março deste ano.
Segundo informações do Exército, o cabo –que não teve o nome divulgado– foi preso após ser citado por outro suspeito detido no sábado (16) em São José dos Campos (97 km de São Paulo). Desde a prisão, o cabo permanece detido no 6º Batalhão de Infantaria Leve, o mesmo de onde as armas foram roubadas.
Na semana passada, a Polícia Civil recuperou um dos sete fuzis roubados do batalhão. A arma estava enterrada em um terreno baldio em Caraguatatuba. A polícia chegou até o local após receber uma denúncia anônima de que um homem teria sido visto enterrando um objeto no local.
Apenas um dos fuzis roubados ainda não foi localizado. Os outros foram encontrados nas cidades de Jambeiro (a 120 km de SP) e São José dos Campos (97 km de SP).

Roubo

No dia 8 de março deste ano, um grupo de assaltantes invadiu dois postos de sentinela do batalhão e levou as armas.
Para recuperar as armas, o Exército chegou a montar a Operação Ypiranga. Cerca de 700 homens se dividiram entre buscas nas cidades vizinhas de Caçapava, Taubaté e na região sul de São José dos Campos por um mês. Nenhum fuzil foi localizado durante a operação.
O resultado da operação foi o pânico nos moradores e uma investigação do Ministério Público Federal em São José dos Campos enviou um ofício ao Comando Militar do Sudeste pedindo informações sobre a operação.
A Procuradoria questionava supostos abusos na operação, que teriam sido divulgados em veículos de comunicação. De acordo com o órgão, moradores das regiões ocupadas pelo Exército estariam sendo obrigados a obedecer um toque de recolher, sob o risco de sofrer agressões físicas.
O Exército não fala sobre a investigação que levou à recuperação dos fuzis alegando que o caso está sob segredo de Justiça.

FONTE: Folha Online

 

Segundo a agência de notícias Reuters, citando o chefe comprador de armas do Pentágono, Ashton Carter, o Programa de modernização Future Combat Systems (FCS) do Exército dos EUA, de US$ 160 bilhões, está sendo completamente encerrado, se juntando ao segmento de US$ 87 bilhões em veículos terrestres tripulados, cuja interrupção foi anteriormente anunciada pelo Secretário da Defesa Robert D. Gates. O Exército pode emitir a ordem de “parar o trabalho” aos integrantes do programa, ainda esta semana.

 

Essa é a opinião  do General Conway, atual comandante do USMC. Segundo ele, cada Marine custa US$ 20 mil dólares a menos que os membros das outras Forças americanas.

 

Algumas Lições às Frações

O Calor intenso existente na selva aumenta a exaustão. A umidade relativa acima de 90% provoca sudorese intensa e aproxima o combatente da desidratação. A vegetação, nem sempre permeável, torna-se freqüentemente um obstáculo que dificulta a progressão e obriga a sucessivos desvios. A velocidade dos deslocamentos é diminuida pelo terreno acidentado. Como se não bastasse, o constante encontro com a água, seja proveniente da chuva ou dos próprios cursos d’água, produz violento efeito nos equipamentos e no moral, além de elevar a grande probabilidade de se adquirir doenças fúngicas e bacterianas que se alastram em função dos fatores associados ao meio. No entanto, este ambiente operacional complexo pode ser um elemento favorável ao combatente com conhecimento técnico específico.

Este combatente deve encarar sua condição física como requisito fundamental. Sua total adaptação ao meio diminuirá a probabilidade de ocorrência dos efeitos fisiológicos do calor, como as cãibras e a exaustão. O conhecimento e a manutenção da higiene pessoal compatível com o ambiente serão indispensáveis à prontidão para o combate. Boas dicas são: o excessivo cuidado com os pés; a limpeza e desinfecção imediata de feridas geradas por cortes, espinhos e insetos a fim de evitar as inflamações; o asseio constante do corpo para evitar os fungos e bactérias; e a ingestão de água ocorrendo nas refeições e durante a noite, reduzindo a perda líquida pelo suor excessivo. São pequenos cuidados gerando enormes benefícios.

Deslocamentos noturnos são extremamente lentos e somente executados em extrema necessidade, pois a velocidade cai para uma média de 200 a 300 metros por hora. Além disso, a obtenção de posições com o uso do GPS é freqüentemente prejudicada pela
densidade da vegetação que dificulta a captação dos sinais dos satélites
.

Os equipamentos também merecem cuidados e atenção especiais. A alta umidade gera necessidade da manutenção constante dos armamentos para evitar a oxidação. Para
reduzir o desgaste, a carga individual deve ser o mais leve possível. No entanto, a dificuldade de executar o ressuprimento pode aumentá-la. O fardamento deve ser de secagem rápida e estar limpo.

Equipamentos Rádio sofrem grandes variações de desempenho, principalmente em alcance. Óticos e optrônicos tem a eficiência diminuída pela restrição de visibilidade e observação além de estarem altamente sujeitos à presença de fungos nas lentes.

Agentes biológicos e químicos são eficientes no interior da selva onde o entrelaçamento das copas aumenta sua persistência.

É fato que algumas destas lições são detalhes. Talvez um destes detalhes seja necessário para a sobrevivência em combate.

Podemos salientar que, neste cenário onde a descentralização das ações é grande e as pequenas frações têm elevada importância, saber manter as condições de combate de seus
homens e equipamentos, mesmo diante dos maiores óbices é o segredo para tornar a inimiga Selva sua maior aliada.

Fonte: Âncoras e Fuzis/Batalhão de Operações Ribeirinhas do Corpo de Fuzileiros Navais

 

Rebeldes admitem derrota no Sri Lanka

O grupo separatista que desde 1983 trava uma guerra civil no Sri Lanka para tentar conquistar um Estado independente para a minoria tâmil (18% da população) admitiu ontem ter sido derrotado pelo governo do país e ofereceu entregar suas armas se os militares suspendessem os ataques.

Os Tigres Tâmeis, que chegaram a controlar boa parte da região norte do país, inclusive com a presença de um sistema judicial, vinham sendo encurralados pelo governo. Já haviam perdido qualquer saída para o mar e, no sábado, estavam confinados a uma área de cerca de 3 km2.

As forças militares do Sri Lanka, no entanto, rejeitaram a oferta de cessar-fogo, afirmando que os milhares de civis -entre 30 mil e 80 mil pessoas, segundo estimativas da ONU- que estariam confinados na área de conflito até a véspera haviam sido resgatados, não havendo razão para interromper o ataque aos rebeldes.

Além disso, segundo o governo, os rebeldes não interromperam os ataques, apesar da oferta feita por meio de uma página oficial na internet de apoio ao grupo.

“Essa batalha chegou ao seu amargo final”, dizia a nota dos Tigres Tâmeis. “É o nosso povo que está morrendo, vítima das bombas, granadas, doenças e da fome. Temos apenas um último recurso -retirar a última frágil desculpa do inimigo para assassinar nosso povo. Decidimos silenciar nossas armas.”
O ministro das Comunicações do país, Anura Yapa, respondeu prometendo manter a ofensiva. “Queremos livrar este país desses terroristas.”

Segundo o governo, homens-bomba tâmeis deflagraram ataques suicidas às tropas do país ontem, mesmo depois da oferta de deposição das armas.

Ainda de acordo com as autoridades locais, um grupo de 70 rebeldes que tentava fugir de barco atravessando um lago ao norte do país foi interceptado e morto.

Vítimas civis

Grupos de direitos humanos responsabilizam rebeldes e governo por um “banho de sangue” na população civil tâmil após a escalada dos conflitos nos últimos meses.

A maior parte dos mais de 20 mil mortos civis desde janeiro, dizem grupos de ajuda humanitária no local, foram vítimas de ataques aéreos dos militares.

Ao mesmo tempo, eles acusam os rebeldes de manter civis à força dentro de seu cada vez mais diminuto território.

As acusações não impediram o governo local e integrantes da maioria cingalesa (74% do total) de comemorarem a derrota dos Tigres Tâmeis.

Anúncio oficial

É Esperada para amanhã uma declaração oficial do fim da guerra -que teve idas e vindas, e acenos de acordos de paz, desde os anos 80- pelo presidente cingalês, Mahinda Rajapaksa, em rede nacional de TV.
Ao chegar ao país de uma viagem à Jordânia, ontem, Rajapaksa foi saudado no aeroporto por ministros e representantes religiosos budistas, católicos, hindus e muçulmanos.

Na capital do país, Colombo, milhares de pessoas foram às ruas comemorar a admissão de derrota dos Tigres Tâmeis.

O destino dos líderes do grupo rebelde permanecia incerto ontem. Um integrante do Exército que não quis se identificar publicamente disse a agências de notícias internacionais que o principal líder do grupo separatista, Velupillai Prabhakaran, poderia ser um dos rebeldes que cometeram suicídio ontem ao serem cercados.

Segundo esse mesmo militar, os corpos ainda estavam sendo identificados.

FONTE: Folha de São Paulo

 

Os HMMWV poloneses

A Polônia adquiriu 219 unidades de vários modelos do HMMWV com recursos provenientes de ajuda militar fornecida pelos EUA. Nas fotos algumas dessas unidades operando com morteiros de 120mm.

 
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