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No dia 8 de maio, em uma ação conjunta das polícias Civil e Federal e do Exército resultou na localização de quatro fuzis que haviam sido roubados no último dia 8 de março do 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército Brasileiro, situado em Caçapava, a 112 quilômetros da Capital. Das sete armas roubadas do Batalhão, cinco já foram recuperadas.

O cruzamento de escutas telefônicas dos serviços de inteligência das duas polícias envolvidas foi combinado com outras informações obtidas por meio de investigações, o que culminou no pedido de prisão temporária de E.D.C.J., de 27 anos. Com a pedido de prisão concedido pela Justiça, o rapaz, conhecido como “Matrix”, foi detido na tarde da última quinta-feira (7), em Caraguatatuba, Litoral Norte de São Paulo. A prisão de E. levou a polícia às armas, como contou Marcio Dutra, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 1 (São José dos Campos).

Os fuzis estavam escondidos em um sítio localizado na estrada Júlio de Paula Ribeiro, município de Jambeiro, a 135 quilômetros de São Paulo. “Eles estavam abaixo da terra, em uma tubulação improvisada, feita com galões d’água de 20 litros com gargalos cortados, ligados uns aos outros com fitas adesivas para proteger as armas da umidade”, afirmou Dutra. As armas estavam intactas.

Apreensão do primeiro fuzil

Por volta das 21h40, policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), recuperaram um fuzil na praça Marte, Jardim Granja, em São José dos Campos, a 91 quilômetros de São Paulo. A arma faz parte do arsenal do Sexto Batalhão de Infantaria de Caçapava, roubado no último dia 08 de março.

Depois de investigações, a polícia descobriu que o fuzil estava escondido em uma casa. Apenas a mulher C.D.S., estava na residência. A arma foi encontrada no interior de uma churrasqueira.
A mulher foi indiciada por porte ou posse ilegal de arma de uso restrito, e afirmou que o fuzil havia sido deixado em sua casa por um ex-marido de sua irmã.

O roubo

O 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército Brasileiro, localizado na rua José Bonifácio, em Caçapava, foi assaltado no último dia 8 de março, por volta das 23h40. Segundo testemunhas, cinco pessoas participaram do crime.

Os assaltantes entraram no Batalhão armados com pistolas e revólveres, cortando o alambrado dos fundos do quartel. Eles renderam um militar com uma coronhada e pegaram sua arma, um fuzil 762. Em seguida, entraram no alojamento, renderam seis militares, dando uma outra coronhada em um deles e pegaram mais seis fuzis do mesmo calibre. Os bandidos saíram pelos fundos do local, passando pelo mato.

Ao todo foram roubados sete fuzis, calibre 762 mm, todos com carregadores, num total de 140 cartuchos do mesmo calibre. Cinco das armas estavam com baioneta,suspensório e cinto com porta carregador.

FONTE: Assessoria de Imprensa da SSP

 

O ministro da Defesa, Nelson jobim, disse ontem no Rio que deverá apresentar até julho uma proposta para a criação de um estatuto jurídico especial para o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em situações de crise. Na prática, a legislação regularia o uso de tropas federais em ações urbanas de segurança pública. O ministro quer evitar que militares sejam processados pelo resultado de ações em áreas conflagradas diante do vácuo jurídico sobre o tema.

“Precisamos ter um estatuto jurídico próprio para não reproduzir os problemas jurídicos que surgiram contra soldados e sargentos que atuaram na operação em favelas do Rio entre 1994 e 1995″, disse o ministro, em entrevista após a cerimônia militar do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial. jobim se referiu à Operação Rio, que levou homens do Exército a favelas diante de uma escalada de violência. A operação, que terminou sem resultados significativos, foi autorizada pelo então presidente Itamar Franco, mas gerou processos individuais na Justiça comum movidos por supostos prejudicados pela ação de soldados, sargentos e oficiais de baixa patente.

Jobim informou que trabalha na redação para o estatuto especial e pretende discuti-lo no governo até o fim do semestre para levar o tema a debate nas comissões de Defesa e Relações Exteriores do Senado e da Câmara dos Deputados. Ele não informou, no entanto, se a regulamentação poderá ser feita por projeto de lei ou emenda constitucional. “Espero ter um desenho inicial para fazer um debate com a sociedade em julho”, disse o ministro. “Seria retirar a disciplina jurídica do direito comum para uma regra especial.”

Haiti

Durante a cerimônia no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra, na zona sul do Rio, Jobim condecorou autoridades do Haiti, onde o Brasil lidera a força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2004, a um custo anual de cerca de R$ 130 milhões. Anteontem, numa palestra no Clube Militar, o ministro havia elogiado os resultados da missão brasileira naquele país, que conseguiu enfraquecer gangues que dominavam favelas de Porto Príncipe. “No Haiti, demonstramos que temos expertise em ações em áreas urbanas”, afirmou.

Ontem, o ministro disse que não há plano para usar as Forças Armadas na pacificação de áreas violentas do Brasil, como as favelas do Rio, mas defendeu que o instrumento jurídico para essa possibilidade seja firmado. “Essa é uma decisão do presidente da República”, afirmou, indicando que não haverá alteração dos pressupostos que permitem a intervenção federal nos Estados com o envio de tropas federais. Seria uma legislação específica para a atuação, depois desse primeiro passo já estabelecido na Constituição.

O ministro é contra o emprego prolongado das Forças Armadas sem um respaldo jurídico além da Lei Complementar 117, de 2004, que regula as condições de emprego das Forças Armadas mas é vaga sobre as atribuições nas ações. O estatuto especial seria uma forma de dar mais tranquilidade aos militares nesse tipo de ação, como a convocada para dar segurança à campanha eleitoral no Rio no ano passado.

FONTE: O Estado de São Paulo

 

Dia da Vitória em Curitiba

O Dia da Vitória (8 de maio) foi comemorado em Curitiba, com uma solenidade em frente à Casa do Expedicionário, no Alto da XV, às 9 horas, junto à Praça do Expedicionário. E para lembrar este capítulo épico das nossas Forças Expedicionárias, nada melhor do que um mergulho no passado, através de uma “visita” ao Museu do Expedicionário.
Nele é possível ver cenas da rendição da 148a. Divisão de Infantaria alemã, armas, uniformes e equipamentos da época, tudo muito bem conservado. Inclusive o avião P-47D Thunderbolt, no qual o então 1o. tenente Alberto Martins Torres completou 100 missões bem sucedidas. O normal entre os pilotos norte-americanos era cumprir 35 missões e voltar para casa. Os pilotos brasileiros tiveram de ficar até o fim do conflito. Nem todos sobreviveram.
Relembrar estes feitos, mais do que exaltar nossa participação no conflito, é tentar impedir que tal loucura torne a acontecer.

TEXTO e FOTOS
: Juliano Oliveira / COLABOROU: João Adaime

 

A paz conquistada após o término da Primeira Guerra Mundial foi efêmera, pois os resquícios desse embate combinado com profundas transformações ideológicas, políticas e econômicas ocorridas a nível mundial levariam nossa civilização a um conflito de dimensões globais e catastróficas, capaz de vitimar cerca de 50 milhões de pessoas.

Dentro desse contexto que precede a Segunda Guerra Mundial (1917-1939), podemos elencar alguns fatores que fecundaram o embrião da barbárie: o orgulho ferido dos alemães após a assinatura do espoliativo acordo conhecido como Tratado de Versalhes; a insatisfação italiana com os territórios adquiridos; a Revolução Russa e a expansão dos ideais comunistas; a crise no sistema capitalista mundial e o surgimento de doutrinas totalitárias, como o nazismo na Alemanha, o Fascismo na Itália e o Imperialismo japonês.

Em 09 de agosto de 1943 é criada a Força Expedicionária Brasileira, visando representar nosso país na guerra contra as Potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), consolidando a declaração de guerra formalizada pelo governo Vargas, motivada pelos covardes ataques alemães a navios da Marinha Mercante brasileira. Nos campos de batalha da Itália, cerca de 25.000 homens enfrentaram toda sorte de dificuldades, como o adestramento diminuto, armamentos precários, a falta de experiência em oposição a um inimigo calejado de batalhas, um terreno adverso e severas condições climáticas. A coragem, a fibra, o grande poder de adaptação e a ausência de choques raciais internos em um efetivo tão miscigenado surpreenderam o inimigo e as forças aliadas, atributos estes, forjados no calor das batalhas, como Monte Castello, Castelnuovo, Montese, Collecchio e Fornovo, que proporcionaram um misto de alegria pelas vitórias, coroadas com a captura de uma divisão alemã completa, com mais de 15.000 inimigos, e de tristeza, pelas 465 vidas ceifadas.

O dia 8 de maio faz alusão a vitória dos países aliados, obtida na Europa, em 1945. Vitória contra a intolerância, contra a opressão, contra o totalitarismo escravista e a discriminação racial. Vitória da liberdade, da democracia e da paz, conquistada e embebida em sangue de bravos brasileiros, que defenderam nossa honra e soberania com sua coragem, seus valores e seu patriotismo. Nosso respeito e eterna gratidão aos que nos deixaram e parabéns aos nossos pracinhas, filhos desta Pátria e que a ela entregaram em sacrifício seu bem mais precioso: a própria vida.

FONTE: http://www.anvfeb.com.br/ AUTOR: Sgt Alberto Luciano Cardoso da Rosa, licenciado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso

 

Canção do Expedicionário

Executada pela Banda do CAvEx (Comando de Aviação do Exército), durante as comemorações pelos 21 anos de recriação da Aviação do Exército (AvEx).

Abaixo, segue a letra:

Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Refrão

Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Refrão

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Refrão

 

Ao defender a Estratégia Nacional de Defesa – apresentada pelo governo federal no final do ano passado -, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) lembrou que um dos objetivos dessa iniciativa é a modernização das Forças Armadas. Ele ressaltou que, “para garantir o seu sucesso, é preciso assegurar que o orçamento do setor não seja contingenciado”. O senador fez essas declarações nesta terça-feira (5), durante debate realizado no Senado com oficiais da Aeronáutica, do Exército e da Marinha.

De acordo com documento apresentado em dezembro pelos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, “o plano [da Estratégia Nacional de Defesa] é focado em ações estratégicas de médio e longo prazo e objetiva modernizar a estrutura nacional de defesa, atuando em três eixos estruturantes: reorganização das Forças Armadas, reestruturação da indústria brasileira de material de defesa e política de composição dos efetivos das Forças Armadas”. Jobim e Unger participaram da elaboração da estratégia, que foi solicitada pela Presidência da República.

Eduardo Azeredo argumentou que, ao evitar o contingenciamento e garantir a liberação de recursos para as Forças Armadas, permite-se que a Estratégia Nacional de Defesa torne-se uma política de Estado, e não apenas uma política de governo, “o que a protegerá no decorrer dos sucessivos governos”.

Tramitação no Congresso

O senador destacou ainda que “a maioria dos atos legais e administrativos da Estratégia Nacional de Defesa terão de ser discutidos e votados no Congresso Nacional, pois, em uma democracia, qualquer iniciativa dessa estatura passa necessariamente pelo Poder Legislativo”.

- E muitos desses itens, evidentemente, serão examinados no âmbito da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional [CRE], da qual sou presidente – observou o senador.

Ao ressaltar que a questão orçamentária das Forças Armadas é uma das principais preocupações da CRE, Eduardo Azeredo lembrou que o colegiado criou, em 2006, a Subcomissão Permanente para Modernização e Reaparelhamento das Forças Armadas – da qual ele foi vice-presidente – e, em 2007, promoveu audiências públicas com representantes da Aeronáutica, do Exército e da Marinha.

FONTE: Agência Senado

 

EAVS para novos militares em Tefé

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Tefé (AM) – No mês de abril, foi realizado o Estágio de Adaptação à Vida na Selva (EAVS) para os militares recém-chegados à guarnição de Tefé. Durante o exercício, os militares receberam instruções sobre animais peçonhentos, tiro de caça, nado com equipamento, técnicas fluviais, obtenção de pescado, água e fogo, doenças tropicais, montagem de rede de selva, comunicações e sobre os alimentos de origem animal e vegetal existentes na região.

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FONTE/FOTO: EB

 

5 de maio – Dia do Expedicionário

É a data em que se registra uma homenagem àqueles que compunham a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e que lutaram na campanha na Itália e na tomada de Monte Castelo, em fevereiro de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

A FEB foi a força militar brasileira de 25.334 homens, constituída inicialmente por uma divisão de infantaria e acabou por abranger todas as forças militares brasileiras que participaram do conflito. Adotou como lema “A cobra está fumando”, em alusão a um discurso de Getúlio Vargas, que em 1940 afirmou ser “mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra”.

FONTE: FAB

 

Representantes de 15 países do continente americano iniciaram hoje em Buenos Aires um exercício de simulação de desdobramento de uma força de paz conjunta disposta pelas Nações Unidas, informaram fontes militares.

O Américas 2009 é um exercício de planejamento e simulação sem desdobramento de tropas no terreno e se desenvolverá durante duas semanas, informou em comunicado o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas da Argentina.

O exercício, do qual participam 200 pessoas, coloca como situação inicial uma suposta ordem do Conselho de Segurança das Nações Unidas de criar e desdobrar uma força multinacional de militares para a manutenção da paz.

Entre os participantes do Américas 2009 estão Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Canadá, Belize, República Dominicana, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras e Peru.

Além disso, participam da simulação conjunta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e a comissão Cascos Blancos, da Argentina.

FONTE: EFE, via G1

 
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