Novos morteiros do Exército Alemão

A empresa alemã Rheinmetall entregará ao Exército Alemão oito veículos Wiesel 2, armados com um morteiro de 120 mm. O valor da compra é de 54 milhões de euros, existindo a opção para mais dois veículos que seriam utilizados em missões de comando e controle.

Os Wiesel 2 são fácilmente aerotransportáveis (podem ser usados os helicópteros pesados CH-53 ou os cargueiros de transporte Transall C-160). Estes veículos dotados de morteiros (alcance de até 8 Km) constituirão um pelotão que será utilizado em apoio as operações no Afeganistão.

FONTE
/ FOTO: Rheinmetall AG

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14 Comentários to “Novos morteiros do Exército Alemão”

  1. Alfredo.Araujo disse:

    Nossa… mto maneiro !!
    Nunca tinha visto nada igual !!

    Só aquela adaptação feia dos M-113 disparando de dentro…

    E nao adianta… 60 anos depois os Panzers continuam tocando terror e ditando as novidades em termos de blindados…

  2. Bosco disse:

    O morteiro sempre foi uma arma barata, simples de operar e fácil de fabricar, já que incorporava baixa tecnologia.
    Sempre haverá lugar para o velho e bom morteiro pesado autorrebocado de 120 mm de carregar pela boca, mas desde a década de 90 tais características estão mudando rapidamente para tornar o morteiro pesado autopropulsado uma arma essencial e de alta tecnologia em vias de substituir os obuseiros de 105 mm com vantagem.
    A união de morteiros de retrocarga com uma torre com capacidade de girar 360° permitindo inclusive o uso como arma de apoio de fogo direto, plataformas estabilizadas permitindo o tiro em movimento, carregadores automáticos, munição guiada, etc, estão elevando o nível da arma a um patamar impensável alguns anos atrás.
    Alguns bons exemplos, além deste do post, são os morteiros NEMO, AMOS, AMS, etc.
    Um abraço a todos.

  3. Vassili disse:

    Bosco,

    Eu considero o sistema AMOS simplesmente fantástico.

    Quanto ao modelo da matéria (alemão), achei o alcance de 8 km pequeno, pois se não estou enganado, o Morteiro de 120mm de alma raiada do EB pode alcançar os 13 km.

    abraços.

  4. Bosco disse:

    Vassili,
    mas é capaz que este também deve ter munição assistida por foguete com alcance de uns 12/13 km.
    Os morteiros de 120 mmm do ocidente costumam ser capazes de usar munição padrão. Os de alma raiada podem usar as munições para morteiros de alma lisa, só o inverso é que não é possível, ou seja, os de alma lisa não calçam munição própria para os morteiros de alma raiada.
    Um abraço.

  5. Igo disse:

    Caro de mais…..

  6. guina disse:

    Achei o preço muito alto, da quase 7 milhões de euros por unidade

    SELVA

  7. Patriota disse:

    é caro demais

  8. RodrigoBR disse:

    Tá aí um bom emprego para os nossos M-113 cansados. Já que existe um projeto de modernização dos mesmos, porque não melhorar um pouco sua proteção blindada e transformar muitos em morteiros autopropulsados utilizando o morteiro de alma raiada nacional de 120mm da IMBEL?

    http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/MORTEIRO.pdf

    Em um ou dois anos poderia ser desenvolvido uma torreta parecida com a do Wiesel 2.

  9. RodrigoBR disse:

    Retificando,

    O morteiro foi desenvolvido pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro(Exército). As diversas munições empregadas pelo morteiro é que são produzidas pela IMBEL.

  10. Jonas Rafael disse:

    Eu ia perguntar, não é normal usarem véículos como “Morteiros autopropulsados” não é? Não me lembro de outrs forças armadas terem algo semelhante. Outra pergunta: qual a vantagem deste para um obuseiro AP? A função não é basicamente a mesma?

  11. RodrigoBR disse:

    Wiesel:

  12. mario disse:

    eu prefiro o nosso equivalente nacional,que chegou até a ser testado pelo exército da Venezuela a um tempo atraz,ele é muito semelhante em tudo ao seu concorrente alemão,mas ele tem 2 vantagems,a primeira é que a sua silhueta é mais baixa,oque dificulta a sua detecção no radar inimigo,e segundo,é que ele pode ser transportado em um C-130,que é simplesmente o cargueiro militar mais popular da atualidade,é uma pena que a sua empresa que o desenvolvia faliu,eu aposto que ele seria um sucesso de vendas,o seu nome é EE-T4 OGUM,vocês devem se lembrar dele.

    http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/Ogum.pdf

    BRASIL ACIMA DE TUDO

  13. Bosco disse:

    Jonas,
    é normal sim. Todas as maiores forças armadas do mundo usam morteiros autopropulsados.
    A maior diferença técnica favorável em relação a um obuseiro AP é o peso, permitindo apoio de fogo da própria infantaria, independente da artilharia.
    Há uma tendência dos morteiros serem montados em uma torreta com capacidade de conteirar 360º e podendo inclusive ser usada no apoio de fogo direto, como um canhão de baixa pressão, contra veículos blindados, bunkers, tropas, etc.
    Desse modo o morteiro passa a ser uma arma altamente flexível.
    Um abraço meu caro.

  14. sah diana disse:

    nssa num é relogio mais é da hora
    mesmo assim nao adianto nada entra aqui continuo sem a resposta pa pesquisa ¬¬’

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