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Mísseis antiaéreos Patriot e uns cem soldados americanos chegarão à Polônia antes do final de 2009, apesar da resistência da Rússia, assegurou o vice-ministro polonês de Defesa, Stanislaw Komorowski, segundo informação dos meios de comunicação poloneses.

Komorowski comunicou que as respectivas conversações com os Estados Unidos avançam conforme o planejado e concluir-se-ão em julho. Já depois disso chegarão ao território polonês entre 100 e 110 soldados americanos e 196 mísseis Patriot. O ministro de Defesa da Polônia, Radoslaw Sikorski, já havia informado, depois do seu encontro com a Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, em fevereiro passado, que os mísseis antiaéreos Patriot seriam instalados em território polonês, independentemente dos planos de Washington de instalar, também, elementos do escudo anti-mísseis na Polônia.

FONTE: espejoaeronautico.com / COLABOROU: Paulo José Cadavid.

 

“Temos que pensar grande”. A frase foi empregada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, para dar o tom das relações do Brasil com os demais países. Em entrevista de uma hora, concedida à Agência Brasil no dia em que o Ministério da Defesa completou dez anos, Jobim disse que o país tem autoridade moral perante a comunidade internacional.

Segundo ele, não há possibilidade de serem exigidas do Brasil, no cenário internacional, posições contrárias a seus interesses, como já ocorreu no passado. “Só fazemos o que nos interessa”, disse Jobim, ressaltando que defesa não é mais assunto exclusivo dos militares, e sim política de governo. “O assunto está na mesa do presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] e do Congresso Nacional.”

Jobim também comentou a operação de resgate dos destroços do avião da Air France, que caiu no Oceano Atlântico há mais de duas semanas. Segundo ele, a operação trouxe ensinamentos para o país. Um deles é a necessidade de uma base naval no Norte do país. “A base naval brasileira hoje é exclusivamente no Rio de Janeiro. Temos que estabelecer uma base no Norte”, considerou.

Leia, a seguir, a primeira parte da entrevista:

Agência Brasil: Como foi a criação do Ministério da Defesa?
Nelson Jobim: Criado em 1999, o Ministério da Defesa teve um início um pouco complicado. Dois personagens foram importantes na criação do ministério, os generais Alberto Cardoso [chefe do Gabinete de Segurança Institucional no governo Fernando Henrique] e Benedito Leonel, que era o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. Com a criação do ministério e de seus comandos, encerrou-se o processo de transição. Do fim do governo Fernando Henrique ao início do governo Lula, começou o processo de consolidação democrática, que se dá pela subordinação dos militares à autoridade civil, princípio estabelecido na criação do Ministério da Defesa, e com a definição das políticas. Um momento importantíssimo de consolidação nesses dez anos foi a aprovação, pelo presidente Lula, do Plano – que levamos um ano elaborando – de Estratégia Nacional de Defesa.

ABr: Quais são as prioridades definidas na Estratégia Nacional de Defesa?
Jobim: São três grandes prioridades: a primeira é reorientar e reorganizar as Forças Armadas; a segunda, privilegiar a indústria nacional de defesa; e a terceira, tratar da questão do efetivo militar, do serviço militar obrigatório. Por decisão política do presidente Lula, adotou-se uma visão diferenciada em relação ao Exército, à Marinha e à Aeronáutica. Nosso problema não são os inimigos – o Brasil não tem inimigos e não tem nenhum problema de fronteira. Estes foram resolvidos até o início do Século 20.

Abr: Então, qual a estratégia para as Forças Armadas?
Jobim: Hoje, a Defesa precisa se capacitar na grande estratégia decisória. Temos dois elementos fundamentais da estratégia: primeiro, um enorme país, com águas jurisdicionais em torno de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, com extensão das 200 milhas para 350 milhas, por meio da fixação da borda externa da plataforma continental brasileira. Com isso, temos um dado real: é impossível a presença do Exército, da Marinha e Aeronáutica em todo o território nacional. Aí, é preciso fazer opções, e a opção básica é monitoramento e controle. O presidente da República fixa na Defesa o monitoramento e o controle como primeiro elemento estratégico para todo o conjunto. Depois, vem a mobilidade, porque leva a presença. São milhares de quilômetros de fronteira, inclusive na Amazônia, onde temos de estar presentes. As prioridades para a Amazônia são presença e monitoramento. No geral, temos o monitoramento, mobilidade e presença. O monitoramento é feito a partir do espaço. Daí a importância do desenvolvimento do Projeto Alcântara [no Maranhão] de lançamento de satélites brasileiros para monitoramento do território e das águas. Não há como enxergar isso, a não ser do espaço, que precisa ser monitorado, com os soldados comunicando-se com suas Forças e as Forças entre si. Daí, uma mudança fundamental prevista na Estratégia Nacional de Defesa, que é o fortalecimento do Ministério da Defesa, com a criação do Estado-Maior Conjunto da Defesa.

ABr: E como vai ser a atuação desse estado-maior da Defesa?
Jobim: Vai fazer a integração das chefias de estado-maior das diversas Forças para sairmos do modelo de ações singulares e passarmos a ações conjuntas. Se o monitoramento é a nossa necessidade, e a mobilidade para a presença é uma condição, a mobilidade tem de ser concedida pela Força Aérea. A ideia é usar os pelotões de fronteira na Amazônia e, no Exército, o módulo brigada, que se compõe de um complexo com capacidade de deslocamento rápido, como temos em Goiânia e no Rio de Janeiro. O trabalho conjunto das Forças é fundamental. A Marinha, pelas suas funções básicas: de monitoramento, de controle, pela projeção de poder e negação do uso do mar. Mas não existiam condições de ter centros de competência nas três Forças. Se tratássemos as três modalidade de forma igual, teríamos mediocridade em cada uma delas. Depois de uma longa discussão, fixamos como prioridade da Marinha – e o presidente aprovou – a negação do uso do mar. Daí a estratégia da Marinha priorizando a negação do uso do mar, combinada com as demais formas.

ABr: Com isso, quais as necessidades que serão colocadas para as Forças Armadas?
Jobim: Se existe necessidade de mobilidade e de ações conjuntas, a Força Aérea precisa de uma estrutura de deslocamento rápido. A aposta do Brasil é no projeto KC 390 da Embraer [Empresa Brasileira de Aeronáutica], um substitutivo do avião C-130, conhecido como Hércules, que tem capacidade para transportar 19 toneladas. Temos um projeto com a França para construção do helicóptero 725. O raciocínio é de desenvolvimento da indústria nacional. Por isso, o helicóptero vai ser feito no Brasil, assim como há um projeto de construção de um submarino. Vamos construir no país os mecanismo de transportes.

ABr: O senhor fez uma redesenho do papel e da atuação das Forças Armadas. Isso implicará aumento de demanda de recursos orçamentários?
Jobim: Temos algumas avaliações sobre os recursos necessários para construção dos submarinos, que vão custar de 6,6 milhões a 6,7 milhões de euros (Nota do Blog: na verdade são bilhões), mas é bom ressaltar que se trata de um projeto de 25 anos. Além do projeto dos helicópteros com financiamento francês, temos o do novo Urutu 3, carro de combate que está sendo desenvolvido pela Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. Tudo isso requer investimento orçamentário, mas não é no orçamento deste ano ou do ano que vem. Estou falando de longo prazo. A questão fundamental é que, até então, as ações e programas eram definidos pelos militares. Eram programas meramente setoriais e não havia comprometimento do governo com eles, uma vez que nós, civis, não queríamos saber de Defesa. Lembro bem disso na Constituinte de 1988: falar em Defesa era falar em perseguição política. Esse tempo já passou, está superado. Agora, o poder civil assume sua função na estrutura de Defesa e, com isso, as ações de defesa deixam de ser setoriais e passam ser programas de governo. Muda inclusiva a visão do problema orçamentário. O presidente da República já assinou o contrato dos helicópteros e do submarino. E assinaremos, em 7 de setembro, com a visita do presidente [Nicolas] Sarkozy, os contratos finais. Estou indo à França na segunda-feira (15) para acertar alguns detalhes.

ABr: Hoje [ontem] o senhor esteve com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, tratando dessa operação do submarino. O que ficou decidido?
Jobim: A aquisição do submarino não depende apenas de recursos orçamentários, é uma operação de financiamento internacional. Tem um PL [projeto de lei] em um crédito especial, que será enviado ao Congresso, e também uma alteração de resolução da Cofiex [Comissão de Financiamento das Exportações]. Tratei com o ministro do Planejamento dos problemas de contingenciamento de recursos orçamentários. No caso dos helicópteros e do submarino, nosso prazo é 7 de setembro. Quem vai financiar a parte francesa é um conjunto de bancos. Esse problema está equacionado. O que temos que equacionar este ano, em que há uma restrição orçamentária forte, devido à queda da arrecadação, é a necessidade de alargar alguns prazos. A grande percepção é que a Defesa não é mais um assunto exclusivo dos militares. O assunto está na mesa do presidente e do Congresso Nacional. No caso da indústria da defesa, teremos que alterar a legislação. Vamos ter que criar uma política da indústria de defesa do Brasil.

ABr: E quais serão essas políticas?
Jobim: Deverá ter diferenciação na questão das contas públicas. Hoje não podemos, por exemplo, colocar chineses concorrendo com empresas brasileiras. Precisamos incentivar o desenvolvimento da indústria nacional. E tem algo que está na base disso tudo, que é a integração dos institutos de pesquisas militares entre si e com as universidades.

ABr: Temos tecnologia e estrutura industrial para esse desafio?
Jobim: Temos. Os empresários estão animados. Temos que pensar que é na indústria da defesa que se fazem as grandes pesquisas. Evidentemente, a indústria da defesa não vive de vendas ao Estado, mas ela tem um braço de defesa, e esse braço de defesa é que viabiliza as pesquisas para investimento e desenvolvimento na parte civil.

ABr: Nós temos indústria de aço e outras indústrias que vão servir de matéria-prima. É com essas empresas que se pretende contar?
Jobim: Não estamos falando só dos insumos, das commodities [matérias-primas com cotação internacional] de maneira geral. Estamos falando também de tecnologia. Por exemplo, o Brasil tem urânio e capacidade de fazer o enriquecimento do urânio. Ou seja, essa tecnologia nós dominamos.

ABr: Na operação de resgate dos destroços do avião da Air France, as Forças Armadas deram uma grande demonstração de logística. Pouca gente tinha ideia do que era uma operação a 1.300 quilômetros da costa. Qual foi o aprendizado nessa operação conjunta?
Jobim: Quando ocorreu o acidente, eu estava na Namíbia. Antecipei a volta ao Brasil e fui diretamente para Recife, onde me reuni com a Marinha e a FAB [Força Aérea Brasileira] lá no Cindacta 3 [3º Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo] para examinar a situação. A FAB já tinha montado todo o processo logístico, e foi definido o programa da Marinha. A montagem de tudo mostra que temos capacidade, cabeça. Mostramos agilidade, integração e capacidade decisória. A primeira coisa que se esclareceu na reunião foi que temos um compromisso internacional de salvamento e resgate na área do chamado ACC Atlântico [centro de controle de voo responsável pelas rotas oceânicas], que já é além das nossas águas territoriais, onde ocorreu o acidente. Com isso, o custo para o cumprimento desse compromisso é nosso.A operação mostrou também que precisamos ter uma base naval no Norte do país. A base naval brasileira hoje é exclusivamente no Rio de Janeiro. Temos que estabelecer uma base no Norte, tanto que uma das fragatas que se encontra operação saiu de Natal, no Rio Grande do Norte.

ABr: Qual é o custo de uma operação dessas?
Jobim: Ainda não tenho esse custo. Como eu estou indo à França, pedi um levantamento aos nossos comandos da Marinha e da Aeronáutica. Já temos cerca de 100 horas de voo. Pedi também o número de milhas percorridas pelos navios. Na operação, contamos com 12 aeronaves, sendo dois helicópteros. O acerto que se tem é que, para o resgate de corpos, que são trazidos pelos navios da Marinha até 250 milhas de Fernando de Noronha e de lá são resgatados pelos helicópteros. Outra informação do Comando da Marinha é que já estão aparecendo corpos além da área sob responsabilidade brasileira, ou seja, já sob a responsabilidade de Dacar [capital do Senegal]. Mesmo assim, esses corpos estão sendo resgatados, e a operação continua.

ABr: Tudo que foi feito na operação de resgate dos corpos também demonstrou que as Forças Armadas precisam se modernizar em termos de equipamentos, ter embarcações mais ágeis, por exemplo. Precisam de uma tecnologia mais avançada?
Jobim: A operação mostrou que precisamos nos capacitar mais, ter mais R99 [avião da FAB equipado com radar], que é vital. Precisamos também desse projeto de fabricação dos helicópteros, que é fundamental, o do Super Cougar. Temos intenção de produzir no Brasil 50 Super Cougar. A estratégia para o equipamento das Forças está vinculada à capacitação nacional. Isso significa um enorme arrasto de tecnologia para o país.

ABr: E como está a nossa imagem internacional? O senhor acha que mudou a percepção sobre o Brasil?
Jobim: Não tenho dúvida disso. Hoje o Brasil tem o respeito dos demais países por sua capacidade de organização. Um exemplo é que nós praticamente organizamos a Força Naval da Namíbia. Quando fui à Namíbia, foi curioso ver que, no país, cuja língua é o inglês, grande parte da Marinha fala português. Isso porque, entre marinheiros e oficiais, 146 pessoas estudaram na Academia Militar do Rio de Janeiro. É evidente que isso nos exige pensar grande. Se pensarmos pequeno, nos encasulamos. O mundo está nos chamando a pensar grande. É um momento em que necessitamos ser audazes para avançar. Pensar grande é pensar como uma nação. Não tem mais isso de conversar com o presidente Obama [Barack Obama, presidente dos Estados Unidos] como se fôssemos sênior e júnior. É olho no olho. Não há nenhuma possibilidade de exigir do Brasil posições que não interessem ao país. Só fazemos o que nos interessa e temos autoridade moral para isso.

FONTE: Jornal de Brasília – 12/06/2009

 

A Coréia do Norte disse neste sábado que “nunca” abandonará seu programa nuclear e ameaçou iniciar uma operação militar, um dia depois de o Conselho de Segurança da ONU autorizar a inspeção de navios suspeitos de levar armas para o regime comunista.

O país comunista afirmou, em uma declaração de seu Ministério de Assuntos Exteriores, que o processo de enriquecimento de urânio está “em fase de experimentação”, e que usará o plutônio que armazena para construir armas nucleares.

O regime de Kim Jong-il advertiu ainda que “responderá de forma militar” se os Estados Unidos e outros países realizarem um “bloqueio” de seus navios, pois o considerará “um ato de guerra”, informou a agência estatal norte-coreana KCNA.

Uma resolução aprovada ontem pelo Conselho de Segurança da ONU amplia o embargo de armas e o bloqueio de ativos norte-coreanos, e autoriza a inspeção de navios e aviões suspeitos de transportar mísseis ou armamento nuclear para Pyongyang.

A tensão sobre a Coréia do Norte cresceu muito desde o dia 5 de abril, quando o país disparou um foguete de longo alcance. Em seguida, em 25 de maio, o regime comunista realizou seu segundo teste nuclear e lançou vários mísseis de curto alcance, em desafio às advertências de países como EUA, Japão e Coréia do Sul.

Esse teste nuclear foi punido ontem com a nova resolução da ONU que inclui sanções mais pesadas contra o regime comunista. O texto foi aprovado com o apoio da China, principal aliado da Coréia do Norte e que hoje, mediante seu porta-voz de Exteriores, o qualificou como uma mostra “da oposição comum da comunidade internacional ao teste nuclear da Coréia do Norte”.

Os governos de Japão e Coréia do Sul aplaudiram hoje a nova resolução do Conselho de Segurança e se comprometeram a aplicá-la imediatamente. “Queremos que a Coreia do Norte leve a sério a clara mensagem da comunidade internacional na resolução”, disse o primeiro-ministro japonês, Taro Aso.

Já “o governo sul-coreano pede que a Coréia do Norte aceite esta clara e decidida mensagem da comunidade internacional, para que desmantele totalmente seu programa nuclear e paralise toda a atividade relacionada a mísseis balísticos”, disse o porta-voz do Ministério de Exteriores sul-coreano.

No entanto, as resoluções da ONU não conseguiram até agora acabar com as ambições nucleares do regime norte-coreano, que até agora negava ter um programa de enriquecimento de urânio, como suspeitavam os Estados Unidos, mas admitia avanços para extrair plutônio para construir armas nucleares.

“A resolução é mais dura se comparada com a última (adotada após o primeiro teste nuclear), mas estou preocupado com sua efetividade”, indicou hoje Shigeo Iizuka, irmão de um dos cidadãos japoneses sequestrados pela Coréia do Norte, principal assunto de atrito entre Tóquio e Pyongyang.

Iizuka, presidente da Associação de Famílias de Vítimas Sequestradas pela Coréia do Norte e cujo irmão desapareceu em 1978, pediu que Japão e Estados Unidos aprovem sanções adicionais contra o regime stalinista.

Segundo a agência local Kyodo, o governo japonês deve aprovar até a terça-feira novas sanções unilaterais contra o país comunista, que incluiriam um veto total das importações e exportações. A decisão terá um tom mais simbólico, já que as importações já estão proibidas com as sanções atualmente em vigor e a que as exportações japonesas à Coréia do Norte quase não chegaram aos 5,8 milhões de euros em 2008.

FONTE: EFE

 

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Com a finalidade de verificar o material usado pela Aviação do Exército (AvEx), esteve em 04.06.09 no Comando de Aviação do Exército(CAvEx) em Taubaté/SP, o Gen Ex Jarbas Bueno da Costa, Comandante Logístico do EB.

Por ocasião da visita, foi realizada a Inspeção de Pronto Emprego do CAvEx, onde o Gen. Jarbas, acompanhado do Gen. Peternelli, Comandante da AvEx, dos Comandantes do 1°, 2° e 3° BAvEx’s, do Btl. de Mnt. e Sup. de AvEx e do CIAvEx, inspecionaram todos os meios disponíveis pela AvEx, comprovando o alto grau de preparação desta singular unidade do Exército Brasileiro.

O Gen. Jarbas é a autoridade responsável por toda a parte logística do Exército Brasileiro, do material pessoal usado pelo combatente isolado, ao material coletivo, aeronaves e outros meios do nosso Exército.

Clique aqui e veja a página com a galeria de fotos feitas pelo Blog ForTe.

Nota do Blog: Agradecemos ao Maj. Navarrete, do E5 do CAvEx, por nos proporcionar a oportunidade de cobrir a apresentação, ao Cap. Mueller (RP do 1° BAvEx), que além de nos convidar, nos acompanhou durante toda a visita, prestando os esclarecimentos necessários e aos demais tripulantes do 1° BAvEx, que sempre nos recebe com muita atenção.

 

A Coreia do Norte pode estar preparando um novo teste nuclear, segundo relatórios de segurança do governo dos Estados Unidos. O país insiste em expandir seu programa nuclear apesar dos protestos generalizados da comunidade internacional contra o programa nuclear norte-coreano.
Em uma escalada de ameaças, o regime comunista pode realizar um novo teste com mísseis capazes de chegar ao território dos Estados Unidos. Se for confirmado, o lançamento deve coincidir com o debate no Conselho de Segurança da ONU sobre a imposição de sanções adicionais à Coreia do Norte depois do teste de 25 de maio.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Mike Hammer, afirmou nesta quinta-feira que, com o tempo,”são esperadas atitudes arriscadas e perigosas da Coreia do Norte”. “Em um momento no qual o mundo se une para aprovar uma nova resolução do Conselho de Segurança da ONU, está claro que o comportamento da Coreia do Norte só consegue isolar ainda mais esse país.”

Ainda ontem, o Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia declarou ter motivos para acreditar que a Coreia do Norte prepara o lançamento de mais um míssil. A Rússia, um dos territórios dentro da área de alcance dos mísseis coreanos, mantém supervisão em tempo real dos testes militares.
Na terça-feira (9), a Chancelaria russa já havia afirmado que a Coreia do Norte preparava o lançamento de um novo míssil, o que confirmou as informações de militares americanos e sul-coreanos divulgadas na semana passada.
O enviado especial dos EUA para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, afirmou ontem ao Conselho de Relações Exteriores do Senado que o governo americano está decidido a fazer com que o regime comunista enfrente consequências sérias por suas atividades.
Bosworth afirmou que, entre outras ações, o governo estuda a possibilidade de congelar os ativos norte-coreanos no exterior. Ao mesmo tempo, o presidente dos EUA, Barack Obama, quer entabular um diálogo com Pyongyang, mas até o momento esse regime rejeitou qualquer tentativa de aproximação, acrescentou Bosworth.

Resolução

De acordo com diplomatas, os cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU –Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França–, mais Japão e Coreia do Sul, fecharam um acordo sobre as novas sanções que deverão ser impostas à Coreia do Norte em represália ao anúncio de um teste nuclear subterrâneo que aconteceu em 25 de maio passado.
Conforme cópia do projeto obtida pela agência de notícias Associated Press, o embargo à aquisição de armas deve ser expandido; os acordos comerciais devem ser limitados; e os navios suspeitos de levar armas e materiais nucleares devem passar a ser fiscalizados.
Os diálogos entre as potências mundiais sobre os pontos da resolução contra a Coreia do Norte levaram cerca de duas semanas pois enquanto um grupo liderado por EUA e Japão pressionava por sanções novas e mais fortes; outro, liderado por China e Rússia, cuidava para que as medidas não isolassem ainda mais o regime comunista.

FONTE: Folha Online / Efe

 

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) informou hoje a morte de um cabo do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, da Presidência da República.
Jefferson de Oliveira Santos foi morto por um soldado na Granja do Torto, segunda residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com o GSI, os dois estavam em serviço. O cabo foi atingido por três tiros de fuzil. O motivo da briga dos dois seria pessoal.
Santos chegou a ser socorrido e levado em estado grave para o Hospital das Forças Armadas, mas não resistiu aos ferimentos. O soldado foi preso.
O GSI instaurou um inquérito policial militar para apurar as causas do assassinato. A Polícia Civil também vai participar das investigações. No momento do assassinato, o presidente Lula despachava no Palácio do Alvorada.

FONTE: Folha Online / Márcio Falcão – Gabriela Guerreiro

 

O chanceler brasileiro, Celso Amorim, reafirmou nesta segunda-feira a disposição do Brasil de colaborar com a Colômbia na libertação dos reféns em poder da guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia ), mas destacou que isto depende da vontade do governo em Bogotá.

Após lembrar da colaboração logística que o Brasil deu, em fevereiro passado, à libertação de dois políticos, três policiais e um soldado, Amorim disse à imprensa em Cartagena (norte) que “se houver outra situação para ajudar, estaremos prontos para fazê-lo, mas sempre a pedido do governo colombiano”.

O chanceler destacou que o Brasil “respeita muito a soberania dos países e dos governos que foram eleitos por seus povos”.

As Farc mantêm em seu poder 22 militares, que planejam trocar por guerrilheiros presos, ideia rejeitada pelo presidente Alvaro Uribe.

As Farc anunciaram em 16 de abril passado sua intenção de libertar o cabo do Exército Pablo Emilio, um dos 22 reféns, mas pediram a presença da senadora Piedad Córdoba, o que foi rejeitado por Uribe.

O presidente afirma que se a guerrilha quer realmente libertar o refém, deve entregá-lo ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR) ou à Igreja Católica.

Amorim foi a Cartagena para a instalação da primeira reunião da comissão mista Brasil-Colômbia, de onde seguiu para Bogotá, onde se encontrou com Uribe.

FONTE: France Presse / Folha Online

 

Gastos com armas crescem 50% na América do Sul em 10 anos

 

Corrida do Brasil para ser potência regional e investimento colombiano contra Farc alavancam investimentos

GENEBRA – A corrida do Brasil por se tornar uma potência regional, aliado aos gastos do governo colombiano com armamentos, fez com que o dinheiro gasto com armas na América do Sul tenha sofrido um aumento de 50% em apenas dez anos. Os dados foram publicados nesta segunda-feira, 8, pelo Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo.

A alta nos gastos militares da região estaria sendo gerada pela “corrida do Brasil pelo status de potência regional”, além do aumento dos gastos da Colômbia para lidar com as Farc. Em termos mundiais, 2008 registrou um recorde absoluto em termos de recursos para o setor militar. Nunca na história o mundo gastou tanto com armas como no ano passado. Foram US$ 1,4 trilhão, uma alta de 45% em relação aos últimos dez anos. No total, o mundo gastou 2,4% de sua riqueza para a compra de armas. O valor seria equivalente ao gasto de US$ 217 por habitante.

Nos últimos anos, a guerra no Iraque o conflito no Afeganistão já custaram US$ 903 bilhões aos cofres americanos. Os Estados Unidos ainda são os líderes nos gastos militares em 2008, representando 41% de tudo o que foi usado para a compra de armas. Mas, pela primeira vez, a China está na segunda posição entre os países que mais gastaram com armas em 2008. Em dez anos, Pequim quadruplicou seus investimentos militares. Os chineses representaram 6% dos gastos mundiais.

Fonte: Estadão

Foto / Comentário do Blog: em vista da realidade de contingenciamentos orçamentários das Forças Armadas, vivida diariamente, ainda falta muito para a linha de chegada dessa corrida de que fala a reportagem e o Instituto. Então preferimos ilustrar a matéria com uma corrida mais real, com foto 5º RCMec realizando corrida no “Dia Mundial do Desafio”, no último dia 27 de maio (Foto EB).

 
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