QG Airsoft

Fogo e Movimento

Apesar de Hollywood não ser famosa pela veracidade de muitos de seus filmes, nos últimos anos tem sido maior a utilização de consultores militares e policiais em filmes vindos dos estúdios californianos.
O vídeo do post é usado para ilustrar aquela técnica básica que todo infante deve aprender, conhecida como fogo e movimento. Vale notar como os atores se movem e os criminosos conseguem atingir a superioridade de fogo e violência de ação.

Com relação à tática em si é famosa por se dizer que sem fogo não há movimento e sem movimento não há fogo, ou que movimento sem fogo é suicídio e fogo sem movimento é desperdício de munição.

Outra tática mostrada no vídeo é a chamada “quebra de contato” que os criminosos procuram efetivar em sua fuga.
Para quem ainda não viu, vale a pena assistir ao filme todo, o título em português é “Fogo Contra Fogo”.

 

Trovão!!! É o que a sigla da unidade de forcas especiais do Exército Polonês quer dizer, apesar do nome da unidade ser traduzido em Grupo de Reação Operacional Móvel. Ela é a principal força do país encarregada de missões de Contra-Terrorismo, “Direct Action”, Guerra Não-Convencional e proteção de dignitários, sendo assim similar à SAS britânica e Delta americana.

Criada em 1990, hoje imagina-se que seja composta por cerca de 300 membros que possuem o tipo de treinamento e equipamento tidos como padrão para esse tipo de unidade no ocidente, apenas soldados profissionais são considerados para a seleção nos moldes da SAS.

Desde de 1994 já participaram de operações no Haiti protegendo dignitários, inclusive o secretário-geral da ONU, ex-Iugoslávia aonde capturaram vários criminosos de guerra, Afeganistão realizando reconhecimento de longa distancia e no Iraque, junto com US Navy SEALs tomaram várias plataformas e estações portuárias, antes da invasão em 2003.

Os homens do GROM são considerados os melhores dentre as unidades ocidentais e continuarão protegendo os interesses da Polônia ao redor do mundo. Seu lema é: “Pela Pátria!

Nota do Blog:Será que o Brasil não seria capaz de criar uma unidade semelhante, respeitada e aumentando a segurança e perfil internacional do país no campo de defesa?

 

No dia 26 de julho chegaram a Kabul, no Afeganistão, três helicópteros Tigre HAP (Hélicoptère d’Appui et de Protection, Support and Protection Helicopter). As aeronaves foram transportadas por um Antonov 124.

Os helicópteros de ataque franceses vão reforçar o componente aéreo da coalizão, atuando em operações de reconhecimento e apoio de fogo para as tropas.

Essa será a primeira vez que o Tiger será usado em combate real.

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‘Tropa de elite’ do SBT Repórter

E aí, vai encarar ? Antes de decidir, assista ao vídeo na íntegra, cuja duração excede os 42 minutos.

O SBT repórter colocou no ar nesta semana, um excelente documentário intitulado “Tropa de Elite”, permitindo que se conheça a fundo o treinamento, as agruras e as dificuldades a que são submetidos os candidatos a integrar o CIGS do EB e a ROTA (1º Bat. Choque-PMSP).

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

FONTE: SBT Repórter  /  COLABORARAM: Cinquini e M.Ostra

 

Lanternas

Modos de usar lanterna

Continuando com o tema de acessórios para armas leves, o ForTe gostaria de introduzir os leitores no tema lanternas acopladas à armas. Além do ábvio benefício de iluminação em situações de baixa visibilidade para localizar e identificar possíveis ameaças, as lanternas também servem para o propósito de comunicação, navegação e até confundir e momentaneamente cegar o inimigo, imediatamente antes de um engajamento.

As lanternas em si podem ser de lâmpadas incandescentes ou LEDs, de tamanhos e pesos variáveis e geralmente são classificados pela sua luminosidade que são medidas em “lumens”. Sem entrarmos demais na parte técnica, basta saber que e considerado ser necessário no mínimo 60 lumens para temporariamente cegar um ser humano, sendo assim a maioria das lanternas táticas possuem entre 60 a 150 lumens e algumas maiores e mais pesadas acopladas a metralhadoras e veículos chegam ate 500 lumens.

A fonte de emissão e um fator que se deve levar em conta, lâmpadas incandescentes possuem um filamento que um dia terão que ser trocados, apesar de serem bastante resistentes em lanternas táticas o filamento esta submetido a grandes choques pelo disparo da arma, as lâmpadas incandescentes também gastam mais energia mas, tem a vantagem de que podem ser usadas com um filtro infra-vermelho e assim utilizadas pelo operador com seus NVGs. Já as LEDs não possuem filamento e utilizam muito menos energia de suas baterias mas, não funcionam bem com filtros IR portanto não são recomendadas para uso com NVGs.

A ergonomia é outro fator também importantíssimo a ser considerado, em situações de estresse o movimento para acionar a lanterna deve ser natural e fluido, o operador deve praticar o acionamento milhares de vezes para que se torne “muscle memory” e para que não ha acionamentos acidentais revelando a posição do usuário e sua equipe.

Não devemos esquecer também de que nada adianta gastar centenas de dólares em uma lanterna só para utilizá-la com baterias de baixa qualidade sendo assim invista nas melhores baterias possíveis pois, sua vida pode depender delas.

Por ultimo, em se tratando de táticas básicas, ao contrario do se pensa ou vê na TV o operador quando dentro de uma edificação não deixa a lanterna ligada constantemente por razoes obvias, o correto e ligar e desligar “pincelando” a sala com luz branca ao mesmo tempo em que ele continua se movendo conforme vai realizando a “limpeza” de tal edificação. Dessa maneira ele procura localizar e identificar uma ameaça ao mesmo tempo em que revela sua posição o mínimo possível e quando tal ameaça e encontrada utiliza forte luz branca para cegar e confundir o inimigo antes de neutralizá-lo.

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O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, retornou nesta sexta-feira ao território do país, pela primeira vez desde que foi tirado do poder. Segundo a rede de TV americana CNN e a agência de notícias internacional France Presse, Zelaya cruzou a fronteira, a pé, na altura da localidade de Las Manos, na Nicarágua. “Tenho direito de voltar para minha casa, para minha família e voltar à Presidência”, disse o presidente deposto à CNN, pouco antes da entrada em Honduras.

Em entrevista à CNN, o ministro de Segurança do governo interino, Mario Eduardo Perdomo, confirmou estar pronto para prendê-lo, sob pena de “cair em uma irresponsabilidade”. Sobre o fato de Zelaya não ter sido preso imediatamente após cruzar a fronteira, o ministro afirmou que as forças de segurança irão agir “com compreensão, porém com firmeza”. “Temos uma preparação e sabemos como fazê-lo e quando fazê-lo”, afirmou o ministro.

Informações preliminares indicam que a barreira de policiais e militares que guardava o posto fronteiriço entre Nicarágua e Honduras recuaram. Zelaya chegou a conversar com um militar hondurenho, antes de cruzar o posto. Na comitiva de Zelaya está o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro.

Zelaya pode ser preso porque é acusado de 18 crimes vinculados à ação que levou à sua deposição, a tentativa de promover uma consulta sobre uma Assembleia Constituinte que Justiça e Congresso consideram ilegal. Com a consulta, ele pretendia instalar a reeleição.

Não foi a primeira vez que o presidente deposto tentou retornar a Honduras. No último dia 5, Zelaya tentou aterrissar na capital hondurenha, Tegucigalpa, porém a pista foi bloqueada por militares. Confrontos com as forças de segurança deixaram dois manifestantes mortos.

O governo interino liderado por Roberto Micheletti, além de prometer deter Zelaya, impôs um toque de recolher a partir das 12h (15h em Brasília) desta sexta-feira até as 4h30 de sábado (7h30 em Brasília), nas cidades da fronteira de Honduras com Nicarágua e com El Salvador.

Nesta quinta-feira (23), Zelaya afirmou considerar “fracassada” a tentativa de mediação entre ele e o governo golpista conduzida pelo presidente costa-riquenho, Óscar Arias.

Histórico

Zelaya foi deposto nas primeiras horas de 28 de junho, dia em que pretendia realizar uma consulta popular sobre mudanças constitucionais que havia sido considerada ilegal pela Justiça. Com apoio da Suprema Corte e do Congresso, militares detiveram Zelaya e o expulsaram do país, sob a alegação de que o presidente pretendia infringir a Constituição ao tentar passar por cima da cláusula pétrea que impede reeleições no país.

O presidente deposto, cujo mandato termina no início do próximo ano, nega que pretendesse continuar no poder e se apoia na rejeição internacional ao que é amplamente considerado um golpe de Estado –e no auxílio financeiro, político e logístico do presidente venezuelano, Hugo Chávez– para desafiar a autoridade de Micheletti e retomar o poder.

Isolado internacionalmente, o presidente interino resiste à pressão externa para que Zelaya seja restituído e governa um país aparentemente dividido em relação à destituição, mas com uma elite política e militar –além da cúpula da Igreja Católica– unida em torno da interpretação de que houve uma sucessão legítima de poder e de que a Presidência será entregue apenas ao presidente eleito em novembro –as eleições estavam marcadas antes da crise.

Mas a pressão externa não é apenas diplomática, e o governo de Micheletti começa a enfrentar a suspensão de financiamentos externos cruciais para as finanças de um dos países mais pobres do continente. O impacto desses cortes, que se somam aos efeitos da crise econômica mundial, é um dos elementos que pesam nas decisões do governo interino em meio à crise.

FONTE: Folha Online – FOTO: Esteban Felix/AP

SAIBA MAIS:

 

A Bolívia poderia adquirir materiais de defesa de origem russa por até Us$ 300 milhões dentro de um convênio técnico-militar firmado entre ambas as nações e como parte do objetivo governamental de devolver às Forças Armadas bolivianas a mesma capacidade que tiveram há cerca de 20 anos.

O Ministro da Defesa, Walker San Miguel. Informou que o poder executivo não busca equipar as instituições armadas com fins belicistas, mas sim, assegurar que as mesmas tenham capacidade operativa necessária para cumprir a missão constitucional sem os problemas e as limitações atuais.

Em fevereiro passado, em Moscou, os presidentes da Bolívia, Evo Morales e a Federação Russa, Dimitri Medvedev, subscreveram um convênio técnico-militar, que dará lugar a acordos específicos, cujo conteúdo é avaliado atualmente por autoridades bolivianas.

No marco deste acordo, o diário El País, informou que a Bolívia poderia adquirir tais equipamentos russos pelo valor citado, mas o Ministro de Defesa informou que isto está sujeito a uma série de fatores, como por exemplo as capacidades de endividamento e de pagamento do Estado, como requisito indispensável para que se enumere equipamentos e materiais. O Ministro San Miguel apontou “o que primeiro necessitamos são de helicópteros de carga” para atender a população cívil mais distante dos centros urbanos, “assím como embarcações para incrementar a vigilância e controle dos rios e e vías fluviais do país“.

San Miguel afirmou que a Rússia “possui a melhor indústria pesada do mundo” e que basta que a Bolívia tenha necessidade, poderiam chegar carros blindados, tanques e equipamentos de resgate. “Rússia não tem limites para efetuar provisionamento à Bolívia“, acrescentou.

Especialistas mencionam as enormes limitações que as Forças Armadas da Bolívia tem em relação a seus equipamentos, sobretudo no Exército., considerando-o obsoleto e dizimado, onde por exemplo, dos 60 carros de combate M103 de fabricação americana que se encontram em um município, restam uns 20 em funcionamento e o restante está parado a uns vinte anos por falta de materiais de reposição e peças. Dos 25 carros Mowag suíços, 5 estão na mesma situação e pelos mesmos motívos. Dos 12 blindados brasileiros Urutu, nenhum deles está em solo boliviano, sendo que 7 estão em missão de paz da ONU no Congo e 5 estão em missão similar no Haíti. De outros 23 carros de reconhecimento de fabricação brasileira, um sofreu importantes avarias nos centros mineiros de Potosí, onde foram enviados no passado longuínquo para reforçar o golpe de estado de 17 de julho de 1980, liderado por Luiz García Meza e Luiz Arce Gómez.

Ainda, dos 7 carros blindados Cadillac Gage V-100 americanos, nenhum pode ser usado por não se ter mais peças de reposição e manutenção. Encontram-se a mais de dez anos no Regimento Tarapacá, em Coro-Coro, departamento de La Paz.  Dos SK-105 produzídos na Áustria, somente a metade está apta para uso em Patacamaya, La Paz, segundo a mesma fonte. Finalmente no departamento de  Potosí, situado em Tupiza , estão armazenados os vetustos 24 blindados M-9, fabricados entre 1940 e 1950 nos Estados Unidos e que foram fruto de doação por parte da Rep. Argentina.

FONTE: Infodefensa    /   GRÁFICO: Diário El País

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Campinas (SP) – No período de 06 a 10 de julho, o Batalhão realizou, por intermédio do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (CI Op GLO), o Estágio de Área de Operações Militares em Ambiente Urbano. A atividade reuniu 36 oficiais das diversas Organizações Militares do Comando Militar do Sudeste. Durante o estágio foram abordados assuntos como: Ponto Forte/Observação, Memorização e Descrição (OMD), Técnicas de Entrada, Técnicas de Progressão e Tiro sob Estresse.

FONTE: EB

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