Projeto de lei que regulamenta a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal em terras indígenas foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (1º). Pelo texto, elaborado pelo senador Augusto Botelho (PT-RR), militares e policias das duas corporações poderão ter livre trânsito e acesso às áreas – por via aquática, aérea ou terrestre – para realizar operações e outras atividades relacionadas à segurança e integridade do território nacional, à garantia da lei e da ordem e à segurança pública.

A presença militar e policial poderá ocorrer também de forma permanente, por meio da instalação e manutenção de unidades militares e policias, de equipamentos para a fiscalização e apoio à navegação aérea e marítima. As duas corporações poderão ainda estabelecer vias de acesso e outras ações de infraestrutura e logísticas necessárias. Como previsto no projeto, as atribuições das duas corporações devem incluir programas e projetos de controle e proteção da fronteira.

Para estabelecer unidades militares e policiais, de forma permanente, as Forças Armadas, por meio do Ministério da Defesa, e a Polícia Federal, pelo Ministério da Justiça, deverão submeter plano de trabalho ao Conselho de Defesa Nacional. Nesse plano, deve constar localização, justificativa, as construções que serão edificadas e o contingente ou efetivo que será fixado na área.

Com relação às instalações de unidades permanentes, o relator apresentou emenda para alterar a redação original do dispositivo que se refere ao tema. Segundo Neuto de Conto (PMDB-SC), com a intenção de garantir atenção especial a essas áreas, o projeto acabou adotando limitação inversa, só autorizando a presença regular de militares nas terras indígenas de fronteira.

A matéria será apreciada também pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).

FONTE: Agência Senado

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Pentágono compra mais 2.244 M-ATVs

A Oshkosh Corporation venceu a concorrência e fechou um contrato de cerca de US$ 1 bilhão, para o fornecimento de 2.244 veículos MRAP All Terrain Vehicles (M-ATVs), incluindo itens básicos, apoio em campo, equipamentos, engenharia e peças de reposição.

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Forças americanas instaladas no país realizavam operações de segurança e forneciam ajuda humanitária

O Departamento de Defesa dos EUA anunciou nesta quarta-feira, 1º, que suspendeu as atividades militares do país conjuntas com as forças de segurança de Honduras por conta da situação deste país, que sofreu um golpe de Estado.

De acordo com o porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, as atividades foram “adiadas até segunda ordem. “Nós adiamos agora todas as atividades com Honduras enquanto analisamos a situação”, disse o porta-voz. Whitman esclareceu que a decisão abrange somente as relações militares, mas não especificou por quanto tempo as medidas permanecerão aplicadas.

A Joint Task Force Bravo, forças militares americanas em Honduras, estão instaladas na base aérea de Soto Cano, a 80 quilômetros da capital Tegucigalpa. O Exército dos EUA realiza operações de segurança e antidrogas para a zona da América central a partir de sua base e fornece ajuda cívica e humanitária.

No golpe de Estado de Honduras, ocorrido no domingo, o presidente eleito Manuel Zelaya foi deposto à força do poder, mas recorreu à Organização dos Estados Americanos e disse que retornará ao país na quinta-feira, 2, para reassumir o cargo com respaldo internacional.

FONTE: Estadão / AP

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