Trovão!!! É o que a sigla da unidade de forcas especiais do Exército Polonês quer dizer, apesar do nome da unidade ser traduzido em Grupo de Reação Operacional Móvel. Ela é a principal força do país encarregada de missões de Contra-Terrorismo, “Direct Action”, Guerra Não-Convencional e proteção de dignitários, sendo assim similar à SAS britânica e Delta americana.
Criada em 1990, hoje imagina-se que seja composta por cerca de 300 membros que possuem o tipo de treinamento e equipamento tidos como padrão para esse tipo de unidade no ocidente, apenas soldados profissionais são considerados para a seleção nos moldes da SAS.
Desde de 1994 já participaram de operações no Haiti protegendo dignitários, inclusive o secretário-geral da ONU, ex-Iugoslávia aonde capturaram vários criminosos de guerra, Afeganistão realizando reconhecimento de longa distancia e no Iraque, junto com US Navy SEALs tomaram várias plataformas e estações portuárias, antes da invasão em 2003.
Os homens do GROM são considerados os melhores dentre as unidades ocidentais e continuarão protegendo os interesses da Polônia ao redor do mundo. Seu lema é: “Pela Pátria!”
Nota do Blog:Será que o Brasil não seria capaz de criar uma unidade semelhante, respeitada e aumentando a segurança e perfil internacional do país no campo de defesa?
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GRUMEC é o q?!
e FE?
Mas e a Grumec,GERR,BOPE e o BFE?
Não servem aos própositos de cada força e pra cada tipo de missão?
No país em termos de tropa de elite, não temos equivalente em nenhuma força policial.
ah! sem esquecer o PARA-SAR.
Pessoal,
O ponto da questao e que o pais nao possui unidades testadas como a GROM, nao tem o prestigio deles, a experiencia real deles, o equipamento ou mesmo a capacidade operacional de uma unidade dessa…
Nao desejamos desvalorizar as unidades brasileiras, pelo contrario sao homens de valor mas dai a dizer que temos unidades comparaveis em capacidade a um GROM, SAS ou Delta sao outros quinhentos.
Sds!
Alias o proposito do post nao e criticar, pelo contrario e informar os leitores sobre um pais que possuia uma doutrina sovietica para suas FAs e em 1990 criou uma unidade que apos menos de vinte anos e considerada no mesmo patamar das melhores unidades doutrinadas no ocidente e que hoje opera com elas de forma completamente conjunta e fluida sem qualquer problema e por isso pode servir como um exemplo e “case study” ao Brasil.
Uma unidade “enxuta” com capacidades mundias que nao deve a ninguem sem um orcamento bilionario como e de costume em outros paises tidos como o estado da arte em operacoes especiais.
Sds!
Marine, essa observação:
“Nota do Blog:Será que o Brasil não seria capaz…”,
tem tudo prá dar margem a polêmica, pois nossas FA’s, possuem tropas especiais, mas se as mesmas não pussuem experiência em combate real, e isso é fato, não é por que os militares querem ou não querem, afinal, participar de operações REAIS, conjuntas, combinadas, ou independentes, é decisão política de Governo. E olha que nós temos o Haitizinho como laboratório em…fazer o que???
Sds
Noel,
Concordo plenamente, as decisoes de uso sao decisoes politicas como ja dizia Von Clausewitz, de forma alguma reflete o calibre dos membros das unidades mas o fato e que sao esses mesmo politicos os que deixaram as FAs no estado em que estao, claro que por meio dos seus eleitores. A intencao da nota e incentivar o debate sobre que mesmo com o nosso orcamento podemos ter unidades capazes e reconhecidas mundialmente, ja possuimos o fator humano que e o mais importante para a formacao de operadores.
Quer seja que deixamos as forcas mais enxutas, que combinemos todas as tropas de Op.Especiais ou o que for, ha espaco para melhora e unidades como GROM podem servir de modelo para nos.
Sds!
Bem o mais perto de bombate real(guerra) que vemos no brasil é o BOPE eu acho que uma força de uma policia de estado consegue combater o trafico que usa armas pesadas, as nossas FFAS tambem serian capases da missao de forças especiais como essas.
“Será que o Brasil não seria capaz de criar uma unidade semelhante, respeitada e aumentando a segurança e perfil internacional do pais no campo de defesa?”
Mandou mal Marine, com todo o respeito. O Brasil tem várias unidades semelhantes, não apenas nas FFAA como nas Forças Auxiliares (Policias Militares). Quanto ao EB, cito o BAC (Batalhão de Ações de Comandos) pra relembrar que esses caras são aptos a executar ações em profundidade na retaguarda inimiga, podendo passar semanas sem contato, sobrevivendo e combatendo como conseguirem; o BFE (Batalhão de Forças Especiais), com combatentes aptos a realizar operações de guerra irregular e contraterrorismo; o Batalhão de Operações Psicológicas, ou seja, temos várias unidades especiais.
Criar uma unidade especializada e dar um nome que soa bonito em inglês (GROM, SAS, SEAL, etc) é fácil. O difícil é treinar essas unidades. Mas por tudo que já ouvi e vi dessas unidades citadas, elas são bem treinadas PRA CARAMBA, especialmente as Forças de Comandos.
É óbvio que não temos experiência de combate, uma vez que não entramos em guerra há 59 anos. Pense nisso: 59 anos de paz! Há países milenares que não tiveram período de paz tão prolongada ao longo de toda sua história. Temos que ter orgulho disso, de alguma maneira. Mas experiência de combate só se adquire… combatendo!
E outra, opinião de alguém que já foi militar: curso algum consegue preparar plenamente o combatente pra uma situação real. Pode ser o que for: BFE, SEALS, Boina-Verde, SAS… Se o camarada nunca entrou em ação ele JAMAIS vai saber exatamente o que é e como é, por mais que treine. Por melhor que seja o curso, ele apenas dá uma vaga idéia de como deve ser um combate, mas é apenas isso: uma vaga idéia. Essa a diferença entre veteranos de combate e não-veteranos. E é uma diferença brutal (sei que vc sabe disso).
Respeito internacional se conquista com ações reais. Na medida em que não temos conflitos externos, dificilmente teremos tal respeito internacional. Enquanto não precisamos usar nossas FE, o que podemos fazer é tê-las bem treinadas, e penso que isso já temos, tanto no EB quanto na Marinha, na FAB, nos Fuzileiros e nas PMs.
Sugiro, apenas pra falar do EB, a leitura abaixo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brigada_de_Opera%C3%A7%C3%B5es_Especiais
E sugiro ao Blog das ForTe uma matéria na Brigada de Operações Especiais.
Abraços.
E outra, mossa tropas de infantaria de Selva são as melhores do mundo. Muitos integrantes são nativos da Amazônia. Os caras somem naquela mata, é impressionante!!!!
Alguém poderia me informar uma coisa? As armas usadas nessa infiltrações aquáticas são impermeáveis?
sds
Fico na dúvida como eles conseguem ter meios para serem tão operacionais assim, pois não é fácil infiltrar e sair de áreas de conflito sem ser notado. Acho que poucas FAs do mundo hoje têm meios reais de serem operacionais assim. Falo de condições de transporte mesmo, helicópteros de baixo ruído, submarinos etc. Lembro que, recentemente, o GSG alemão queria resgatar a tripulação de um cargueiro alemão sequestrada pelos piratas somalis. Pelo que li, o GSG teve que recuar ou mudar a estratégia porque não conseguiram apoio operacional americano. E olha que a Alemanha não é pouco coisa não…
Eu entendi o que o Marine quis dizer,
O Brasil realmente não tem uma força tática de intervenção rápida fora do território nacional, até porque o governo brasileiro não se interessa por intervenções internacionais, e nesse ponto eu concordo, já temos problemas de mais se tratando de segurança pública, não vejo motivos para preparar homens p/ intervir em outras nações…
Em termos de combate, temos muitas tropas especiais, cada uma especializada no seu devido teatro operacional, como os FE, pois o CIGS é um dos melhores centros de treinamento tratando-se de guerra na selva, mundialmente falando, e o BOPE-RJ que se tratando de progressão em area de risco, combate em ambiente confinado, furtividade e neutralização tática ao meu ver só sai perdendo p/ o Sayeret Matkal. Tenho um amigo que serviu no US Army (não lembro em qual esquadrão) e ele sempre me disse que se houvesse uma doutrina de intervenção como a do BOPE, a batalha em Mogadíscio e muitos embates no Iraque poderiam ser muito diferente. Tanto é que policiais do BOPE-RJ hj em dia dão treinamentos e cursos em vários países, como Argentina e Portugal.
abcs
Prezado Sr. “Marine”
Muito me assusta os comentários supracitados por sua pessoa.
Não querendo menosprezá-lo, mas esclarecendo – o, as unidades de ações táticas das forças armadas Brasileiras tem sim experiência em TO´s espalhados por todo o globo.
Podemos citar ações no TO africano, Pacifico e mais notadamente AL.
Porém, devido a questões políticas e de interesse nacional, não podemos sair gritando a sete ventos nossas ações, como fazem outros paises.
A que se observar também que muitas unidades de ações táticas dos mais diversos paises respeitam, e muito nossas unidades, em especial nossas unidades de selva, ambiente urbano e SAR.
Não pense o Sr. que nossas ações no Haiti, Timor Leste, Bósnia, Colombia, Peru, Angola ou ainda nos morros e favelas cariocas, se restringiram a somente a ações meramente de cunho “policial”.
Inclusive, me recordo muito bem do elogio tecido por um ofical do USMC sobre o nosso profissionalismo e profícuo treinamento.
Espero que, de maneira alguma o Sr. tenha se sentido desconfortável com os argumentos supracitados.
No mais obrigado
Não temos nem presidente culto e competente, então menos sonhos.
Galera,
lembrando que até há pouco tempo atrás, as leis brasileiras PROIBIAM qualquer ação militar brasileira fora do território nacional.
Portanto, nao teria como participar de intervenções internacionais no Afeganistão/Iraque/Etc..
O Brasil só poderia participar de missões sob a bandeira da ONU.
Abs
Marcelo Tadeu:
“Alguém poderia me informar uma coisa? As armas usadas nessa infiltrações aquáticas são impermeáveis?”
Hehe, fuzis não são impermeáveis. Fuzis são feitos pra funcionar molhados, sujos, com areia, com lama, etc., e alguns até mesmo embaixo dágua (s.m.j. a HK). Se funcionam ou não são outros quinhentos… O FAL por exemplo eu sei que funciona depois de mergulhado nágua e tem uma boa resistência a lama (em geral), mas ruim para areia. Diz a lenda que o AK-47 pode ficar enterrado na lama uma semana que depois funciona como se tivesse saído da fábrica. E diz a lenda tb que os primeiros M-16 no Vietnã travavam com qualquer “areinha”.
Mas não são impermeáveis, o máximo que se faz pro combatente não ter que fazer muita manutenção no fuzil depois (rs) é meter uma camisinha ou bexiga no quebra-chamas e fita isolante ou silver-tape nos respiradores das placas do guarda-mão. Fazendo uma manutenção bem feita depois fica “show”.
Abs.
RoninSnkShit: até onde sei a Constituição Federal continua proibindo atuações externas das FFAA, a não ser em missões de paz ou declaração de Estado de Sítio (guerra).
Valeu Felipe, tb li que os primeiros M-16 sofreram muito no Vietnam.
Talvez, o FAL ser tão resistente às intempéries e umidade, como ocorre na Amazônia, o EB esteja procurando um substituto à altura?
sds
Boa Felipe,
mas até onde eu fiquei por dentro da nova Estratégia Nacional de Defesa, é que onde a soberania e o povo brasileiro forem ameaçados (seja lá o que isso quer dizer em termos técnicos e jurídicos), as Forças Armadas poderiam intervir.
Portanto, acredito que se tivermos uma nova invasão da Petrobrás na Bolívia, ou em qualquer outra nação, as FAs brasileira já poderia operar com o respaldo do END.
Me corrijam se eu estiver errado.
Abs!
Marcelo Tadeu: infelizmente não está não. A tal “Estratégia Braço-Forte” do Seu Enzo não fala uma p. de uma vírgula a respeito de aquisição de um novo fuzil para o EB. Pelo visto, vamos de FAL pro séc XXII…
E o FAL é indiscutivelmente resistente, embora para manter suas características perfeitas demande manutenção quase o tempo todo. Mas mais resistente tem que ser o combatente de selva, obrigado a carregar seus 5 quilos na lomba no pior e mais exaustivo ambiente de combate do globo. E ainda fazer manutenção do bicho em pleno mormaço amazônico.
Abs.
Só mais um comentário rápido:
No youtube havia uma bela reportagem de uma TV Neozelandesa sobre o New Zealand S.A.S. (NZSAS)
Eles ficaram nada mais nada menos do que 3 anos acompanhando os novos recrutas até o recebimento dos famosos cinturões azuis.
Achei a reportagem bastante detalhada, e acredito que se temos algo no EB comparável com o NZSAS, já está excelente.
Gostaria de achar alguma reportagem sobre o Autralian S.A.S., mas até hoje nunca achei nada… Se alguem souber, me fale.
Abs!
RoninSnkShit:
Olhe só, a END é um preceito, que precisa de inúmeras alterações legislativas para se fazer valer. Enquanto não forem feitas as alterações, continua valendo o art. 142 da CF:
“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
Me parece que, embora “defesa da pátria” seja um conceito legal aberto (dependente de regulamentação infra-constitucional), não inclui as “ações preventivas” previstas na END mais como um recado ao bolivarianismo. O uso de Força Armada no exterior seria, assim, vedado pela CF/1988 e um General que se recusasse a cumprir uma ordem de ataque fora do território nacional estaria agindo legalmente.
Sds.
Há também um grupo de elite bastante ativo no Brasil, trata-se do COT da Polícia Federal.
O COT realiza missões de combate ao terrorismo, contra o tráfico de drogas entre outras.
O Batalhão de Forças Especiais (BFE) é tudo isso ai…que estão dizendo que não “temos”…porém em função de uma política de Estado/Governo…isso JAMAIS será dito!
Quanto a experiencia de combate…o Haiti já foi e é utilizado para isso…bem como a América Latina, particularmente na Área de Operações das FARC…mas isso também JAMAIS será dito ou admitido!
Abraços
Nada como uma manhã lendo comentários dos ufanistas de plantão.
Seria bom o pessoal antes de fazer comentários sofríveis, seria bom ter alguma noção de como funciona a organização das FFAA, para saber oque é UNIDADE, e oque não…
Comparar a força Comandos com os GROM/SAS/SEAL? Tão brincando. Mas vamos lá, dentro dos Comandos, existe uma unidade, responsavel para retomada de plataformas de petróleo. Essa unidade simplesmente não tem material, é totalmente dependente do pouco que existe na força.
Não existe força em nosso pais, com independência e treinamento (porque não tem onde, e material para treinar) como as unidade supracitadas.
Uma unidade de alta mobilidade e capacidade deve ser 100% independente, tem que contar com aviação, jipes, helicopteros, botes.
Mesmo com as amarras constitucionais nao duvido que as forças armadas brasilleira ja tenham efetuado operaçoes clandestinas, todo mundo faz isso
Nao foi nos anos 90 que invadimos o territorio colombiano para caçar alguns guerrilehiros das FARCs?
Feliep CPS,
O governo alterou, no ano passado, a lei que falava do emprego das FA, agora podemos sim defender os interesses brasileiros em qualquer lugar do mundo!
Abração
Andre,
Nos anos 90 os comandos do EB invadiram e dispersarm um contingente das Farcs que atacaram um posto dentro do nosso território.
As ações de resgate de reféns na colombia tbm contam como intervenção estrangeira, assim como em 2006 se não me engano, um R-99B rastreou e localizou o cativeiro de alguns refens no Peru, passou a informação para o exercito peruano e esse pôde atuar e resgatar os reféns.
É isso mesmo Fábio.
Sua análise esta corretíssima.
Os poloneses também mantem uma unidade de aviação de operações especiais para apoiar o GROM, montado aos moldes do 160 SOAR: http://vootatico.com.br/archives/313
Marcus Piffer,
Muito bem citado! Sao esses “detalhes” que fazem a capacidade operacional de uma unidade, alias de todo o conjunto de operacoes especiais de um pais. Nao basta apenas terem 500 homens em um batalhao que atiram bem, saltam de para-quedas e sao corajosos…
Unidades de Tier 1 requerem toda uma gama de apoio e equipamento que sao poucos no mundo que conhecem e menos ainda que as possuem.
Sds!
Parece ser uma cultura no meio militar de cada país acreditar que as suas forças especiais são as melhores do mundo. É extremamente comum ver este tipo de comentário feito, na maioria das vezes, pelos próprios integrantes do corpo a que pertencem. Acredito que não sejam apenas os países com histórias recentes de conflitos que possuem forças especiais de qualidade, vejam o caso do Peru, quando suas forças especiais invadiram a embaixada do Japão, que na oportunidade estava tomada por terroristas. Pelo que me lembro a ação foi profissional e espetacular. Acredito que o Brasil deva ter sim tropas especiais com capacidade similar ou superior ao GSG 9 e suas congêneres mundo afora.
Caro Marine,
Quando meu pai era oficial aviador da FAB, 1° GTT ele fazia parte de uma equipe de Elite treinada em:
- Voos Táticos envolvendo aeronaves C-130 e C-115.
- Treinamento em decolagens e aterrisagens táticas.
- Melhor emprego de infiltração em espaço aéreo.
- Ação de Aeronave como posto avançado de comando.
Não sei todos sabem mas o pilotos Brasileiros são respeitadíssimos lá fora devido a esse perfil de emprego tático de aeronaves de transporte e de asas rotativas.
Foram essas abordagens que permitiram que fosse levado a cabo o projeto calha norte, que até hoje é um marco na estratégia militar Latino Americana sendo que os próprios Estadosunidenses não conseguem acreditar de como fomos capazes de tal feito.
Como bem citou o Fábio: nunca saberemos das reais capacidades de nossas FFAA mesmo que elas sejam capazes de feitos inacreditáveis como ja o foram…
só mesmo quem vivencia esse cotidiano para saber.
De onde vocês acham que as táticas do BOPE e afins surgiram? e de organizações congêneres?…
São questionamentos à refletir.
Marine, Marine, aquela nota do blog foi proposital, ou não? RSRSRS
E com relação a voos táticos na FAB que meu pai participava eu estou falando em idos dos anos 70…
A FAB ainda tem aquele C-130 verde escuro/ preto sei lá, chamado de BOPE ?
Sim. Mantido em perfeitas condições de voo.
Noel,
Sei que geraria um pouco de polemica mas nem por isso devemos fugir do tema, acho apenas que o pessoal esta muito sensivel, levaram pelo lado errado, minha opiniao nao e critica as unidades brasileiras. A intencao do post foi de incentivar e apenas dizer: “Olhem a Polonia, olhem o que fizeram em poucos anos com orcamento magro e que pode servir de exemplo a nos.” Pronto, nada mais do que isso.
E a mesma linha de pensamento que dizer, olhem para a Suecia, outro pais sem orcamentos exorbitantes mas fizeram o Gripen, pode servir de exemplo a Embraer, nao vejo nada de errado com isso. Se as pessoas levaram pelo outro lado nada posso fazer por isso.
Outro engano e que tem jeito confundindo tres coisas diferentes…Commandos, Forcas Especiais (alias um termo muito brando) e Unidades de Missoes Especiais (Special Missions Units). Todos os tres sao diferentes uma das umas, tem gente ate mencionando BOPE que nao tem nada a ver com o post sendo uma unidade policial excelente mas com missoes e atribuicoes completamente diferentes.
O Brasil possui sim, excelentes comandos, FE, policiais, jogadores de futebol, mulheres bonitas e o que mais for que quisermos ter orgulho mas nao possuimos ainda “special missions units”. Outro exemplo que o post procurar iniciar um debate e o fato de que muitos paises possuem suas forcas de operacoes especiais completamente conjuntas nao so em uma Brigada pertencente a uma das forcas mas em um comando conjunto completamente separados sendo quase que uma quarta forca, sera que isso serviria aos nossos requisitos? Pode ser que sim, pode ser que nao…
Espero ter esclarecido os bastidores da questao, mas nao tem problema, democracia e isso mesmo, o livre debate de ideias e opinioes.
Abracao!
Sem aumentar o flame, Marine, mas eu não visualizei quais são as missões que o GROM cumpre e que falta às nossas tropas de operações especiais.
Marcus,
Pra nao dizerem depois que temos gente que faz isso ou aquilo, procure informacoes sobre Special Missions Units e tenho certeza que entendera melhor.
Acho que a confusao se deu a isso, a diferenca entre esses tres tipos de unidades…Commandos, FEs e SMU…
Sds!
Ok, Marine, entendi, e gostei dá matéria, aliás vc tá ficando bom nisso em, vai acabar sendo contratado pela New York Times Co. RSRSRS
Falando sério, essa idéia de um Comando conjunto inter-forças, é bem interessante prá nossa realidade, e perfeitamente viável, pois já existe alguma experiência dessa natureza, o COMDABRA funciona como se fosse um comando combinado, a três décadas, a SDDP tem começado Projetos conjuntos. Realmente a implantação de um comando conjunto de forças especiais é até economicamente lógico; lembrando que a Brigada de Operações Especiais, nem tem realmente um efetivo de nível Brigada. Agora, o difícil é superar as vaidades e o orgulho.
Abraço
QUEM FOI QUE DISSE QUE AS FORÇAS ESPECIAIS E COMANDOS BRASILEIROS NAO TÊM EXPERIÊNCIA?
galera, nao se iludam pq a mídia nao mostra as operações do exército brasileiro. todo dia tem conflito na amazônia, as FARC entrando no Brasil, contrabandistas na fronteira sul e pantanal e quem tá lá pra proteger? COMANDOS e FORÇAS ESPECIAIS. O exército nao tem interesse em mostrar isso, pois abre espaço pra essa porra de direitos humanos que o que mais faz é proteger direitos dos bandidos. Se o povo VISSE o treinamento dos comandos, as porradas que eles tomam, a vida difícil, em condições extremas aí valorizariam mais o EB.
Não é porque nao são vistas que as coisas nao acontecem. Pensem nisso.
As Special Mission Units são conceitos americanos e não “universais”, como as ações de comandos. O que os EUA tem e que os demais países não têm é um Comando de Operações Especiais, mas isso é questão de estrutura de comando e não da tropa propriamente dita.
As SMU são unidades selecionadas dentre as demais unidades de operações especiais para estarem num nível de adestramento mais elevado ou cumprir missões específicas.
Um exemplo é o Seal Team 6, que hoje é chamado de NSWDG. Ele mantém as mesmas características e organização dos outros SEALS Teams, mas é vocacionado para CT.
Dentro do 1o BFE existe duas companhias de FEsp e uma companhia dedicada a CT. Da mesma maneira, existe a 4a Cia FEsp em Manaus, especializada em operações na selva.
O diferencial americano é que eles tem forças bem mais numerosas e cada uma dessas unidades está destacada das demais, como se cada uma das nossas companhias de FEsp estivesse desdobrada em locais diferentes do Brasil.
Marcus,
Nao e so a missao CT, hoje com os ataques de 11 de setembro houve uma evolucao vamos dizer do conceito e emprego das unidades que antes possuiam o foco em CT…essas unidades sao consideradas SMU e apesar do termo ser americano o conceito e universal, elas estao por falta de uma melhor maneira de se dizer “acima”, em outro nivel ao se comparar com FE.
Nao vou dizer que tipo de missao fazem, ou treinamento pois elas ja sucederam, evoluiram isso sem contar que nao podemos avalia-las como uma “check-list”. Unidades como Delta, SAS (britanicas, Australianas e ate Neo-zelandezas), GROM e algumas poucas outras.
Enfim o post nao e para babar o ovo delas, e apenas para termos como exemplo e usarmos o que acharmos que podem funcionar para nos.
Semper Fi!
Super Hornet: por favor, informe-nos o número da “lei” que foi alterada para permitir ações militares no exterior, que me fará um advogado melhor, rsrs.
E mais: uma coisa é auxiliar a resgatar reféns na Colômbia. Outra é uma tropa brasileira executar uma missão puramente militar no exterior. Isso até o momento não é permitido, e não se trata de lei, trata-se, isso sim, da Constituição da República. Qualquer “lei” que vá contra o que ela diz é inconstitucional.
________________
Marine: entendi o que você e outros colegas quiseram dizer sobre unidades independentes, quarta força, liberdade de comando, e etc. e tals. Mas não concordo que esse tipo de coisa seja funcional para a nossa realidade. Nossas FFAA são para DEFESA, nunca para ataque (não que eu concorde com isso 100% do tempo, rs), a não ser que esse ataque seja pressuposto de uma defesa IMEDIATA (não mediata, nada de “Doutrina Bush”), ou que esteja-se em cumprimento de uma missão delegada pela ONU.
Por outro lado, não acho que a diferença entre uma força integrada nas FFAA e uma “independente” seja tão extrema assim. Não acho que o Batalhão de Comandos, por exemplo, seja porcaria diferente do SEALs porque depende da FAB para infiltrá-lo, ou de uma embarcação da MB para colocá-lo numa cabeça-de-praia. Se fosse esse o problema, seria fácil de resolver: bastava transferir os meios e homens para o EB, ou vice-versa. Mas acho que mesmo não fazendo isso temos homens competentes o bastante na FAB ou na MB para servirem corretamente às unidades do EB em missões do gênero.
Não sei até que ponto esse conceito, de inspiração puramente norte-americana, de “descentralização”, no qual se criam dezenas de “Special Units” mais ou menos independentes de sua força de origem seja tão bom assim. Na hora do “vamovê” o que vale mesmo é quantidade de tropa bem treinada e sublimamente integrada, e não duas dezenas de unidades especiais que, conquanto cumpram missões “diferentes”, não possuem números suficientes para mudar radicalmente o curso de uma guerra. Uma tropa simples (não “especial”), mas veterana, bem treinada, com moral elevado e bem armada, tem todas as condições de cumprir 90% das missões das assim chamadas “tropas especiais”.
Acho que hoje em dia não deveria sequer existir “Forças Armadas” e sim UMA “Força Armada”, com seus meios coordenados com inteligência, dado que no combate moderno é cada vez mais preponderante a integração entre as diversas modalidades de unidades combatentes.
Até que me demonstrem o contrário, mantenho minha posição. Forças Especiais de nomes bonitos são ótimas para aparecer em filmes de Hollywood, mas não sei se são “tãããão” especiais assim…
Abs.
Super Hornet: por favor, informe-nos o número da “lei” que foi alterada para permitir ações militares no exterior, que me fará um advogado melhor, rsrs.
E mais: uma coisa é auxiliar a resgatar reféns na Colômbia. Outra é uma tropa brasileira executar uma missão puramente militar no exterior. Isso até o momento não é permitido, e não se trata de lei, trata-se, isso sim, da Constituição da República. Qualquer “lei” que vá contra o que ela diz é inconstitucional.
________________
Amigo Marine:
Entendi o que você e outros colegas quiseram dizer sobre unidades independentes, quarta força, liberdade de comando, e etc. e tals. Mas não concordo que esse tipo de coisa seja funcional para a nossa realidade. Nossas FFAA são para DEFESA, nunca para ataque (não que eu concorde com isso 100% do tempo, rsrs), a não ser que esse ataque seja pressuposto de uma defesa IMEDIATA (não mediata, nada de “Doutrina Bush”), ou que esteja-se em cumprimento de uma missão (de ataque) delegada pela ONU.
Por outro lado, não acho que a diferença entre uma força integrada nas FFAA e uma “independente” seja tão extrema assim. Não acho que o Batalhão Ações de Comandos, por exemplo, seja porcaria diferente do SEALs porque depende da FAB para infiltrá-lo, ou de uma embarcação da MB para colocá-lo numa cabeça-de-praia. Se fosse esse o problema, seria fácil de resolver: bastava transferir os meios e homens para o EB, ou vice-versa. Mas acho que mesmo não fazendo isso temos homens competentes o bastante na FAB ou na MB para servirem corretamente às unidades do EB em missões do gênero.
Não sei até que ponto esse conceito, de inspiração puramente norte-americana, de “descentralização”, no qual se criam dezenas de “Special Units” mais ou menos independentes de sua força de origem seja tão bom assim. Na hora do “vamovê” o que vale mesmo é quantidade de tropa bem treinada e sublimamente integrada, e não duas dezenas de unidades especiais que, conquanto cumpram missões “diferentes”, não possuem números suficientes para mudar radicalmente o curso de uma guerra. Uma tropa simples (não “especial”), mas veterana, bem treinada, com moral elevado e bem armada, tem todas as condições de cumprir 90% das missões das assim chamadas “tropas especiais”.
Acho que hoje em dia não deveria sequer existir “Forças Armadas” e sim UMA “Força Armada”, com seus meios coordenados e integrados com inteligência, dado que no combate moderno é cada vez mais preponderante a integração entre as diversas modalidades de unidades combatentes.
Até que me demonstrem o contrário, mantenho minha posição. Forças Especiais de nomes bonitos são ótimas para aparecer em filmes de Hollywood, mas não sei se são “tãããão” especiais assim…
Abs.
Convidem esses “craques” para um passeio na Amazônia. “Soltem” eles na nossa selva. Depois me contem se são mesmo especiais… Boa noite a todos e ótimo FDS.
Galera,
acho que as coisas não funcionam bem assim não.
Cada grupo treina para aquilo que vai encontrar.
Por exemplo: acredito que as Forças Especiais brasileiras não possuem treinamento (e equipamento) em áreas desérticas e, ao mesmo tempo, com alto índice de neve (encontradas no Afeganistão).
Se simplesmente soltar o soldado em um lugar desses sem o treinamento adequado, não adianta nada. Vai tomar um maior coro dos nativos.
Então, essa coisa de “soltar” americano na Amazônia, é conversa para boi dormir, pois o Exército Americano nunca faria isso sem o treinamento adequado.
Assim, como se o Presidente Lula decidir que amanha as Forças Especiais brasileiras participarão da Enduring Freedom, eles terão o treinamento adequado e receberão mais equipamentos especializados para a missão deles.
O mesmo acontece com os batalhões que vão para o Haiti.
Conheço pouco a historia do GROM, só que li em sites especializados, mas todo esse prestigio e até capacidade operacional, é devido a um forte ajuda Americana a Polonia tem apoiado os Americanos desde a Guerra do Golfo em 90/91.
Do mesmo jeito a Colombia que só tem o poder Militar que tem devido a ajuda Americana por causa da “Guerra Antidrogas” desencadeada naquele país.
É dificil vislumbrar uma unidade de CT como as famosas, se nem temos uma Lei Anti-Terrorismo devidamente especificada e regulamentada. Acredito que seja desejo dos militares ter capacidade operacional no estado da arte, mas os atuais orçamentos não ajudam muito.
Não sou um fanatico patriota, mas acho que nossas Forças Especiais tem seu valor, A Brigada de Operações Especiais do EB está se capacitando nos ultimos anos, de um simples batalhão para uma Brigada Inteira,modernização de equipamentos e capacitação do Material humano.
O GRUMEC e o Batalhão Toneleros também não ficam atras, é claro que com um orçamento mais generoso fariam melhor.
No mais “Santo de casa não faz milagre”, então fica dificil pra alguns ver nossas qualidades.
Sugiro a leitura da Revista Tecnologia e Defesa que em duas edições mostrou um pouco das nossas Forças Especiais do exercito e da Marinha.
O site Tropas de Elite fala um pouquinho do GROM e outra Forças de Operações Especiais.
http://www.tropasdeelite.cjb.net/
Caro Giovani tem Mais, base em território polonês de sistema de defesa anti-míssil americano para enfrentar as ameaças dos mísseis de médio e longo alcance.
Parte do acordo obriga os Estados Unidos que defenda a Polônia, em caso de um ataque, com maior rapidez do que normalmente exigido ao abrigo da OTAN.
Por isso a ajuda Americana a Polonia.
É isso ai. Em Caso de Conflito EUA x Russia. EUA se defende a partir de territorio polones. Russia aniquila Polonia e os dois ficam vivos para discutir a paz (Porque besta não são).
É o preço para ter GROM.
Abs
Harry
Não acredito que os Russo vão atacar alguem, eles não são doidos, mas assim como todos os aliados fieis do EUA, tem tem acesso a tecnologia Americana como Caças Avançados e armas sofisticadas, a repasse de conhecimento e treinamento e até dinheiro Norte Americano no campo das Operações Especiais e isso faz a diferença sim!!
Exemplo disso: SASR (Australia), GROM, GSG-9, SAS entre outras fazem intercambios constantes com as Forças Especiais Americanas e estão apoiado o EUA no Iraque e Afeganistão
Se algum dia o Brasil quiser formar uma Unidade Conjunta de CT, como o GROM e JTF-2(Canadá), vai buscar o que a de melhor em armas, equipamentos e treinamento.
Caros,
Este mundo das forças especiais altamente secretas é algo que espero que não chegue ao Brasil.
O SAS é um bom exemplo do perigo que estas forças representam para o estado de direito.
A forma como o SAS, sob direcção do MI5 e do MI6, manipula a situação na Irlanda do Norte não fica muito a dever ao dispositivo das ditaduras totalitárias do passado. Pesquisem e vejam que os maiores dirigentes do IRA são agentes britânicos. É simplesmente nojento.
Recentemente houve um incidente, pouco divulgado(por quê?), em Bassorá(Basra), em 20 de setembro de 2005. Dois soldados desta unidade foram apanhados pela polícia iraquiana enquanto ensaiavam ações terroristas para causar mal-estar entre sunitas e xiitas.
Mais tarde as forças britânicas libertaram os dois “terroristas” da prisão.
É nisso que estes senhores são bons; programar atentados, matar conterrâneos civis e militares e ficarem calados acerca das ações pouco dignas que empreendem para que os seus patrões consigam nos arrancar a liberdade em troca da uma suposta segurança contra inimigos que eles próprios criaram.
amigos o nossa caro bonifácio nos resumiu tudo!!! poto pra vc brother,americanos,britanicos e tantos outros tanicos criam seus proprios inimigos pra arracarem liberdade,dinheiro e todos os outros interesses q procuram……claro q ñ podemos generalizar..mais isso ñ é e numca foi uma surpresa….
Bonifacio
Concordo com vc, Unidades e ações desta natureza são geralmente cercadas de obscuridades, mas como falou co colega Kalchicov não podemos generalizar e sabemos que não ha outra forma de combater o terrorismo se não o confronto direto.
Se engana quem acha que estamos livres de ser alvos do terrorismo, pois a medida que o Brasil cresce, também contraria os interesses de muitos e mais cedo ou mais tarde teremos que tomar partido e isso trará consequencias indesejadas.
A questão é preparar Bem nossas Forças Especiais e Inteligencia para atuar nestas situações quando necessario, Aqui ou no Exterior.
Pessoal,
Estou de acordo que é preciso possuir unidades especializadas, o modelo adotado para isso é que eu ponho em discussão.
O meu receio é que o Brasil, país em que a ideia de Estado de Direito já está demasiado fragilizada, acabe por entrar na era dos “false flag atacks”.
Coisas muito estranhas estão se passando nos EUA e na Inglaterra e é bom abrirmos os olhos antes que seja tarde demais.
Marine
Falando de forças especiais, gostaria que vc falasse um pouco das Forças Especiais Francesa e da JTF-2 canadense.
Giovani,
a intencao do blog e aos poucos familiarizar os leitores com unidades de elite de varios paises.
Sds!
Li uma matéria na revista Grandes Guerras, que tem exatamente essa primeira foto, só que não se referindo ao GROM, e sim ao britânico SBS, porém no comentário diz que a foto foi tirada num exercício na Polônia. E já vi diversos sites e revistas utilizando essa mesma foto falando que são de outras unidades, ela é bem popular até.
Abraços.
É admiravel esse tipo de força, parece o esquadrão anti-terrorismo criado a pouco tempo aqui; e desde que não se torne uma Blackwater
Nois temos sim nossos batalhões de forças especiaes bem treinadas e em até missões internacionais , o que vc dever obsservar é que o que falta para o nosso exercito em geral , como SDs convencionaes é tecnologia em equipamentos de primeiro mundo ,armamentos com tecnologia de ponta , devemos lembrar tbm que recurssos humanos não faltam , temos guerreiros em nossa patria , o que falta é investimento por parte do gorverno para colocar toda essa lealdade em pratica , pra vcs terem uma noção o exercito dos EUA é um exercito proficional gente , dai se tem a diferença de um pais que está em guerra constante e um que não está que é o caso do nosso pais , atenciosamente …