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Os Estados Unidos vão expandir temporariamente o tamanho de seu Exército com a incorporação de 22 mil novos soldados, devido ao esforço das mobilizações no Iraque e no Afeganistão. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo secretário da Defesa, Robert Gates.

“Com o firme apoio do presidente Obama, anuncio hoje uma decisão de incrementar temporariamente a força ativa do Exército em 22 mil homens”, disse Gates, em entrevista à imprensa.

O aumento será mantido pelos próximos três anos e as forças militares americanas saltarão para um total de 569 mil soldados em serviço.

“O Exército enfrenta um período onde sua habilidade de enviar brigadas ao combate rapidamente está em risco. Este é um desafio temporário que irá se desenvolver no próximo ano e se estabilizar nos próximos três”, conclui Gates.

O aumento nas tropas foi menor do que o plano apoiado pelo senador Joseph Liberman, que queria 30 mil novos soldados no Exército americano.

A infantaria da Marinha, que tem um contingente de 180 mil soldados, e o Exército são as duas forças militares mais comprometidas com os conflitos dos EUA no Afeganistão e no Iraque. O secretário disse a medida permitirá que o Exército agregue 21 mil soldados aos 35 mil que já têm no Afeganistão.

Durante sua campanha presidencial em 2008, quando havia no Iraque quase 160 mil soldados americanos, Obama prometeu que reduziria a presença militar no país em 16 meses. Desde então, ordenou o retorno de duas brigadas, e enviou três ao Afeganistão.

FONTE: Efe /Reuters /Associated Press

NOTA DO BLOG: Acreditamos que esse aumento de efetivo aconteça para repor os soldados afastados do serviço (feridos em combate, licenças médica) e os que estão cumprindo o tempo em casa depois de terem ficado no front.

 

Veterano mais velho morre aos 113 anos

O veterano britânico da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) Henry Allingham morreu ontem aos 113 anos em um asilo na costa sul da Inglaterra.

Considerado o homem mais velho do mundo, Allingham era o mais antigo remanescente do conflito e o último membro da Força Aérea Real original. Restam agora um veterano britânico e um americano da Primeira Guerra.

Nascido no dia 6 de junho de 1896, ainda durante o reinado da rainha Vitória, Allingham atribuía a longevidade “ao cigarro, ao uísque e às mulheres”.

FONTE: Folha de São Paulo/AP / FOTO: RAF

 

O soldado americano desaparecido no final de Junho da sua base no Afeganistão apareceu num vídeo que os taliban colocaram na Internet.

O vídeo, com 28 minutos de duração, mostra o soldado, cuja identidade ainda não foi revelada pelo Pentágono, com a cabeça rapada e barba por fazer. No início do vídeo, os raptores mostram a placa de identificação do soldado para a câmara e consegue-se ler perfeitamente o seu nome e número.

O soldado, que está vestido de cinzento e se alimenta durante parte das filmagens, identifica-se para a câmara e diz a data do vídeo: 14 de Julho. Entrevistado pelos seus raptores, declara-se asustado: “Estou com medo, com medo de não regressar a casa. É muito enervante ser prisoneiro”.

FONTE: Publico.pt

 

Silvio Queiroz

Deu menos repercussão do que seria de esperar — pelo menos até aqui — a notícia do acordo militar pelo qual os Estados Unidos terão direito a utilizar quatro bases em território da Colômbia, vizinho com o qual o Brasil compartilha 1.600km de fronteira amazônica. A localização das instalações é — como seria também de esperar — precisa do ponto de vista estratégico: uma delas está no litoral do Caribe, outra no Pacífico e duas no centro do país. O timing também é exato: no ano que vem, é possível que deixe o palácio, em Bogotá, o presidente Álvaro Uribe, a menos que prospere a emenda constitucional para permitir-lhe disputar o terceiro mandato.

Com Uribe, a Colômbia foi aliada preferencial dos EUA na América Latina, do ponto de vista militar, durante o governo Bush. Obama promete outra política externa, mas jamais desprezaria oportunidade tão conveniente para substituir a base aeronaval de Manta, no Equador, de onde os americanos se retiram em setembro, embora as operações estejam encerradas desde ontem — a cessão (por 10 anos) venceu e não foi renovada pelo governo de Rafael Correa, aliado de Hugo Chávez. O presidente venezuelano, por sinal, é outro que torce o nariz para o movimento de tropas gringas na casa ao lado. Em especial na base de Apiay, logo ao lado de Bogotá e a caminho das planícies orientais que levam à fronteira venezuelana, na bacia do Rio Orinoco.

Chávez anda comprando aviões, helicópteros, sistemas de defesa antiaérea e naval da Rússia. Já promoveu manobras aeronavais conjuntas no Caribe, marcando o retorno dos russos à região depois da Guerra Fria. E ofereceu a Moscou o compartilhamento de bases em território venezuelano.

Plano Colômbia: os gringos entram com as armas, nós fornecemos os mortos

Outdoor exposto em 2000 em San Vicente del Caguán, no sul da Colômbia. Na época, a cidade foi sede do fracassado processo de paz entre o governo do presidente Andrés Pastrana e a guerrilha das Farc.

Na moita

Nos últimos meses, a coluna ouviu manifestações insistentes de inquietação e interesse de diplomatas da região sobre a localização das bases colombianas onde os americanos se instalariam. Uma das opções que chegaram a ser mencionadas era a cidade de Letícia, no extremo sul, vizinha geminada à brasileira Tabatinga (AM). Mas, não muito longe da fronteira, os americanos já operam, sem muito alarde, em duas outras bases colombianas que foram equipadas pelos EUA com sofisticados radares. Larandia e Tres Esquinas (foto), ambas no departamento de Caquetá, são sedes de batalhões que formam a primeira Brigada Antinarcóticos treinada por instrutores americanos, no âmbito do Plano Colômbia.

Em meados de 2000, quando o Congresso dos EUA ainda discutia os termos do plano, os gringos já estavam por lá. Em uma das primeiras visitas feitas pela imprensa estrangeira a Tres Esquinas, um oficial americano estava ao lado do comandante da base para receber-nos na pista. Conversou discretamente com assessores do então presidente colombiano, Andrés Pastrana, e esgueirou-se para um pavilhão à parte do quartel. O general Mario Montoya, que chefiava Tres Esquinas e depois tornou-se comandante do Exército — caiu no ano passado, sob suspeita de ter cooperado com esquadrões paramilitares que combatem a guerrilha à margem do Estado —, só não topou falar aos jornalistas sobre os “hóspedes” do norte…

FONTE: Correio Braziliense

 

Blog ForTe ficará fora do ar amanhã

Comunicamos aos nossos leitores e colaboradores que amanhã pela manhã o Blog ForTe ficará fora do ar por algumas horas, por causa da mudança de servidor.

Contamos com a compreensão de todos.

 

afeganistão

O número dos militares britânicos mortos no Afeganistão – que, desde o final de 2001 já chegou aos 184 – já é superior ao do Iraque (179), revelou o Ministério da Defesa britânico (MoD). Ontem morreram oito soldados.

Um dos piores incidentes para o Exército britânico desde a sua intervenção no Afeganistão ocorreu ontem de manhã, quando cinco soldados foram mortos perto de Sangin, na província de Helmand, no Sul, como consequência de duas explosões. Antes, dois homens morreram na mesma região, o primeiro numa explosão e o segundo em confrontos com insurgentes perto de Lashkar Gah, a capital da província. As autoridades confirmaram uma outra morte, num ataque ao veículo onde seguia.

Em Junho de 2008 quatro soldados britânicos morreram numa explosão e outros 14 perderam a vida na queda de um avião em 2006.

De momento são 8.300 os soldados britânicos que estão estacionados no Afeganistão, principalmente na província de Helmand.

O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, David Miliband, já comentou a situação, salientando que os soldados estavam a combater pelo “futuro da Grã-Bretanha” e avisou que o país não estará seguro se não for garantida a segurança no Afeganistão, noticiou o jornal “The Independent”. Miliband acredita ser essencial evitar que o Afeganistão se transforme numa “incubadora do terrorismo”.

O líder da oposição e líder do Partido Conservador, David Cameron, denunciou que os soldados britânicos estão a combater na linha da frente sem o devido equipamento, nomeadamente helicópteros para se movimentarem na província de Helmand.

FONTE: Última Hora /FOTO: ABC.news

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A porta-voz da embaixada britânica em Tel Aviv, Karen Kaufman, confirmou que a Grã-Bretanha suspendeu parcialmente a exportação de armas para Israel depois de o país ter supostamente violado os critérios europeus e britânicos para uso dos armamentos durante a ofensiva na Faixa de Gaza em dezembro e janeiro passados.

Falando à BBC Brasil, Kaufman confirmou parte das informações divulgadas pelo jornal israelense Haaretz, que diz nesta segunda-feira que o governo britânico proibiu empresas britânicas de vender armas para a Marinha israelense.

“Em vista da Operação Chumbo Fundido (como ficou conhecida a ofensiva em Gaza) e de acordo com nossas obrigações, realizamos uma reavaliação das licenças de exportação para Israel”, disse Kaufman.

“Não há um embargo parcial de armas para Israel. A política do Reino Unido continua sendo de examinar todas as licenças de exportação de acordo com os critérios nacionais e da União Europeia.”

“Julgamos que, em um baixo número de casos, depois da ação israelense durante (a operação) Chumbo Fundido, a exportação desses produtos contradiz os critérios. Estas licenças foram revogadas.”

Ainda de acordo com a porta-voz, o governo britânico “apoiou a declaração da União Europeia que qualificou as ações de Israel durante a operação Chumbo Fundido como ‘desproporcionais’”.

Pressão

Há anos que um país europeu não impõe sanções à exportação de armas para Israel.

Segundo o Haaretz, depois de sofrer pressões por parte do Parlamento e de ONGs, em consequência da ofensiva israelense em Gaza, o governo britânico examinou todas as licenças de exportação de armas para Israel.

Das 182 licenças existentes, o governo britânico teria cancelado cinco, referentes à exportação de armas para a Marinha, diz o jornal.

As armas teriam sido usadas na ofensiva em Gaza, que deixou pelo menos 1,3 mil mortos palestinos, a maioria deles de civis.

Durante a Primeira Guerra do Líbano, em 1982, a Grã-Bretanha decretou um embargo total à exportação de armas para Israel.

Depois do fim do embargo, houve uma redução significativa das exportações de armas britânicas para o Exército israelense.

Hoje em dia 95% das armas fornecidas para o Exército israelense vêm dos Estados Unidos, as importações da Grã-Bretanha representam cerca de apenas 1% do total.

No entanto, as sanções têm um significado politico importante, pois ocorrem em um momento em que o governo israelense está sendo fortemente pressionado, tanto pelos Estados Unidos como pelos países europeus, a congelar a construção dos assentamentos na Cisjordânia e concordar com a criação de um Estado Palestino viável ao lado de Israel.

O representante de Politica Externa da União Europeia, Javier Solana, chegou a propor neste fim de semana que a ONU estabeleça um prazo para a criação de um Estado Palestino “mesmo se não houver um acordo entre israelenses e palestinos”.

De acordo com Solana, “depois desse prazo o Conselho de Segurança da ONU deve aceitar o Estado Palestino como membro integral da ONU”.

FONTE: BBC Brasil/O Globo

 

Miras óticas

Nos últimos anos tem sido comum para o observador notar a proliferação de miras óticas acopladas a fuzis, carabinas e metralhadoras de tropas ocidentais, em serviço principalmente no Oriente Médio. Essas miras representam um avanço tecnológico em relação as antigas e conhecidas “iron sights” ou “miras de ferro” servindo vários propósitos táticos e fazendo do seu operador uma força multiplicadora.

O objetivo desse artigo será familiarizar os leitores com os vários tipos dessas miras, seu emprego e uma infomação tecnica básica, aprofundar-se demais no tema fugiria do espaco e intenção do ForTe.

Em combates aproximados (CQB/CQC), geralmente ocorrendo até 50m, os engajamentos por natureza ocorrem muito rapidamente, sendo fundamental ao “operador” qualquer fração de segundo que ele possa ganhar antes de seu oponente. Por essa razão, em missões ou TO em que CQB seja antecipado, é comum o uso de miras do estilo “C-More”.

Miras como as da fabricante C-More são geralmente utilizadas com os dois olhos abertos, facilitando um engajamento mais rápido do alvo e mantendo uma visão periférica completa, sem dar ao usuário a famosa “visão de tunel” que outras miras tubulares tem tendência. São também, em geral, mais baratas e mais frágeis, visto que deixam exposto o vidro em que a retícula está presente, porém têm como desvantagem o fato de não possuírem magnificação e suas retículas ficam muito grandes em comparacão com alvos a maior distancia.

A mesma retícula é medida em MOA (minutes of angle), o que quer dizer que a retícula a 100 jardas (91m) possui uma circunferência de 1 polegada (2,54cm); os tamanhos variam em sua maioria entre 4 até 12 MOA, possibilitando um engajamento rápido, sem ao mesmo tempo cobrir por completo a maioria dos alvos.

Outro fabricante que tem tido sucesso é a EOTech, com suas miras holográficas, sendo conhecidas como uma espécie de HUD (Head Up Display) para armas portáteis. Seu produto ao invés de utilizar apenas um ponto vermelho (red dot), emprega um círculo maior de 65 MOA, um ponto de 1 MOA dentro do círculo, sendo tocados por uma pequena cruz.
A vantagem é que a retícula proporciona um engajamento mais preciso do que o C-More, com um ponto menor a maiores distâncias, sendo que o círculo maior “atrai” os olhos, mais uma vez facilitando o engajamento rápido em CQB. A EOTech também recomenda o uso com dois olhos abertos e o vidro em que a retícula está projetada é encapsulado de melhor forma do que nos C-More, podendo receber maior “abuso” do usuário.

Os EOTech também não possuem magnificação, são compatíveis com óculos de visão noturna (NVG) e podem ser usados em missões ou TO, no qual o usuário procura a melhor combinação possível de engajamento a curta e média distância. São também muito utilizados em metralhadoras leves, como a M249/SAW, sendo que o círculo maior em CQB praticamente garante o acerto de uma rajada no adversário, passando de 65 MOA a 32.5 MOA a 50m de distância e assim por diante.

A empresa Aimpoint é conhecida como a mãe das miras de ponto vermelho (Red Dot) e tem estado na liderança de tais miras por 30 anos. Seu modelo Comp M2 é o padrão do US Army e US Air Force, também são compatíveis com óculos de visão noturna (NVG), entretanto, por ser tubular, tem maior tendência a causar “visão de túnel”, sendo esse modelo mais difícil do que os outros dois citados acima para utilizar com dois olhos abertos. É também um pouco mais lento no engajamento de alvos. Não possuem magnificação, mas podem receber grande abuso por parte do usuário, seu ponto é geralmente do tamanho da ordem de 4 MOA, o que o faz impreciso a longas distâncias. Unidades que tem o luxo de escolher o que usam, têm preferido os EOTech ao invés da Aimpoint nos últimos anos, para combates curtos e medianos.

Por último e talvez o melhor e mais sofisticado deles seria os ACOG (Advanced Combat Optical Gunsight), da empresa Trijicon.  O ACOG não necessita de baterias, possuindo uma faixa de tritium que absorve luz durante o dia para que ilumine a retícula à noite, sem que o usuário tenha que se preocupar com baterias e a falta delas em combate. É o padrão do US Special Operations Command e do US Marine Corps, tendo sido utilizado pelo autor deste artigo.  O “conceito de mira Bindon” (BAC) também possibilita uso com os dois olhos abertos (apesar de ser necessário maior tempo de treino para que o cérebro se acostume com isso), mesmo possuindo magnificação entre 4X a 6X e sendo uma mira tubular.

A retícula possui um “bullet drop compensator” que facilita engajamentos a média e longas distâncias, sendo que há casos em que alvos foram engajados e derrubados a 800m devido à magnificação e o “BDC” em fuzis M-16A4, ultrapassando o alcance efetivo máximo oficial da arma. O sistema é considerado tão revolucionário que praticamente eliminou a necessidade de um “atirador designado” (Designated Marksman) por Grupo de Combate. Um atirador com um ACOG cumpre muitas das funções antes delegadas ao DM e se cada Grupo de Combate possuir 10 deles pode-se ver como o sistema é uma força multiplicadora.

Os ACOGs são muito mais caros do que os outros citados acima e geralmente usados para médias e longas distâncias,  mas podem ter pequenas miras para curta distância acopladas, devido à sua magnificação e fácil acesso, já que estão na arma do usuário e não em algum bolso ou mochila. Muitas vezes são utilizados como binóculos, também facilitam muito a identificação de alvos e já salvaram muitas vidas inocentes em que o infante pode reconhecer a diferenca de um civil e uma ameaça a maiores distancias do que no passado.

Como todo sistema, todos tem suas vantagens e desvantagens e a adoção de cada deve levar em conta a missão entre outros fatores. Essa miras estão aqui para ficar e dão uma grande vantagem ao seu usuário, mas elas em si nao fazem o “operador” letal pois ele sempre tera que ter os meios (municao) para treinar e se familiarizar com tal sistema.

NOTA DO BLOG: Tendo em vista que o Exército lançou o programa COBRA (Combatente Brasileiro), que visa dotar os nossos soldados com tudo o que é atual, qual mira deveria ser adotada pelo Exército Brasileiro?

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O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, comunicou ao Alto Comando da Força, reunido na última quarta-feira, em Brasília, que o Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa decidiram suspender os acordos militares com Honduras e chamar de volta o tenente-coronel Paulo Pimentel, que é instrutor militar no país. Até anteontem, o Itamaraty dizia que não tinha sido informado da decisão e que ela seria extemporânea e “até bizarra”, pois o impasse hondurenho tem a intermediação do presidente da Costa Rica, Óscar Arias.

O governo e a diplomacia brasileira consideram que o retorno do presidente Manuel Zelaya encerraria a crise. O Exército também nega oficialmente a suspensão dos acordos militares e diz, via Centro de Comunicação Social, que “deve ter havido confusão”, já que o oficial Pimentel foi designado para comandar o 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado de Escola, no Rio de Janeiro. Seu nome consta de uma lista de 183 oficiais que o Exército divulgou nesta semana para assumir comandos.

Só que isso ocorrerá apenas a partir de janeiro do próximo ano. Conforme a Folha apurou, a decisão foi tomada pelo Planalto e pelo ministro da Defesa, Nelson jobim, que teria encontro anteontem, às 17h, com o embaixador de Honduras em Brasília, Víctor Manuel Lozano Urbina. Mas a reunião foi cancelada de última hora, sem que nenhum dos lados explicasse o porquê. O convênio militar entre Honduras e Brasil começou em 1995 e inclui ainda outros dois países centro-americanos, Guatemala e El Salvador. Em Honduras há cerca de dois anos, o tenente-coronel Paulo Pimentel é instrutor na Escola de Comando e Estado Maior das Forças Armadas, na capital, Tegucigalpa.

Esse centro atende apenas a elite militar, pois é destinado a oficiais e especializado em altos estudos militares. Seria o equivalente hondurenho à Escola de Comando do Estado-Maior do Exército brasileiro, embora no país centro-americano sirva às três Forças. Na semana passada, o governo brasileiro já havia suspendido a análise de financiamento de três projetos de infraestrutura no país, cuja soma poderia chegar a US$ 320 milhões. O Itamaraty ainda listou e colocou em “banho-maria” programas de cooperação em áreas como energia e saúde, incluindo o projeto do Brasil com os EUA para a produção triangular de biocombustível em Honduras.

FONTE: Folha de São Paulo

 

NOTA DO BLOG: Excelente oportunidade para apreciadores de Equipamentos e História Militar, o evento tem a entrada e estacionamentos gratuítos.

 
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