Caxias do Sul (RS), 27 de agosto de 2009 – A Agrale, única fabricante de veículos de capital 100% nacional, fez a entrega, no final de agosto, de um novo lote de 12 unidades do Agrale Marruá para o Exército do Equador. Os veículos, do modelo AM20, serão utilizados pelas forças armadas daquele país. Esta é a segunda aquisição de utilitários da marca que o exército equatoriano realiza em menos de seis meses.
Desenvolvido no Brasil para atender às Forças Armadas nacionais, o Agrale Marruá tem sido vendido para exércitos de outros países, devido à sua versatilidade, robustez e baixo custo operacional. No início deste ano, a Agrale entregou outras 18 unidades do Marruá para o Exército do Equador, do modelo AM10-Rec.
Os Agrale Marruá AM20, vendidos para o Equador, são veículos de transporte de carga ou tropa. Equipados com banco auxiliares que permitem transportar até 8 passageiros na carroceria e 2 ocupantes na cabina. Possuem motorização diesel de 132 cv (Euro II), e PBT de 3.500 kg, com capacidade de carga de 750 kg, mais reboque militar de 750 kg, em qualquer terreno. Os modelos apresentam elevada robustez, velocidade máxima de 128 km/h (com velocidade mínima controlada de 4 km/h), fácil manutenção e autonomia de combustível de 900 km.
Produzido pela montadora na cidade de Caxias do Sul (RS), de acordo com as especificações das Forças Armadas, o Agrale Marruá conta com 100% de componentes nacionais. A Agrale também comercializa os Marruá desenvolvidos para uso civil em serviços severos como na mineração, manutenção de redes elétrica, serviços públicos e reflorestamento, entre outros.
FOTO: Mauro Martins
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Muito bom, muito bom mesmo. Se vieram comprar mais é porque o primeiro lote, com unidades de reconhecimento, agradou. É a alma da Engesa seguindo em frente.
Interessante: Tanto o Brasil como o Chile tem apoiado as FFAA equatorianas. O Chile por questões estratégicas, pois manteria uma segunda frente de tensão com o Peru e o Brasil é claro por rasões econômicas e também para manter a influência nesta região. O Mais interessante que os EEUU não vetaram a venda dos Super Tucanos da Embraer, pois tem bastantes componentes deles para a FAE.
O EB possui algum Marruá?
Bruno:
O EB tem várias versões das viaturas Marruá. Ainda anteontem aqui em Cps vi uma passar, da versão M2, pra uma exposição em comemoração ao Dia do Soldado.
Dê uma olhada nesse link, de 2006:
http://www.defesanet.com.br/afv/marrua_2.htm
Sds.
Sinceramente esse AM-10-Rec, a luz dos fatos no Iraque e no Afeganistão, não se sustenta.
Pode ser bão p/ levar a tuchurma a um churrasco no Torto, mas não serve p/ o campo de batalha assimétrico.
O MOD britânico foi declarado responsável cívil pelos soldados vitimas de IED, em viaturas Land Rover up-armored.
Olá pessoal
alguém sabe me dizer quantas unidades o Exército Brasileiro adquiriu e quantas unidades foram para a Marinha? Não vi até agora números exatos… mas já imagino que seja minguado como sempre são as compras militares nesse país… meia dúzia sempre.
Ô Maurício R,
Qual o seu “pobrema”, heim?
A dona Maria tá dormindo de calças jeans ultimamente?
Deixa de ser azedo, meu!
Se não me engano o motor do bixo é o MWM Sprint(similar da GM S10/Blazer e silverado, Nissan Frontier, Troller T4 entre outros) em qualquer esquina vc encontra peças de reposição, rsrsrsrs…
Bom demais ver fábricantes nacionais exportando equipamento militar.
Espero que produtos de alta tecnologia também passem a ser fabricados por aqui.
“O MOD britânico foi declarado responsável cívil pelos soldados vitimas de IED, em viaturas Land Rover up-armored.”
Caramba, logo, logo vai ser proibido morrer em guerras. Galera vai resolver tudo numa disputa de video game mesmo…
Concordo com o Jonas Rafael: infelizmente, por mais preparo e equipamento que se tenha pessoas MORREM, em conflitos. Faz parte do “negócio”.
Esse Marruá não é nenhum Humvee, mas já é melhor que nada; melhor que os jipinhos da WWII que até pouco tempo atrás a gente ainda via rodando no EB. Pelo menos é novo.
Sds.
Mauricio R.
não entendi tua colocação
se for parar pra pensar nem o mais forte dos “bunkers”
é seguro. em qualque guerra sempre estaremos sendo alvo
uma viatura como esta é operacional e muito boa no que ela se propoe
O Marruá é claramente inspirado no Jipe Engesa…
De acordo com a fábrica, o Marruá atinge a velocidade máxima de 120 km/h e faz de 0 a 100 km/h em pouco mais de 14 seg.
O câmbio utilizado no jipe é da marca Eaton de 5 marchas, caixa de transferência Agrale, as suspensões dianteira e traseira têm barras longitudinais oscilantes e barra transversal, molas helicoidais e amortecedores de dupla ação. Os eixos traseiro e dianteiro são fabricados pela Dana e o jipe conta com freio a disco na dianteira e a tambor na traseira. Sua direção é hidráulica.
Com carroceria feita de chapas de aço e chassi também em aço de alta resistência, o Marruá pesa 1.960 kg e tem um tanque de 102 litros de combustível dando uma autonomia de 1.000 km, segundo números da Agrale.
O Marruá tem capacidade de submersão de 60 cm e supera ângulo máximo de inclinação de 30º, ângulo de ataque de 64º, ângulo de saída de 52º e sobe rampas de 60º de inclinação. O que mais chama a atenção é o engate da tração 4×4, que pode ser feito a qualquer velocidade sem a necessidade de se parar o veículo ou se pisar na embreagem.
Vídeo promocional da Agrale:
outro vídeo:
Fico feliz com a noticia, espero que haja mais encomendas interna e externas que permita a Agrale investir em novos projetos. Quanto ao apoio que o Governo Brasileiro esteja dando ao Equador, espero que seja tratado a fundo perdido, com dinheiro do BNDS e a conta fique com o trabalhor brasileiro.
correção: espero que não seja tratado a fundo perdido,
Que venha mas Marruá para as nossas Forças !!!
Que venha mas modelos de veículos !!!!
Tudo vai depender do Governo Federal em comprar e substituir todos os veículos pelos Agrale.
Abs.
Srs.
Quem não deve estar gostando nada nada desta aproximação são meus amigos da Land Rover. Gostaria de ver uma exibição do Agrale em um campo de provas, grau de inclinação, capacidade de cruzar zonas alagadas etc. Não é só o custo de manutenção em si, fosse assim é melhor fazermos uma mega encomenda de UNO MILLE daí seria imbatível huahuaha.
Mas agora falando sério, o motor citado é de que origem? É produção nacional sob licença?
Na minha opinião os Land Rover, al concur, continuam bem a frente de qualquer outro veiculo da categoria, o que falta para é preço, valeria a pena pensarmos na atração de fabricas e montadoras para o Brasil, para uso militar e civil, aos moldes de outras compensações comerciais.
Abs
* hors concours é a grafia correta (ignorancia minha)
Srs. qual o custo de aquisição destes veículos para o Equador e para o Brasil? Pelo que pesquisei em termos de veculos civis os Agrale ficam na mesma faixa de preço dos LR. ou Toyota Bandeirantes (outro monstro do segmento). Claro estou considerando o uso para transporte sem blindagem.
Abs
Caraca, galera,
agora é a vez da Agrale. Se fabricamos, vem alguém e malha, se não fabricamos, falam que não damos conta de fabricar nem um jipinho. Se é tão ruim aqui no Brasil, a galera que só malha podia mudar. Vão pra um lugar que seja bom demais pra vcs.
Fala sério. Tem gente que á URUCA.
Indústria se desenvolve assim, de produtos mais simples para mais complexos de modo que devemos é nos orgulhar da Agrale que produz e exporta esses veículos, ao invés de malhar tudo o que é nacional.
Mesmo com seus Hummvee extra-poderosos, ou seus lendários Land Rover, americanos e britânicos estão levando um suor no Afeganistão, até porque, não existe veículo nenhum 100% a prova de bombas e armamentos.
Devemos é valorizar e entender que produtos nacionais assim, qualificam nossas FFAA. E se tem países que compram, é sinal de que não é patriotada dizer que tem qualidade.
Quanto ao Equador, apesar do presidente bolivariano, não há restrições americanas a armamentos, pelo menos por enquanto…
Srs. quero lembrar que as missões dos Land nada tem haver com as cumpridas pelos Humvee, são veículos de simples transporte de tropa assim como os Marruá supra-citados, tanto que os mesmos tem suas respectivas versões civis. Em certos cenários a única alteranativa é o uso de blindados, mas daí é outra história.
Também sou um patriota, o que quero ao instiga-los é mostrar que não basta ser nacional tem que ter qualidade, pra citar alguns exemplos nacionais podemos comparar os GURGEL como exemplo de produto que não decolou sem qualidade (embora tenha até fã clube) ao bem sucedido TROLLER, este sim tem uma qualidade única, com isso ganhou o respeito de todos e se tornou sucesso de vendas, uma pena que tenha sido vendido pra FORD.
O mesmo fale pra todos nossos artigos militares, em especial se falamos de empresas de capital privado. Não temos de comprar jipes ou fuzis nacionais sem qualidade.
Quem me garante que depois de pegar uma mega encomenda nacional, não vão vender a AGRALE pra FIAT por exemplo como aconteceu com o TROLLER?
Em suma: o que quero é colocar a prova tal veículo, ter a certeza de que ele não vai ficar no primeiro atoleiro que tiver de cruzar ou afogar seu motor com 30cm de água. Provando seu valor, vou logo pra concessionário comprar um pra colocar no barro aqui de Goáis.
Abs
Bem…
..se o exército brasileiro adquiriu o produto, tenho que concluir que o testou antes, para as funções que operará. O EB já opera esse veículo, em pequenas quantidades, mas opera, e eu duvido que compraria porcaria apenas para agradar industriais brasileiros, pensar assim é fazer troça das FFAA daqui.
Sonic Wings: na minha família teve gente que comprou o tal Troller: posso lhe garantir por experiência própria que quem teve um não esquece jamais… mas nunca mais vai querer ter outro, rsrsrs…
Aliás, me lembro de certa feita estar voltando de Santos e ao meu lado, em plena Marginal Tietê, 3 da tarde, 90 km/h, um cara num Troller teve a grata surpresa de ver sua ponta de eixo (provavelmente) “quebrar” e a roda ficar “bamba” de uma hora pra outra, rsrsrs… Jamais esquecerei a cara de terror do cidadão, rsrsrs…
Abs.
Será que o Marruá tem as manhas?
Isso é que é jipe o resto…… é resto!
Felipe o que eu já vi este jipinho fazendo deixa muito D130 de queixo caído, acho que problemas assim acontecem com todo veiculo, não teve o maluco cantor sertanejo que conseguiu quebrar o eixo do Land em plena estrada reta? Coisa de louco, sei lá de onde o Troller que vc falou andou passando antes de chegar na marginal Tietê. Dê uma olhadinha no youtube tem muitos videos de 4X4 quebrando eixo huahuah.
Abs
Oi Felipe, olha só esta do Troller:
Com relação ao Marruá só achei este video promocional:
A questão é a seguinte:
O EB adquiriu o veículo mediante uma lista prévia de requisitos?
O Marruá foi desenvolvido sob orientação das nossas FAs e por elas testado à exaustão.
O ponto principal da questão é que o Equador, fora aquele pequeno contratempo envolvendo a expulsão de uma construtora brasileira, continua se abastecendo aqui. Além do Marruá, tem ainda o Super Tucano. E acredito que outras compras virão.
João,
Este é o mercado que a Agrale está mirando, países economicamente menos favorecidos (hehe) que necessitem de um equipamento de manutenção mais barata.
Um mercado muito bom, acho que terao boas vendas na America Latina.
Abs
Caro sonic wings
A África também tem o mesmo perfil de mercado que você traçou.
Abraços
Oriente Médio tb.
João, Ramur.
A pricipio não listei estas duas regiões por ainda desconhecer a capacidade de captação da fabrica gaucha. Vcs tem alguma info a respeito?
Abs
Só duas questões.
É uma viatura de transporte geral, não um veículo tático blindado. Não é para fazer patrulha nos piores bairros do Haiti. Por outro lado, para transportar tropa, posicionar um morteiro ou canhão ou ainda buscar mantimentos não precisa de Urutu III. É preciso entender a missão de cada equipamento antes de criticar. Burros foram os americanos de usar o Humvee para o que ele não servia.
A Agrale se aliou à Inbrafiltro para produzir um blindado leve. Aí sim a missão será tomar tiro.
Ponto dois, sou um grande fã de Land Rover. Gastei tudo o que eu tinha na vida para comprar um velho e ferrado e não vendo por nada nesse mundo. Mas, tenho certeza que o Marruá é muito mais adptado para as necessidades do EB e das FA em geral. Tração integral exige muita manutenção e é complexa. Além disso, é importante saber que o Marruá foi MUITO testado. Dizem que tentaram destruí-lo na Marambaía e simplesmente não conseguiram.
Bon dia senhores.
Trabalho na Agrale e quero prestar alguns esclarecimentos (breves)
1° Não há nenhuma previsão ou até mesmo comentários, sobre a Agrale ser vendida, até porque o Marruá é apenas um dos produtos fabricados pela empresa, que vão desde chassis para onibus, passando por caminhões (que diga-se de passagem as forças armadas compram seguidamente de nós) até tratores agrícolas.
2° Pra quem é defensor do Land rover, quero lembrar que tanto o Marruá quanto o Land foram exaustivamente testados nas mais diversas situações, por 4 anos para ser mais preciso, e o vencedor foi o Marruá. Um detalhe importante que passa desapercebido por algums é que o Marruá é um produto militar adaptado para o mercado civil, e não ao contrário!
3° Sim o motor é nacional, fabricado em Canoas, da marca MWM extremamente confiavel e de fácil manutenção.
Acho o Marruá, muito bonito e robusto, más por se tratar de um veículo militar deveria ter blindagem mínima nem que fosse pra aguentar tiro de 38 somente, pouco más já é alguma coisa.
Acho um erro pensar que o EB deve comprar veículos demasiadamente especializados para somente algumas funções, sou mais de veículos multi emprego.(já pensou se a padaria for na favela da Rocinha)
Se existe uma opção blindada, por que não comprar essa, afinal se o EB não tem nenhuma nem outra dificilmente poderá ter as duas.
E desculpa discordar de alguns aqui, más veículo militar é pra tomar tiro mesmo, pra passear o Uno Mille é até melhor que o Marruá e custa um décimo do preço.
Os amigos aqui acham que qualquer vtr por ser do Exército deve ser blindada! Mas não é assim q funciona, o Marrua é uma vtr de transporte não especializada, pensada e desenvolvida para o combate convencional. Suas funções são entre outras o transporte de pessoal, material, reboque de morteiros, obuseiros leves e cisternas, viatura rádio, reconhecimento de ponto e de eixo e apoio de fogo quando equipado com metralhadora MAG(versão Rec).
Abraços!
“Saltar, Lutar, Vencer”
Alguem por favor pode me dizer quantas unidades foram adquiridas pelo EB e pela Marinha ???????
Caro temos todo o direito de discordar do exercito e achar que temos que ter veículos blindados Beberões mesmo que seja para transporte em ajuda de catastrofes, para o general dar volta de inspecao nas bases, para trabalhos humanitários, etc…
Mais burro é o exercito americano que tá comprando até carro eletrico He, He…
Abs
sonic wings …
Esse video que vc postou é impressionante hehehe … Detalhe para o limpador de parabrisas ligado debaixo d’água hahaha.
O caminho é esse…A mentalidade~postura~atitude é essa……Desenvolver produtos simples mas de qualidade….Baratos…….Mas que dão conta do recado…………….A maior arma que nós mais pobres temos…É o conhecimento….A sabedoria….A simplicidade e a humildade….Ninguém pode nos tirar estas virtudes…………..Semeia um pensamento e colherás um desejo…..Semeia um desejo e colherás a ação….Semeia a ação e colherás um hábito…Semeia o hábito e colherás o caráter…Torna O Simples Complicado É Fácil Tornar O Complicado Simples É Sabedoria……..Simplicidade é a sofisticação máxima……..No caráter..Na conduta…No estilo…Em todas as coisas….A simplicidade é a suprema virtude…….
Talvez blindagem em baixo para minas……..
Monte
O problema é que não existe mais guerra “Convencional”.
Harry
Volto a repetir, se é pra dar volta compra um Uno Mille, mais rápido, mais confortável, mais barato, mais discreto, etc.
Se o terreno for ruim compra uma Palio adventure Lock que até “ar condicionado” tem.
O que eu peço é o mínimo de proteção, será que é pedir demais?
MarcosT,
Um mínimo de proteção razoável teria de ser, pelo menos, blindagem contra 5,65mm. Mas aí, já vira um Panhard. Lembro que até a blindagem do velho Urutu foi atravessada por 7,62mm anti-armor no Haiti.
Qualquer guerra, convencional ou não, precisa de logística e retaguarda. E é aí que entra a viatura de uso geral.
Além disso, dizer que não existe mais guerra convencional é uma afirmação muito ousada.
Marcos T: não entendo sua crítica. Viaturas de uso geral não são para ir pra frente de combate. Meu caro, o EB executa muito mais tarefas do que apenas ir “pro pau”. Tarefas de vigilância noturna, por exemplo, que não podem ser feitas numa VBTP (por causa do óbvio barulho).
Mas ainda que não fosse, me diga como é que você vai levar um morteiro 4.2 até a Z Ap, numa marcha para o combate? Vai matar de estafa e ocupar um GC inteiro? Vai usar um caminhão 2,5 ton? Ou vai ter de utilizar um VBTP pra isso, que por conta da blindagem pesa infinitamente mais, e consome o equivalente em combustível? Óbvio que um jipinho como esse Marruá dá conta da tarefa à perfeição, sem sub-utilizar material de guerra. E amigo, pela madrugada, num ambiente de combate há necessidade de um veículo EXTREMAMENTE robusto; um Pálio ou Uno, ainda que “off-road” não durariam três dias…
Cara, num é bem assim, eu como ex-Boina Preta apoio sempre o uso de blindados, quanto mais e melhores, melhor. Mas nem tudo dá pra fazer com um Blindado, a não ser que nos tornemos tão ricos em gasolina que possamos nos dar ao luxo de lavar calçadas com ela.
No mais, a maior prova de que viaturas de emprego geral são tão ou mais importantes que blindados está na SGM: muitos analistas (inclusive alguns alemães) acham que o que ganhou a guerra pros EUA foi a resistência e versatilidade dos caminhões de 2,5 ton e dos jipinhos.
Sds.
O ponto é que na guerra assimétrica não existe frente de combate, fato que os americanos descobriram a duras penas no Iraque.
Não quero dizer que precissamos de “tanques” fazendo serviço de logistica más uma proteção mínima seria bem vinda.
O Marruá do jeito que está, até tiro de 38 bota fora de combate.
Felipe CPS…
adicionando ao seu comentario…”muitos analistas (inclusive alguns alemães) acham que o que ganhou a guerra pros EUA foi a resistência e versatilidade dos caminhões de 2,5 ton e dos jipinhos.”
milhares de caminhoes e “jipinhos” americanos foram enviados a URSS atraves do “lend lease bill” e foram vitais para transportar tropas sovieticas e suprimentos ao front, devido ao estado lamentavel das estradas russas.
sds
sds
Gostei desta unidade, esperamos que o EB compre muitas e nao deixe acontecer como o Guarà da Avibras, zero encomendas!
Marcos T:
Pra guerra assimétrica (prefiro ainda chamar pelo nome antigo: guerrilha), seja ela urbana ou rural, sabe qual o meio de transporte mais eficaz?
HELICÓPTEROS! São mais rápidos, mais móveis, permitem à tropa atacar e retrair em três dimensões, com velocidade, brutalidade, apoio de fogo e logístico e efeito surpresa (os objetivos principais de qualquer operação contraguerrilha), e ainda contam com alguma blindagem.
Não Blindados, que são alvos fáceis para um inimigo com conhecimento do terreno e extrema mobilidade bidimensional, além de armado com armas leves anti-carro.
No mais, o Marruá não é pra “tomar tiro” e sim pra transporte de pessoal e carga leve, longe da linha de frente ou de situações de possível engajamento. Sua função é essa, de retaguarda, não formar a linha de frente de um ataque a localidade ou de um Pel Rec Bdo numa Marcha para o Combate (para essa última função o melhor, na minha visão, são motocicletas). Caso em uma missão “assimétrica” o Marruá encontre engajamento, o condutor da viatura deve recuar e aí sim “chamar a cavalaria”.
Sds.
Pois é Dalton: há caminhões 2,5 ton ainda da época da guerra rodando no mundo todo (inclusive no EB), pra não falar naqueles jipinhos que são praticamente indestrutíveis (não me lembro dos nomes dos veículos citados, mas é fácil encontrar na net).
Abs.
jeep willis!
Amigo Felipe,
Acredito que tais jipinhos a que vc se refere sejam os Willys, outro mito, que receberam o apelido “Jeep” em função daquele personagem do desenho animado das antigas.
Tem uma historia engraçada entre os willys e a FEB, onde nossos pracinhas malandramente “adiquiriam” estes no campo de batalha dos americanos que deixavam os veículos com chave e tudo e substituiam a pintura por nossa cobra fumante hehehe.
Abs
É isso mesmo Sonic, esse “jeep” Willys é indestrutível. E o desenho salvo engano era o do Popeye.
Abs.
Caros, o famoso “jeguinho” servia até para esquentar marmita dos soldados e o capo como mesa. He, He
Marcos T:
“Monte
O problema é que não existe mais guerra “Convencional”
Marcos T: acho q ainda não chegamos ao ponto de dizer que não existirão mais conflitos convencionais, acho sua analise um pouco exagerada, o Exército Brasileiro por doutrina é um exército vocacionado, treinado e preparado em sua maioria para o combate convencional ou seja entre exércitos de países antagônicos. Por isso defendo o uso de vtr como o Marrua, e como bem lembrou nosso amigo Felipe Cps o exército cumpre diversas missões de cunho social, adm e de apoio no qual um blindado simplesmente seria ineficaz.
“Saltar, lutar, vencer “
Abraço ao amigo.
Pelo que li numa revista de carros (não militar), “Jeep” se originou da sigla GP (Gí Pí em inglês) que significava “General Purpose” (propósito geral).
Jonas Rafael: desconhecia esta história, mas até faz sentido. Vai saber, talvez as duas versões sejam corretas.
Abs.
Cara vocês mesmos se contradizem:
Se o veículo é para ficar lonje da frente de combate, e ao menor sinal de perigo o veículo perde a utilidade, porque tem que ser um jipe com tração? Qualquer S10 ou até uma Combi faz o serviço com muito mais segurança, economia, conforto e rapidez.
E em guerras assimétricas onde o inimigo não se apresenta para o combate, não existem aréas seguras e esses gipes se tornam uma verdadeira armadilha, os americanos no Iraque que o digam.
E para ser mais claro guerras convencionais são muito rapidas tendem a se tornar assimétricas e longas quando um dos lados começa a perder.
Eu já disse, nao podemos comprar 12 marruá, 36 do fx-2, 100 leopard, nós temos q ter uma reforma geral, radares SABER M-60 DE VIGILANCIA 3D para sistemas anti aereo de baixa altura, radares mais potente, missil solo-solo MSS 1.2 anticarro, grandes quantidades do fuzil md97l mas com mudanças como picatinny rail e a diminuiçao do cano para um barrel menor, os fn fal poderiam servir como armas de treinamento de soldados ou virarem snipers, a compra de uns 100,000 imbel Fz.308(sniper), novas pistolas imbel MD-1 ou taurus millenium pro ou 24/7, a sucistituiçao das submetralhadoras imbel pela taurus q a PM usa, um novo tipo de cuturno porque ja ouvi falar em lojas de artigos militares q os cuturnos dos soldados chegam a comer o pé deles, viaturas marruá como médicas, carga ou radar movel, viaturas gaucho, 1000 mbt’s osório ou tamoio, mais cascaveis, urutus e vbtp’s para patrulha ou transporte de soldados, minhas anti carro,personnel e magnéticas para explodirem quando um blindado ou um detector de minas passarem por cima, vants, mg’s novas brasileiras ou belgas(nas brasileiras parceria entre imbel e taurus, belgas FN minimi), remax encima dos tanques ou vbtp’s, obuses auto-propunsados 155 mm, baterias anti-aereas em terra, um blindado anti-aereo na carcaça do osorio com 2 vulcans m61 20mm ou mais fortes com misseis ar-ar com velocidades de mach6, 3 porta avioes com versoes do fx-2 para aerodromos, +400 ST, 500 FX-2, 300 kc-390, MAIS BASES NA AMAZONIA,, 700 AMX para treinamnto, avioes radar, 8 submarinos nucleares brasileiros ou franceses, 10 a diesel-eletricos, barcos patrulha 80 fragatas, silos de misseis nucleares ou intercontinentais, um aumento de 30 por cento no salario dos militares, a abertura de milhares de vagas para prencher os pstos dos novos equipamentos adquirido e principalmente o apoio do governo para isso. acho q eh tudo
site world.guns.ru, http://www.army-technology.com
Lol, revolução hein!
Impossível e desnescessário.
Abs
mas eh bom sonha neh!!!
pensar numca eh d+, mas bem q poderia acontecer!!!
Marcos T:
“se o veículo é para ficar lonje da frente de combate, e ao menor sinal de perigo o veículo perde a utilidade, porque tem que ser um jipe com tração?”
Porque, meu amigo perguntador (rsrs), às vezes a “frente de combate” fica muuuuuuito longe de qualquer estrada, rsrs.
“E em guerras assimétricas onde o inimigo não se apresenta para o combate, não existem aréas seguras e esses gipes se tornam uma verdadeira armadilha, os americanos no Iraque que o digam.”
Amigo, o que vc acha que é um alvo mais tentador pro “insurgente” (pra usar a nova nomenclatura), um jipinho de R$ 30.000 que carrega dois homens e uma metralhadora ou um VBTP de 4 milhões de dólares com um GC + Cmd Grupo + Motorista? No mais, se não existem áreas seguras, não existem tanto para jipinho quanto para blindados (dada a potência e a disseminação das modernas armas anti-carros). Se alguém vai morrer (e gente MORRE em guerras) melhor que morram menos, neh? E melhor que o gasto seja menor neh?
Sds.
e algumas coisa, confesso q eh desnecessario mas outras como pistolas, fuzis, tanques nos precisamos mesmo
manda a ver Felipe Cps !!!!!
Lindões estes Marruá da Agrale.
Fabricados na cidade onde moro, no RS.
Fotos mais bacanas de duas versões :
http://www.defesanet.com.br/01_lz/laad2009/imagens/agrale/marrua.jpg
http://www.defesanet.com.br/01_lz/laad2009/imagens/agrale/marrua02.jpg
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/596/imagens/i98864.jpg
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/596/imagens/i98867.jpg
Breve história do Marruá e da fabricante, a Agrale:
Para muitos, a Agrale só fabrica ônibus e tratores. Mas a empresa descobriu o filão militar e, com ele, espera chegar a receitas de R$ 1 bilhão.
Isto é, Dinheiro por ROSENILDO GOMES FERREIRA
EM 2003, A GAÚCHA AGRAle, fabricante de tratores, caminhões e chassis de ônibus, resolveu se aventurar no segmento de veículos utilitários. Na ocasião, o objetivo era diversificar a produção e tentar repetir a trajetória da cearense Troller, que disputava curva a curva esse mercado com a britânica Land Rover. Em meio ao desenvolvimento do jipe Marruá (nome de uma raça de boi selvagem do Pantanal), a direção da Agrale deu um verdadeiro cavalode- pau no projeto. Em vez de tentar brigar na área civil, em que seria apenas mais uma competidora, percebeu que sua melhor chance de êxito estava no setor militar. Da fábrica de Caxias do Sul (RS) já saíram cerca de 500 exemplares do Marruá pintados com o escudo de inúmeros batalhões das Forças Armadas do Brasil e do Exterior. Quase a metade disso foi vendida no ano passado, quando o Marruá se tornou o veículo-padrão da Marinha brasileira. Também fechou contratos com a Argentina, que utiliza os veículos na força de paz que mantém no Haiti, e o Equador, que usa o jipe no patrulhamento da fronteira com a Colômbia. E tudo indica que a lista deverá ser ampliada em breve. “Estamos em estágio avançado de negociações com o Peru e a Colômbia”, conta Flavio Crosa, diretor de vendas e marketing da Agrale. A divisão de veículos militares e offroad (para mineradoras, por exemplo) será uma das alavancas da empresa para atingir a ambiciosa marca de R$ 1 bilhão em receitas neste ano. Em 2008, as vendas totais somaram R$ 830 milhões.
O sucesso da Agrale no segmento militar se deve a uma boa dose de senso de oportunidade. Após a falência da Engesa, em 1990, a produção de veículos militares praticamente deixou de existir no País. Esse espaço acabou sendo ocupado por marcas estrangeiras, como a britânica Land Rover e a romena ARO, o que causava um certo desconforto aos integrantes das Forças Armadas, que temiam ficar nas mãos de fornecedores de fora. Até porque, mesmo nos momentos de contenção orçamentária, as três Armas jamais deixaram de investir em equipamentos de reposição. Foram R$ 600 milhões em média, por ano, no período 2003- 2008. Após três anos de testes e adequações às exigências específicas desse setor, a Agrale conseguiu colocar seu jipe no mercado. O Projeto Marruá consumiu R$ 11 milhões e deu origem a um veículo versátil, ágil e robusto. A linha de montagem, situada em Caxias do Sul (RS), tem capacidade para produzir até 70 unidades por mês. São três versões: reconhecimento (equipado com metralhadora ou um pequeno canhão), transporte de pessoal e ambulância. O jipe suporta 750 quilos de carga, atinge a velocidade de 128 km/h e possui autonomia de 700 quilômetros. O nível de emissão é compatível com as regras da União Europeia. Mas, sem dúvida, um de seus maiores trunfos é o preço: entre US$ 45 mil e US$ 60 mil, cerca de 30% menor que os similares.
Marruá consagra a aposta da Agrale em nichos de mercado. Fundada em 1965 por Francisco Stedile, a companhia sempre procurou segmentos deixados de lado pelas grandes corporações e nos quais uma estrutura ágil poderia fazer a diferença. Foi com isso em mente que ele optou pelo segmento de minitrator (até 50 cv), do qual é líder com uma fatia de 70%. Também entrou no setor de transporte de cargas, com um minicaminhão, e de transporte de passageiros, produzindo chassis para micro-ônibus e ônibus de tamanho médio. Em todas essas empreitadas, a Agrale conta com um suporte de parceiras estratégicas, como a italiana MV Agusta, a americana Navistar e a brasileira Marcopolo. A única exceção foi na hora de vestir o uniforme militar. É que, nesse caso, a etiqueta “feito integralmente no Brasil” faz toda a diferença, já que o principal cliente fala português e reza pela cartilha do nacionalismo.
Sds.
Marcos T:
Entenda que em um exército existem diversas necessidades quanto ao emprego de viaturas, concordo com vc que para missões de combate em ambiente urbano uma VBTP ou VBCI sao imprecindiveis. Mas existem outras milhares de missões que podem ser muito bem cumpridas por vtr do tipo Marrua.
“Saltar, lutar, vencer “
PróPátria,
Sua resposta :
Vendas do Agrale-Marruá (versões militares):
Exército do Equador – 18 + 12 Unidades
Exército da Argentina – 18 Unidades
Exército do Brasil – 8 + ??
CFN da Marinha do Brasil – 29 Unidades
Sds.
Srs.
Imaginem só a cena do blindado estacionado em fila dupla na porta da padaria do Seu Manoel pra pegar o pãozinho francÊs da tropa. kkkk
Desculpem mas com este papo de empregos das viaturas não pude evitar.
Abs
O Exercito Brasileiro so comprou 8??? O CFN 29??? Parece que continua a tradicao do Brasil sempre ordenar quantidades minusculas do que produz em casa,vendendo tudo para o exterior. Vide,por exemplo,o Astros II.
Caro brazilwolfpack
É justamente a venda para o exterior que faz com que Agrale e Avibrás (só para citar os dois exemplos que você usou) consigam sobreviver. Se dependesse apenas das vendas internas…..
Mas isto está dentro da nova filosofia de defesa: gera tecnologia, autonomia, empregos, impostos e divisas.
Abraços
O que salva a Agrale é que ela fabrica veículos pra uso civil e tem um mercado cativo nacional, uma fatia pequena, mas cativa. Mesmo que o Marruá não venda não vai ser o fim da empresa. Desde que não se meta a financiar sozinha o desenvolvimento de um Carro de Combate ela deve se dar bem..rsss.. O forte da Engesa era o mercado militar.
isso eh falta do apoio do governo e a roubalheira de dinheiro dos cofres públicos, assim estaremos usando aqueles jipes da 2 guerra daqui a ums 30 ou 40 anos!
Galera, teve um troller militar q saiu umas fotos e talz… aquele era concorrente deste que já está vendendo não?
Realmente, as FAs tinham que comprar mais desses. AFF
Tecnologia nacional em avanço com os hermanos, muito bom para o Brasil e para FA, e o osorio será que volta algun dia a ser fabricado ? alguem tem noticias sobre isso ?.
Sds.
Boa lembranca João, mas que fim levou este projeto?
Segue um link do modelo, materia de 2004:
http://www.planetaoffroad.com/p08p.htm
Abs
Danilo,o Osorio sim poderia ser re-engenhado,melhorado e refabricado,ao estilo do T-72 da Russia,que ainda e um MBT letal e temido pelo mundo afora. As ultimas geracoes do Abrams M-1,por exemplo,tambem se desenvolveram desda decada de 80,tambem. Mas claro,para isso faltaria um projeto apoiado pelo governo,com uma encomenda de pelo menos umas 100 unidades assim que algum prototipo estivesse pronto e passasse nos testes de campo. So falta vontade,a capacidade existe ha muito tempo. Abracos.
Brazilwolfpack,
Olha…. também fui fã do osório.
Mas, em outro fórum, caras que entendem pacas disto (MBTs, VBTP, etc…) como o Paulo Bastos, Hélio Higushi e outros mestres em discussão técnica sobre o blindado da Engesa, acham que hoje, para resssuscitar um projeto como este, custaria cerca de Us$ 200 milhões em pesquisa, desenvolvimento, protótipos, testes, aquisição de material ótico, proteção QBN, ferramental, máquinas, motorização especial, suspensão etc…. para pelo menos dois ou três protótipos de testes e normatização.
O Osório era um verdedeiro “frankestein” com peças de todos os cantos e de diversos fabricantes…. e, como no projeto do T-90 fabricado na Índia,sob liçença da russa, só é viável com fabricação inicial de pelo menos 1.000 unidades, mesmo assim, o custo unitário é de mais ou menos Us$ 7 a 9 milhões.
Creio que o EB, não poderia arcar com tais preços, pelo menos nos dias de hoje. Até por que, no TO da A. Latina, não precisaria um BT desta envergadura, ao contrário do TO de Índia/Paquistão/China.
Sds.
Srs.
Por mais entusiastas que sejamos temos de reconhecer que Ozorio já é um projeto antigo, dificilmente acontecerá alguma ação no sentido de recuperação de seu projeto. Hoje o Brasil está bem coberto pelos Leopard e está investindo pesado nos novos URUTUS. Tudo a seu tempo.
Agora que achei mais bonito o TR4 M. Isso eu achei. Grau de inclinação e ataques superiores ao Marruá, inclusive sob a água podendo chegar a 1m. com snorkelo Marruá é de 60cm. Lembrando que são dados extra-oficiais os do Troller.
Nunão será que a Ford abandonou o projeto, tem alguma informação? Fala-se em 6.000 unidades a serem substituidas de acordo com as materias linkadas.
Só mais um videozinho hehehe
Abs
Baschera em 28 ago, 2009 às 21:11,
Engraçado que sempre me vêm a mente as motos da Agrale não citadas na matéria. Aquele motorzinho 2 tempos huahau.
Abs
Baschera , muito obrigado pela resposta.
Sonic Wings,
A Agrale produziu também motocicletas em uma unidade já desativada em Manaus. Não produz mais. A marca era Kagiva, de origem italiana, como aliás, tudo o mais é aqui na serra gaúcha.
Sds.
Sonic Wings,
Sobre a Troller, teve um veículo, acho que se chamava Pantanal, que deixou muita gente zangada……Mais tarde a picape Pantanal foi retirada do mercado, e as unidades que haviam sido vendidas foram recompradas pela Ford, pois apresentaram problemas no chassi.
A Troller foi comprada pela FORD em 4 de janeiro de 2007.
Sds.
Valeu pelas info Baschera! abs
Tô começando a gostar deste Juma Marruá. hehehe
Abs
a bóia vai chegar quentinha…
Voces não saben de nada sobre o Marruá…Vão pesquisar meljor e descobrir que o numero de vendas para o EB ja chegou a mais de 300 veiculos, mais de 50 para a Marinha, e muitos veiculos para o mercado civi. Amigos, a Agrale é uma empresa 100% nacional e sempre foi assim. Nasceu do sonho de um empreendedor no sentido mais puro da palavra que hoje, ainda que não esteja mais vivo, faz com que a Agrale enobreça a industria nacional. É muito facil criticar, mas e o tal Troller?? Falam tão bem não é? Vejam se ele foi aprovado nos teste do EB!!!! NÃO, E NÃO MAIUSCULO MESMO.
Abraço a todos