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	<title>Comentários sobre: ESPECIAL Aniversário da AvEx: 1° BAvEx &#8211; Batalhão Falcão</title>
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	<description>Informação e Discussão sobre as Forças Terrestres</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 03:35:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: J Curitiba</title>
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		<dc:creator>J Curitiba</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:14:45 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus Piffer,

Vc serve em Taubaté? Só falta me dizer que mora num prédio próximo a uma pequena praça, quase uma rotatória que tem uma grande árvore frutífera no centro da praça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus Piffer,</p>
<p>Vc serve em Taubaté? Só falta me dizer que mora num prédio próximo a uma pequena praça, quase uma rotatória que tem uma grande árvore frutífera no centro da praça.</p>
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		<title>Por: J Curitiba</title>
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		<dc:creator>J Curitiba</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:12:04 +0000</pubDate>
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		<description>#
Lucas Maia em 02 set, 2009 às 19:27

&quot;J Curitiba, Marcus Piffer é Capitão Aviador do Exército.&quot;

Nossa que gafe, hahahaha!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#<br />
Lucas Maia em 02 set, 2009 às 19:27</p>
<p>&#8220;J Curitiba, Marcus Piffer é Capitão Aviador do Exército.&#8221;</p>
<p>Nossa que gafe, hahahaha!!!</p>
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		<title>Por: SÉRGIOCIN</title>
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		<dc:creator>SÉRGIOCIN</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:55:34 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus não é para polemizar, mas a Vsa. geração é mais empreendedora, mais ligada nas necessidades, mas ainda o tratamento vindo de cima é da época da Cavalaria.
V. sabe q. estão procurando um local p/ realizar manutenções nos FLIR, foram até a França, e a coisa está sendo feita em Anapólis, consulte o pessoal do CTEx.
O q estamos passando é o choque onde alguns Of andam de laptop a tiracolo e outros não suportam chegar perto de um teclado. A velocidade das necessidades são a jato (ou à turbina) e o comando...
Mas antes de tudo parabéns por existir. Parabéns por manter.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus não é para polemizar, mas a Vsa. geração é mais empreendedora, mais ligada nas necessidades, mas ainda o tratamento vindo de cima é da época da Cavalaria.<br />
V. sabe q. estão procurando um local p/ realizar manutenções nos FLIR, foram até a França, e a coisa está sendo feita em Anapólis, consulte o pessoal do CTEx.<br />
O q estamos passando é o choque onde alguns Of andam de laptop a tiracolo e outros não suportam chegar perto de um teclado. A velocidade das necessidades são a jato (ou à turbina) e o comando&#8230;<br />
Mas antes de tudo parabéns por existir. Parabéns por manter.</p>
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		<title>Por: Marcus Piffer</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13064</link>
		<dc:creator>Marcus Piffer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:22:34 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas complementando, tanto o Gazelle como o OH-58 (Bell 206) são plataformas bem menores e menos capazes que o Fennec.

O problema não é o Fennec e sim os sistemas embarcados que nós não dispomos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas complementando, tanto o Gazelle como o OH-58 (Bell 206) são plataformas bem menores e menos capazes que o Fennec.</p>
<p>O problema não é o Fennec e sim os sistemas embarcados que nós não dispomos.</p>
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		<title>Por: Marcus Piffer</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13063</link>
		<dc:creator>Marcus Piffer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:20:21 +0000</pubDate>
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		<description>&gt;&gt; Duvido muito que os Aliados teriam vencido o Iraque em 90/91 apenas com foguetes 70mm e metralhadoras .50, os misseis Anti-tanque foram imprescindiveis naquela Guerra.

Foram com certeza. Mísseis SÃO ESSENCIAIS. Mas o tempo dos foguetes não passou.

O OH-58D é uma aeronave no estado da arte. Mas os Gazelles franceses não são. Com exceção do sistema Vivianne-HOT, eles são bem simples.

Hoje todos mundo voa com NVG em helicópteros. Na Guerra do Golfo eram apenas os americanos. Os franceses tinham alguma experiência, mas combatiam apenas durante o dia.

Os EC 725 CSAR franceses são da Força Aérea.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; Duvido muito que os Aliados teriam vencido o Iraque em 90/91 apenas com foguetes 70mm e metralhadoras .50, os misseis Anti-tanque foram imprescindiveis naquela Guerra.</p>
<p>Foram com certeza. Mísseis SÃO ESSENCIAIS. Mas o tempo dos foguetes não passou.</p>
<p>O OH-58D é uma aeronave no estado da arte. Mas os Gazelles franceses não são. Com exceção do sistema Vivianne-HOT, eles são bem simples.</p>
<p>Hoje todos mundo voa com NVG em helicópteros. Na Guerra do Golfo eram apenas os americanos. Os franceses tinham alguma experiência, mas combatiam apenas durante o dia.</p>
<p>Os EC 725 CSAR franceses são da Força Aérea.</p>
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		<title>Por: Challenger</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13062</link>
		<dc:creator>Challenger</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 00:15:43 +0000</pubDate>
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		<description>piffer

Os OH-58 Kiowa possuem equipamentos no estado da arte, NVG, designadores laser, Misseis TOW e Hellfire, os Gazelle da ALAT também.

Duvido muito que os Aliados teriam vencido o Iraque em 90/91 apenas com foguetes 70mm e metralhadoras .50, os misseis Anti-tanque foram imprescindiveis naquela Guerra.

A maioria do helis aliados possuiam NVG isso lá em 90.

Os novos Helis CSAR Franceses também possuem capacidade REVO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>piffer</p>
<p>Os OH-58 Kiowa possuem equipamentos no estado da arte, NVG, designadores laser, Misseis TOW e Hellfire, os Gazelle da ALAT também.</p>
<p>Duvido muito que os Aliados teriam vencido o Iraque em 90/91 apenas com foguetes 70mm e metralhadoras .50, os misseis Anti-tanque foram imprescindiveis naquela Guerra.</p>
<p>A maioria do helis aliados possuiam NVG isso lá em 90.</p>
<p>Os novos Helis CSAR Franceses também possuem capacidade REVO.</p>
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		<title>Por: Marcus Piffer</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13042</link>
		<dc:creator>Marcus Piffer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:49:22 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto ao radar dos T129, os protótipos começam a voar no ano que vem; não devem entrar em serviço nos próximos 3 anos.

Eu não sou engenheiro, mas acredito que montar um radar num mastro não é algo muito simples. É interessante notar que, apesar da Turquia ter a intenção de instalar esse radar nos seus helis, o site do T129 na AW não fala nada dele.

Eu acredito que o custo benefício de um radar tem que ser muito bem avaliado. Mísseis guiados por laser ou rádio tem alcances bem superiores a qualquer armamento terrestre, os optrônicas também permitem uma visualização muito boa de alvos bem distantes.

O radar do Longbow foi idealizado para combater o Pacto de Varsóvia. Nos dias de hoje, a possibilidade de um conflito de alta intensidade nos moldes em que o Longbow foi idealizado é bastante improvável. Eu diria que é até inviável no nosso cenário sul-americano. FLIR, designadores laser, optrônicos, mísseis são todos bem-vindos. O radar também seria, mas acredito que seu emprego seria muito restrito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao radar dos T129, os protótipos começam a voar no ano que vem; não devem entrar em serviço nos próximos 3 anos.</p>
<p>Eu não sou engenheiro, mas acredito que montar um radar num mastro não é algo muito simples. É interessante notar que, apesar da Turquia ter a intenção de instalar esse radar nos seus helis, o site do T129 na AW não fala nada dele.</p>
<p>Eu acredito que o custo benefício de um radar tem que ser muito bem avaliado. Mísseis guiados por laser ou rádio tem alcances bem superiores a qualquer armamento terrestre, os optrônicas também permitem uma visualização muito boa de alvos bem distantes.</p>
<p>O radar do Longbow foi idealizado para combater o Pacto de Varsóvia. Nos dias de hoje, a possibilidade de um conflito de alta intensidade nos moldes em que o Longbow foi idealizado é bastante improvável. Eu diria que é até inviável no nosso cenário sul-americano. FLIR, designadores laser, optrônicos, mísseis são todos bem-vindos. O radar também seria, mas acredito que seu emprego seria muito restrito.</p>
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		<title>Por: Marcus Piffer</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13061</link>
		<dc:creator>Marcus Piffer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:36:19 +0000</pubDate>
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		<description>&gt;&gt; Não precisamos de REVO. Será? Será que a doutrina atual não está baseada na capacidade dos helis atuais em uso, principalmente da época em que foram adquiridos(+ou-) 20 anos?

Então eu reformulo: qual exército do mundo que tem helicópteros com REVO? A única unidade que faz isso é o 160 SOAR. Todos os outros são aeronaves da força aérea.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; Não precisamos de REVO. Será? Será que a doutrina atual não está baseada na capacidade dos helis atuais em uso, principalmente da época em que foram adquiridos(+ou-) 20 anos?</p>
<p>Então eu reformulo: qual exército do mundo que tem helicópteros com REVO? A única unidade que faz isso é o 160 SOAR. Todos os outros são aeronaves da força aérea.</p>
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		<title>Por: RodrigoBR</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13060</link>
		<dc:creator>RodrigoBR</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:22:29 +0000</pubDate>
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		<description>Piffer,

Sobre o radar israelense dos T-129 (A-129 turcos), não seria inteligente aproveitarmos a oportunidade da compra pela FAB e da possível compra pelo EB do Mi-35M para dotá-lo desse radar também?

Já que a aviônica do Mi-35 BR será israelense não deveríamos aproveitar esta oportunidade?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Piffer,</p>
<p>Sobre o radar israelense dos T-129 (A-129 turcos), não seria inteligente aproveitarmos a oportunidade da compra pela FAB e da possível compra pelo EB do Mi-35M para dotá-lo desse radar também?</p>
<p>Já que a aviônica do Mi-35 BR será israelense não deveríamos aproveitar esta oportunidade?</p>
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	<item>
		<title>Por: RodrigoBR</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2009/09/01/especial-aniversario-da-avex-1%c2%b0-bavex/#comment-13059</link>
		<dc:creator>RodrigoBR</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:08:09 +0000</pubDate>
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		<description>##&quot;Qual o armamento aéreo mais empregado pelos EUA no Afeganistão e no Iraque? Os Hydra 70 mm. Qual o mais empregado pelos russos no Afeganistão, na Chechênia e na Geórgia? Os S-8 80 mm.&quot;

Eu não disse que os foguetes 70mm não servem mais! Eu disse que Helis de combate que possuam APENAS .50 e lançadores de foguetes 70mm não são mais admissíveis(se der uma olhada, verá a palavra &quot;apenas&quot; no meu comentário). Porque não são mais admissíveis? Porque para mim o Brasil não pode ficar tão defasado no tempo em relação ao mundo. Deve possuir uma aviação do exército condizente com as nossas necessidades e a grandeza de nossa nação.

Só porque os foguetes de 70 e 80mm são os mais empregados em combate nós podemos então concluir que não precisamos de mísseis para os helicópteros? Podemos simplesmente ignorá-los? Veja que uma coisa não exclui a outra. Temos que nos ater ao TO em que a OTAN está operando e a necessidade de utilização X custo para utilizar determinado armamento. Se amanhã a OTAN precisar dotar seus helis com um míssil poderá perfeitamente fazê-lo, mas o Brasil pode fazer isso amanhã se fosse necessário? Não.

##&quot;Qual helicóptero possui radar, exceto o Mi-28N? O Apache Longbow teve seus radares retirados em combate para econmizar no peso.&quot;

O TIGER tem. O A-129 MANGUSTA original parece que não tem, mas a Turquia no seu pedido de compra desse modelo mandou incorporar um radar IAI/ELTA israelense nos seus &quot;T&quot;129(variante Turquia). Este radar tem alcance de 30Km para detecção de alvos nos modos ar-terra e ar-mar! Sobre o APACHE, mais uma vez eu repito: eles retiraram porque talvez não tenha tanta utilidade no afeganistão, pois caçam guerrilheiros muitas vezes a pé e fazem a escolta de helis de transporte. Mas se amanhã eles precisarem é só incorporar novamente o radar, não é mesmo? Os helis do Brasil podem fazer isso? Não.

##&quot;Em qual das 18 operações aeromóveis previstas, uma aeronave do Exército precisa de REVO?&quot;

Sobre o REVO dos Super Cougars, repito novamente: mesmo que na maioria das missões não seja necessário, não seria ideal que os helis que estamos comprando já viessem com essa capacidade? Quando prescisássemos poderíamos utilizá-la, mas se não vierem dotados dessa capacidade NUNCA poderemos utilizá-la! A França já utiliza o Super Cougar com REVO, porque vamos desperdiçar esta capacidade? Por uma pequena diferença no preço final? Diferença que comparada a tanta roubalheira e desperdício público não passa de migalhas?

Mais uma questão importante é: será que a doutrina de utilização das aeronaves do exército não está ultrapassada?

 Vc como piloto não se sentiria mais confortável numa missão a longa distância(não muito rara de ocorrer em um possível conflito na Amazônia) se pudesse efetuar REVO ao invés de voar no limite da autonomia da aeronave? Pensemos no futuro.

 A falta de capacidade REVO e sua necessidade ficou evidente no acidente da Air France. Se os Black Hawk da FAB e Super Puma possuíssem capacidade REVO teriam sido muito melhor aproveitados. Lembro-me da imagem dos tripulantes do Black Hawk preparando todos os equipamentos de primeiros socorros e esperando qualquer chamado para que agissem. Mas estavam limitados, não tinham capacidade de fazer qualquer resgate se fosse necessário, pois a distância entre Fernando de Noronha e a área da queda do Air France era muito superior a autonomia de suas aeronaves. Isso deve ser desanimador. É meio absurdo e triste dizer isso, mas graças a deus não foi preciso que entrassem em ação, pois se encontrassem sobreviventes e não pudessem salvá-los seria desolador e angustiante! E a imagem das FAs seria seriamente abalada frente a população.

Mas e se pudessem efetuar REVO em um KC-130? Aí seria tudo diferente.

Mas vc vai dizer: o exército não tem nada haver com o SAR da FAB ou MB. Não precisamos de REVO. Será? Será que a doutrina atual não está baseada na capacidade dos helis atuais em uso, principalmente da época em que foram adquiridos(+ou-) 20 anos?

Gostaria de dizer também que não estou aqui para atacar pessoalmente vc e nem muito menos todos os militares que fazem parte da AvEx, sei que vcs são altamente capazes. Meu intuito é &quot;chacoalhar&quot;, é chamar a atenção dos comandantes e dos gabinetes de Brasília, do Min da Defesa e do Governo para que possam tornar nossa AvEx realmente preparada para as ameaças atuais e futuras, dotando-a de aeronaves e armamentos condizentes tanto com a grandeza de nosso país como da elevada capacidade de nossos pilotos(como vc Marcus Piffer) que do meu ponto de vista são atualmente desperdiçadas.

Por várias reviravoltas da vida não sou hj piloto da AvEx, mas tento fazer a minha parte patriótica usando a minha invejável suite de armas que é composta de 102 opções diferentes: meu TECLADO! :D

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>##&#8221;Qual o armamento aéreo mais empregado pelos EUA no Afeganistão e no Iraque? Os Hydra 70 mm. Qual o mais empregado pelos russos no Afeganistão, na Chechênia e na Geórgia? Os S-8 80 mm.&#8221;</p>
<p>Eu não disse que os foguetes 70mm não servem mais! Eu disse que Helis de combate que possuam APENAS .50 e lançadores de foguetes 70mm não são mais admissíveis(se der uma olhada, verá a palavra &#8220;apenas&#8221; no meu comentário). Porque não são mais admissíveis? Porque para mim o Brasil não pode ficar tão defasado no tempo em relação ao mundo. Deve possuir uma aviação do exército condizente com as nossas necessidades e a grandeza de nossa nação.</p>
<p>Só porque os foguetes de 70 e 80mm são os mais empregados em combate nós podemos então concluir que não precisamos de mísseis para os helicópteros? Podemos simplesmente ignorá-los? Veja que uma coisa não exclui a outra. Temos que nos ater ao TO em que a OTAN está operando e a necessidade de utilização X custo para utilizar determinado armamento. Se amanhã a OTAN precisar dotar seus helis com um míssil poderá perfeitamente fazê-lo, mas o Brasil pode fazer isso amanhã se fosse necessário? Não.</p>
<p>##&#8221;Qual helicóptero possui radar, exceto o Mi-28N? O Apache Longbow teve seus radares retirados em combate para econmizar no peso.&#8221;</p>
<p>O TIGER tem. O A-129 MANGUSTA original parece que não tem, mas a Turquia no seu pedido de compra desse modelo mandou incorporar um radar IAI/ELTA israelense nos seus &#8220;T&#8221;129(variante Turquia). Este radar tem alcance de 30Km para detecção de alvos nos modos ar-terra e ar-mar! Sobre o APACHE, mais uma vez eu repito: eles retiraram porque talvez não tenha tanta utilidade no afeganistão, pois caçam guerrilheiros muitas vezes a pé e fazem a escolta de helis de transporte. Mas se amanhã eles precisarem é só incorporar novamente o radar, não é mesmo? Os helis do Brasil podem fazer isso? Não.</p>
<p>##&#8221;Em qual das 18 operações aeromóveis previstas, uma aeronave do Exército precisa de REVO?&#8221;</p>
<p>Sobre o REVO dos Super Cougars, repito novamente: mesmo que na maioria das missões não seja necessário, não seria ideal que os helis que estamos comprando já viessem com essa capacidade? Quando prescisássemos poderíamos utilizá-la, mas se não vierem dotados dessa capacidade NUNCA poderemos utilizá-la! A França já utiliza o Super Cougar com REVO, porque vamos desperdiçar esta capacidade? Por uma pequena diferença no preço final? Diferença que comparada a tanta roubalheira e desperdício público não passa de migalhas?</p>
<p>Mais uma questão importante é: será que a doutrina de utilização das aeronaves do exército não está ultrapassada?</p>
<p> Vc como piloto não se sentiria mais confortável numa missão a longa distância(não muito rara de ocorrer em um possível conflito na Amazônia) se pudesse efetuar REVO ao invés de voar no limite da autonomia da aeronave? Pensemos no futuro.</p>
<p> A falta de capacidade REVO e sua necessidade ficou evidente no acidente da Air France. Se os Black Hawk da FAB e Super Puma possuíssem capacidade REVO teriam sido muito melhor aproveitados. Lembro-me da imagem dos tripulantes do Black Hawk preparando todos os equipamentos de primeiros socorros e esperando qualquer chamado para que agissem. Mas estavam limitados, não tinham capacidade de fazer qualquer resgate se fosse necessário, pois a distância entre Fernando de Noronha e a área da queda do Air France era muito superior a autonomia de suas aeronaves. Isso deve ser desanimador. É meio absurdo e triste dizer isso, mas graças a deus não foi preciso que entrassem em ação, pois se encontrassem sobreviventes e não pudessem salvá-los seria desolador e angustiante! E a imagem das FAs seria seriamente abalada frente a população.</p>
<p>Mas e se pudessem efetuar REVO em um KC-130? Aí seria tudo diferente.</p>
<p>Mas vc vai dizer: o exército não tem nada haver com o SAR da FAB ou MB. Não precisamos de REVO. Será? Será que a doutrina atual não está baseada na capacidade dos helis atuais em uso, principalmente da época em que foram adquiridos(+ou-) 20 anos?</p>
<p>Gostaria de dizer também que não estou aqui para atacar pessoalmente vc e nem muito menos todos os militares que fazem parte da AvEx, sei que vcs são altamente capazes. Meu intuito é &#8220;chacoalhar&#8221;, é chamar a atenção dos comandantes e dos gabinetes de Brasília, do Min da Defesa e do Governo para que possam tornar nossa AvEx realmente preparada para as ameaças atuais e futuras, dotando-a de aeronaves e armamentos condizentes tanto com a grandeza de nosso país como da elevada capacidade de nossos pilotos(como vc Marcus Piffer) que do meu ponto de vista são atualmente desperdiçadas.</p>
<p>Por várias reviravoltas da vida não sou hj piloto da AvEx, mas tento fazer a minha parte patriótica usando a minha invejável suite de armas que é composta de 102 opções diferentes: meu TECLADO! <img src='http://www.forte.jor.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um abraço.</p>
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