Página 1 de 612345...Última »

Clique no infográfico para visualizar a distribuição de forças da ISAF – International Security Assistance Force, no Afeganistão.

ISAF no Afeganistão

Tagged with:
 

O Presidente venezuelano respondeu, este domingo, às declarações sobre tráfico de droga do ministro da Defesa da Colômbia, de forma inusitada. Para Hugo Chávez, Gabriel Silva «é no mínimo atrasado mental. Deve ser atrasado mental».

«Ele segue as instruções do império. Na Colômbia não é o Governo colombiano que manda, é o império yankee que manda», sublinhou Chávez, apontando de imediato baterias aos Estados Unidos, durante o programa dominical de rádio e televisão.

Gabriel Silva disse na sexta-feira, segundo a TSF, que o Governo colombiano está preocupado porque «existe a possibilidade de um tráfico quase livre de aviões pelo território venezuelano para a América Central».

O ministro falava antes de partir para uma reunião com o Secretário de Estado norte-americano da defesa, Robert Gates, em Washington. «Isso preocupa-nos enormemente porque os nossos esforços permitiram travar de forma significativa o tráfico de droga por via aérea e hoje o nosso principal desafio é o tráfico por mar».

«Eles dizem que conseguiram controlar os aviões que servem para o tráfico de droga, mas que passam pela Venezuela. Então, e vêm da lua? De onde vêm? Saem da Colômbia e vão para os Estados Unidos», atirou Chávez, cujo gabinete assegura que a Venezuela reforçou a luta contra o tráfego de estupefacientes.

Os venezuelanos deixaram de cooperar com os responsáveis norte-americanos da luta contra o tráfico de droga – a DEA. A Colômbia, pelo contrário, mantém um plano de cooperação militar com Washington. No entanto, Chávez assegura que «a produção de droga duplicou e ganhou em técnica» com o «Plano Colômbia», cita a mesma rádio.

FONTE/FOTO: abola.pt

 

EB recebe primeiro Leopard 1A5 modernizado

Leopard1A5_foto-defense-profissionals

O Exército Brasileiro (EB) acaba de receber o seu primeiro carro de combate Leopard 1A5 totalmente reformado. A empresa Krauss-Maffei Wegmann (KMW) realizou a entrega na cidade de Kassel, Alemanha no último dia 28 de outubro.

O carro foi totalmente desmontado, revisado e modernizado pela KMW. Todo o processo começou no início deste ano, quando parte dos 220 carros adquiridos pelo EB seguiram direto dos estoques do Exército Alemão para as oficinas da KMW. Todos os carros modernizados deverão estar entregues até 2012.

A aquisição dos carros de combate foi feita entre o governo dos dois países e o Escritório de Defesa e Tecnologia da Alemanha escolheu aKVW em dezembro de 2008 para reformar os veículos. Os carros estão recebendo equipamentos de combate de última geração e estarão entre os carros de combate mais eficientes do continente, ao lado dos 140 Leopard 2 do Chile adquiridos por 120 milhões de dólares.

O Leopard 1 foi introduzido no Exército Alemão em 1965 e os últimos carros desde modelo deixaram o serviço ativo em 2003.

FONTE/FOTO: defence.profissionals.com

Tagged with:
 

vbpt_a1

O Exército Brasileiro está fazendo uma enquete em seu site para que os leitores ajudem a escolher um nome para a nova Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP). Acesse a enquete aqui e deixe seu comentário.

Tagged with:
 

Adeus B206B-1 Kiowa 1

vinheta-destaque-forteO 1º Regimento de Aviação do Real Exército Australiano, baseado no Território do Norte, deu o último adeus ao Kiowa na segunda-feira 26 de outubro de 2009. Uma formação de helicópteros Kiowa, escoltados pela ARH Tiger, realizou um “fly-over” sobre Darwin.

O B206B-1 Kiowa operou no Território do Norte da Austrália desde o início dos anos 1970 e foi baseado em Darwin desde novembro de 1994.

A saída do Kiowa do 1º Regimento de Aviação é um marco significativo na introdução do helicóptero ARH Tiger. O Regimento vai agora concentrar-se na introdução em serviço do novo helicóptero na sua base em Robertson Barracks.

Adeus B206B-1 Kiowa 2

Adeus B206B-1 Kiowa 3

FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

Tagged with:
 

Nove militares brasileiros participam de exercício multinacional no Chile

Três militares da Força Aérea Brasileira participam do Exercício Multinacional de Operações Especiais Estrela Austral, entre os dias 19 e 28 de outubro, na região de Copiapó, município localizado no deserto do Atacama, ao norte do Chile.

Além dos militares da FAB, outros dois da Brigada de Forças Especiais do Exército e quatro do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais da Marinha, também representam o Brasil no exercício.

O Estrela Austral tem como objetivo principal treinar uma força de operacões especiais multinacional em apoio a uma missão de imposição de paz legalmente estabelecida pela Organização das Nações Unidas. Realizado em um cenário fictício que engloba extensa área do deserto do Atacama, aviões, helicópteros, embarcações, carros de combate e um total de 800 homens e mulheres do Brasil, Chile, Estados Unidos, Paraguai e Uruguai desenvolvem ações planejadas por um Estado-Maior com o objetivo de estabelecer a estabilidade política na região.

Os militares da FAB, do efetivo do Centro de Comununicação Social da Aeronáutica, estão inseridos na estrutura do Estado-Maior do Comando Combinado e Conjunto do exercício e planejam ações relacionadas com informações públicas e acões cívico-social.

Fonte: CECOMSAER

 

Bogotá: pacto com os EUA sai na sexta

Previsão é do ministro da Defesa colombiano; acordo permite a Washington uso de ao menos seis bases militares na Colômbia

Acerto foi alvo de ferozes críticas por parte de países sul-americanos; presidente Uribe assinará texto sem pedir aval do Congresso.

Após meses enfrentando a oposição de seus vizinhos, a Colômbia deverá assinar nesta sexta-feira o polêmico acordo que permite aos EUA acesso a ao menos seis bases militares no território do país sul-americano, afirmou ontem em Washington o ministro da Defesa colombiano, Gabriel Silva.

O ministro disse que Bogotá seguiu um processo “muito cuidadoso” de negociação do acordo e que o texto não oferece “novidades” -simplesmente formaliza a cooperação de segurança regional que Colômbia e EUA já possuem.

A assinatura será firmada após o governo colombiano receber -e ignorar- as recomendações de seu Conselho de Estado, órgão máximo do Judiciário cujas determinações têm caráter não vinculante. O conselho se mostrou favorável ao envio do acordo para votação no Congresso colombiano, considerando que ele vai além de uma simples extensão da cooperação já existente com Washington.

Também sugeriu adequar as provisões que garantem a imunidade de militares americanos no território aos padrões internacionais sobre o tema.

O presidente Álvaro Uribe, porém, julgou ambos os passos desnecessários. Silva defendeu a decisão de manter o texto fora do Congresso durante entrevista coletiva em Washington ontem: “Não foi uma sentença, e sim uma opinião”, e o Executivo já estava decidido a seguir com a assinatura, disse.

Calcula-se que Uribe, diante das eleições gerais do ano que vem, não quis adiar a oficialização do pacto com um envio ao Congresso, sobretudo devido ao risco de tramitação complicada, como ocorreu recentemente com o projeto para convocar um referendo para permitir a segunda reeleição do presidente, ainda pendente de aprovação judicial. A oposição e mesmo alguns uribistas manifestaram preocupações com a soberania da Colômbia sob o acordo nos últimos meses. A análise pelos congressistas poderia adiar o início das operações sob o pacto para meados de 2010.

Com relação à imunidade, Silva preferiu não comentar. Para os EUA, a questão não é negociável.

O pacto será firmado após a volta de Silva ao país e deverá contar com a presença do embaixador americano na Colômbia, William Brownfield.

Temores

Silva repetiu ontem o mantra de Bogotá sobre o acordo: disse que os objetivos são exclusivamente domésticos, para luta contra o narcotráfico. As palavras foram medidas para aplacar a desconfiança de países vizinhos, incluindo o Brasil, que pediram inutilmente desde agosto garantias formais de que o uso das bases não extrapolaria as fronteiras colombianas.

Reportagem da revista colombiana “Cambio” na semana passada diz que estarão incluídas no texto final do acordo, no entanto, menções a normas da ONU que pregam a não intervenção em outros países.

Em encontro com Uribe em São Paulo na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou que toda a região trabalhava “para encontrar uma solução” diante do pacto. Mas Lula usou tom mais ameno e afirmou confiar nas palavras de Uribe e do presidente americano, Barack Obama, que garantem que as bases visam questões internas na Colômbia.

Ainda assim, o acordo tem fortes implicações na presença regional de Washington: oferece uma compensação pela perda da base de Manta, no Equador, depois que Quito decidiu não renovar a permissão para sua utilização pelos EUA.

A pressa na assinatura se deve também ao encerramento do uso dessa base -teme-se que traficantes se aproveitem do vácuo fortalecer atividades.

FONTE: Folha de São Paulo, via Sinopse diária

 

Camuflagem anti-trabalho doméstico

camuflagem

Como o militar de folga em casa consegue escapar do trabalho doméstico imposto pela esposa…

 

Projeto de lei deve ser assinado pelo presidente americano, Barack Obama, nesta quarta-feira

vinheta-clipping-forteCABUL – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve assinar nesta quarta-feira, 28, um projeto de lei de defesa que autoriza o Exército americano a remunerar militantes do Taleban que renunciarem à insurgência.

O anúncio sobre o projeto foi feito na terça-feira pelo presidente do Comitê das Forças Armadas do Senado, Carl Levin. A medida tem como objetivo conquistar membros mais moderados da milícia e reintegrar os militantes à sociedade afegã.

Levin defende a tentativa de convencer os militantes a “mudarem de lado” oferecendo empregos e anistia a ataques passados, além do pagamento aos ex-insurgentes para que protejam suas cidades e vilas.

Segundo o correspondente da BBC em Washington Richard Leister, cerca de US$1,3 bilhões seriam destinados ao programa. Uma medida similar já é praticada no Iraque, onde ex-combatentes são incentivados a se reintegrarem novamente à sociedade. “Você tem 90 mil iraquianos que mudaram de lado e estão envolvidos na proteção de suas cidades contra ataques e contra a violência”, disse.

Obama estuda um aumento substancial no número de tropas dos Estados Unidos no Afeganistão. Os EUA vêm discutindo a possibilidade de enviar mais 40 mil soldados ao país. Os Estados Unidos e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) já comandam mais de 100 mil soldados estrangeiros em território afegão.

FONTE: Estadão/BBC Brasil

Tagged with:
 

Atentado mata 6 funcionários da organização; violência coincide com a chegada de Hillary na região

vinheta-clipping-forteCABUL E PESHAWAR – Um carro-bomba matou mais de 90 pessoas e feriu cerca de 200 nesta quarta-feira, 28, em um mercado lotado na cidade paquistanesa de Peshawar, na região da fronteira com o Afeganistão. Esse é o ataque mais recente de uma série de atentados sangrentos lançados por militantes. No mesmo dia, ataques insurgentes contra pensão usada pela ONU para a estada de funcionários estrangeiros no centro da capital deixaram pelo menos 12 mortos, entre eles seis funcionários da organização.

Horas depois dos ataques em Cabul, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, aterrissou no Paquistão prometendo uma nova página nas relações norte-americanas com o país. A derrota do Taleban e a estabilização do Afeganistão são fundamentais na estratégia regional de Washington para combater a milícia. O Paquistão está em alerta máximo em meio a temores de ataques de militantes do Taleban paquistanês, enquanto o Exército ataca fortalezas dos militantes no Waziristão do Sul, na fronteira afegã.

A explosão no Paquistão, a que causou mais vítimas neste ano, aconteceu no Peepl Mandi, bairro onde moram muitos muçulmanos xiitas. De acordo com um policial, o ataque atingiu o Mina Bazaar, que reúne mulheres lojistas. Nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelo atentado, mas Peshawar tem sido o local de muitos dos ataques realizados pelos militantes islâmicos neste mês, uma escalada sangrenta que já matou mais de 500 pessoas.

Hillary, em entrevista concedida após os atentados, afirmou que os EUA ficarão ao lado do Paquistão na luta contra “grupos extremistas brutais”. “O Paquistão está no meio de um combate aos grupos extremistas brutais e obstinados, que matam pessoas inocentes e aterrorizam comunidades”, afirmou Hillary. “Daremos a vocês (Paquistão) a ajuda que necessitarem”, acrescentou.

A ofensiva contra os militantes no Waziristão do Sul foi lançada depois de uma série de ataques às Nações Unidas, quartéis militares, a polícia e o público em geral, nos quais 150 pessoas morreram. Houve vários ataques a bomba em represália desde o início da ofensiva. O Exército diz que está obtendo progresso contra os militantes ligados à Al-Qaeda.

Ataque contra a ONU no Afeganistão

Militantes do Taleban mataram ao menos 12 pessoas, incluindo seis funcionários de uma equipe estrangeira da ONU, em um ataque a uma hospedaria internacional em Cabul, nesta quarta-feira, despertando preocupações sobre a segurança para a eleição presidencial a se realizar em 10 dias. A nacionalidade dos mortos na equipe da ONU na hospedaria em Cabul não foram esclarecidas. Um desses hóspedes é cidadão norte-americano, informou a Embaixada dos Estados Unidos

O Taleban já prometeu realizar ataques antes das eleições de 7 de novembro, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, considera o envio de mais soldados ao Afeganistão para combater os insurgentes, que estão no auge da violência desde que foram retirados do poder em 2001.

Os insurgentes vestiam uniformes policias para entrar na hospedaria, afirmou a polícia. Forças afegãs trocaram tiros com os militantes por horas dentro da casa enquanto sirenes soavam pelo coração da capital. Em outro sinal do crescente alcance dos militantes, foguetes também foram lançados em um hotel de luxo estrangeiro perto do palácio presidencial na capital afegã, forçando mais de 100 hóspedes a irem para um abrigo.

Segundo a BBC, um porta-voz do Taleban anunciou que o grupo assumiu a autoria do ataque contra a pensão e afirmou que se trata apenas do “primeiro passo” na campanha para prejudicar o segundo turno das eleições presidenciais no país, marcadas para sete de novembro. A ONU tem um papel importante na organização do pleito.

FONTE: Estadão

Tagged with:
 
Página 1 de 612345...Última »