
A Elbit Systems anunciou ontem em Haifa, Israel, a ampliação dos seus negócios no Rio Grande do Sul. A gigante da tecnologia militar vai entregar à subsidiária Aeroeletrônica, com sede em Porto Alegre, um contrato de US$ 50 milhões para a modernização de 70 aviões militares.
O vice-presidente executivo da Elbit, Ran Hellerstein, manifestou ainda a intenção de construir na Capital uma nova sede e ampliar o número de funcionários dos atuais 150 para até 500 nos próximos anos. O projeto do novo edifício já tramita na prefeitura. Além disso, o braço gaúcho da Elbit vai absorver a manutenção dos helicópteros argentinos Pampa.
As novidades foram reveladas durante a visita da missão gaúcha que está em Israel. A comitiva foi recebida com bandeiras do Brasil e até chimarrão. Depois da apresentação dos produtos e dos projetos da Elbit, os visitantes conheceram de perto a linha de aviões de vigilância e de combate que voam sem pilotos.
Hellerstein disse que a decisão de investir mais no Brasil foi baseada em fatores como custos atrativos, qualidade da linha de produção e eficiência da mão de obra do Estado.
Nos próximos dias, o Executivo municipal encaminhará à Câmara de Vereadores a proposta de redução da alíquota do ISSQN da Elbit de 5% para 2%. Pela proposta, a empresa se comprometeria a arrecadar o mesmo valor de hoje após a implantação dos novos projetos.
A aprovação do incentivo é fundamental para garantir a totalidade do investimento. A direção da Elbit deve estar em Porto Alegre no dia 17 de novembro para um encontro com o prefeito José Fogaça.
Unisinos assina parceria em áreas técnicas
Também em Haifa, a Unisinos anunciou ontem a parceria com o Technion, uma das principais universidades do mundo nas áreas técnicas. O acordo prevê cooperação em automação, eletroeletrônica, desenvolvimento de medicamentos e de energias renováveis.
– A parceria se baseia nos cem anos de experiência em inovação do Technion e na oportunidade de crescimento conjunto que a Unisinos oferece – disse a diretora de inovação do Parque Tecnológico da Unisinos, Susana Kakuta.
FONTE: Resenha CCOMSEX / Via Plano Brasil
Baixa remuneração faz com que técnicos qualificados abandonem Exército para ingressar na iniciativa privada
Edson Luiz
O Brasil está se tornando uma referência no desenvolvimento de tecnologia militar na América Latina, mas corre o risco de ver um trabalho de mais de duas décadas atrasar por vários anos. A cada dia que passa, as Forças Armadas estão perdendo seus melhores quadros técnicos para a iniciativa privada por causa dos baixos salários. Somente este ano, 10 especialistas de várias áreas deixaram o Instituto Militar de Engenharia (IME) e não foram substituídos. No Centro de Tecnologia do Exército(1) (CTEx), não há renovação de pessoal e muitos estão prestes a se aposentar. Quando os militares não perdem seus técnicos para empresas, perdem para outros órgãos do governo que pagam melhores salários.
O problema é considerado tão sério que foi um dos assuntos da última reunião do Alto Comando do Exército, realizada há duas semanas, em Brasília. O diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira se mostrou preocupado com o cenário que viu no Rio de Janeiro, onde esteve na semana passada. Ele recebeu muitas queixas de subordinados. “Há uma evasão significativa”, diz Heleno. “É uma pena a gente perder engenheiros top de linha dessta forma. Foi um investimento do Exército”, acrescenta o general.
Todos os profissionais que trabalham na área de ciência e tecnologia do Exército foram formados nas próprias fileiras da Força. Além dos militares, o IME e o CTEx contratam civis, mas o processo de seleção para o instituto é tão rigoroso que poucos conseguem passar. No CTEx, a situação é inversa, já que muitos dos especialistas são civis, mas em número reduzido. “Alguns estão próximos a se aposentar, pois o último concurso que tivemos foi em 1990”, afirma o subchefe do centro, coronel Hildo Vieira Prado Filho.
No CTEx também existe outro problema. Como 78% dos engenheiros que trabalham no local são oficiais, eles são obrigados a fazer cursos de graduação e suas vagas não são preenchidas. Com isso, os projetos em que estavam envolvidos ficam paralisados. “Hoje temos mais militares do que civis, mas o ideal seria o contrário disso”, afirma Prado. “Quando os militares retornam ao centro estão desatualizados, pois eles não são substituídos”, observa o coronel. O mesmo problema ocorre no Centro de Avaliação do Exército (CAEx), onde é testado tudo que é desenvolvido no CTEx.
“A evasão é causada pela questão salarial. Isso impossibilita a realização profissional.
O engenheiro acaba não trabalhando naquilo que gosta”, explica o general Heleno. No caso do IME, as dez perdas deste ano foram para concursos públicos e a iniciativa privada, onde os salários são melhores e as perspectivas de crescimento, maiores. Segundo o diretor de ensino do instituto, general Amir Elias Abdalla Kurban, há casos em que empresas assumem a indenização que os técnicos teriam que pagar ao governo.
Além de especialistas nas áreas em que trabalham, os engenheiros militares possuem profundo conhecimento de questões estratégicas, como o desenvolvimento do míssil Superfície-Superfície, hoje em fase de avaliação no CTEx. Mas não apenas pesquisas voltadas para a área militar estão sendo trabalhadas pelos especialistas. No centro, por exemplo, os jovens oficiais estão testando a transformação de resíduos de petróleo em fibras de carbono, cuja tecnologia hoje só é dominada pela China e Estados Unidos. Durante a pesquisa, os engenheiros do Exército descobriram um tipo de piche menos poluente para ser usado na indústria de alumínio.
1- Doutores e mestres integram quadro
Ao todo 780 funcionários trabalham no Centro de Tecnologia do Exército. Há 516 militares, sendo que 115 são pós-graduados -— doutores ou mestres — e 219 são civis, com 53 graduados. O CTEx está situado em uma área de 28km de preservação ambiental, onde também está o Centro de Avaliação do Exército (CAEx). Além dos técnicos na área militar, o quadro dos dois órgãos têm biólogos que cuidam da fauna e flora do local.
FONTE: Correio Brasiliense, via Notimp
Exército adapta e desenvolve equipamentos de uso militar para serem utilizados no combate à criminalidade nas grandes cidades brasileiras
Enviado Especial
Acostumados a desenvolver equipamentos exclusivamente para uso militar, o Exército passou a adaptar suas tecnologias para a segurança pública. Uma das novidades que serão usadas para combater a criminalidade é o Vespa 01, que está em fase de teste e foi encomendado pela Secretaria de Segurança do Rio. O veículo é parecido com o Caveirão, o blindado usado pela Polícia Militar do estado para entrar em morros e favelas fluminenses. A diferença é que o carro em desenvolvimento vai substituir as tradicionais patrulhas de rua. Outra inovação é o Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant), capaz de voar a uma altura que possibilita transmitir imagens para a terra, sem correr o risco de ser atingido por tiros.
Já apelidado de Caveirinha, pela semelhança com o outro veículo da PM fluminense, o Vespa 01 tem a aparência de um carro-forte e sua estrutura também é similar. Consegue atingir uma velocidade de até 120 quilômetros por hora e possui celas em seu interior capazes de abrigar até seis presos. Nos testes feitos pelo Centro de Tecnologia do Exército (CTEx), em Guaratiba, no Rio, onde o veículo foi criado e está em fase de avaliação, os engenheiros militares conseguiram atingir as quatro metas que pretendiam: mobilidade, segurança, baixo custo e manutenção barata. O projeto foi desenvolvido pelo CTEx com financiamento da Fundação Carlos Chagas de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
“O conceito que estamos implantando nas Forças Armadas é para que os equipamentos desenvolvidos por nós sejam também usados na segurança pública”, afirma o coronel Hildo Vieira Prado Filho, subchefe do CTEx. Ele explica que, não apenas o Vespa 01, mas outros tipos de veículos já estão sendo feitos com essa finalidade. Um deles é o Módulo de Telemática Operacional (MTO), uma espécie de estação de telefone celular instalada dentro de uma viatura. O sistema permite acessar os rádios de uso militar e policial à rede pública de telefonia fixa ou móvel, transmitir vídeos e acessar a internet a uma distância de até 100km.
A intenção é fazer pequenas adaptações nos protótipos que estão em fase de teste no CTEx para que sejam também usados na segurança pública. O equipamento tem uma antena que capta informações de uma área em torno de 80km². O custo é inferior a tecnologias que estão sendo desenvolvidas em outros países, como em Israel, que vai gastar US$ 30 milhões com o mesmo sistema. “As oito viaturas que estamos fazendo e mais 22 postos portáteis (maletas móveis) custarão R$ 8 milhões”, explica Prado.
Luneta
Outro equipamento previsto não apenas para fins militares, mas também para a indústria ótica, é uma luneta de imagem térmica, que poderá mostrar imagens em ultravioleta da temperatura de uma pessoa ou de um objeto que ela esteja usando. O mecanismo, criado pelo CTEx com o apoio de empresas nacionais, já foi testado no 1º Batalhão de Forças Especiais, em Goiânia, e mostrou bons resultados. O uso do material pela polícia permitirá identificar elementos no corpo de uma pessoa, com mais profundidade que um aparelho de raio-x ou de uma luneta de visão noturna.
Além desses equipamentos, o CTEx vai colocar à disposição das polícias simuladores de tiros de fuzil, que reduzirá os custos de treinamentos, principalmente na compra de munição. Em fase de testes também está o Vant(1), que hoje já é usado pela Polícia Federal nas áreas de fronteira.
Veículo sul-africano
Diferentemente do Caveirinha que está sendo desenvolvido com tecnologia militar brasileira, outro Caveirão que o governo fluminense vai comprar para ser usado pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio é de origem sul-africana. Construído para ações de emergência, o veículo pode transportar até 11 PMs, seis a mais que o similar construído pelo Centro de Tecnologia do Exército (CTEx), mas a velocidade é menor: 105km/h.
O veículo é uma das mais poderosas armas utilizadas pela polícia fluminense para transpor obstáculos colocados propositalmente nas entradas dos morros, favelas e territórios controlados pelos traficantes. Pode passar por lombadas, sobe ladeiras com óleo e derruba barricadas.
1- Tráfico
Os primeiros testes feitos pela PF começaram a ser realizados em julho deste ano, no Paraná. A intenção é estender o projeto para todas as áreas de fronteira, principalmente onde há rota de tráfico de drogas. A Polícia Federal pretende utilizar o Vant também em operações contra crimes ambientais. Seu uso, porém, precisar ser regulamentado por um decreto do governo. A Organização das Nações Unidas (ONU) questiona a segurança do equipamento quando utilizado em áreas urbanas.
FONTE: Correio Brasiliense
Quatorze americanos morreram no Afeganistão nessa segunda-feira em dois diferentes acidentes envolvendo helicópteros. Sete soldados americanos e três civis foram mortos na queda de uma aeronave no Afeganistão ocidental e outros quatro militares morreram na colisão de dois helicópteros, no sul do Afeganistão.
A porta-voz, capitão Elizabeth Mathias, disse que o fogo inimigo não está relacionado com as quedas das aeronaves. A aeronave maior era um helicóptero Chinook e os militares tem 98% de certeza que a atividade insurgente não está envolvida.
26 pessoas teriam sido feridas na queda do Chinook — 14 soldados do Exército Afegão, 11 soldados americanos e um civil.
Antes da queda, uma equipe da ISAF (International Security Assistance Force) da OTAN estava em operação de busca numa região suspeita de abrigar rebeldes envolvidos no tráfico de narcóticos, segundo a ISAF. Um tiroteio estourou em seguida e mais de uma dúzia de combatentes inimigos foram mortos.
Quando a a equipe da ISAF estava se retirando da área, um dos helicópteros caiu, sem razão aparente. Uma operação de resgate foi enviada ao local para resgatar as vítimas. Ambos os acidentes estão sendo investigados.
“Estas tragédias distintas de hoje sublinham os riscos que nossas forças e nossos parceiros enfrentam todos os dias”, disse o coronel Wayne Shanks, um porta-voz da ISAF. “Cada morte é uma perda enorme para a família e amigos de cada membro, de militares e civis. Nosso sofrimento é agravado quando temos uma perda tão significativa num dia. “Eu nunca posso expressar em meras palavras nossas condolências às famílias pela sua perda e sacrifício.”
A ISAF também disse que realizou quatro operações no leste e no sul do Afeganistão, no domingo, matando vários insurgentes e detendo seis supostos militantes.
A coalizão disse em uma breve declaração nesta segunda-feira que outros dois soldados americanos foram mortos em incidentes separados no fim de semana, no leste do Afeganistão. Um morreu ao ser atingido por um dispositivo explosivo improvisado, outro de ferimentos sofridos durante um ataque de insurgentes.
FONTE: New York Times
A assessoria do Comando do Exército confirmou a suspensão da destruição de armas históricas determinada pela portaria 258 e amplamente combatida e divulgada pelo MVB desde 8 de maio deste ano.
Após a intervenção do Dep. Paes de Lira, Associação dos combatentes da FEB, Professor e historiador Cesar Campiani Maximiano, Companhia Indestrutíveis, vários jornais, blogs, associações e sites que divulgaram a notícia, Revista Magnum, Revista Tiro Certo, além de tantos outros, o General-de-Exército Enzo Martins Peri determinou que a portaria fosse modificada, com o imediato cancelamento da destruição e a possibilidade de aquisição por COLECIONADORES CIVIS registrados no Exército.
FONTE: Movimento Viva Brasil
SAIBA MAIS:
A detonação de dois carros-bomba no centro de Bagdá matou pelo menos 136 pessoas e feriram outras 500, neste domingo, de acordo com autoridades locais. As explosões ocorreram simultaneamente, às 10h30m (horário local), na fortificada Zona Verde da capital do Iraque, que abriga sedes diplomáticas e vários prédios do governo iraquiano. Os alvos dos extremistas eram o Ministério da Justiça e o Conselho Provincial de Bagdá. Os ataques deste domingo são os maiores do ano no Iraque.
A primeira explosão tinha como alvo o Ministério da Justiça e a segunda alvejou um edifício do governo provincial, de acordo com a polícia. O porta-voz do governo Ali al-Dabbagh disse que estava num hotel quando as bombas explodiram e que ele e outras pessoas que estavam próximas ficaram cobertos de cacos de vidro. Ele disse suspeitar que militantes da al-Qaeda ou pessoas leais ao antigo governo de Saddam Hussein teriam sido responsáveis pelo ataque.
- A análise inicial mostra a impressão digital da al-Qaeda ou dos baatisas (do partido de Saddam) – disse Dabbagh.
A rua próxima ao governo provincial foi inundada de água e os bombeiros retiraram corpos carbonizados e despedaçados das ruas. Carros queimados na explosão foram empilhados ali perto.
- Não sei como ainda estou vivo. A explosão destruiu tudo. Nada está no seu lugar – disse o dono de uma loja que fica perto do ministério, Hamid Saadi, por telefone.
FONTE: O Globo/Agências Internacionais
Por Jorge Serrão
Depois de derrubar, facilmente, um helicóptero da Polícia Militar (com direito à repercussão na mídia internacional), os narcoguerrilheiros urbanos do Rio de Janeiro fazem novas ameaças de terror. Em conversas captadas por serviços de inteligência das Forças Armadas e da Secretaria de Segurança do RJ, os marginais já especulam que podem usar armamento terra-ar para atingir aviões em decolagem nos aeroportos Santos Dummont e Internacional Tom Jobim.
Devidamente abafada para não gerar pânico, tal ameaça do narcovarejo transforma em meros reféns os comandantes dos organismos de segurança militares e civis. A narcoguerrilha urbana usa e abusa de instrumentos de comunicação da guerra assimétrica – mesma tática usada por grupos terroristas transnacionais. O clima de medo – “tudo pode acontecer, só não se sabe quando e nem onde, com precisão” – se transforma na arma mais eficiente do braço operacional do Crime Organizado.
Doutrinariamente, tal ameaça já exigiria uma ação direta das Forças Armadas no desmantelamento da narcoguerrilha urbana – que se aproveita da fragilidade operacional da Polícia Federal para reprimir, com mais eficiência e rapidez, o comércio ilegal de armas e drogas. A atuação das Forças Armadas tem respaldo constitucional e doutrinário. Mas as sutilezas políticas – e a própria fragilidade gerada pela falta de verbas ou o complexo de inferioridade em termos de armamento – inibem os militares que fazem um belo trabalho de Garantia da Lei e da Ordem no Haiti – mas não por aqui.
Agora, a inoperância no combate ao “quarto elemento” do crime se transforma em crise política entre os governos estadual e federal. Em conversa reservada com líderes empresariais cariocas, na noite de segunda-feira, o secretário de Segurança Pública soltou o verbo. José Mariano Beltrame reclamou da sobrecarga de tarefas da polícia fluminense, que estaria executando afazeres de responsabilidade do governo federal. Beltrame chegou a comentar que gostaria que os ataques do último sábado fossem vistos como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, dando origem a uma política de segurança de Estado, não de governos.
Em repentina linha de ataque ao governo Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal repetiu ontem o mesmo discurso do delegado Beltrame. Gilmar Mendes pregou que que é preciso articular melhor a divisão de responsabilidades entre os governos federal e estaduais. Gilmar Mendes foi explícito, advertindo que é hora de se discutir o emprego das Forças Armadas na segurança pública. O ministro sugeriu a criação de um plano nacional para combater o crime.
Responsabilidade de quem?
Gilmar Mendes indicou, sem rodeios, que as Forças Armadas e a Polícia Federal têm responsabilidade direta pela entrada de drogas e armas pelas fronteiras mal guarnecidas:
“No Rio, há o uso de armamentos pesados, que são importados ilegalmente. Isso passou pela fronteira. Não é um problema básico do Rio, mas da falta de controle. Há uma responsabilidade nacional, não podemos imputar apenas às autoridades locais”.
A grande questão é: Gilmar Mendes usou tal argumento para ser técnico, ou apenas para gerar mais um desgaste político para o popular Stalinácio?
FONTE: www.alertatotal.net
Ataque foi supostamente lançado por um avião americano não tripulado sob casa de líder do Taleban
ISLAMABAD – Pelo menos 18 pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque com mísseis supostamente lançado por um avião não tripulado dos Estados Unidos na região de tribal de Bajaur, no noroeste do Paquistão, informou neste sábado, 24, uma fonte oficial.
O ataque ocorreu no localização de Damadola, na fronteira do Afeganistão, e presumidamente tinha como objetivo a residência de um familiar de um líder do Taleban na região, Faquir Mohamed, segundo a fonte, citada pela rede de televisão Dawn.
No imóvel atacado estavam vários líderes insurgentes, inclusive alguns estrangeiros que supostamente faziam parte da rede terrorista internacional Al Qaeda, segundo uma fonte de inteligência citada por Dawn.
Nos últimos dias, a imprensa havia especulado com a presença em Bajaur do “número dois” dessa organização, Ayman al Zawahiri.
Os ataques de aviões não tripulados americanos são habituais no cinturão tribal paquistanês, mas normalmente costumam se concentrar nas regiões do Waziristão no Norte e do Sul, que são o principal bastião dos insurgentes.
As autoridades do Paquistão rechaçaram em público as ações militares dos aviões espiões dos Estados Unidos, mas na realidade os ataques contam com o consentimento tácito de Islamabad, cujos serviços secretos compartilham informações com os americanos, segundo diversas fontes de ambos os países consultados pela Efe.
FONTE: Estadão/EFE
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