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COLABOROU: KeplerK

Desfile dos 60 anos da Revolução Chinesa. Comparar com o nosso desfile de 7 de setembro…

COLABOROU: Edilson Moura

Evolução?

Osprey 1

O Secretário da Defesa Robert Gates aprovou o primeiro desdobramento das aeronaves tilt-rotor Osprey MV-22. O envio das aeronaves foi solicitado pelo comandante das forças dos EUA e da OTAN, general Stanley McChrystal.

O esquadrão Marine Medium Tiltrotor Squadron-261 do USMC vai se deslocar em novembro, para apoiar as forças terrestres aliadas.

O Osprey, fabricado pela Bell Helicopter e Boeing, decola e pousa como helicóptero e voa como velozmente como um avião, graças aos seus rotores basculantes.

Três esquadrões dos Marines foram empregados no Iraque, desde 2007, um de cada vez. Cerca de 200 Marines irão apoiar as aeronaves no desdobramento.

A Casa Branca ainda está decidindo se enviará mais soldados para o Afeganistão, acima dos 68.000 homens autorizados. O general McChrystal quer mais 40.000 homens.

Um relatório do GAO (Government Accountability Office) chegou à conclusão que a experiência do MV-22 Osprey no Iraque mostrou que a aeronave pode ser empregada em missões em áreas de baixa ameaça, por causa da sua velocidade e alcance. Entretanto, o GAO disse que dificilmente o Osprey conseguirá cumprir todo o repertório de missões dos helicópteros que ele pretende substituir.

Desde a década de 1980, o Osprey sofreu alguns acidentes graves e quase foi cancelado, mas os fabricantes aparentemente conseguiram solucionar os problemas da aeronave.

Osprey 2

Osprey 3

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Comentário em destaque

fal-imbel

“Eu li umas coisas bem cabeludas aqui. Passei doze anos no EB. Fui oficial de tiro de batalhão e, sinceramente, nunca vi um FAL de cano torto. Aliás, conto nos dedos de uma mão só as vezes que vi um fal falhar. Quando falhava, era o soldado que não tinha regulado o escape de gases. Bem, cá entre nós, o maior problema do FAL era o tamanho, o PARAFAL melhora muito. Fora isto, não troco ele por 99% das armas que tem por aí. Ele não vai te deixar na mão se vc souber usar. Abs”

Nveras

Comentário selecionado do post EB transforma FAL em PARAFAL.

 

Estão abertas até o dia 13 de novembro as inscrições para o concurso que escolherá o hino do Ministério da Defesa. O edital foi publicado no dia 29 de setembro no Diário Oficial. O concurso faz parte das comemorações dos 10 anos da pasta, criada em junho de 1999.

O concurso será coordenado pela Secretaria de Organização Institucional (SEORI) do Ministério da Defesa. O vencedor ganhará um prêmio de R$ 10.000,00 e terá o conteúdo da obra divulgado na página do ministério. Serão consideradas as composições enviadas até as 18 horas do dia 13 de novembro.

Serão admitidos no concurso trabalhos individuais, originais e inéditos, elaborados especialmente para o concurso. Conforme o regulamento, o hino deverá registrar os antecedentes históricos à criação do Ministério da Defesa, a relevância do Ministério da Defesa para a democracia e a defesa do Brasil e falar sobre o Ministério da Defesa e a integração com as Forças Armadas brasileiras.

Cada participante poderá concorrer, individualmente ou em coautoria, com um único trabalho. A inscrição será realizada mediante carta do candidato, devidamente assinada, acompanhada da obra, conforme previsto no presente regulamento. O candidato terá que entregar, pessoalmente ou encaminhar, no Protocolo-Geral do Ministério da Defesa, duas vias da obra. O protocolo está situado na Esplanada dos Ministérios, Bloco Q, térreo, Distrito Federal, CEP 70049-900.

O regulamento explica que os trabalhos serão julgados por Comissão Julgadora composta especialmente para este fim, cujos membros serão designados pelo Ministro da Defesa, observada a seguinte composição: um presidente; um regente da Marinha, um do Exército e um da Aeronáutica, sendo esses três indicados pelos respectivos Comandos. Os integrantes da comissão deverão possuir notório saber na área de música.

Assessoria de Comunicação Social

Ministério da Defesa

Acesse o regulamento do concurso clicando aqui.

 

Modernização das armas para o Exército Brasileiro proporciona maior portabilidade a baixo custo

parafalAtendendo contrato com o Exército Brasileiro, a IMBEL está transformando um primeiro lote de Fuzis FAL 7,62mm em Fuzis PARAFAL 7,62mm M964 A1 MD1. A transformação é feita pela substituição de uma série de peças do FAL, por um kit de peças novas do PARAFAL, além da recuperação das peças antigas que irão compor o novo armamento. Algumas peculiaridades desta transformação são a substituição do cano longo por um cano curto e da coronha de alumínio por uma de polímero de alta resistência, desenvolvida pela IMBEL.

Com esta transformação, o Exército Brasileiro consegue recuperar fuzis com idade média de 30 anos, obtendo uma arma nova a um baixo custo, além de garantir para suas tropas maior mobilidade com um fuzil de peso e tamanho reduzidos. Por essas características, conferem maior portabilidade e mantém o alto de fogo.

O PARAFAL 7,62mm vai equipar as tropas de operações pára-quedistas, aerotransportadas, de selva, blindadas e mecanizadas. Em razão da aceitação do PARAFAL 7,62mm M964 A1 MD1, existe a perspectiva de que esse modelo se torne padrão para o Exército Brasileiro e de que outros dois lotes de FAL M964 venham a ser contratados para sofrerem essa recuperação e transformação.

A IMBEL continua, ainda, a modernização do FAL e do Fuzil para atender novos requisitos operacionais fuzis, que têm lançamento previsto para 2010, contarão com nova ergonomia, coronha retrátil e/ou extensível, trilho de suporte para instrumentos óticos já no modelo standard e aperfeiçoamento da engenharia dos componentes.

NOTA DO EDITOR: Essa é uma excelente notícia, nós teremos um novo fuzil, o MD97-A2, o qual será, provavelmente, empregado primeiro nas unidades de ponta e depois por toda a tropa. Mas para que as nossas unidades não sofram com fuzis antigos e pesados até a chegada do MD97, elas estarão bem supridas com PARAFAL “MLU” (Mid Life Update), que foi modernizado para um padrão mais leve, com um cano menor e com coronha em material composto.

FONTE: IMBEL

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13000caminhaocacamba

Novo motor será mais econômico e reduzirá emissões

Caxias do Sul (RS), 20 de outubro de 2009 – A Agrale S.A., montadora de veículos comerciais com foco nos segmentos médio e leve, apresenta no 17° Salão Internacional do Transporte (FENATRAN 2009), os caminhões Agrale 8500 com motor eletrônico MWM Sprint 4.08 TCE e o 8500 CD com plataforma auto socorro e destaca o modelo 13000 Caçamba, nas versões 4X2 e 6X2, com distância entre-eixos mais curta, já em comercialização. A empresa exporá também os demais modelos de caminhões da linha Agrale 2010, bem como os utilitários Agrale Marruá AM 150 CD e AM 200 CS.

O caminhão Agrale 8500 passa a ser equipado com novo motor eletrônico MWM Sprint 4.08 TCE, de 4 cilindros em linha e 3.0 litros. O principal objetivo das mudanças é adequar o veículo à aplicação de cargas e descargas urbanas, conferindo agilidade com menor consumo de combustível e consequente redução de emissão de poluentes, e torná-lo mais competitivo comercialmente. O novo modelo conta com motorização que proporciona elevado desempenho em quaisquer regimes de rotação – com potência de 140 cv a 3.500 rpm e torque de 400 Nm de 1.700 a 2.100 rpm.

“Procuramos proporcionar um upgrade para os nossos clientes, oferecendo um modelo mais econômico. Outro aspecto importante da mudança é o foco da Agrale com a preservação ambiental e redução de emissões”, destaca o diretor de vendas e marketing, Flávio Crosa.

Para cargas de alta densidade

Outro destaque é o novo Agrale 13000 Caçamba que marca a entrada da empresa no nicho de transporte de cargas de alta densidade, como coletor de lixo e cargas especiais. Disponível nas versões 6×2 e 4X2, o caminhão possui entre-eixos mais curto, com 3.560 mm (4X2) e 4.784 mm (6X2), contra os 4.800 mm e 6.024 mm, dos respectivos modelos convencionais.

Segundo Flávio Crosa, a empresa identificou no mercado a demanda por um modelo com menor distância entre-eixos para o transporte de cargas de alta densidade e desenvolveu as novas versões. “Agora, nossos clientes podem contar com um veículo original de fábrica mais curto, o que evita a necessidade de realizar alterações, como encurtar o chassi, para encarroçamentos especiais”, explica o executivo.

O caminhão 13000 Caçamba mantém a mesma motorização da versão convencional e possui motor MWM 6.10 TCA Euro III (6 cilindros), com potência de 173 cv a 2.400 rpm e torque de 600 Nm de 1.600 a 1.800 rpm. O veículo conta ainda com caixa de câmbio EATON de seis marchas e direção hidráulica ZF Servocom.

“Com as novidades apresentadas na FENATRAN 2009, a Agrale amplia a sua atuação no mercado de transporte de cargas e reforça a estratégia de desenvolver modelos com foco na melhor adequação das tecnologias disponíveis às necessidades dos clientes”, destaca o diretor de vendas e marketing da Agrale.

caminhao8500

Caminhão 8500 CD – Plataforma Auto Socorro

Outro destaque da Agrale é o caminhão Agrale 8500 CD Plataforma Auto Socorro, destinado ao transporte de veículos. Essa versão possibilita uma operação integrada num só veículo, ou seja, o resgate do carro acidentado e de seus ocupantes, pois tem capacidade para acomodação de 6 (seis) passageiros, mais o condutor, ganhando assim em agilidade e reduzindo o custo da operação. Essa versão é original de fábrica, o que dispensa adaptações.

Equipado com freio de acionamento totalmente a ar e capacidade de carga de 5.250 kg, possui motor MWM 4.10 TCA Euro III (quatro cilindros), com potência de 115 cv a 2.400 rpm e torque de 392 Nm a 1.500 rpm, caixa de câmbio EATON de cinco marchas e direção hidráulica. Também é equipado com o eixo de tração Dana, caixa de câmbio Eaton e sistema de direção ZF Servocom.

Agrale 9200

O Agrale 9200 é o caminhão com a maior capacidade de carga útil no segmento leve. Tem como destaque o conforto, com o amplo espaço de sua cabine e a facilidade de acesso. É o único caminhão leve que oferece sistema “sleeper” (conjunto de cama), para maior conforto de quem viaja longas distâncias ou necessita de repouso. Oferece a opção de banco individual para acompanhante e console central que cria um ambiente de escritório. Este veículo, assim como todos os caminhões Agrale com cabine estendida, conta com a tecnologia de LEDs nas setas de direção dianteira.

O modelo possui motor MWM 4.12 TCE, de quatro cilindros, potência de 150 cv a 2.200 rpm, e torque de 550 Nm a 1.700 rpm.

Caminhão Agrale 6000

Leve, econômico e compacto, oferece mecânica robusta e de fácil manutenção. É equipado com motor MWM turbodiesel com aftercooler de 4 cilindros em linha, 115 cv de potência a 2.400 rpm e torque de 392 Nm a 1.500 rpm. Os modelos possuem três medidas de distância entre-eixos (2,92 m, 3,35 m e 3,90 m), e capacidade para 3.400 kg de carga útil, mais carroceria.

Família Agrale Marruá

Desenvolvido para atender às Forças Armadas, o Agrale Marruá é um veículo utilitário ideal para serviços severos. Amplamente testado e aprovado pelos usuários mais rigorosos que exigem robustez, desempenho e disponibilidade em qualquer tipo de terreno, o modelo pode ser adaptado aos mais variados tipos de carrocerias e equipamentos.

Na FENATRAN, a Agrale irá expor os modelos de picapes AM 150 CD com caçamba e AM 200 CS chassi-cabine, com capacidades de carga entre 1.000 e 2.000 kg. Os veículos são ideais para aplicações fora-de-estrada, como instalações de redes elétricas ou de telefonia, transporte em minas, construção e manutenção de grandes obras civis, saneamento, segurança pública, reflorestamento e outras aplicações que necessitem de flexibilidade e robustez na operação diária.

Os modelos AM 150 e AM 200 são equipados com motor MWM Sprint 4.07 TCE Euro III (quatro cilindros), com potência de 140 cv a 3.500 rpm e torque de 360 Nm entre 1.800 a 2.000 rpm. Os veículos possuem caixa de câmbio Eaton com cinco marchas à frente e uma à ré, eixos traseiro e dianteiro Dana e direção hidráulica TRW.

Internamente, o Agrale Marruá possui painel integrado e digital, com os instrumentos concentrados num único equipamento, novo sistema de ventilação, que permite a instalação de ar-condicionado, porta-objetos e laterais das portas com revestimento de courvin que facilita a manutenção e a limpeza.

FOTO: Mauro Martins Sobczyk

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LIMA – O Peru realizará uma campanha contra o armamentismo na América do Sul, incluindo a formação de uma força de paz contra ameaças externas e a assinatura de um pacto de não-agressão, disse na segunda-feira o chanceler José Antonio García Belaunde.

Ministros peruanos devem viajar pela região promovendo a ideia, mas ainda não há uma agenda definida, segundo Belaunde.

“Temos definido que (os ministros) têm de ir a todos os países da Unasul (União Sul-Americana de Nações), porque são eles que vão trabalhar a iniciativa peruana, e o presidente (Alan García) terá de decidir quem são os ministros encarregados dessa tarefa”, disse Belaunde a jornalistas estrangeiros.

O presidente García enviou em setembro uma carta a líderes da Unasul reunidos em Quito, na qual propôs o acordo regional de não-agressão. A proposta causou mal-estar no Chile, que tem um litígio internacional com o Peru devido a uma questão de limites marítimos.

Depois, García conclamou a Organização dos Estados Americanos (OEA) a participar dos esforços para frear as crescentes aquisições de armas na América Latina, assunto que gera atritos entre diversos governos regionais.

“O que estamos entregando como chancelaria ao presidente é uma documentação formal sobre sua iniciativa (…), e o que fizemos foi propor ao presidente como se pode traduzir isso em instrumentos internacionais”, disse o chanceler.

Alan García disse recentemente que, nos últimos cinco anos, a América do Sul gastou cerca de 153 bilhões de dólares para manter suas forças armadas, além de cerca de 23 bilhões para adquirir novas armas.

Nos últimos meses, assuntos militares turvaram os ânimos no continente, em particular o acordo militar pelo qual a Colômbia autoriza os EUA a utilizarem sete bases militares no país.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que o plano “semeia a guerra” na região. Além disso, aquisições bélicas feitas por Venezuela, Equador e Chile geram preocupação entre seus vizinhos.

A Venezuela, por exemplo, negocia com a Rússia a compra de 2,2 bilhões de dólares em armas, enquanto Equador e Chile recentemente fortaleceram suas forças aéreas. (Reportagem de Marco Aquino)

FONTE: Estadão/Reuters

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