General diz que a meta é ampliar o atendimento anual de 25 mil para 50 mil pessoas

O Exército brasileiro decidiu duplicar o alistamento militar no Amazonas. A mesma iniciativa também vai regularizar a situação dos quem tem mais de 18 anos e perderam o prazo para se alistar, além de servir de exemplo para que a situação seja acompanhada em outros territórios da Amazônia.

Trata-se no serviço de alistamento militar oferecido nos postos de PAC (Pronto Atendimento ao Cidadão), que está sendo oferecido pelo Exército no Estado, com apoio do governo do Amazonas e da Prefeitura de Manaus.

Segundo o general de divisão Marco Aurélio Costa Vieira, a meta é ampliar o atendimento anual de 25 mil para 50 mil atendimentos. Quem tiver perdido o prazo de alistamento poderá regularizar pagando multa simbólica de até R$ 3,00. Vieira disse que a iniciativa é inédita e resultou da necessidade de superar problemas decorrentes da diminuição do alistamento.

- Sabemos que o alistamento inferior ao efetivo de jovens em idade hoje exigida tem a ver com as distâncias e dificuldades de deslocamento dentro da região e é isso que precisamos resolver.

O projeto piloto para alistamento militar nos PACs do Amazonas foi implantado em novembro do ano passado na zona leste de Manaus (a maior da cidade) e no município de Manacapuru – localizado a cerca de 84 quilômetros de Manaus. Juntas, as duas unidades já atenderam mais de 10 mil jovens.

Nesta semana foram inaugurados três pontos de atendimento nas zonas norte, oeste e centro-oeste da capital. Outros Estados da região têm demonstrado interesse em implantar o serviço. Todos os anos, o Brasil tem em média 1,6 milhão jovens que se apresentam para o serviço militar.

FONTE: Portal R7, via notimp

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

5 Comentários to “Exército quer duplicar alistamento militar no Amazonas”

  1. lvieirasantos disse:

    entao o negocio e arregadar grana? pq manter contigente o Eb nao consegue.

  2. lvieirasantos disse:

    arrecadar*

  3. Flavio De Paula disse:

    O que não falta aqui no Amazonas é gente querendo ir para o EB e não consegue, porcausa do “excesso”.

    Já que querem ampliar o número de pelotões de fronteira aqui, deveriam priorizar no alistamento aqui, já que seria mais fácil se adaptar ao local. Não sou contra o rodízio de estados que os militares fazem. Mas acho que deveriam pegar mais pessoas daqui, principalmente no interior do estado, e principalmente os indígenas.

    BRASIL!!!

  4. Invincible disse:

    É bom saber que o exército que aumentar seu contingente. A fronteira do centro-oeste e do norte devem ser prioridade das Forças Armadas para impedir os ilícitos na região e apoiar o desenvolvimento e a presença do estado.

  5. Felipe Cps disse:

    Muito blá blá blá. De concreto, temos os quartéis sem comida.

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