vinheta-clipping-forteUm porta-voz do Exército americano informou que 11 pessoas, mais um atirador, morreram e 31 ficaram feridas no tiroteio desta quinta-feira em Fort Hood, no Texas, a maior base militar dos Estados Unidos.

Segundo o general Cone Bob, o atirador era um soldado, e dois outros soldados foram detidos como suspeitos. Segundo ele, mais de um atirador pode ter se envolvido no tiroteio.

Em um pronunciamento, o presidente Barack Obama chamou o ataque de uma “explosão terrível de violência”. Ele disse não saber de todos os detalhes, mas prometeu que o governo vai responder a cada pergunta.

“É horrível que tenham sofrido um tiroteio em uma base militar em solo americano”, disse Obama.

Um oficial explicou que o atirador utilizou um fuzil M-16. Segundo o canal NBC, o atirador era um oficial do Exército.

O congressista John Carter disse à MSNBC que o tiroteio ocorreu durante uma cerimônia de graduação no centro de formação de soldados.

Fort Hood possui programas de reabilitação de soldados que sofrem da síndrome de estresse pós-traumático, disse Carter.

A base de Fort Hood foi fechada, e foi decretado “estado de emergência” no local. A base abriga cerca de 50 mil soldados, embora apenas 35 mil estivessem nela no momento do ataque.

Um porta-voz do FBI em Washington disse que ao menos três agentes foram enviados para Fort Hood.

“Os agentes vão dizer quais recursos são necessários. Eles têm que ir e determinar o que aconteceu”, disse o porta-voz. O FBI só tem jurisdição no caso se os envolvidos forem civis.

Fort Hood fica no meio do caminho entre Austin e Waco, cerca de 97 quilômetros de cada cidade.

A base abriga o 3° Corpo do Exército, a 4ª Divisão de Infantaria e a 1ª Divisão de Cavalaria, unidades com intensa participação na Guerra do Iraque.

FONTE: Folha Online, com Associated Press, Reuters e France Presse

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Call of Duty Modern Warfare 2 a

vinheta-destaque-forte“Call of Duty: Modern Warfare 2″, a nova versão da popular franquia de jogos de guerra, chega às lojas na próxima terça-feira com novos recursos e armas para o jogador enfrentar terroristas em cenários que incluem o Cristo Redentor e favelas do Rio de Janeiro. O trailer de lançamento do jogo foi revelado nesta quinta-feira. Confira abaixo:

“Modern Warfare 2″ se passa alguns anos depois das ações de “Call of Duty 4″. Novamente a Rússia é o centro de instabilidades mundiais, enquanto uma organização ultranacionalista tenta aumentar seu poder. Para enfrentar essa ameaça, a comunidade internacional cria a Força 141. Na campanha solo, o jogador assumirá o papel do sargento Gary “Roach” Sanderson, que precisará cumprir missões na Rússia, Afeganistão, Cazaquistão e no Rio.

O game traz ainda um modo online que permite que os jogadores se enfrentem em batalhas virtuais. Não haverá, no entanto, a possibilidade de jogar em servidores dedicados, o que vem sendo alvo de críticas por muitos fãs da série, pois impede a criação de modificações do game e novos mapas pela comunidade.

Call of Duty é uma série games de tiro em primeira pessoa, originalmente para PC. A maioria dos títulos da franquia é ambientada na Segunda Guerra Mundial. Em 2007, no entanto, foi lançado o “Call of Duty 4: Modern Warfare”, ambientado em cenários atuais. Com mais de 10 milhões de cópias vendidas, ele se tornou o game mais popular da série, incentivando a Infinity Ward e a Activision a produzirem o “Modern Warfare 2″.

Call of Duty Modern Warfare 2 b

Estúdio afirma que orçamento inicial do game era ‘ridículo’

Robert Bowling, diretor da Infinity Ward, em entrevista à revista Developer, comentou o orçamento que a Activision ofereceu ao estúdio para desenvolver “Modern Warfare 2″. Após o estrondoso sucesso de “Call of Duty 4″, a expectativa em relação à sequência era enorme. Mas Bowling classifica o orçamento inicial como “ridículo”

“Nós fomos bastante rígidos no orçamento. No início – quando decidimos fazer a sequência – a Activision estimou um orçamento ridículo. E dissemos: ‘Não, nós não precisamos disso’.”

Segundo ele, o estúdio procura não se deixar distrair pela atenção excessiva que o jogo recebe dos fãs e da mídia e também não queria ter dinheiro demais e acabar incluindo recursos desnecessários só por ter o dinheiro para isso.

Trabalhando há 10 anos num mesmo jogo, a Infinity Ward ainda não pensa em parar. “Nós ainda fazemos os jogos Call of Duty porque nos divertimos. Quando deixar de ser legal, aí procuramos outra coisa’.

Modern Warfare 2 não será lançado para Wii

Mas se você tem um Wii e estava louco para jogar Modern Warfare 2, pode esquecer. Bowling deixou bem claro que o jogo não chegará ao console da Nintendo. O motivo é a falta de capacidade de hardware do Wii.

“Se pudéssemos entregar a experiência cinematográfica que teremos em outras plataformas, então iríamos felizes para ele. Mas por enquanto não acredito que o Wii possa passar a experiência que pretendemos. Gostamos de apresentar uma experiência semelhante entre todas as plataformas, e se não for assim, não fazemos”, disse Bowling, na mesma entrevista.

“Call of Duty 4: Modern Warfare”, produzido pela Infinity Ward, foi lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC e está sendo adaptado para Wii pela Treyarch. A versão para o console da Nintendo será lançada no próximo dia 10, junto com o Modern Warfare 2.

FONTE: O Globo Digital

Novos comandantes militares assumem no Paraguai

vinheta-clipping-forteASSUNÇÃO – Os novos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha assumiram hoje seus cargos no Paraguai. Ontem, o presidente Fernando Lugo afastou os chefes militares no cargo, mesmo após rechaçar vigorosamente qualquer risco de golpe de Estado promovido pelos militares.

O governo deixou claro que Lugo procedeu de acordo com suas atribuições constitucionais ao realizar as mudanças. Um ex-comandante das Forças Armadas, porém, afirmou que Lugo faltou ao respeito com os chefes afastados. A mudança dos integrantes da cúpula militar ocorreu um dia depois de Lugo assegurar que, como comandante e chefe das Forças Armadas, “não existe nenhum perigo de golpe de Estado promovido pelos militares”.

Paralelamente, uma maioria de parlamentares da situação e da oposição ameaçou abrir um processo político contra Lugo, argumentando sua suposta “inépcia para governar”. Um aliado do líder, o dirigente de esquerda Hugo Richert, do grupo Convergência Socialista, reconheceu que “Lugo não é um estadista, mas toda a sociedade não tem experiência para administrar assuntos públicos, porque nos últimos 60 anos, um só partido, o Colorado, teve em suas mãos o poder”.

Apesar disso, a atitude de Lugo foi criticada pelo general reformado Mario Soto, ex-comandante das Forças Armadas no governo de Nicanor Duarte (2003 a 2008). Segundo ele, Lugo fez as mudanças logo depois de dizer que “existiriam militares expostos à manipulação política”. “Esses chefes destituídos ficaram como golpistas frente à opinião pública”, disse Soto.

FONTE: Agência Estado

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por Gustavo Chacra

vinheta-clipping-forteIsrael capturou um navio carregado com centenas de toneladas de armamentos. De acordo com militares israelenses, o arsenal seria iraniano e o destino final era o Hezbollah, com escala no território sírio. A tripulação da embarcação foi abordada por autoridades de Israel e não sabia do carregamento. A Síria e o Irã, chamando os israelenses de piratas, disseram que o navio levava bens dos iranianos para os sírios, e não armamentos. As imagens, porém, são de um arsenal militar. Dificilmente poderia ser feita uma montagem tão rápida (assista ao vídeo aqui).

Se as armas tivessem como destino o Hezbollah, seria uma violação da resolução 1701, das Nações Unidas, que encerrou o conflito entre o grupo libanês e Israel em 2006. A mais grave, até agora, já que os dois lados desrespeitaram diversas vezes a determinação da ONU.

Os israelenses dizem possuir uma prova de que o Irã não está interessado na paz na região e busca armar grupos hostis a Israel e, no caso do Hezbollah, considerado terrorista pelos EUA – a organização, além do braço militar, possui, no Líbano, um partido político, uma rede de TV, creches e hospitais. A ajuda do Irã ao grupo está longe de ser novidade, com Teerã sempre dizendo que, se os EUA podem ter acordos militares com Israel, os iranianos também têm o direito de manter relaçõs com seus aliados.

O problema, para Teerã, é que não interessa o que eles pensam. Afinal, sempre acharão que Israel está errado e vice-versa. O que importa, no Oriente Médio, é a visão da comunidade internacional. Agora, com a interceptação de Israel, existe a imagem simbólica de um navio com mísseis que poderiam ser usados em ataques contra o norte israelense.

O carregamento interceptado ontem era grande e certamente estas armas farão falta para o Hezbollah, caso realmente fossem destinadas ao grupo. Ainda assim, segundo analistas militares, a carga confiscada representa apenas 10% do que o grupo libanês possui em estoque.

Do episódio, fica a pergunta sobre o por que de o Irã decidir enviar o carregamento por mar. Seria mais seguro, ainda que caro e com logística mais complicada, mandar as armas por via aérea pela Síria e, de lá, cruzar sem problemas para o Líbano, como feito muitas vezes. Talvez, como mostrou o Haaretz, o regime de Teerã e o de Damasco tenham obtido sucesso pela via marítima no passado, mas, agora, Israel intensificou suas operações no Mediterrâneo.

De qualquer forma, o cenário Israel x Irã está assim, na posição israelense

1 – Atacar as instalações militares preventivamente
2 – Manter a Guerra Fria

Caso opte pela opção 1, Israel tende a sofrer as seguintes consequências

a) matará civis iranianos e, mais uma vez, a imagem israelense ficará deteriorada diante da opinião pública internacional
b) não há certeza de que conseguirá sucesso em eliminar o suposto programa nuclear iraniano
c) poderá sofrer uma dura resposta do Hezbollah, caso o grupo concorde em cooperar com Teerã na retaliação

Com a captura do navio ontem, Israel buscará mostrar para a comunidade internacional que o Irã provocou antes. Isto é, abrandará o efeito A descrito acima. Também pressiona o governo libanês, dizendo que um ataque a Israel do Hezbollah será visto como um ataque do Líbano. Assim, tenta conter o grupo pela via doméstica libanesa e reduz a consequência C. Já o efeito B está nas mãos da Força Aérea israelense, considerada uma das mais preparadas do mundo.

Como acredito que o atual governo israelense não considera a opção 2, da guerra fria, uma saída favorável, eu diria que existe uma possibilidade grande de caminharmos, em breve, para uma operação militar israelense contra o Irã.

Os iranianos, por serem o lado mais fraco na matriz, esperam para Israel mover a sua peça antes de agir. Caso seja a opção 1 de Israel, deve aplicar as seguintes retaliações

a) fechar o golfo pérsico, fazendo o preço do petróleo disparar
b) sabotará os EUA no Iraque e no Afeganistão
c) pode usar o Hezbollah contra Israel, desde que consiga exercer mais força sobre o grupo do que os aliados cristãos da organização em Beirute

As medidas A e B afetam diretamente os EUA. Assim, Teerã busca usar Washington, que apenas teria a perder com o conflito, para impedir Israel de agir, ganhando tempo para completar o seu programa nuclear

Logo,

1 – Israel, Irã e Hezbollah podem ou não ganhar com o conflito
2 – Os EUA certamente perderiam, assim como o Líbano
3 – A Síria, sabe-se lá como, sairia ilesa mais uma vez

É, literalmente, um cabo de guerra. De uma certa forma, o Irã e Israel puxam para o mesmo lado, com uma ajuda síria. Libaneses (o governo) e americanos, para o outro. Os palestinos? Esqueçam, por enquanto.

FONTE: Blog “De Beirute a Nova York”

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vinheta-clipping-forteO chefe da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) no Afeganistão, Kan Eide, afirmou nesta quinta-feira em entrevista a jornalistas que a retirada temporária de 600 de seus cerca de 1.100 funcionários estrangeiros não afetará as operações da organização no país.

“Nós estamos fazendo tudo que podemos para minimizar a interrupção no nosso trabalho neste período”, disse Eide, chefe da Unama. “Nós estamos simplesmente fazendo o que temos que fazer após os trágicos eventos da semana passada para proteger nossos trabalhadores em um momento difícil enquanto garantimos que nossas operações no Afeganistão possam continuar”.

A decisão da ONU foi uma reação ao ataque dos militantes do grupo islâmico Taleban do último dia 28 de outubro, quando três homens armados atacaram a hospedaria em Cabul, matando cinco funcionários da organização e dois policiais afegãos. Os criminosos foram mortos pela polícia em uma troca de tiros.

Eide disse que alguns dos funcionários realocados vão para Dubai, onde a ONU mantém escritório.

O diplomata norueguês foi alvo de severas críticas pelo papel da ONU na eleição presidencial, marcada por muitas fraudes e que resultou na reeleição de Hamid Karzai, depois que o segundo turno foi anulado com a desistência do candidato de oposição Abdullah Abdullah. Há alguns dias, Eide deu a entender que a paciência da ONU com o governo afegão estava quase no limite.

Segundo o porta-voz da ONU Aleem Siddique, a equipe retornará para o Afeganistão três ou quatro semanas depois que as medida de segurança forem alteradas. “Será uma fusão da equipe. No momento, nós temos 93 hospedarias por Cabul e haverá a fusão destas hospedarias para que possamos garantir uma segurança melhor em menos áreas”, explicou.

A Unama tem 5.600 funcionários, a maioria deles afegãos. A retirada anunciada nesta quinta-feira envolve quase 12% dos efetivos.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que visitou Cabul no início da semana, se reuniu com as autoridades de segurança para discutir o ataque à residência. Ele declarou que a ONU não permitiria que atos de violência desviassem a organização do trabalho que realiza no país.

FONTE: Folha Online

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Sagem Felin: vale quanto pesa?

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O programa de modernização do soldado francês

vinheta-especial-forteO programa de modernização do soldado francês, conhecido como Felin (Fantassin a Equipaments et Liaisons Integres), acrônimo para “Infantaria integrada com equipamentos de data-link”, está pronto para a produção em massa. Pelo menos até 2013, quando o sistema terá de ser modificado, porque o Ministério da Defesa francês resolveu vender algumas bandas de rádio militares, incluindo a faixa de 802-862MHz, usada pelo Felin.

A mudança de frequência que terá de ser feita posteriormente elevará ainda mais os custos do programa, mas não se sabe quanto. (continua, somente para assinantes).

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