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vinheta-destaque-forteSeguem as fotos do evento que ocorreu entre os dias 16 e 17 de novembro na Escola de Fuzileiros Navais no RJ. Durante o seminário, estavam expostos para o público todo o tipo de equipamento dos Fuzileiros Navais, tendo a tropa sido muito solícita nas explicações do funcionamento e o emprego das equipagens.

Os responsáveis deixaram tirar fotos de todos os equipamentos e de dentro dos veículos também, coisa que o EB e a FAB não costumam permitir.

O público também pode observar uma demonstração do emprego de tropas em áreas urbanas, como exemplo do que é encontrado pelo CFN no Haiti.

As fotos mostram os disparos que foram feitos com munição real, sendo que cada observador recebeu um colete balístico e um “casco azul”, igual ao usado no Haiti.

Expero que as fotos estejam do agrado e que tenha podido colaborar com o blog. Ad Sumus!

Vinicius Modolo Teixeira

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vinheta-clipping-forteCAMPO GRANDE – Dois militares do Exército morreram nesta quinta-feira durante um treinamento em uma fazenda no Pantanal usada como base do 6º Distrito Naval de Ladário, no Mato Grosso do Sul. Eles passaram mal quando retornavam de uma patrulha. O treinamento, de estágio básico de combatente, começou no domingo e terminaria nesta sexta-feira.

Segundo o 17º Batalhão de Fronteira ao final de uma patrulha a pé, que faz parte do exercício de treinamento, o cabo Diego Augusto de Lima Leite e o soldado Antônio José dos Santos Neto, ambos de 21 anos, apresentaram sinais de fadiga e desmaiaram. Eles foram atendidos pelos médicos no acampamento militar, mas o estado de saúde de ambos era grave.

O cabo foi levado ao Hospital Geral da Marinha de helicóptero acompanhado por um médico do Distrito Naval, e o soldado seguiu de barco pelo rio Paraguai na companhia de um médico do Exército. Os dois militares teriam morrido antes de dar entrada ao hospital. Foi aberto Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos. Cerca de 100 militares participavam dos exercícios.

De acordo com 17º Batalhão de Fronteira, o cabo Lima Leite estava no Exército há dois anos e o soldado Antônio José foi incorporado em março deste ano. Outros dois militares que participavam do treinamento também tiveram que ser atendidos e estão em observação médica.

FONTE: TV Morena / O Globo

PEDRO DANTAS – Agencia Estado

vinheta-destaque-forteRIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército. “O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.

De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos. Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero & Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.

A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.

Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.

FONTE: Estadão

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HM-3 Cougar (2° BAvEx)

Foi conduzida na área de responsabilidade da 15ª Brigada de Infantaria Motorizada (15ª Bda Inf Mtz), no contexto da Operação, a demonstração de ocupação de uma região de passagem sobre o Rio Uruguai e da Usina Hidrelétrica Estadual (UHE) de Itá por meio de um assalto aeromóvel, com participação do 6º Batalhão de Infantaria Leve e do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2° BAvEx).

O evento contou com a presença do Comandante Militar do Sul e comitiva de Comandantes de Grandes Unidades do Exército envolvidas na Operação.

A atividade contou com ampla cobertura da imprensa e foi seguida de uma visita técnica da comitiva de autoridades militares à Usina, acompanhada pela gerência da hidrelétrica.

HM-3 Cougar (2° BAvEx)

FONTE e FOTOS: Operação Laçador

 

Forças cubanas iniciam exercícios militares

As Forças Armadas de Cuba iniciam, nesta quinta-feira, o primeiro dos três dias de exercícios militares do país. O jornal cubano “Granma” divulgou que a intenção é se preparar para um eventual ataque dos Estados Unidos.

Os testes serão os primeiros desde que Raúl Castro assumiu a Presidência, em fevereiro do ano passado. As autoridades da ilha mantêm um estado de alerta desde a invasão frustrada da Baía dos Porcos, em 1961, por cubanos exilados treinados pela inteligência americana.

FONTE: eBand

 

relogio-intro

O GNSS (Global Navigation Satellite Systems) mais difundido no mundo, em especial no Ocidente, é o sistema norte-americano NAVSTAR-GPS (Global Positioning System). Os norte-americanos permitem o uso do seu sistema de satélite e não cobram dos usuários dos receptores por isso. Mas por serem os “donos” de todo o sistema, eles podem bloquear o sinal quando assim for necessário e conveniente.

Além desse problema, existem outras questões como a baixa qualidade de recepção em locais onde a mata é fechada ou possui copa das árvores bastante densa. Por essas e por outras que técnicas paralelas de navegação devem ser empregadas. O texto a seguir, exclusivo para assinantes, aborda uma dessas técnicas.

Técnicas de sobrevivência em ambiente hostil

selva

Esta é mais uma série exclusiva (acessível para assinantes) da trilogia blogs de defesa. Ela abordará aspectos relacionados às técnicas de sobrevivência em ambiente hostil, como selva, montanha e regiões áridas, sendo subdividida em tópicos específicos como navegação e orientação, alimentação, abrigo, obtenção de fogo, etc.

A série é meramente ilustrativa, apenas dando ao leitor uma idéia de como é possível o homem se adaptar ao meio, seja para empreender uma ação de combate ou para aguardar o seu resgate. Mas mesmo assim a série apresenta curiosidades e segredos sobre um tema que, por mais teoria que possa existir, a prática e a experiência falam mais alto.

O primeiro texto sobre o tema aborda a questão da orientação em ambiente hostil, dando ênfase a um método bastante simples que pode ser empregado por qualquer pessoa.

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Porto Alegre (RS) - Esteve em visita, no dia 24 de novembro, ao Teatro de Operações da Operação Laçador, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, acompanhado dos Comandantes da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri e da Força Aérea, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito o qual concedeu entrevista coletiva no Salão de Honra do Quartel General do Comando Militar do Sul sobre a Operação. Após, o Ministro e comitiva cumprirão a seguinte agenda:
- visita à Força Terrestre Componente, que está localizada no 3º Regimento de Cavalaria de Guarda;
- visita à Força Aérea Componente 106, na Base Aérea de Canoas;
- sobrevoo de helicóptero, em Rio Grande, à Força Naval, defesa do porto, TERMASA e defesa de pontos sensíveis;
- visita ao Comando do 5º Distrito Naval;
- retorno para Brasília;

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FONTE: http://www.lacador.eb.mil.br

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MinDef Laçador 1

Porto Alegre (RS) – Após conceder entrevista coletiva à imprensa, o Ministro da Defesa e comitiva visitaram o Centro de Comunicações (C Com) da Operação. Na oportunidade, oficiais do Estado-Maior fizeram uma explanação da sistemática empregada na operação.

MinDef Laçador 2

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