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Pano CAvEx Laçador

vinheta-especial-forte Estivemos neste domingo (dia 22 de novembro) pela manhã, no Comando de Aviação do Exército (CAvEx), para acompanhar a saída das aeronaves que participarão da Operação Laçador, realizada em conjunto com a FAB e a MB.

Briefing 2° BAvEx

TC Paulo RicardoParticipamos do briefing do Cel. Paulo Ricardo (Comte. do 2º BAvEx) com a tropa, que demonstrou grande preocupação com relação a segurança de voo, haja vista a instabilidade climática dos últimos dias na região. O Cel. Paulo Ricardo foi o 1P do HM-3 Cougar EB-4008.

Ao todo são 79 militares da AvEx, entre oficias e praças, deslocados para a região Sul em 12 aeronaves pertencentes ao 1º e 2º BAvEx’s.

A AvEx se faz representada na Operação Laçador com três HM-3 Cougar, seis HM-1 Pantera e três HA-1 Fennec. Deste tipo em especial, uma aeronave é o Olho da Águia, HA-1 Fennec com FLIR, do 1° BAvEx.

HM-1 Pantera 09HM-3 Cougar 02

As aeronaves HA-1 Fennec do 2º BAvEx decolaram armadas com lançadores de foguete 70mm e metralhadoras .50 axias e os HM-3 Cougar transportando metralhadoras MAG 7,62, que serão montadas nas janelas laterais da cabine.

As aeronaves devem ser empregadas nas operações aeromóveis da Força Terrestre.

HA-1 Fennec 31HM-1 Pantera 20

HA-1 Fennec 31

NOTA DO EDITOR: Agradecemos ao Cel. Paulo Ricardo, comte. do 2º BAvEx, e ao Cap. Eliandro, Ger. de Manutenção do Cougar, que nos acompanharam durante a visita.

NOTA 2: esta matéria especial do Blog das Forças Terrestres entrou para a seção ”clipagem”  do site oficial da Operação Laçador. Clique aqui para ver.

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Tensão ameaça novo encontro da Unasul

Presidentes 3 reuniao unasul quito - foto R Stuckert - Ag Brasil

Dos 11 países-membros do bloco sul-americano, cinco vivem disputas político-militares

vinheta-clipping-forteO encontro da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) programado para sexta-feira, em Quito, será marcado por contendas político-militares que afetam 5 dos 11 países-membros do bloco. O clima de desconfiança que arruinou a reunião anterior, em Bariloche, há três meses, promete se repetir, agravado por acusações de espionagem, disputas fronteiriças e um ensaio de corrida armamentista que envolve Equador, Colômbia, Venezuela, Chile e Peru.

No capítulo mais recente das disputas regionais, o chanceler equatoriano, Fander Falconí, acusou ontem os serviços de inteligência da Colômbia de ter espionado Equador, Venezuela e Cuba. “Espionagem de um Estado contra outro é terrível e sumamente grave”, disse Falconí. Para ele, caberá à Unasul “baixar a tensão” do caso.

Espionagem

Na semana passada, o presidente peruano, Alan García, também havia acusado o Chile de espionagem. Ele se referiu ao país vizinho como “uma republiqueta” e criticou os gastos militares chilenos. Os dois países disputam na Corte Internacional de Haia uma área de 35 mil quilômetros quadrados no Pacífico. O Chile descartou a hipótese de levar o caso à Unasul.

“Este é um assunto estritamente bilateral e não nos parece que deva ser tratado desta forma (coletiva)”, disse a porta-voz do governo chileno, Carolina Tohá. A contenda mais grave é a que envolve Colômbia e Venezuela em um bate-boca que se arrasta desde julho, quando Bogotá tornou público um acordo que permite o uso de até sete de suas bases militares pelos EUA. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, vê no acordo uma ameaça de invasão.

“A mediação entre Venezuela e Colômbia deve ser feita no seio da Unasul”, disse, no domingo, o vice-chanceler venezuelano, Francisco Arias Cárdenas. A declaração foi feita um dia depois de a Venezuela ter recebido 300 veículos militares blindados e um lote de tanques russos modelo T-72. “Somos o alvo número 1 no mapa imperial deste continente”, disse Chávez. Ele pediu aos venezuelanos que se unam às milícias organizadas para enfrentar uma invasão estrangeira. Desde 2005, Caracas gastou mais de US$ 4 milhões em armas russas, entre elas 24 caças, helicópteros e 100 mil fuzis.

A Colômbia – isolada pela pressão da maioria dos outros países do bloco – tenta fazer com que a Unasul também questione os gastos militares de Chávez e as declarações belicistas do venezuelano. “Chama a atenção que o chefe de Estado de um país da região, membro da Unasul, tenha utilizado uma linguagem belicista e falado de guerra sem que a Unasul faça nenhum comentário a respeito”, disse o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez.

Divergências

  • Colômbia – Assinou polêmico acordo militar com os Estados Unidos e recebe críticas dos governos de esquerda da América Latina
  • Venezuela – Alega ser vítima de um plano de ataque militar colombiano com o apoio dos EUA
  • Peru – Acusa Chile de espionagem e de armamentismo
  • Chile – Diz que problemas com o Peru devem ser resolvidos de forma bilateral, não por meio da Unasul
  • Equador – Acusa serviço de inteligência colombiano de tê-lo espionado, assim como à Venezuela e Cuba

FONTE: Estadão

FOTO: Agência Brasil (R. Stuckert – 10 ago 2009 – presidentes na abertura da 3ª Reunião de Chefes de Estado e de Governo da Unasul, em Quito)

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vinheta-clipping-forteApós os distúrbios causados pelo polêmico resultado do pleito que reelegeu o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o governo parece ter adotado uma nova estratégia para reprimir o movimento da oposição. Diferente dos espancamentos, prisões e grandes julgamentos, o comando do país inicia um ambicioso esforço para acabar com a oposição e reeducar grande parte da população iraniana de jovens. Nas últimas semanas, o regime anunciou uma série de ofensivas ideológicas.

Para começar, de acordo com o jornal “New York Times”, o governo vem instalando seis mil centros da milícia Basij em escolas de ensino fundamental de todo o país, na tentativa de estimular os ideais da Revolução Islâmica. O regime também criou uma nova unidade da polícia que promete varrer a voz de dissidentes na internet. Uma empresa que trabalha em parceria com a Guarda Revolucionária conseguiu a maior fatia do monopólio das telecomunicações do Irã em 2009, dando à Guarda controle provisório das linhas de telefone, provedores de internet, e duas empresas de telefonia celular. E, em meados de 2010, a Guarda pretende abrir uma agência de notícias, com material televisivo, fotográfico, e textos.

O governo chama a nova estratégia de “soft war” (guerra suave), e os líderes iranianos frequentemente encaram as medidas com mais seriedade do que enfrentam os confrontos militares reais. A ação é enraizada numa antiga acusação: os problemas internos do Irã são um resultado da subversão cultural do Ocidente e merecem uma resposta vigorosa. A extensão da nova campanha enfatiza a fragilidade do regime após a onda de protestos.

O líder supremo do Irã, o aitolá Ali Khamenei, vem usando o termo “soft war” desde setembro, quando ele alertou a um grupo de artistas e professores que eles viviam numa “atmosfera de provocação”, na qual o fenômeno cultural deve ser visto como uma grande batalha entre o Irã e o Ocidente. Desde então, ele e outros funcionários do alto escalão repetiram a expressão ao descrever os novos esforços de “reislamizar” o sistema educacional, “purificar” influências seculares, professores, e os ideais da mídia.

O novo foco também pode refletir na influência crescente da Guarda Revolucionária, cujo líder, Mohammad Ali Jafari, é há muito tempo um dos principais devotos da estratégia, disseram especialistas.

FONTE: O Globo

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vinheta-clipping-forteTEERÃ (Reuters) – O Irã poderá recorrer a medidas legais se a Rússia se recusar a cumprir o compromisso assumido de entregar à República Islâmica um sistema avançado de defesa antimísseis, disse nesta terça-feira um alto funcionário militar iraniano.

Autoridades iranianas vêm expressando frustração crescente diante do fato de a Rússia até agora não ter fornecido o sistema avançado S-300 de defesa antimísseis, que Israel e os Estados Unidos não querem que Teerã tenha.

“Com certeza sob pressão do lobby sionista e dos EUA, os russos estão se recusando a cumprir seus compromissos assumidos”, disse o general Mohammad Hassan Mansourian, segundo a agência de notícias IRNA.

“E, como trata-se de um acordo oficial, seu não cumprimento poderá ser punido através de organismos legais internacionais”, disse o general, que é vice-comandante da defesa aérea do Irã.

FONTE: Reuters / Brasil Online

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China_Military_Power_Report_2009vinheta-destaque-forteEstá disponível para download o “China Military Power Report 2009″, feito pelo Departamento de Defesa dos EUA para o Congresso Americano. O relatório tem 78 páginas e traz muitos detalhes interessantes sobre o rápido crescimento do poder militar chinês.

Entre outras informações importantes, o relatório destaca  que o rápido crescimento econômico (PIB projetado de US$ 4,19 trilhões em 2008) tem permitido à China aumentar os recursos para a construção, equipamento e treinamento das sua forças militares. O orçamento militar chinês mais que dobrou de 2000 a 2008, saltando de US$ 27,9 bilhões a US$ 60,1 bilhões em 2008.

A China tem reforçado sua capacidade estratégica de deterrência e ataque nuclear. Desde o ano 2000 que os chineses mudaram seus grandes e vulneráveis mísseis intercontinentais (ICBMs) baseados em combustível líquido e de localização fixa para plataformas de mísseis móveis e mais flexíveis.

A introdução de novos ICBMs, o DF-31 e o DF-31A, ambos transportáveis por estradas e movidos a combustível sólido refletem essa mudança. o DF-31A é capaz de alcançar qualquer alvo dentro dos EUA.

Abaixo, um gráfico presente no relatório, que mostra o alcance dos mísseis intercontinentais chineses. Notar que um deles poderia alcançar boa parte da América do Sul e do Brasil.

China-ICBMs

Para baixar o relatório em formato PDF, clique na imagem do post ou aqui.

vinheta-clipping-forteBrasília – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi recebido hoje (23), ao chegar ao Palácio do Itamaraty, por cerca de 100 manifestantes. No grupo, havia ativistas favoráveis e contrários à presença do líder iraniano no Brasil.

Entre os favoráveis estão os que criticam o chamado imperialismo norte-americano e apreciam os governos do venezuelano Hugo Chávez e do boliviano Evo Morales.

O grupo dos que são contra a visita é formado por representantes da comunidade judaica, entre eles um sobrevivente do Holocausto (execução em massa de judeus e de outras minorias durante o nazismo).

O aposentado Ben Abraham passou por diversos campos de concentração durante um período de cinco anos e meio – incluindo o de Auschwitz, na Polônia. Abraham classificou as declarações de Ahmadinejad de “absurdas” – o iraniano nega a ocorrência do Holocausto. Segundo o judeu, alguns campos de concentração que ainda permanecem intactos servem de alerta para a humanidade.

“O presidente do Irã, mesmo com sobreviventes do nazismo, como eu e outros, nega o Holocausto. O tempo está passando. Quando o nazismo começou, eu tinha 14 anos. Vou completar 85 anos. Enquanto houver sobreviventes do nazismo, está bom. Mas e depois? Como negar essas atrocidades?”, reagiu Abraham.

Durante as manifestações, o presidente da Juventude Judaica Organizada, Gilberto Ventura, afirmou que as críticas a Ahmadinejad não dizem respeito à visita em si, mas consistem em trazer ao povo e ao governo brasileiros a consciência de questionar o que ocorre no Irã e que tipo de valores o presidente iraniano representa.

“A idéia não é chegar aqui e dizer ao Lula que não o receba. O recado é: Abra os olhos. Já houve momentos na história com pactos absurdos, como entre Stalin [Josef Stalin, líder da União Soviética de 1922 a 1953] e Hitler [Adolf Hitler, líder do Nacional-Socialismo alemão, de 1933 a 1945] . No Brasil, o recebemos [Ahmadnejad] de braços abertos, mas é importante ouvir o outro lado. Existe uma falta de diálogo real, de conhecer quem é o outro de verdade”, afirmou Ventura.

O coordenador nacional do Movimento Democracia Direta, Acelino Ribeiro, levantou faixas de boas-vindas ao líder iraniano e disse que a visita deve ficar marcada na história de ambos os países. Ele se diz convencido de que Lula e Ahmadinejad vão discutir propostas que contribuam para um projeto de luta pela paz mundial.

“Ahmadinejad poderá construir esse projeto na defesa da soberania do povo iraniano e do povo latino-americano, principalmente no Brasil e na Bolívia, países que dispõem de recursos naturais cobiçados pelo imperialismo mas que podem melhorar a vida e as condições de nossos povos.”

Ribeiro mostrou-se favorável, inclusive, à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Irã – que deve ocorrer entre 10 e 16 de março do próximo ano. Segundo ele, Lula e Ahmadinejad podem facilitar o caminho para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negocie com o Irã o uso “pacífico” do programa de energia nuclear.

FONTE: Agência Brasil

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Irã realiza manobras para defender instalações nucleares

vinheta-clipping-forteO Irã iniciou ontem uma série de manobras de defesa aérea destinadas a proteger as instalações nucleares do país de possíveis ataques. Os exercícios terão duração de cinco dias e também têm o objetivo de melhorar a cooperação entre as unidades do Exército. Eles abrangerão um terço do território iraniano, incluindo as Províncias de Bushehr, Arak, Isfahan e Yazd, onde estão algumas das principais instalações nucleares do país.

Em alusão a um possível ataque de Israel, o comandante da força aérea dos Guardiães da Revolução, general Amir Ali Hajizadeh, assegurou que “os F-15 e F-16 [israelenses] serão aniquilados por nossa defesa antiaérea”. “E, caso consigam escapar, as bases das quais tiverem saído serão atacadas com mísseis terra-terra antes que aterrissem.”

O general minimizou as ameaças de Israel, classificando-as de guerra psicológica. “Temos certeza de que eles não são capazes de fazer nada contra nós já que não podem prever nossa reação”, disse.

O governo de Israel não descarta uma operação militar contra as instalações nucleares do Irã caso o país não ponha fim a seu programa de enriquecimento de urânio e aceite as propostas feitas por países ocidentais. Em outubro, EUA, França e Rússia ofereceram um acordo para o intercâmbio do urânio, mas Teerã ainda não respondeu oficialmente, dando sinais de que pode recusá-lo.

Também ontem, o ministro iraniano da Defesa, Ahmad Vahidi, disse que seu país planeja continuar o desenvolvimento e produção de seus próprios mísseis de defesa aérea. A afirmação foi aparentemente uma resposta ao atraso na entrega, pela Rússia, dos mísseis antiaéreos S-300, um importante item da defesa aérea do Irã.

FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp

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Dramas de um país em guerra

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Reprodução de uma carta de um militar norte-americano em exposição no Centro de Ciências do Mar e Museu ‘Nauticus’, em Norfolk, Virgínia (foto superior – clique para ampliar). As “cartas” estão dispostas pelo chão como se o vento estivesse soprando-as para longe (foto inferior).

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FOTOS: Forças Terrestres

 

Ponto de Observação Estática

Como estratégia de defesa do País Verde na Operação Laçador, cerca de 800 militares da Marinha e do Exército estão posicionados em pontos de Observação Estática na cidade do Rio Grande.

O principal objetivo da Observação Estática é impedir a invasão e a aproximação do inimigo e guarnecer pontos sensíveis essenciais para a manutenção de fornecimento de água e energia, por exemplo.

Os militares, munidos de fuzis e metralhadoras, acompanham a movimentação de veículos e utilizam botes para navegar pela área do porto na tentativa de impedir a aproximação de invasores.

Na tarde de 19 de novembro, o Comandante da Força Combinada Rio Grande, Vice-Almirante Arthur Pires Ramos, acompanhado pelo General-de-Brigada Miotto, esteve visitando os pontos estratégicos, a fim de conferir a atuação e o preparo da tropa.

Alunos da Universidade Católica de Pelotas, que participam da Operação, registraram as imagens e puderam presenciar os desafios enfrentados pelos militares em situações de conflitos.

Dentre os locais que permanecem em vigília constante estão o Terminal Marírimo SA-TERGRASA, a Companhia de Saneamento- CORSAN, a ponte dos Franceses e os molhes da Barra.

Desde o início da Operação Laçador, em 16 de novembro, os militares enfrentam o ritmo acelerado de um verdadeiro combate, tendo como principal objetivo a defesa da Integridade Territorial e da Soberania Nacional.

FONTE: Operação Laçador

 

vinheta-clipping-forteA Colômbia denunciou nesta quinta-feira que militares venezuelanos destruíram com explosivos duas pontes de pedestres na fronteira binacional e classificou o ato como violação à lei internacional em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre os dois países.

O ministro de Defesa da Colômbia, Gabriel Silva, disse que os militares ativaram explosivos a partir de território venezuelano, perto do município de Ragonvalia, no departamento de Norte de Santander, e deixaram sem ligação vários residentes da região que utilizavam as pontes.

“(Homens) uniformizados que chegaram em caminhões do lado venezuelano, aparentemente pertencentes ao Exército da Venezuela, localizaram duas pontes de pedestres comunitárias que unem as comunidades de ambos os lados, pontes civis (…) e dinamitaram essas duas pontes do lado venezuelano”, declarou Silva a jornalistas.

“Esta ação representa uma violação à lei internacional, à lei humanitária, é uma agressão contra os civis”, acrescentou o funcionário.

FONTE: Terra / COLABOROU: Rodrigo Machado

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