COLOG assina contrato com a Fundação Ricardo Franco

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Brasília (DF) – No dia 29 de dezembro, o Comando Logístico (COLOG), representado pelo Diretor de Material, General Mayer, assinou um contrato com a Fundação Ricardo Franco, destinado à execução de serviços de engenharia, de natureza logística e tecnológica, para desenvolvimento, implantação e operação de um Sistema Logístico Integrado (SLI) de apoio à vida útil da Família Leopard 1 adquirida do Exército da Alemanha e cujo 1º lote foi entregue ao Exército Brasileiro no corrente mês. No contrato está prevista, também, a implantação de linhas de pesquisa destinadas a apoiar o desenvolvimento do futuro blindado brasileiro de lagartas.

FONTE: EB

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SAIBA MAIS:

A Fundação Ricardo Franco é pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de fundação de apoio ao Instituto Militar de Engenharia (IME). Foi instituída em 04 de dezembro de 1997, nos termos da Lei n° 8.958, de 20 de dezembro de 1994, observadas as disposições legais que regem as fundações privadas e a Resolução n° 68, de 13 de novembro de 1979, da Procuradoria-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

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Iêmen lança ofensiva contra Al Qaeda

Operação prende um; endurecimento acompanha preparação dos EUA para incrementar cooperação militar

No início de uma ofensiva em resposta ao ataque frustrado nos EUA por um terrorista treinado no Iêmen, forças de segurança iemenitas invadiram um esconderijo da Al Qaeda no oeste do país e prenderam uma pessoa ontem. A operação começou enquanto os EUA preparam uma expansão da cooperação militar e de inteligência com o governo local.

O objetivo das ações é desbaratar e esmagar o braço iemenita da rede, conhecido como Al Qaeda na península Árabe, acusado de treinar o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, que tentou explodir um voo americano que ia de Amsterdã para Detroit na última sexta.

A invasão de ontem provocou uma batalha com supostos membros do grupo na Província de Hudayah, que acabaram fugindo. O dono da casa onde ficava o esconderijo foi detido.

A nova ofensiva reforça iniciativa já em curso -autoridades locais afirmam ter matado mais de 60 supostos
membros do grupo entre os dias 17 e 24.

Membros dos serviços de contraterrorismo dos EUA afirmaram esperar novas ações em resposta à tentativa de explosão do voo americano, mas lideradas por forças iemenitas. O porta-voz do Pentágono Bryan Whitman confirmou planos de aumento da cooperação militar, mas negou relatos sobre ataques retaliatórios diretos dos EUA no país.

Os EUA vêm aumentando a quantidade de equipamento militar, inteligência e treinamento que fornecem a forças iemenitas. Mas boa parte da ajuda é secreta, para evitar que a opinião pública iemenita se volte contra seu governo. O Pentágono admite ter enviado ao Iêmen ajuda de US$ 67 milhões em 2009, contra US$ 4,6 milhões em 2006.

Atentado frustrado

Depois que o presidente dos EUA, Barack Obama, classificou a tentativa de explosão do voo como “falha sistêmica” na segurança, detalhes divulgados ontem comprovam que o governo não foi capaz de compartilhar adequadamente informações sobre o risco de ataque.

Segundo o governo, a área de inteligência tinha informações do Iêmen de que líderes da Al Qaeda no país teriam preparado “um nigeriano” para um ataque terrorista. Além disso, o governo tinha informações parciais sobre os planos de Abdulmutallab e por onde ele tinha passado antes de embarcar no voo em Amsterdã.
Ontem, soube-se ainda que o nigeriano foi a uma conferência islâmica em Houston em 2008.

O presidente ordenou uma revisão dos procedimentos de segurança em aeroportos e também na lista de suspeitos de terrorismo, com resultados que devem ser divulgados hoje.

Os EUA ainda investigam um episódio semelhante, em que um homem da Somália tentou viajar com produtos químicos e seringa no mês passado, mas foi detido antes do embarque.

Os casos levantaram polêmica sobre o uso de máquinas de revista para identificar se um passageiro carrega explosivos ou produtos químicos. Nos EUA, grupos que defendem a privacidade afirmam que a medida causa constrangimento por produzir imagens do corpo dos passageiros.

Enquanto isso, o Schiphol, maior aeroporto internacional da Holanda, vai começar a usar estes equipamentos em passageiros com destino aos EUA.

FONTE/FOTO: Folha de São Paulo/Reuters

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