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Dia 16, começa a Operação Laçador

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A Operação Laçador é um exercício conduzido pelo Ministério da Defesa, no Comando Militar do Sul (CMS), com a participação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, entre os dias 16 e 27 de novembro de 2009. Atualmente, este é o maior exercício combinado da América Latina, em função do número de Comandos e efetivos das três Forças Armadas envolvidas, contando com mais de 8 mil homens e mulheres.

Desenvolvida, simultaneamente, nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, a Operação Laçador tem por finalidade o adestramento operacional e tático dos Comandos e Estados-Maiores, na execução e avaliação do exercício combinado, o trabalho conjunto das Forças navais, terrestres e aéreas, dentre outros.

As principais atividades ocorrerão na região do Porto de Rio Grande, com ações da Força Combinada Rio Grande, sob o comando do 5º Distrito Naval; na região de Curitiba/PR, onde serão realizados Exercícios de Simulação de Combate pela 5ª Região Militar/ 5ª Divisão de Exército; e a região compreendida entre as cidades de Cachoeira do Sul/RS e Bagé/RS, com a 3ª Divisão de Exército, realizando no terreno um exercício de Posto de Comando. Na Base Aérea de Canoas/RS, aeronaves decolam para simulação de combate à aviação inimiga da Base Aérea de Santa Maria/RS.

Acesse a página da Operação Laçador clicando aqui

NOTA DO BLOG: segundo o site da Operação Laçador 2009,  o Exército Brasileiro atua exercendo o Comando do Teatro de Operações, cujo Estado-Maior Combinado é composto por oficiais das três Forças, empregando:

  • a 3ª Divisão de Exército, com suas Brigadas Subordinadas, realizando exercício no terreno e de planejamento de Estado-Maior;
  • a 5ª Divisão de Exército, com suas Brigadas Subordinadas, realizando exercício no terreno e de simulação de combate;
  • a 6ª Divisão de Exército exercendo o Comando da Força Terrestre Componente e com suas Brigadas Subordinadas realizando exercício de planejamento de Estado-Maior;
  • a 3ª Região Militar e a 5ª Região Militar/ 5ª Divisão de Exército proverão os meios logísticos nas suas áreas de responsabilidades, respectivamente, no Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e Paraná.
 

Chile poderá adquirir sistemas antiaéreos Avenger

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Agência norte-americana DSCA também notificou a solicitação para a compra de mísseis AIM-120-C7 AMRAAM

A agência norte-americana DSCA (Defense Security Cooperation Agency) notificou o congresso dos EUA no último dia 10 de novembro sobre uma possível venda para o Chile, via FMS (Foreign Military Sales) de  36 unidades de disparo AVENGER, 378 mísseis antiaéreos STINGER Block 1 (com processadores reprogramáveis – Reprogrammable Micro-Processor RMP)  12 mísseis  STINGER Block 1 “Buy-to-Fly”, além de peças associadas, equipamentos, treinamento, publicações e apoio logístico. O valor estimado é de 455 milhões de dólares.

Além disso, estaria incluída no valor a requisição de compra de 36 AN/VRC-92E sistemas de rádio de canal único, para terra e ar (Single Channel Ground and Airborne Radio Systems – SINCGARS), 42 Captive Flight Trainers (CFTs), e também escudos (shelters) S250 para veículos HMMWV.

No mesmo dia, também foi informada a solicitação de compra de mísseis ar-ar AIM-120 C- 7 AMRAAM, no valor de US$ 145 milhões – clique aqui para matéria a respeito no Blog do Poder Aéreo. Como de praxe, a DSCA também afirmou que a venda proposta não alterará o equilíbrio militar na região.

FONTE: DSCA

SAIBA MAIS:

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vinheta-clipping-forteO governo brasileiro planeja propor à Colômbia e à Venezuela a criação de uma comissão de vigilância fronteiriça como um primeiro passo para aliviar as tensões entre os dois países, disse nesta quinta-feira o assessor especial da Presidência brasileira para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia.

Segundo ele, a comissão seria semelhante à que já existe entre Colômbia e Equador, que permite a troca de informações oficiais sobre o que acontece na fronteira.

“Se for necessária a ajuda do Brasil para vigiar a fronteira, nós estamos dispostos a ajudar”, disse García em uma entrevista coletiva com correspondentes estrangeiros no Rio de Janeiro.

As relações entre Colômbia e Venezuela estão congeladas há meses por decisão do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Nas últimas semanas a situação piorou devido a diversos incidentes fronteiriços, a ponto de Chávez ter pedido no último domingo que as Forças Armadas e o povo da Venezuela para se “prepararem para a guerra”. Dois dias depois, ele disse que a imprensa havia “manipulado” suas “reflexões”.

Segundo o assessor da Presidência brasileira Garcia, a comissão de acompanhamento proposta seria formada após consulta ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe e a Chávez, o que poderia acontecer durante a cúpula de países amazônicos que o Brasil convocou para o dia 26 deste mês em Manaus, para definir uma posição comum para a Conferência do Clima de Copenhague.

“Se houver possibilidade de consulta aos dois presidentes, se fará esta proposta”, disse Garcia, que, no entanto, salientou que a data da reunião em Manaus está em dúvida devido a problemas de agenda de alguns líderes convidados.

O governo brasileiro declarou em outras ocasiões sua disponibilidade para mediar as diferenças entre a Colômbia e a Venezuela, desde que a iniciativa partisse desses países. Até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na semana passada sua intenção que de Uribe e Chávez falem sobre as questões bilaterais durante o encontro em Manaus.

Segundo Garcia, a comissão de supervisão “poderia ser o primeiro passo para um pacto de não agressão entre os dois países e para a normalização das relações”.

Ele ressaltou, no entanto, que a longa área da fronteira colombiano-venezuelana é uma área “complicada” devido à presença na área de guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), do Exército de Libertação Nacional (ELN), de paramilitares, traficantes de drogas e “criminosos de todos os tipos”.

Sobre a possibilidade de que o Brasil volte a servir como facilitador para a libertação de policiais e militares reféns detidos pelas Farc, Garcia disse que o país está disposto a participar se for chamado.

“Se nos pedirem, é evidente que compareceremos”, disse o assessor de Lula.

FONTE: Folha Online / EFE

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Kalashnikov

vinheta-clipping-forteO presidente Dmitri Medvedev concedeu ontem a ordem de Herói da Rússia a Mikhail Kalashnikov, criador do fuzil AK-47, a arma de fogo mais conhecida e utilizada do mundo.

“‘Kalashnikov’ é uma das palavras russas mais conhecidas no mundo. Isso não é por acaso. Essa conquista criativa ajudou a Rússia a progredir”, disse Medvedev ao entregar a Mikhail a medalha de ouro Herói da Rússia, a ordem mais importante do país.

O presidente destacou que Kalashnikov “transformou as armas de fogo russas em um dos melhores produtos nacionais”, segundo as agências de notícias locais.

Além de felicitar de forma carinhosa o criador de fuzis e metralhadoras por ocasião de seu aniversário, Medvedev também desejou a ele uma longa e frutífera carreira.

“Noventa anos, são muitos ou poucos? Não sei. Tenho a impressão de ter vivido muito, mas feito ainda pouco. No entanto, ainda posso trabalhar em nossa fábrica e me dedicar à formação de jovens”, assinalou o homenageado.

Kalashnikov, nascido em 10 de novembro de 1919, confessou em 2007, por ocasião do 60º aniversário do registro oficial de seu fuzil na União Soviética, que os nazistas foram os culpados por sua invenção, já que sua vocação verdadeira era desenhar maquinaria agrícola.

Embora tenha começado a idealizar o desenho de uma arma de fogo automática em 1942, enquanto estava internado em um hospital após ser ferido em combate contra o Exército nazista, o primeiro fuzil de assalto AK-47 só foi registrado oficialmente em 1947.

Segundo as autoridades russas, pelo fato de a União Soviética não ter chegado a patentear a invenção, até 90% dos fuzis Kalashnikov produzidos no mundo são falsos.

A marca Kalashnikov só foi registrada no Escritório Internacional de Patentes da Suíça em 1998, e seu inventor nunca lucrou financeiramente com a criação.

FONTE: UOL/EFE

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Itaipu

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que houve um ‘desligamento’ total da Usina de Itaipu na noite desta terça-feira. A queda teria provoado um efeito cascata em outras linhas do Sistema Integrado Nacional. O ministro afirmou que 14 mil megawatts foram desligados, possivelmente por causas atmosféricas, e consequentemente outras linhas de energia foram afetadas. O apagão atingiu 12 Estados mais o Distrito Federal.

NOTA DO EDITOR: O apagão mostrou novamente como o Brasil é vulnerável em sua infraestrutura, tanto do ponto de vista econômico quanto no estratégico. Itaipu certamente seria um alvo perfeito para um inimigo do Brasil. É preciso criar redundância no sistema elétrico brasileiro e também um sistema de defesa para proteger esse ponto estratégico fundamental do País.

vinheta-clipping-forteCARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, pediu no domingo que seus soldados se preparem para a guerra para garantir a paz. em meio à crescente tensão entre os governos de Venezuela e Colômbia, país que Chávez acusa de estar controlado pelos Estados Unidos com a intenção de iniciar um conflito bélico.

Durante seu programa dominical de rádio e televisão, Chávez se dirigiu à Força Armada Nacional Bolivariana para advertir do perigo que, segundo ele, Washington representa para sua “revolução socialista”.

“Se queres a paz, se prepare para a guerra”, disse Chávez, citando o conhecido refrão popular durante a entrega de 240 moradias no Estado de Portuguesa, construídas em convênio com o Irã.

“Se ocorrer ao império ianqui –utilizando a Colômbia ou não, mas já sabemos por onde vem– agredir militarmente a Venezuela… aqui começará a guerra dos 100 anos e essa guerra se estenderá por todo o continente. Saibam disso!”, alertou o presidente antes de ser ovacionado pelo público.

A Colômbia anunciou que recorrerá ao Conselho de Segurança da ONU e à Organização dos Estados Americanos (OEA) diante do que classificou de “ameaças” da Venezuela.

FONTE: Estadão / Reuters

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Katrina Hodge 2 Katrina Hodge 1

vinheta-clipping-forteUma militar britânica foi liberada de suas atividades no exército para representar a Inglaterra no concurso de beleza Miss Mundo, no próximo dia 12 de dezembro, na África do Sul.

A recruta Katrina Hodge, de 21 anos, de Tunbridge Wells, vai representar o país depois que a Miss Inglaterra abandonou a competição, nesta semana, após ter sido presa por agredir outra Miss em uma boate.

Os organizadores do concurso Miss Inglaterra disseram que Rachel Christie quer se concentrar em limpar seu nome depois da briga.

A militar Katrina Hodge, cujo apelido virou “Barbie de Combate” depois que ela recebeu uma comenda por sua coragem no Iraque, vai assumir o lugar de Christie.

FONTE
: BBC Brasil

 

Projeto prevê que Exército, Marinha e Aeronáutica possam revistar pessoas e fazer prisões em operações na fronteira

Tânia Monteiro, BRASÍLIA

vinheta-clipping-forteexercito em favelaAs Forças Armadas deverão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações típicas de manutenção e garantia da lei e da ordem. Essas mudanças fazem parte da proposta de novo texto para a Lei Complementar 97 – a que o Estado teve acesso. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.

O projeto de lei – em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União – fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil. Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos.

A proposta, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa e deve ser enviada ao Congresso ainda neste mês, também enfrenta uma antiga reclamação dos militares, quando são convocados para atuar em ações repressivas, como a subida de morros ou trabalhos de proteção social na época das eleições.

Agora fica claro que a tropa, nessas ações, desempenhará “atividades militares”. Diante de eventuais incidentes, seus integrantes serão julgados por tribunais militares, e não pela Justiça comum, como ocorre hoje.

Alguns soldados, que fizeram vigilância nas favelas e participaram em 1994 e1995 das Operações Rio I e Rio II, respondem até hoje a processos na Justiça comum, quando estavam sob ordens do Exército. Sem proteção legal, são obrigados a pagar seus próprios advogados nos tribunais civis. Os soldados que estão no Haiti, na Missão de Paz das Nações Unidas (Minustah), são protegidos por legislação especial: fazem trabalho de polícia, mas na condição de militares.

Marinha e Aeronáutica ganham o poder de polícia que, hoje, só o Exército tem nas operações de repressão e prevenção nas fronteiras. Esse poder, que tinha vínculo só com ações de fronteira seca, passa a valer também no mar e nos rios jurisdicionais.

Para a Aeronáutica, um direito novo e específico: com base na chamada Lei do Abate, caças e aviões de interceptação da Força – que já têm o poder de controlar e perseguir o chamado tráfego aéreo ilícito, obrigando uma aeronave a fazer pouso forçado – poderão prender pilotos, tripulantes e passageiros em flagrante e entregá-los às autoridades judiciárias.

A proposta pretende evitar situações como a da semana passada. Um pequeno avião carregado com 150 quilos de cocaína foi interceptado e obrigado, após ser alvejado com dois tiros de abate, a pousar em uma fazenda de Cristalina (GO), a 140 quilômetros de Brasília. Até avisar e mobilizar a Polícia Federal, a Aeronáutica, que não tem poder de prisão, deu tempo para os tripulantes fugirem.

PODER CIVIL

A legislação, que trata da doutrina, organização, preparo e emprego dos militares, reforça a subordinação do poder militar ao poder civil eleito com a criação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Será instância no mesmo nível hierárquico dos comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

O projeto de novo marco legal diz que a nomeação dos comandantes será feita pelo presidente da República, “por indicação” do Ministro da Defesa, e não mais apenas “ouvindo” o ministro. No emprego das Forças Armadas, a subordinação continua sendo ao presidente da República, mas por intermédio do ministro da Defesa. Hoje a subordinação não passa pelo ministério.

“A mais importante mudança é a subordinação operacional das três Forças ao Ministério da Defesa”, avaliou o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), presidente da Frente Parlamentar de Defesa Nacional. Embora, na prática, a postura do ministro Nelson Jobim já tenha mudado o funcionamento hierárquico e operacional das Forças, legalmente, lembrou Jungmann, seu posto poderia ser encarado como o de uma “rainha da Inglaterra”.

FONTE: Estadão

vinheta-clipping-forteO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta sexta-feira que as pessoas evitem conclusões precipitadas sobre os motivos que levaram o major Nidal Malik Hassan a atirar e matar 13 pessoas na base militar de Fort Hood, no Estado americano do Texas.

Em rápida declaração à imprensa, Obama afirmou que os agentes estão investigando as causas do ataque e prometeu revelar as descobertas assim que sue governo for informado.

Obama ordenou que todas as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro na Casa Branca e agências federais até o Dia dos Veterano, na próxima quarta-feira (11), em homenagem às vítimas do ataque.

O presidente já havia feito uma declaração nesta quinta-feira, no qual chamou o ataque de uma “explosão terrível de violência”.

O ataque começou às 13h30 desta quinta-feira (17h30 no horário de Brasília) no Centro Soldier Readiness, onde os soldados que estão prestes a serem enviados para o campo de batalha ou que estão voltando da guerra passam por exames médicos. Perto de lá, alguns soldados lideravam uma cerimônia de graduação em um teatro com cerca de 600 pessoas, entre tropas e familiares.

Segundo relatos não confirmados de soldados presentes na base, Hassan gritou a expressão árabe “Allahu Akbar”, que significa “Deus é grande”, antes de abrir fogo contra os colegas.

Segundo as agências de notícias, Hassan começou a atirar com duas armas –uma delas semiautomática. Os soldados que estavam no local reagiram e atiraram de volta, atingindo Hassan. Há suspeita de algumas das vítimas foram atingidas por fogo amigo em meio ao tiroteio.

Segundo Bob Cone, porta-voz da base, não há indicação de que as armas eram do Exército ou de que este foi um ataque com motivações terroristas. Ele afirmou ainda que o FBI (polícia federal americana) e os especialistas forenses do Exército estão investigando o crime.

Hassan, 39, tratava soldados feridos em guerra ou que se preparavam para ir ao fronte de batalha. Muçulmano nascido nos Estados Unidos e filho de imigrantes palestinos, ele cresceu na Virgínia. Serviu como psiquiatra no Centro Médico Militar Walter Reed em Washington, capital, que trata principalmente militares feridos gravemente.

Um primo de Hassan, Nader, afirmou à rede Fox News que ele se opunha às guerras no Iraque e no Afeganistão e estava preocupado com a notícia de que seria enviado em breve para o fronte de batalha. “Nós sabemos há cinco anos que este era provavelmente seu pior pesadelo”, afirmou, em referência à sua transferência para o fronte de batalha.

Segundo Nader, o primo foi transferido para a base de Fort Hood há meses e estava muito relutante com a notícia de que seria transferido.

Já a senadora Kay Bailey Hutchison afirmou que os generais de Fort Hood lhe disseram que Hassan seria enviado ao Afeganistão. Segundo o coronel aposentado Terry Lee, que disse ter trabalhado com Hassan, ele aguardava que o presidente Barack Obama anunciasse a retirada das tropas e frequentemente brigava com os colegas de base que apoiavam as guerras.

Segundo Bob Cone, porta-voz da base, Hassan atuou sozinho e está hospitalizado em estado estável. A informação contraria a versão inicial do Pentágono de que três militares estavam envolvidos no tiroteio. Os outros dois soldados detidos como suspeitos de envolvimento foram interrogados e liberados.

FONTE: Folha / AFP

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Reunião de Cooperação Tecnológica Brasil-França 1

vinheta-destaque-forteFoi realizada em Paris, no período de 19 a 22 de Outubro de 2009 a terceira reunião de trabalho do Grupo de Trabalho Conjunto (GTC) Brasil-França, entre o Ministério da Defesa brasileiro e a Delegação Geral para o Armamento (DGA) do Ministério da Defesa francês. O evento contemplou a realização de reuniões técnicas e visitas na “Délégation Générale pour I’Armement (DGA)”, às empresas SAGEM, Survey-Copter, THALES, e ao “Laboratoire d´Electronique et de Technologies de l´Informati” (LETI) da Republica francesa.

A reunião técnica na DGA consistiu no primeiro evento onde foram tratados aspectos relacionados à P&D dos quatro projetos da Subcomissão Terrestre, como definidos nos planos de trabalho conjunto preliminares. Os projetos de cooperação são os seguintes: Combatente Brasileiro do Futuro (COBRA); Veículo Terrestre Não Tripulado (VTNT); Munições Termobáricas; Câmera de Imagem Termal com Tecnologia de Fusão de Imagens.

Na empresa SAGEM foi realizada a apresentação do projeto FELIN (Fantassin à Équipement et Liaisons Intégrés, Equipamento Integrado e Comunicações para o Infante), na empresa THALES foram realizadas diversas apresentações envolvendo sistemas de vigilância radar e optrônicos de longo alcance, comando e controle, guerra eletrônica e transmissão de dados e voz.

Na empresa Survey-Copter foram apresentados os sistemas de transmissão de vídeo, áudio e dados, assim como processos de fabricação e integração dos sistemas de controle e simulação, os quais são empregados em seus produtos, como nos Veículos Aéreos Não Tripulado (VANT) e nos Veículos Terrestres Não Tripulados (VTNT).

As atividades do LETI transcorreram em 3 áreas: microeletrônica e sistemas a base de Silício; comunicação e aplicações ligadas à biologia; optoeletrônica, ligada às empresas ULIS e SOFRADIR.

Não foram autorizadas as atividades previstas para o projeto Munições Termobáricas.

Ao final do evento foi assinado na DGA o documento conjunto contendo os resultados alcançados e sugestões para o andamento das atividades, propondo entre outras ações, o conhecimento pela DGA da proposta de requisitos para o sistema COBRA e sistema VTNT, a realização de um treinamento por militares combatentes brasileiros no 35emeRI em Belfort na França para verificar as funcionalidades do sistema FELIN e o estabelecimento de propostas de cursos e treinamentos nas áreas de caracterização de detectores de infravermelho e munições.

Reunião de Cooperação Tecnológica Brasil-França 2

Reunião de Cooperação Tecnológica Brasil-França 3

FONTE/FOTOS: CTEX

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