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Caio Maniero D’Auria é um enxadrista. Calculista. Paciente. Insistente. Irritante, até. Graças a essas características, tornou-se, aos 22 anos, o primeiro brasileiro dispensado do serviço militar obrigatório por “razões políticas e filosóficas”. Na prática, significa que ele foi dispensado sem nem precisar jurar à bandeira. Para muitos, a formalidade é apenas um detalhe. Para ele, uma batalha de quase cinco anos de duração em defesa da “liberdade”.

Todos os anos 1,6 milhão de jovens alistam-se e cerca de 100 mil são incorporados ao Exército, à Marinha ou à Aeronáutica (em 2008 foram 80 mil), segundo o Ministério da Defesa. Desses, 95% declararam no alistamento desejo de servir. Os que não queriam, foram convocados por ter alguma habilidade necessária à unidade militar da região. “A Estratégia Nacional de Defesa pretende alterar esse quadro, de modo a que o serviço militar seja efetivamente obrigatório, e passe a refletir o perfil social e geográfico da sociedade brasileira”, anuncia o Ministério da Defesa, sem dar detalhes de como isso será feito.

Por ora, a única exigência feita para os dispensados é uma pastosa cerimônia de Juramento à Bandeira, tão esvaziada quanto a obrigação de executar o Hino Nacional antes das partidas de futebol em São Paulo. Ninguém reclama. Caio recusou-se.

Determinado a encontrar um meio válido de não jurar à bandeira, entranhou-se nas leis militares. Telefonou para o Comando militar do Sudeste e soube que podia pedir para prestar um serviço alternativo e que, por não haver convênio firmado, isso resultava na dispensa automática. “Mas a secretária da Junta militar me falou que só Testemunhas de Jeová podiam alegar objeção de consciência. Ela me mandou jurar à bandeira, mas eu estaria mentindo se jurasse dar a vida pela nação, pois jamais faria isso”, diz, com um sorriso tímido de quem mal deixou a adolescência.

De próprio punho, Caio redigiu uma “declaração de imperativo de consciência”, e declarou-se anarquista. A Junta militar exigiu a declaração de uma associação anarquista confirmando o vínculo. Caio, então, contatou mais de vinte organizações em busca de, como diz, uma “carta de alforria”. Perdeu um ano nessa. “Os anarquistas brasileiros não tiveram a coragem de colocar em prática o que tanto pregam. A maioria está mais interessada em festinhas”, reclama. E pondera: “Acho que eles tiveram medo de ser fichados pelo Exército”.

Desiludido, encontrou na internet a organização Movimento Humanista. Enfim, sentiu que seria atendido. “Pregamos a não-violência e somos contra o serviço militar obrigatório”, diz Paulo Genovese, coordenador do grupo, que faz reuniões semanais e promove a Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência.

Diante de nova declaração de objeção de consciência, a Junta pediu dados dos integrantes e o CNPJ da organização. Três meses depois, foi preciso detalhar quais eram as incompatibilidades do movimento com o serviço militar.

Era janeiro de 2008. “Passei noites em claro redigindo. Fui pessoalmente entregar”, diz, satisfeito. Sustentou que os humanistas colocam “o ser humano como valor central”, enquanto os militares devem defender a pátria “mesmo com o sacrifício da própria vida”. E que o “repúdio à violência” é incompatível com o “amor à profissão das armas”.

Quatro anos e oito meses após se alistar, Caio pegou seu Certificado de Dispensa do Serviço Alternativo. Em 2008, apenas seis jovens foram eximidos por objeção de consciência. Nos últimos cinco anos, 232. Mas Caio foi pioneiro. “Nunca motivos políticos livraram alguém, o meu processo é o número 001/08. Abri um precedente e agora tenho onde lutar por minha liberdade e pela dos demais”, comemora ele, que é analista de dados de telemarketing. Há anos quer prestar concurso público. Agora pode.

FONTE: CartaCapital

 

Encontradas baionetas e bandoleiras de fuzis roubados

A polícia de Guararema encontrou neste domingo (15) oito peças dos fuzis roubados do 6° Batalhao de Infantaria Leve de Caçapava. Foram quatro baionetas (pequenas facas que ficam na ponta do fuzil) e quatro bandoleiras (correia de couro que em certas armas, como o fuzil, serve para trazê-las alçadas ao ombro ou a tiracolo).

Segundo a delegacia da cidade, um homem, que conhecia as peças, avisou a polícia depois de ver crianças do bairro Parapeí (próximo ao Galeto de Ouro) brincando com elas. Até agora ninguém foi preso.

Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Pública do estado também acrescenta a apreensão de quatro “portassabres”, que são uma espécie de estojo que serve para guardar a baioneta.

Reforço

O Exército enviou outros 70 militares para reforçarem as operações em busca dos sete fuzis roubados do 6º Batalhão de Infantaria Leve há uma semana, em Caçapava. Eles se juntam a outros 280 militares que ocupam pontos estratégicos da região. Na última quinta-feira (12), outros 80 homens, vindos de Osasco, já chegaram como reforços.

Presença do Exército nas ruas da cidade divide opinião dos joseenses

Segundo o comandante do exército na região, tenente-coronel José Mateus Ribeiro, a intenção é localizar o mais breve possível o paradeiro das armas e prender os autores.

Durante todo o sábado (14), 280 homens realizaram patrulhas em São José dos Campos e Caçapava.

FONTE: Vnews

 

*Guerra, para que serve isso?

Conflitos dificultam renovação econômica dos EUA.
Iraque e Afeganistão podem ser considerados fiascos.

Bob Herbert, do ‘New York Times’

O cantor Edwin Starr, falecido em 2003, teve uma música de grande sucesso em 1970 chamada “War”, na qual ele perguntava várias vezes: “Guerra, para que serve isso?”

A economia americana está em queda livre, o sistema bancário está num estado de colapso total e americanos por todo o país estão moderando seu padrão de vida. O país, como o conhecemos, está desaparecendo diante dos nossos olhos. Todavia, ainda despejamos bilhões de dólares em guerras no Afeganistão e no Iraque, com missões que ainda não conseguimos definir.

Mesmo com os Estados Unidos planejando reduzir o comprometimento das tropas no Iraque, eles continuam enviando milhares de soldados adicionais para o Afeganistão. O objetivo estratégico dessa escalação, como reconheceu o Secretário de Defesa Robert Gates, não está nem um pouco claro.

Em resposta a uma pergunta no programa televisivo “Meet the Press”, da NBC, Gates disse: “Estamos conversando com os europeus, com nossos aliados; estamos trazendo muitas pessoas para obter diferentes pontos de vista à medida que revisamos nossa estratégia. Frequentemente me perguntam: ‘Bem, Por quanto tempo esses 17 mil soldados adicionais ficarão lá? Mais soldados terão de ir?’ Tudo depende do resultado dessa revisão de estratégia que eu espero que esteja concluída em algumas semanas”.

Fiascos

Nós invadimos o Afeganistão há mais de sete anos. Não derrotamos a al-Qaeda nem o Talibã. Não capturamos nem matamos Osama bin Laden. Nós nem temos uma estratégia de escalação, quanto mais uma estratégia de saída. Uma avaliação honesta da situação, considerando o governo afegão tragicamente corrupto e ineficaz, e liderado pelo infeliz Hamid Karzai, levaria inexoravelmente a termos como “fiasco” ou “atoleiro”.

Em vez de reduzir nossas perdas, aparentemente estamos redobrando nossos esforços.

Quanto ao Iraque, o presidente Barack Obama anunciou que retiradas de tropas substanciais irão ocorrer nos próximos 18 meses e que as operações de combate dos Estados Unidos irão cessar até o final de agosto de 2010. No entanto, ele disse, um grande contingente de soldados americanos, talvez uns 50 mil, ainda permaneceriam no Iraque por um “período de transição”.

Esse é um número alto de soldados, e o custo de mantê-los lá será enorme. Além disso, fiquei surpreso com o seguinte comentário do presidente: “Certamente haverá períodos difíceis e ajustes táticos, porém nossos inimigos não devem ter nenhuma dúvida. Este plano dá ao nosso exército as forças e a flexibilidade necessária para apoiar nossos parceiros no Iraque rumo ao sucesso”.

Preço cruel

Em resumo, ainda estamos comprometidos com esses dois conflitos por um bom tempo, e não existe nada como um plano escrito em pedra para concluí-los. Posso facilmente imaginar um cenário onde o Afeganistão e o Iraque aumentam a pressão e os Estados Unidos, presos num extenso desastre econômico doméstico. Nesta conjuntura, os EUA minam seus frágeis esforços de recuperação da mesma forma como as sociedades se autominaram desde o início dos tempos – com guerras infindáveis.

Já pagamos um preço cruel por essas guerras. Além dos milhares de membros do exército mortos, ou que sofreram ferimentos que os tornam obviamente incapacitados, um estudo elaborado pela RAND Corp. descobriu que 300 mil soldados estão atualmente sofrendo de distúrbios pós-traumáticos ou depressão. Além disso, 320 mil têm maior probabilidade de ter sofrido algum dano cerebral.

A revista “Times” relatou que “pela primeira vez na história, um número enorme e crescente de soldados americanos estão tomando doses diárias de antidepressivos. Os veteranos tomam a medicação para acalmar seus nervos agora tensos devido a períodos repetidos e duradouros de conflito no Iraque e no Afeganistão.”

O suicídio entre soldados aumentou em 2008, pelo quarto ano consecutivo. Grande parte dessas mortes foram atribuídas ao estresse do posicionamento estratégico das tropas. Acredita-se que 128 soldados tiraram suas próprias vidas no ano passado.

De joelhos

Muitos no país podem soltar um grito de revolta porque um banqueiro, ou um executivo da indústria automobilística, voa num avião particular. Porém, vamos enviar milhares de jovens rapazes e moças para excursões repetidas através do inferno do combate – três viagens, quatro ou mais – sem soltar um pio em protesto.

Lyndon Johnson, apesar de uma economia em expansão, perdeu sua proposta de “Great Society” para a Guerra do Vietnã. Ele sabia o que estava arriscando. Mais tarde, ele disse a Doris Kearns Goodwin: “Se eu deixasse a mulher que eu realmente amasse – a Great Society – para me envolver com aquela vagabunda da guerra do outro lado do mundo, então perderia tudo em casa. Todos os meus programas… Todos os meus sonhos…”

Os Estados Unidos estão economicamente de joelhos. Enquanto Obama luta por seus inúmeros programas domésticos e seu sonho de uma recuperação econômica, ele pode se beneficiar de uma olhada para o passado, para uma ligação entre o Vietnã e essas ruínas, ainda em chamas, da presidência de Johnson.

Fonte: G1 Foto: W.J. Pels-U.S. Navy, via U.S Army

Nota do Blog: como trilha sonora sugerida pelo colega Hornet (que também sugeriu a publicação desta matéria para discussão), clique no vídeo abaixo e ouça a música War, citada no texto. Os mais velhos provavelmente vão lembrar de uma versão com Tom Jones. Os mais novos talvez se lembrem de uma cena de filme de Jack Chan (todas fáceis de encontrar no Youtube). Já os que apreciam as imagens e a discussão histórica sobre a Guerra do Vietnã vão gostar mais de relembrar as cenas abaixo.

 

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ordenou no domingo (15) que o Exército tome os portos e aeroportos do país, com o objetivo de obter o controle das instalações que estão nas mãos de governos estatais da oposição. Nos últimos meses, o governo já havia acabado com o controle de líderes regionais sobre serviços como hospitais e forças policiais, provocando acusações de que está enfraquecendo autoridades eleitas da oposição e ampliando seu poder. Chávez não explicou quantas instalações serão afetadas nessa última determinação.

O anúncio de domingo foi feito apenas alguns dias depois de o Congresso ter aprovado uma lei que permite que o governo central assuma estradas, portos e aeroportos se líderes estatais não conseguirem realizar sua manutenção de maneira adequada.“Vamos assumir portos e aeroportos pela República, quem quiser pode se opor a isso, mas é a lei da República”, disse Chávez durante seu discurso semanal de domingo.

Reforma legal

O Congresso da Venezuela aprovou na última quinta-feira (12) uma reforma legal que transfere atribuições dos estados à Presidência, o que a oposição considera uma manobra do governo de Hugo Chávez para anular a descentralização no país. Embora nas eleições de governadores e prefeitos de novembro o governo tenha obtido 80 por cento dos cargos, seus adversários conquistaram alguns estados com grandes populações e renda, além da Alcadía Metropolitana, que coordena as cinco prefeituras da capital.

A reforma estabelece em seu artigo 9 que o presidente “poderá decretar a intervenção de bens e prestação de serviços de rodovias, portos e aeroportos na suposta deficiência na prestação de serviços por parte dos Estados”, segundo o comunicado da Assembleia Nacional. Segundo o governador do Estado de Miranda, na capital, o opositor Henrique Capriles Radonsky, a medida ataca a descentralização. “A Assembleia Nacional parece que quer legislar para o retrocesso”, disse Capriles à Reuters. “Isto é simplesmente avançar em termos que o controle total na Venezuela esteja nas mãos do Poder Central”, acrescentou.

Fonte: Reuters, via G1

 

Astros II

O comandante do Exército da Malásia, General Tan Sri Muhammad Ismail Jamaluddin, anunciou que o exército daquele país receberá mais 18 unidades do sistema de saturação de área Astros II, fabricado pela Avibras. O anúncio foi feito durante as comemorações do 76º aniversário do Exército da Malásia, ocorrido no início do mês de março.

O Exército da Malásia já opera um conjunto de 18 veículos Astros II pertencentes ao ‘Rejimen Artileri DiRaja’ (Regimento Real de Artilharia), adquiridos em 2002, e agora receberá outras 18 unidades para compor um segundo regimento. O acordo foi celebrado em 2006 e a entrega ocorrerá em setembro deste ano. A previsão é que de os mesmos estejam operacionais até 2010.

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O CAvEx (Comando de Aviação do Exército), comemorou a marca de 17.266 horas de voo, durante o ano de 2008.

Dentre as horas voadas, destacam-se as referentes à missão de resgate na Bolívia, a de apoio a calamidade pública em Santa Catarina, as diversas missões da AvEx e ainda as operações combinadas entre as três Forças.

Tal feito, só pode ser alcançado, graças ao apoio da Base de Aviação de Taubaté (BAvT), da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) e do Batalhão de Manutenção e Suprimentos da AvEx, que possibilitou a operacionalidade do 1°, 2°,3° e 4° BAvEx’s (Batalhão de Aviação do Exército), no cumprimento das missões em todo o território nacional.

Fonte: CECOMSEX

Fotos: Superior: Guilherme Wiltgen (FORTE)

Inferiores: Maj. Brilhante (RP 2° BAvEx)

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Tropa reforçada na busca pelos fuzis roubados

80 homens vindos de Osasco vão reforçar as equipes do exército que estão em busca dos fuzis roubados do quartel de Caçapava. No quarto dia seguido de operação, casas de ex-militares em São José dos Campos também foram vistoriadas.

A operação está sendo feita por 200 homens. Hoje (12), uma das varreduras foi na casa do ex-cabo Jessé Diego da Silva, que participou da missão de paz no Haiti e da segurança do Papa na visita ao Brasil. Depois de seis anos no exército, ele saiu na última sexta-feira.

O comandante do exército na região, tenente-coronel José Mateus Ribeiro, explicou os critérios das investigações. “Dentro do inquérito policial militar, o processo investigativo, levantam-se alguns elementos e algumas casas que possam ter ligação. E essas casas são vistoriadas”, explicou. Ainda segundo o coronel, militares que trabalhavam no dia do assalto também estão sendo investigados.

Na casa do ex-cabo nada foi encontrado. O comando do exército não soube informar quantas residências foram vistoriadas até agora. Sete soldados rendidos durante o assalto foram afastados até que as investigações sejam concluídas.

FONTE: VNews

 

SÃO PAULO – A proposta de projeto de lei complementar que prevê vantagens competitivas e isenção tributária para empresas privadas na área de defesa está na Casa Civil. Depois de quatro anos em elaboração e dos pareceres dos Ministérios de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, da Ciência e Tecnologia, das Relações Exteriores, da Defesa, do Planejamento, e da Fazenda, o texto chega à etapa final antes de ser enviado ao Congresso. Previsto no Plano Estratégico de Defesa Nacional, o regime fiscal diferenciado faz parte também da pauta do setor.

“A proposta visa, basicamente, colocar as indústrias nacionais em pé de igualdade com as indústrias estrangeiras”, diz Jairo Cândido, diretor do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Segundo Cândido, o setor privado espera que o projeto crie uma série de paradigmas, inclusive, facilitando a tramitação da Estratégia Nacional da Defesa. “O projeto é o começo de um ordenamento jurídico básico para a indústria nacional de defesa e sem dúvida é muito importante”, afirma.

A proposta que a Casa Civil analisa, segundo o diretor da Comdefesa, faz com que a produção de material de defesa no País fique com a mesma carga tributária que os produtos importados. “Quer dizer: eles passam a não ter carga fiscal”, explica. Cândido diz que o projeto tem outras vantagens, como a de definir o que é a indústria estratégica de defesa e o que é um produto estratégico de defesa. A proposta também estabelece que as compras em outros países deverão acontecer por meio de indústria nacional, visando a transferência de tecnologia. Segundo o diretor, o texto disciplina o relacionamento de aquisição de produtos e, portanto, cria uma outra relação entre Forças Armadas e indústrias.

Os pilares da proposta já haviam sido anunciados pelo ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, um dos responsáveis pela elaboração do Plano Estratégico de Defesa Nacional. Entre eles estão: um regime jurídico e tributário próprios para as empresas privadas do setor; a parte estatal da indústria de Defesa deverá operar no teto tecnológico; a pesquisa e produção deverão ter vínculo próximo; a promoção de parceria com outros países em material tecnológico; a política de compras do Estado deverá ser coordenada pelo Ministério da Defesa.

No caso de um regime tributário especial para o setor, um dos argumentos correntes é a de que o governo brasileiro detém o monopólio da compra dos produtos. “Nosso cliente é o governo, portanto tributar a defesa é tributar ele mesmo. E não tributamos quando compra do exterior, portanto esse é um projeto de lei que cria uma isonomia. Não é desonerar a indústria nacional, é criar a mesma regra que já é usada para comprar do exterior”, afirma Cândido.

Algumas vantagens fiscais foram conquistadas por meio da Medida Provisória 451. A MP permitiu a suspensão do pagamento do imposto de importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), das contribuições para PIS/Pasep e da Cofins-Importação incidentes na importação e na comercialização no mercado interno sobre a industrialização de bens e material de emprego militar.

Em outro artigo, a MP prevê a suspensão do pagamento do IPI, das contribuições para o PIS/Pasep e da Cofins e da contribuições para PIS/Pasep importação e da Cofins-importação incidentes na aquisição no mercado interno ou na importação sobre industrialização de aeronaves, veículos espaciais, demais veículos aéreos, aparelhos de treinamento de voo em terra, bem como peças e motores de avião.

Um outro pleito do setor da indústria de defesa está ligado ao Orçamento do Ministério da Defesa. Investimentos na área, segundo Cândido, são de programação de longo prazo, portanto o recurso destinado a área deve ser de longo prazo. Os empresários cobram um meio de proteger os recursos contra os riscos dos contingenciamentos orçamentários. “Como você vai tocar um programa de 20 anos, se no quarto ano vai faltar dinheiro?”, destaca.

No quesito crise, Cândido avalia que a turbulência econômica não pode passar pela indústria nacional de defesa. “Nesse aspecto não há porque falar em crise até porque os recursos não são orçamentários, são recursos de financiamento. E assim já é o recurso usado no helicóptero EC-725, assim será o do submarino nuclear, ou seja, 100% de recurso estrangeiro a uma taxa muito mais inteligente do que as taxas nacionais”, explica. “Todos os programas de defesa são programas de longo prazo. Estamos falando de prazos de 10, 15 ou 20 anos”, completa o diretor.

FONTE: DCI

 

A França está fora do comando desde 1966 e o presidente afirmou que ‘independência não estará em questão’

PARIS – O presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quarta-feira que “chegou o momento” da reintegração plena da França à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) com seu retorno ao comando militar, como um passo necessário para enfrentar condições de segurança que mudaram “radicalmente”. O país está fora desse comando desde 1966 e Sarkozy ressaltou que “a independência não estará em questão”, em uma clara mensagem aos críticos segundo os quais o governo francês estaria abrindo mão de parte de sua soberania nacional em prol da aliança. O líder francês também ressaltou que o país manterá o controle sobre seu arsenal nuclear.
O presidente Charles de Gaulle retirou a França do comando da Otan nos anos 1960, como forma de assegurar a soberania do país nos anos da Guerra Fria. Porém nesse período o país se manteve como membro da Otan.
“A França não é mais ameaçada por uma invasão militar”, as ameaças atuais são muito diferentes, segundo o chefe do Estado francês, que ressaltou que “uma nação solitária é uma nação que não tem nenhuma influência”.
Segundo Sarkozy, as novas ameaças exigem maior cooperação militar internacional. “Chegou a hora de por um fim a essa situação”, afirmou ele em Paris, referindo-se ao fato de a França não fazer parte do comando militar da aliança.
Sarkozy fez estas declarações no encerramento de um colóquio sobre a França, a defesa europeia e a Otan, com a participação, entre outras autoridades, do secretário-geral da Aliança, Jaap de Hoop Scheffer, e do alto representante para Política Externa e Segurança Comum da União Europeia (UE), Javier Solana.
O presidente francês aproveitou a ocasião para explicar sua decisão de que França volte a participar plenamente do comando militar da Otan e para rebater as críticas de que isso implica em perda de soberania.
Sarkozy disse que é justamente o afastamento da França da Otan que limita sua independência nacional.
O porta-voz da Otan, James Appathurai, disse que a organização considera que o anúncio francês do retorno à estrutura militar integrada da organização beneficia a França, a Aliança e a União Europeia.
É uma situação na qual “todos ganham”, disse Appathurai, em declarações antes do anúncio feito pelo presidente francês.
Para a França, significa o reconhecimento de sua “contribuição significativa” à Aliança, já que está entre os quatro países que oferecem mais meios e efetivos para as missões da organização, acrescentou o porta-voz.
A decisão de Sarkozy de voltar à estrutura militar da Aliança deve se concretizar durante a cúpula que a Otan realizará no início de abril por ocasião dos 60 anos de sua criação, nas cidades de Estrasburgo (França) e Kehl (Alemanha).

FONTE: Estadão

 

Exército ocupa bairros em busca de fuzis desaparecidos

Mais de 200 homens do Exército, além de um grupo de pelo menos 100 policiais civis e militares, ocuparam quatro bairros de Caçapava e de São José dos Campos para tentar recuperar os sete fuzis roubados no domingo de um quartel. Dois helicópteros estão sendo utilizados na operação.
Embora o Tribunal Superior Militar afirme que todas as operações fora dos quartéis precisam de autorização da Justiça, ontem à noite o comando do Exército em Caçapava (116 km de São Paulo) informava que essa autorização “está sendo providenciada”.

O comando disse não se trata de ocupação, mas de “patrulhamentos e pontos de controle”. Para o TSM, esse tipo de ação também precisa de autorização por ser atribuição da PM.

Mesmo sem essa autorização, os militares montaram desde a tarde de anteontem uma série de pontos de bloqueio e de vigilância em quatro áreas nessas duas cidades, além de fazer revista em imóveis -segundo os moradores.

O tenente-coronel José Mateus Teixeira Ribeiro, oficial de comunicação social, disse que essas áreas foram escolhidas após a inteligência do Exército apontá-las como possíveis destinos das sete armas roubadas. Ainda de acordo com ele, as tropas ficarão nesses locais até a recuperação dos fuzis. “Nós vamos encontrá-las”, disse.

Para ele, não há irregularidade nas ações porque todas estão sendo feitas em conjunto com as polícias Civil e Militar.

Nos cinco pontos de bloqueio vistos pela reportagem, os carros são parados com participação do Exército, mas a revista é feita por PMs. Os militares fazem a segurança com fuzis.

Na Vila Paraíso, em Caçapava, o carro da reportagem foi parado. Um dos policiais informou que a ocupação tem o objetivo de atrapalhar o comércio de drogas e, dessa forma, forçar os traficantes a entregar os responsáveis pelo roubo dos fuzis.

O quartel de Caçapava foi invadido no domingo por cinco homens armados. De acordo com o tenente-coronel Ribeiro, a ação foi bem planejada, mas contou também com a falha dos sentinelas. A Folha apurou que, pelo modo de atuação dos invasores, o Exército suspeita que houve participação de algum militar ou ex-militar.

Por isso, algumas pessoas que deixaram o Exército nos últimos meses estão sendo ouvidas ou investigadas.

A reportagem conversou com a família de um deles, na Vila Paraíso. O relato é que os militares revistaram o quarto do rapaz -que estaria trabalhando- sem autorização judicial. “Minha filha estava dormindo”, disse o comerciante Aparecido dos Santos, 49. O filho deixou o quartel há 20 dias.
O tenente-coronel Ribeiro negou que a casa tenha sido revistada e disse que o objetivo da visita era apenas conversar com a família. Ele afirmou que o Exército também procurou ex-militares nas cidades de Lorena e Piquete, na região.

Outros moradores, como o ajudante-geral Manuel de Jesus das Neves, 44, dizem apoiar a ação. “Eu até queria que eles fossem na minha casa para ver que não tem nada”, disse.

Soldados Afastados

O comando do Exército de Caçapava informou que os sete militares rendidos na ação de domingo, e que tiveram seus fuzis roubados, foram afastados de suas funções. De acordo com o tenente-coronel José Mateus Teixeira Ribeiro, da comunicação social, esse afastamento é necessário para que os militares fiquem à disposição para serem ouvidos a qualquer momento durante a investigação. O oficial afirma, porém, que está claro que houve falha de pelo menos dois desses soldados na segurança do quartel. Para ele, mesmo havendo arames arrebentados em alguns pontos no fundo do quartel, foi a falha dos sentinelas que facilitou a entrada dos ladrões. Outros cinco estavam no turno de descanso.

FONTE: Folha de São Paulo

 

O Bahrain vai modernizar seus MLRS

A Lockheed Martin Missile and Fires Control, recebeu um contrato de US$ 14.6 milhões para modernizar seis lançadores MLRS M270 do Bahrain para o padrão M270C1.

O lançador M270 poder transportar e disparar 12 foguetes M26-M31 de 227mm ou dois mísseis ATACMS, que podem atingir alvos a mais de 200 quilômetros. A natureza das modificações solicitadas pelo Bahrain não é conhecida, mas os lançadores norte-americanos que estão sendo modernizados para o padrão M270A1 desde o ano 2000, estão recebendo melhorias mecânicas e no sistema de direção de tiro. Já o Exército Britânico esta modernizando seus lançadores de acordo com o que requerido pelas operações correntes, como no Afeganistão, tendo adicionado blindagem adicional na lateral e no assoalho dos veículos, além de ar-condicionado e uma metralhadora de controle remoto para defesa aproximada.

 

A China Precision Machinery Import-Export Corporation passou a oferecer o míssil terra-ar CASIC HQ-9 para o mercado externo, sob o nome de FD-2000. O HQ-9/FD-2000 apareceu recentemente na African Ground Force Equipament Exhibition em Capetown (África do Sul) e também na Defense Exhibition, realizada em novembro, em Karachi (Paquistão).

A PLAAF (Força Aérea Chinesa) já implantou o sistema HQ-9 nas Bases Aéreas das províncias de Xi’an e Lanzhou. Uma brigada típica é formada por um veiculo de comando, seis veículos de controle, seis veículos com radar de direção de tiro, seis veículos com radar de busca, 48 veículos lançadores e 192 mísseis; além de um veiculo de posicionamento, um veículo com gerador de energia, um veiculo de comunicações e um veículo de apoio. Um batalhão usa oito veículos lançadores.

O programa HongQi-9/FD-2000 foi iniciado como um projeto “original” chinês, mas há rumores de que o projeto foi refeito para incluir melhorias no motor foguete, baseado no do S-300 russo, e no sistema de guiagem copiado do norte-americano MIM-104 Patriot.

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Cães de Guerra

Esse é Andy, um pastor do U.S.Army que serve com o 5º Esquadrão do 73º Regimento de Cavalaria (3ª Brigada da 82ª Divisão Aerotransportada), realizando uma busca em um monte de entulhos durante uma operação conjunta com soldados do Exército Iraquiano em Rusafa, a leste de Bagdá em 28 de fevereiro de 2009.

 

Benefícios atraem jovens em busca de melhores condições. Governo diz que cortes nas convocações são uma necessidade

A crise financeira fez com que o Exército Brasileiro reduzisse o número de recrutas em até 75%. Em 2009, a instituição convocou apenas 48 mil jovens para o serviço militar em 2009. Desde 2002, o número de recrutas era, em média, 70 mil, já tendo chegado a 100 mil. De acordo com o governo, o corte é uma necessidade do momento de crise e do orçamento menor.
Para alguns sociólogos, a diminuição no número de recrutas é a perda de uma possibilidade para muitos jovens. O sociólogo Antônio Flávio Testa explica que o serviço militar é a chance de condições melhores. “Não há política de juventude de caráter estratégico no Brasil para absorver esse contigente e dar a eles uma condição melhor para o futuro. Se você ainda cerceia o acesso ao serviço militar, a situação fica muito mais difícil”, diz Testa.
De acordo com o Ministério da Defesa, 95% dos jovens selecionados para recruta pediram para prestar o serviço militar. Além de treinamento, a carreira oferece benefícios como um salário mínimo por mês, acompanhamentos médico e dentário, a possibilidade de tirar carteira de motorista e de fazer cursos profissionalizantes.
O candidato Gutemberg Andrade também queria garantir a segurança financeira da família. “Meu pensamento era de entrar no exército e me aposentar no exército, que era alí onde eu ia tirar a minha renda e sustentar a minha família até mais pra frente”. Mas Gutemberg não foi selecionado, assim como muitos jovens que procuraram o serviço militar.

FONTE: G1/Jornal Nacional

 

O governo da Coreia do Norte colocou suas forças em estado de alerta total no início de um grande exercício militar conjunto dos Estados Unidos com a Coreia do Sul.
A agência estatal do governo chamou o exercício de “provocação perigosa”.
Pyongyang também alertou que qualquer tentativa de derrubar um satélite que o país pretende lançar resultará em guerra.
Tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul acreditam que o governo norte-coreano possa estar se preparando para testar um míssil de longo alcance, disfarçado o lançamento como se fosse de um satélite.
O alerta norte-coreano foi feito quando os dois países deram início a um exercício militar anual conjunto que deve durar 12 dias.
A Coreia do Norte já vinha chamado exercícios em anos anteriores de “provocação”, mas dessa vez as críticas vem em um momento especialmente tenso nas relações entre as duas Coreias.
Na sexta-feira, o governo norte-coreano disse que o risco de um conflito significava que o país não podia mais garantir a segurança de voos comerciais que passam pelo seu espaço aéreo.
Vários voos sul-coreanos tiveram seus trajetos alterados por precaução.

Exercício

Em um comunicado publicado pela agência de notícias estatal norte-coreana, o Exército disse que está pronto para usar força contra a Coreia do Sul, os Estados Unidos e o Japão.
“Nós retaliaremos qualquer ação para interceptar nosso satélite que tem objetivos pacíficos com ataques imediatos usando os meios militares mais poderosos”, disse o comunicado.
“Ataques contra nosso satélite que tem objetivos pacíficos significará, precisamente, guerra.”
O Exército havia divulgado um comunicado mais cedo dizendo que todos os militares foram orientados a estarem prontos para o combate para defender o país.
O comunicado descreveu o exercício sul-coreano e americano como “sem precedentes no número de forças agressoras envolvidas e em sua duração”.
O exercício para a defesa da península coreana envolve cerca de 50 mil soldados dos dois países.
Segundo analistas na Coreia do Sul, os norte-coreanos podem estar usando o exercício como um pretexto, e que o objetivo de suas ameaças seria o de limpar o espaço aéreo do país para o teste de um míssil.
As tensões na região aumentaram desde que o presidente sul-coreano Lee Myung-bak tomou o poder, há um ano, e endureceu a relação com o vizinho do norte.
No dia 30 de janeiro, Pyongyang cancelou uma série de acordos por causa da decisão de Seul de ligar a ajuda bilateral ao cancelamento do programa nuclear norte-coreano.

FONTE: BBC Brasil

 

A 4º Equipe de Combate de Brigada (Aerotransportada) da 25ª Divisão de Infantaria é a mais nova unidade de pára-quedistas do Exército dos EUA. A Brigada, conhecida como “Spartan Brigade” foi formada em 14 de julho de 2005, em Forte Richardson (Alaska).

A 4ª BCT é a primeira unidade de pára-quedistas, do Exército dos EUA, criada desde o fim da 2ª Guerra Mundial e a única localizada a oeste do Rio Mississippi.

Com sede nas cercanias de Anchorage (Alaska), a “Brigada Spartan” é um recurso estratégico do Comando do Pacifico e pode ser desdobrada em qualquer lugar do mundo em 18 horas ou menos.

A Brigada Spartan é formada por seis Batalhões:

1º Batalhão (Aerotransportado) do 501º Regimento de Infantaria, conhecido como “1º Geronimo”.

3º Batalhão (Aerotransportado) do 509º Regimento de Infantaria, conhecido como “3º Geronimo”.

1º Esquadrão (Aerotransportado) do 40º Regimento de Cavalaria, conhecido como “Denali”.

2º Batalhão (Aerotransportado) do 377º Regimento de Artilharia, conhecido como “Spartan Steel”.

425º Batalhão de Tropas Especiais da Brigada, conhecido como “Warrior Battalion”

725º Batalhão de Suporte da Brigada, conhecido como “Centurions”

Desde que foi criada a Brigada realizou missões de treinamento em todo o mundo. Seus homens conduziram operações de salto e assaltos aerotransportados completos em três continentes diferentes, em ambos os hemisférios e nos dois Centros de Treinamento, o Nacional, em Forte Irwin (Califórnia) e no Centro Combinado de Treinamento e Prontidão, em Forte Polk (Louisiana).

Ao completar um ano de atividades a Brigada “Spartan” já havia conduzido dez exercícios de campo em nível Batalhão e dois em nível de Brigada.

Os pára-quedistas da Brigada Spartan treinaram nas florestas da Tailândia, no deserto da Austrália e no sudoeste dos EUA, com exercícios operacionais em temperaturas que iam de -15º no Circulo Ártico até +48º nos pântanos da Louisiana, tudo isso como parte da preparação da unidade para ser enviada pela primeira vez ao Iraque.

Em outubro de 2006 a Brigada foi enviada para o sul do Iraque, onde tomou o controle operacional das províncias de Babil, Karbala e An Najaf.

Esse desdobramento terminou em dezembro de 2007, quando a unidade retornou para casa, com a perda de 56 dos seus pára-quedistas.

Nota do Blog: As outras grandes unidades Aerotransportadas (pára-quedistas) do U.S. Army são: 82ª Divisão Aerotransportada, localizada em Forte Bragg (Carolina do Norte), a 173º Brigada Aerotransportada, em Caserna Ederle – Vicenza (Itália) e os três batalhões do 75º Regimento de Rangers, localizados em Forte Stewart (Georgia), Forte Lewis (Washington) e Forte Benning (Georgia). Existem outras unidades menores e especializadas qualificadas como “Aerotransportada” operando com o Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA como é o caso do próprio 75º Rangers. A 101º Divisão não é uma unidade Aerotransportada mas sim Aeromovel (Assalto Aéreo) utilizando-se de helicopteros para conduzir operações de envolvimento vertical.

 

SÃO PAULO – Um grupo de bandidos roubou sete fuzis do quartel do 6º Batalhão de Infantaria Leve, em Caçapava, no interior de São Paulo, no fim da noite de ontem. Segundo o Comando Militar do Sudeste, por volta das 23 horas o bando atacou dois postos de sentinela do batalhão do Exército, dando início a um tiroteio. Um militar acabou ferido durante o confronto, mas sem risco de morrer.
O Comando da Unidade determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar (IPM) para a apuração do fato e iniciou as diligências para recuperar o armamento roubado. O IPM, cuja condução é sigilosa, nos termos do Artigo 16 do Código de Processo Penal Militar, tem prazo de 40 dias para ser concluído, podendo ser prorrogado por mais 20 dias.

História do 6º BIL

Criado em 1908, em Recife (PE), o 6º Batalhão de Infantaria Leve foi transferido para Curitiba, de onde combateu rebeldes da Guerra do Contestado -disputa territorial entre Paraná e Santa Catarina. Mais tarde, já em Caçapava (SP), estabeleceu-se em uma antiga fábrica de tecidos -onde, no primeiro juramento à bandeira, em 1918, teve como paraninfo Olavo Bilac. Desde então, a unidade participou das revoluções Paulista (1924) e Constitucionalista (1932), combateu comunistas na Intentona Comunista (1935) e esteve presente na Segunda Guerra Mundial. Posicionando-se na região de Queluz (SP), atuou ainda no golpe militar de 1964.

FONTE: Estadão/Folha de São Paulo

NOTA do BLOG: Essa não é a primeira vez que isso acontece e não será a última. O Exército precisa guardar suas unidades militares e suas armas, como se estivesse em guerra. Afinal, estamos praticamente numa guerra interna faz muito tempo, por causa do crescimento do crime organizado e da ousadia dos bandidos, apesar da vista grossa das nossas autoridades.

 
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