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Porto Alegre (RS) - Esteve em visita, no dia 24 de novembro, ao Teatro de Operações da Operação Laçador, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, acompanhado dos Comandantes da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri e da Força Aérea, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito o qual concedeu entrevista coletiva no Salão de Honra do Quartel General do Comando Militar do Sul sobre a Operação. Após, o Ministro e comitiva cumprirão a seguinte agenda:
- visita à Força Terrestre Componente, que está localizada no 3º Regimento de Cavalaria de Guarda;
- visita à Força Aérea Componente 106, na Base Aérea de Canoas;
- sobrevoo de helicóptero, em Rio Grande, à Força Naval, defesa do porto, TERMASA e defesa de pontos sensíveis;
- visita ao Comando do 5º Distrito Naval;
- retorno para Brasília;

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FONTE: http://www.lacador.eb.mil.br

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Porto Alegre (RS) – Após conceder entrevista coletiva à imprensa, o Ministro da Defesa e comitiva visitaram o Centro de Comunicações (C Com) da Operação. Na oportunidade, oficiais do Estado-Maior fizeram uma explanação da sistemática empregada na operação.

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Pano CAvEx Laçador

vinheta-especial-forte Estivemos neste domingo (dia 22 de novembro) pela manhã, no Comando de Aviação do Exército (CAvEx), para acompanhar a saída das aeronaves que participarão da Operação Laçador, realizada em conjunto com a FAB e a MB.

Briefing 2° BAvEx

TC Paulo RicardoParticipamos do briefing do Cel. Paulo Ricardo (Comte. do 2º BAvEx) com a tropa, que demonstrou grande preocupação com relação a segurança de voo, haja vista a instabilidade climática dos últimos dias na região. O Cel. Paulo Ricardo foi o 1P do HM-3 Cougar EB-4008.

Ao todo são 79 militares da AvEx, entre oficias e praças, deslocados para a região Sul em 12 aeronaves pertencentes ao 1º e 2º BAvEx’s.

A AvEx se faz representada na Operação Laçador com três HM-3 Cougar, seis HM-1 Pantera e três HA-1 Fennec. Deste tipo em especial, uma aeronave é o Olho da Águia, HA-1 Fennec com FLIR, do 1° BAvEx.

HM-1 Pantera 09HM-3 Cougar 02

As aeronaves HA-1 Fennec do 2º BAvEx decolaram armadas com lançadores de foguete 70mm e metralhadoras .50 axias e os HM-3 Cougar transportando metralhadoras MAG 7,62, que serão montadas nas janelas laterais da cabine.

As aeronaves devem ser empregadas nas operações aeromóveis da Força Terrestre.

HA-1 Fennec 31HM-1 Pantera 20

HA-1 Fennec 31

NOTA DO EDITOR: Agradecemos ao Cel. Paulo Ricardo, comte. do 2º BAvEx, e ao Cap. Eliandro, Ger. de Manutenção do Cougar, que nos acompanharam durante a visita.

NOTA 2: esta matéria especial do Blog das Forças Terrestres entrou para a seção ”clipagem”  do site oficial da Operação Laçador. Clique aqui para ver.

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Tensão ameaça novo encontro da Unasul

Presidentes 3 reuniao unasul quito - foto R Stuckert - Ag Brasil

Dos 11 países-membros do bloco sul-americano, cinco vivem disputas político-militares

vinheta-clipping-forteO encontro da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) programado para sexta-feira, em Quito, será marcado por contendas político-militares que afetam 5 dos 11 países-membros do bloco. O clima de desconfiança que arruinou a reunião anterior, em Bariloche, há três meses, promete se repetir, agravado por acusações de espionagem, disputas fronteiriças e um ensaio de corrida armamentista que envolve Equador, Colômbia, Venezuela, Chile e Peru.

No capítulo mais recente das disputas regionais, o chanceler equatoriano, Fander Falconí, acusou ontem os serviços de inteligência da Colômbia de ter espionado Equador, Venezuela e Cuba. “Espionagem de um Estado contra outro é terrível e sumamente grave”, disse Falconí. Para ele, caberá à Unasul “baixar a tensão” do caso.

Espionagem

Na semana passada, o presidente peruano, Alan García, também havia acusado o Chile de espionagem. Ele se referiu ao país vizinho como “uma republiqueta” e criticou os gastos militares chilenos. Os dois países disputam na Corte Internacional de Haia uma área de 35 mil quilômetros quadrados no Pacífico. O Chile descartou a hipótese de levar o caso à Unasul.

“Este é um assunto estritamente bilateral e não nos parece que deva ser tratado desta forma (coletiva)”, disse a porta-voz do governo chileno, Carolina Tohá. A contenda mais grave é a que envolve Colômbia e Venezuela em um bate-boca que se arrasta desde julho, quando Bogotá tornou público um acordo que permite o uso de até sete de suas bases militares pelos EUA. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, vê no acordo uma ameaça de invasão.

“A mediação entre Venezuela e Colômbia deve ser feita no seio da Unasul”, disse, no domingo, o vice-chanceler venezuelano, Francisco Arias Cárdenas. A declaração foi feita um dia depois de a Venezuela ter recebido 300 veículos militares blindados e um lote de tanques russos modelo T-72. “Somos o alvo número 1 no mapa imperial deste continente”, disse Chávez. Ele pediu aos venezuelanos que se unam às milícias organizadas para enfrentar uma invasão estrangeira. Desde 2005, Caracas gastou mais de US$ 4 milhões em armas russas, entre elas 24 caças, helicópteros e 100 mil fuzis.

A Colômbia – isolada pela pressão da maioria dos outros países do bloco – tenta fazer com que a Unasul também questione os gastos militares de Chávez e as declarações belicistas do venezuelano. “Chama a atenção que o chefe de Estado de um país da região, membro da Unasul, tenha utilizado uma linguagem belicista e falado de guerra sem que a Unasul faça nenhum comentário a respeito”, disse o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez.

Divergências

  • Colômbia – Assinou polêmico acordo militar com os Estados Unidos e recebe críticas dos governos de esquerda da América Latina
  • Venezuela – Alega ser vítima de um plano de ataque militar colombiano com o apoio dos EUA
  • Peru – Acusa Chile de espionagem e de armamentismo
  • Chile – Diz que problemas com o Peru devem ser resolvidos de forma bilateral, não por meio da Unasul
  • Equador – Acusa serviço de inteligência colombiano de tê-lo espionado, assim como à Venezuela e Cuba

FONTE: Estadão

FOTO: Agência Brasil (R. Stuckert – 10 ago 2009 – presidentes na abertura da 3ª Reunião de Chefes de Estado e de Governo da Unasul, em Quito)

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vinheta-clipping-forteApós os distúrbios causados pelo polêmico resultado do pleito que reelegeu o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o governo parece ter adotado uma nova estratégia para reprimir o movimento da oposição. Diferente dos espancamentos, prisões e grandes julgamentos, o comando do país inicia um ambicioso esforço para acabar com a oposição e reeducar grande parte da população iraniana de jovens. Nas últimas semanas, o regime anunciou uma série de ofensivas ideológicas.

Para começar, de acordo com o jornal “New York Times”, o governo vem instalando seis mil centros da milícia Basij em escolas de ensino fundamental de todo o país, na tentativa de estimular os ideais da Revolução Islâmica. O regime também criou uma nova unidade da polícia que promete varrer a voz de dissidentes na internet. Uma empresa que trabalha em parceria com a Guarda Revolucionária conseguiu a maior fatia do monopólio das telecomunicações do Irã em 2009, dando à Guarda controle provisório das linhas de telefone, provedores de internet, e duas empresas de telefonia celular. E, em meados de 2010, a Guarda pretende abrir uma agência de notícias, com material televisivo, fotográfico, e textos.

O governo chama a nova estratégia de “soft war” (guerra suave), e os líderes iranianos frequentemente encaram as medidas com mais seriedade do que enfrentam os confrontos militares reais. A ação é enraizada numa antiga acusação: os problemas internos do Irã são um resultado da subversão cultural do Ocidente e merecem uma resposta vigorosa. A extensão da nova campanha enfatiza a fragilidade do regime após a onda de protestos.

O líder supremo do Irã, o aitolá Ali Khamenei, vem usando o termo “soft war” desde setembro, quando ele alertou a um grupo de artistas e professores que eles viviam numa “atmosfera de provocação”, na qual o fenômeno cultural deve ser visto como uma grande batalha entre o Irã e o Ocidente. Desde então, ele e outros funcionários do alto escalão repetiram a expressão ao descrever os novos esforços de “reislamizar” o sistema educacional, “purificar” influências seculares, professores, e os ideais da mídia.

O novo foco também pode refletir na influência crescente da Guarda Revolucionária, cujo líder, Mohammad Ali Jafari, é há muito tempo um dos principais devotos da estratégia, disseram especialistas.

FONTE: O Globo

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vinheta-clipping-forteTEERÃ (Reuters) – O Irã poderá recorrer a medidas legais se a Rússia se recusar a cumprir o compromisso assumido de entregar à República Islâmica um sistema avançado de defesa antimísseis, disse nesta terça-feira um alto funcionário militar iraniano.

Autoridades iranianas vêm expressando frustração crescente diante do fato de a Rússia até agora não ter fornecido o sistema avançado S-300 de defesa antimísseis, que Israel e os Estados Unidos não querem que Teerã tenha.

“Com certeza sob pressão do lobby sionista e dos EUA, os russos estão se recusando a cumprir seus compromissos assumidos”, disse o general Mohammad Hassan Mansourian, segundo a agência de notícias IRNA.

“E, como trata-se de um acordo oficial, seu não cumprimento poderá ser punido através de organismos legais internacionais”, disse o general, que é vice-comandante da defesa aérea do Irã.

FONTE: Reuters / Brasil Online

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China_Military_Power_Report_2009vinheta-destaque-forteEstá disponível para download o “China Military Power Report 2009″, feito pelo Departamento de Defesa dos EUA para o Congresso Americano. O relatório tem 78 páginas e traz muitos detalhes interessantes sobre o rápido crescimento do poder militar chinês.

Entre outras informações importantes, o relatório destaca  que o rápido crescimento econômico (PIB projetado de US$ 4,19 trilhões em 2008) tem permitido à China aumentar os recursos para a construção, equipamento e treinamento das sua forças militares. O orçamento militar chinês mais que dobrou de 2000 a 2008, saltando de US$ 27,9 bilhões a US$ 60,1 bilhões em 2008.

A China tem reforçado sua capacidade estratégica de deterrência e ataque nuclear. Desde o ano 2000 que os chineses mudaram seus grandes e vulneráveis mísseis intercontinentais (ICBMs) baseados em combustível líquido e de localização fixa para plataformas de mísseis móveis e mais flexíveis.

A introdução de novos ICBMs, o DF-31 e o DF-31A, ambos transportáveis por estradas e movidos a combustível sólido refletem essa mudança. o DF-31A é capaz de alcançar qualquer alvo dentro dos EUA.

Abaixo, um gráfico presente no relatório, que mostra o alcance dos mísseis intercontinentais chineses. Notar que um deles poderia alcançar boa parte da América do Sul e do Brasil.

China-ICBMs

Para baixar o relatório em formato PDF, clique na imagem do post ou aqui.

vinheta-clipping-forteBrasília – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi recebido hoje (23), ao chegar ao Palácio do Itamaraty, por cerca de 100 manifestantes. No grupo, havia ativistas favoráveis e contrários à presença do líder iraniano no Brasil.

Entre os favoráveis estão os que criticam o chamado imperialismo norte-americano e apreciam os governos do venezuelano Hugo Chávez e do boliviano Evo Morales.

O grupo dos que são contra a visita é formado por representantes da comunidade judaica, entre eles um sobrevivente do Holocausto (execução em massa de judeus e de outras minorias durante o nazismo).

O aposentado Ben Abraham passou por diversos campos de concentração durante um período de cinco anos e meio – incluindo o de Auschwitz, na Polônia. Abraham classificou as declarações de Ahmadinejad de “absurdas” – o iraniano nega a ocorrência do Holocausto. Segundo o judeu, alguns campos de concentração que ainda permanecem intactos servem de alerta para a humanidade.

“O presidente do Irã, mesmo com sobreviventes do nazismo, como eu e outros, nega o Holocausto. O tempo está passando. Quando o nazismo começou, eu tinha 14 anos. Vou completar 85 anos. Enquanto houver sobreviventes do nazismo, está bom. Mas e depois? Como negar essas atrocidades?”, reagiu Abraham.

Durante as manifestações, o presidente da Juventude Judaica Organizada, Gilberto Ventura, afirmou que as críticas a Ahmadinejad não dizem respeito à visita em si, mas consistem em trazer ao povo e ao governo brasileiros a consciência de questionar o que ocorre no Irã e que tipo de valores o presidente iraniano representa.

“A idéia não é chegar aqui e dizer ao Lula que não o receba. O recado é: Abra os olhos. Já houve momentos na história com pactos absurdos, como entre Stalin [Josef Stalin, líder da União Soviética de 1922 a 1953] e Hitler [Adolf Hitler, líder do Nacional-Socialismo alemão, de 1933 a 1945] . No Brasil, o recebemos [Ahmadnejad] de braços abertos, mas é importante ouvir o outro lado. Existe uma falta de diálogo real, de conhecer quem é o outro de verdade”, afirmou Ventura.

O coordenador nacional do Movimento Democracia Direta, Acelino Ribeiro, levantou faixas de boas-vindas ao líder iraniano e disse que a visita deve ficar marcada na história de ambos os países. Ele se diz convencido de que Lula e Ahmadinejad vão discutir propostas que contribuam para um projeto de luta pela paz mundial.

“Ahmadinejad poderá construir esse projeto na defesa da soberania do povo iraniano e do povo latino-americano, principalmente no Brasil e na Bolívia, países que dispõem de recursos naturais cobiçados pelo imperialismo mas que podem melhorar a vida e as condições de nossos povos.”

Ribeiro mostrou-se favorável, inclusive, à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Irã – que deve ocorrer entre 10 e 16 de março do próximo ano. Segundo ele, Lula e Ahmadinejad podem facilitar o caminho para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negocie com o Irã o uso “pacífico” do programa de energia nuclear.

FONTE: Agência Brasil

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Irã realiza manobras para defender instalações nucleares

vinheta-clipping-forteO Irã iniciou ontem uma série de manobras de defesa aérea destinadas a proteger as instalações nucleares do país de possíveis ataques. Os exercícios terão duração de cinco dias e também têm o objetivo de melhorar a cooperação entre as unidades do Exército. Eles abrangerão um terço do território iraniano, incluindo as Províncias de Bushehr, Arak, Isfahan e Yazd, onde estão algumas das principais instalações nucleares do país.

Em alusão a um possível ataque de Israel, o comandante da força aérea dos Guardiães da Revolução, general Amir Ali Hajizadeh, assegurou que “os F-15 e F-16 [israelenses] serão aniquilados por nossa defesa antiaérea”. “E, caso consigam escapar, as bases das quais tiverem saído serão atacadas com mísseis terra-terra antes que aterrissem.”

O general minimizou as ameaças de Israel, classificando-as de guerra psicológica. “Temos certeza de que eles não são capazes de fazer nada contra nós já que não podem prever nossa reação”, disse.

O governo de Israel não descarta uma operação militar contra as instalações nucleares do Irã caso o país não ponha fim a seu programa de enriquecimento de urânio e aceite as propostas feitas por países ocidentais. Em outubro, EUA, França e Rússia ofereceram um acordo para o intercâmbio do urânio, mas Teerã ainda não respondeu oficialmente, dando sinais de que pode recusá-lo.

Também ontem, o ministro iraniano da Defesa, Ahmad Vahidi, disse que seu país planeja continuar o desenvolvimento e produção de seus próprios mísseis de defesa aérea. A afirmação foi aparentemente uma resposta ao atraso na entrega, pela Rússia, dos mísseis antiaéreos S-300, um importante item da defesa aérea do Irã.

FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp

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