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vinheta-clipping-forteUm suboficial francês morreu e um oficial ficou gravemente ferido em um ataque contra uma patrulha ocorrido nesta segunda-feira no vale de Alasay, no Afeganistão, anunciou o Palácio do Eliseu em um comunicado. Com isso, chega a 37 o número de militares franceses mortos na guerra no Afeganistão.

Conforme o comunicado da Presidência francesa, o militar “pagou com a vida o compromisso da França a serviço da paz e da estabilidade”. Os dois franceses foram atacados no momento em que patrulhavam, em companhia de uma seção do Exército afegão, o vale de Alasay, ao nordeste de Cabul.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, enviou condolências à família e colegas das vítimas e reafirmou o apoio ao povo afegão e condenar com firmeza a violência que castiga esse país.

Mais cedo, a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) já havia confirmado a morte de mais três militares americanos, sem dar detalhes sobre as circunstâncias. O número total de americanos mortos no Afeganistão apenas neste ano já chegou a dez, segundo contagem feita pela agência de notícias Associated Press.

O ano passado foi o mais violento para as tropas ocidentais no Afeganistão. Tanto os Estados Unidos quanto o Reino Unido perderam mais que o dobro de soldados dos anos anteriores, a vasta maioria morta em explosões de bombas na beira da estrada. As forças da Otan enfrentaram 7.200 bombas deste tipo ou explosivos improvisados em 2009, comparado a 81 em 2001.

O presidente americano, Barack Obama, determinou o envio de 30 mil homens adicionais para o Afeganistão como esforço para reverter o cenário, ainda neste primeiro semestre. Outros países da Otan devem enviar cerca de 7.000 soldados.

FONTE: Efe, France Presse e Folha Online

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OAB apóia Vannuchi e sugere demissão de Jobim

vinheta-clipping-forteA Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou hoje (10) uma manifestação de apoio ao terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos e ao secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, que ameaça deixar o cargo caso o documento apresentado no dia 21 de dezembro sofra alguma alteração .

Na mensagem divulgada pela assessoria da entidade, o presidente da OAB, Cezar Britto, afirma que quem “censurou, prendeu sem ordem judicial, cassou mandatos e apoiou a ditadura militar” (1964/1985) foi anistiado pela lei promulgada em 1979, mas que quem cometeu torturou cometeu crimes de lesa-humanidade e, portanto, deve ser punido pelo Estado conforme estabelece a Constituição.

Ainda de acordo com a mensagem, Britto ligou para Vannuchi a fim de se solidarizar com “sua luta pelo estabelecimento do direito à memória e à verdade”. Durante a conversa por telefone, Britto reforçou sua opinião pessoal de que a Lei da Anistia, de 1979, não implica no “esquecimento” dos fatos ocorridos durante o regime de exceção.

“Todo brasileiro tem o direito de saber que um presidente da República constitucionalmente eleito foi afastado por força de um golpe militar. Da mesma forma, não se pode esquecer que no Brasil o Congresso Nacional foi fechado por força de tanques e que juízes e ministros do Supremo Tribunal Federal foram afastados dos seus cargos por atos de força, e que havia censura, tortura e castração de todo o tipo de liberdade”, diz Britto. “O regime do medo que sustentava o passado não pode servir de desculpa no presente democrático. Um país que tem medo de sua história, não pode ser considerado um país sério”.

O diretório da OAB no Rio de Janeiro também divulgou nota em que seu presidente, Wadih Damous, critica duramente ao ministro da Defesa, Nelson Jobim. No final de 2009, Jobim e os comandantes das Forças Armadas colocaram seus cargos à disposição por serem contrários à criação da chamado Comissão da Verdade, instância que ficaria responsável por investigar os atos cometidos por agentes do Estado durante a ditadura militar, com a possibilidade de que oficiais militares sejam punidos por crimes cometidos à época.

“Se é para haver demissões no governo que sejam as primeiras a do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e dos chefes militares”. Para Damous, setores historicamente ligados ao golpe de 1964 estão tentando criar uma crise artificial no país, distorcendo deliberadamente o conteúdo do programa.

Outros integrantes do governo, como o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, também criticam o programa, que também prevê medidas polêmicas relacionadas ao agronegócio, meio ambiente, comunicação, ciência e na relação do Estado com a Igreja. “É inaceitável que a sociedade brasileira volte a ser tutelada por chefes militares”, afirmou Damous, ressaltando que Vannuchi merece a integral solidariedade de todos aqueles que não querem ver o retrocesso da democracia brasileira.

FONTE: Jornal de Brasília, via Notimp

 

Coletes Balísticos Modernos

vinheta-especial-forte450px-Interceptor_body_armorDesde o inicio da chamada “Guerra Contra o Terror” o cuidadoso observador pode notar a evolução dos equipamentos de proteção pessoal utilizados pela tropas terrestres principalmente nos países ocidentais participantes nas citadas operações.  Desde a sua introdução ate o fim do milenio passado soldados contavam com nada mais do que as famosas “flak jackets”, o nome vem dos coletes desenvolvidos durante a 2GM para tripulações de bombardeiros, protegendo-os contra “flak” – estilhaços de AAAe. Esta categoria de equipamento conhecida como “soft body armor” providencia nada mais do que proteção contra estilhaços ao usuário e mesmo as mais modernas resistiam apenas até munição subsonica como 9mm disparadas de pistolas por exemplo.

88770919JR280_U_S_Marines_CNos anos 90 iniciou-se a introdução  de coletes como “flak jackets” embora mais leves e com materiais mais modernos que podiam utilizar também placas de materiais ceramicos, sendo assim provendo proteção contra munições supersonicas disparadas de fuzis e metralhadoras leves. As placas conhecidas como SAPI (Small Arms Protective Insert) e ESAPI (Enhanced) não haviam sido utilizadas em grande escala por tropas de infantaria ate a invasão do Afeganistão em 2001 e assim que relatórios de sua performance no campo de batalha começaram a voltar e atingir os ouvidos da liderança militar seu uso automaticamente se tornou não só essencial mas tambem mandatório.

800px-Modular_Tactical_Vest_componentsComuns foram os casos em que tropas eram alvejadas em suas placas e alguns durante a adrenalina do combate nem sequer percebiam que haviam sido atingidos, as placas embora projetadas para até calibres como o 7,62×54, houve casos em que soldados sobreviveram ate a impactos de calibres soviéticos equivalentes a .50 graças as placas SAPI e ESAPI. Atualmente tropas como as americanas utilizam placas não só na frente e atrás mas também nas laterais abaixo das axilas além de “soft body armor” no pescoço e área genitália e desde a introdução desse novo sistema de proteção, centenas de tropas devem suas vidas a esse avanço tático e tecnológico.

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vinheta-clipping-forteForças de segurança confiscaram centenas de rifles, milhares de munições e outros equipamentos militares em uma operação contra empresas de segurança privada no Iraque, disseram autoridades neste sábado.

A polícia invadiu três locais em Bagdá na sexta-feira, uma semana após autoridades do país terem reclamado da decisão de um juiz americano de descartar acusações contra cinco guardas da Blackwater Worldwide, acusados de matar mais de uma dezena de civis iraquianos em 2007.

Autoridades disseram que estão investigando empresas de segurança privada que não estão mais legalmente licenciadas para operar no Iraque.

“Todas essas empresas com permissão de trabalho vencida não podem se movimentar um metro dentro de Bagdá, ou possuir armamento,” afirmou o porta-voz de segurança de Bagdá, Qassim al Moussawi.

Ele não revelou quantas empresas ilegais estavam na lista, ou seus nomes.

Na noite de sexta-feira, autoridades invadiram a sede de uma companhia estrangeira, cujo nome não pôde ser imediatamente confirmado, e confiscaram 20.000 cartuchos de munição e mais de 300 escudos blindados.

Em outro local, eles encontraram 400 rifles, capacetes, dispositivos de rádio e mais de 35 veículos que provavelmente pertencem à mesma companhia. Ninguém foi preso.

Por algum tempo, seguranças estrangeiros tiveram imunidade judicial. Isso acabou, entretanto, com um acordo bilateral que passou a vigorar em 2009.

FONTE: Reuters

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Jobim deve ficar até março

vinheta-clipping-forteO ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o presidente Lula voltam de férias nesta segunda-feira, dia 11, e devem se reunir para conversar sobre a saída de Jobim da pasta.

Segundo informações do jornal “O Dia”, o atual ministro deve de qualquer forma deixar o cargo em março para lançar-se candidato nas próximas eleições. Ele concorreria à presidência ou à vice-presidência em uma chapa de oposição a Lula.

O jornal afirma ainda que no círculo militar corre a informação de que Jobim teria articulado uma reação exagerada dos militares ao decreto da Comissão da Verdade, que propõe investigar atos de agentes do governo durante a ditadura.

Fontes militares do jornal disseram que Nelson Jobim também estaria envolvido no vazamento do relatório da FAB que aponta os caças suecos como os preferidos pela Força Aérea. Como a orientação do governo seria que o relatório fizesse somente uma avaliação técnica, e não uma classificação por preferência, o vazamento aumentaria a tensão entre o Planalto e os militares.

FONTE: eBand

 

vinheta-clipping-forteO novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, chegou hoje (8) pela manhã a Brasília.

Bem-humorado e em um português fluente, ele agradeceu a presença da imprensa que o aguardava e disse que é um prazer estar de volta ao Brasil, onde serviu de 1989 a 1992.

Shannon afirmou que se esforçará para aprofundar as relações com o governo brasileiro e elaborar uma agenda comum Brasil-Estados Unidos para o Século 21.

“É um grande prazer estar de volta aqui no Brasil. É um país muito importante para nós. Vamos começar a trabalhar hoje (sexta-feira), aprofundando a parceria para o Século 21”, disse o embaixador norte-americano.

A ideia do diplomata é entregar os documentos ao Itamaraty ainda hoje.

Por quase oito meses, o Senado norte-americano protelou a aprovação do nome de Shannon por falta de consenso entre republicanos e democratas.

Shannon foi indicado pelo presidente Barack Obama ainda quando ocupava a Subsecretaria do Departamento de Estado para as Américas. A indicação ocorreu em maio do ano passado, mas só em 24 de dezembro de 2009 houve a aprovação.

Shannon vai apresentar suas credenciais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias, mas ainda não há data definida. Para o governo brasileiro, a escolha de seu nome para comandar a Embaixada dos Estados Unidos é motivo de comemoração, já que Shannon é um dos melhores representantes da diplomacia norte-americana.

Com uma extensa carreira diplomática, Shannon foi assistente da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Ele passou também pelas embaixadas da Venezuela – país que mantém uma tensa relação com os Estados Unidos – e África do Sul – exatamente no período das negociações pelo fim do apartheid (regime de segregação racial).

Até novembro de 2009, Shannon ocupava o cargo de subsecretário do Departamento de Estado para as Américas. A controvérsia em torno de sua indicação foi causada pelas divergências da política interna norte-americana. Os vetos ao seu nome – que foram retirados posteriormente – foram dos senadores republicanos Jim DeMint e George LeMieux.

Tanto DeMint quanto LeMieux discordavam das posições assumidas por Shannon na condução das negociações dos Estados Unidos para buscar um acordo pelo fim da crise política em Honduras. Os norte-americanos foram responsáveis pela intermediação de um acordo para que o presidente deposto hondurenha, Manuel Zelaya, retornasse ao poder. O acordo não foi efetivado.

FONTE/FOTO: Agência Brasil/A. Dusek-AE

 

vinheta-clipping-forteEspecialistas em direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram na quinta-feira ao Iraque e aos Estados Unidos que garantam que a matança de ao menos 14 civis iraquianos em 2007, pela qual foram acusados seguranças da empresa Blackwater, chegue até a Justiça.

blackwaterO Iraque disse na segunda-feira que apresentaria uma ação judicial contra a empresa de segurança norte-americana pelas mortes em Bagdá, rechaçando a decisão de um juiz dos EUA que na semana passada rejeitou as acusações.

A ONU disse em comunicado que o caso ressaltava a necessidade de uma “supervisão credível” das empresas de segurança que trabalham para os Estados Unidos e outros governos em zonas de guerra.

Bagdá e Washington devem cooperar para resolver a matança, cometida em uma rotatória de Bagdá em setembro de 2007, “e os envolvidos devem ser responsabilizados por completo”, indicou.

O incidente da Blackwater destacou o crescente uso por parte do Pentágono de seguranças privados em zonas de guerra, e para os iraquianos simbolizou o desprezo a suas vidas por parte das forças estrangeiras no país.

Os guardas de segurança privada que protegiam o pessoal norte-americano receberam imunidade perante o processo nas Coster iraquianas após a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003.

“Respeitamos a independência da Justiça dos Estados Unidos e os requerimentos para um devido processo, mas nos preocupa que a recente decisão de rejeitar o caso contra os guardas da Blackwater leve a uma situação na qual ninguém seja responsabilizado pelas graves violações dos direitos humanos”, disse a presidente do grupo de especialistas independentes da ONU, Shaista Shameen.

FONTE: REUTERS / Agência Estado – Reportagem de Stephanie Nebehay

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British Army 1

Quase metade dos veículos blindados do Exército Britânico que estão sendo usados no Afeganistão são considerados impróprios para o uso operacional de acordo com novos relatórios.

Os veículos militares, que vão desde modelos patrulha levemente protegidos aos mais pesados e resistentes a emboscadas, provaram estar desqualificados para as operações na região, de acordo com o Daily Telegraph.

Os veículos não estão proporcionando os níveis necessários de proteção para a tripulação contra bombas de insurgentes e são incapazes de superar a topografia e o clima do Afeganistão, bem como necessitam de reparações mais frequentes e substituição.

Nos números mostrados pelo Daily Telegraph, de 271 Mastiffs, apenas 134 estão operacionalmente prontos e apenas 73 dos 118 veículos Ridgback são consideradoss utilizáveis.

Além disso, o Ministério da Defesa britânico (MoD) também retirou o muito criticado Snatch Land Rover de suas funções no Afeganistão.

Os Land Rover são levemente protegidos e revelaram-se vulneráveis aos dispositivos explosivos improvisados dos insurgentes (IED).

Os veículos leves de patrulha Snatch Vixen também se mostraram vulneráveis às bombas, independentemente da blindagem complementar e às contramedidas anti-IED instaladas recentemente.

O Ministério da Defesa está planejando desdobrar 400 novos veículos de patrulha leves (LPPVs) para substituir os Snatch Land Rovers para cobrir uma necessidade operacional urgente.

British Army 2

FOTOS: MoD

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Penúria das Forças Armadas

vinheta-clipping-forteÀ caminhada célere do Brasil em direção ao lugar que lhe está destinado de grande protagonista político e potência econômica não corresponde sua força no campo militar. E isso num momento em que vizinhos como a Colômbia e a Venezuela estão gastando grandes quantias em modernização de equipamentos militares, os Estados Unidos ocupam bases aéreas na Colômbia e recriam sua 4ª Esquadra com o objetivo de vigiar o Atlântico Sul e nele atuar, e o nosso País tem muito mais a proteger e defender com a descoberta de imensas jazidas de petróleo no pré-sal. A necessidade de reaparelhamento de nossas Forças Armadas é geralmente admitida, mas não se veem ações concretas nesse sentido. As negociações para a aquisição de aviões de caça e submarinos nucleares vão devagar e estão contaminadas por variados interesses que nada têm a ver com a questão em si e a qualidade do que nos é proposto.

O orçamento do Ministério da Defesa está quase inteiramente (cerca de 80%) comprometido com o pagamento de salários de quem está em atividade, aposentadorias de inativos e pensões. Dos restantes 20% boa parte vai para despesas de custeio, sobrando pouco mais de 6% para investimento. Não é que o ministério receba pouca verba. Tem o terceiro maior orçamento entre as diversas áreas, sendo inferior apenas à Previdência e à Saúde. Mesmo assim, o setor previdenciário das Forças Armadas já acumula um déficit de R$ 5 bilhões, que tende a aumentar se ele não for saneado. Como ocorre com a Previdência Social da maioria dos trabalhadores, o dinheiro da previdência dos militares serve para tudo e é usado também para outros fins.

E para as compras volumosas que estão em negociação com fabricantes externos de armamentos? Nem um centavo está previsto no orçamento de 2009 nem no do próximo ano. A conta vai ficar assim para futuros governos. As negociações para a compra de caças e de submarinos nucleares não envolvem somente considerações técnicas, mas também muitos interesses políticos e de intermediários. De todo modo, qualquer que seja o vencedor da briga, ele terá de repassar tecnologia para brasileiros. É o que está estabelecido como condição sine qua non. A política da área para ciência e tecnologia está sendo atualizada e a aproximará mais das universidades. Quanto à reformulação da política de segurança e defesa nacional já foi estabelecida, por inspiração do ex-ministro Mangabeira Unger (Secretaria de Assuntos Estratégicos), que é professor em Harvard para onde voltou. A nova política prevê uma maior dedicação dos militares a seus deveres constitucionais, afastando-os dos embates políticos. A Política de Defesa Nacional (PDN) foi estabelecida por decreto do presidente Lula.

Segundo Eduardo Ítalo Pesce, especialista em defesa e segurança, a PDN define segurança como a condição que permite ao País a preservação da soberania e da integridade territorial, a realização dos seus interesses nacionais, e a garantia aos cidadãos do exercício dos deveres e direitos constitucionais. A defesa nacional é definida como o conjunto de medidas e ações do Estado para a defesa do território, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças externas.

As academias que preparam oficiais para as três forças também terão de atualizar seus ensinamentos, podando-os de preconceitos que foram se acumulando durante o longo tempo em que elas, principalmente o Exército, tutelaram a República, desde 1889. Como reconhecer que se imiscuíram indevidamente no governo durante 21 anos, de 1964 a 1985, deram um golpe derrubando um governo constitucional, prenderam arbitrariamente e torturaram pessoas, das quais muitas morreram ou desapareceram até hoje.

A preocupação da sociedade, que refletimos aqui, quanto à escassez de verbas para o reequipamento e modernização das Forças Armadas é uma prova de que elas continuam sendo prestigiadas pela população e seu papel constitucional é reconhecido. O que se quer é que elas se atenham a esse papel constitucional e desistam de tutelar um povo que marcha para assumir seu destino.

FONTE: Jornal do Comércio, via Notimp

 

M-ATV: produção atinge 1.000 por mês

M-ATV - foto Oshkosh

A Oshkosh Corporation informou em 22 de dezembro que a produção do M-ATV (MRAP All Terrain Vehicle – veículo todo terreno) ultrapassou a marca de 1.000 veículos por mês, com entregas adiantadas ao cronograma. Os M-ATV são de um contrato para 6.619 unidades, recebido em 30 de junho do ano de 2009. Espera-se que todos sejam entregues até maio de 2010, com destino aos Teatros de Operações do Iraque e do Afeganistão.

Dois dias depois, em 24 de dezembro, a empresa também anunciou a encomenda, por parte do Exército dos Estados Unidos, de Kits de blindagem para os M-ATV. O valor divulgado do contrato é de 54 milhões de dólares, para mais de 970 kits. 170 são do tipo explosively formed penetrator (EFP), a serem entregues até abril de 2010 e 800 são do tipo rocket-propelled grenade (RPG), para maio de 2010. Os kits de blindagem para os M-ATV são desenvolvidos em parceria com a Plasan North America, que já desenvolveu sistemas de proteção para uso em mais de  5.000 MRAPs mais antigos.

MATV-15

FONTE e FOTOS: Oshkosh Defense

SAIBA MAIS:

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