Hummer-Humvee

vinheta-clipping-forteNo ano fiscal de 2011, o Exército dos EUA planeja gastar US$ 31 bilhões em novos helicópteros, veículos blindados, caminhões e veículos blindados futuristas, mas não vai gastar mais nenhum centavo em novos Humvees.

O US Army espera receber seu último de 2.620 Humvees em março e vai continuar mantendo sua frota de dezenas de milhares de veículos utilitários que entraram em serviço no meio da década de 1980.

O Exército também quer gastar US$ 2,5 bilhões em pesquisa, desenvolvimento e aquisição de suas “Brigade Combat Team”, que incluem US$ 934 milhões para desenvolver um novo “Ground Combat Vehicle”.

A proposta de orçamento de US$ 30 bilhões da Força inclui US$ 21,3 bilhões no orçamento base de US$143,4 bilhões para o ano fiscal de 2011. Há também US$ 8,9 bilhões na requisição para as operações internacionais.

Cerca de US$ 6 bilhões serão usados para comprar 72 helicópteros UH-60 e HH-60 Black Hawk, 50 UH-72A Lakota, 40 CH-47 Chinook e 16 AH-64 Apache. O dinheiro inclui também os upgrades nas aeronaves atuais.

O US Army planeja criar mais duas brigadas de aviação de combate em 2014 e planeja também gastar US$ 5,5 bilhões na aquisição de 9.538 caminhões “Heavy Tactical Vehicle”, 2.959 “Medium Tactical Vehicle” e 83 veículos Stryker.

A Força também espera comprar 78 mísseis Patriot Advanced Capability, 26 UAVs MQ-1 Sky Warrior Extended Range Multipurpose Unmanned Aerial Systems e 2.592 Guided Multiple Launch Rocket System.

A proposta inclui US$ 8,9 bilhões para cobrir as operações no Iraque e Afeganistão, incluind US$989 milhões em recapitalização de fundos para manter os atuais Humvees.

A orçamento pagará pelos upgrades dos veículos Stryker, helicópteros OH-58D Kiowa Warrior e Apache, bem como a substituição de mísseis e munição gastas no Iraque e Afeganistão.

FONTE: ArmyTimes

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Orçamento recorde para a Defesa

vinheta-clipping-forteO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou ontem ao Congresso uma proposta de orçamento de US$ 3,8 trilhões para o ano fiscal de 2011, o que inclui um valor recorde de US$ 708 bilhões em gastos com a Defesa. Obama argumentou que seu plano irá produzir uma redução de longo prazo no atual déficit de US$ 1,6 trilhões do país.

O Orçamento pedido pela Casa Branca inclui US$ 33 bilhões em financiamento adicional para pagar pelas operações militares e de inteligência crescentes no Afeganistão e Paquistão e pela retirada parcial das forças dos EUA no Iraque.

Esse valor se soma aos US$ 129,6 bilhões já incluídos no ano fiscal atual, que termina em 30 de setembro.

O Orçamento base pedido pelo Pentágono, US$ 549 bilhões, já representa um aumento de US$ 18 bilhões em relação aos US$ 531 bilhões do último ano fiscal. O aumento cobrirá a continuação das reformas nas aquisições de Defesa e no desenvolvimento de um escudo contra mísseis balísticos, além do atendimento a soldados feridos.

O Orçamento também prevê o cancelamento de vários importantes programas de armas, incluindo o avião de transporte C-17 da Boeing, poupando US$ 2,5 bilhões.

Além disso, o Orçamento também cancela os planos para o desenvolvimento de um novo navio da Marinha, os planos para a substituição do avião de inteligência EP-3, também da Marinha, e suspende os trabalhos sobre um satélite de aviso antecipado de mísseis.

O Orçamento prevê ainda o adiamento para depois de 2015 da substituição de dois novos navios de comando e controle da Marinha, iniciativa que a Casa Branca diz que poderá economizar US$ 3,8 bilhões no plano quinquenal de Defesa do Pentágono. A Marinha tinha planejado comprar um navio de comando em 2012 e um segundo em 2014.

A aquisição de um novo veículo anfíbio que está sendo construído pela General Dynamics Corp. para os Fuzileiros Navais será adiada em um ano, poupando US$ 50 milhões no ano fiscal 2011 e reduzindo os riscos, ao permitir mais tempo para a realização de testes, sustenta a Casa Branca.

O Pentágono disse que também pretente reduzir em 17% até o final de 2001 seu uso de contratos de alto risco em áreas relacionadas a tempo, materiais e horas de mão-de-obra.

No Orçamento proposto, Obama ressalta o compromisso da administração com “uma defesa forte contra ameaças emergentes de mísseis”, dizendo que pagará pelo uso de interceptores cada vez mais eficazes baseados em terra e mar e para uma nova linha de sensores na Europa.

Ao todo, o Orçamento inclui US$ 112,8 bilhões de dólares para a aquisição de armas, um aumento em relação aos US$ 104,8 bilhões do ano fiscal 2010.

FONTE: Jornal do Brasil