US Army afghanistan

Segundo trabalho acadêmico de um major, o US Army não está bem preparado para combater no Afeganistão

vinheta-destaque-forteUma monografia feita por um major do Exército dos EUA levantou o debate sobre o fraco treinamento e equipamento dos soldados americanos no Afeganistão.

O trabalho, intitulado Increasing Small Arms Lethality in Afghanistan: Taking Back the Infantry Half Kilometer do major Thomas Ehrhart, publicado na Army School for Advanced Military Studies de Fort Leavenworth, diz que o US Army está mal treinado e mal equipado em suas linhas de frente para enfrentar as forças insurgentes do Afeganistão nas grandes distâncias de terreno montanhoso.

Segundo o trabalho de Ehrhart, é necessária a melhoria do fuzil M4, a possível substituição da arma básica do soldado e mudanças radicais no equipamento das tropas no Afeganistão, inclusive uma nova camuflagem no uniforme, que coincida com o terreno local.

Ehrhart escreveu que, apesar do fato de que 50% dos engajamentos do Exército no Afeganistão ocorrem com o inimigo atacando a 300m de distância ou mais, a maioria dos soldados é treinada para atirar com suas M4 com precisão no máximo a 200m e mais de 80% dos soldados da infantaria são equipados com armas que não tocam o inimigo além dessa distância.

Segundo o autor, o inimigo no Afeganistão engaja as forças dos EUA do alto, com armas de médio e grosso calibre, muitas vezes com morteiros, sabendo das restrições do equipamento americano e da inabilidade dos soldados sobrecarregados em manobrar em elevações que excedem 6.000 pés (2.000m).

As armas que podem engajar o inimigo no Afeganistão além de 200m representam apenas 19% do poder de fogo de uma companhia, diz o major, o que ele considera inaceitável.

Para ler o trabalho do major, clique aqui.

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O Exército da Dinamarca, pela primeira vez, enviará uma frota de 10 veículos BAE Systems Hägglunds CV9035 de infantaria ao Afeganistão.

Os veículos desdobrados apresentam diversos upgrades, incluindo a blindagem BAE Systems L-ROD, camuflagem Barracuda e modificações no software do sistema de computação do veículo para aumentar a prontidão no campo de batalha.

Somam-se ainda, energia extra para o sistema de contramedidas eletrônicas e uma câmera IR adicional para o motorista, cobrindo a parte traseira do veículo.

Uma companhia de infantaria motorizada do novo grupo de batalha da Dinamarca vai operar os CV9035 para servir com a ISAF (International Security Assistance Force). Os veículos vão operar ao lado dos M113G3 e Piranha IIIH, e um pelotão de Leopard 2A4.

Em 2008 a Dinamarca recebeu 45 CV9035 e o Exército quer mais 45 veículos.

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