Colômbia reage à prisão de supostos espiões

Venezuela acusa grupo de espionar substações de energia

vinheta-clipping-forteO presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, acusou nesta quarta-feira a Venezuela de violar os direitos humanos de oito colombianos detidos no país vizinho acusados de espionagem do setor elétrico.

A Venezuela diz que oito detidos tinham fotos de subestações de energia, sistemas de transmissão e estradas, e que alguns deles carregavam identidades do Exército colombiano. Uma autoridade da Colômbia afirmou que sete prisões foram realizadas.

As detenções ocorrem após meses de tensão entre Uribe, maior aliado dos Estados Unidos na América do Sul, e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, que enfrenta a pior crise energética dos últimos anos no país, o que pode dar impulso à oposição nas eleições legislativas em setembro.

Uribe disse que as prisões são injustificadas

“Isto se chama violação de direitos humanos. E o governo da Colômbia não pode permitir a violação dos direitos humanos contra seus cidadãos, vivam eles na Colômbia ou fora”, disse Uribe a jornalistas.

No mês passado, Chávez acusou “contrarrevolucionários” opositores de seu governo socialista de interromper cabos de energia para agravar a crise energética do país, que forçou sua administração a racionar energia na maior parte do país.

As detenções, que segundo autoridades venezuelanas foram realizadas por forças de segurança em dois Estados nas últimas duas semanas, podem piorar as relações entre Caracas e Bogotá na véspera de eleições presidenciais na Colômbia, em maio.

Os suspeitos estão sendo processados pelo sistema militar judiciário da Venezuela.

Nesta quarta-feira, a imprensa venezuelana disse que cinco dos suspeitos, incluindo Luis Carlos Cossio, de 52 anos, pertence a uma família colombiana que vive na pequena cidade venezuelana de Bairinitas há 17 anos e possui uma fábrica de sorvetes.

Durante uma reunião de governo transmitida pela TV na terça-feira à noite, Chávez disse que a fábrica era uma “fachada”, mas afirmou não estar acusando o governo colombiano ou o Exército de envolvimento no caso.

FONTE: Reuters

 

Cinquini no rapel

O professor Cinquini, um dos editores do ForTe, mostrando suas habilidades no Rapel.

FILMAGEM: Blackgolf, Oficina de Rapel por WKG Group

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Fernando Eichenberg

Opresidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deu mais um passo, ontem, em seu projeto de tornar obsoleta a imagem da mala com o código secreto que permite acionar o botão detonador de um ataque nuclear a uma nação inimiga, propagada em romances e filmes de espionagem. Pelo menos, no papel. A nova política de estratégia nuclear anunciada por seus secretários de Estado, Hillary Clinton, e de Defesa, Robert Gates, no Pentágono, limita o arsenal americano e restringe as possibilidades de seu uso em conflitos. As medidas do pacote definido como Revisão da Postura Nuclear (Nuclear Posture Review), de 72 páginas, estabelecem novos critérios estratégicos desde a Guerra Fria e divergem da doutrina dos precedentes governos de George W. Bush, pós-atentados de 11 de Setembro. As últimas alterações nas regras haviam sido feitas em 1994 e 2001.

Pela primeira vez, os EUA se comprometem a não usar suas ogivas contra países não dotados de armamento nuclear e signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), mesmo em caso de ataques com armas químicas e biológicas. Washington, no entanto, abre uma exceção para eventuais ataques a países que violarem as regras internacionais do TNP. No caso, estão na linha de mira as potenciais ameaças representadas por Irã e Coreia do Norte, dois países que têm se recusado a acatar os princípios do tratado e a vigilância da comunidade internacional em seus programas nucleares.

Anúncio decepciona os dois extremos

A nova política nuclear americana indica a mudança de foco em sua lista de principais possíveis inimigos, definida desde os tempos da Guerra Fria pela dissuasão nuclear entre EUA e União Soviética. Saem as potências nucleares tradicionais, como Rússia e China, e entram os grupos terroristas e os chamados “Estados fora da lei”, suspeitos de patrocinar e acobertar o terrorismo.

O anúncio decepcionou os dois grupos extremos: os que defendem a manutenção e reforço da opção bélica nuclear e, do outro lado, os que esperavam uma atitude mais radical de renúncia ao seu uso e seu arsenal. Alguns analistas colocam a iniciativa de Obama mais no campo da retórica do que da prática. Outros acreditam que aponta para uma real mudança de rota.

Segundo o professor Matthew Bunn, especialista em armamento nuclear da Universidade de Harvard e ex-conselheiro do Departamento de Estado para Política de Ciência e Tecnologia, Obama poderia ter “ido mais longe”. Mas, ele vê como positiva a sua Revisão da Postura Nuclear.

- É um primeiro passo para que os mísseis nucleares sejam colocados em um plano secundário na política internacional. Eles estão se tornando cada vez menos importantes. Hoje, nas conversas entre EUA e China se ouve muito mais a palavra “moeda” do que “mísseis nucleares”, o que há 40 anos era impensável – disse ele ao GLOBO.

Medida precede reunião de cúpula

O pacote nuclear americano determina ainda a suspensão do desenvolvimento de novas armas nucleares – uma prioridade dos anos George W. Bush -, e prevê novos investimentos (cerca de US$5 bilhões) para a extensão da vida útil do arsenal existente.

Depois de passar pela prova de fogo da aprovação da reforma da saúde, um dos pilares de sua campanha eleitoral, Obama mostra estar disposto a dar um novo impulso ao seu governo em seu segundo ano de mandato. O anúncio da Revisão da Postura Nuclear antecede em dois dias a assinatura, em Praga, do novo Tratado Estratégico de Redução de Armas (Start, na sigla em inglês), entre Estados Unidos e Rússia, e em uma semana a cúpula sobre não proliferação de armas nucleares (nos dias 12 e 13) , que reunirá em Washington mais de 40 chefes de Estado – entre eles, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

FONTE: O Globo, via resenha CCOMEx

 

S-300 de novo na mídia

A Rússia entregou mísseis antiaéreos S-300 à China, como parte de um contrato de US$ 2 bilhões, numa compra de 15 baterias.

A China, maior comprador de armas da Rússia, comprou cerca de 30 baterias S-300 desde o início dos anos 1990.

Irã continua querendo

O Irã continua a pressionar a Rússia para que esta não ceda às pressões do Ocidente para cancelar a venda dos S-300 encomendados. O sistema ajudaria a defender suas instalações nucleares de ataques aéreos dos EUA e de Israel.

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Javelin no sniper!

O vídeo da CNN mostra Marines lutando contra os Talibãs na Operation Moshtarak no Afeganistão.

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Parabéns ao general Leônidas pela excelente entevista à Globo News. Muitas frases marcantes, como essas: “O soldado é um cidadão de uniforme para o exercício cívico da violência, se você me perguntar se um soldado mata, eu vou ter que achar graça.”; “A guerra não tem nada de bonito, a não ser a vitória”.

FONTE: Globo News Dossiê

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M903 SLAP

M903 SLAP

O US Department of Defense (DoD) comprou recentemente três milhões de projéteis de 12.7mm (calibre ponto 50) da munição M903 SLAP (saboted light armor penetrator).

A SLAP é uma munição de penetração de tungstênio de 7.62mm, encapsulada numa munição de 12.7mm “sabot”. A munição é 50% mais veloz quando sai do cano e pode penetrar blindagens de 34mm a 500m de distância e 23mm a 1.200m.

Ela é muito útil para enfrentar veículos blindados e helicópteros, com maior poder de destruição e maior precisão.

A SLAP foi desenvolvida nos anos 1980 a pedido US Marine Corps, mas agora é usada também pelo US Army.

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