vinheta-clipping-forteEsta sexta-feira, 16, tinha tudo para ser um dia de comemoração para cinco famílias de recrutas, com a entrega da boina, um dos ritos mais tradicionais do Exército Brasileiro, e que sucede os exercícios de guerra de mesmo nome.

Mas a Operação Boina — quatro dias de intenso treinamento dentro da floresta –, como parte do serviço militar de um ano, não foi uma experiência gratificante para os soldados Mendes, Mateus, Bruno Lima, Alisson e Cleiton. Os cinco soldados do 7º Batalhão de Engenharia e Construção, o 7º BEC, entraram em convulsão, quando participavam dos últimos treinamentos, em uma área de mata do município de Senador Guiomard (25 quilômetros de Rio Branco), na tarde desta quinta-feira, 15.

Os recrutas foram levados para o Hospital Geral de Senador Guiomard, apresentando contrações involuntárias, febre e reações de instabilidade emocional. Os soldados faziam parte de uma tropa de 92 soldados que participavam do último dia de exercícios da Operação. Um deles, o mais estável, afirmou que tiveram que caminhar 12 quilômetros pela BR-317, em meio ao sol da tarde, o que pode ter causado insolação.

Eles deram entrada no hospital de Senador Guiomard por volta das 16 horas, e às 19 horas, os três foram encaminhados ao Hospital de Base de Rio Branco, em ambulância do Serviço Móvel de Urgência e de Emergência, o Samu. Segundo informou o capitão Júlio André, oficial de Comunicação do 7º BEC, a marcha é o último exercício da Operação e eles estavam retornando à base quando o incidente aconteceu.

“Trata-se de um período de instrução que eles passam no quartel, mas o calor extremo que fez em Rio Branco acabou causando isso”, afirmou o capitão. O modo como as vítimas foram conduzidas para o hospital gerou revolta em alguns funcionários do Hospital de Senador Guiomard. “Um deles foi trazido na “gravata” por um sargento moreno alto e que dispensou maca”, denunciou uma funcionária do hospital.

“Se houve alguma coisa desse tipo, cadê os nomes das pessoas que estão dizendo isso?”, perguntou o oficial da Comunicação, ao que prontamente a reportagem respondeu que mesmo que tivessem os nomes eles não seriam fornecidos.

“Se houve isso é preciso que alguém denuncie para que possamos puxar a orelha”, rebateu o representante do 7º BEC.

Na manhã desta sexta-feira, 16, as famílias dos soldados eram aguardadas no quartel para a entrega de suas boinas.

Corpo médico questiona tratamento dispensado pelo Exército

Quem viu os cinco soldados chegarem ao hospital pôde observar que além da instrução, os oficias e as praças mais graduadas costumam extrapolar as ações de subserviência ao Exército Brasileiro, para além dos campos de treinamentos. A impressão de quem estava no hospital é a de que a pressão psicológica combinada à exaustão física causou danos severos, em especial, a dois deles.

“Ta bom, ta bom (gritos e choro)”, gritava um deles, enquanto era contido por enfermeiros. O recruta se debatia dentro da ambulância e prosseguia: “tem que ter um final, tem que ter um final!”

Já dentro da ambulância, o recruta delirante gritava: “Eu tenho que terminar, eu tenho que terminar”, seguido de muito choro. Uma enfermeira chamada para auxiliar na imobilização do soldado responde: “Você já foi liberado”. “Não, eu na fui, não fui”, (mais choro).

Uma assistente de enfermagem chegou a chorar diante do que ela classificou de humilhação e desrespeito por parte do comando da operação. “Um sargento chegou com um desses rapazes na ‘gravata’. Ele o pegou pelo pescoço e o arrastou lá para dentro”, narra.

“Ofereci uma maca, mas o cara, que eu acho que é um sargento, me disse: não, não precisa de maca coisa nenhuma”. Segundo o médico Lúcio Fernandes de Souza, os cinco recrutas chegaram apresentando sinais de desidratação. Mas dois deles estavam estáveis.

“Pelo que vemos preliminarmente é que eles estão desidratados e apresentam distúrbios neurológicos graves. Não sei até que ponto isso pode ser reversível”. O médico acompanhou a remoção dos recrutas para Rio Branco.

FONTE: Gazeta.net

COLABOROU: João Henrique

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Editor da Revista Forças de Defesa

107 Responses to “Cinco soldados do 7º BEC passam mal após treinamento” Subscribe

  1. Fabio 16 de abril de 2010 at 19:23 #

    ok ok ok

    Nova doutrina de treinamento militar brasileiro

    - Período Básico = big mec, regado a coca-cola
    - Período de Qualificação = churrasco e computador
    - Período de Adestramento = jogar Play 2 ou 3

    Assim ninguém passa mal, ninguém chora e todos os papais ficam felizes

    (ironia mode on)

    Para quem não acompanha o dia a dia num quartel de tropa, aqui vão alguma explicações:

    - 98% dos recrutas são voluntários;
    - o período básico, como o nome diz, busca transformar o civil num combatente básico;
    - nunca o EB foi tão profissional como é hoje;

    o grande problema são as pessoas, por desconhecimento, que acham que o treinamento militar tem que ser igual a um acampamento de escoteiro.

  2. Leandro 16 de abril de 2010 at 19:36 #

    Venhamos e convenhamos, treinamento é uma coisa e extrapolar é outra! Passei por recrutamento e servi por 4 anos, SEI que ALGUNS oficiais e sargentos do exército as vezes ultrapassam um pouquinho os limites…
    Mas isso não é motivo de maneira alguma para denegrir a condução dos exercícios militares por parte da doutrina militar do Exército Brasileiro.

  3. Marcelo Tadeu 16 de abril de 2010 at 20:05 #

    Concordo com vc Leandro. Treinamento, marcha, preparo físico, tudo é necessário, mas, tudo tem limites, não precisa matar ninguém, não é assim que se forja um caráter. Também servi na BAGL, Base Aérea do Galeão, e uma vez, um sargento que notou que eu não estava conseguindo fazer um exercício, me deu um soco nas costas. Comuniquei o fato ao seu superior e diante de mim, ele foi reeprendido, chegou a pedir desculpas pois, sentiu que exagerou. A vida militar contém riscos, faz parte do trabalho, você mexe com armamento pesado, potente, viaturas blindadas, aviões, embarcações de combate, não precisa causar sofrimento e danos a uma pessoa só porque ela escolheu este caminho, a não ser que o cara esteja em um curso de Comandos, aí tem que haver pressão mesmo, pois este cidadão vai ter que usar isto em suas missões especiais, mas recrutas, o cara vai ficar um ano e sair.

  4. Eduardo Infante 16 de abril de 2010 at 20:20 #

    Pensamento medíocre, Marcel. O Período Básico é difícil, é onde se leva o elemento ao seu extremo, para então poder conhecer como ele se comportará, se vai cair chorando e chamar a mãe, ou se vai até onde aguentar. Eu mesmo tive dificuldades durante este período, que me fizeram amadurecer e saber que poderia fazercoisas que eu achava que não podia… Neste caso em especial, pode ter existido a situação de que, como visto em muitos momentos, 1 caindo, os outrso caem tbém, porque não vão se “ferrar” sozinhos… Assim como os atos de heroismo, quando todos estão apavorados (acontece) e um elemento se comporta da maneira como devia, e os outros o seguem… Só mais uma coisa, falam de oficiais e sargentos, mas eu tinha que ficar de olho é nos soldados e cabos do núcleo base… Esses sim, eram pancadas… Vamos dar nomes aos bois. Assim como conheci tenentes e capitães que eram duro de aguentar… Valeu, é isso mesmo. Por hora fico por aqui mesmo.

  5. Skill 16 de abril de 2010 at 21:14 #

    Servi por 9 anos no 6 Batalhao de Infantaria Aeromovel.
    Peguei a transição da Força;

    Vou dizer o que eu acho:

    O Exercito tem um modo completemente equivocado de treinar os recrutas.
    Como afirmado acima, não vai ser chicote, sol e sede que vai fazer o recutra ser um bom soldado.

    Alias…bom soldado é o PROFISSIONAL…não o recruta.

    Então o Exercito se quer tratar e treinar o recruta como SEALS deve pagar um bom salario (pelo menos).

    O fato da maioria ser VOLUNTARIO é devido as propagandas enganosas do EB…basta ver na TV as chamadas e a criançada baba. No final o que dá é nisto…oficiais e graduados achando que a molecada que esta ali é para o descontar alguma frustação.

    Acho queo EB, deveria tratar os recrutas pelo menos com uma nova abordagem;

    Primeiro ano de treinamento: trata-los com Big Mc e Coca Cola…e faze-los a aprender a atirar com um fuzil.

    Caso eles se INTERESSEM pela vida militar, e queiram ficar mais alguns anos, então ae sim…uma Treinamento mais pesado…para forjar mesmo!!!

    Espero que os pais destes rapazes acionem a Justiça e mostrem tecnicamente o quanto o EB tem a melhorar em relação a treinamento e tratamento dispensado aos seus cidadões.

  6. Vitor 16 de abril de 2010 at 21:26 #

    Parabéns aos soldados que mesmo em maca e desespero queriam terminar o treinamento. Mas há limites para o ser humano e cada um tem o seu. As vezes eles se alimentaram pior que os outros colegas que conseguiram terminar o treinamento.

  7. Cláudio 16 de abril de 2010 at 21:27 #

    O Treinamento tem que ser puxado ao extremo, mas tudo tem limites, até mesmo porque em uma eventual guerra iremos resolver tudo com a pressão dos dedos polegar, indicador, médio, anular e mínimo “sobre botões”.

    Lei 8.429/1992: art. 11, inciso I:

    “caput”- Constitui ato de Improbidade administrativa que atenta contra princípios da administração pública……

    Inciso I- praticar ato visando fim proíbido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto na regra de competência.

    Capítulo III- DAS PENAS

    Art. 12 “caput”- Independentemente das sanções penais, civis e administrativas, previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações:

    Inciso III- na hipóstese do art. 11, ……..perda da função pública……..

  8. Ulisses 16 de abril de 2010 at 21:27 #

    Skill, foi perfeito! Durante anos dei treinamento sobre acidentes com animais peçonhentos para o exercito e pude assistir abusos provocados principalmente por suboficiais cabos temporários e assistido calado por oficiais CPOR!
    Me parecia que estavam descarregando seus complexos, os suboficiais por que tinham prazo de vencimento e os oficiais por que foram obrigados a servir após a faculdade. Não é por aí que se faz uma tropa!

  9. H.Campos 16 de abril de 2010 at 21:50 #

    Nosso que moleza!,no curso de caatinga no 71bimtz(FAR),no tempo de EV ,macha de 12km ,eu fazia da minha casa até o quartel,todos dias.

  10. Ordones 16 de abril de 2010 at 22:23 #

    O que está em questão é como foi tratado os recrutas depois, ao ser conduzidos ao hospital. Todos sabemos que o treinamento é extasiante, cada um tem um limite e é esse limite que vai definir até onde pode chegar o homem (soldado).

  11. Galileu 16 de abril de 2010 at 23:01 #

    Como alguns daqui, Fui militar tambem.
    Servi na Cavalaria, era Cb fiz o curso de formação de Sgt, mais pulei fora antes de empossar a patente.

    Minha unidade tinha algumas peculiaridades, talvez por ser da Cavalaria parte nobre do EB epor ser uma unidade pequena, o dinheiro não faltava, pelo menos para o treinamento, a ponto de um ten. recem chegado da AMAN se espantar pois alguns treinamentos que ele imaginava só haver na AMAN devido ao custo, tambem eram aplicados na minha unidade, segundo suas palavras.

    De todos treinamentos que tive e depois de todas instruções que apliquei ou apoiei, posso dizer com certeza que:

    O EB tem um grave método de ensino ou treinamento, não leva em conta as limitações da pessoa, a ponto de desrespeitar lei civil/militar e sempre são acobertados pelos seus superiores.

    Vou dar um exemplo, o militar passa mal no treinamento, o superior que está aplicando, não dá a mínima, trata o mal estar do militar como se fosse incenação. (Isso é crime de negligência).

    Quando a gente vê na TV que militar morreu num treinamento e tal, pode ter certeza o militar passou mal e seu superior só se importou quando o rapaz perdeu pulso, teve ataque cárdiaco, colvulção e etc….

    Infelizmente a gente sonha em ver um EB forte, mas o buraco é mais embaixo, o treinamento e tudo a respeito dele deve ser revisto. Eu sei que antigamente era pior, que antes tinha até agressão física, mas o mundo muda e as Forças precisam se adaptar as mudanças.

    Eu penso o seguinte, é inadimissível perder um militar num treinamento.

  12. Fabio 16 de abril de 2010 at 23:06 #

    skill

    9 anos? no exército?

    só com raras, mas põem raras exceções alguem consegue ficar 9 anos, pois é praticamente impossível militares temporários ficarem tanto tempo assim! mas se vc diz…

    e se ficou 9 anos…e fala em propaganda enganosa…e fala em treinamento equivocado…e reclama do salário…e reclama…e reclama

    OU ERA UM MILITAR MEDIOCRE QUE NÃO SAIU DA FORÇA ATÉ O LIMITE DO TEMPO POR NÃO TER OQ FAZER DA VIDA OU NÃO CONSEGUIU PASSAR EM NENHUM CONCURO PARA ESCOLAS MILITARES E TEM UM RECALQUEZINHO…

    aqueles que não conhecem como funciona o serviço militar obrigatório deveriam procurar um quartel qualquer e passar um ou dois dias acompanhando a rotina antes de querer dar alguma opinião sem conhecimento de causa…

    quanto ao salário…ele atualmente é alto até demais para cabos/soldados do EP (efetivo profissional) e mesmo para soldados do EV (efetivo variavel)…um cabo do EP hoje ganha por volta de 1.100,00 reais, um recruta quase 500,00 reais…

    qual profissão paga isso para alguem que pode ter apenas o ensino fundamental? sem nenhum curso profissionalizante?

    quanto ao treinamento aos soldados, é feito o MÍNIMO de modo que se obtenha soldados com o mínimo de disciplina/tenacidade/coragem

    pode ter acontecido algum excesso?…bom isso só com uma sindicancia para apurar, pois em 99% dos casos é feito só o previsto na instrução, mas os jovens de 18 anos de hoje estão menos rusticos que os de 10anos atrás, simplesmente pq o modo de vida como um todo mudou…

  13. Fabio 16 de abril de 2010 at 23:17 #

    haaaaa

    antes que continuem dando opiniões equivocadas…

    tive a oportunidade de conhecer escolas de treinamentos ou tive contato com militares de outras nações (inclusive europa e eua)

    e tudo é muito semelhante…a estrutura ocidental é semelhante…o que varia é que existem paises com forças militares 100% profissionais e outros com apenas 40% ou 50% de profissionais…

    e para “espanto” de todos…as forças que me causaram maior espanto NEGATIVO foram as russas…

    impressionante…

  14. Meia Dúzia 16 de abril de 2010 at 23:25 #

    Matéria sensacionalista. Falta do que noticiar dá nisso. A matéria começa dizendo que 05 soldados entraram em crise convulsiva durante um exercício, sendo que apresentavam apenas contrações involuntárias, nada mais do que cãibra. O Soldado querer continuar com seus companheiros para concluir o exercício e dizer que ainda não acabou, isso é delirar?

    Agora, comentar que a instrução, como qualquer outra no EB, tinha um Plano de Segurança, um Plano de Gerenciamento de Risco – e que funcionaram eficazmente, sinal do atendimento médico realizado a tempo – isso ninguém comenta. Drama pastelão mesmo.

  15. Militarativa 16 de abril de 2010 at 23:26 #

    Desculpe, mas não posso me calar
    Sou Militar da ativa (oficial de carreira) fiz 5 anos de escola ( internato) e não sou “escroto” fisicamente nem fui, a maioria dos soldados dos quarteis tem melhores condições fisicas do q eu tive, e passam por um perodo básico de 1 mes e meio sendo so de 15 dias de internato saindo as vz no final de semana qq of, sgt e cb passou por isso e muito mas.
    - Os ex do periodo básico foram criados após estudos e pesquisas e muitas vz balizadas por experiencias do militar o qual não estrapola as capacidades de uma pessoa normal, mulheres recentemente concluiram o curso de paraquedismo (eu vi rsss) elas conseguiram e com muito louvar.
    - uma marcha de 12 km ????? tudo bem que é no final do Ex mas convenhamos tem q ta muito mal fisicamente, pular carnaval cheio de cana com muito peso nas costas (mulher) durante 4 dias e noites sem dormir ninguem reclama????
    - já formei 6 turmas do periodo básico e no final era uma marcha de 24 km de baixo de chuva sol trilha morro frio de tudo… e no final que baixava era sempre os mesmos, com exessão é claro de acidentes (torções), normalmente fraturas. Já vi sd com o pé torcido completar a marcha de 24 km, com a ajuda do pel – Periodo Básico

    SEALS rsssss- o CFST é uma marcha de 48 km após um Ex de longa duração e intencidade armado e equipado e levando armamento coletivo – não é SEALs rssss.
    - existem exaxeros? sim. Falta de profissionalismo de alguns ? sim, mas o EB ESTA MELHORANDO E MUITO MELHOR QUE MUITAS OUTRAS INSTITUIÇÕES. O QUE PRECISA MUDAR É A SOCIEDADE O PS2 E 3 E FRACA.
    - alguem conhece como é o treinamento nos marines USA?? pesquisem, por isto e OUTRAS, eles são os melhores

    Grato e desculpe

  16. Danilo 16 de abril de 2010 at 23:48 #

    Como sempre a historia tem 3 versões, a dos que sofreram a agressão, a dos que praticaram a agressão e a verdadeira história que conta como os fatos se deram mas esta versão nunca saberemos, pois cada um ira defender sempre o seu lado e não a verdade.

  17. carlos 17 de abril de 2010 at 0:04 #

    Fui recruta( Soldado EV) em 2008 no 3º BCOM em Porto Alegre. Quando alguém passava mal era levado muito a sério o problema, o treinamento era forte mas sempre executado com muita responsabilidade!!!

  18. angelo 17 de abril de 2010 at 0:07 #

    Sr. Fábio, excelente comentário. Apenas uma correção: Cb do EP: R$ 1.400,00, Sd do EP: R$ 1.186,00, meu filho está a 3 anos lá. Quanto ao treinamento, só para dar exemplo: Em 1983, Infantaria do EB: treinamento com inúmeras marchas, treinamento físico intenso, exercícios militares no verão e na geada do inverno (-2º C); Treinamento em 1985, CFSd da PM do RS, marcha de 25 Km, curso com internato de 8 meses, treinamento de campo com táticas de combate e guerra irregular, trincheiras, etc. Tudo isso com fuzil Mauser, mod. 1908 e FMZB com bipé. Bons tempos. Eramos 72, e todos concluíram o Curso. Hoje a atual geração está muito mole realmente. Todos são coitadinhos e a grande maioria almeja ser sustentado pelos pais até 30 anos de idade. Reflexos de um tempo.

  19. OTV 17 de abril de 2010 at 0:44 #

    O EB como qualquer força, e em todo o mundo, como em toda a empresa, trata as pessoas de forma genérica baseado nos indíces médios da população.
    Como foi dito, cada um tem seu limite, e para o EB interessa quem tem mais limites. Como para um Hosp interessa quem tenha mais conhecimento em assuntos de saúde .
    Uma coisa que poderia ser feita, e não sei se é assim; ter um exame médico-físico mais apurado, e sabendo os indíces de cada pessoa, podera se ter uma ideia básica de quanto esforço é necessário para se chegar ao nível exigido por tal unidade (por exemplo nos paraquedistas do EB são indíces elevadíssimos, já para quem vai trabalhar como “boy” em uma QG de RM, já não se exige muito) logo, já no recrutamento se poderia distribuir o efetivo de acordo com suas condições.
    Assim se evitam estas cenas, que por bem ou por mal, mancham a imagem do EB, e deixam traumatizados pessoas que poderiam contribuir com excelentes trabalhos específicos dentro das FFAA .
    A guerra moderna exige muito do físico, mas exige muito mais do intelécto, devido ao grau de complexidade das novas tecnologias a serem operadas.
    E não critiquem os que gostam de jogas de computador, lembrem-se das UAVs, e daqui a pouco teremos é caças operado a distância, e não é difícil imaginar um nerd sendo um “Ás” da aviação.
    O EB é muito grande, complexo, existe espaço para todos, ta na hora de começa (se é que já não é feito assim) e otimizar estes recurso humanos.

  20. João Henrique 17 de abril de 2010 at 2:31 #

    Obrigado por terem colocado a noticia! rss, sim, a matéria é bastante sensacionalista, porém os soldados realmente deliraram, aqui está o video com as imagens para tirarem suas conclusões de uma forma melhor, se ainda não viram o video. http://www.youtube.com/watch?v=hkcrVT0Q0iM Abraços!

  21. Skill 17 de abril de 2010 at 7:26 #

    Fabio, querido!

    Estive sim no EB por todo este tempo…sim estive!
    Mas nao tenho que provar nada certo?

    Minha impressão sobre o Tratamento queo EB dispensa aos recrutas é isto mesmo!
    Sobre salário ja diz tudo…o EB pega molecada paga 600,00 e acha que esta fazendo um favor.

    Como disse qd o recruta se interessar em ser profissinal ae sim o chicote pode estalar (e olha lá).

    Não tenho nenhum problema pscicologico sobre o fato de ter deixado as fileiras do EB. Nem fisico e olha que ralei ..hehe tanto em treinamento como missões reais.

    Então minha opinião tem base…pois EU estive lá. E não foi por 1 ano.

    O EB de fato tem que reformular seu treinamento para os recrutas. Não adianta treinar recrutas “para Rambo” para depois de 10 meses dispensa-lo e jamais chama-lo para relembrar tecnicas e taticas.

    Vou mais longe:
    Acima descrevi meu ponto de vista de como o EB deveria treinar seus cidadãos. Agora vou falar que o EB deveria ter um plano de treinamento APOS o serviço Militar.

  22. Skill 17 de abril de 2010 at 7:30 #

    Alias..só para complementar para se ter uma ideia de como o EB esta equivocado:

    Soldados e Cabos que se formam em COMANDOS são dispensados! Sequer há um programa de acompanhamento destes soldados!

    Isto mesmo! Anos de treinamento e especialização ( e isto não pode ser um curso técnico?)
    Não poderia ser reconhecido pelo MEC? Ajuda quando der baixa e procurar emprego….

  23. @MauroVS 17 de abril de 2010 at 8:03 #

    É assim mesmo. Isso acontece na maioria dos treinamentos, fadiga, ferimentos, contusões e manifestação de epilepsia por esgotamento físico.

  24. Patriota 17 de abril de 2010 at 8:20 #

    Isso foi um erro gravissimo !
    Tudo bem o treinamento tem que ser puxado( respeitando as limitações de um ser humano) , mas os
    recrutas deveriam ter recebido tratamento medico adequado.

    “nunca o EB foi tão profissional como é hoje”

    MENTIRA quem conhece aquela instituição sabe que a maioria dos oficiais que coordenam estes treinamentos não tem formação adequada para isto
    (conhecem os exercicios mas desconhecem os efeitos que podem ter sobre o ser humano quando executados de maneira inadequada ).

    Neste ponto a MB dá show nas demais forças , lá o treinamento é muito puxado , porem quando acidentes ocorrem os oficiais costumam agir com grande profissionalismo ( marca da influencia norte americana e inglesa na doutrina da MB) .

  25. Skill 17 de abril de 2010 at 9:29 #

    Patriota disse:

    “Neste ponto a MB dá show nas demais forças , lá o treinamento é muito puxado , porem quando acidentes ocorrem os oficiais costumam agir com grande profissionalismo ( marca da influencia norte americana e inglesa na doutrina da MB) ”

    Ja tive contato e tenho com alguns da Marinha….e dizem que a Marinha tem realmente um padrão muito bom no que diz respeito a treinamento.

    A FAB eu também acho que tem algo a ensinar ao EB de como tratar um recruta…

    Mas olhem só…a comparação:
    Marinha e FAB trabalham com alta tecnologia…heheheh…já o EB…

  26. Alex Nogueira 17 de abril de 2010 at 9:50 #

    É totalmente desnecessário atitudes como estas com pessoas que não estão se sentindo bem, não é só por que é um soldado que não se pode passar mal e se sentir mal, por mais que se treine fisico e psicologicamente ninguém vai virar um “super homem”. Ponto negativo para o exército. O exército precisa treinar seus soldados para trazer a paz, não para tentar criar monstros.

  27. Alex Nogueira 17 de abril de 2010 at 9:53 #

    E outro, de que adianta o exército querer matar ou deixar terrivelmente avariada a mente de seus soldados? Para quem não sabe, RAMBO é uma obra de ficção….. O exército precisa ter seu treinamento revisto seriamente, já tá parecendo trote de faculdade, que todo ano os alunos “veteranos” querem descontar nos “bichos” os abusos que sofreram…

  28. Radical Nato 17 de abril de 2010 at 10:33 #

    A imagem que ficou pra mim é a seguinte: qual o cidadão que pegaria em armas para defender um país que o trata desse jeito?

  29. Skill 17 de abril de 2010 at 10:50 #

    Radical Nato disse:
    “A imagem que ficou pra mim é a seguinte: qual o cidadão que pegaria em armas para defender um país que o trata desse jeito?”

    Pois é Radical Nato..ae tem fazer igual a alguns paises..(Argentina nas Malvinas..Iraque…Ira..etc)..
    Fuzilar aqueles que permaneceram (digo aos recrutas) durante algum período na caserna perceberam que não foram tratados com dignidade e respeito que uma instituição deveria dispensar aos seus queridos cidadaos.

    Ae quando vem um conflito ou até mesmo na falta dele (fartamente comentado por especialistas) estes mesmos cidadãos que a Instituição não conseguiu incorporar o espírito de Nacionalidade devido ao comportamento de alguns oficiais e praças acobertado pelo Comando causam mais problemas do que resolvem.

  30. Fabio 17 de abril de 2010 at 10:58 #

    Skill, Alex Nogueira, Patriota

    Em princípio vcs estiveram “de um lado” do apito…eu estive/estou do “outro lado do apito”…

    Vamos a mais explicações:

    - Em linhas gerais os cb/sd no exército são apenas executantes, realizam trabalhos específicos e simples.

    - A tarefa de planejamento/controle/fiscalização é realizada pelos Of/Sgt formados de uma maneira muito mais completa (mesmo os of/sgt temporários que ficam até 7 anos)

    - Existem cb/sd do efetivo variavel que servem um ano no serviço militar obrigatório

    - Existem cb/sd do efetivo profissional que servem até 7 anos

    - Antes de criticarem o sistema, não esqueçam que era mais ou menos assim o sistema alemão antes da segunda grande guerra, com o foco total em of/sgt, pois o objetivo era deixar formado quem iria formar os cb/sd em caso de necessidade.

    - O ideal e o que todo Of/Sgt gostariam era de ter um EB com 80% de efetivo profissional, mas ai entramos na lei do serviço militar e em questões de custos que cabe ao ministério da defesa decidir.

    - A formação do recruta (efetivo variavel) é a mais simples possível, simples até demais! e o unico momento onde existe um desgaste físico um pouco mais acentuado é no período básico, cujo objetivo é realmente forjar um mínimo esse ex-civil.

    - As atividades são muito simples, basicamente resume-se a execução com um mínimo de intelecto, mas é necessário algum preparo físico.

    - O que acontece é que atualmente o padrão físico do jovem como um todo “regrediu”, é uma característica da sociedade brasileira. Ao ponto que depois de 8 semanas de treinamento físico/instruções terem jovens que ainda não conseguem fazer 6 barras ou correr 2600m em 12 minutos.

    - Isso tudo se reflete no campo da instrução individual, onde um tarefa igualmente simples, como fazer uma marcha de 12km, com fuzil e mochila, seja uma “dificuldade” para alguns recrutas.

    - E tudo que é realizado esta previsto, todo treinamento individual básico é igual em todo EB, pois existem objetivos mínimos que o soldado tem que atingir.

    - Ja aconteceram denuncias de abusos e maus tratos? sim, mas depois de apurados em sindicancia 98% a 99% dos casos se resumem a simples fadigas físicas.

    - Como já disse, antes de questionar estrutura, maneira de trabalhar é importante conhecer! visitar um quartel e entender como funciona.

    - Apenas olhem com “olhos” de planejador, pensem “macro” visando os objetivos da formação de um soldado e não com “olhos” de executor pensando “micro”.

  31. Skill 17 de abril de 2010 at 11:13 #

    Fabio…

    Tudo pode ser melhorado!

    Como vc mesmo afirma o brasileiro e sua cultura (seja alimentar, social, etc…) mudou.

    O que torna possível (pensando Macro) mudar algumas filosofia da 2GG.

    Se pensarmos somente macro deixaremos passar observações que ferem e podem colocar por agua abaixo uma Instituição como o EB.
    Alguém (capelão, oficial de RH, S3…sei lá) tem que olhar o “micro”.

    Acredito que se não pensarem sob todos os aspectos haverá brechas para interpretações errôneas a respeito do EB.

    E reafirmo: recruta tem que ser tratado a pão-de-ló (pensando micro).

    Dizer que o meios justificam o resultado (pensando macro) acredito que seja um equivoco…principalmente em se tratando de nosso cidadãos!

  32. Carlos Goes 17 de abril de 2010 at 12:22 #

    Em uma hipotetica guerra, quem queremos em nosso exercito, pirralhos mimados que não aguentam ouvir um não, ou soldados realmente preparados??

    Estes incidentes sempre irão acontecer, aqui e em qualquer parte do mundo. O que não podemos é deixar que isso vire bode expiatório para frustrados que não aguentaram e querem descontar no EB.

    Por mais tecnológico que seja a guerra, com UAV’s e tal, sempre serão os infantes a peça principal dos combates, e cada vez mais estes irão levar maior volume de carga para o combate.

    Mesmo os que não irão ficar e se tornarem profissionais, devem ter o mesmo treinamento, já que estes precisando, também irão para o combate.

  33. mário 17 de abril de 2010 at 12:24 #

    Vamos lá,…
    Serviço Militar Obrigatório! Em tese, o nome, felizmente não condiz com a realidade! Nas mais diversas regiões do país, fileiras e mais fileiras de jovens buscam servir. Entre eles, rapazes que, como um extrato da sociedade, buscam por diversos objetivos. Uns, uma fonte de renda, outros, desafios, outros mais, sonho e experiências vividas por seus pais. Assim, hoje temos, no serviço militar obrigatório, uma porcentagem altíssima de voluntariado.
    Abusos e barbaridades: vi um soldado do exército que, em um momento de limite, cedeu ao corpo! Uma equipe montada para conduzir esses jovens nessa semana boina,..será que ele foram avisados pelo soldado que estava mal? conversei com um dos soldados, não esses que foram acometidos, e ele me falou que tiveram água, tiveram comida….que tiveram kit para a sobrevivência caça…e que todos tinham livre acesso ao médico que permaneceu lá em todos os dias, horas e minutos da atividade…
    O soldado estar no hospital pra quem pensa um pouco, já foi, o primeiro sinal de preocupação dos militares…entre outros que não sabemos…sou irmão de um militar e tenho essas informações dele…todos receberam água e reidrate. Todos, antes de sairem pra caminhada, comeram e beberam….barbaridades? mau trato? ou a chegada de limite de um militar que, por não informar aos outros, extrapolou no seu físico? e isso é mérito do soldado que buscou a todo custo concluir o campo; gritos de horror?o que vi na reportagem foi o soldado querendo voltar,…coisa que não retrata mal trato ou coisa do tipo. Acho que a imprensa que transmitiu isso foi sensacionalista e por não ter nada de diferente pra mostrar, mostrou e deturpou uma imagem. Será que ali estava um soldado mal tratado e que passou por uma barbárie ou um soldado que buscou conquistar o seu objetivo junto com os demais? podendo até ter escondido o seu estado de disposição pra não ser evacuado em tempo de ter tido o problema que todos vimos? a imagem de um derrotado farrapo de gente, ou a imagem de um soldado do EB que busca atingir o seu limite pra um dia, Deus queira que nunca aconteça, defender os que hoje jogam pedra no exército???? Que Deus nos proteja pra que nunca precisemos ter uma guerra! mas se tiver, o que vai conquistar a vitória não SOMENTE tecnologia e o botão, mas a persistência de bravos soldados que, diante das dificuldades, não recuam e dão o seu máximo para conquistar o que querem. Pessoas que postaram mensagens aqui falando o contrário, os respeito e as suas opiniões,…entretanto, acho que devemos ter discernimento pra vermos qualquer cosia e avaliarmos todas as possibilidades. A que acredito é essa que expus! Vamos ver como o exército vai se pronunciar e agir diante disso tudo! se calarem e aceitarem isso como verdade, voltarei aqui e calarei, concordando com tudo o que os outros falaram, porém, se o contrário acontecer, ficarei muito satisfeito em saber que os nossos soldados são capazes de tudo, e abrir mão de tudo para nos defender um dia, quando for necessário, independente das suas condições! Que Deus nos abençoe a todos!

  34. Carlos Goes 17 de abril de 2010 at 12:25 #

    E realmente, concordo com alguns de aqui, nossos jovens de hoje não são nem 20% do que já foram.

    Sou chefe de tropa escoteira, e trabalho muito com jovens. Para muitos, falta vontade, disciplina, inteligencia. Estes serão os nossos soldados do futuro, jovens sem o mínimo de condições de realmente prestar um serviço militar descente.

  35. Carlos Goes 17 de abril de 2010 at 12:27 #

    Skill,

    Se o EB tiver de ficar analisando o micro, então vai virar um clube de férias.

  36. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2010 at 13:22 #

    Fábio,

    Vc esqueceu que a “farta” alimentação que o EB fornece também contrubui para o aprimoramento físico. Fazer um cara marcahr sob sol 25 km dando feijão aguado, arroz duro e salsichão… francamente, ou vc é um desses oficiais recalcados, ou sei lá… Treinamento puxado deve existir, o cara vai pra guerra… mas é um ser humano, pode passar mal, eu só queria um atendimento digno

  37. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2010 at 13:24 #

    E O SERVIÇO MILITAR NÃO É VOLUNTÁRIO NÃO…. É OBRIGATÓRIO… TÁ????

  38. marta 17 de abril de 2010 at 13:31 #

    Espero que um dia, esses “covardes” que hoje estão no exército, nunca precisem defender os heróis que, sentados em suas poltronas na frente da TV, vão receber notícias de mortes de cidadãos formados para defendê-los!

  39. mário 17 de abril de 2010 at 13:52 #

    Já como tiraram o meu comentário, ai vai ele de novo:
    Vamos lá,…
    Serviço Militar Obrigatório! Em tese, o nome, felizmente não condiz com a realidade! Nas mais diversas regiões do país, fileiras e mais fileiras de jovens buscam servir. Entre eles, rapazes que, como um extrato da sociedade, buscam por diversos objetivos. Uns, uma fonte de renda, outros, desafios, outros mais, sonho e experiências vividas por seus pais. Assim, hoje temos, no serviço militar obrigatório, uma porcentagem altíssima de voluntariado.
    Abusos e barbaridades: vi um soldado do exército que, em um momento de limite, cedeu ao corpo! Uma equipe montada para conduzir esses jovens nessa semana boina,..será que ele foram avisados pelo soldado que estava mal? conversei com um dos soldados, não esses que foram acometidos, e ele me falou que tiveram água, tiveram comida….que tiveram kit para a sobrevivência caça…e que todos tinham livre acesso ao médico que permaneceu lá em todos os dias, horas e minutos da atividade…
    O soldado estar no hospital pra quem pensa um pouco, já foi, o primeiro sinal de preocupação dos militares…entre outros que não sabemos…sou irmão de um militar e tenho essas informações dele…todos receberam água e reidrate. Todos, antes de sairem pra caminhada, comeram e beberam….barbaridades? mau trato? ou a chegada de limite de um militar que, por não informar aos outros, extrapolou no seu físico? e isso é mérito do soldado que buscou a todo custo concluir o campo; gritos de horror?o que vi na reportagem foi o soldado querendo voltar,…coisa que não retrata mal trato ou coisa do tipo. Acho que a imprensa que transmitiu isso foi sensacionalista e por não ter nada de diferente pra mostrar, mostrou e deturpou uma imagem. Será que ali estava um soldado mal tratado e que passou por uma barbárie ou um soldado que buscou conquistar o seu objetivo junto com os demais? podendo até ter escondido o seu estado de disposição pra não ser evacuado em tempo de ter tido o problema que todos vimos? a imagem de um derrotado farrapo de gente, ou a imagem de um soldado do EB que busca atingir o seu limite pra um dia, Deus queira que nunca aconteça, defender os que hoje jogam pedra no exército???? Que Deus nos proteja pra que nunca precisemos ter uma guerra! mas se tiver, o que vai conquistar a vitória não SOMENTE tecnologia e o botão, mas a persistência de bravos soldados que, diante das dificuldades, não recuam e dão o seu máximo para conquistar o que querem. Pessoas que postaram mensagens aqui falando o contrário, os respeito e as suas opiniões,…entretanto, acho que devemos ter discernimento pra vermos qualquer cosia e avaliarmos todas as possibilidades. A que acredito é essa que expus! Vamos ver como o exército vai se pronunciar e agir diante disso tudo! se calarem e aceitarem isso como verdade, voltarei aqui e calarei, concordando com tudo o que os outros falaram, porém, se o contrário acontecer, ficarei muito satisfeito em saber que os nossos soldados são capazes de tudo, e abrir mão de tudo para nos defender um dia, quando for necessário, independente das suas condições! Que Deus nos abençoe a todos!

  40. augusto 17 de abril de 2010 at 13:56 #

    Pelo que sei,é lei sim. Infelizmente, uma minoria dos brasileiros precisa ter uma lei dessa criada por olavo bilac pra trazer os covardes pra dentro das forças armadas,…patriotismo,…ahnnn…só em copa do mundo!!!…e quando ganha!

  41. mario 17 de abril de 2010 at 14:07 #

    mandei uma mensagem a pouco e retiraram minha mensagem. Ao mandar novamente, acusou erro, dizendo que eu já tinha dito a mensagem. Porque o responsável pelo site, seu guilherme poggio não permite que todos os comentários postados? Guilehrme poggio, reponsável pela por essa página?

  42. mario 17 de abril de 2010 at 14:09 #

    porque que o Sr Guilherme Poggio, não exibe todos os comentários postados ?

    NOTA DO EDITOR: PORQUE ELES FICAM PRESOS NA CAIXA DE MENSAGENS ATÉ QUE UM DOS MODERADORES LIBERE

  43. mario 17 de abril de 2010 at 14:09 #

    estão escolhendo o que vai e o que não vai ser exibido?

  44. fabiano 17 de abril de 2010 at 15:30 #

    O EXERCITO QUER DESCONTAR A FALTA DE MUNIÇÃO E O USO DE ARMAMENTO VELHO DANDO GRITINHOS EM CIMA DOS RECRUTAS. ISSO É UMA VERGONHA

  45. GOMES 17 de abril de 2010 at 15:34 #

    Muitos civis questionam os treinamentos das forças armadas do Brasil , é porque não sabem o que é um front de combate, onde os menos preparados não tem vez , estive 5 anos no 2ème regiment étangere d’infantarie , nesse regimentos soldados são treinados para combate ,onde sede,sono,fome são psicológicos ! o soldado brasileiro tem que ser um combatente nato para quando a NAÇÃO precisar ,estarem prontos para proteger esses ” civis ” que criticam os comandantes .

  46. Carlos Medeiros 17 de abril de 2010 at 15:55 #

    Creio que a instituição do serviço militar obrigatório tem de ser revisto, para que realmente as forças armadas brasileiras possam alcançar um elevado índice de profissionalismo.
    Igualmente deve ser dada uma maior atenção aos homens que, ao saírem de suas unidades militares, possam aproveitar na nossa sociedade os conhecimentos adquiridos na caserna.
    O serviço militar obrigatório, do jeito que está além de não colocar um efetivo positivamente apto para o uso adequado dentro das forças armadas. Mas é um ótimo canal para a existência de uma enorme quantidade de falcatruas entre fornecedores de uniformes, equipamentos básicos para os militares, alimentos e outros produtos e certos setores que adquirem estes materiais.

  47. kátia 17 de abril de 2010 at 16:07 #

    Tudo que é falado, tem que ter base ser substanciado em fatos reais e idôneos. Tudo fora disso é especulação e falta do que fazer! Como foi essa matéria exibida no gazeta alerta! Matéria pobre, típica de um programa barato que sobrevive mostrando matérias sensacionalistas e que nada somam com a sociedade, ao contrário, propagam violências(comprovadas) e exaltam as ações de bandidos, assassinos e de toda a espécie de criminosos. Matérias sem conteúdo e sem atrativo, que infelizmente ascende ao público pelo mesmo, não possuir, por manipulação da própria imprensa e de políticos corruptos, seus interesses em notícias que não somam.

  48. marco antônio 17 de abril de 2010 at 16:26 #

    tá mais pra Skilla……..rsrsrsrsrsrskkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  49. Bosco 17 de abril de 2010 at 17:36 #

    Já que exaustivamente gostamos de falar que temos que nos preparar para enfrentar os EUA quando eles vierem ocupar a Amazônia, eu pergunto, será que esse sargento valentão iria fazer o mesmo com um Marine?

  50. Fabio 17 de abril de 2010 at 17:47 #

    Marcelo

    Além de Militar formado por Academia Militar, sou formado em Educação Física em Universidade.

    E novamente vc mostra um nível de conhecimento científico muito pequeno, quando questiona tanto a alimentação quanto o treinamento físico do EB.

    Suas opiniões são baseadas em “achismos”, ai fica complicado até na existencia de um diálogo mínimo, com o objetivo de se buscar um aprimoramento.

    Mas tanto a alimentação, quanto o treinamento físico militar previstos são adequadas e suficientes para os objetivos propostos e vou além, quero que consiga um uníco profissional de educação física ou nutricionista que diga ao contrário.

    O serviço militar é obrigatório sim, vc tem razão! mas atualmete passa dos 95% a quantidade de recrutas voluntários. Não vou entrar aqui no mérito da questão sobre os motivos, pois são determinados de região para região.

    Em relação ao indice de profissionalismo, não podemos esquecer que temos atualmente forças armadas que tem que se adequar a realidade social brasileira e a situação da profissionalização completa envolve um aumento significativo do orçamento (mas 100% dos militares são a favor dessa idéia).

    Quanta a possível “falcatrua” mencionada pelo Carlos na compra de uniformes e alimentação, é importante explicar que tudo é comprado por licitação e para quem conhece como funciona o sistema sabe que o vencedor é o que oferecer o produto pelo menor preço, cuja consequencia invariavelmente pode ser a qualidade mais baixa do produto.

    Exemplo: licitar refrigerante tipo “cola”, quem vai vencer a licitação não é a coca-cola ou pepsi-cola, mas sim a genérica-cola.

    Mais uma vez, antes de serem dadas opiniões, é importante um conhecimento mínimo das questões envolvidas.

    Mas é muito salutar que hoje em dia, tantas pessoas pensem em como querer aprimorar as FA e como seria o melhor método.

  51. Bosco 17 de abril de 2010 at 17:51 #

    Fábio,
    a sua proposta de dar coca-cola e games para nossos recrutas nunca irá vingar, a menos que os filhos dos servidores públicos e dos políticos fossem obrigados a servirem, como era de se esperar.
    Filho de funcionário público (concursado, enfiado ou eleito) tinha que, além de ser obrigado a servir as forças armadas por pelo menos 1 ano, só era pra poder estudar em escola pública e não podia ter seguro de saúde. Direitos extensivos ao papai e a mamãe, claro.
    Também pra poder ser juíz, delegado, taquígrafa, fiscal do IR, etc, ou seja, ser servidor público de carreira nesse país, tinha que ser obrigado a fazer o serviço militar por pelo menos 1 ano.
    Aí a coisa melhorava nesse país em todos os níveis.

  52. Bosco 17 de abril de 2010 at 18:03 #

    Fábio,
    “o grande problema são as pessoas, por desconhecimento, que acham que o treinamento militar tem que ser igual a um acampamento de escoteiro”

    Ninguém pensa isso. Eu pelo menos não. O que penso é que se nesse processo “altamente eficiente” (como você assegura) de forjar nossos soldados, deve haver espaço para a dignidade de um compatriota (independente de militar, civil, menor de idade ou não) receber o socorro digno quando dele necessitar, e não ser levado a “gravata” por quem quer que seja.
    Quanto a serem “voluntários”, ora! Sem comentários.
    Só pra não deixar passar em branco, é interessante como o clamor de se voluntariar a servir a Pátria nas forças armadas só encontra guarida no coração de jovens das classes menos favorecidas.
    Acho que estamos mimando muito nossos filhos com computadores e coca-colas e eles estão ficando surdos a esse clamor patriótico.

  53. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2010 at 18:03 #

    Fábio,

    Então vc, mais do que eu, sabe que uma pessoal sob nível de strass emocional , sob um sol de 40° , perdendo água do corpo, vai entrar em colapso em pouco instantes.

    Servi na FAB (BAGL) e posso afirmar que a comida, tirando o café da manhã, era uma m…. Agora, os oficiais, tinham até churrasquinho.

    O que vc me diz dos vários dias de meio expediente, em que os soldados tinha que ir pra casa, onde , aí sim, não tinham o que comer??

    Leio e estudo sobre Defesa desde os 15 anos (tenho 42). Não tenho a vivência diária da caserna, mas , sei mais que muito militar, até pensam que eu sou, de vez em quando. Defendo as FA sempre que alguém vem com aquela história de que ” é um bando de homem sem fazer nada o dia inteiro”” .

    Cito as operações na Amazônia, onde o sujeito só sabe que é brasileiro em duas ocasiões: Ano eleitoral e quando surge, na curva do rio os NasH da MB, ou um C-95 da FAB no céu.

    Não precisamos manchar a história das FA com estes episódios. Nós, pais, entregamos sim nossos filhos para servirem à Pátria, nas mãos de pessoas que julgamos estarem preparadas para continuar a forjar o caráter que foi começado no seio da família.

    Eu tinha 19 anos, me deram um HK-53 de 5,56 mm com 4 meses de treinamento, 20 tiros em um ano e disseram: ” Tá vendo esta guarita? Fica aí durante 3 horas” .

    tinhamos educação física puxada mas não exagerada, era condizente com a garotada de 19 anos.

    Agora, vc quer fazer um curso de Comando, Grumec, Parasar, etc? Aí sim, vc vai comer o pão que o diabo amassou, mas a escolha foi sua.

    AD ASTRA PER ASPERE

  54. Jr 17 de abril de 2010 at 18:48 #

    Fazer julgamentos em cima de imagens? Ok, vamos lá então: Haiti, terremoto,…gente morta por todos os lados como vimos na TV,…o soldado que estava lá, pelo que passou nos noticiários, é fruto desse mesmo plano de instrução…maus trato ainda não foi confirmado pelo exército,…como foi passado, estão executando um procedimento administrativo. Dignidade, respeito ao próximo…como avaliar que fatores como esses foram manchados pelas imagens exibidas? Convulsão, esse processo tem vários motivos e origens.As crises típicas do pequeno mal duram somente uns poucos segundos, com recuperação total e sem confusão mental. Elas se manifestam por meio de episódios de fixação do olhar, ou de “crises de ausência”, durante as quais ocorre uma interrupção da atividade ou do que a pessoa estiver falando.As crises típicas desse mal duram somente uns poucos segundos, com recuperação total e sem confusão mental.As causas podem ser do tipo não identificáveis, identificáveis como anormalidades cerebrais congênitas, complicações de doença hepática ou renal, lesões cerebrais causadas por trauma, ou complicações ocorridas no momento do nascimento. Ou seja, como afirmar, pelo menos por enquanto, que etal fato se deu pela atividade desenvolvida no exército? Muita cautela na hora de pesar julgamentos antes de avaliar os fatos, todos os fatos!

  55. Jr 17 de abril de 2010 at 18:59 #

    Vamos julgar então…julguem os soldados brasileiros que estavam lá, salvando vidas, ajudando a assistindo aquela população,…eles são frutos desse exército que alguns poucos criticam,…brasileiros que sem fundamento nenhum de causa, tentam pesar uma imagem que não condiz com a realidade…Que Deus nos guarde pra não termos que provar o verdadeiro valor desses homens,…espero sinceramente que pessoas medíocres fiquem pensando que tudo está errado, a ter que provar a capacidade das nossas forças armadas..fico feliz em ver todas essas idéias descabidas noticiadas,…é bom que vemos o quanto pessoas não sabem discernir nada e são levadas por imagens sensacionalistas. Que bom que vcs existem, que bom….que bom poder estar lendo vcs, que bom,…melhor do que ler elogios a soldados mortos e tombados em combate, como ocorreu na ilha do Haiti!

  56. mario 17 de abril de 2010 at 19:06 #

    Ok, Vamos lá,…
    Serviço Militar Obrigatório! Em tese, o nome, felizmente não condiz com a realidade! Nas mais diversas regiões do país, fileiras e mais fileiras de jovens buscam servir. Entre eles, rapazes que, como um extrato da sociedade, buscam por diversos objetivos. Uns, uma fonte de renda, outros, desafios, outros mais, sonho e experiências vividas por seus pais. Assim, hoje temos, no serviço militar obrigatório, uma porcentagem altíssima de voluntariado.
    Abusos e barbaridades: vi um soldado do exército que, em um momento de limite, cedeu ao corpo! Uma equipe montada para conduzir esses jovens nessa semana boina,..será que ele foram avisados pelo soldado que estava mal? conversei com um dos soldados, não esses que foram acometidos, e ele me falou que tiveram água, tiveram comida….que tiveram kit para a sobrevivência caça…e que todos tinham livre acesso ao médico que permaneceu lá em todos os dias, horas e minutos da atividade…
    O soldado estar no hospital pra quem pensa um pouco, já foi, o primeiro sinal de preocupação dos militares…entre outros que não sabemos…sou irmão de um militar e tenho essas informações dele…todos receberam água e reidrate. Todos, antes de sairem pra caminhada, comeram e beberam….barbaridades? mau trato? ou a chegada de limite de um militar que, por não informar aos outros, extrapolou no seu físico? e isso é mérito do soldado que buscou a todo custo concluir o campo; gritos de horror?o que vi na reportagem foi o soldado querendo voltar,…coisa que não retrata mal trato ou coisa do tipo. Acho que a imprensa que transmitiu isso foi sensacionalista e por não ter nada de diferente pra mostrar, mostrou e deturpou uma imagem. Será que ali estava um soldado mal tratado e que passou por uma barbárie ou um soldado que buscou conquistar o seu objetivo junto com os demais? podendo até ter escondido o seu estado de disposição pra não ser evacuado em tempo de ter tido o problema que todos vimos? a imagem de um derrotado farrapo de gente, ou a imagem de um soldado do EB que busca atingir o seu limite pra um dia, Deus queira que nunca aconteça, defender os que hoje jogam pedra no exército???? Que Deus nos proteja pra que nunca precisemos ter uma guerra! mas se tiver, o que vai conquistar a vitória não SOMENTE tecnologia e o botão, mas a persistência de bravos soldados que, diante das dificuldades, não recuam e dão o seu máximo para conquistar o que querem. Pessoas que postaram mensagens aqui falando o contrário, os respeito e as suas opiniões,…entretanto, acho que devemos ter discernimento pra vermos qualquer cosia e avaliarmos todas as possibilidades. A que acredito é essa que expus! Vamos ver como o exército vai se pronunciar e agir diante disso tudo! se calarem e aceitarem isso como verdade, voltarei aqui e calarei, concordando com tudo o que os outros falaram, porém, se o contrário acontecer, ficarei muito satisfeito em saber que os nossos soldados são capazes de tudo, e abrir mão de tudo para nos defender um dia, quando for necessário, independente das suas condições! Que Deus nos abençoe a todos!

  57. Skill 17 de abril de 2010 at 19:42 #

    Acredito no seguinte:

    Preparar recrutas: deve ser tiro de guerra…

    Preparar soldados profissionais, voluntários e concursados: Batalhões.

    Mas creio que tem Militar (funcionário concursado) que não quer mudança..senão vai ter que trabalhar de verdade..heheheh

    Quando se forma em Academia ou Escola de imediato buscam o escritório.
    Quando passam a antigão…buscam escritório…heheh

    Quero ver em conflito isto tudo…os recrutas não vão esquecer os mal feitores.

    E vou dizer outra:
    O fato de oficiais e sargentos agirem com tamanha brutalidade com os nosso filhos recrutas é pelo fato do Brasil ser um pais pacifico…queria ver estes leõezinhos em tempo de guerra pedindo ” pelo amor de Deus…me cobra que vou bater em retirada”….

    hauuahhaua…

  58. TACKO 17 de abril de 2010 at 20:10 #

    Isso é no minimo ridiculo, pra não dizer outra coisa pior!!! Sabemos que é na paz que temos que nos preparar para a guerra. Gostaria que esses profissionis da saude, fossem no minimo sequestrados por agentes das FARCs e passassem pelo menos uma semana em cativeiro, para entenderem a necessidade deste adestramento. Falo isso pois fui Operações Especias da Aeronautica e sei bem dos beneficios e vantagens destes treinamentos e, afirmo, que pessoas como esta que falam contra, são as mesmas que dificultam o trabalho policial, defendendo mal-feitores que entram em suas residencias, estupram sua esposas e filhas, roubam seus bens e tiram suas vidas. , e depois são “acolhidos” por esses membros de “direitos humanos”.
    É indignante!!!!!

  59. OTV 17 de abril de 2010 at 20:10 #

    treinamento tem que ser duro e igual, não da para cada recruta ter um treinador pessoal, mas, se na hora da seleção se estabelecerem indices físico-médicos pode-se encaminhar cada rectuta para uma unidade específica.
    Assim se terá uma ideia de quanto cada indivíduo é capaz de evoluir fisicamente e nisto não vai adiantar forçar além do limite bio-físico do cidadão.
    E você direcionando os de maior capacitação física para as unidades operacionais poderá deles, exgir maiores esforços, e ter um treinamento mais efetivo e com menos baixas.
    Da mesma forna que recrutas menos preparados fisicamente poderão ser indicasos para unidades não operacionais, onde o trabalho físico é menos exido.
    Com isto pode-se ganhar tempo, e ainda ter um treinamento mais puxado.
    E com relação a crianças e computadores, não adianta reclamar, esta aí, e a tendência é piorar, e na futures guerras, não serão os gatilhos, mas som o joistiks (não sei como se escreve) que serão acionados.
    Mas todo ano é assim mesmo.

  60. claudio (rj) 17 de abril de 2010 at 20:46 #

    Seria interessante uma estatística sobre a taxa de ocorrências durante o período básico em nível nacional, (quantos incorporados versus ocorrências em exercícios de campanha) creio que seria uma surpresa para os defensores e detratores e adianto por estar vivendo está realidade nos últimos 26 anos que o numero é muito baixo.

    Não podemos esquecer que as unidades na ponta da linha que já tem uma serie de dificuldades, de efetivos a meios e que executam o serviço árduo e geralmente incompreendido de transformar o que já vem enfraquecido (a grande maioria do jovem do Serviço Militar Inicial é das classes mais humildes e já chegam ao quartel com uma serie de carências a serem tratadas) em um combatente com o mínimo grau de conhecimentos.

    Neste cenário, exageros acontecem, mas repito são muito poucos e o que é exagero para uns não significa nada para outros, temos de apurar realmente o que aconteceu lembrando que vivemos tempos difíceis e existem setores de nossa sociedade para quem Forças Armadas, Patriotismo, Liberdade e Respeito, Educação e tratamento condigno aos nossos jovens é palavra proibida.

    Temos de mostrar as imperfeições, mas também analisar as mesmas sob a ótica da realidade e não emocionalmente. .

    PS: moderador estou com problemas de gravatar.

  61. DaGuerra 17 de abril de 2010 at 21:42 #

    …”Eu tenho que terminar, Eu tenho que terminar”… PARABÉNS SOLDAD0!! A comunalha sem valor jamais vai saber o que ia na tua alma!!

  62. João Gabriel 18 de abril de 2010 at 0:14 #

    Concordo com Carlos Góes…

    O que tem se visto ultimamente são jovens fracos,de personalidade fraca,pra não dizer afeminados,eu fico olhando e imaginando quando vejo um sujeitinho desse “poxa se der um FAL pra esse cara e largar ele no meio do mato ou em uma trincheira,essa cara vai se borrar todo e chamar pela mãe” por que é cada figura,que se percebe o quanto a instrução militar dura seria necessária na vida desses jovens influenciados por MTV,Malhação e afins….

  63. João Gabriel 18 de abril de 2010 at 0:20 #

    Você está certo DaGuerra…

    Esqueci de me referir a comunalha corrupta e pseudo humanista que em conjunto com a mídia vendida e porca sempre objetivou a desintegração e desestabilização das instituições militares e tudo aquilo que elas representam,infiltrando pessoas desqualificadas e corruptas ,afim de denegrir a imagem das forças armadas…

  64. Harry 18 de abril de 2010 at 0:49 #

    Caros

    treinamento duro e tratamento digno.

    O exercito que não tem médico e ambulatório para um atendimento dessa natureza não tem direito de expor seus soldados a essas condições.

    Morre-se por aquilo que se acredita, se gostar e se amar.

    Abs

  65. Galileu 18 de abril de 2010 at 1:32 #

    O Pessoal ta esquecendo de dizer uma coisa…..

    Cadê o M&*%@ do médico e do comandante da missão?? como um comandante e o médico deixam seus militares ao num posto e somem??

    Não lembro o num. nem o art. da lei que fala que ao incorporar na instituição a responsabilidade por uma porrada de coisa que venha acontecer com aquele militar “fardado” é do EB. Mas parece que o lixo do médico e do responsável pela missão não sabem disso…

    Quem ganha a guerra é o soldado não o médico, muito menos o comandante. Mas acho que o EB viu que tá tão atrasado bélicamente que está treinando para o curso de formação de Rambos……hahaha

    Só uma comparação se me permitem:
    Estou vendo a minisérie The Pacific, e ná serie mostrou que após um combate acho que de 3-5 dias no pacifico os militares foram enviados pra Australia, afim de descansarem, comer, beber e dormir.
    O mesmo não era visto no EB na 2GM e tenho certeza que 70 anos depois não veriamos.

  66. Marcelo 18 de abril de 2010 at 3:17 #

    Pessoal,
    basta ler um pouco sobre as guerras recentes (dos outros paises eh claro) e ver o porque de tudo isto… Vejam o caso das Malvinas/Flalklands… Os recrutas argentinos capturados diziam que viam oficiais e soldados britanicos “ranchando” lado a lado numa relacao de camaradagem (obviamente eles ja tinham ganho a guerra). Era notorio o relato dos recrutas argentinos contra seus oficiais, numa mesma atitude descrita na noticia acima, de arrogancia, truculencia etc. Mas acho que o problema nao eh a “arrogancia ou truculencia” dos oficiais, o buraco eh mais embaixo, eh a respeito de uma relacao de respeito que se estabelece entre profissionais (seja de qualquer ambiente ou patente) principalmente a partir do momento que voce sabendo que nao precisara “distratar” um subordinado para ter a ordem cumprida (ele ira cumprir porque esta ali motivado a fazerla). Portanto, enquanto nosso exercito tiver a quantidade grande de recrutas que temos (nao estou tambem tirando os meritos disto, haja visto que o Servico Militar eh extremamente importante) iremos ter isto. Obviamente, nao ajuda nada o fato que hoje em dia as coisas sao vendidas como se tudo fosse facil e obviamente podemos questionar a selecao fisica/psicologica neste caso.

  67. GOMES 18 de abril de 2010 at 8:45 #

    Caro Bosco. alguns anos atras os tão falados MARINES estiveram em missão de treinamento na selva Amazonica coordenados pelos bravos guerreiros do SIGS e muitos “pediram água” ,isso prova , e eu sei que os soldados Brasileiros defenderam a nação se ela for ultrajada seja por quem for !!! É honrosa a conduta do soldado que mesmo na maca dizia “eu tenho que terminar… ” ele me fez lembrar do artigo de conduta do legionário que diz no art.6 “A MISSÃO É SAGRADA .TU A EXECUTA ATÉ O FIM ,NO RESPEITO DAS LEIS,DOS COSTUMES DA GUERRA ….E SE FOR NECESSARIO AO PERIGO DA SUA PROPRIA VIDA ” .Eu fui militar da FAB durante 6 anos e sempre almejei treinamentos mais rigorosos onde pudesse ser testado ao máximo, então entrei com artigo dei baixa e fui ser legionario ! Só quem foi militar de verdade e não escoteiro de TG ,sabe o que é ser soldado. O problema de muitos jovens de hoje pensam que o EB é lugar de moleques que ficam colados em PS2 o dia inteiros ,e ficando todos sedentários !Espero que você tenha oportunidade de conversao com ex-FEB o ou outros militares brasileiros que já estiveram em combate real como o que estiveram no HAITI !

  68. Radical Nato 18 de abril de 2010 at 10:40 #

    Harry disse:
    18 de abril de 2010 às 0:49
    Caros

    “treinamento duro e tratamento digno.

    O exercito que não tem médico e ambulatório para um atendimento dessa natureza não tem direito de expor seus soldados a essas condições.”

    Concordo, e peço permissão para acrescentar:

    Morre-se por aquilo que se acredita, se gosta e se ama.

    Sds.

  69. Bosco 18 de abril de 2010 at 11:02 #

    Gomes,
    eu não me referi ao soldado do Exército Brasileiro e sim ao suposto sargento (única e exclusivamente a ele caso se comprove a veracidade dos fatos) que levou um recruto ao hospital por meio de uma “gravata”.
    Não coloque palavras na minha boca.
    Acho que treinamento militar deve ser rigoroso sim, mas não a ponto de ser pior que o possível tratamento que receberia do inimigo.
    Com amigos assim um jovem de 17 anos pode muito bem começar a duvidar do porquê defendê-los.
    Meu questionamento é no sentido de achar que se vai haver um treinamento que poderá levar um indivíduo ao limite, a instituição, independente de ser militar ou civil deve estar preparada para dar suporte a possíveis ocorrências a fim de preservar a integridade física dos seus.

  70. RodrigoBR 18 de abril de 2010 at 11:50 #

    Espera aí pessoal!

    Uma coisa é a necessidade de treinamento, outra é o exagero de superiores incompetentes e irresponsáveis!!!

    Vcs acham que 4 recrutas passarem mal desse jeito e todos com os mesmo sintomas é normal? faz parte do treinamento???

    Isso é ridículo! É claro que eu sei que há sempre os “marias moles”,mas neste caso vcs não veem que está claro que ouve abuso de autoridade???

    Um dos soldados inclusive gritava que tinha que terminar, então ele nao pode ser um “maria mole”!!!

    O cara foi humilhado e também passaram dos limites na parte física! Isso fica claro quando é dito pelos médicos do hospital que um dos soldados foi levado da ambulância para o hospital “na gravata”!! Já imaginaram o o cara passando mal e alguém arrastando o cara pela rua pelo pescoço??? Isso é absurdo!

    Está claro que esses sargentos e os superiores que stavam no treinamento são desequilibrados!

    Dificilmente a polícia arrasta bandido pelo pescoço pra dentro da delegacia, o cara algema e leva!

    Tratar um recruta dessa forma é humilhação e fere toda a imagem do Exército!

    Para mim esses superiores diretamente envolvidos devem ser investigados por um IPM e serem exemplarmente punidos!! O cara que arrastou o soldado pelo pescoço deve ser EXPULSO do exército!

  71. RodrigoBR 18 de abril de 2010 at 11:54 #

    O que tem a ver o treinamento de Marines, SIGS e SEALs com o treinamento de recrutas que só ficarão um ano nas FAs???

    Acordem pessoal!

    Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!!!
    ____________________________________________

    Concordo plenamente com o Radical Nato e Bosco!

  72. RodrigoBR 18 de abril de 2010 at 12:05 #

    Se eu fosse o tenente ou capitão nesse treinamento eu seria exigente, mas tudo tem limite. É ser exigente de forma “controlada”, planejada. Teria que ter acompanhamento de uma ambulância com enfermeiros e pelo menos um médico!

    Se o cara ser queixa ou passa mal, manda o médico para avaliar se é sério ou se é molecagem do cara. Se o médico diz pra mim que ele deve parar, tem que parar e acabou!

    Eu não posso treinar um soldado recruta e exigir dele o mesmo que eu exigiria física e psicologicamente para um curso de forças especiais!

    E mesmo em um curso de forças especiais há limites! Eu pelo menos não vou deixar um aluno morrer. Nem mesmo que ele queira e grite como esse aí. Eu mando o caro embora do curso e posteriormente ele pode tentar novamente!

    Temos que ser responsáveis! E irresponsáveis devem ser exemplarmente punidos! Lugar de instrutor “maluco” e desequilibrado é fora das FAs!!!

  73. RodrigoBR 18 de abril de 2010 at 12:14 #

    Assisti o vídeo agora, como é que um fdp deixa o recruta 3 dias sem comida e água??? Isso é um maluco!

    Sem comida porque estava na fase de sobrevivência tudo bem, mas se os caras não conseguiram água o instrutor não pode deixar sem água! Sem água o cara em 3 ou 4 dias começa a parar os rins, o sangue engrossa, etc!

    Absurdo isso aí! A turminha dos “fodões” dos superiores tem que ser punida rigorosamente e tem gente que tem que ser expulso do EB! Maluco imbecil o cara que fez uma caca dessa!

  74. RodrigoBR 18 de abril de 2010 at 12:17 #

    Cadeia pra esses sargentos e oficiais! Isso não se faz nem com inimigo de guerra!

  75. Vader 18 de abril de 2010 at 12:58 #

    Ahaha, marcha de 12km e a soldadaiada já “colou as placas”??? Putz, tamo bem de recrutas… Que lixo… Pomba, como bem lembrado acima tem muita gente que anda 12 km pra chegar no quartel!

    No tocante à matéria em si: paisano chorando por ver soldado querendo voltar ao exercício? Parabéns aos soldados por sua fibra e determinação: “só acaba quando acaba”, “isto é apenas o princípio”, e “quando o corpo não aguenta, a moral é que sustenta!” Mostrou bem pro paisano de que material humano (ainda) é feito o glorioso Exército Brasileiro!

    Senhores: a primeira marcha que se faz quando se incorpora no Exército Brasileiro, assim que se aprende a prestar continência, é de 12 quilômetros!

    Sou 2o Ten de Infantaria/R2 e posso dizer que em todos, repito, TODOS os exercícios que se faz no Exército Brasileiro há um médico ou no mínimo um padioleiro que acompanha a tropa. TODOS! Sem exceção! É obrigatório e dá cadeia para o Comandante do exercício, se der alguma porcaria e não tiver suporte médico! Mas é lógico que em determinadas situações o sujeito deve ser removido para um hospital. Ainda que “na gravata” do Sargento, se realmente passando mal estiver se recusando ou delirando. Ou se tiver fingido passar mal pra “acochambrar” no exercício… :)

    Em meu período de formação, 12 km o pelotão fazia armado e equipado (mochila, capacete e fuzil), em formação de Patrulha, às 3 horas da manhã de um 4o dia de Sobrevivência (sem sono ou comida).

    Para que se tenha uma idéia, na Ofensiva/Defensiva fizemos Marcha para o Combate de 40 km com dotação operacional completa: mochilas, rádio (a “temida” 110), fuzil, capacete, morteiro 60, Mtr 7,62 MAG, munição, etc. Tudo isso num sol de 40 graus e ainda tendo que revezar no carregamento de maca com um figurante a título de “ferido”. E de vez em quando ainda tendo que “desbordar” e subir morro para atacar franco-atiradores, POs e ninhos de Mtr ou Morteiro. E todo mundo, repito TODO MUNDO passava mal, todo mundo ficava desidratado, tinha cãibras, maldizia o EB, os sargentos, os oficiais, e o dia em que nascera. Mas todo mundo concluía o exercício! Apenas para entrar em Defensiva no dia seguinte e passar o dia inteiro cavando toca… :)

    “Quando o corpo não aguenta a moral é que sustenta!”

    Senhores: até onde me concerne a Rainha das Armas do Exército Brasileiro não é lugar de chorões, mocinhas ou filhotes de uma mamãe, criados a pão-de-ló no apartamento da vovó. Querem moleza? Alistem-se na FAB ou na Marinha: a menos que se dê muito azar (se vá para o CFN, por exemplo, cujo treinamento dizem ser muito pesado também) não se irá “ralar” NEM UM DÉCIMO do que se rala na Infantaria do EB.

    Mas se o sujeito está lá é porque o Exército Brasileiro considerou-o apto fisicamente pra ser infante. Ninguém entra no EB sem ter condições físicas, pois a avaliação feita no Período de Alistamento é rigorosíssima e toma por base critérios objetivos, estabelecidos segundo as normas mais modernas de medicina e educação física: se o sujeito for inapto ele não entra, ou se for meio depauperado vai servir em uma Companhia de Comando qualquer. PONTO FINAL. E se é apto fisicamente pra Infantaria e não consegue cumprir o objetivo do exercício quando outros seus colegas conseguem é porque A MORAL ESTÁ BAIXA! A menos que o recruta realmente esteja ferido (torções, fraturas, etc.) ou tenha caído (desmaiado) não tem que “baixar à enfermaria” coisa nenhuma! Tem é que tomar uma bela “mijada”! Oras bolas… O Exército não é lugar para ninguém “encostar” ou “arrumar emprego”, é uma Força Armada oras! Para a guerra!

    Tratar soldado com McDonalds e Coca-cola? Vcs estão de sacanagem? Querem que nós tenhamos um exército ou um bando de maricotas frufrulentas que ao primeiro tiro saiam correndo pra saia da mamãe? Acham que o inimigo vai ficar esperando dois anos até que você forme soldados com rusticidade suficiente para combatê-los? Tem gente que parece que está aqui no ForTe pra tirar sarro das Forças Armadas…

    “Suar na paz para não sangrar na guerra!” É disso que é feita uma Força Armada, qualquer uma! Imaginem a Infantaria, que por sua missão tem que se deparar cara a cara com o inimigo!

    E tem mais: quem mete o pau na comida do EB só pode ser uma FRUTONA, sem a menor noção de o quanto a vida pode ser dura. Eu posso dizer que no meu caso a comida era MUITO MELHOR do que a que eu comia em casa! Aliás, sempre que eu podia tentava me “arranchar” pra poder almoçar/jantar na conta do EB (rsrs), porque sabia que em casa eu teria que cozinhar meu próprio rango, além do que nem sempre tinha o que cozinhar. Eu reafirmo com todas as letras: eu comia melhor no quartel do que na minha casa!

    Outra coisa: a comida dos sargentos e oficiais é rigorosamente idêntica à dos soldados. A única diferença é que, por exemplo (exemplo meramente figurativo), se há frango no rancho, o peito vai pros oficiais, a coxa pros sargentos, e o restante (asas, sobrecoxa, etc.) pros soldados. Entretanto, todo o resto é rigorosamente idêntico: a salada (sempre teve) é a mesma, o arroz, o feijão, o macarrão, a farofa, etc, são os mesmos. E cada um come o quanto aguentar comer: nunca vi ou ouvi qualquer sargento ou oficial falando pra soldado parar de comer “porque iria acabar a comida”!

    Outra: comida é a coisa mais séria de um quartel do Exército! É tão sério que o Oficial-de-Dia (normalmente um Aspirante ou Tenente) é o responsável direto pelo rancho, o primeiro a experimentar a comida do dia, e se der alguma coisa errada (servirem comida ruim, por exemplo) e algum superior plotar é ele quem é punido! É tão importante que o Taifeiro (nunca se perguntaram porque só o Exército tem a graduação de Taifeiro?) é um sujeito especializado cuja única função é cuidar do arranchamento.

    Ou seja: eu leio isso aqui e me delicio com certas bobagens que gente sem noção escreve!

    Há muitas coisas a serem mudadas no EB? Sim, há inúmeras. E a maior delas é o fim da conscrição, coisa que não tem mais sentido hoje em dia. Mas o Exército é como a Igreja Católica: ele tem o tempo dele, que não é o nosso, e toda mudança é lenta e cautelosa.

    Por isso, pensem um pouco, pesquisem um pouco antes de falar bobagens. Se não conhecem a instituição, ou conhecem apenas de ouvir falar, não a denigram à toa! Não dêem “pitaco” bobo sobre a instituição, pois a democracia no Exército acaba exatamente onde fica a sentinela-das-armas. Do corpo-da-guarda para dentro é hierarquia e disciplina, e só!

    Desculpem o alongado do comentário; é que me revolta ver tanta gente sem conhecimento dando palpite.

    Saudações.

  76. Vader 18 de abril de 2010 at 13:18 #

    RodrigoBR disse:
    18 de abril de 2010 às 12:17

    “Isso não se faz nem com inimigo de guerra!”

    Caro amigo Rodrigo, se um dia tivesse a honra de te encontrar pessoalmente lhe contaria o que se faz (ou se pode fazer) com o inimigo em um combate real. Tem certas coisas que são classificadas e que não posso lhe contar aqui, mas se vc conhece algum oficial da Infantaria do EB pergunte-lhe apenas como é a instrução de “Prisioneiros de Guerra” do Exército Brasileiro. E pergunte-lhe se já ouviu falar do que os argentinos faziam aos britânicos aprisionados nas Malvinas, e o que os Britânicos faziam aos prisioneiros argentinos. Pergunte-lhe se já ouviu falar em “poste argentino” ou “poste das Malvinas”.

    O que apenas posso lhe dizer é que todo esse “sofrimento” do “ralo da boina” dos soldados do caso em discussão é brincadeira de criança perto do “que se faz com o inimigo” numa guerra.

    Sds.

  77. Vader 18 de abril de 2010 at 13:38 #

    Só pra concluir, porque passou batido:

    Senhores, estamos falando de recrutas comuns, do acampamento mais básico de todos (Operação Boina, que todos os militares do EB fazem, inclusive as mulheres e os que por profissão entram “mais velhos” no Exército: advogados, administradores, médicos, dentistas, etc.) e mais, da Engenharia de Combate (nem da Infantaria é o treinamento).

    Não me façam sorrir senhores: esse acampamento, por pior que possa ser, é um “passeio de manhã de domingo no parquinho” perto do treinamento das Forças Especiais, Comandos ou do Curso de Instrução de Guerra na Selva.

    Os senhores não tem a menor idéia do que estão falando: comparar o “ralo da boina” de um Batalhão de Engenharia com o CIGS, o “‘Precursor-Paraquedista”, o Curso de Ações de Comandos é totalmente sem-noção!

    Comparar com o treino de forças como o SEALs então? Ahahahaha, senhores, sejamos pelo menos um pouquinho sérios vá? :)

    Sds.

  78. gerson carvalho 18 de abril de 2010 at 14:23 #

    Caros amigos, os recrutas aqui em fortaleza só apredem a cortar grama e pintar os muros, então não vejo motivos para exageros de marcha de 20 ,30, 40km. isso é para soldados profissionais.

  79. Skill 18 de abril de 2010 at 15:11 #

    Puts, deixaram os recrutas sem beber agua e comer???

    Aposto que os fodões dos sargentos e oficiais que toleraram esta vergonha tinham na mochilas docinhos e bombons…

    Aposto que comiam na marmita em local coberto e seco na frente dos recrutas…são uns cara de paus!

    Espero que o acionem a Justiça e que todos sejam punidos e presos.

    Se fosse num CFC…CFST…AMAM…ESA…SIGS…etc..eu tava pouco me lixando.

    Mas são moleques…sequer sabiam comer em marmita…EB e Justiça Militar deve punir ferozmente estes comunas que estragam a Força.

  80. tulio 18 de abril de 2010 at 15:18 #

    Eu sou um dos recrutas que estavam lá na operação boina. Tive comida e água. Apenas na instrução de sobrevivência tivemos racionamento de água e comida, mas recebemos instrução de obtenção de água e comida. msa nada de 3 dias…acho que não deu nem 24 horas. Não fui mal tratado em nenhum momento. Os soldados que passaram mal eu conheço todos. Não são maricas nem maria mole. Eles não disseram que estavam passando mal e deixaram a situação piorar. Antes da marcha, nos alimentamos e bebemos mais água, podendo até recompletar os cantis e ainda tinhamos garrafas de coca cola conosco de reserva. Não vou aceitar que falem assim dos militares que estavam lá e que nos ensinaram maneiras de combate, sobrevivencia na selva e de como enfrentar as nossas dificuldades.

  81. Eduardo Infante 18 de abril de 2010 at 17:24 #

    Barbaridade, nestes 15 anos de EB, a coisa caiu demais, estamos treinando princesas… Alguém que fica 9 anos deve ser oficial técnico (engº, arqº, adv ou algo parecido), ou seja, não é de tropa… Ou é MDFV??? Que tbém não é da tropa. Ou seja, não deve dar muito pitaco não, pois não conhece a realidade da coisa. Quanto aos treinamentos, quem não sabe fala sem ter conhecimento, mas quem já participou da coisa, sabe que existem os PBIM, expedidos pelo COTER (PBIM = Plano Básico de Instrução Militar), onde são descritos as instruções e os exercícios que devem ser realizados pela tropa, caracterizando os/as mesmos, informando os objetivos a serem atingidos pela tropa e até os manuais a serem utilizados. Tá tudo lá, orientando os oficiais das Cias com a orientação da 3ª seção, que cuida de operações e instruções… Só para tirar algum recalque, já vi, indiscriminadamente oficias de carreira e temporários fracos, bem como graduados, de temporários aos de ESA e etc… Deve abusar os excessos, mas não podemos ter lobinhos nos quarteis, e muito menos moleques, pois estes treinamentos tornam os “moleques” em homens. Fico por aqui, triste de ver que num fórum expecializado como este, ainda tem gente tão ,longe de nossa realidade. Em todos os termos. Que fique claro que não estou defendendo os abusos, mas soldado tem que cumprir a ordem, por mais maluca que seja… Já pensou, vc mandar o soldado entrar em um equipamento e ele te pergunta “porque?”, e vc vai ter que parar o ataque para explicar a ele, inclusive que pode levar um tiro… E esperar que o advogado dele aceite isto… Gente, vão cortar lenha e preparar um café que ganham mais. Fui

  82. Eduardo Infante 18 de abril de 2010 at 17:26 #

    E mais, questão de soldado profissional ou não, o EB está tentando fazer o que pode com o que a lei permite. Se a lei manda ter recrutas, vamos tentar formar recrutas, e não ficar alisando os cabelos deles porque não concordamos com isso, ou vc acha que o oficialato não queria poder treinar só profissionais? Mas a nação MANDA treinar nossas reservas, então isto será feita, até que nosso brilhantes legisladores alterem as leis. Fui de novo, que a falta de boa vontade com nosso EB está me irritando já.

  83. Eduardo Infante 18 de abril de 2010 at 17:29 #

    Olhei uns comentários e não posso deixar de comentar e apoiar o VADER. Abraços

  84. Eduardo Infante 18 de abril de 2010 at 17:30 #

    retirem o “de comentar”, é só apoiar seus comentários.

  85. Persan 18 de abril de 2010 at 22:52 #

    Temos que acabar com o serviço militar obrigatório nas FFAA.
    Em um caso desses, se você é voluntário, você não pode reclamar. – você entrou porque quiz – Agora conscrito…é complicado…

  86. Persan 18 de abril de 2010 at 23:04 #

    Parabéns Vader.

    Concordo em 100% com seu comentário.

    As marchas antes eram de 20 e 40km….carregados…hoje caiu pra 12km. (tá uma teta em vista do passado).

    É bem capaz destes garotos entrarem com uma ação e pedirem indenização (pode uma coisa dessa???).

    Eramos mais homens ou a nova geração é mais fraca???

    O exercito é o mesmo – mudam as pessoas.
    Seu comentário diz tudo!!!

  87. Galileu 18 de abril de 2010 at 23:24 #

    Se era minha 1º marcha foi de 20Km. Depois foi pra 40km e o comandante me faz o favor de me errar o caminho a noite…….imagino que foi pra 45km no mínimo, e sempre mochila com seus 25Kg, fuzil que é levíssimo ahahah e capacete.

    Mas volto a lembra-los, como um irresponsável do comandante e do médico deixam os recrutas passando mal e somem!? se isso não for infringir alguma lei militar é o que?

  88. Noel 19 de abril de 2010 at 0:46 #

    Esta evidente que foram cometidos erros: sejam nas intruções/orientações mal feitas, ou na falta de percepção que as mesmas não foram assimiladas por parte da tropa, e isso não incomum; gravíssimo mesmo, foi não terem permanecido no PS nenhum Of. ou Sgt, isso realmente é imperdoável. Mas isso tudo será esclarecido por meio de uma Sindicância, ou posteriormente IPM.
    Agora, algumas pessoas fazem críticas que denotam total ignorância, no limite da infantilidade, de como deve ser formado um Soldado, fora as ilações a respeito de procedimentos de Of’s e Sgt’s, sem conhecimento de causa.
    Esse caso lamentável NÃO é regra para todo o Exército, não pode ser visto como tal. Exceções não são regra; e, infelizmente, esses incidentes sempre aconteceram e sempre acontecerão, porém o EB faz, e sempre fez, o possível para diminuir a frequência desses fatos.
    Detalhe: a instrução no período de recrutamento na FAB, sempre foi muito inferior ao do EB, e ainda diferenciado pelas localidades, ou pelas próprias OM’s; hoje em dia está melhor, com mais padronização, mas ainda falta muito.

  89. Recruta_02 19 de abril de 2010 at 10:02 #

    “Quando o corpo não aguenta a moral é que sustenta!”

    Tenho pena de todos estes que pensam que através do extremo aos limites que fará o bom soldado, o soldado bem alimentado que tem forças para fazer atos de honra, depois eles reclamam que não tem muitos recrutas, eu sou um que tinha medo de ir pois sabia dos excessos que havia dentro do exercito.

    Sou a favor do mac e do churras, e depois de um ano que o recruta já tem total noção de tudo que terá de passar para seguir carreira, daí ele irá optar pelo amor, honra, glória, moral de servir a sua pátria ou pedir a sair.

    Se ele ficar daí mete lenha. Mas também com toda a assistência, pois se ele ficou ele não vai ficar se fazendo, ainda respeitando os limites, pois através de chutes, pontapés, gravatas não transmite “respeito”, mas sim o desrespeito, e que pela honra deve haver respeito ate ao inimigo vencido e aprisionado.

    Me dêem uma boa explicação que um jovem que mora com os pais vai ir servir ao exercito, passar trabalho e ser espancado, só se ele for louco, com a mente totalmente alienada de terror e traumas como estes caras que concordam com esse extremismo. Daí o cara termina o alistamento e larga a carreira, e ele que é bambi, quem faz esse tipo de coisa que não se pode dizer o que é ….. .

    A honra e moral se cria quando vejo um oficial vestindo a farda e “servindo por amor a sua pátria” e consciente mente suportando todas as diversidades em arena de treinamento que futura mente poderão ser aplicados em uma situação de combate. Assim que se constrói heroísmo. Quanto a estes “atrasados” mentais que optam pelo extremismo deveriam passar por um tratamento psicológico.

  90. Marcelo Dias 19 de abril de 2010 at 10:07 #

    Caros amigos,
    sou policial militar e amante dos assuntos militares. Assim como vocês, sempre sonhei em ver as forças armadas de meu país recebendo os investimentos necessários para cumprir sua tão nobre missão. Entretanto, ao ver essas imagens fiquei profundamente decepcionado. Sei que o treinamento militar exige muito do físico e do psicológico do profissional, mas as imagens não revelam apenas esse desgaste previsivél. Elas revelam desprezo para com o ser humano, puramente maldade. O que vi na reportagem não o classifico como treinamento, acho que a melhor classificação é TORTURA, humilhação, desrespeito com a vida humana. Faço algumas perguntas aos senhores: Será que esses jovens são de classe média, ou são pobres que viram no Exército uma oportunidade? Se fossem de classe média ou ricos receberiam esse mesmo tratamento? Se fossem play boys o que aconteceu ficaria impune? Será que os responsáveis por essa instrução tem consciência dos danos físicos e psicológicos que podem causar nesses jovens?
    Peço desculpa aos militares do EB caso venha ofendê-los com meu comentário, mas sinto vergonha de saber que meu país treina seus jovens soldados como se fossem animais, como cachorros. Jovens soldados, seus inimigos estão bem ao lado de vocês, pior ainda, veste o mesmo uniforme que vocês e carrega a bandeira de nosso país no braço.
    Oficiais do 7º BEC, treinamento significa capacitação, vocês conseguem ver alguém sendo capacitado nessas imagens? Sinceramente, a única palavra para definir essa situação é VERGONHA!

  91. Fabio 19 de abril de 2010 at 11:40 #

    VANDER VC MATOU A PAU!!

    EXCELENTE COMENTÁRIO!!

  92. Marcelo Tadeu 19 de abril de 2010 at 20:05 #

    BRAÇO FORTE, MÃO FECHADA!!!!

  93. Bosco 19 de abril de 2010 at 22:53 #

    E aí Galante. O que aconteceu com esses rapazes?
    Você teve algum contato com os oficiais responsáveis pelo acontecido, ou no exército é igual ao mundo civil onde filho feio não tem pai?

  94. Recruta_02 20 de abril de 2010 at 10:57 #

    Para todos estes que colocam os recrutas nestas condições extremas, peço que sejam recrutados os filhos deles !!! e que fosse exigido ao extremo desde o primeiro dia !!!

    Gostaria de saber se o filho de algum deles seguiu carreira ?!

  95. Bosco 20 de abril de 2010 at 13:14 #

    Os filhos deles, de 17 anos, estavam em casa jogando vídeogame, bebendo coca-cola e comendo Mac qualquer coisa.
    E “ái” se a professora dá esporro num “santinho” desses. O pai vira uma fera e dá carteirada a torta e a direita e ainda fala indignado “filho meu ninguém corrige”. rsrsr

  96. APC TACKO AC 20 de abril de 2010 at 14:02 #

    REPITO:
    PARABENS VADER!!!! OTIMO COMENTARIO!!!!
    MAS GOSTARIA DE SALIENTAR, QUE NA FAB NÃO SÓ TEM MOLEZA NAO!!
    COMO DISSE ALGUNS COMENTARIOS ACIMA, FUI FABIANO, DE 1887 A 1991 E RALEI BASTANTE (PARASAR).
    ATE MAIS!!!

  97. Recruta_02 20 de abril de 2010 at 17:55 #

    Tem alguns que se acham capitão américa, que os treinamentos daqui do brasil são iguais ao do exterior(EUA), só espero que se algum dia o brasil for para alguma guerra não faça como aqueles fuzileiros americanos que atiraram em repórteres e nas crianças dentro da vã. Exemplo lamentável dado pelos países extrangeiros, Maior exemplo de que isto é uma doença(Lavagem cerebral) é o depoimento do rapaz que participava do mesmo grupo dos que atiraram na vã.

    Lamentosa mente continuo afirmando que as pessoas que passam pelo extremismo deveriam passar por um tratamento psicológico(de humanização), Pois parece que esta gravado na mente deles “Como eu passei trabalho, fui humilhado, espancado eles tbm devem passar pelo mesmo, Porque seria diferente com eles !”.

    O problema é que isso começa desde as brincadeiras excessivas como chineladas, choques, bolos de chutes e pontapés que os recrutas tem entre eles mesmos e dos veterano e os mais novos! quando isto ocorresse deveria ser repreendido com uma semana de prisão.

  98. ANNAMARIA 20 de abril de 2010 at 20:09 #

    Parabéns ao comentário de Marcelo! Meu filho fez dezenove anos agora, esta cursando primeiro ano de engenharia e trabalhava na empresa de seu pai, que é engenheiro civil. Foi chamado uma segunda vez, e, “pressionado sutilmente” ,aceitou servir!!! Meu filho ão tem estrutura fisica para o serviço militar! Nem motivo para faze-lo, uma vez que decidiu por uma carreira que não tem nada a ver com o exercito…Ele não esta aguentando a jornada exercitoxfaculdade! Até pelo horario que ele sai do exercito! Não quero que meu filho perca um ano de sua vida, num lugar aonde ele não vai criar “raizes”! Vai começar o treinamento daqui a cinco dias! Não quero que entreguem meu filho numa maca…Estou lutando para provar que ele não tem condições para o serviço militar…Mas ele pode sim,servir ao Brasil, trabalhando na sua aréa, servindo com dignidade seu país! Que Deus abençoe à todos esses jovens e suas familias!

  99. Rafael 20 de abril de 2010 at 22:56 #

    Olá, primeiramente boa noite! Eu sou para-quedista da reserva, e servi na minha unidade que é de infantária por (07) sete anos, se eu for contar quantos quilometros eu andei em diversarsas marchas, eu daria uma volta no munto inteiro, mais minha unidade era uma tropa operacional. Não acredito que eles tenham sido maltratado, alias eram pé preto, não estavam preparado para tal exercicio. PQD PORRA!!!!!!

  100. Meia Dúzia 21 de abril de 2010 at 13:00 #

    Volto a falar: sensacionalismo barato.
    Não abala a credibilidade do EB.

  101. Vader 21 de abril de 2010 at 13:41 #

    Rafael disse:
    20 de abril de 2010 às 22:56

    COCÔ DE AVIÃO! :)

    (mas todos servimos a mesma nação).

    Abs.

  102. Vader 21 de abril de 2010 at 14:05 #

    ANNAMARIA disse:
    20 de abril de 2010 às 20:09

    Prezada Annamaria:

    Em primeiro lugar quero lhe dizer que compreendo e respeito muito sua preocupação de mãe. Porém, se seu filho está fazendo faculdade de engenharia ele muito possivelmente vai servir numa unidade-escola CPOR/NPOR, não num corpo de tropa comum. E no caso do CPOR pode até optar pela arma de Engenharia, onde aprenderá na prática conceitos extremamente úteis na vida civil. E deixará a vida militar com um posto de Oficial das Forças Armadas, o que além de um orgulho traz inúmeras consequencias benéficas na vida civil.

    Numa unidade dessas muito poucos são recrutados. A maioria serve porque deseja, e porque é uma honra e uma oportunidade única na vida. Pense nisso: seu filho vai viver mais 50/60 anos, mas muito possivelmente nunca mais vai ter oportunidade de ter contato com a caserna.

    Por outro lado, se ele for considerado apto é porque tem sim condições físicas de prestar o serviço militar. Falo por experiência própria, pois também achava que não tinha, quando servi. Mas o Exército fez com que me superasse, e não apenas no aspecto físico.

    Quanto a ter decidido por outra carreira, veja bem: é apenas um ano da vida, ele vai ter mais uns 50/60 para desenvolver sua carreira. Ninguém perde uma carreira por conta de um ano da vida, até porque aos 19 anos não dá para decidir muita coisa da carreira (tenho inúmeros colegas que abandonaram ou trocaram de faculdade depois de começada). Falo, de novo, por experiência própria, pois também cursava faculdade quando servi ao Exército. Perdi um ano de faculdade (tranquei matrícula) mas ganhei uns 10 anos em experiência de vida.

    Por fim, não tenha preocupações quanto a “entregarem seu filho em maca”. Acidentes (ou incidentes como esse) no Exército são raríssimos, dada a enormidade do serviço militar em nosso país.

    Se após ler o que eu disse vc ainda assim não se convencer, diga a seu filho para se negar a servir, até o final do alistamento (se der tempo ainda). Raríssimos servem uma unidade-escola “forçados”. Mas será uma pena para o Exército, e mais ainda para seu filho.

    Saudações.

  103. maicon 21 de abril de 2010 at 19:28 #

    Isso não acontece com tds são raras as vezes deste fato acontecer…marcha de 12 km? Imagina as marchas de 18, 24 e 32 equipados com td o material de dotação, com frio, chuva e sol ou o curso de cabos ou o cfs…carregar feridos, fazer patrulha, ir dormir as 2 da manhã e acordar as 4:30, passar seis dias sem tomar banho comendo sambica de galinha, repolho e feijão embaixo da chuva, com fuzil a tira colo e mochila nas costas, capacete na cabeça, dormir molhado no inverno, passar o dia correndo com dois litros de água ou ter a sorte de achar uma verdente para beber, não ter mais meias secas, gente isso não é nada, são tds capazes ou não, é simples.Espero que os rapazes melhorem rapidamente para voltarem e tentarem novamente, se derem baixa, com certeza sairão de espírito fortalecido e conhecedores de seus limites, sabendo que aqueles que ficam estão aptos a defende-los e ajuda-los qdo for necessário. 7º BIB, LAPA, BRASIL ACIMA DE TUDO!!!

  104. carlos 22 de abril de 2010 at 13:23 #

    é mais uma de criminosos no exercito….esses oficiais superiores que extrapolam humilhando as pessoas o fazem devido por sua baixa auto estima, sao inferiores profissionalmente e de carater duvidoso….por isso as forças armadas é tratada assim….nao pode ter o minimo de poder porque fazem mau uso dele…..lixo!!!!

  105. Recruta_02 22 de abril de 2010 at 17:26 #

    Minha unica esperança é que a partir destes acontecimentos e de todas estas criticas sirvam para o crescimento/amadurecimento das forças armadas para que ocasiões como estas que nos geram tal constrangimento não somente para o exército brasileiro mas também para toda nação brasileira na ocorram mais futura mente.

    Braço forte, mão amiga.

  106. o samurai 28 de maio de 2010 at 4:06 #

    bem, eu não sei quanto a vcs, mas na minha época que serví o serviço militar não era 26km, e sim 36km,o tempo de internato era de um mês,hoje é de uma semana, tinhamos instruções básicas de ordem unida todos os dias,quando eramos lavados para os treinamentos de combate na selva na e P.P.M, até completar o período de recebimento de boina passavamso mais ou menos um periodo de um mes,nenhum dos soldados que faziam os treinamento não choravam, pois estavamos alí para nos tornar guerreiros de selva, nem resmungavam,pelo contrário gostavamos, da vibração, adrenalina como se diz hoje, isso nos fazia feliz em bater em nossos peitos e gritar bem alto que dentro de nós eramos livres para fazer o que gostavamos,e também porque nossos pais nos avisavam antes de servimos que teriamos que passar por isso tudo para nos tornar homens de caratér, e respeitar os nossos superiores mesmo que tenhamos que passar por tais tratamentos, e era o que faziamos,passavamos pelas provas de combates e adestramento,nunca vomitei, nem passei mal, nem chorei, porque antes de serví a pátria, sempre trabalhava duro em casa e fora de casa, sempre fui um bom filho, dedicado no que fazia,nunca tive o privilégios de ter tudo em casa tinhamos que suar a camisa para conseguirmos algo,serví no ano de 1991, fui do 24º batalhão de caçadores, São Luis -MA, gostava do que fazia, tenho orgulho do que fiz pela minha pátria e sinto muitas saudades da vida militar,quando vejo minhas fotos com meus companheiros de selva, se tivesse como voltar no tempo, ou até mesmo ter uma convocação hoje , digo a todos vcs, que eu me inscreveria de novo e participaria só pra relembrar meus antigos momentos que passei dentro da vida militar onde serví ou para outro batalhão de caçadores, se tivesse a oportunidade de re integrar na vida militar , hoje sou instrutor de karate shotokan,e passo a meus alunos não os treinamentos de combate de selva nem dou os mesmos treinamentos que recebí, mas, a cortesia, a hierarquia,e a disciplina que eu aprendí dentro da vida militar, e tenho orgulho do que fui,e não vergonha, e não saio dizendo que sofrí na vida militar. Sofrimento passamos na vida cotidiana todos os dias, o maior sofrimento e desafio de um homem é tentar vencer na vida, mesmo que tenha que passar por apertos, e o maior dos apertos é o desemprego e A fome. Infelismente só saí das forças armadas por causa do impitma recessão do ex presidente fernando color,se não fosse tão duro o pagamento naquela época poderiamos continuar na vida militar,não tinhamos tecnoligia como hoje, os equipamentos dos soldados eram muito antigos, havia alimentação mais não era tão boa como hoje, hoje vemos soldados andarem de carros, motos, sem farda,ou brincando com a própria farda, ou vendendo,ou emprestando, no meu tempo a vida militar era militar, hoje ,os jovens,querem esbanjar dinheiro como se estivesse participado de um big brother,soldado no meu tempo, tinha que manter a postura de soldado,não brincar de ser soldado.

  107. O Aprendiz 17 de setembro de 2010 at 23:12 #

    Por incrível que possa parecer, eu li todos os comentários acima. Fico preocupado com o rumo das coisas na atual sociedade. Tudo, ou quase tudo, pode ser normal. Não podemos desconsiderar que o recruta passa apenas um ano nas Forças Armadas. Os que ficam mais tempo já não são mais recrutas. Assim, esse curto período, no qual milhares de famílias incentivam e permitem que seus filhos passem pela experiência do serviço militar, deveria ser aproveitado para formar guerreiros de caráter, os quais poderiam ser empregados na guerra real do dia-a-dia: o mercado de trabalho. Essa é a única guerra na qual cada um pode, de fato, ajudar o Brasil a vencer. Das Forças Armadas, penso que a que menos contribui para o desenvlvimento do país seja o Exército. Por isso, é que para lá vai a maioria dos jovens brasileiros. Não é porque seja a melhor, mas porque é aquela que reúne e exige o menor nível intelectual dos seus convocados. Em geral, os recrutas têm aquilo que chamam de período básico, no qual ficam alguns dias no quartel e recebem instruções que não servirão para quase nada na vida. E não servirão porque não têm consistência, não têm fundamento. O mundo mudou, mas nos quartéis, tudo continua como no começo do século passado: o recruta começa o dia com um horário para os exercícios físicos, depois vai marchar um pouco e o resto do dia, em geral, é só fazendo faxina. Por isso, é grande o número de soldados que quando dão baixa, só conseguem empregos braçais ou acabam entrando para as polícias estaduais. É claro que há exceções, mas aqui, eu não trato delas. Falo da maioria dos soldados. Outra coisa: não adianta falar que antigamente era mais difícil, ou que hoje querem que seja mais fácil, ou que precisa de novas leis, etc… Já há lei demais neste país. O problema que aconteceu com esses recrutas poderá acontecer em vários outros quartéis todos os anos, afinal, quem fez isso com eles foram outros seres humanos, ou talvez desumanos. E o que eu sei que ninguém vai negar é que todos os superiores, cabos, sargentos, tenentes, coronéis e generais, todos, sem exceção, só são superpoderosos diante do recruta, do inexperiente, do desinformado. Quando algo dá errado, ainda que acidentalmente, aí não fica um pra assumir a responsabilidade. A batata está quente, então ela vai passando de mão em mão, até chegar às mãos que não se mexem. Na hora do pega prá capar, não fica nenhum dos valentões. E não adiante acreditar muito naquela história da sindicância ou do inquérito policial militar, pois tudo é feito de modo a inocentar os culpados e responsabilizar sempre a vítima. O problema dos recrutas foi, nesse caso, fruto da ação de um grupo de despreparados em formar despreparados para o país.

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