Voa o UAV Watchkeeper

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O UAV Watchkeeper, feito pela U-TacS (UAV Tactical Systems Ltd), uma “Joint Venture” entre a Thales do Teino Unido e a Elbit Systems de Israel, voou pela primeira vez em 16 de abril, em Megido, Israel.

Este é o primeiro UAV projetado para atender às demandas do MoD britânico.

O Watchkeeper proverá as forças do Reino Unido com capacidade de inteligência, aquisição de alvos e reconhecimento (ISTAR) e serão um elemento chave na capacidade de guerra em redes. A Thales, que é a contratada principal, vai entregar equipamentos, treinamento e instalações a partir deste ano.

O sistema Watchkeeper consiste numa aeronave não-tripulada, com configuração de carga dual, que pode incluir sensores eletroóticos, designador laser, bem como um radar de abertura sintética e indicador de alvos em movimento no solo.

As informações ISTAR e imagens são enviadas para uma rede de estações móveis no solo e para terminais remotos onde operadores militares podem controlar a missão e interagir com um ambiente de rede. Imagens de alta resolução e imageamento por radar serão explorados e disseminados para prover inteligência valiosa para os comandantes operacionais.

O Watchkeeper é um UAV totalmente autônomo, incluindo ATOL (automatic take-off and landing) e capacidade anti-gelo, para expandir a capacidade de operar em qualquer tempo. O sistema é capaz de rápido desdobramento e operações em qualquer lugar do globo e fornecerá dados para as três Forças.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

3 COMMENTS

  1. Sabe o grande problema nosso?

    Componentes.

    Torretas eletroópitcas, links, sensores de voo, plataforma inercial, etc… ou seja, os “Black Boxes”.

    Quanto a plataforma, temos muitas empresas de pequeno e médio porte, que montam kits ou fabricam aeronaves, em sua maioria em compósitos, para a aviação leve.

    Tem até motor nacional (baseado no box do fusca) a pistão utilizando alcool como combustível. Em breve teremos um propulsor a reação para aeronaves do porte de UAV (o core já foi ou está em vias de certificação).

    Em minha humilde opinião, os representantes da Aeroeletronica/Elbit, algum representante destes pequenos fabricantes e representantes dos fabricantes do motor, no mínimo iria dar uma bem vinda rodada de chopp’s recheada de conversas animadas e calorosas sobre o tema.

    Abs.

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