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Type 10, o novo MBT japonês

O Type 10 ou TK-X (MBT-X) é o novo MBT (Main Battle Tank) japonês, que visa substituir ou complementar os carros de combate Type 74 e Type 90.

Desenvolvido a partir dos anos 1990, com produção começando agora, 2010-2011. Um protótipo foi revelado em 13 de fevereiro de 2008 (ver vídeo no final deste post) no Technology Research and Development Institute (TRDI) em Sagamihara.

O projeto do Type 10 deu grande ênfase às capacidades C4I, bom como performance, poder de fogo, proteção e mobilidade. O uso modular de componentes melhorou significativamente a blindagem lateral, em comparação com o Type 90.

A alça panorâmica do comandante do carro foi movida para a direita e localizada numa  posição mais alta em relação ao Type 90, dando ao comandante um ângulo de visão mais amplo. O veículo é dotado de um novo canhão de alma lisa de 120mm desenvolvido pela  Japan Steel Works, que também produz sob licença o Rheinmetall L44 120mm para o Type 90.

A blindagem do carro pode ser configurada, com peso básico de 40 toneladas, podendo ir até 48 toneladas de peso. Os custos de desenvolvimento eram em 2008, de aproximadamente US$ 447 milhões. O preço unitário de cada Type 10 é de cerca de US$ 6,5 milhões.

Em 2010, o Ministério da Defesa japonês encomendou 13 carros de combate Type 10, que deverão entrar em serviço no próximo ano.

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, informou ontem que enviou unidades militares aéreas e de infantaria para a fronteira com a Colômbia. Mobilizamos unidades militares, aéreas, de infantaria, mas em silêncio porque não queremos alterar ninguém, a população, disse Chávez em entrevista à televisão estatal VTV, sem dar detalhes sobre os efetivos enviados à zona de fronteira. Na semana passada, a Venezuela rompeu relações com a Colômbia por causa da denúncia feita pelo país vizinho na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a presença de mais de 1.500 guerrilheiros colombianos no território venezuelano.
Chávez reafirmou as críticas ao colega colombiano, Álvaro Uribe, que cede o cargo no dia 7 a seu ex-ministro da Defesa, Juan Manuel Santos. Uribe é capaz de qualquer coisa nestes dias que lhe restam (de governo). Isto se tornou uma ameaça de guerra, mas nós não queremos a guerra, acrescentou Chávez.

Pouco tempo depois do anúncio de Chávez, o governo colombiano comunicou o início das operações hoje de uma base militar encarregada de vigiar o espaço aéreo na fronteira com a Venezuela e combater as guerrilhas das forças armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Exército de Libertação Nacional (ELN) na região.

A base está situada em Yopal, capital do departamento de Casanare, e será inaugurada pessoalmente pelo presidente Álvaro Uribe, anunciou a Força Aérea Colombiana (FAC). Esta unidade abrange os departamentos de Arauca (fronteira com Venezuela) e Casanare, sobre uma área total de 69.000 km², e contará com aeronaves de transporte, inteligência e combate, incluindo aviões e helicópteros.

A base dará proteção aérea à infraestrutura petroleira nesta região do país.

Lula

Alvo de críticas do líder colombiano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva preferiu ignorar Uribe, que, num comunicado divulgado anteontem classificara de deploráveis as declarações do brasileiro sobre o conflito com a Venezuela. Embora tenha dito no Paraguai que sua relação com Uribe é extraordinária, Lula optou por falar diretamente com o presidente eleito, Juan Manuel Santos.

Lula e Santos conversaram por telefone, ontem pela manhã, mas o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, não soube dizer de quem partiu a iniciativa. Para Baumbach, o episódio de anteontem ficou para trás. O presidente acha que o episódio está superado. Ele não comentou e nem comentará (o tom das críticas de Uribe), disse Baumbach, lacônico sobre o diálogo com Santos: O presidente considerou que a conversa foi positiva e que ajudou nesta preparação para uma distensão.

Sou amigo de Uribe, tenho com o presidente uma relação de oito anos extraordinária, da mesma maneira que espero ter nos próximos cinco meses (restante de seu mandato) com Santos, disse Lula em Villa Hayes, 30 quilômetros a noroeste de Assunção.

Ele garantiu que não deixará uma divergência pessoal atrapalhar a relação de um Estado com outro Estado e que, não só irá ao jantar de despedida de Uribe no próximo dia 6, como espera ser convidado para sentar-se à mesma mesa. Lula afirmou ao colega eleito que não irá se intrometer em assuntos internos da Colômbia, deixando a entender que considera que o problema com as Farc não diz respeito ao Brasil. Ele convidou Santos a visitar o Brasil, o que foi aceito. No entanto, ainda não há data agendada.

FONTE/FOTO: Jornal do Comércio, via Notimp/Daily Censored

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Deploramos que Lula, com quem temos as melhores relações, ignore a ameaça das Farc, diz nota

O gabinete do presidente colombiano, Alvaro Uribe, emitiu nota criticando os comentários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a crise com a Venezuela. ” Deploramos que Lula, com quem temos as melhores relações, tenha se referido à crise como um caso pessoal e ignore a ameaça que representa a presença de guerrilheiros das Farc na Venezuela”, diz a nota.

“É deplorável que Lula, com quem temos as melhores relações, tenha se referido à crise como um caso pessoal e ignore a ameaça que representa a presença de guerrilheiros das Farc na Venezuela”, diz a nota.

“Ainda não vi conflito. Eu vi conflito verbal, que é o que nós ouvimos mais aqui nessa América Latina”, afirmou Lula ontem após se reunir com o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega.

Lula se encontrou no começo da semana com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, com quem discutiu a crise. Ontem, o presidente indicou que pretende negociar uma distensão entre Colômbia e Venezuela com o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que toma posse no próximo dia 7, e Chávez.

A Colômbia acusa a Venezuela de abrigar, com a anuência do governo do presidente Hugo Chávez, guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), incluindo vários líderes do grupo. Caracas nega que dê proteção à guerrilha.

FONTE: Estadão

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Operação Atlântico II mobilizou 10 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica por 12 dias

As Forças Armadas brasileiras realizam exercício conjunto na praia de Itaoca, no sul do litoral do Espírito Santo, na última terça-feira (27). A Operação Atlântico II, que termina amanhã, mobilizou 10 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica por 12 dias em uma área que vai do litoral de São Paulo ao arquipélago de Fernando de Noronha. O foco é a defesa dos poços de petróleo da camada pré-sal.

Os militares realizaram exercícios de proteção dos poços de petróleo, da recuperação de plataformas invadidas por terroristas e de ataque a sequestradores.

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Ministros de bloco regional discutem crise diplomática entre os dois países hoje no Equador

O ministro de Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermudez, disse ter poucas expectativas sobre a reunião da União das Nações sul-americanas (Unasul) desta quinta-feira, 28, em Quito, no Equador, que discutirá a crise diplomática entre Bogotá e a Venezuela.

“Realmente não tenho altas expectativas. O secretário-geral (Nestor Kirchner) não vai à reunião. E vários ministros enviaram representantes”, disse Bermúdez à rádio Caracol.

De acordo com o chanceler, alguns dos ministros da região não consideram conveniente a reunião. “Qualquer decisão requer consenso e já sabemos a posição de alguns países”, acrescentou Bermúdez.

O ministro vai pedir que a Venezuela entregue guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que, segundo o governo de Alvaro Uribe, estão no país vizinho.

Bermúdez também descartou retirar as acusações feitas na Organização dos Estados Americanos (OEA) que levaram o presidente Hugo Chávez a romper relações diplomáticas com a Colômbia.

Para o chanceler colombiano, o governo do presidente eleito Juan Manuel Santos deve ter melhor sorte nas relações com a Venezuela.

“Tomara o governo que assuma tenha a possibilidade de conseguir a cooperação eficaz e não retórica da Venezuela nestes temas”.

FONTE: Reuters, via Estadão

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Os grandes cortes de gastos militares na Alemanha, no Reino Unido e na França podem encorajar a Europa a adotar uma política comum de defesa, para otimizar o uso de recursos e eliminar investimentos duplos numa mesma área.

A Alemanha, que se tornou nos últimos anos cada vez mais ativa em missões militares internacionais, deve diminuir seu Exército em 40% para ajudar a arrumar suas finanças. França e Reino Unido, que têm as maiores Forças Armadas da Europa, também estão passando por cortes.

“Considerações orçamentárias e de segurança deverão servir para aumentar a pressão para que tenhamos uma política conjunta de defesa”, disse Elke Hoff, a porta-voz para assuntos de defesa dos liberais (FDP, na sigla em alemão), partido que faz parte da coalizão da premiê Angela Merkel. “A estabilidade financeira está se tornando uma questão-chave de segurança no mundo globalizado”, afirmou.

O ministro da Defesa alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, e o ministro francês, Hervé Morin, disseram na semana passada que iriam montar um grupo de trabalho informal para estudar medidas de eficiência conjuntas.

Os dois aliados decidiram “procurar juntos quais os recursos poderiam ser complementares ou compartilhados para trazer ganhos de eficiência e economia de escala”, disse Morin.

O ministro da Defesa britânico, Liam Fox, disse ser necessário cooperação bilateral em defesa, “particularmente com países que têm os mesmo interesses que nós e estão preparados tanto para pagar quanto para lutar, como a França”.

O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, argumenta que os Estados-membros da aliança militar precisam combinar melhor seus recursos.
Mas analistas dizem que isso pode demorar para se materializar.

Nick Witney, ex-diretor da Agência de Defesa Europeia e atualmente pesquisador do think-tank Council on Foreign Relations, disse que os governos inicialmente devem evitar qualquer tipo de compromisso internacional. “Espero que, quando a poeira do colapso financeiro baixar, as pessoas vão dizer: ‘Vai sobrar muito pouca capacidade de defesa se continuarmos a duplicar tudo em bases nacionais’. Assim, a lógica de combinar os recursos vai, espero eu, prevalecer”, disse ele.

No Reino Unido, analistas veem espaço para cooperação com a França, por exemplo, nos caças. Alguns afirmam que o Reino Unido poderia economizar se comprasse os caças franceses Rafale, construídos pela Dassault, talvez como parte de um acordo em que os britânicos construiriam os aviões de reabastecimento no ar.

Na Alemanha, onde os cortes devem ser mais profundos, espera-se que o serviço militar compulsório seja revisto. O Exército, que atualmente tem cerca de 250 mil soldados, deve passar para algo em torno de 150 mil. Hoje em dia a Alemanha tem cerca de 7 mil tropas estacionadas no exterior – é o terceiro maior contingente internacional no Afeganistão.

FONTE: Valor Econômico – 29.07.2010 / COLABOROU: Justin Case

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Para Nelson Jobim, o protocolo adicional do TNP significa ‘ingerências externas’. O Ministro esteve nesta terça (27) em Natal na reunião anual da SBPC. (Foto: Iberê Thenório/G1)

Ministro da Defesa também cobrou satélite para defesa da Amazônia. Ele participou da reunião da SBPC, que ocorre em Natal

Iberê Thenório

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) como “assimétrico”, se referindo ao tratamento diferenciado dado às potências nucleares no documento. A declaração foi feita nesta terça-feira (27) durante palestra na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.
Segundo ele, o acordo atrapalhou o desenvolvimento de tecnologias nucleares pacíficas em países que não tinham bomba atômica na época da assinatura do documento.
“Nós tivemos um aumento dos armamentos nucleares e uma não-capacitação dos países necessária para o desenvolvimento da tecnologia nuclear para energia, propulsão nuclear de submarinos, agricultura e saúde”, afirmou o ministro

Jobim voltou a afirmar que é contra a assinatura do protocolo adicional do TNP, que estabelece mais poder de fiscalização à ONU para a visita de instalações do país. “O Ministério da Defesa se opõe a assinatura do protocolo adicional, pois ele significa ingerências externas”, afirmou.

O TNP entrou em vigor em 1970 para evitar uma possível guerra nuclear, e proíbe países que não tinham bombas atômicas na época a desenvolvê-las. O Brasil é signatário desde setembro de 1998.

Satélites brasileiros

Ilustração exibida por Nelson Jobim na SBPC mostra os locais em que o Brasil precisa de monitoramento de satélites de defesa: à esquerda, em amarelo, as fronteiras da Amazônia; em azul, à direita, as águas brasileiras. (Foto: Ministério da Defesa/Divulgação)

Durante sua palestra, o ministro defendeu desenvolvimento de satélites brasileiros para o monitoramento das fronteiras da Amazônia e da faixa litorânea brasileira – chamada pelos militares de “Amazônia Azul”.

“[O desenvolvimento de satélites] não é coisa de apenas uma geração, e nós não estamos trabalhando”, afirmou o ministro em palestra durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.

Atualmente, o Brasil tem apenas dois tipos de satélite em órbita, operados por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Um deles, em parceria com a China, leva câmeras para fotografar a superfície do planeta. O outro captura informações ambientais, como quantidade de chuvas e regime dos rios.

Conheça a estrutura do Programa Espacial Brasileiro

Segundo o ministro, uma das necessidades mais fortes da defesa é ter um satélite geoestacionário (que se mantém sempre na mesma posição em relação ao planeta) para fazer o controle do espaço aereo.
Em sua conferência, Jobim também se disse favorável a aumentar as pesquisas brasileiras na Antártida. Segundo ele, o país não tem pretensões de obter direito a trechos do território antártico – ao contrário dos vizinhos Chile e Argentina –, e a presença de pequisadores reforçaria a ideia de usar o continente apenas para fins científicos.

FONTE: G1

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A AgustaWestland (AW), do Grupo Finmeccanica, anunciou que seu helicóptero AW-159 Lynx Wildcat fez sua primeira aparição pública no “Farnborough International Air Show” (19-25 de julho).

O AW-159, que será conhecido como Lynx Wildcat na Royal Navy e no British Army, é uma nova geração de helicóptero multifunção que substituirá os antigos helicópteros Lynx.

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Reservista ou dispensado?

Qual a diferença entre os dois documentos

Depois de concluído o período no Exército, os homens recebem o Certificado de Reservista; o outro caso é para quem não vai servir às Forças Armadas, porque não está apto ou não havia mais vagas

Guilherme Augusto, de 18 anos, é de Macaparana, na Zona da Mata Norte, e não está conseguindo se alistar no Exército da cidade. E a preocupação faz sentido. É que depois de concluído o período no Exército, os homens recebem um Certificado de Reservista. O documento é exigido para participar de concursos públicos e sem ele, não é possível fazer o Título de Eleitor nem a Carteira de Trabalho.

O artesão Édipo Gomes, por exemplo, já devia estar trabalhando, com carteira assinada e tudo, mas faltou um documento: o CDI, que significa Certificado de Dispensa de Incorporação. Ele é dado a quem não vai servir às Forças Armadas porque não foi considerado apto ou foi considerado, mas havia mais gente do que vagas.

Quem tem algum tipo de deficiência também é dispensado, recebendo o Certificado de Isenção. Já aqueles que serviram às Forças Armadas, na saída, recebem a de Reservista. “Foi ruim não fazer no tempo certo, porque agora tive que correr para me apresentar e pagar multa para poder dar entrada no CDI”, disse Édipo Gomes.

Mas não importa o caso, o alistamento é obrigatório para todos os homens. Eles devem se apresentar no ano em que completam 18 anos de idade. E, para não pagar multa, existe um prazo: de 1° de janeiro a 30 de abril.

O alistamento deve ser feito em qualquer uma das 175 Juntas de Serviço Militar de Pernambuco. Na cidade onde ela não existe, você deve procurar a Prefeitura que é obrigada a informar qual o local mais próximo.

É bom lembrar que, desde 2003, o alistamento é único para o Exército, Aeronáutica e Marinha. Se você tem preferência por alguma, procure a Junta mais próxima de onde estão as bases.

A marinha, por exemplo, fica em Olinda. Para se alistar, são necessários: documento de identidade ou certidão de nascimento, comprovante de residência e duas fotos 3×4 atuais.

“Quem está irregular não consegue tirar o passaporte, a carteira profissional, não pode participar de concurso público, nem assumir um cargo público”, explicou o chefe da Seção de Serviço Militar Regional, Major Marcelo Murga (foto 4).

Multa

Quem deixar de se alistar paga multa. O valor começa em um R$ 1,37 e vai aumentado de acordo com tempo que a pessoa demora para regularizar a situação. Este ano, o prazo terminou no dia 30 de abril, mas quem procurar a Junta Militar, agora, poderá participar da seleção do próximo ano.

O Guilherme Augusto disse que a cidade de Macaparana não tem Junta Militar e que a Prefeitura não dá explicações. Segundo a Prefeitura, o serviço foi criado há dois meses, mas ainda não está inscrevendo porque os funcionários não sabem mexer nos computadores e não há um prazo de quando o atendimento vai iniciar.

A Prefeitura de Macaparana afirmou que oferece transporte para os jovens até a Junta Militar do município vizinho, São Vicente Férrer, que fica a oito quilômetros.

FONTE: pe360graus, via Notimp

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O Brasil voltou a anunciar que se dispõe a cooperar nas negociações por um acordo de paz no Oriente Médio. A posição foi confirmada durante a visita do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém.

O presidente Lula foi estimulado a participar de certas conversas (em busca de um acordo de paz) anunciou o chanceler.

Obviamente, essas coisas não permitem reações imediatas.

Amorim também esteve na sede da Autoridade Nacional Palestina (ANP) com o primeiroministro Salam Fayyad, e o chanceler Riad al Maliki. Segundo o diário israelense M a ariv, o chanceler brasileiro deve voltar a se reunir com representantes israelenses para transmitir a resposta da ANP.

No mesmo dia, o premier israelense fez um apelo aos palestinos para que iniciem o quanto antes as conversações diretas com Israel.

Agora é preciso passar sem demora às negociações diretas declarou, acrescentando que EUA e Israel já concordaram sobre a necessidade de passar para este estágio das negociações.

Irã

A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU confirmou o recebimento da carta do Irã comunicando a volta das negociações sobre o acordo de troca de combustível nuclear fora do território iraniano, firmado com a mediação de Brasil e Turquia.

O chanceler brasileiro, que se reuniu com autoridades iranianas no fim de semana, disse que espera sinais claros da comunidade internacional sobre a participação do país nas negociações com o Irã.

É mais importante considerar que, se os 1.200 quilos de urânio levemente enriquecidos pelo Irã já estivessem na Turquia, o mundo estaria muito mais tranquilo considerou.

FONTE: Jornal do Brasil, via Notimp

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Centenas de civis foram mortos sem conhecimento público e oficial pelas tropas de coalizão no Afeganistão, planos secretos para exterminar líderes extremistas do Taleban e Al Qaeda e a discussão do suposto envolvimento de Irã e Paquistão no apoio a insurgentes eram temas recorrentes aos líderes militares.

As tropas no Afeganistão mantinham uma unidade de “caçadores” para “matar ou capturar” líderes do Taleban sem julgamento.

As informações foram publicadas em uma série de reportagens no jornal inglês “The Guardian” neste domingo.

O jornal também revelou documentos secretos que comprovam o desenvolvimento dessas ações pelas tropas de coalizão (leia todas as reportagens, em inglês, aqui).

Segundo o “Guardian”, as informações provêm de um acervo com mais de 90 mil documentos de incidentes, além de relatórios de inteligência sobre o conflito, que foram colocados no ar na internet –em um dos maiores vazamentos de informações da história militar dos Estados Unidos.

Além do “Guardian”, os arquivos foram disponibilizados a dois outros jornais: o alemão “Der Spiegel” e o norte-americano “The New York Times”, e contabilizam as batalhas ocorridas nos últimos seis anos, que custaram a vida de mais de 320 britânicos e 1.000 norte-americanos.

Relatórios

Os documentos informam que pelo menos 195 civis foram mortos e outros 174, feridos. O número, contudo, pode ser subestimado porque, em muitas missões, as tropas omitem esse tipo de acontecimento.

Erros que ocasionaram morte de civis também incluem o dia em que soldados franceses bombardearam um ônibus cheio de crianças em 2008, matando 8. Uma ronda similar feita pelas tropas norte-americanas matou 15 passageiros.

Os documentos também apontam o extermínio de uma vila durante uma festa de casamento, incluindo uma mulher grávida, em um aparente ataque de vingança.

Segundo o jornal, os EUA também acobertaram que o Taleban adquiriu mísseis aéreos, e que escondeu um massacre perpetrado pelo grupo terrorista devido ao uso de bombas, que dizimaram mais de 2.000 civis até então.

Outro lado

Em nota, a Casa Branca afirma a situação demonstrada pelos relatórios foi resultado da gestão anterior à de Barack Obama.

“É importante notar que o período de tempo refletido nos documentos é janeiro de 2004 a dezembro de 2009″, afirma o governo.

“Condenamos fortemente a revelação de informação confidencial por indivíduos e organizações, que põe a vida de membros norte-americanos e parceiros de serviço em risco, e ameaça nossa segurança nacional”, prossegue a nota.

“A Wikileaks [site da internet no qual os documentos foram publicados] não fez esforço para contatar o governo dos EUA sobre esses documentos, que podem conter informações que colocam em risco a vida de americanos, nossos parceiros, e populações locais que cooperam conosco.”

FONTE: Folha.com

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Causa

Efeito

Demonstração de um tiro certeiro, executado por um Sniper do US Navy SEAL, em uma melancia representando a cabeça de uma pessoa.

FOTO: U.S. Navy Photo por Mass Communications Specialist Chief Stan Travioli

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As Forças Armadas da Venezuela declararam nesta sexta-feira seu apoio à decisão do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de romper relações diplomáticas com a Colômbia e disseram estar prontas para um possível combate em caso de invasão do território venezuelano.

“A Forças Armadas Nacionais Bolivarianas mantêm sua preparação operacional e estão dispostas a executar as tarefas que forem impostas pelo comandante-em-chefe e presidente da República”, declarou o ministro da Defesa, general Carlos Mata, que leu uma declaração na televisão oficial VTV.

O presidente Chávez ordenou que as Forças Armadas se mantenham em “alerta máximo” na fronteira ante a possibilidade de alguma agressão diante do risco de que o colombiano Alvaro Uribe, “movido por seu ódio contra a Venezuela”, opte por uma ação militar contra Caracas.

“Conte o governo com uma resposta contundente se forças estrangeiras tentarem violar o solo sagrado do maior homem da América”, acrescentou o ministro, referindo-se ao libertador e grande herói venezuelano, Simón Bolívar.

O ministro, assim como outros membros do governo, desmentiu “categoricamente” as declarações do embaixador colombiano na OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Hoyos, de que há 87 acampamentos e cerca de 1.500 guerrilheiros colombianos dentro das fronteiras da Venezuela, sob leniência de Chávez. As acusações levaram o presidente a romper relações com Bogotá.

Combate

Mata assegurou que os esforços dos militares venezuelanos “têm sido enormes” para combater o narcotráfico e a presença de rebeldes em seu território e que é responsabilidade da “oligarquia colombiana” se “existe sangue” na história destes países vizinhos.

Mais cedo, o embaixador da Venezuela na OEA, Roy Chaderton, reconheceu que há guerrilheiros colombianos no país, mas negou apoio aos rebeldes e afirmou que as Forças Armadas venezuelanas não apenas combatem a guerrilha, como já entregaram membros capturados à Colômbia.

Na noite de quinta-feira, o ministro da Defesa afirmou que a situação na extensa fronteira entre Colômbia e Venezuela é “normal”, em declarações concedidas ao término de uma reunião extraordinária do Conselho de Defesa da Nação, organismo máximo consultor do país sobre segurança e defesa.

Ao terminar de ler a declaração, o ministro da Defesa bradou o lema “Pátria socialista ou morte! Venceremos!”, utilizado pelo presidente e pelos militares em seus atos públicos.

FONTE: Folha.com

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Um dos objetivos é evitar que participação dos EUA desequilibre negociações entre Colômbia e Venezuela. Crise entre vizinhos pode contaminar eleições brasileiras


Eliane Cantanhêde e Fábio Amato

O Brasil articula para retirar a crise Colômbia-Venezuela do âmbito da OEA e trazer para a Unasul (União de Nações Sul-Americanas), para evitar que a participação dos EUA desequilibre as negociações -pró-Colômbia e anti-Venezuela. Os EUA integram a OEA, não a Unasul.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou ontem para Chávez propondo a troca. Após a conversa, Chávez anunciou que pediu ao Equador (que ocupa a presidência pro tempore) uma reunião de emergência.

O centro da crise é a acusação da Colômbia de que a Venezuela já teve 87 acampamentos guerrilheiros colombianos, e ocorre quando a campanha do tucano José Serra afirma que o PT da adversária Dilma Rousseff tem relações com as Farc.

Há, então, chance de contaminação da questão Venezuela-Colômbia na eleição.

Lula vai à Venezuela no dia 6 para nova rodada trimestral de reuniões, seguindo direto para a posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. A viagem, agora, tem outro peso.

O Brasil acha melhor convocar a Unasul após a posse de Santos, que, ao contrário de o atual presidente, deu sinais de querer melhorar as relações com Caracas.

Para o embaixador brasileiro na Colômbia, Valdemar Carneiro Leão, a troca “cria um clima mais propício”.

Os embaixadores da região que servem em Caracas e Bogotá já trocam telefonemas para garantir a reunião.

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, disse que Lula está disposto a ajudar e tem esperança de que, com a sucessão, “as coisas possam se recompor imediatamente”.

Em nota, o Itamaraty disse que acompanha a crise “com preocupação” e que Lula transmitiu a Chávez disposição em ajudar.

FONTE: Folha de São Paulo

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O vice-presidente venezuelano Elías Jaua declarou na noite de ontem que o Conselho de Defesa da Nação, órgão máximo de aconselhamento para segurança e defesa da Venezuela, apoia a decisão do presidente Hugo Chávez de cortar as relações diplomáticas com a Colômbia, segundo declarações de Jaua à rede de televisão VTV.

Chávez anunciou ontem a ruptura das relações diplomáticas com a Colômbia. A Colômbia acusa o país vizinho de abrigar guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em seu território, posição que foi levada ao Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Jaua presidiu a reunião do Conselho convocada de maneira ‘extraordinária’ para analisar a situação. Segundo o vice-presidente, ‘os poderes do Estado e as nossas forças armadas consideram como justa e necessária a ruptura diplomática e chamamos o povo venezuelano a apoiar esta medida’, acrescentou o oficial.

Jaua declarou que o Conselho analisou uma série de medidas para “garantir que o atual governo da Colômbia compreenda que deve respeitar o governo legítimo da Venezuela’.

O documento com as medidas serão entregues a Chávez, segundo Jaua, para avaliação e para que ele decida quais delas serão tomadas, disse ele, sem dar detalhes sobre as características da proposta.

Na reunião, convocada pelo Executivo venezuelano, estavam presentes o vice-presidente Elías Jaua, o chanceler Nicolás Maduro, o ministro de Defesa Carlos Mata Figueroa, e a promotora-geral Luisa Ortega, entre outras autoridades.

O Conselho de Defesa é ‘o órgão máximo de consulta para o planejamento e assessoria do Poder Público (…) em assuntos relacionados à segurança e defesa integral da nação, sua soberania e a integridade do território’, segundo a Lei Orgânica de Segurança da Nação.

FRONTEIRA

O ministro Figueroa declarou após a reunião que a situação na fronteira com a Colômbia é normal, apesar do rompimento das relações diplomáticas.

‘Os 20 mil homens que estão na fronteira me informaram que a situação é normal’, disse o ministro à VTV depois da reunião do Conselho de Defesa Nacional.’Quero que a nação fique tranquila”, completou.

REAÇÃO DA COLÔMBIA

O procurador-geral da Colômbia, Guillermo Mendoza Diago, declarou que há possibilidade de denunciar a Venezuela à Corte Penal Internacional (CPI) por supostamente abrigar guerrilheiros das Farc e do ELN em seu território.

“Se conseguirmos estabelecer isso, e temos informação de que os guerrilheiros se refugiam na Venezuela e as autoridades não fazem nada, e pelo contrários os apoiam, pois então poderíamos já consolidar o que vai ser a denúncia para a Corte Penal Internacional”, disse ele.

Ele disse ter recebido das mãos do governo colombiano uma pasta em que estão documentados ao menos 60 ataques cometidos por guerrilheiros das Farc contra moradores colombianos e depois refugiados na Venezuela.

Ele participou de uma reunião chefiado pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, junto com seus ministros, chefes militares e da polícia.

Até o momento, o governo de Uribe não se pronunciou oficialmente sobre a decisão de Chávez.

CAUTELA

O presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que deve tomar posse em 7 de agosto, alegou que não se pronunciar sobre o assunto é “sua melhor contribuição” para o conflito bilateral. Em visita ao México, ele também lembrou que “o presidente Álvaro Uribe é ainda o presidente em exercício”.

Já o seu vice, Angelino Garzón, afirmou que o novo governo fará “todo o possível” para restabelecer as relações diplomáticas com a Venezuela. “Faremos todo o possível e utilizaremos todos os amigos que temos em diferentes países do mundo e buscaremos todos os mecanismos diplomáticos para melhorar e fortalecer as relações com os países da região, incluindo a venezuela”, disse Garzón, que está em visita a Quito, no Equador.

O porta-voz da atual presidência colombiana, César Velásquez, informou que “qualquer comunicação” oficial sobre o assunto será centralizada no embaixador do país na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, e da representante nos EUA, Carolina Barco. Luis Alfonso Hoyos criticou o rompimento como “um erro histórico” e “imoral”.

Três semanas antes de deixar o governo da Colômbia, o presidente Álvaro Uribe agravou a crise diplomática com a Venezuela ao denunciar que Caracas esconde guerrilheiros em seu território.

As relações bilaterais entre Colômbia e Venezuela foram “congeladas” em julho de 2009 por Caracas, depois do anúncio de um acordo de cooperação militar entre Bogotá e Washington que Chávez considerou uma “ameaça para a segurança regional”.

MUDANÇA DE GOVERNO

“Espero que não ocorra nada de mais grave nesses próximos dias, os últimos de um governo que pretende perturbar a paz antes de ir”, explicou Chávez em referência à saída do presidente colombiano, Álvaro Uribe, do cargo no dia 7 de agosto.

Mais cedo, Chávez disse esperar que o novo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, não esteja envolvido na atual rixa entre os dois países.

“Espero que o novo presidente não esteja inteirado desta agressão. Espero que tome algumas medidas racionais no assunto porque acredito que já uma loucura desatada no palácio de Nariño”, disse Chávez, ao entrar na sede do governo venezuelano, ao lado do técnico da seleção argentina, Diego Maradona.

Durante a campanha eleitoral colombiana, Chávez chegou a alertar que a vitória do ex-ministro de Defesa e sucessor de Uribe podia gerar uma guerra e que seria extremamente difícil restabelecer as relações bilaterais sob seu governo.

Santos, contudo, adotou um discurso de reaproximação e diálogo e chegou a minimizar as acusações de Uribe sobre os vínculos entre Chávez e as Farc. O venezuelano mudou de tom e disse que espera retomar as conversações com o país vizinho depois da posse de Santos. Ele afirmou que não irá na posse por questões de segurança.

ALERTA E EXPULSÃO

O governo de Hugo Chávez anunciou que os diplomatas da nação vizinha terão 72 horas para deixarem o país. O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, confirmou que após este período a representação colombiana deverá ser fechada.

Já a decisão venezuelana de colocar as fronteiras em “alerta máximo” deve-se ao risco de que o Uribe, “movido por seu ódio contra a Venezuela”, opte por uma ação militar contra Caracas, enfatizou Chávez.

As declarações de Chávez foram feitas ontem em rede nacional de televisão, ao lado do técnico da seleção de futebol argentina Diego Maradona, que está em visita à capital da Venezuela. Maradona disse que “isso não é culpa dos colombianos”, segundo o jornal colombiano “El Tiempo”.

Segundo o porta-voz do governo de Bogotá, o país não pretende “agora” militarizar os mais de 2.000 quilômetros de fronteira que mantém com a Venezuela, que por sua vez já colocou em alerta suas forças na região. “Da parte da Colômbia, sempre haverá fraternidade”, disse Velásquez, segundo o jornal venezuelano “El Universal”.

REAÇÕES

O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, em declarações à imprensa brasileira, lamentou a decisão venezuelana. Garcia também confirmou que Lula telefonou aos outros dois mandatários para discutir o assunto e que o Brasil tentará mediar o impasse.

“Conversei com Lula e ele está preocupado com isso. O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Néstor Kirchner, também me ligou; todos estão incomodados com essa decisão lamentável que tive que tomar, mas não me restava outra alternativa”, declarou o presidente Chávez.

O Departamento de Estado americano reagiu nesta quinta-feira em defesa da Colômbia e com críticas à Venezuela. “Não é uma boa forma de atuar”, disse o porta-voz da diplomacia americana, P.J.Crowley, ao comentar o assunto, pronunciando-se favoravelmente ao grande aliado de Washington na América do Sul.

O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, pediu que os países “acalmem os ânimos”. Ele afirmou que a OEA “estará sempre disposta” a cooperar, mas alertou que “os passos devem ser dados pelos governos” de Caracas e Bogotá.

ACUSAÇÃO

Ontem, em sessão extraordinária da OEA (Organização dos Estados Americanos), a Colômbia exibiu fotos, vídeos e testemunhos que provariam a presença de ao menos 87 acampamentos e 1.500 guerrilheiros protegidos em solo venezuelano.

O embaixador da Colômbia no órgão, Luis Alfonso Hoyos, afirmou que os acampamentos não são novos “e continuam se consolidando”.

“Não são [apenas] casas. São ao menos 87 estruturas completamente armadas em território venezuelano”.

Em seu discurso, que também contou com fotos e imagens aéreas, Hoyos se concentrou nas informações sobre quatro localidades, que abrigariam os acampamentos nomeados Ernesto, Berta, Bolivariano e Jesus Santrich, situados 23 quilômetros para dentro do território venezuelano.

A Venezuela negou nesta quinta-feira as acusações e alegou que as fotos aéreas mostradas como provas foram tiradas em território colombiano.

“Uma das imagens onde se mostra Pablito em uma suposta praia venezuelana, a cor da areia me faz pensar que é mais parecida com a praia de Santa Marta [na Colômbia], grata cidade porque foi onde morreu nosso libertador. Além disso, a cor do céu e das flores são muito parecidas e isso pode ser tanto na Colômbia quanto na Venezuela”, defendeu o embaixador venezuelano na OEA, Roy Chaderton.

FONTE/FOTO: AFP, FOLHA.COM

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Airsoft na Europa

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