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3 Comentários to “IEDs no Afeganistão”

  1. Marine disse:

    O interessante dos dados e que demonstra que a porcentagem de IEDs descobertas e derrotadas sao a mesma de sempre. O que isso nos ensina e que o inimigo nao esta sendo mais bem sucedido no quesito, pelo contrario no desespero ele so tem uma saida… Tem que colocar mais e mais delas na esperanca de que serao mais bem sucedidas, o que invariavelmente da as tropas mais chances de encontrar “trigger men” e “bomb planters”.

    Enfim mais baixas existem devido ao maior numero claro, mas o “success rate” das IEDs continua o mesmo.

  2. Andre_Oliveira disse:

    Os dados estão defasados em um ano e a taxa de sucesso nas desmontagens indica um equilíbrio no conflito. Ou seja, há um impasse estratégico e há um forte questionamento nos E.U.A., inclusive por parte de gente da direita, se o custo dos quase 130 mil soldados lá estacionados, 2/3 dos EUA, realmente estão surtindo efeito. Há uma espiral problemática. Se aumentam os ataques militares, aumentam as baixas civis e o apoio internacional cai mais ainda. Ao não realizar estas ações mais contundentes, no entanto, eles permitem o fortalecimento do Taleban e da Al Qaeda que operam por lá e tornam a guerra igualmente impopular. Juntando-se isso a um ambiente antropológico tribal pra lá de complicado e um ambiente operacional dificílimo de se integrar e temos o cenário de um desastre com hora marcada..

    Há um documentário interessante sobre o atual conflito no afeganistão. É uma produção Nat Geo:

    http://www.restrepothemovie.com/

    E uma matéria sobre o tema:
    http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/06/25/restrepo-mostra-soldados-rasos-na-guerra-no-afeganistao-916977101.asp

  3. Paulo Costa disse:

    Segundo o Discovery,as primeiras e rudimentares IED,eram Chinesas de 2000 anos atras,eram potes
    de barro com polvora preta e pregos,e etc,ligadas
    por um rastilho de polvora no mecanismo de pressão
    que gerava uma centelha,tudo isto sob o solo.

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