K-2 Black Panther

O K2 Black Panther é o carro de combate sul-coreano que vai substituir os M48A5K Patton e complementar os K1. A produção em massa está em curso

O K2 é provavelmente o MBT mais caro do mundo, com custo unitário em torno de US$ 8,5 milhões, superando até o Type 90 japonês, que custa US$ 7,4 milhões por unidade.

Compare esses valores com o que o Brasil está pagando pelos Leopard I de segunda-mão.

É interessante notar que os países que estão entre as principais economias do mundo, têm projetos próprios de carros de combate, pois estes são considerados símbolos do orgulho nacional e da capacidade tecnológica de uma nação.

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Economista critica o conceito dos Brics e questiona papel das economias emergentes na recuperação mundial

Um dos economistas mais respeitados do mundo, Paul Krugman, colunista do New York Times, comprou briga com os principais líderes europeus e colegas de profissão. Para o Prêmio Nobel de Economia de 2008, a recuperação da atividade mundial depende da concessão de mais estímulos pelos governos, num movimento contrário às diretrizes dos líderes da União Europeia. Em entrevista exclusiva no Brasil ao site Economia & Negócios, Krugman alertou para o que considera um excesso de otimismo com o Brasil no cenário econômico mundial. O colunista também se mostrou pessimista sobre uma saída para os países do euro. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O sr. acredita que existe um otimismo exagerado com a economia brasileira e outros países emergentes? O conceito dos Brics ainda é válido?

Sempre considerei o conceito dos Brics muito pobre, porque são economias díspares. Índia e China talvez possam pertencer a um mesmo grupo, por ainda serem economias com mão de obra barata; Rússia é um exportador de petróleo e o Brasil é um país de renda média baixa muito diferente dos outros. O Brasil é uma boa história, que na última década teve desempenho melhor do que o esperado, conseguiu evitar uma crise severa, promoveu melhoras na base de sua população ante um histórico de desigualdade, mas não é uma história notável de crescimento. A ideia do Brasil como superpotência econômica futura é ainda muito baseada em especulação. Espero que um dia seja verdade, mas ainda não vejo isso acontecendo.

Qual o papel da China na recuperação da economia mundial?

A China é muito problemática, mesmo deixando de lado a questão da moeda, que tem impedido que sua demanda ajude o restante do mundo. Mesmo agora, ela não é uma economia tão grande; imaginamos que seja pela enorme população, mas do ponto de vista da taxa de câmbio – que é o que importa – ela é do tamanho do Japão.

Como a Europa deve lidar com a crise de dívida soberana e evitar o colapso do euro?

Não vejo o euro entrando em colapso, vejo mais uma chance de a zona do euro perder alguns países periféricos, como a Grécia. Uma política de meta de inflação mais frouxa também poderia ajudar. Se a zona do euro estabelecesse uma meta de 3% ou 4%, seria bem mais fácil de se fazer ajustes nos países problemáticos do que com uma meta de 1% ou 2%, como é agora.

Qual a sua opinião sobre o acordo feito pelos líderes do G-20 para diminuírem seus déficits? Seria uma espécie de derrota da linha keynesiana?

Sim. A promessa de reduzir os déficits não foi nada além do que já se planejava. Não há dúvida de que o tom geral desse acordo foi “ok, está na hora da austeridade”, e isso é muito chocante, diante de uma recuperação mundial ainda distante.

Qual a disposição dos Estados Unidos de realizar acordos de livre comércio?

Atualmente, não há muita discussão sobre acordos comerciais. Dada a situação política do país, com o presidente Obama tendo de lutar até por questões óbvias, não há como desperdiçar capital político com acordos comerciais, como Doha. Esse é um assunto que não está no topo da agenda da atual gestão ou mesmo da próxima.

Há a possibilidade de um duplo mergulho na economia mundial com as medidas de austeridade tomadas na Europa?

Acredito que seja ainda uma possibilidade, mas não a mais provável. Você não vê um PIB em queda. Acho que um problema maior é que fizemos um progresso muito frágil na diminuição do desemprego nos Estados Unidos. Então um mergulho duplo propriamente dito, acredito que não; recuperação do desemprego, provavelmente sim, e é isso que me preocupa.

QUEM É

  • Colunista do “New York Times” desde 1999, é professor de Economia e Relações Internacionais na Universidade Princeton
  • Vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2008 por sua teoria sobre as questões do livre comércio mundial
  • Autor ou editor de 20 livros e mais de 200 artigos científicos

FONTE: O Estado de S. Paulo – 08/07/2010

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Concurso para sargento do Exército

O Exército Brasileiro aumentou em 35 o número de vagas para os cursos de Formação de Sargentos do Exército, de 1.176 para 1.211. Após o período de estudo, de aproximadamente um ano e meio, os aprovados entrarão na corporação no posto de terceiro sargento, com salário mensal de R$ 2.903.

O órgão oferece 1.190 chances para as áreas de combatente, logística-técnica, aviação e material bélico (manutenção de viaturas). Entre as atividades na área de combatente, por exemplo, está a de comunicações. O militar desse ramo instala e utiliza materiais como rádios-transmissores e telefones.

Para a área de música, são 21 oportunidades para as especialidades de tuba, trombone, trompete, saxofone e clarineta. O Exército informou, por meio do Centro de Comunicação Social, que essas seleções são abertas anualmente devido às vagas referentes a aposentadorias, exonerações e para o quadro de reserva do órgão.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 20 de julho por meio da página. A taxa de participação custa R$ 70. Para concorrer, é preciso ser do sexo masculino, ter concluído o ensino médio e idade entre 18 e 24 anos até 30 de junho de 2011.

Todos os candidatos farão exame intelectual, de aptidão física, revisão médica e comprovação de requisitos biográficos. De acordo com a área disputada, haverá também avaliação psicológica e inspeção de saúde.

O curso de formação de sargentos é realizado em duas etapas. Primeiro, os aprovados passam pelo período básico, com duração 34 semanas, em uma das Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT) do Exército. Depois, os candidatos passam pela fase de qualificação, com duração de 43 semanas, que é realizado em MG, RJ e SP.

No total, o Exército está com nove processos seletivos abertos, com oferta de 2.344 vagas para candidatos de níveis médio e superior. Os editais podem ser conferidos nas páginas www.espcex.ensino.eb.br, www.ime.eb.br, www.esaex.ensino.eb.br/esaex e www.ibfc.org.br.

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