O ‘novo’ Parafal


Já estão em operação os Fuzis FAL 7,62mm que foram transformados em Fuzis PARAFAL 7,62mm M964 A1 MD1 (Cano Curto). A transformação é feita pela substituição de uma série de peças do FAL, por um kit de peças novas do PARAFAL, além da recuperação das peças antigas que irão compor o novo armamento. Algumas peculiaridades desta transformação são a substituição do cano longo por um cano curto e da coronha de alumínio por uma de polímero de alta resistência, desenvolvida pela IMBEL.

Com esta transformação, o Exército Brasileiro consegue recuperar fuzis com idade média de 30 anos, obtendo uma arma nova a um baixo custo, além de garantir para suas tropas maior mobilidade com um fuzil de peso e tamanho reduzidos. Por essas características, conferem maior portabilidade e mantém o alto de fogo.

Características Técnicas

PARAFAL M964A1 MD1
Munição (mm): 7,62 x 51
Carregador: 20 cartuchos
Comprimento (m)
Aberto:
0,99 / Fechado: 0,75
Passo (pol): 12
Peso (g): 4400
Coronha: Rebatível
Cano (m): 0,45
Regime de tiro: Semi-automático / Automático

Para saber mais:

Fonte / Imagem: IMBEL

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62 Responses to “O ‘novo’ Parafal” Subscribe

  1. Rodrigo 19 de julho de 2010 at 22:25 #

    Como sempre, “tapando buracos”. Mas com o orçamento que o EB tem, a culpa nem é dele…

  2. Luis 19 de julho de 2010 at 22:36 #

    Grande coisa! O Parafal existe desde os anos 50, sendo uma versão com cano mais curto (16″) e coronha rebatível. Continua sendo um fuzil ultrapassado, grande, pesado e com baixa capacidade de munição no carregador (20 tiros). O EB, assim como a MB e a FAB, precisam de novos e modernos fuzis. Existem vários no cal. 5,56×45 mm no mercado: HK G36, HK 416, Sig 550, M16A4, IWI TAR21, FN F2000, FN SCAR, Steyr AUG, Bushmaster ACR (aka Magpul Masada), GIAT FAMAS, LWRC M6A2, ente outros. Basta o MD escolher um (e o EB não reclamar).

  3. J. Claro 19 de julho de 2010 at 22:41 #

    E eu que pensei que a coisa estava pendendo pro Tavor.
    Pra quem a taurus vai vender o Tavor?

  4. Darkman 19 de julho de 2010 at 23:00 #

    Fala sério os caras tem Fal com 40 anos de uso e botam um Kit..puts !!!!
    O ideal seria um fuzil novo para as 3 forças.
    Vamos continuar na penuria.

    Abs.

  5. Ivan 19 de julho de 2010 at 23:05 #

    O FAL é uma grande arma, talvez o melhor no ocidente na sua época.

    Extremamente robusto, razoavelmente preciso e muito poderoso, talvez mais do que o necessário.

    Quem já atirou ou teve que andar no mato, na chuva ou atravessando charcos e rios com um desses sabe quanto ele é confiável.

    Mas envelheceu, como tudo na vida.
    É um fuzil de assalto de 1ª geração e os exércitos mais modernos estam usando os de 4ª geração.

    Talvez seu principal defeito, para o cenário moderno seja a tampa superior da caixa da culatra, uma peça móvel de encaixe, que, apesar de facilitar a manutenção no campo, não permite a fixação de um “Rail Interface System”, ou sistema de interface através de trilhos de fixação, que permite a incorporação ao Fuzil de Assalto de acessórios diversos, tais como: equipamentos de visão noturna, miras laser, aparelhos de pontaria óticos com ou sem ampliação de imagem (lunetas e miras do tipo “red dot” – ponto vermelho).

    Isto é claro sem falar que usa as antigas granadas lançadas pela boca do fuzil (treinei com um troço deste inerte).
    Não há, ou não havia, previsão para acoplar lançadores de granada, espingardas calibre 12 e outros apetrechos eventualmente necessários.

    Gosto muito do velho FAL e não me importaria de ir “pro mato” com este monstrinho.
    Inclusive prefiro o cano de 20″, para aproveitar a queima total do propelente do 7,62/51 NATO.
    Mas hoje iria armar minha tropa com outra arma, qualquer uma de 4ª geração, fabricada no Brasil.

    Abç,
    Ivan, um antigo infante.

  6. Ivan 19 de julho de 2010 at 23:07 #

    Darkman,

    Muito bem lembrado:

    UM fuzil para as TRÊS forças.

    Para isso criaram o MD, padronizar o que pode ser padronizado.

    Abç,
    Ivan.

  7. Cinquini 19 de julho de 2010 at 23:08 #

    Meus amigos, muita calma, esse é sim um “tapa buraco” o novo fuzil já existe e já foi até apresentado aos alunos da AMAN e rola umas fofocas por ai que no dia 25 de Agosto de 2010 termos a novidade! ;)

    Tomem muito cuidado ao criticar o EB, eles estao correndo atrás do tempo perdido durante o governo do FHC que acabou com as FA!

    Abração

  8. J. Claro 19 de julho de 2010 at 23:53 #

    Verdade amigo, a era FHC deve ser esquecida. Tomem muito cuidado na hora de votar, porque as nossas Forças Armadas não precisam nem um pouco de políticos inimigos das FFAA

  9. Mauricio Veiga 20 de julho de 2010 at 0:01 #

    Em 2008 enviei a IMBEL as fotos de um protótipo do PARAFAL que projetei, ficou interessante, eles gostaram, ficaram adimirados mas segundo o manda-chuvas que me atendeu por telefone, eles já fabricavam o mesmo fuzil a 40 anos, e segundo ele não havia a necessidade de alterá-lo, eles estavam satisfeitos com o ¨produto¨. O meu projeto é extremamente revolucionário, muda por completo a configuração do FAL original, se o site permitir posso enviá-lo, apenas a título de curiosidade.

    Abraço a todos

  10. Cinquini 20 de julho de 2010 at 0:22 #

    Maurício Veiga, se vc assim desejar pode mandar no e-mail cinquini@forte.jor.br que a gente faz uma matéria.

    Obrigado pela ajuda!

  11. RoninSnkShit 20 de julho de 2010 at 1:24 #

    Dia 25 de agosto teremos novidade! A novidade será:
    Daqui a 5 anos iremos pensar em adquirir um novo fuzil.
    Daqui a 12 iremos fazer um RFI de 5 tipos diferentes de fuzis.
    Daqui a 15, iremos concluir que os fuzis ja estarão ultrapassados.
    Daqui a 16, o nosso Nelson Jobim da época irá falar que vamos construir o nosso próprio fuzil.
    Daqui a 17, iremos abandonar a ideia de construir um novo fuzil e iremos dar preferencia ao fuzil frances.
    Daqui a 19 anos, muda o governo e o loop infinito continuará!

    Vai ser conhecido como o FX do fuzil!

  12. Angelo jr 20 de julho de 2010 at 2:12 #

    bom, eu não sou militar, por isso certos termos eu não sei o que significam, mas se alguem puder me explicar, agradeceria:

    – o por que do fuzil ter esse nome enorme: PARAFAL M964A1 MD1

    – o que é o “Passo (pol): 12″

    – o que significa o comprimento “aberto” e “fechado”

    – o que é uma coronha “rebatível” (com algum tipo de amortecedor?!?!?!?!?!?!)

    Desde já, agradecido

  13. Marco Antonio Lins 20 de julho de 2010 at 8:31 #

    São essas coisas que demonstra a nossa criatividade,
    superior a qualquer nação. Nosso M-41 ja poderia ter instaladdo suporte IglaS para defesa antaerea,modernizar as torres os Cascavel para canhõesde 20mm para uso( Haiti) em conflitos urbanos,substituição de seus motores, uso de ceramica em sua blindagem.
    Compra de mais helicopteros de ataque. Havoc 26,
    ou mesmo Mi-35. Modernizar nosso Leopard 1A1 e Os M-60 instalar torres do Abrams. Alguns Urutu pode receber o Iglaa S. Apenas Sugestões.Desculpem o erro do E-mail! Eu mudei?

  14. Thomas 20 de julho de 2010 at 9:08 #

    Viramos um Museu … um fuzil obsoleto e ultrapassado, ergonomicamente e conceitualmente defasados, pesado e com baixa cadencia de tiro.

  15. Vader 20 de julho de 2010 at 9:20 #

    Minha gente, o que a IMBel está a fazer é substituir a coronha (rebatível) e o cano (curto). Só. Ou seja, mais um remendão pro velho guerreiro.

    Cinquini, Marine ou qualquer dos amigos, eu estou por fora de preços de armas e acessórios, se alguém puder me ajudar agradeço: Quantos diabos custa uma mísera mira ótica pequena? E uma laserdot?

    Seria a IMBel incapaz de projetar e afixar uma mira ótica na tampa da caixa da culatra, ou substituir essa por uma com trilhos picatinni?

    Caras, pra quem não conhece, a tampa da caixa da culatra do FAL é uma chapa de metal usinada, em formato de “meio-tubo” e com um chanfro nas laterais para encaixar no corpo da arma!!! Não tem sofisticação nenhuma oras! Pode até ser derretida pra se fazer outra peça!

    Pombas, pega essa porcaria e substitui por uma que venha com uma mira ótica e/ou laser dot embutida! Ou então pelo menos que tenha o trilho para encaixar as miras: depois projeta/compra o raio da mira, se esse é o problema!!! OU que cada militar adquira a sua mira: os militares da ativa já bancam até o próprio fardamento mesmo…

    Caramba, é a coisa mais simples do mundo!

    Não querem mudar o calibre? Ok, tudo bem, acho até bom. Querem aproveitar as armas antigas? Ok, tudo bem: o 7,62 X 51mm do FAL mata assim mesmo.

    Mas powtaquepariu, o que que custa trocar uma mísera peça de metal por uma em que dê pra colocar uma mísera mira ótica, ou laser noturna? INACREDITÁVEL!

    Essa IMBel é um antro de incompetência a 40 anos!!! Um cabidão de emprego! E só isso!

    “Ah, mas agora vai vir o novo FAL, revolucionário, com a cara do SCAR”

    Acho POUCO! Pouquíssimo! E tarde, muito tarde! Não faz mais nada que a obrigação. E aguardemos para ver quanta gente não ganhará dinheiro com isso.

    No mais, ao colega acima que falou sobre o Tavor, repito o que já disse: não havia, não há, e não haverá tão cedo qualquer perspectiva de troca do Fuzil padrão do EB, e a Taurus SEMPRE soube disso. O que ela tentou foi emplacar um lobby, aliás, bem mal conduzido.

    E, repito, no dia em que o Exército Brasileiro adotar um fuzil-padrão bullpup eu como minha estrela com ketchup.

    Por fim, Cinquini:

    Quando eu servi o EB, em plena era FFHH, o fuzil já era o FAL. Os M-113 já estavam caindo aos pedaços. Só que chegaram os novos coletes, capacetes de kevlar, computadores, Pantera, etc. Eu cheguei a voar num Pantera novinho em folha. Eu voei, velho ninguém me contou não: o bicho tinha cheirinho de carro novo ainda.

    Bem, a era Lulla está a se findar após OITO ANOS DE GOVERNO (o mesmo tempo daquele, por sinal), e o fuzil continua sendo o FAL.

    Isso só pra começo de conversa: nem vou falar de todo o resto…

    O amigo não acha um pouquinho tarde para dizer que “o Exército Brasileiro está ainda a se recuperar da era FFHH”?

    E se for assim, o próximo governante não poderá dizer também estar se recuperando da era Lulla, uma vez que as verbas continuaram as mesmas (em alguns anos até diminuíram), o EB incorporou sua menor quantidade de recrutas desde a Segunda Guerra Mundial (fato mais lamentável da atual gestão, penso eu), continua dispensando soldado para não gastar com o rancho, a END (po rsinal, quanto ao EB uma porcaria) não saiu do papel (não virou um único projeto de lei), etc, etc, etc?

    Saudações a todos.

  16. Mineiro 20 de julho de 2010 at 9:53 #

    Aos amigos críticos (ou não!),

    De onde o MD tiraria os recursos para a compra de um novo fuzil? Qual verba deveria ser contingenciada? Qual parte do orçamento deveria ser adulterada (por uma mentira, qual fosse) ainda mais sabendo que o governos sempre acaba diminuindo (contingenciando) as verbas destinadas ao MD?

    Cadência de tiro, só no regime automático, o que não se usa em combates modernos. Ainda mais se considerarmos o carregador de 20 tiros, tão criticado. Para o tiro automático existem as armas de apoio de fogo (MAG, Minimi, .50, etc). Essas sim precisam de cadência nominal de tiro e grande volume de fogo.

    Temos que lembrar que no EB não existe apenas um bando de idiotas vestindo fardas e brincando de tomar decisões que irritam leitores de sites especializados. Doutrinas são estudadas, orçamentos preparados e aprovados pelas diferentes esferas do poder federal, conceitos e visão de futuro são elaborados, tudo para que tenhamos uma Força preparada para conflitos que possam a acontecer no futuro.

    Vejam que nosso Exército participa de Forças de Paz da ONU desde o fim da 2ª Guerra, mas ainda não participou de um conflito armado, na sua concepção moderna. Seria realmente necessário um fuzil moderno, de ultima geração, apenas para a instrução de soldados e defesa de aquartelamentos?

    Acredito que a modernidade deva ser considerada sim, mas achar que o FAL não vale nada, é um exagero. Temos uma arma que é confiavel, com grande poder, que não necessita de manutenção de hora em hora, etc… Comprar um fuzil de 4ª, 5ª ou 10ª geração que não esteja plenamente adaptado aos nossos mais diversos ambientes e TOs, significa que teremos problemas de mal funcionamento, de manutenção e até mesmo na cadeia de suprimentos, tendo em vista que a IMBEL, aos olhos de muitos aqui, (e o que não é o meu caso) não seria capaz de fabricar tal arma.

    Pelo que me lembro, a IMBEL apresentou na LAAD 2009 um FAL com o trilho para acessórios sobre a tampa da caixa da culatra. Ao ser questionada, disse que poderia ser fornecido como acessório. Assim como bandoleira, bipé, lunetas, etc. Basta o cliente (leia-se EB) solicitar!

    Ao idolatrarmos novos produtos, antes deveríamos conversar com aqueles que já os avaliaram. Lembro de ter conversado com um determinado oficial do BFE que empregava o G36 e ouvi que grande parte desses fuzis da BgdaFE está indisponível por falta de peças que quebraram! Imaginem se isso viesse a acontecer com um exército inteiro…

    Temos que desenvolver o nosso fuzil. Temos que fazer issoem conjunto com o EB (principal cliente e utilizador), para que possamos atender aos ROBs, RTBs, etc… Temos que aprender a fazer isso para não ficarmos nas mãos dos fornecedores externos, sejam eles franceses, alemães ou americanos. Temos que fazer isso até mesmo para nosso próprio orgulho, para sermos alguém nesse mundo e não mais um cliente qualquer. Caso contrário teremos sim o FX dos fuzis! (confesso que adorei a comparação)

    Ainda acredito na capacidade da indústria nacional, aquela que tenha tradição na fabricação desse tipo de material. Acredito nas decisões do Alto Comando do Exército e nas suas visões do futuro. Acredito na nossa capacidade de achar um bom caminho. Seja para o que for, até mesmo se for o caso de decidir por importar uma família de fuzis que atendam às nossas necessidades. Mas também acho que a solução tem que ser caseira.
    Nem sempre a mulher do vizinho é melhor que a nossa.

  17. Manock 20 de julho de 2010 at 9:55 #

    PIMP My FAL!

  18. Jakson Almeida 20 de julho de 2010 at 10:09 #

    Como engenheiro eu acredito que a Imbel não tem competencia pra projetar um fuzil decente,então o governo devia comprar o direito de produção de um projeto decente(scar,hk 416/417,galil ou qualquer coisa de melhor desempenho).

  19. Mineiro 20 de julho de 2010 at 10:29 #

    Caro Jakson,

    Como vc pode ver no link abaixo, a IMBEL está inserida do circuito de Ciência e Tecnologia do EB.

    http://www.dct.eb.mil.br/index.php?option=com_content&view=article&id=50&Itemid=114

    A pesquisa e desenvolvimento ficam à cargo do CTEx ( http://www.dct.eb.mil.br/index.php?option=com_content&view=article&id=63&Itemid=64 ).

    À IMBEL cabe apenas que fabricar o que o cliente desenvolveu, projetou, e pediu.

  20. Bluejacket 20 de julho de 2010 at 10:34 #

    Eu já coloquei em comentarios inumeras vezes o link com a noticia do novo fuzil da Imbel.

    http://pbrasil.wordpress.com/2010/06/30/exclusivo-novo-fuzil-imbel/

    Por que o blog não faz uma materia sobre ele?

  21. Samuel Henrique 20 de julho de 2010 at 11:32 #

    Bom….já é alguma coisa!!!!!

    Sabemos que um projeto novo ainda vai levar algum tempo ($$$$$!), mas tenho certesa que nosso EB esta tentando com o que pode! Fuzil novo, carro de combate novo, misseis anti-aereos novos, coletes novos, camuflados novos…tudo isso requer dinheiro e vontade politica! Já tá dificil por a cara na decisão do FX! Imagina pro EB que é o primo pobre!
    Também gostaria de um HK, FN (novo) ou um Sig quem sabe…mas o EB esta tentando!
    Acho uma boa solução de momento, se virar com o que tem! Quando for possivel ($$$!) tentaremos algo novo!
    Espero que os projetos da Imbel venham logo a tona! Ansiedade esta grande!!!!

    Cinquini, têm alguma idéia de quantos destes serão modificados?

  22. Cinquini 20 de julho de 2010 at 11:33 #

    @ Felipe CPS, nem vou falar dos Panteras pra vc nao chorar, mas diria que são sofríveis rsss Em aprtes eu concordo com vc, mas a sua raiva do governo Lula sempre te cega nos comentários, vc começou bem e depois escorrogou no quiabo, mas concordo com vc em 40% do que vc disse.

    @Mineiro, vc foi perfeito em seus comentários, conseguiu passar tudo aquilo o que eu acredito e que todas as pessoas sensatas que acreditam num Brasil idependente tb acreditam! Parabéns!

    @Bluejacket, tudo bem? EU vi sim esses comentários sobre o novo fuzil, inclusive ontem eu passei umas 2 horas conversando com o Editor do Plano Brasil pelo Skype e como ele e nem eu temos algo de novo para falar do novo fuzil ainda no postamos nada e eu nao postei a materia que vc indicou aqui pois é materia deles e nao ia ficar bem né? Mas se quiser conversar mais sobre o fuzil “$pessoalmente” (por e-mail cinquini@forte.jor.br) eu ia adorar, minha paixao sao as armas individuais, entao já viu né?

    Abração

  23. Jakson Almeida 20 de julho de 2010 at 11:36 #

    A questão principal é que a Imbel fica subordinada ao exercito e ai acaba sendo usada pelos oficias generais descontentes.Ja que o governo esta capitalizando a Avibras,e so fundi-las criando o Grupo Imbel-Avibras de Armamentos S/A.

  24. Bluejacket 20 de julho de 2010 at 11:49 #

    Beleza Cinquini, entendi, e assim como voçê o que eu mais gosto são armas pessoais. Obrigado peelo convite, quem sabe numa hora dessas a gente conversa.

    até mais parceiro,

    Bluejacket.

  25. Vader 20 de julho de 2010 at 11:51 #

    Bem Cinquini, tirando a parte política (foi vc quem começou, rsrs), o que você acha?

    Quanto custa um visor, uma mira telescópica, uma “red dot”? Porque a IMBel não aproveita que está trocando o cano e a coronha e instala uma tampa da caixa da culatra com trilho picatinni? De preferência cria uma mira/visor padronizado, mas porque, Santo Deus, porque ao menos não projeta um raio de tampa da caixa da culatra nova, com o referido trilho?

    Será que é muito caro projetar e produzir uma peça simples dessas (não sou engenheiro, mas me parece que seja coisa muuuuuito simples)?

    Minha opinião:
    – Otimista: porque os novos IA2 irão substituir TODOS os FAL do EB a longo prazo;
    – Realista: porque: 1- ela é incapaz; 2- o EB (leia-se MD e gf) não tem interesse em um soldado que consiga atirar bem.

    Enfim cara, é o anus ophidicus:)

    De resto, aguardo o post sobre o projeto do amigo Maurício Veiga.

    Sds.

  26. Cinquini 20 de julho de 2010 at 11:59 #

    @Felipe CPS, uma mira do tipo Acog custa uma “bagatela” de Mil Dolares.

  27. Diego Tarses Cardoso 20 de julho de 2010 at 12:46 #

    Pessoal,acredito sim que essa conversao seja algo apenas para dar uma “revitalizada” no Fal,principalmente nos mais antigos,pq esse da foto eh muito velho,no 2° Gac de uma cidade proxima a minha o Fal q eles utilizavam era um pouco diferente desse ai,um modelo mais novo alias.
    Acredito q realmente o EB deveria colocar uma tampa de culatra com trilhos para mira,e talvez equipar os quarteis com no minimo miras ponto-vermelho,daquelas que se ve vendendo nos sites de Airsoft,elas custam apenas R$ 300,00 as mais caras,e com certeza ja ajudariam no equipamento de um soldado.
    Entretanto realmente se faz necessario a adocao de um fuzil moderno,novo,e que atenda as necessidades do Brasil,nao adianta comprar o M16A4 e ele chegar na amazonia e travar direto,tem q ser algo que realmente satisfaca nossas necessidades,nao traga mais dores de cabeca.
    Eu,particularmente,prefiro o calibre 7.62,tem mais alcance,precisao e poder de parada,porem um fuzil desse calibre eh mais pesado e carrega menos municao q um de 5.56,entretanto acho q o EB deva adotar duas versoes de fuzil,justamente uma de calibre 7.62,para a amazonia,e outra 5.56,para tropas regulares e talvez aeromoveis.
    Com certeza nós precisamos produzir nossos proprios fuzis,imagine se hj comprassemos M16 e amanha os USA embargassem as pecas sobressalentes,iamos ficar com o Fal de novo,entao nao podemos cair no erro de ficarmos nas maos de outras nacoes.
    Com avioes eh dificil ser independente,vejam a Franca com o Rafale,mas fuzil eh algo relativamente simples,duvido que a Imbel e a Taurus nao consigam ser autonomas nessa area e oferecer produtos de qualidade,lembrando porem que os paises fortes tem tradicao de decadas no desenvolvimento e producao de seus fuzis.
    Outra area que precisa ser explorada rapidamente e o caso do fuzil-metralhadora,ou metralhadora leve,como o Minimi(M249) ou RPK,G36K e outros por ai,o Brasil precisa ter um armamento desse tipo produzido totalmente aqui,alias,o Brasil precisa de metralhadoras médias(7.62) e pesadas (.50) fabricadas aqui,não podemos ficar importando .50 dos USA,e essas sao coisas basicas numa nacao,e que hj ficariamos a mercê dos USA facilmente num conflito,pois nossas peças de reposicao de .50 vem deles.
    No meu ver,estamos demorando pra investir no basico,claro que blindados sao muito importantes,mas hj jah nao temos autonomia pra equipar nossos infantes sem depender dos outros,como montar uma cavalaria forte assim ???

    Atenciosamente

  28. Paulo Costa 20 de julho de 2010 at 13:02 #

    Senhores,tambem acho que com a arma da Infantaria
    devemos testar bastante,e ter certos requisitos…
    Todos os equipamentos dos Forças Armadas,um dia
    serão revisados,reformados,etc,está na hora do FAL
    ter uma revisão.Comprar um fuzil novo sem ser licenciado para nossa fabricação,nem pensar…
    Armas com excessivo uso de plastico e materiais
    leves,não vão aguentar o uso na infantaria.
    O Exercito,Imbel,e a CBC,tem condições de projetar,
    testar,e fabricar boas armas,vamos aguardar….

  29. Cinquini 20 de julho de 2010 at 13:06 #

    @Diego Tarso Cardoso, só pra informar, uma mira pra airsoft nao serve pra tiro real, a mira de airsoft é uma cópia chinesa “parecida” com a mira real que nem sempre tem a mesma capacidade e nem a mesma construção, no máximo elas aguentam um coice de uma carabina .22lr mas mesmo assim iriam desregular toda hora.

    Abração

  30. Pedro 20 de julho de 2010 at 13:24 #

    Acho que trocar o fuzil é o menor dos problemas. Do que adianta dar a um soldado sem intrução e experiencia de tiro o melhor fuzil?
    Um bom soldado com uma arma ruim é um bom soldado ainda, diferente de um mal soldado com um bom fuzil, que sem o fuzil volta a ser um mal soldado! A maior lição que Sovieticos e Americanos tiraram de Afeguinistão/Vietnã foi essa.

    Antes de comprar essas perfumarias, tipo trilho, mira, lança granadas, escopeta, mira laeser e tal, compra munição para a tropa atirar e virar um bom soldado. Se cada soldado tiver uns 5 mil ou mais cartuchos para usar ao ano, é muito mais proveitoso e eficaz do que esses apetrechos inuteis, que tirando a visão noturna (esse sim, importantíssimo!), os demais são luxo apenas criado por fabricas loucas por $$$$. Mira tal? Tem a alça de mira muito mais eficaz. Lança granada é bonito no video game, pois ao atirar com ele, vc para de disparar o fuzil que é muito mais importante. Alem disso, quanto maior a quantidade de “nove horas” no fuzil, menos tempo o soldado terá para aprender a atirar e mais dificil será para ele manusear toda aquela coisa.

    “Do que é capaz a espada comparado ao braço que a manuseia?” É uma citação de um filme, mas é a maior verdade na arte da guerra e ainda vale. O Taleban, com AK-47 tão antigas como o FAL, já aprendeu a atirar nas frestas dos coletes das tropas da OTAN, isso é o que falo, o bom soldado se vira com o que tem, e as tropas da OTAN ficam como um bando de crianças pedindo algo que faça milagre, ao inves de evoluir cmo soldado.

  31. Vader 20 de julho de 2010 at 13:47 #

    Pedro disse:
    20 de julho de 2010 às 13:24

    Pedro, não concordo 100%, porque é a união arma/guerreiro que faz o combatente poderoso. Um sistema de mira pouquinha coisa melhor faria uma grande diferença no FAL.

    Mas você não deixa de ter alguma razão. Soldado em primeiro lugar teria que dar tiro dia sim, dia não. E não é isso que acontece.

    Ainda me lembro que em instruções de maneabilidade mandávamos o recruta fazer “pow-pow” com a boca, pra simular o tiro, pois nem munição de festim tínhamos disponível.

    Enfim, uma lástima.

    Sds.

  32. Mineiro 20 de julho de 2010 at 13:50 #

    @Cinquini, obrigado pelas palavras. Prezo por uma nação forte e independente.

    @Pedro, concordo com seus comentários sobre “perfumaria”. Não podemos comparar o nosso exército com os apresentados em filmes de Hollywood. Acessórios dificultam o uso pois aumentam o peso e volume da arma, além de custarem muito caro.

    Como disse anteriormente, trilhos podem ser disponibilizados nos fuzis, desde que seja solicitado pelo cliente. Basta ser visto como necessidade do EB para ser feito!

    @ Jakson Almeira, vc cita generais descontentes manipulando a IMBEL. Acho que seja um exagero seu pensar nisso, assim como IMBEL-AVIBRÁS juntas. Aconselho a visitar as páginas das duas empresas para conhecer melhor as capacidades e vocações de cada uma, bem como a participação delas na Base Industrial de Defesa, na Política Nacional da Indústria de Defesa e até mesmo no Estatuto da IMBEL, que gostaria de citar:

    DA NATUREZA E DO OBJETO
    Art. 4º A IMBEL, que desenvolverá suas atividades no setor de produtos de defesa, com estrita observância das políticas, planos e programas do Governo Federal, bem como das diretrizes para ela fixadas pelo Comando do Exército, tem por objetivo:
    I – colaborar no planejamento e fabricação de produtos de defesa pela transferência de tecnologia, incentivo à implantação de novas indústrias e prestação de assistência técnica e financeira;
    II – promover, com base na iniciativa privada, a implantação e desenvolvimento da indústria militar de defesa brasileira de interesse do Exército;
    III – administrar, industrial e comercialmente, seu próprio parque de produtos de defesa e bens outros cuja tecnologia derive do desenvolvimento de equipamentos de aplicação militar, por força de contingência de pioneirismo, conveniência administrativa ou no interesse da segurança nacional; e
    IV – promover o desenvolvimento e a execução de outras atividades relacionadas com a sua finalidade.

    Parágrafo único. Constituem atividades relacionadas com a finalidade da IMBEL:
    I – promover a indústria militar de defesa brasileira e atividades correlatas, abrangendo a construção e a manutenção da infra-estrutura de defesa, bem como a logística, a pesquisa e o desenvolvimento;
    II – gerenciar projetos de interesse do Exército brasileiro;
    III – promover ou executar atividades vinculadas à obtenção e manutenção de produtos de defesa;
    IV – promover e executar atividades ligadas à obtenção, manutenção, proteção ou expansão dos conhecimentos e competências essenciais para cumprimento tanto dos seus objetivos, quanto das exigências de mobilização do País; e
    V – promover e executar atividades que permitam manter infra-estrutura dimensionada para as exigências de mobilização do País.

    COnvido a todas a conhecerem o Estatuto Social da IMBEL, que pode ser lindo na íntegra no endereço:
    http://www.dji.com.br/decretos/2005-005338/2005-005338.htm

  33. Freire 20 de julho de 2010 at 14:28 #

    Cinquini,o Parafal já existe a muitos anos,o que a imbel está fazendo é uma nova calibrada no mesmo.com peças de polimero e etc…, vamos esperar o novo fuzil a ser apresentado, e vai ser este a Arma das forças armadas, pois o EB. privilegia a Imbel.uma pena pois temos fuziis ótimos no mercado em menor custo.
    Brasil.

  34. Cinquini 20 de julho de 2010 at 14:46 #

    @Freire, nao sei se você reparou, o “novo” estava entre aspas ;) Mas de qualquer forma, essa configuração é nova pois o cano é menor e a coronha é de polímero de alta resistência ao invés do alumínio.

    Abração

  35. Marine 20 de julho de 2010 at 14:49 #

    Vader,

    Uma mira ACOG da Trijicon custa no mercado civil entre $900 a $1,200 dependendo do modelo. EOTech e Aimpoints ficam em torno de $400 a $500.

    Concordo que o FAL ainda “mata” assim como um Springfield 1903 tambem ainda mata mas como ja citado acima o tempo do FAL como esta equipado hoje ja passou. O problema pra variar e a falta de verba pra se comprar algo novo e convenhamos, mesmo eu um infante concordo que o EB tem prioridades maiores hoje do que trocar fuzil so pra ficar “sexy” em foto de Soldier of Fortune. Lembre-se que pra ficar bonito na foto o infante americano custa dezenas de milhares de dolares so em equipamento!

    Exemplares novos testados em todo tipo de terreno nao faltam mas o EB precisa preencher outras lacunas antes de se preocupar com fuzil nos orcamentos atuais.

    Semper Fidelis!

  36. Diego Tarses Cardoso 20 de julho de 2010 at 14:57 #

    Opa Cinquini,valeu pela informacao,eh q nao somos muito acostumados com Acog e outras miras no Brasil,graças a nossa extrema evolucao de material,mas valew pela dica….
    Claro entao que devemos nesse caso desenvolver algo semelhante no Brasil,acredito que se o EB quiser,ele consegue reunir empresas e pessoal para construir no minimo as miras ponto-vermelho aqui,e quem sabe Acogs tambem…
    Abracao

  37. MA 20 de julho de 2010 at 15:01 #

    “Pow pow com a boca” Nossa, juro que não sabia que a situação era essa… Mas pra falar a verdade, é interessante, moro do lado da 4ª Cia Gd e da Cia PE da região e só ouvi disparos oriundos de lá (ficam no mesmo complexo) 1 vez, em 12 anos.

    Quando às miras óticas e telescópicas, não creio que seja necessário um remodelamento do FAL, Vader. No caso do Ak-47 e sucessores, que possuem o mesmo “defeito” do FAL, se não me engano, há miras que são prensadas na placa lateral do fuzil, caso do EKP-1S, da PSO, PK-ASV e outras… Há também a opção de trilhos terceiros, ao invés de orgânicos. A IMBEL bem poderia fabricar trilhos para o FAL, acho isso até mais fácil que re-projetar o fuzil e ainda teria algum mercado para exportação.

    Boa matéria. Boa notícia, ótimo!
    Abs

  38. Cinquini 20 de julho de 2010 at 15:31 #

    @MA, a IMBEL fabrica o trilho para o FAL de exportação vendido nos EUA como DSArms pro mercado civil, vou fazer um artigo e obrigado pelo elogio.

  39. Vader 20 de julho de 2010 at 15:39 #

    MA disse:
    20 de julho de 2010 às 15:01

    MA, não sei se trata de “remodelamento”: me refiro a simplesmente trocar a tampa da caixa da culatra, que é apenas uma chapa de aço, por uma com trilho picatinni, operação que qualquer soldado razoavelmente adestrado em manutenção de primeiro escalão realiza em 10 segundos…

    Mas enfim, dane-se: nada disso vai acontecer em dias de nossa vida mesmo. Pelo visto vamos de FAL M964 “MLU” até o derradeiro dos dias…

  40. MA 20 de julho de 2010 at 15:56 #

    Vader, se já temos trilhos para o FAL não sei se precisava dos orgânicos. Se o EB tivesse condições e vontade comprava uma leva desses trilhos que o Cinquini se referiu.

    http://www.botachtactical.com/utgdefalqura.html

    Obrigado Cinquini e Vader.
    abs

  41. Cinquini 20 de julho de 2010 at 16:12 #

    MA, no proprio link que vc mandou tem o trilho que o nosso amigo Vader tanto fala, o trilho da tampa da caixa de culatra http://www.botachtactical.com/utg4thgentaf.html esse sim eu acho mais importante do que o trilho de guarda-mão, falando em guarda-mão tem um modelo de trilho que se prende a furação de resfriamento do guarda mão que serve pra prender lanternas, laser, etc, podendo assim manter o guarda-mão e seria uma solução bem econômica http://www.botachtactical.com/faerpora.html

    Abração

    Cinquini

  42. Vader 20 de julho de 2010 at 16:17 #

    MA, acho que não é nem o caso de se trocarem as placas do guarda-mão, bastaria apenas trocar a tampa da caixa da culatra, que é onde fica a mira principal e colocar uma mira óptica lá: nem precisa ser a mira hiper-thunder-power-mega-blaster cara do Cinquini. Pode ser feita na China: se caçar na 25 de março acha, hehehe…

    Abs.

  43. MA 20 de julho de 2010 at 17:06 #

    Eu havia postado o link com pressa, pela imagem eu pensei que o kit vinha com trilho para guarda-mão e culatra.
    Bom, agora entendi Vader o que você queria dizer… Queria que esse trilho viesse instalado de fábrica num “novo” modelo do FAL, correto? Eu não acho lá essas dificuldade toda não. Em todo caso, o EB poderia comprar alguns desses trilhos e deixar a instalação por conta do pessoal da manutenção mesmo…

    Mas aí fica a pergunta, tendo os trilhos comprados e instaladinhos, o que usar neles? Bom, ao menos os trilhos já estariam lá, prontos para a eventualidade de serem utilizados.

    Abs mais uma vez.

  44. Marine 20 de julho de 2010 at 17:28 #

    MA, um fuzil de cano longo e do calibre do FAL merece uma mira ACOG. agora so nao sei se a Trijicon os fabrica para as caracteristicas balisticas do FAL.

  45. Fabio 20 de julho de 2010 at 17:44 #

    Essa “modernização” busca apenas “revitalizar” o FAL de modo que ele possa continuar a ser utilizado por alguns anos até a sua substituição (que esta mais próxima que imaginamos).

    Por incrivel que pareça ela vem em boa hora, pois uma parte consideravel dos FAL esta parcialmente indisponível em todo o EB, nada assim tão grave, mas que necessitava de uma solução urgente.

    Os primeiros lotes vão para as tropas mais operacionais do EB, o que é mais do que justo.

    Quanto ao FAL ainda ser utilizado, é uma verdade que ele ainda cumpre a “missão”, porém sua substituição já esta planejada, entretanto, como tudo no EB, esta dentro de uma prioridade em função das disponibilidade de recursos financeiros.

  46. MA 20 de julho de 2010 at 17:49 #

    Marine, tu tens razão em responder isso, afinal eu construí minha irônia muito, mas muito mal!
    Quis dizer que o EB pode até investir nos trilhos para seus fuzis, mas daí para passar a usá-los efetivamente, comprando um grande número de miras óticas, é quase uma utopia.

  47. Velame 20 de julho de 2010 at 18:47 #

    A tampa da caixa da culatra com trilho para acessórios existe e esta disponível as Forças de ação rápida estratégicas do Exercito(FAR). O que existe, porém em pouca quantidade, são as miras holográficas.
    “Saltar, Lutar, Vencer”

  48. Galileu 20 de julho de 2010 at 19:00 #

    Vai ser só “Tampão”, uso secundário,treinamento etc..??

    Se for eu apoio, mas se o “novo” fuzil que dizem que será apresentado for apenas pra equipar alguns regimentos/esquadrões, eu não apoio!

    Já passou da hora de aposentar o FAL como fuzil padrão, é pesado e tem uma péssima tampa da caixa da culatra, o que travava de cápsula na tampa, junto do conj. ferrolho……e não era exclusivamente meu fuzil, da maioria travava. mesmo desmontando em 4 escalão…não virou, e também não era mola carregador, e nem mun. velha.

    Tem gente que idolatra o FAL, eu não sou um deles ahaha.

    Espero que esse novo fuzil que dizem que virá, seja bom pois nosso EB merece!

  49. fernando 20 de julho de 2010 at 19:06 #

    falam que o parafal e obsoleto nao presta e pessa de musel quero ver se um o inimigo receber um tiro de 7,62 x 51ele ainda vai falar!!!

  50. Leandro Requena 20 de julho de 2010 at 21:23 #

    Os yankees tem o exército mais bem equipado do planeta. E mesmo assim passam sufoco nas mãos dos Talebãs e seus velhos AK-47. Que é um projeto ainda mais velho que o FAL.

    O “príncipe bolivariano” da nossa fronteira norte acabou de comprar 100 mil fuzis AK-103, que nada mais é do que o sucessor do AK 47. Alguns dizem que é o mesmo fuzil renovado para receber os acessórios modernos. O pessoal aqui do blog deve saber explicar melhor as diferenças e semelhanças.

    Ou seja, ao contrário do que muitos falam, o calibre 7,62 ainda está forte no mercado. Principalmente para países de terceiro mundo. Como nós.

    Por isso o FAL ainda vai estar presente no EB por um bom tempo. Mesmo após o anuncio da tão esperada mudança do fuzil oficial do EB(que deve ser anunciada em breve), os velhos FALs ainda serão utilizados nos Tiros de Guerra. E com certeza muitos deles serão repassados para as PMs.

    Por isso acho muito importante que projetos como esse do PARAFAL sejam executados. Pelo menos estão modernizando um pouco o material bélico que temos.

    PS: Também usei muito o FAL nos meus tempos de EB. E assino embaixo de quem falou bem dele. Como dizia um sargento do meu pelotão: “O FAL É O BRAÇO DIREITO DO INFANTE”.

  51. Luis 21 de julho de 2010 at 0:21 #

    O problema, além do calibre excessivamente forte para algumas situações, é o tamanho e a idade do fuzil.
    Existem fuzis 7,62×51 mm modernos no mercado, como o FN SCAR, HK 417 e SIG 750. Os mais antigos são o FN FAL, Springfield M14, Armalite AR10A2, Galil AR e HK G3. A questão é que o EB não tem dinheiro para fazer a troca (eu não confio em nenhuma arma projetada pela IMBEL).

    O AK-103 tem calibre 7,62×39 mm, mais fraco que o 7,62×51 e mais forte que o 5,56×45 mm.

    Quem acha que acessórios como mira laser, lanterna, lança granadas e miras óticas são perfumarias (portanto dispensáveis), precisa ir para um combate para ver o rabo do capeta de perto e parar de dizer besteiras…

  52. dieter91360 21 de julho de 2010 at 3:52 #

    Não tem jeito mesmo. Ao mesmo tempo em que na Venezuela se começam a produzir as versões modernissimas do AK-47,baixo licença russa no Brasil estão “reformando” rifles com 40 anos de idade. Que negócio e esse? Quanto mais vivo mais me convenço que o mito do complexo de inferioridade brasileiro é sim uma dura realidade.

  53. Mineiro 21 de julho de 2010 at 10:33 #

    Amigos,

    Vcs acham melhor comprar versões de AK-47, que tiveram seu nome mudado para AK-103 só porque tiveram um número mudado??? Quais foram as alterações de projeto que melhoraram tanto assim o velho 47??? Devemos comprar (e idolatrar) só pq é um “AK”?
    Vamos lembrar que, segundo o Jane’s Infantry Weapons, o projeto do AK-47 entrou em serviço na extinta União soviética em 1951! ao meu ver, não é nenhuma “modernidade”… O projeto que deu origem à família do M16 (AR15) é dos anos 60. Mudando um pouco de figura, as submetralhadoras HK MP5 também são dos anos 60 (adotadas pela Alemanha em 1966) e nem por isso são consideradas ultrapassadas. Muito pelo contrário. São modelos a serem copiados. O fuzil HK G3 entrou em serviço no Exército alemão em 1959.

    Em todos os exemplos, devemos levar em consideração o tempo de projeto, desenvolvimento dos protótipos, avaliação, correções, fabricação de lote piloto, lote pré-série, e, finalmente produção, para só então entrar em serviço. Podemos contar aí pelo menos uns 10 anos. Quanto tempo o FN SCAR demorou para ficar pronto e aprovado pelos EUA?
    O projeto do Galil também é bem antiguinho, e nossos vizinhos colombianos o fabricam sob licença. Isso o faz tão superior ao nosso FAL?

    A questão que venho levantando, e sem querer ofender as opiniões de ninguém, é que temos um bom produto em uso, que atende às nossas necessidades e que pode sofrer alterações que melhorem suas características de portabilidade (peso, ergonomia, comprimento, etc). Mas temos que fazer isso com um baixo custo pois não temos recursos para aquisição de novo armamento para toda nossa tropa (aprox 180.000 homens no EB, 57.000 na Marinha e 68.000 na Força Aérea = quase 1 bi de dólares) (vê-se que os 100.000 AK do principe venezuelano não nos atenderia). Basta adequá-lo às necessidades do séc XXI. Afinal de contas, a FAL ainda é usado em quase 90 países.

    Fonte: Jane’s Infantry Weapons – 1992
    World Defense Almanac – 2009/2010

  54. Marine 21 de julho de 2010 at 11:38 #

    O que e interessante nisso tudo sao os leitores que comentam que a familia M-16 nao serve pro nosso TO, tem alguns que chegam a assumir que M-16 na selva hoje e automaticamente problema e que ira falhar entao desse achismo deduzem que o EB deve ficar longe da familia M-16.

    Sera que esses mesmo leitores se esquecem que o CFN usa o M-16A2?! Se o CFN que e considerado pela maioria melhor equipado, treinado, enfim elite do que o EB em geral esta feliz com o M-16 sera que essa familia confiavel nao poderia sequer estar numa futura shortlist de substituicao de fuzis para o EB?

    Nao estou defendendo o M-16 a unhas e dentes, procuro apenas esclarecer mais uma maldita lenda de internet. O EB hoje tem varias opcoes no dia que futuramente decidir e o orcamento permitir trocar de fuzil.

    Semper Fidelis!

  55. Marco Antonio Lins 21 de julho de 2010 at 13:23 #

    O que as nossas FA precisa é de treinamento continuo,com grandes simulações de combate
    em defesa de todo territorio brasileiro.Exprementado
    novos materiais, testando-os, para depois adquirir.

  56. MA 21 de julho de 2010 at 14:54 #

    Só complementando a própria informação do Marine… O próprio exército russo que utilizou o calibre 7,62×39 por tanto tempo, hoje (desde os anos 70) utiliza o calibre 5,45×39.
    Isso é uma tendência, é só uma questão de evolução natural da doutrina.

    Mas como já foi dito, o FAL é adequado sim ao seu papel. O EB tem muito que evoluir ainda, tanto em sua organização, quanto em sua prontidão, quanto ao seu equipamento para então começarmos a pensar numa alteração no fúzil padrão do EB.

  57. Edilson 21 de julho de 2010 at 17:15 #

    Mineiro, concordo plenamente o Fal é uma arma fiável e adaptada as nossas condições, há um programa de modernização e incremento de suas capacidades com o emprego inclusive de novos materiais.
    Tem se provado uma arma robusta e economicamente viável ao Brasil, além do fato de poder como bem disseste sofrer este upgrade que amplificará suas capacidades.
    Não adianta amigo, o boi do vizinho sempre é mais gordo.
    Abraço e meus parabéns pelo comentário
    Edilson

  58. Cinquini 22 de julho de 2010 at 0:39 #

    Eu não ia comentar nada, mas é impossível não agradecer o @Mineiro pelo excelente comentário e digo até mais, depois desse comentário eu fiquei pensando na minha própria situação, lógico que guardada as devidas proporções, eu estava pensando em colocar o guarda-mão com trilhos no meu FAL de airsoft, mas quando eu vi o preço, do guarda-mão que é feito na China, eu desisti, era o mesmo preço da arma de airsoft!!!

    Agora falando da realidade, imagine que um guarda-mão desse no mínimo uns 5 reais pra ser feito aqui, imagine quanto nao sairia no montante? E digo senhores, custa muito mais que 5 reais! O de Airsoft custa US$ 178.00 e o trilho da tampa da caixa de culatra US$ 47.00 isso sem envio e por uma peça de alumínio que não tem a resistência de uma peça pra arma real ;)

    Abração

  59. Paulo Andrade 22 de julho de 2010 at 11:12 #

    Sr. Vader, desculpe a intromissão, mas fica difícil querer defender o indefensável.

    A era FHC é para ser esquecida sim e no Exército aind mais.

    Os helicópteros Pantera citados foram comprados antes do governo FHC.

    Durante seu período a Aviação do Exército comprou 8 Super Puma, se não me falha a memória.

    Além disso foram comprados mísseis anti-aéreos Igla, obuseiros L-118 e Oto Breda de 105 mm, morteiros pesados de 120 mm, canhões de 81 mm, lança-rojões e
    até alguns veículos do sistema Astros. Além dos M-60 e Leopards belgas.

    Mas tudo isso nada mais era do que o mínimo do mínimo para manter um mínimo de operacionalidade.

    Realmente uma época para se esquecer.

    E digo mais, o período Lula só não será pior para as FA´s pq não tem como ser pior quando se compara com o período FHC.

    Até hoje não esqueço que em 2001 ele anunciou que 2002 seria o ano da Força Terrestre…

  60. Freire 23 de julho de 2010 at 13:04 #

    Pessoal a Imbel copia o FAL da FN belga, é copiar da FN Belga o Scar e estamos bem servidos no EB e pronto.cópia por cópia fabrique-se o Scar.

  61. Diego Tarses Cardoso 2 de agosto de 2010 at 16:33 #

    O Fal\Para-Fal é sim um excelente fuzil,ótima precisão,boa taxa de disparos,alcançe interessante,poder de fogo alto,calibre poderoso,as falhas entretanto que mais o marcam são o seu tamanho,peso,capacidade de munição,o que se resolve fabricando carregadores de trinta tiros,o que acabaria aumentando o peso do fuzil,e tambem a falta de trilhos para que fossem instalados equipamentos,o que mais se sente atualmente.
    Porém,apesar dos defeitos,ele tem todas as características interessantes citadas acima e também o fato de dificilmente travar,salvo claro aqueles fuzis velhos e muito desgastados e isso é normal até para um G36,é um fuzil confiável e feito de material resistente,independente da existência de materiais mais modernos e leves.
    É claro que o EB precisa de algo mais moderno,leve e de fácil fabricação e manutenção,porém a nível de alcance,taxa de disparos,confiabilidade,precisão e poder de parada,o Brasil está muito bem servido.
    Pessoalmente,num conflito,entre um Ak-103 venezuelano,e um Para-Fal como o de cima,fico com o Para-Fal.
    Abraços.

  62. pqd 14 de novembro de 2010 at 21:05 #

    Servi durante 5 anos, divididos entre varias Brigadas na nossa venerada Amazônia, e sou um eterno admirador do calibre 7.62, especialmente do Para-Fall. Fiquei contente de saber da mudança do nosso problemático Fall.

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