Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha.

Principais características:

  • Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
  • uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha;
  • a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão podendo ser vista na imagem de detalhe do cano do 5,56. A luva também está disponível no 7,62;
  • os zarelhos para fixação de bandoleira do 5,56 diferente do 7,62. Neste último, o zarelho é rotativo e preso no cano. No 5,56, é preso junto ao guarda-mão e localizado em ambos os lados do corpo da arma (em forma de borboleta);
  • os trilhos Picatinny para fixação de acessórios diversos;
  • a coronha do 5,56 (foto com detalhe) retrátil e rebatível;
  • nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL;

IA2 762

IA2 556

Detalhe da Coronha 5,56

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre o novo fuzil IMBEL no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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O Irã cavou valas comuns para enterrar soldados americanos no caso de um ataque dos EUA ao país, segundo um ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana.

O general Hossein Kan’ani Moghadam disse que as valas foram preparadas na Província do Khuzestão (sudoeste), mesmo local onde o Irã enterrou soldados iraquianos mortos na Guerra Irã-Iraque (1980-1988).

“As valas comuns que usamos para enterrar os soldados de Saddam Hussein, à época o ditador do Iraque agora estão sendo preparadas para os soldados dos EUA”, disse ele.

A declaração foi encarada como uma resposta a especulações de que o Exército americano teria um plano para atacar o Irã, caso o país insista em desenvolver armas nucleares -intenção negada por Teerã- e as sanções ao regime não surtam efeitos.

As imagens, acompanhadas de uma música dramática, revelam fileiras e fileiras de grandes buracos simétricos espalhados por uma região desértica.

Segundo a agência, o Instituto para a Defesa de Valores da Guerra Santa – órgão iraniano que geralmente publica livros e produz filmes sobre a Guerra Irã-Iraque – é o responsável pela gravação e a divulgou para “mostrar simbolicamente que o Irã está pronto para enterrar invasores do seu solo”.

A disputa entre Washington e Teerã se intensificou após a ONU (Organização das Nações Unidas) impor, em junho, um novo conjunto de sanções contra o país persa. Nas semanas seguintes, os EUA adotaram sanções unilaterais ao Irã, assim como a União Europeia.

Em resposta, funcionários da República Islâmica têm ameaçado fechar o estreito de Ormuz -medida que teria enorme impacto no mercado petrolífero global- e atacar Israel e bases americanas no golfo Pérsico caso sejam agredidos militarmente.

FONTE: Folha de São Paulo