Merkava em ação

C arros de combate do Exército de Israel em treinamento.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

52 Responses to “Merkava em ação” Subscribe

  1. Adler Medrado 17 de setembro de 2010 at 20:20 #

    Simplesmente lindo

  2. Freire 17 de setembro de 2010 at 20:38 #

    Sem dúvida um dos melhores do Mundo!

    Brasil.

  3. Vin 17 de setembro de 2010 at 21:14 #

    Belas imagens para planos de fundo

  4. Reginaldo Bacchi 17 de setembro de 2010 at 22:16 #

    Muito charmoso!

    Bacchi

  5. Alfredo.Araujo 18 de setembro de 2010 at 0:05 #

    Esse é o tanque…
    Não existe arma mais testada em combate q as usadas pelo exercito israelense…

  6. apophis 18 de setembro de 2010 at 7:42 #

    quero ver se ele aguenta três tiro de RPG7 na torre!

  7. Vader 18 de setembro de 2010 at 8:32 #

    Esses da foto se não me engano são Mark III não é?

    O Merkava Mark IV é simplesmente fodástico e está entre os melhores MBTs do mundo, junto com Leo 2 e o M1A2.

    Sds.

  8. Biel 18 de setembro de 2010 at 8:55 #

    Existem discussões na Colômbia sobre uma possivel aquisição deste tanque para emprega-lo como meio dissuasivo na fronteira norte, uma vez que Hugo Chavéz
    adquiriu novos tanques T-72M .
    Os militares colombianos tem se preocupado com a defasagem de seu arsenal de guerra convencional ,como artilharia antiaérea ,forças blindadas e artilharia “convencional” .

  9. Ivan 18 de setembro de 2010 at 10:07 #

    Na segunda e na ultima foto aparecem a versão Mark IV

    Merkava, o único carro de combate com trancinhas aheuaheuuheauheauhaeuhaeuhea.

    Sem dúvida um dos melhores!

  10. M1 18 de setembro de 2010 at 11:42 #

    Caraca! Vou mudar meu nick pra Merkava.

  11. Marine 18 de setembro de 2010 at 12:33 #

    Quero ver se terrorista tem tempo de dar tres tiros de RPG7 na torre antes de virar carne moida!

    ;-)

  12. MA 18 de setembro de 2010 at 12:54 #

    O MkIV é simplesmente fenomenal, imbatível no T.O e no moddus operanti que fora idealizado. Fora o Leopard 2A6 e o T-84 é meu blindado favorito.
    Fotos lindas

    Marine2,
    De toda forma os novos RPG-28 e RPG-29 podem inutilizar mesmo o mais resistente dos blindados com um único disparo.
    A vantagem do Merkava é que mesmo inutilizado oferece maior taxa de sobrevivência da tripulação que outros blindados, especialmente se o disparo for na blindagem frontal, onde fica o bloco-motor.

    Muito bom.

  13. Valderrama 18 de setembro de 2010 at 13:07 #

    Quero ver se terrorista tem tempo de dar tres tiros de RPG7 na torre antes de virar carne moida!(2)

  14. Marine 18 de setembro de 2010 at 14:49 #

    MA,

    Eu sei amigo, estava apenas sendo sarcastico com o comentario acima.

    Por experiencia propria eu sei da capacidade da familia de RPGs russos e de maneira alguma procuro fazer pouco caso da eficiencia deles.

    SF!

  15. Mauricio R. 18 de setembro de 2010 at 14:59 #

    O RPG-28 ainda é mto recente no mercado, foi apresentado em 2007.
    O RPG-29 por outro lado parece já ter deixado sua marca, sendo considerado a principal fonte das baixas israelenses na Guerra do Líbano de 2006.
    Em incidentes isolados teria vitimado tb, um MBT Challenger 2 e um M-1 americano.
    Com a maior distribuição de sistemas de proteção do tipo do Trophy, sua eficácia vai diminuir.
    De acordo c/ a Wikipedia, esta arma é fabricada no Brasil pela Avibrás, sendo usada pelo EB.
    Que aliás já teria escolhido seu sucessor, o RPG-32.

  16. V.T.G. 18 de setembro de 2010 at 15:33 #

    @Biel: fique surpreso com a sua informação, pois até onde eu sei, o Governo Israelense proíbe a exportação de tanques Merkava.

    Curiosidade: se eu não me engano, Merkava significa Carruagem em hebreu.

  17. marcos silva 18 de setembro de 2010 at 15:36 #

    FENOMENAL MERKAVA,QUE OS INIMIGOS SE CUIDEM !!!

  18. MA 18 de setembro de 2010 at 16:11 #

    Marine,
    Eu tenho um sério problema e por favor, compreenda que pessoas portadoras de minha deficiência não conseguem se controlar quando ouvem (ou pensam que ouviram) criticarem um equipamento russo “por injustiça”.
    Mais uma vez, desculpe.

    Maurício,
    Estranha essa informação, nem no site da Avibrás nem em nenhum outro site li ou vi comentarem isso. Seria balela, ou tem procedência?

    PS:. RPG-32 só deve começar a ser produzido em massa junto com o T-50, classe LADA e outros produtos que ficam atrasados pela triste situação do parque industrial russo… :(

  19. Mauricio R. 18 de setembro de 2010 at 16:50 #

    “The RPG-32 multipurpose grenade launcher was developed between 2005 and 2007 by Russian state-owned FGUP ‘Bazalt’ organization on request and under contract from Jordan.
    First RPG-32 ‘Hashim’ grenade launchers will be delivered to Jordan from Russia in 2008, but it is planned that mass production of RPG-32 and its ammunition will be conducted in Jordan under license at the JRESCO factory.”

    (http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=5&ved=0CCwQFjAE&url=http%3A%2F%2Fworld.guns.ru%2Fgrenade%2Fgl51-e.htm&ei=GReVTK76DMK88gbbl9iMDA&usg=AFQjCNF_I0BXwHT1y4l1L1tdVO3w9cpR3Q)

    Mas não há menção ao EB ou a Avibrás.

  20. Rafael 18 de setembro de 2010 at 16:57 #

    Tenho uma pergunta para os amigos do blog:
    o que significa aqule simbolo, pintado em branco, na lateral/dianteira do Merkava?

  21. Cor Tau 18 de setembro de 2010 at 17:15 #

    Qual seria a defesa desta coisa(Cara….limitada…Lerda e Desajeitada) contra um helicóptero de ataque qualquer?!…….Como um Shahed 285 por Ex…Quanto custaria um Shahed 285?!..1/4?….1/5?..Do valor/custo dessa coisa?!….O helicóptero se mostra muito frágil já que seja pouco provável que o mesmo obtenha alguma superioridade aérea no caso de um conflito…Mas…..Contra essa coisa?!….Como seria?!…….Se o Shahed 285 pode levar míssil anti-navio Kosar então ele pode facilmente ser montado para ir contra Tanques…..

  22. MA 18 de setembro de 2010 at 17:48 #

    Cor Tau, contra aeronaves a baixa velocidade esses veículos podem utilizar até o canhão principal… Se o Shahed não tiver um alerta de detecção por laser então ele fica vulnerável.

    Existe tb a defesa ativa das cargas fumígenas, a metralhadora pesada, o próprio terreno…. Não são “grandes alvos” não.

  23. Cor Tau 18 de setembro de 2010 at 18:45 #

    “MA disse:
    18 de setembro de 2010 às 17:48 ”

    A que aeronaves de baixa velocidade vc se refere?..A um balão?!…Algum Tanque ja conseguiu derrubar um helicóptero de ataque?!………..Dessa forma como vc descreve?!…….Poderia apresentar algum Ex?!………..Porque eu nunca ouvi falar…..Um helicóptero de ataque leve é tão facil de derrubar assim?!………….Vc acha mesmo que um Tanque consegue manobrar/se esgueirar/interceptar mais que um helicóptero de ataque?!……….Ser mais agil?!…Mais capaz?!…….

  24. Cor Tau 18 de setembro de 2010 at 19:18 #

    Shahed 285…..

    Torna O Simples Complicado É Fácil…Tornar O Complicado Simples É Sabedoria………

  25. MA 18 de setembro de 2010 at 19:37 #

    Car Tau, até onde me recordo, nenhum MBT moderno com rangefinder laser, estabilização de torre e controle de fogo computadorizado chegou a entrar em combate contra uma nação que possua helicopteros de ataque (aliás, creio que isso houve no conflito de Agosto de 2008, mas a Geórgia nem chegou a conseguir a mobilizar sua força de asas rotativas, salvo engano).

    Logo, apesar de serem dotados dessa capacidade nunca utilizaram dela na prática.
    Não é questão de ser mais ágil e se esgueirar, estando numa posição melhor o blindado só precisa visualizar o helicoptero e travar no mesmo… E esperar que o alvo não manobre pois isso arruina toda a coisa (já que um projétil não manobra atrás do helicoptero).

  26. Biel 18 de setembro de 2010 at 19:44 #

    V.T.G

    Pois é cara eu também pensava que era mentira .
    http://pbrasil.wordpress.com/2010/06/21/pela-primeira-vez-os-tanques-merkava-estao-a-venda/

    Após esta proibição de 30 anos , o Ministério da defesa de Israel autoriza a venda do Merkava 4 para nações estrangeiras .

    abraço

  27. Cor Tau 18 de setembro de 2010 at 20:05 #

    “MA disse:
    18 de setembro de 2010 às 19:37 ”

    “o blindado só precisa visualizar o helicoptero e travar no mesmo”

    Este é o problema….Ele visualizar/travar um helicóptero de ataque antes que o mesmo….Pelo menos conseguir fazer isto……….

    Ja descobri como um tanque pega um helicóptero de ataque……….Ta qui o:

    http://www.youtube.com/watch?v=H_Ti6C5fzo4

    Abraços Amigo MA……….

  28. SABRE 18 de setembro de 2010 at 20:17 #

    E se o cidadão estiver escondido na trincheira ainda vira churrasco!hahahahah brincadeira, a última foto até assusta!

  29. Cor Tau 18 de setembro de 2010 at 21:00 #

    Mas o Merkava é um grande alv#%$..Ops….Tanque……É uma grande arma concerteza………….Muito eficiente……E capaz……

  30. roni 18 de setembro de 2010 at 21:54 #

    po cara nao me aguentei de tanto rir do video do tanque contra o helicoptero valeu cara me engano direitinho

  31. Fernando D. Cabral 18 de setembro de 2010 at 22:39 #

    Uma curiosidade – Alguém sabe qual é a finalidade dos objetos pendentes na torre do MBT? Eles aparecem na última foto. Já tive a oportunidade de ver o mesmo tipo de arranjo em fotografias de outros tanques, todos eram Merkava da IDF, será que eles têm a mesma finalidade das blindagens “gaiola”?

  32. Vader 18 de setembro de 2010 at 23:37 #

    Concordo com o Cor Tau: MBTs não são páreos para helis de ataque.

    Maaaaaaaassss…

    Cor Tau: a idéia é usar ambos. E ambos os lados terem uma boa infantaria com armas antiaéreas e antitanque para proteger ambas as plataformas.

    Fosse simples deveríamos decretar a superioridade dos helis e transferir a guerra pro ar. Mas a coisa não é tão tranquila, e o melhor exército é aquele que é equilibrado: tem CCs, Infa e Helis, todos operando de forma combinada e aproveitando-se dos erros e fragilidades do inimigo.

    Sds.

  33. anticomunista 18 de setembro de 2010 at 23:37 #

    Cor TAu,
    mas um helicóptero “anda” pelas ruas de uma cidade em guerra? Adentra em terrenos onde é necessário não estar voando?
    Creio que o principal objetivo de um tanque nem seja combater helicóptero ou avião.
    Batalha não ocorre só nos ares.

  34. MA 18 de setembro de 2010 at 23:55 #

    CorTau,
    interpretaste errado o meu comentário… Você disse que os MBT são somente grandes alvos sem qualquer capacidade de defesa contra helicopteros… Está errado, eles possuem e muita capacidade de se defender dos mesmos. Não é só mandar um par de helicopteros de ataque com foguetes para cima de um Merkava… Vacilando mesmo um helicoptero de ataque dedicado é abatido por um MBT, e não é uma situação “de extrema improbabilidade”, mas no caso de uma falta de planejamento tático, muito possível!

    De resto o Vader e o anticomuna completaram… Não se ocupa um país de helicoptero e avião!

  35. Cor Tau 19 de setembro de 2010 at 3:31 #

    “mas um helicóptero “anda” pelas ruas de uma cidade em guerra?”

    E isto é uma vantagem?!………..

    http://www.youtube.com/watch?v=A8OgJ-QmENs

    Olha….Vcs estão tentando me enrolar viu……… :)

  36. Cor Tau 19 de setembro de 2010 at 4:26 #

    “Vader disse:
    18 de setembro de 2010 às 23:37 ”

    UMA COISA……É UMA COISA….JÁ OUTRA COISA…..É OUTRA COISA…TOTALMENTE DIFERENTE…………….O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará…….. :)

    “MA disse:
    18 de setembro de 2010 às 23:55 ”

    “anticomunista disse:
    18 de setembro de 2010 às 23:37 ”

    Se um pedaço de queijo suíço tem muitos buracos….Logo quanto mais queijo mais buracos…….Se cada buraco ocupa o lugar do queijo…Logo quanto mais buracos menos queijo….Se quanto mais queijo mais buracos e quanto mais buracos…Menos queijo….Logo….Quanto mais queijo…Menos queijo…………….

    “Vacilando mesmo um helicoptero de ataque dedicado é abatido por um MBT, e não é uma situação “de extrema improbabilidade””

    Na teoria não há diferença entre a teoria e a prática…Mas na prática há muita diferença…..

  37. Reginaldo Bacchi 19 de setembro de 2010 at 9:06 #

    Rafael disse em 18 de setembro de 2010 às 16:57:
    “… Tenho uma pergunta para os amigos do blog:
    o que significa aqule simbolo, pintado em branco, na lateral/dianteira do Merkava? …”.

    O V indica a qual companhia do batalhão o carro pertence. V com o vertice para baixo – corresponde a companhia A (ou 1ª), V com o vertice para a esquerda – companhia B (ou 2ª), V com o vertice para cima – companhia C (ou 3ª) e V com o vertice para a direita – companhia D (ou 4ª).

    Os pelotões podem ser indicados por numeros romanos: I, II, III etc.

    O numero do carro no pelotão pode ser indicado por aquilo que conhecemos como numero arabe (me disseram no Iraque que é numero hindu) – 1, 2, 3 etc ou pelas letras hebraicas: Alef (A), Bet (B), Gimel (C), Dalet (D) etc.

    As fotografias acima que só tem o V são de carros da Campanhia A (1ª) e o que tem marca de companhia e a letra Gimel é o 3º carro de um pelotão da Companhia D (4ª).

    Eu não tenho visto fotografias de carros israelenses com numeros romanos, e muitas poucas com letras hebraicas.

    Os batalhões de carros israelenses eram organizados originalmente em 3 companhias, com 3 pelotões de 4 carros.

    Mais tarde passaram para 4 companhias com 3 pelotões de 3 carros.

    Bacchi

  38. Vader 19 de setembro de 2010 at 10:29 #

    Grande Reginaldo, apenas pontuando praqueles que não sabem, na Cavalaria do Exército Brasileiro a Unidade é o Regimento (não o Btl) e a subunidade o Esquadrão (e não a Cia).

    Abs.

  39. Reginaldo Bacchi 19 de setembro de 2010 at 10:55 #

    Vader disse em 19 de setembro de 2010 às 10:29
    “…… apenas pontuando praqueles que não sabem, na Cavalaria do Exército Brasileiro a Unidade é o Regimento (não o Btl) e a subunidade o Esquadrão (e não a Cia). …”.

    Palavras sabias. Corretíssimas.

    Mas, ja que o Vader me deu a deixa, vamos um pouco mais alem.

    Muita gente no nosso maravilhoso país acredita que certos termos militares usados aqui, são fixos e usados da mesma maneira em todos os outros paises.

    Ledo engano.

    Temos um exemplo no termo esquadrão No exército dos Estados Unidos esquadrão de cavalaria corresponde ao nosso regimento de cavalaria. O que corresponde ao nosso esquadrão de cavalaria é “troop”.

    Grupo de artilharia no EB corresponde a batalhão de artilharia no exercito dos EUA, e corresponde a “battery” no exército britanico.

    Mecanizado no exercito brasileiro tomou o significado de blindado sobre rodas, em outros exércitos é sinonimo de blindado.

    O que eu quero dizer: NÃO EXISTE UM SISTEMA DE NOMENCLATURA MILITAR INTERNACIONAL!

    Bacchi

  40. Luiz Brandão 19 de setembro de 2010 at 10:57 #

    Vejam estes videos aqueles que acham que Helicópteros atuam em um teatro de operações sem o apoio de infantaria e de grupos mecanizados.

    http://www.youtube.com/watch?v=AUJ6cxWdZwA

    http://www.youtube.com/watch?v=XNZeXSlT5Lk

    Alguem lembra desse fato real ?

  41. Luiz Brandão 19 de setembro de 2010 at 11:05 #

    Segue video para os amantes dos anti-tanques:

  42. Vader 19 de setembro de 2010 at 11:20 #

    Reginaldo Bacchi disse:
    19 de setembro de 2010 às 10:55

    Reginaldo, indo mais além: essa padronizações que muita gente acha serem fixas e imutáveis a nível internacional não o são nem mesmo em nosso Exército.

    Antigamente por exemplo o termo “Regimento” designava uma unidade intermediária entre o Batalhaõ e a Brigada, composta de vários batalhões de infantaria. Era usado também o termo “Ala” para designar a subunidade de cavalaria, sendo esquadrão usado para designar a unidade. E “corpo” para designar a unidade de artilharia (atual grupo).

    Enfim, uma zorra. De fato, não devemos nos pautar por classificações, que mudam conforme as necessidades organizacionais, mas sim pelo que as diversas frações representam em combate, quantos elementos as equipam, a quem se subordinam, e como se dividem. :)

    Abs.

  43. Galante 19 de setembro de 2010 at 11:40 #

    Reginaldo Bacchi sempre nos brindando com seu vasto conhecimento.
    Muito obrigado, Bacchi!

  44. Mauricio R. 19 de setembro de 2010 at 13:29 #

    Motor rifle seria então o nosso mecanizado???

  45. DaGuerra 19 de setembro de 2010 at 15:20 #

    Pergunta para a infantaria qual a utilidade dessa coisa quando precisar avançar.

  46. Winston 19 de setembro de 2010 at 15:56 #

    “…A natureza do terreno não permitia, em geral, que os tanques funcionassem efetivamente apoiando a infantaria, avançando com ela…A intervenção desses carros no dia 14 (14 abril 45 em Montese) foi uma surpresa, mesmo para alguns Cmt SU que só souberam na ultima hora. Mas quando começaram a se mexer houve exclamações de entusiasmo e alegria. Vimos quando subiam a estrada furiosamente batida…mandando mecha para a frente…um deles se aproximou do reduto nazista. Granadas rebentavam ao seu lado, chegou mais perto e disparou a uns 90 m em cheio na casa, algum tempo depois os infantes tomavam a posição…” – R. Braga.

  47. Reginaldo Bacchi 19 de setembro de 2010 at 17:37 #

    Mauricio R. disse as 19 de setembro de 2010 às 13:29:
    “… Motor rifle seria então o nosso mecanizado??? …”.

    Eu acho, repito: acho, que seria infantaria motorizada.

    Não tenho certeza.

    Bacchi

  48. Reginaldo Bacchi 19 de setembro de 2010 at 17:47 #

    Reginaldo Bacchi disse em 19 de setembro de 2010 às 9:06:

    “… Os batalhões de carros israelenses eram organizados originalmente em 3 companhias, com 3 pelotões de 4 carros.

    Mais tarde passaram para 4 companhias com 3 pelotões de 3 carros. …”.

    Está errado!!!.

    Deveria ser:

    Os batalhões de carros israelenses eram organizados originalmente em 3 companhias, com 3 pelotões de 4 carros.

    Mais tarde mantiveram o numero de companhias por batalhão, mas mudaram o numero de pelotões por companhia de 3 para 4, e o numero de carros por pelotão de 4 para 3.

    Bacchi

  49. MA 19 de setembro de 2010 at 18:10 #

    Detalhes organizacionais é que tornam tudo mais belo e compreensível!
    Obrigado aos srs. que contribuíram com informações a cerca desse aspecto!

  50. Reginaldo Bacchi 19 de setembro de 2010 at 23:16 #

    Vader disse em 19 de setembro de 2010 às 11:20

    “… Antigamente, por exemplo, o termo “Regimento” designava uma unidade intermediária entre o Batalhão e a Brigada, composta de vários batalhões de infantaria. …”.

    Meu caro Vader, eu acho que você não está inteiramente certo.

    Pelo que eu entendi, quando os regimentos de infantaria foram criados lá pelo século XVII eles eram constituídos por varias companhias, e não por batalhões.

    Já antes de entrar nas guerras da revolução francesa e de Napoleão, os regimentos passaram a ser constituídos por 2, 3 ou 4 batalhões, com exceção (talvez única) dos regimentos britânicos que nunca tiveram os batalhões agrupados em regimentos, e sim em brigadas (foram os pioneiros deste tipo de brigada).

    Deve-se aqui fazer um parêntesis explicando que os regimentos não britânicos, eram agrupados dois a dois em brigadas (geralmente duas por divisão de infantaria).

    Já durante a 1ª GM um dos regimentos foi tirado da divisão – e as brigadas canceladas – passando os 3 regimentos restantes a responderem diretamente ao comandante da divisão. Isto foi feito principalmente para diminuir a cadeia de comando e agilizar as decisões vindas do comandante.

    Esta foi a organização com que todos os exércitos entraram na 2ª GM.

    A organização dos regimentos, subdivididos em batalhões, permaneceu vários anos após a 2ª GM, mas foi progressivamente substituído pela brigada de batalhões de engenharia/batalhões de carros de combate/grupos de artilharia etc.

    O motivo desta alteração estava na visão de que os regimentos precisavam evoluir para um tipo de organização com as varias armas (infantaria/blindados/artilharia/engenharia) integradas, ou seja, uma mini divisão.

    Isto já tinha sido feito no exército britânico com a organização dos brigade groups durante a 2ª GM, que substituíram algumas das brigadas neste exército. Como já foi dito, a brigada britânica era uma organização homogênea (infantaria ou blindados), e o brigade group reunia batalhões/companhias das varias armas/serviços.

    Criou-se dentro dos vários exércitos um dilema de origem histórica: sempre ao longo de vários séculos o regimento era constituído por uma única arma: ou infantaria, ou cavalaria, ou artilharia.

    Este dilema foi resolvido com o cancelamento do titulo regimento, e a adoção do termo brigada.

    A única exceção deste critério foi o exército soviético, que não se preocupando com a tradição organizou o regimento da mesma maneira que a brigada ocidental.

    Assim no exército soviético e nos do Pacto de Varsóvia:

    o regimento de infantaria mecanizada (Motostrelkovyi Polk) era constituído de: 3Xbatalhões de infantaria motorizados (Motostrelkovykh Batal’onov), 1Xbatalhão de carros de combate (Tankovikh Batal’ona), 1Xgrupo de artilharia auto propulsada (Samokhodna – artilleriskogo Divisiona); e companhias (Rot) de: reconhecimento (Razvedyvatel’noy), engenharia de combate (Ingenerno-sapernoi), comunicações (Sviasi), manutenção (Remontnoi), logistica (Material’nogo obespetcheniia) e saúde (Meditsinskoi);

    e o regimento de carros de combate (Tankovyi Polk) era constituído de: 3Xbatalhões de carros de combate, 1Xbatalhão de infantaria motorizado 1Xgrupo de artilharia auto propulsado e as mesmas companhias do regimento anterior.

    Deve-se notar que os batalhões de infantaria motorizados eram equipados ou com os veículos blindados BMP (lagarta) ou BTR (rodas).

    Espero não ter complicado o assunto, que já é bastante complexo.

    Bacchi

  51. Reginaldo Bacchi 20 de setembro de 2010 at 0:08 #

    Winston disse em 19 de setembro de 2010 às 15:56:
    “…A natureza do terreno não permitia, em geral, que os tanques funcionassem efetivamente apoiando a infantaria, avançando com ela… A intervenção desses carros no dia 14 (14 abril 45 em Montese) foi uma surpresa, mesmo para alguns Cmt SU que só souberam na ultima hora. Mas quando começaram a se mexer houve exclamações de entusiasmo e alegria. Vimos quando subiam a estrada furiosamente batida…mandando mecha para a frente…um deles se aproximou do reduto nazista. Granadas rebentavam ao seu lado, chegou mais perto e disparou a uns 90 m em cheio na casa, algum tempo depois os infantes tomavam a posição…” – R. Braga. …”

    Em enviei este texto ao meu amigo X, formado em história e com doutorado baseado no estudo da FEB.

    Eis a sua resposta:

    “… Bacchi,

    Em partes faz sentido. O ataque brasileiro a Montese foi apoiado por tank-destroyers americanos – M10, se não me engano.

    Eles acompanharam o avanço da infantaria brasileira até o limite das suas possibilidades. Quando o ataque se deparou com terreno muito montanhoso eles necessariamente interromperam o avanço. A partir de então a infantaria brasileira prosseguiu sozinha.

    Mas a participação dos blindados americanos, que eu saiba, não ocorreu em consonância com o ataque à cidade, no dia 14.

    Os tank-destroyers estiveram presentes a partir do dia 15, quando foi necessário atacar as elevações que ficam atrás de Montese, como Montello, Monte Buffone, etc. …”.

    Para seu conhecimento.

    Bacchi

  52. Fabio ASC 22 de setembro de 2010 at 19:57 #

    Um programa do History Channel mostrou uma batalha entre um Lynx Britânico e um Tanque Iraquiano de origem russa, não me lembro o modelo agora, o tanuqe estava “protegido” atrás de um muro e chegou a disparar 4 x no heli, com o canhão principal, pois sua inclinação permitiu estes disparos, antes de ser destruido, no terceiro disparo de míssil contra ele.

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